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Samsung Galaxy S10: rumores, confirmações e tudo mais sobre o novo topo de gama

Samsung Galaxy S10: rumores, confirmações e tudo mais sobre o novo topo de gama

Decidimos reunir todos os rumores em torno do smartphone, num misto de previsão do que vai ser anunciado oficialmente amanhã.

A Samsung comemora o décimo aniversário do seu smartphone topo de gama, e pretende festejar à altura, com o modelo Galaxy S10 que ao longo dos últimos meses tem gerado inúmeros rumores e leaks, estrategicamente difundidos para manter o interesse dos entusiastas da tecnologia. O novo modelo será igualmente importante para contrariar as vendas mornas do anterior S9, e manter a fabricante no topo da cadeia alimentar na indústria dos smartphones, procurando distanciar-se da sua rival Huawei. Mas afinal o que sabemos da joia da coroa da fabricante coreana?

Tudo indica que o S10 terá direito a três/quatro variações (S10, S10e que corresponde ao Lite e S10 Plus), oferecendo diferentes tamanhos de ecrã, e tendo como objetivo suprir os vários segmentos do mercado. O smartphone poderá ter um modelo Lite de entrada de gama de 5,8 polegadas, e outros maiores, para os modelos Plus, com 6,4 ou 6,7 polegadas.

Tendo em conta a revelação prevista para amanhã, não deixa de ser estranho que a Samsung já disponibilize uma página oficial para as pré-compras, prometendo aos seus clientes poupanças no valor de até 550 dólares no “próximo dispositivo Galaxy”. E a menos que estejamos a interpretar mal, as entregas do próximo equipamento serão feitas, caso o stock o permita, até ao dia 8 de março. Desta forma, da apresentação oficial, à colocação nas lojas pode demorar cerca de duas semanas. Não admira assim todo o hype em torno da revelação de amanhã.

Mas os rumores em torno do S10 começaram cedo, em junho do ano passado, quando se começou a falar do modelo “Beyond”, o nome de código escolhido para o modelo, onde se referia que o smartphone poderia ter um sistema de câmara tripla na traseira. Quase oito meses depois, “colecionar” lentes na traseira parece já ser um feito banal para as principais fabricantes, veja-se, por exemplo, o Huawei P20 Pro e o LG V40 ThinQ, que chegou às lojas no início do mês de fevereiro. Nesse sentido, será com naturalidade que o Samsung S10, nesta altura do campeonato, tenha o sistema de câmara tripla.

Outro dos rumores iniciais foi a introdução de um sensor biométrico de impressões digitais diretamente no ecrã, uma tecnologia que também tem sido já utilizado em outros smartphones, como o OnePlus 6T, que já se encontra no mercado. No caso da Samsung, os rumores apontam para um sensor da Qualcomm, estreando a terceira geração da sua tecnologia ultrasonic.

A tecnologia será, no entanto, adicionada às versões premium, pois as entradas de gama, como o eventual S10E terá o sensor convencional adicionado à lateral do equipamento. Alguns rumores apontam também para complicações na construção de uma capa protetora oficial para os modelos com impressões digitais no ecrã, devido à perda de sensibilidade. A solução parece ser mesmo um corte na capa em torno da respetiva área de contacto.

Muito se fala também sobre o que a Samsung pretende fazer com o sistema de reconhecimento facial. A empresa tem sido criticada por não fazer frente à Apple no que diz respeito ao reconhecimento facial 3D, optando pela combinação do 2D com o scan da íris, o chamado Intelligent Scan. Ainda assim, houve um rumor que apontava para a parceria com a Mantis Vision, para introduzir reconhecimento 3D no seu sistema.

Alimentando as tendências de 2019

A Samsung começou igualmente o borburinho em torno de três das maiores tendências de 2019: o 5G, os ecrãs dobráveis e os já famosos “punch-hole”, o “furo” no ecrã. No que diz respeito aos ecrãs flexíveis, estes não se aplicam ao S10, mas sim ao suposto Galaxy F, que será igualmente apresentado amanhã. O modelo topo de gama poderá ter suporte para 5G, antecipando a tecnologia de quinta geração móvel que vai chegar nos próximos anos. A fabricante já tinha feito em dezembro, inclusive, uma demonstração de um protótipo de smartphone a trabalhar em 5G.

