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Samsung lança campanha de trocas para Galaxy S10 com poupança até 550 euros

Samsung lança campanha de trocas para Galaxy S10 com poupança até 550 euros

Se tem interesse em trocar de smartphone para o novo modelo, deverá entregar o seu dispositivo antigo até ao dia 14 de maio.

A Samsung Portugal está a realizar uma campanha promocional de trocas para a aquisição do novo Galaxy S10e, S10 e S10+, permitindo aos interessados poupar até 550 euros com a entrega do antigo equipamento. A campanha é válida até ao próximo dia 14 de maio e deverá entregar o smartphone antigo em qualquer loja Samsung ou revendedores aderentes, para receber o valor referente ao reembolso para utilizar na compra de um dos novos modelos da família S10.

A Samsung informa que a campanha é apenas válida para participantes com mais de 18 anos, e que os equipamentos entregues têm de ter as seguintes condições: ligar e desligar; o ecrã não pode estar danificado; terá de estar completo, incluindo a bateria e a capa, caso se aplique; o smartphone de retoma deverá ainda estar listado no simulador que a fabricante preparou no seguinte endereço.

Os utilizadores só devem entregar o equipamento após ter efetuado o reset ao mesmo e aos respetivos dados, demonstrando que não existe nenhum bloqueio de segurança ativo (para evitar entregas de dispositivos roubados). No ato de entrega, os participantes terão de se declarar proprietários do equipamento, preenchendo uma declaração de transferência de propriedade do smartphone nos locais onde for entregue. Por fim, todo os equipamentos devem ser GSM e ter o menu em língua portuguesa. Poderá saber mais pormenores no website da campanha.

 

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Xiaomi Mi Band 4 estará pronta a ser apresentada, com ecrã a cores!

Xiaomi Mi Band 4 estará pronta a ser apresentada, com ecrã a cores!

As pulseiras inteligentes colocam a Xiaomi frente a frente com a Apple no topo do mercado de wearables ou acessórios inteligentes. De acordo com a IDC, ao longo de 2018 a fabricante chinesa liderou durante vários meses este setor. Entretanto, a nova Xiaomi Mi Band 4 já estará pronta para ser apresentada oficialmente.

Com a finalidade de solidificar a posição da Xiaomi no topo deste mercado, a Mi Band 4 será importante.

Apresentada em maio de 2018, a atual Xiaomi Mi Band 3 continua a ser um dos produtos mais vendidos da empresa liderada por Lei Jun. Um reflexo das capacidades do produto, bem como do seu preço bastante competitivo. Ao mesmo tempo, tornou-se numa visão comum, também nas superfícies físicas em Portugal.

A Xiaomi Mi Band 4 já estará pronta!

Ainda que seja uma surpresa, vemos já vários relatos a sugerir isso mesmo. Com efeito, tendo em conta a peça avançada pela publicação alemã Spunik News, a pulseira já estará pronta. Isto é, o produto já estará desenvolvido, estando o trabalho terminado e devendo já estar em curso a sua produção em massa.

Mais ainda, relembramos que ainda no mês passado esta pulseira recebeu a certificação pela entidade Bluetooth SIG. Aí, recebeu número de série XMSH08H, bem como XMSH07HM, sinalizando a existência de dois modelos ou versões. A diferença, segundo consta, reside na presença de um chip NFC numa delas.

Este chip NFC poderá permitir o pagamento contactless com a pulseira inteligente e através do serviço Mi Pay, que ainda não está disponível fora da China. Mais ainda, para já não sabemos qual é a versão que conta com NFC, nem qual será destinada ao mercado europeu.

O que podemos esperar da Xiaomi Mi Band 4?

Com as demais funções e especificações a serem partilhadas entre as versões, teremos agora o padrão Bluetooth 5.0 para a ligação ao smartphone. Assim, poderão ligar-se a um dispositivo inteligente, em terreno aberto, a uma distância máxima de 50 metros. Tirará assim proveito do novo padrão, mais eficiente.

