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Samsung Galaxy A10s é a nova aposta para o segmento econômico

Samsung Galaxy A10s é a nova aposta para o segmento econômico

É uma das linhas mais procuradas da gigante sul-coreana e conta agora com um novo elemento. Apelidado de Samsung Galaxy 10s, o novo smartphone Android traz componentes essenciais para a “era do agora“. Isto é, temos aqui uma bateria ainda maior, além de um ecrã infinito com notch em forma de “v”.

Em contraste com o modelo atual, o A10, a nova iteração apresenta sérias melhorias.

No seio da renovada gama média (e de entrada) da Samsung, os Galaxy A representam um cuidado equilíbrio entre caraterísticas e preço final. Por conseguinte, a fabricante líder, mantém um olhar atento às tendências de mercado, tendo agora decidido atualizar o mais económico smartphone Android da sua linha Galaxy A.

Chegou o novo smartphone Samsung Galaxy A10s

Tal como o seu nome sugere, partindo da mesma base (Galaxy A10), temos aqui melhorias. A primeira consiste num incremento da capacidade de bateria, agora com 4000 mAh de capacidade. Além disso, temos também a inclusão de um leitor de impressões digitais, na traseira do smartphone. Algo em falta no seu antecessor.

Encontramos, de igual modo, um ecrã Infinity-V, portanto, um notch em forma de gota de água, ou lágrima. Já na sua aresta inferior temos uma margem ainda notória, mas com cantos arredondados. Algo que ajuda a conferir a este Samsung Galaxy A10s um aspeto mais cuidado e contemporâneo.

Acima podemos contemplar o seu painel traseiro bem como os novos esquemas de cor. A saber, temos aqui o vermelho, verde, preto e, por fim, o azul. São mudanças estéticas que ajudarão a cativar o consumidor, sendo este o sucessor para o smartphone mais económico em toda a linha Samsung Galaxy A.

Uma nova aposta econômica para a esfera Android

Com um ecrã de 6,2 polegadas e resolução HD+, portanto, 720 x 1520 píxeis, temos aqui uma opção de entrada. Note-se ainda que estamos na presença de um ecrã TFT, com o destaque a recair no seu notch em forma de “V” e o altifalante logo acima. Aí encontramos também a câmara frontal de 8 MP (f/2,0).

Já no seu interior temos um processador octa-core com 4 núcleos a 2,0 Ghz, bem como 4 núcleos a 1,5 GHz. Em seguida, ao nível da memória RAM encontramos 2 GB, além de 32 GB de armazenamento interno expansível via cartão microSD. Algo que já ampliará as capacidades do smartphone em questão.

 

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Asus ROG II estreia novo processador Snapdragon e ecrã de 120 Hz

Asus ROG II estreia novo processador Snapdragon e ecrã de 120 Hz

Smartphone vai ter ainda uma vasta gama de acessórios dedicados para otimizar a experiência de jogo.

A Asus anunciou oficialmente a segunda geração do smartphone com a marca de gaming ROG. O dispositivo destaca-se pela forte combinação de especificações técnicas e por estrear alguns elementos no mercado dos smartphones: é o primeiro com o processador Snapdragon 855 Plus e também é o primeiro com um ecrã AMOLED a 120 Hz.

No que ao chip diz respeito, esta nova variante garante uma velocidade de 2,96 GHz ao nível de processamento e de 675 MHz em termos gráficos, o que deverá significar um desempenho até 15% superior relativamente ao Snapdragon 855 “convencional”. A Asus garante que o sistema de arrefecimento dedicado vai garantir que o desempenho máximo nunca fica limitado.

Já relativamente ao ecrã, o Asus ROG II iguala a taxa de atualização de 120 Hz que já existia no concorrente Razer Phone 2, mas acaba por estrear esta tecnologia num painel AMOLED e que também garante suporte para conteúdos em HDR.