Ao confirmar-se, os rumores apontam para um equipamento com uma bateria de 5.000 mAh para a versão de topo, para compensar o alto consumo da tecnologia 5G. Já agora, ainda no que diz respeito a baterias, poderão haver versões com 3.100, 3.500 e 4.000 mAh. Fala-se ainda de suporte a WiFi 6, oferecendo a capacidade de carregamento wireless reverso, capaz de carregar os seus Galaxy Buds, que também já se sabe que são uma realidade.

Sobre o já comum “furo” no ecrã, que a Samsung apelida de Infinity-O, trata-se de uma alternativa ao notch na oferta de experiências de display “infinito” e foi estreado com o Samsung A8, lançado em dezembro do ano passado. Mas a linha S10 poderá ter um orifício duplo, na forma de pílula, para albergar uma ou duas lentes, mediante os modelos. O design parece mesmo ter sido acarinhado pela fabricante, que já tratou de criar animações de pixéis em torno da camara fotográfica, um pequeno anel iluminado quando está ativa, por exemplo.

O preço de todo o aparato tecnológico da nova geração também tem sido alvo de rumores, mas igualmente de polémicas, caso se confirme os valores adiantados. O modelo de entrada de gama poderá custar entre os 650-750 dólares, mediante a RAM e armazenamento de dados. Valores correspondentes a modelos de topo de gama de outras fabricantes. No entanto, à medida que avança pelo catálogo, os modelos mais caros podem chegar aos 1.500 dólares, na versão S10 Plus, com 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, tendo em conta a recente apresentação da primeira memória com esta capacidade para um smartphone.

Outro rumor, com grande credibilidade, é a funcionalidade Samsung Blockchain KeyStore, que atribui ao S10 a capacidade de ser configurado como carteira de criptomedas. As imagens mostravam ecrãs de configuração de suporte ao Ethereum, mas outras moedas virtuais serão eventualmente suportadas, como a BitCoin e ERC20.

Relativamente às especificações, os rumores apontam para a utilização de processadores Qualcomm (para as versões vendidas nos Estados Unidos) e o seu Exynos nos restantes territórios. O novo chip Snapdragon 855 poderá ser equipado no modelo topo de gama também, mais uma vez alimentando a ideia do 5G.

Por fim, a Samsung poderá ainda introduzir uma nova interface chamada OneUI para substituir a anterior Samsung Experience para o Android. A interface está em beta desde o Galaxy 9 e poderá igualmente ser introduzido no S10.

São muitos os rumores, e certamente, fazendo jus à tradição, a maioria serão confirmados amanhã. E se não acredita, assista ao vídeo com a publicidade de televisão que foi lançado antes do evento. Resta agora saber que outros segredos esconde a fabricante liderada por D.J. Koh para serem apresentados. O SAPO TEK estará presente e pretende atualizar as informações à medida que forem divulgados.

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Huawei quer vender mais de 250 milhões de smartphones em 2019

Huawei quer vender mais de 250 milhões de smartphones em 2019

A Huawei é atualmente a 2.ª maior fabricante de dispositivos móveis, superada apenas pela sul-coreana Samsung e tendo já ultrapassado a norte-americana Apple. A fabricante chinesa conseguiu crescer a bom ritmo durante todo o ano de 2018 e agora, para 2019 quer bater um novo recorde!

Conseguirá esta empresa vender mais de 250 milhões de smartphones Android em 2019?

Ignorando o clima de desconfiança e tensão em vários dos principais mercados mundiais, a Huawei quer vender um total de 250 milhões de smartphones Android em 2019. Seria um novo recorde para esta fabricante chinesa, colocando-a cada vez mais perto da rival, Samsung.

A Huawei quer ultrapassar a Samsung até 2020

O seu crescimento, comprovado pelos dados das agências Canalys, Counterpoint e IDC, mostra-nos um incrível caso de sucesso. Graças aos seus smartphones Android com boa relação preço / qualidade e ao apoio do seu mercado natal, esta fabricante encontra-se numa posição privilegiada.

Contudo, sabemos bem as dificuldades que enfrenta nos Estados Unidos da América. Tensões que já se alastraram também ao velho continente, sem que, contudo, isso se tenha refletido nas suas vendas durante o ano de 2018.