A nova Xiaomi Mi Band 4 poderá contar também com um ecrã a cores. Ao contrário do seu antecessor e atual Mi Band 3, a nova geração terá uma nova “janela colorida” de interação. Contudo, isto acarretará um maior gasto energético que, já terá sido previsto e solucionado pela tecnológica chinesa.

Os rumores sugerem uma autonomia entre os 18 a 20 dias de utilização normal, só com uma carga. Desta forma, teremos uma pequena redução na sua autonomia – face às três semanas da Mi Band 3 – mas teremos um ecrã a cores. Além disso, o novo padrão de ligação Bluetooth 5.0 também exigirá menos energia.

O preço continuará competitivo

Este sempre foi um dos maiores apelos desta pulseira. Sendo também uma fitness trackercapaz, foi o seu preço extremamente competitivo que sempre lhe valeu rasgados elogios e enorme adesão. Lições que a Xiaomi e Huami (empresa que fabrica a pulseira) apreenderam rapidamente.

Desta forma, teremos na próxima geração todas as funções habituais. Desde a medição da frequência cardíaca, apresentação de notificações, mensagens, conceitos comuns de fitness e prática desportiva, bem como algumas opções de controlo do smartphone. Pode até mesmo controlar as chamadas, entre outras funções.

Por fim, os executivos da Huami, a sub-marca encarregue da sua produção, já deram a entender que a nova pulseira fará tudo o que a atual é capaz de fazer, e ainda mais. Mesmo assim, os detalhes para já ainda não foram confirmados, mas esperamos também pelo acompanhamento de novos desportos como a natação.

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Google coloca as atualizações de sistema na Play Store com o Android Q

Google coloca as atualizações de sistema na Play Store com o Android Q

A Google está à procura de uma nova implementação para as atualizações do sistema Android. Nesse sentido vimos recentemente um relato convincente, mas agora temos novos indicadores. Com efeito, estes grandes updates passarão, com o Android Q, pela loja de conteúdos bem conhecida, a Google Play Store.

Até ao momento, as atualizações de sistema estão “escondidas” dentro das Definições do seu dispositivo móvel.

Embora só possamos confirmar esta tese quando o sistema operativo for apresentado, vemos já alguns utilizadores a apontar esta novidade. Mais concretamente, através do Reddit, em duas threads, vemos o testemunho disso mesmo. Uma atualização do sistema Android, acessível via Google Play Store.

Sensibilizar via Google Play Store

Ainda que esta nova implementação não venha resolver o problema da fragmentação, poderá ser um bom começo. Assim, com o intuito de sensibilizar o utilizador para a existência de uma atualização de sistema, este poderá instalar mais facilmente as novidades. Porém, continuará dependente das fabricantes Android.

Ao passo que até agora era fácil perder ou descartar uma atualização, típico alerta de nova atualização disponível, com a Play Store a Google acredita que o utilizador terá mais chances de se deparar com o supracitado update de sistema. Como tal, poderá carregar neste (botão) de forma mais natural e prática.

Assim, contornando a necessidade de “mergulhar” nas definições, as atualizações estarão muito mais visíveis para o utilizador. Aliás, de acordo com o relato de vários utilizadores, a existência de uma atualização do sistema Android aparecerá na barra de notificações. Sim, no topo do smartphone e dentro da Play Store.

A medida pode ser implementada no Android Q

Pressionando a notificação de atualização de sistema, pelos vistos, não desencadeia nenhum comportamento no dispositivo. Porém, assim que a atualização está completa, o equipamento reinicia, e, por fim, apresenta uma mensagem de instalação concluída. Em síntese, um processo similar ao do sistema Windows 10.

A imagem acima retrata essa mesma realidade. Foi submetida por um utilizador da 2.ª versão Beta do sistema operativo Android Q na plataforma Reddit. Aí vemos, claramente, a “Google System Update”, bem como uma atualização em curso do sistema Samsung Pay, neste caso o plug-in para um wearable da marca.