Outras características incluem 12 GB de memória RAM, armazenamento interno que pode chegar aos 521 GB e ainda uma “monstruosa” bateria de 6.000 mAh, que será essencial para alimentar todas estas especificações de topo, assim como os acessórios que o utilizador vier a comprar.

Ao todo existem oito acessórios dedicados para o Asus ROG II e que passam por uma capa que ajuda na refrigeração do smartphone, por um periférico que adiciona um segundo ecrã ao equipamento, por dois comandos destacáveis ao estilo Nintendo Switch ou ainda por uma doca que permite a ligação a um monitor e outros periféricos.

Referência também para a fotografia, estando o smartphone equipado com uma câmara traseira de sensor duplo – 48 e 13 megapíxeis – e uma câmara de 24 megapíxeis para selfies.

Segundo a publicação Engadget, o Asus ROG II vai ser lançado já em julho na China, numa parceria com a gigante Tencent, e deverá chegar aos mercados internacionais a partir da primeira semana de setembro. Ainda não há preço oficial para o smartphone.

   

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Samsung: depois de ecrãs dobráveis e “roláveis”, seguem-se smartphones com display expansível

Samsung: depois de ecrãs dobráveis e “roláveis”, seguem-se smartphones com display expansível

Nova patente da fabricante sul-coreana dá conta de um ecrã que se expande, revelando uma maior área de display.

As principais fabricantes de smartphones ainda se debatem por lançar no mercado os dispositivos com ecrãs dobráveis, aqueles que pretendem quebrar paradigmas e marcar as próximas tendências tecnológicas. Mas a Samsung continua à procura de novas formas para os seus equipamentos, tentando demarcar-se ainda mais da concorrência. Recentemente surgiram rumores sobre uma patente para um smartphone com ecrã “rolável”, cujo display pode ser estendido, através de um mecanismo deslizante, até pelo menos 60% do seu tamanho.

Desta vez a proposta é algo ligeiramente diferente, ou seja, uma patente demonstra um ecrã que se expande para o lado, aumentando a sua superfície em cerca de 50%. O rumor é adiantado pela LetsGoDigital, que avança com a informação da patente de design registada pela fabricante no regulador de propriedade intelectual da Coreia em finais de 2018. A patente foi aprovada no final de maio e publicada publicamente em 24 de junho.

Segundo LetsGoDigital esta patente, que inclui 14 esboços, poderá ser o futuro Galaxy S11. A publicação refere que não existem descrições técnicas a acompanhar a patente, mas como é habitual, traduziu os esboços em projeções 3D, para que os leitores fiquem com uma melhor ideia do conceito, como pode observar na galeria. Pelas imagens, o smartphone pode ser utilizado de forma convencional, mas quando necessário, o seu ecrã desliza e expande-se, transformando-se num pequeno tablet.

   

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Xiaomi ocupa já o 5.º lugar no mercado de smartphones do Brasil

Xiaomi ocupa já o 5.º lugar no mercado de smartphones do Brasil

O Brasil é uma das maiores potências da América do Sul. Como tal, as agências de análise de mercado dedicam-lhe a atenção necessária ao apuramento das quotas de mercado de cada empresa. Vemos, assim, a Samsung na posição dominante, mas com a Xiaomi já em 5.º lugar e à frente da ASUS.

Os dados da StatCounter retratam a realidade do Brasil em junho de 2019.

De acordo com o novo relatório, vemos neste início de verão uma Xiaomi já à frente da ASUS. Algo que já se fazia adivinhar, sobretudo após o retorno oficial da fabricante chinesa ao Brasil no fim de março último. É, portanto, uma constatação dos esforços desta marca em captar todo um enorme mercado de consumidores.

O mercado de smartphones no Brasil

A fim de contextualizar o leitor, importa frisar que a StatCounter apura as preferências dos consumidores com base no tráfego e navegação na internet. Isto é, utilizam como indicador o terminal utilizado para acesso ao mundo online. Como tal, os dados mostram-nos a popularidade geral de cada marca, não o volume de vendas.

