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Engenheiros inventaram método ultraeficiente de extração de hidrogênio de campos petrolíferos

Engenheiros inventaram método ultraeficiente de extração de hidrogênio de campos petrolíferos

O método de filtragem dos gases é ecológico e impede que outros gases, para lá do hidrogênio, cheguem à superfície

Um grupo de engenheiros canadianos, liderado por Ian Gates e Jacky Wang,desenvolveu um método de extração de hidrogênio de larga escala em areias e campos petrolíferos no âmbito de uma parceria entre a universidade de Calgary e a empresa Proton Technologies. Atualmente o hidrogênio serve já de combustível para alguns tipos de veículos, bem como para gerar energia elétrica, e é conhecido por ser um dos recursos energéticos menos poluentes.

De acordo com a página Phys.org, o grupo de investigação pretende apresentar oficialmente este método na Conferência Goldschmidt de Geoquímica em Barcelona, que teve início dia 18 de agosto e terminará a dia 23 do mesmo mês.

Segundo a mesma página, o Canadá e a Venezuela são dois dos países com maior número de reservatórios de areias petrolíferas, que podem vir a tirar proveito deste processo de produção energética inovador. «Existem vastos reservatórios de areias petrolíferas em vários países, como o Canadá, a Venezuela, entre outros», disse Ian Gates, investigador do departamento de engenharia química da universidade de Calgary.

Os investigadores descobriram que ao injetarem oxigênio em campos petrolíferos, a sua temperatura vai aumentar e libertar o hidrogênio, que pode ser separado de outros gases através de filtros. Na verdade, o hidrogênio não está originalmente presente nestes reservatórios, mas a injeção de oxigênio causa uma reação química que faz gerar o elemento.

Grant Strem, diretor executivo da Proton Technologies, a empresa responsável pela comercialização deste processo, afirma que «esta técnica pode gerar grandes quantidades de hidrogênio deixando o carbono na terra». Explicou ainda que «o que sai da terra é hidrogênio em estado gasoso e por isso não temos os custos elevados de purificação do ar à superfície, que existem no processo de refinação do petróleo». «O único produto deste processo é o hidrogênio, o que significa que esta tecnologia não faz emissões nem polui o ambiente. Todos os outros gases permanecem na terra porque não passam pelo filtro de hidrogênio para a superfície», acrescenta.

 

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Intel revela mais detalhes sobre o primeiro chip da empresa dedicado a inteligência artificial

Intel revela mais detalhes sobre o primeiro chip da empresa dedicado a inteligência artificial

No evento Hot Chips 2019, que terminou esta terça-feira nos Estados Unidos, a Intel deu a conhecer mais detalhes sobre as apostas para este ano. Uma delas foi o seu mais recente processador anunciado no início do ano, o primeiro a recorrer a inteligência artificial e projeto para grandes centros de computação.

Designado por Nervana NNP-I ou Springhill, o chip foi desenvolvido em Israel e tem como base um processador Ice Lake de 10 nm. O objetivo é, de acordo com a empresa, oferecer um “desempenho líder no setor por watt em todas as principais cargas de trabalho nos datacenters”.

Para além disso, numa publicação no site, a Intel garante que o chip vai permitir um “alto grau de programação”, sem comprometer o desempenho ou a eficiência de energia.

De acordo com a Reuters, o Facebook já anunciou que já começou a utilizar o chip. A rede social foi um dos parceiros da Intel no desenvolvimento deste processador.

Em Israel, a Intel apresentou outros dos seus mais recentes produtos, o Intel Nervana NNP-T, Lakefield, TeraPHY e Intel Optane DC persistent memory.

 
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Spectacles 3: conheça os novos “óculos de filmar” do Snapchat

Spectacles 3: conheça os novos “óculos de filmar” do Snapchat

A terceira geração do gadget é muito mais cara do que a anterior, mas traz um design renovado e uma segunda câmara HD que lhe derá uma nova forma de ver e criar snaps.

A Snap anunciou esta semana os novos Spectacles 3. O modelo é uma versão redesenhada do equipamento e volta a oferecer conteúdos em realidade aumentada, desta vez potenciados por uma nova câmara HD que ajuda a criar uma sensação de profundidade nas imagens captadas. Os óculos vão ser lançados em novembro, no portal spectacles.com, e terão um valor base de 380 dólares – mais de o dobro do preço com que foi lançada a edição anterior.

A Snap indica que este modelo foi desenvolvido para apelar a um grupo de consumidores mais criativo, mas o preço pode também ser justificado pelo desequilíbrio que os Spectacles 1 e 2 provocaram nas contas da empresa.