Ainda assim, o ponto a reter é simples. A Google quer que o utilizador esteja mais ciente da existência de atualizações de sistema. Como tal, poderá notificá-lo, e colocar uma opção de atualização junto com as demais apps dentro da Google Play Store.

Algo que não o isentará da proficiência das fabricantes, mas que não deixa de ser um incremento bem-vindo, além de não sabermos se esta função será exclusiva dos Google Pixel, ou se tão pouco chegará à versão final do sistema Android Q.

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O smartphone Google Pixel 3a

O smartphone Google Pixel 3a

Começa a 7 de maio a próxima conferência anual da tecnológica norte-americana dedicada aos programadores, software e ao estado do Android. Com efeito, a Google I/O 2019 será o próximo grande evento de tecnologia e pode trazer-nos também um novo smartphone, o Google Pixel 3a, a versão mais econômica.

No dia 7 de maio podermos ficar a conhecer “um novo herói”, sendo este o seu possível sloganoficial.

Em princípio, o novo Google Pixel 3a (e respetiva versão XL), viriam reforçar o segmento de gama média / alta no mercado de dispositivos móveis. Nesse sentido temos já visto algumas fugas de informação de aspeto e conteúdo coerente. Aliás, os dispositivos da Google já têm um considerável histórico de divulgação precoce.

O que podemos esperar do Google Pixel 3a?

Portanto, é deveras plausível que no início do próximo mês fiquemos a conhecer este smartphone Android. O terminal manterá os principais traços da atual geração, apresentada nos últimos meses de 2018, mas será agora mais acessível. Para tal, serão feitas algumas alterações às suas especificações técnicas e componentes.

Tudo isto para que no dia da keynote (conferência inaugural) da I/O 2019 a Google nos possa apresentar este novo smartphone. Trata-se de um dispositivo com cantos arredondados, linhas já familiares, inclusive a sua traseira com uma porção superior em vidro. Porém, podemos ter margens consideráveis no Google Pixel 3a.

As imagens acima, anteriormente partilhadas mostram-nos um smartphone Android perfeitamente convencional. Ainda que o mesmo apresente uma agradável simetria frontal, sem o notch, não podemos deixar de apontar a dimensão considerável dos seus bezels superiores. Algo desajustado com as tendências de 2019.

As caraterísticas deste smartphone Android

Em primeiro lugar, contamos com duas versões, o Google Pixel 3a, bem como a versão XL. Assim, no primeiro poderemos ter um ecrã de 5,6 polegadas de diagonal, com uma resolução Full-HD+. Contamos com um ecrã OLED, com o formato 18.5:9 e 2220 x 1080 píxeis para uma densidade de 440 píxeis por polegada.

Já na versão XL o ecrã será de 6” com 2160 x 1080 píxeis, mantendo assim o padrão Full-HD+. Teremos ainda um ecrã OLED, com o formato panorâmico 18:9 e uma densidade de 400 píxeis por polegada. A utilização de um ecrã maior dar-nos-á um smartphone de maiores dimensões.

No interior do primeiro smartphone podemos ter o processador Snapdragon 670 da Qualcomm. Ao passo que no segundo (XL), podemos vir a ter o Snapdragon 710, ligeiramente mais poderoso. Já ao nível da memória RAM ambos os dispositivos trarão 4 GB de memória RAM DDR4X, com 32 ou 64 GB de armazenamento.

Os novos embaixadores do Android

A linha Pixel, desde que herdou o legado da linha Nexus, tornou-se no rosto de todo o ecossistema Android. Assim sendo, esperamos que os novos Pixel 3a venham dar uma experiência de utilização premium, agora a todo um novo escalão de consumidores, graças ao seu preço que se espera mais acessível.