A predominância da Samsung é ampla, com cerca de 43% de quota de mercado em junho de 2019.  Em boa verdade, lidera com uma grande margem sobre a segunda classificada, a Motorola, com mais de 24% de cota de mercado. Já, em terceiro lugar, encontramos a tecnológica norte-americana, Apple, com mais de 13%.

De igual modo, podemos ver que a LG reune ainda a preferência de mais de 8% dos consumidores, com a Xiaomi a fechar o Top 5. Com efeito, vemos a Xiaomi com cerca de 2.8% de quota de mercado, uma fração da quarta classificada, mas ainda assim à frente da rival sediada em Taiwan, a ASUS.

A Xiaomi já é mais popular do que a ASUS no Brasil

Verificou-se um crescendo da fabricante chinesa, Xiaomi, ao passo que a ASUS não conseguiu acompanhar o ritmo. Ainda assim, vemos uma diferença muito reduzida entre a popularidade de ambas as empresas. A saber, temos a ASUS com 2,72%, ao passo que a Xiaomi totaliza 2,82% da quota de mercado em junho de 2019.

Em jeito de comparação, em maio, de acordo com a mesma fonte, a Xiaomi totalizou 2,28%, ao passo que a ASUS tinha então 2,93%. Por outras palavras, vemos a Xiaomi a aumentar a sua popularidade no Brasil. Por sua vez, os smartphones da ASUS sofreram uma ligeira quebra na preferência dos consumidores.

Acima podemos ver ainda os dados referentes a abril de 2019. Aí, os smartphones da ASUS colhiam ainda mais preferência dos consumidores. Ao mesmo tempo, os terminais da Xiaomi estavam consideravelmente atrás dos rivais de Taiwan. Assim, num espaço de dois meses o panorama inverteu-se para as fabricantes.

A Samsung é figura dominante no Brasil

Apontamos ainda, mais no fim da tabela, a Sony com 0,45%, bem como a Alcatel com 0,63%. Temos ainda presente a Lenovo (casa mãe da Motorola), com um total de 1,21%. Notamos também um grupo significativo de terminais não identificados (1,71%), ao passo que as outras marcas totalizam 1,59%.

Enquanto isso, certo é que a Samsung usufruiu da maior popularidade no Brasil. Não obstante, o crescimento da rival chinesa tem sido inegável.

   

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Fim dos smartphones já tem data marcada

Fim dos smartphones já tem data marcada

A Samsung, maior fabricante de smartphones do mundo, sabe que o seu principal produto está com os anos contados. De acordo com Kang Yun-Je, chefe de design da fabricante coreana, os telemóveis deverão ser substituídos por outros dispositivos num período que pode não ultrapassar os cinco anos.

Segundo Yun-Je, a empresa chegou ao limite da inovação no desenho dos aparelhos telefônicos que comercializa. Esse foi um dos motivos que fez a companhia, inclusive, apostar no Galaxy Fold, um telemóvel de ecrã dobrável que deve ser lançado ainda neste ano. “O design dos smartphones chegou ao seu limite. Foi por isso desenvolvemos um smartphone de ecrã dobrável”, afirmou.

Para o futuro, de acordo com o Independent, a Samsung aposta nos ‘wearables’ (dispositivos que se podem vestir) e em acessórios como fones de ouvido inteligentes e smartwatches. “Em mais ou menos cinco anos, as pessoas nem vão dar conta de que estarão “a vestir tecnologia”, disse o executivo.

O CEO da Samsung, DJ Koh, faz eco à percepção de que os smartphones se vão tornar uma tecnologia ultrapassada, muito em breve, dizendo que novidades como a inteligência artificial, a internet das coisas e o 5G estão a trazer uma nova era ao mercado: “O últimos 10 anos foram a era do smartphone. Deste ano em diante, talvez uma nova era esteja a chegar, devido a essas tecnologias. A nova era está à nossa frente”, sublinha.
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Polícia chinesa instala aplicações de vigilância nos smartphones de turistas

Polícia chinesa instala aplicações de vigilância nos smartphones de turistas

Viajantes que passam pela região de Xinjiang acabam com aplicações instaladas nos seus telefones que permitem extrair emails, mensagens de texto e lista de contactos.