Esta terceira edição, sublinha a tecnológica, é essencial para que a empresa possa aprofundar conhecimentos na produção de conteúdos em realidade aumentada. A Snapchat criou um leque de efeitos 3D para tirar partido da nova “câmara de profundidade” do aparelho. Os efeitos serão exclusivos, mas há planos para abrir as portas às criações de outras empresas.

Mais importa dizer que os óculos vão estar disponível em “carbon” (preto) e “mineral” (uma espécie de bege dourado). A estrutura é de metal, mas leve.

Tal como as versões anteriores, os Spectacles 3 servem para fotografar e gravar vídeos diretamente da perspetiva de primeira pessoa. Os conteúdos registados são todos transferidos para o seu smartphone assim que emparelhar ambos os gadgets e podem ser partilhados em qualquer plataforma.

 

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Vídeos Deepfake: impressionantes mas assustadores

Vídeos Deepfake: impressionantes mas assustadores

Os vídeos “deepfake” estão a dar muito que falar na Internet. Esta técnica de edição consegue alterar as feições faciais de uma pessoa ao ponto de a fazer passar por outra. Desta vez a pessoa alterada foi Bill Hader, o ator norte-americano conhecido por participar em Barry (2018) da HBO, durante uma entrevista no programa de David Letterman.

Se não está familiarizado com conceito de vídeos “deepfake” e quiser um bom exemplo, pesquise pelo canal de YouTube do utilizador “Ctrl Shit Face” e vai encontrar vários exemplos de como a tecnologia de Inteligência Artificial aplicada à edição de vídeo consegue alterar na perfeição as expressões faciais das pessoas.

É impressionante, mas verdadeiramente assustador, veja no vídeo abaixo como Bill Hader passou, com a maior das subtilezas, por Tom Cruise e Seth Rogen.

 

 

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Apple quer criar portáteis que detetam a presença de pessoas

Apple quer criar portáteis que detetam a presença de pessoas

A Apple registou a patente “Presence Sensing” com o propósito de criar uma nova ferramenta de autenticação. A solução poderá vir a estrear nos MacBook Pro

A Apple registou uma patente com o propósito de dotar um portátil da capacidade de detetar a presença de pessoas à volta – e de identificar o respetivo proprietário, através do rosto. A tecnologia tem vindo a ser apresentada como uma novidade que poderá vir a ser incluída nos futuros MacBook Pro, da Apple.

A patente, denominada de “Presence Sensing”, deverá abrir caminho a uma nova funcionalidade que deverá ser usada para reativar, através da identificação facial, a sessão num computador que se encontra suspenso (em standby). E poderá abrir caminho à estreia da funcionalidade de autenticação FaceID em portáteis da Apple.

Segundo a Forbes, a nova patente poderá produzir efeito nos portáteis, com a inclusão de dois sensores: um primeiro que simplesmente detecta automaticamente a presença de pessoas nas imediações, e uma câmara que terá por objetivo levar a cabo a autenticação do utilizador.

A patente poderá levar a tecnologia de FaceID, com que a Apple lançou as primeiras funcionalidades de autenticação através de dados biométricos do rosto, para uma nova forma de funcionamento e, não menos importante, promete poupar tempo e aumentar a conveniência de reativar o computador, que se encontra em standby.

 

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Japão investe 845 milhões no criação de tecnologias para ciborgues e agricultura

Japão investe 845 milhões no criação de tecnologias para ciborgues e agricultura

A aposta alarga-se ao desenvolvimento de várias áreas científicas para lá da robótica, nomeadamente, automatização do setor agrícola e procura de soluções ambientais

O governo japonês quer investir 100 mil milhões de yens, o equivalente a 845 milhões de euros, no desenvolvimento de tecnologia na área da robótica para fins de melhoramento das capacidades humanas.

De acordo com a Nikkei Asian Review, investigadores japoneses e internacionais vão ser convidados a submeter propostas em 25 áreas diferentes, que vão desde a robótica a soluções ambientais para combater a poluição industrial.

Uma fonte anônima do governo nipôico contou à mesma publicação que o acordo tem uma duração de dez anos e que serão postos de parte 100 mil milhões de yen para serem aplicados nos projetos durante os primeiros cinco anos.

Esta aposta no desenvolvimento científico surge numa altura que o Japão atravessa uma crise em várias frentes, por exemplo, no envelhecimento demográfico, a nível da poluição dos oceanos e na taxa de natalidade, que no futuro pode ter um forte impacto na massa laboral do país.