Ambos os equipamentos deverão estar equipados com uma câmara única, traseira, com 12,2 MP e flash dual-LED. Já, na sua parte frontal, encontraremos uma câmara de 8 MP, com uma lente grande angular. Mais ainda, contamos com um leitor de impressões digitais na sua traseira e uma bateria de 3000 mAh no Pixel 3a.

Existem ainda algumas incertezas como, por exemplo, a capacidade de bateria do Google Pixel 3a XL, mas em breve descobriremos. Por fim, o preço do Pixel 3a pode ser de 484 dólares, cerca de 430 euros. Por sua vez, o Pixel 3a XL pode custar 596 dólares, ou cerca de 530 euros.

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Novos smartphones Samsung desenvolvidos para live streaming

Novos smartphones Samsung desenvolvidos para live streaming

No caso do topo de gama da linha, o A80, as três câmaras na parte de trás do telemóvel conseguem colocar-se numa posição que lhes permite movimentos rotativos e tirar fotos de elevada qualidade, dado que a câmara principal do telemóvel tem 48 MP

A Samsung revelou os novos smartphones da linha Galaxy A (o A20, A40 e o A80), desenvolvidos especialmente para utilizadores que fazem transmissões de vídeo em direto. Estes modelos juntam-se aos já conhecidos A10, A50 e A70, embora tragam várias novidades a nível do design, software e das câmaras.

«A gama Galaxy A oferece tecnologia topo de gama, inovações e funcionalidades avançadas, permitindo às novas gerações fazerem aquilo que as outras não conseguem», afirmou Hadrian Baumann, Senior Vice President and Head of Sales, Mobile Communications Business na Samsung Electronics Europe, num comunicado de imprensa. «Este segmento está a ser redefinido por uma nova geração que procura obter sempre o melhor de tudo. Na Samsung estamos entusiasmados por responder a esta exigência, dando a escolher um conjunto de dispositivos com ainda melhor ecrã, câmara e bateria», concluiu.

Gama Galaxy A – Especificações dos novos modelos

No caso do topo de gama da linha, o A80, as três câmaras na parte de trás do telemóvel conseguem colocar-se numa posição que lhes permite movimentos rotativos e tirar fotos de elevada qualidade, uma vez que a câmara principal do telemóvel tem 48 MP.

A câmara de profundidade 3D permite a realização de vídeos Live Focus, por digitalizar objetos em tamanho e profundidade e a objetiva Ultra Grande Angular consegue captar fotografias à semelhança daquilo que o olho humano vê, por exemplo, uma paisagem fotografada por esta câmara ficaria tal e qual a vemos. Este smartphone consegue ainda gravar conteúdos através do modo de vídeo Super Estável, que equilibra a qualidade de imagem quando o utilizador faz movimentos bruscos.

Tem ainda incorporado um sistema de som Dolby Atmos que, segundo a marca sul-coreana, permite uma experiência sonora 360 graus, quando emparelhado com auriculares ou colunas Bluetooth, uma bateria inteligente que memoriza a rotina e padrões de utilização do telemóvel através da funcionalidade Bixby Routines e um software de inteligência artificial que otimiza o CPU e a memória RAM. Integrado no aparelho, está ainda a Samsung Knox, uma plataforma de segurança multicamadas, e a Samsung Pass, que permite aos utilizadores acederem a aplicações e sites através de autenticação biométrica. Quanto ao design, o telemóvel estará disponível em três cores: dourado, prateado e preto.

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Huawei P30 chegou às lojas chinesas… e esgotou em 10 segundos

Huawei P30 chegou às lojas chinesas… e esgotou em 10 segundos

A fabricante promete chegar à liderança do mercado global em breve, superando a Samsung, devido à explosão do 5G.

A Huawei lançou oficialmente hoje na China os seus novos modelos P30 e P30 Pro, depois da estreia em diversos mercados ocidentais. As primeiras unidades foram colocadas à venda no início da semana, naquilo a que chamam de “flash sales”, em que só está disponível um número limitado de dispositivos para os primeiros compradores. Essa venda, segundo a Gizchina, que cita o website chinês Mydrivers, acabou ao fim de 10 segundos, estimando-se que tenham sido vendidos entre 30 a 50 mil smartphones dos novos modelos.