A guarda fronteiriça chinesa está a instalar sem autorização aplicações de vigilância nos telefones dos turistas que visitam Xinjiang, aplicações que depois extraem informações pessoais dos visitantes, de acordo com uma investigação do The Guardian. Segundo o diário, esta é uma das medidas de aperto do controlo e vigilância à região de Xinjiang.

Além da imposição de medidas restritivas da liberdade à população muçulmana, que é maioritária na região, e da instalação de câmaras de reconhecimento facial em Xinjiang, o governo chinês está também a obrigar os habitantes locais a instalar softwares nos seus telefones que permitem acesso total aos aparelhos por parte das autoridades.

A investigação, que além do The Guardian, contou com a participação de outros meios, como o Süddeutsche Zeitung e o New York Times, revelou que os viajantes que passam por esta região, sobretudo aqueles que entram via Quirguistão, acabam com aplicações instaladas nos seus telefones que permitem extrair emails, mensagens de texto e lista de contactos, bem como informações sobre o aparelho em si.

Os turistas ouvidos pelos órgãos de comunicação social referem não terem sido avisados ​​pelas autoridades com antecedência ou informados sobre o que o software faz e tampouco que suas informações estão a ser vasculhadas.

Edin Omanović, do grupo Privacy International, rotulou as descobertas do The Guardiancomo “muito alarmantes”, lembrando que se fala de “um país onde baixar a aplicação errada ou ler um artigo de notícias pode resultar numa estadia num campo de detenção”.

De acordo com académicos e especialistas em cibersegurança ouvidos pelo diário, a aplicação instalada nos smartphones foi fabricada por uma empresa chinesa e cruza todas as informações ‘sacadas’ aos telefones com uma gigantesca lista de conteúdos que o governo chinês rotula de “problemáticos”, incluindo vários termos associados ao extremismo islâmico, mas também informações sobre o Ramadão, Dalai Lama e até bandas de heavy metal japonesas.

A região de Xinjiang é visitada anualmente por cerca de 100 milhões de pessoas, incluindo turistas domésticos e estrangeiros.

   

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O seu smartphone poderá ajudar a prever catástrofes naturais (além do tempo que faz)

O seu smartphone poderá ajudar a prever catástrofes naturais (além do tempo que faz)

Smartphones, redes sociais e IoT são exemplos de fontes capazes de gerar dados que podem ser aproveitados para monitorização ambiental.

Fazer previsões meteorológicas não é fácil, principalmente para algumas partes do mundo. As mudanças atmosféricas num local podem ter efeitos profundos noutra qualquer região distante do planeta, além de outros aspectos que dificultam a recolha de informação necessária para definir padrões climáticos. Do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, no Japão, vem uma nova solução.

Noam David propõe o uso de smartphones e dispositivos IoT (Internet das Coisas) para recolher dados importantes sobre as condições atmosféricas. Num artigo publicado no jornal científico Advances in Atmospheric Sciences, o investigador defende que os instrumentos especializados de ciência atmosférica são dispendiosos e raros. Esse tipo de ferramentas inclui sistemas de acesso remoto e instrumentos de análise do solo. São altamente precisos, mas cobrem apenas uma pequena área geográfica. Já os satélites cobrem grandes áreas geográficas, mas são pouco precisos.

Os dispositivos IoT, por sua vez, são agora tão comuns que podem criar uma rede informal de sensores em todo o mundo. Como exemplo são apontadas as câmaras de vigilância, que podem ser usadas para monitorizar partículas na atmosfera, ou mesmo dar uma ideia da intensidade da chuva, mostrando a velocidade a que os veículos circulam numa estrada.