Nikkei Asian Review conta que a investigação procura encontrar «uma tecnologia que substitua funções corporais humanas através de robótica até 2050» e desenvolver novas técnicas na área da hibernação artificial, que tem como inspiração o processo de hibernação animal e que pretendem aumentar a longevidade dos corpos.

A publicação afirma que o governo japonês tem também como objetivo desenvolver processos de automatização que possam ser aplicados à agricultura, construção, pesca e ter alternativas para o tratamento e reciclagem de resíduos industriais.

 

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Sentient: Militares americanos construíram secretamente um “cérebro artificial”

Sentient: Militares americanos construíram secretamente um “cérebro artificial”

Segundo informações agora reveladas, os militares dos Estados Unidos criaram secretamente um “cérebro artificial”. Ou seja, desde 2010 que as agências de inteligência norte-americanas têm vindo a desenvolver um sistema secreto de inteligência artificial ao qual deram o nome de “Sentient“.

Os novos documentos confidenciais e classificados divulgados descrevem o que é o Sentient Program do National Reconnaissance Office (NRO).

Sentient Program ao serviço dos militares dos EUA

Sentient é um sistema de inteligência totalmente integrado que pode coordenar as posições dos satélites. Além disso, este cérebro tem também a possibilidade de gerir operações no campo de batalha. Contudo, estas são apenas pistas que levarão a outros cenários mais abrangentes ainda por descobrir. Atualmente os detalhes sobre o Programa Senciente ainda são poucos e ambíguos.

Após alguns indícios passarem para o domínio público, funcionários do governo foram questionados sobre o programa. Apesar da curiosidade, o resultado traduziu-se em respostas  mínimas e sem pormenor.

A prática padrão da NRO e da Comunidade de Inteligência é NÃO divulgar fontes e métodos sensíveis, já que tal divulgação introduz alto risco de que nações adversárias os combatam. Tal perda prejudica a nossa nação e os seus aliados; diminui a vantagem da informação dos EUA e a segurança nacional. Por estas razões, os detalhes sobre o Sentient permanecem confidenciais e o que podemos dizer sobre ele é limitado.

Explicou Karen Furgerson, diretora adjunta de assuntos públicos da NRO, num e-mail ao The Verge.

Será só para sentir?

A palavra Sentient, traduzida no português senciente ou sensível, significa aquele que sente, que tem sensações ou impressões. No entanto, na base do que os Estados Unidos podem estar a preparar, este projeto para um cérebro de inteligência artificial pode ser mais do que sentir.

O Sentient cataloga padrões normais, deteta anomalias e ajuda a prever e modelar os potenciais cursos de ação dos adversários. Estamos perante uma máquina de guerra pensante e autónoma?

Pese o facto do NRO não ter fornecido exemplos de padrões ou anomalias, pode-se imaginar que coisas como “não disparar um míssil” versus “disparar um míssil” estarão na lista. Com estas previsões em mãos, o Sentient poderia virar os sensores dos satélites para o lugar certo, no momento certo. Assim, pelas palavras, parcas, agora lidas das entidades, o “Sentient é um sistema de pensamento”.

   

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Queda de sonda israelita “contaminou” a Lua com seres vivos microscópicos

Queda de sonda israelita “contaminou” a Lua com seres vivos microscópicos

Chamam-se tardígrados e são seres microscópicos conhecidos por aguentarem condições extremas. Embora em estado de dormência, ficaram espalhados no solo lunar quando a sonda que os continha se despenhou

A sonda israelita Beresheet, que esteve perto de tornar-se na primeira missão lunar privada bem sucedida, carregava em si um arquivo com 30 milhões de páginas de informação sobre o planeta Terra e a espécie humana, incluindo amostras de ADN humano. A bordo seguiam também milhares de tardígrados desidratados, uma espécie animal microscópica capaz de sobreviver a condições extremas, inclusive no Espaço.

Assim que tomaram conhecimento do despenho da sonda israelita, Nova Spivack, criador da Arch Mission Foundation, a iniciativa responsável pela criação dos arquivos humanos a bordo da Beresheet, e alguns dos colaboradores da organização procuraram determinar se a informação no arquivo tinha resistido à queda na Lua.

«Nas primeiras 24 horas ficamos em choque», contou Nova Spivack à Wired, sublinhando que a equipa «estava ciente dos riscos, embora pensassem que não seriam significativos.» A equipa estima que, apesar do impacto, o arquivo esteja intacto ou em pedaços que permitem recuperar a informação.