Apesar de não se saber os números do primeiro dia oficial das vendas dos novos modelos da Huawei, as expectativas são elevadas. O retalhista chinês Tmall registou cerca de 3,2 milhões de pessoas à procura dos modelos P30, desde que foi inicialmente lançado em março no ocidente, e que metade dos potenciais clientes eram mulheres.

Quem parece muito otimista é Yu Chengdong, o CEO da área de negócios de consumo da Huawei, que durante uma entrevista realizada após a conferência de lançamento dos smartphones na China, vê um futuro risonho para a fabricante chinesa. Segundo o executivo, o negócio de smartphones da Huawei poderá chegar à liderança da quota do mercado ainda este ano, mas sobretudo convencido que estará no topo em 2020.

A suportar as suas afirmações está o investimento de cerca de cinco mil milhões de dólares em investigação e desenvolvimento de tecnologias como o 5G, estimando receitas de vendas em 2023 na casa dos 150 mil milhões de dólares. Segundo referiu Yu Chengdong em entrevista ao Mydrivers, a sua empresa está prestes a ultrapassar a Apple e a Samsung em diversos mercados desenvolvidos. Salienta ainda que no mercado chinês, um em cada três smartphones vendidos são da Huawei, e este ano, estima que essa média venha a ser de um em cada duas vendas.

Considerando 2019 como o primeiro ano 5G, e com diversas fabricantes a lançarem as suas propostas para abraçar a nova geração mobile, o executivo afirma que a Huawei está muito à frente na tecnologia. Ainda assim, afirma que o mercado 5G este ano será tímido, esperando que o próximo seja de grande sucesso para a tecnologia.

O executivo respondeu ainda aos recentes rumores da venda de tecnologia 5G à Apple, afirmando que os processadores 5G estão totalmente à disposição da marca da maçã, se esta quiser, mas que a posição do governo dos Estados Unidos possa ser um grande entrave à parceria tecnológica. Ou seja, a bola está do lado dos americanos para a realização do negócio.

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Misterioso telemóvel Motorola de quatro câmaras já circula pela internet

Misterioso telemóvel Motorola de quatro câmaras já circula pela internet

A OnLeaks publicou algumas imagens do que poderá ser o novo telefone da Motorola, com quatro câmaras na traseira. Não há qualquer confirmação oficial, nem são conhecidos grandes detalhes sobre este aparelho.

Segundo o The Verge, espera-se um ecrã de 6,2 polegadas, com um notch em forma de lágrima, semelhante ao Moto G7, e um sensor de impressão digital no ecrã. As imagens deixam ver uma porta USB tipo C e uma ligação jack 3,5 mm.

As quatro câmaras na traseira são semelhantes e ostentam uma etiqueta que diz 48 MP, pelo que parece que a Motorla optou por colocar quatro lentes com 12 MP cada uma.

Como referido, não se conhecem ainda detalhes importantes como autonomia, preço, data de lançamento ou, mais importante, se as imagens correspondem a um aparelho que deve mesmo chegar ao mercado.

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Departamento responsável pelos smartphones perde a autonomia

Departamento responsável pelos smartphones perde a autonomia

Em virtude da recente cobertura aos desígnios da Sony, damos agora conta de um novo desenvolvimento. O departamento responsável pelos smartphones Android perdeu a autonomia, ou seja, passará a responder perante uma nova divisão. Será uma tentativa de recuperar, ou acabar de vez com os dispositivos Xperia?

Ainda que a empresa já tenha reiterado o seu compromisso em não abandonar o mercado de smartphones, ano após ano este departamento continua a dar prejuízo. Por conseguinte, urge encontrar uma solução eficaz.