Além da Internet das Coisas, há os smartphones e a sua ligação às redes sociais. Os primeiros, equipados com sensores capazes de recolher dados como temperatura ou pressão atmosférica, entre outros, que depois podem ser facilmente partilhados no Twitter ou no Facebook. Isto de forma menos dispendiosa, ao mesmo tempo que mais fácil.

   

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Xiaomi tem uma nova solução para smartphones com câmara sob o ecrã

Xiaomi tem uma nova solução para smartphones com câmara sob o ecrã

Bastariam dois anos para que o design dos nossos smartphones mudasse consideravelmente. Foi em 2017, com o iPhone X (iOS) precedido pelo Essential Phone (Android), que se popularizou o notch. Entretanto, este traço começou a ser reduzido e a Xiaomi tem a solução para a próxima geração de smartphones Android.

Estará o fim do notch, por fim, já à vista? E terá a Xiaomi a solução ideal para concretizar esta visão?

Abdicando das margens pronunciadas ou bezels espessos, os nossos smartphones Android e iOS estão cada vez mais elegantes. Dispositivos em que já só o vidro, o metal (e por vezes o plástico) são conjugados de forma a darem-nos o máximo possível de área útil para o ecrã. Por conseguinte, surgiram novos desafios.

2017 a 2019, o início e o fim do notch nos smartphones Android e iOS?

Como, por exemplo, esconder a câmara frontal, mas sem abdicar das suas funções? Ou onde albergar os sensores de proximidade e luminosidade? E, por fim, o auscultador? Onde pode este ser colocado sem perdermos a qualidade da chamada ou o detalhe na voz do interlocutor?

No entanto, todos estes desafios foram, gradualmente, encontrando resposta junto da indústria mobile. Aliás, a introdução do notch foi apenas o prelúdio para a criação de smartphones em que o ecrã ocupa perto de 90% da área do painel frontal. Agora, em pleno 2019 podemos estar prestes a conhecer um novo conceito da Xiaomi.

Ainda que para já seja apenas uma patente, pode representar a próxima geração de smartphones Android da Xiaomi. Aliás, não seria a primeira vez que seríamos surpreendidos pelos seus produtos arrojados, tomando, por exemplo, o Mi MIX original que abalou o status quode então.

Câmara fotográfica sob o ecrã

Outrora uma tecnologia com a qual apenas poderíamos sonhar, também os sensores biométricos rumaram ao ecrã dos smartphones. Entretanto, são já uma visão comum nos dispositivos Android, ainda que os dispositivos iOS tenham abdicado deste tipo de biometria para segurança e desbloqueio dos produtos.

No entanto, aquilo que a nova patente descreve, de acordo com a IT Home, é uma solução para albergar um sensor de imagem sob o ecrã. Por outras palavras, a câmara fotográfica frontal poderá assim migrar para baixo do painel IPS ou AMOLED (não especificado), sem, todavia, interromper de forma alguma o ecrã.

Operando uma tradução sucinta da descrição que acompanha os esquemas, temos a indicação de um ecrã secundário sob o ecrã principal. Cumpre ainda indicar que a patente foi submetida em novembro de 2018 tendo sido agora aprovada, por conseguinte, publicada.

Poderá a Xiaomi implementar esta execução em 2019?

Na prática, uma das possibilidades proporcionadas pelo desenho aqui representado é o da câmara ficar visível apenas quando for utilizada. Já quando não estiver em uso, seria assim disfarçada, ou praticamente invisível graças ao segundo ecrã.

Ainda que não tenhamos qualquer indício de um smartphone Android a ser construído segundo esta patente, nada impede a marca de o fazer. Estaremos atentos aos novos desenvolvimentos, não só desta marca mas de todo o mercado mobile, pois é já uma questão de tempo até que tal se materialize.