Nova Spivack explicou também que um cenário em que os tardígrados colonizem a Lua é altamente improvável, pois neste momento os animais encontram-se numa espécie de dormência biológica. Só no caso de serem trazidos de volta para a Terra, serem reidratadas ou estarem num local com atmosfera é que podem “voltar à vida”. A Wired indica que alguns cientistas já conseguiram reanimar alguns exemplares desta espécie e que estavam em estado de dormência há cerca de dez anos.

Além dos tardígrados, o arquivo lunar que a Beresheet levava continha 25 camada de níquel com apenas alguns micrómetros de espessura (um micrómetro é o equivalente a um milionésimo de metro). As primeiras quatro camadas continham cerca de 30 mil imagens de alta definição com páginas de livros sobre introdução a algumas línguas faladas na Terra, manuais e chaves para descodificar as restante 21 camadas, que continham a esmagadora maioria das páginas de Wikipedia em língua inglesa e milhares de obras de literatura clássica.

Foi utilizado um sistema de armazenamento analógico, mas para comprimir a informação a organização recorreu a um especialista que utilizou uma técnica de gravação nanométrica de imagens de alta resolução em níquel. Foi usada uma tecnologia laser de alta precisão que gravou as imagens “átomo a átomo”, em partículas de vidro, que depois receberam um revestimento de níquel. O resultado são imagens holográficas que podem ser vistas utilizando um microscópio capaz de ampliar imagens mil vezes.

À Wired, Spivack contou que deseja incluir um maior número de amostras de ADN nos próximos arquivos lançados para o Espaço, inclusive amostras de espécies em vias de extinção. A partir do próximo outono a Arch Mission Foundation vai dar início a uma recolha de novas amostras.

   

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Ir a uma loja da Apple e entrar no mundo da realidade virtual? Será possível

Ir a uma loja da Apple e entrar no mundo da realidade virtual? Será possível

A partir de 10 de agosto as lojas da Apple vão ganhar uma nova vida em todo o mundo, numa experiência de realidade aumentada aberta ao público e gratuita.

[AR]T é o nome das sessões que a empresa da maçã vai oferecer a quem visitar as suas lojas. Incluídas estão uma caminhada interativa com trabalhos de alguns dos principais artistas contemporâneos do mundo, uma sessão na loja que ensina os fundamentos da criação da realidade aumentada (RA) e uma instalação de RA disponível em todas as lojas da Apple a nível mundial.

Para criar estas sessões, a Apple convidou o New Museum, um dos principais destinos de arte contemporânea de Nova York, para selecionar sete artistas para participarem no evento, Nick Cave, Nathalie Djurberg e Hans Berg, Cao Fei, John Giorno, Carsten Höller e Pipilotti Rist.

No comunicado divulgado no site oficial da empresa, um representante da Apple explica que, com esta iniciativa, a empresa espera que os participantes se inspirem nas criações de AR e que aprendam mais sobre esta área.

Os passeios experienciais vão “levar” os participantes a São Francisco, Nova Iorque, Londres, Paris, Hong Kong e Tóquio, encontrando obras de artistas de renome mundial, a maioria dos quais a trabalhar em RA pela primeira vez.

Para além disso, e através de uma sessão de 90 minutos, qualquer pessoa poderá aprender como criar as suas próprias experiências AR no laboratório.

Os visitantes podem, ainda, entrar em qualquer loja da Apple em todo o mundo e experimentar a peça de RA designada por “Amass”, através de uma aplicação disponível na Apple Store.

Para entrar nesta aventura da RA terá de submeter a sua inscrição.

   

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Robô Valkyrie vai construir bases em Marte

Robô Valkyrie vai construir bases em Marte

A NASA desenvolveu um robô semi-autônomo que opera em ambientes hostis, manipulando ferramentas e que tem uma capacidade de planeamento de rotas. Será esta a escolha para ajudar a construir as bases em Marte.

A NASA espera que o robô Valkyrie possa ser usado em breve para construir as colônias em Marte. Por agora, a agência espacial pretende usá-lo em locais inóspitos aqui na Terra. O robô consegue andar na vertical e há um operador humano a analisar informações sobre o ambiente recolhidas pelos vários sensores. O operador pode definir o alvo e o Valkyrie irá analisar ativamente o terreno e as condições que o rodeia para escolher o melhor caminho. A BBC falou com os coordenadores do projeto que referem que o operador tem capacidade de vetar qualquer plano feito pelo robô, se chegar à conclusão que não é seguro ou adequado.

Nesta fase, os investigadores referem que o robô pode ser usado para fazer trabalhos em locais inalcançáveis pelos humanos ou que representem algum perigo. A grande vantagem é que o robô tem mãos semelhantes às humanas, consegue manipular ferramentas e capacidade de trabalho em ambientes criados pelo Homem.

   
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