Mesmo que não esteja aqui a ser debatido ou questionado o mérito dos smartphone Sony Xperia, a verdade é que o mercado não os procura. Por outro lado, a empresa possui vários segmentos ou divisões que, na sua grande maioria, trazem lucros para o grupo nipónico, um deles sendo o das televisões, áudio e fotografia.

O novo segmento – Produtos e Soluções Eletrónicas

Este é nome do novo segmento que engloba o antigo departamento mobile, bem como o setor das televisões, áudio e câmaras. Daqui em diante, será a casa dos smartphone Sony Xperia, para além de várias outras soluções multimédia e soluções de áudio e imagem. Ou seja, é uma profunda reestruturação no seio da marca.

Com o intuito de aumentar a sinergia, troca de ideias e know-how entre os departamentos, a gigante tecnológica acaba de incluir os seus smartphones Android juntamente com vários outros produtos. Assim, esperam também reduzir custos de produção, investigação e até mesmo os custos de produção.

Uma decisão que não nos espanta por causa dos míseros números de vendas. A propósito, recordamos que em 2017 a Sony vendeu um total de 13,5 milhões de smartphones Xperia em 2017. Já em 2018, as previsões da própria marca apontavam para 7 milhões de smartphones Android, cerca de metade face ao valor de 2017.

O destino dos seus smartphones Android

Incerto. A palavra certa para descrever o clima de descontentamento em torno dos Xperia. Veja-se, por exemplo, o encerramento de uma grande linha de produção da Sony em Pequim. Agora, a marca fez saber, através de uma nota à imprensa, que as mudanças vão continuar para que seja atingido o equilíbrio fiscal.

Os Xperia só têm trazido prejuízos à empresa. Veja-se, por exemplo, o desfalque de 913 milhões de dólares durante os quatro últimos trimestres. Pelo contrário, o departamento de TVs e áudio trouxeram 714 milhões de dólares em lucros operacionais no mesmo período fiscal. Aliás, só o departamento de câmaras trouxe 804 milhões de dólares, por exemplo.

Com a grande maioria dos segmentos a trazer sólidos lucros à empresa, era uma questão de tempo até a questão “Xperia” ser resolvida. Ainda que este setor tenha tentado reduzir custos, isto só veio mitigar o já de si parco interesse nos seus smartphones Android. Agora, numa última tentativa, temos a sua nova alocação.

Os dispositivos Sony Xperia

São bem construídos e apresentam boas caraterísticas. Pontos que nunca estiveram sequer em debate, porém, o ciclo de lançamentos semestral condenou o seu sucesso. Ao acelerar a desvalorização do produto no mercado, além de mitigar o potencial de inovação entre diferentes gerações. Os resultados estão à vista.

Com a nova gestão já em plenas funções, Kenichiro Yoshida não deverá tolerar por muito mais tempo uma família de produtos contraproducente. Ainda assim, a esperança reside agora na nova revolução 5G. Uma última oportunidade para singrarem no mercado mobile. Ou será tarde demais?

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A Xiaomi está de volta ao Brasil e promete “Inovação para Todos”

A Xiaomi está de volta ao Brasil e promete “Inovação para Todos”

A Xiaomi entrou no Brasil pela primeira vez há cerca de 5 anos. Entretanto, em 2016 acabaria por abandonar este país por vários motivos, principalmente pelas adversidades de mercado e uma economia adversamente protecionista. A partir daí, os seus smartphones Android foram vendidos por intermediários.

Ainda assim, a popularidade da Xiaomi no Brasil continuou a subir, sendo já inegável a sua fama e procura.

A Xiaomi utilizou exatamente os mesmos argumentos que deram à Motorola o seu maior mercado mundial no país canarinho. A relação preço / qualidade ou custo / benefício rapidamente se tornaram sinónimos de Xiaomi no Brasil, ainda que os dispositivos fossem vendidos com preços inflacionados na ausência da marca.