   

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Apple pode estar interessada em iPhone dobrável, mas de vidro

Apple pode estar interessada em iPhone dobrável, mas de vidro

Nova patente da Apple revela os planos para a construção de um dispositivo com ecrãs dobráveis.

O mercado dos smartphones com ecrãs dobráveis ainda está um pouco incerto. A Samsung poderia ser a primeira grande fabricante a lançar um modelo no mercado, mas devido aos problemas revelados nas primeiras unidades de teste, os planos têm sido adiados. A Huawei seria a grande candidata a “mexer as águas” com o seu Mate X, mas os recentes problemas com os Estados Unidos poderá criar alguma destabilização nos planos da gigante chinesa. Existem outras fabricantes interessadas, como a TCL, Lenovo, LG e Motorola, mas não pretendem ser pioneiras.

Ainda que possa chegar “tarde”, a Apple poderá ter também uma palavra a dizer neste novo segmento do mercado e não é a primeira vez que surgem rumores de que estará a produzir a sua visão para dispositivos dobráveis. E agora surge a informação de que recebeu luz verde de uma patente introduzida a 12 de janeiro para um ecrã e capa dobrável para um dispositivo eletrônico. Claro que patentes não confirmam a fabricação de equipamentos, mas o documento da Apple apresenta algumas notas interessantes, sobretudo referindo-se as vantagens dos dispositivos com ecrãs dobráveis.

Segundo a Apple, os smartphones atuais têm ecrãs rígidos ou pelo menos, não flexíveis, por isso as fabricantes necessitam de dobradiças mecânicas para juntar dois ecrãs, e isso já é utilizado nos portáteis e tablets, levando a alguma limitação devido ao tamanho requerido para as respetivas dobras. A Apple pretende investir na investigação de técnicas e dispositivos para equipamentos eletrônicos com capas e ecrãs flexíveis que não tenham as limitações e problemas associados com as soluções tradicionais.

Nesse sentido, o documento revela designs de iPhones e iPads flexíveis, assim como detalha o conceito de como as capas flexíveis têm um papel de assegurar que o resto do equipamento funciona como pretendido, e sobretudo proteger o ecrã debaixo do vidro flexível.

Na proposta da Apple, o seu dispositivo dobrável terá apenas duas dobradiças e três ecrãs de forma a dobrarem-se em forma de “S”, “G” e “U” como pode nos esboços da patente. A fabricante refere que as diferentes áreas dos ecrãs podem ser utilizadas para coisas distintas e que o dispositivo pode ser parcialmente desdobrado para aumentar o tamanho do ecrã.

A patente refere ainda em diversos materiais cerâmicos para os ecrãs dobráveis, incluindo vidro reforçado quimicamente, safira e zircônia. As capas protetoras em vidro e cerâmica são distintas das soluções apresentadas pela Samsung e Huawei, que não utilizam este material. A Apple explica no documento as técnicas de como o vidro teria de ser fabricado para resistir aos movimentos de dobrar o equipamento, mas também como seria a sua superfície agradável para melhorar o seu aspeto e experiência de utilização.

   

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Xiaomi no Brasil: Smartphones a patinetes

Xiaomi no Brasil: Smartphones a patinetes

Esta semana, a Xiaomi anunciou a sua entrada no Brasil como uma série de produtos, que serão comercializados a partir de 1 de junho. O portfólio engloba smartphones intermediários e avançados – como os famosos Mi 9 e Redmi Note 7 –, headphones, Ninebot, câmera 4K e de segurança, smartwatches, power banks e até patinetes.

Os produtos serão vendidos em três canais alternativos: varejo físico, e-commerce da marca e na loja Xiaomi autorizada, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Em breve, consumidores do Brasil todo também poderão comprar seu Xiaomi pelo site mi.com.

A operação nacional é feita em parceria com o Grupo DL, que é o distribuidor oficial da empresa no Brasil. O grupo ficará responsável também pelo pós-venda completo dos produtos com suporte técnico especializado.

   

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