O mercado mudou e a Xiaomi está de volta ao Brasil

Os ventos de mudança que se fizeram sentir no Brasil trouxeram-nos um mercado mais aberto e menos asfixiado pela carga fiscal. Ainda que continue a ser uma economia difícil, a Xiaomi sente-se agora confiante em voltar a este teatro de operações. Por conseguinte, vemos agora as primeiras publicações da empresa.

Subitamente, a conta ou perfil oficial da filial brasileira da Xiaomi no Twitter voltou a estar ativa. Esse foi o primeiro sinal de que algo estava a ser preparado para a nação canarinha. Entretanto, podemos indicar a mais recente publicação da empresa nesta rede social que vem confirmar as nossas melhores expetativas.

A filial brasileira da 4.ª maior fabricante mundial de smartphones está entusiasmada por voltar a esta grande nação lusófona. Agora sem mais intermediários, a tecnológica voltará a operar diretamente nesta país e promete “Inovação para todos“.  Por outras palavras, as preces dos fãs foram finalmente atendidas.

Smartphones Android a preço justo, o mote da Xiaomi

Ainda que as nuvens do protecionismo económico se estejam a dissipar sobre o país, a atual legislação fiscal continua a ser muito rígida, sobretudo para produtos importados. Como tal, é provável que a marca traga os smartphones Android mais económicos para o Brasil, pelo menos numa primeira fase.

Ao mesmo tempo, este pode ser um indicador de que a marca quer voltar a produzir equipamentos como smartphones e gadgets neste país. Algo que libertaria a Xiaomi da ainda pesada carga fiscal, mas que a colocaria em concorrência direta com a Motorola.

Em síntese, hoje é um bom dia para os consumidores brasileiros. Daqui em diante, terão uma nova fabricante a operar diretamente no seu país com uma estratégia que já provou os seus méritos nos mercados internacionais. Um regresso que já estava a ser preparado e que agora se materializa

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Blackview A60 – o Android Go certo para quem tem um orçamento muito reduzido

Blackview A60 – o Android Go certo para quem tem um orçamento muito reduzido

Todos nós gostamos de admirar e conhecer as tecnologias presentes nos topos de gama que estão constantemente a chegar ao mercado. A questão é que nem todos tem acesso a eles, devido aos preços proibitivos. Por outro lado, nem todos sentem necessidade de ter tais peças tecnológicas.

Para responder ao pedido de muitos dos nossos leitores, hoje deixamos a sugestão de um modelo que pode ser encontrado por menos de 50 € e que já responde a algumas exigências ao nível do design.

O Blackview A60 traz um design a pensar no futuro

Muitas vezes a escolha de um smartphone mais barato está sempre dependente de uma construção associada a modelos mais antigos. No entanto, neste caso isso não se verifica. A Blackview desenhou o seu A60 a par das tendências atuais. Traz então um ecrã de maiores dimensões, face à estrutura, com um notch em gota que alberga a câmara frontal.

As suas dimensões são de 156,8 x 74 x 9,8 mm e pesa 171g. Relembrando que, pela gama onde se insere, tem uma construção em plástico. O ecrã IPS é de 6,1″.

O smartphone Android Go

Dado que o smartphone tem apenas 1 GB de RAM e um processador quad-core MT6580A, faz todo o sentido que venha com o Android na sua edição Go, neste caso, na versão 8. Esta opção dará ao utilizador uma melhor experiência de utilização, com funcionalidades desenhadas para o hardware que equipa o smartphone.

Adicionalmente, o Blackview A60 traz 16 GB armazenamento interno, com possibilidade de expansão através de cartão micro SD até 128 GB. A sua bateria é de 4080 mAh, o que irá certamente resultar numa excelente autonomia, dadas as características gerais.

A câmara traseira é de 13 MP com flash LED e na frente existe uma câmara de 5 MP, posicionada no notch. De referir ainda que tem, evidentemente, jack de áudio de 3,5mm.

O Blackview A60 está disponível por menos de 50 € e na sua compra ainda é oferecida uma capa de proteção e uma película de vidro.

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