Agora, de acordo com a publicação DigiTimes, a Huawei coloca um novo objetivo. Querendo ultrapassar a Samsung até ao final de 2020, em 2019 a marca quer vender 250 milhões de smartphones Android. Ainda de acordo com estas fontes, a fabricante chinesa reforçará todos os seus segmentos de smartphones.

250 milhões de smartphones Android – o objetivo para 2019

Será uma das formas encontradas para ignorar o boicote aos seus equipamentos de rede. Algo que, tal como aqui noticiamos, será aproveitado pela Samsung que aproveitará as dificuldades da rival para apostar nesta área. Aliás, fá-lo-á no mercado mais adverso à Huawei, o norte-americano.

A Huawei estará também a estreitar laços com a TSMC. A fabricante sediada em Taiwan e que tem colaborado na produção de semicondutores com a HiSilicon. Esta última é a principal produtora dos SoCs da Huawei, utilizando também esta alguns SoCs da MediaTek para os seus smartphones mais modestos.

Para 2019, a Huawei está otimizar todos os aspetos do seu setor mobile. Desde o seu design à produção dos chips, módulos de memória e SoC. Nesse sentido, tal como nos informa a imprensa internacional, a tecnológica chinesa está em negociações com ambas as fabricantes sediadas em Taiwan.

Por fim, em 2018 a fabricante chinesa vendeu mais de 200 milhões de smartphones Android. Por conseguinte, a sua posição no mercado global de dispositivos móveis nunca esteve tão forte. Contudo, a sua reputação nunca se encontrou tão exposta como agora.

Ainda assim, o seu objetivo último é o crescimento em todas as frentes para que eventualmente possa ultrapassar a Samsung. Até lá, a marca sabe que tem um longo percurso pela frente, mas isso não a desanima.

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Xiaomi reforça a sua vantagem face à Samsung no 2º maior mercado mundial de smartphones

Xiaomi reforça a sua vantagem face à Samsung no 2º maior mercado mundial de smartphones

A Xiaomi é atualmente a 4.ª maior fabricante mundial de dispositivos móveis ou, simplesmente, smartphones. Até aqui, nada de novo. Contudo, a fabricante chinesa voltou a surpreender as agências de análise de mercado, superando a Samsung e a Apple neste mercado crucial.

A Índia é atualmente o 2.º maior mercado mundial de smartphones, tendo em conta o volume de vendas. O país apenas tem á sua frente o mercado chinês, pois já ultrapassou o mercado dos Estados Unidos da América. A Índia é hoje o bastião da Xiaomi.

Tornar-se até fastidioso repetir que a Xiaomi é, cada vez mais, uma força a ser tida em consideração. A Apple sabe-o e a Samsung também, a prova disso sendo os novos Galaxy M20 e M10 da gigante sul-coreana, uma clara resposta aos novos Redmi.

Relevância da Índia para as fabricantes de smartphones

De uma forma extremamente sucinta, enquanto que o mercado global caiu em 2018, principalmente na China, a Índia cresceu. Fê-lo, aliás, durante todos os quatro trimestres de 2018, crescendo sempre e ignorando a recessão sentida nos demais mercados.

Por outras palavras, durante todo o ano venderam-se mais smartphones e a procura continuou a aumentar. É um dos poucos mercados que não apresentam (para já), sinais de saturação e isto faz com que todas as principais fabricantes o desejem e cobicem.

Contudo, nem a Samsung ou a Apple se conseguiram impor perante o crescimento da Xiaomi. Logo à partida, podemos comentar o sucesso da sua crescente aposta no segmento de gama média. Um investimento que tem surtido bons resultados, ótimos até, para esta fabricante chinesa de smartphones.

O mercado indiano cresceu 10% durante o ano de 2018, de acordo com o relatório da Canalys. Um valor nada menos do que incrível quando os demais mercados, com poucas exceções, se retraíram com uma quebra nas vendas na ordem dos 3%.

Perdoem-me o devaneio mas, acredito que para nos inteirarmos da verdadeira importância deste mercado e, consequentemente, deste tema, não nos podemos cingir a títulos ou tablóides. Acredito que seja aqui, na Índia, onde se disputem vários duelos em 2019.

O crescimento da Xiaomi perante a Samsung e a Apple

Contextualizando o leitor, os dados que fundamentam este artigo foram agora publicados pela agência Canalys. Esta, à semelhança de várias outras, medem a pulsação do mercado de smartphones. Para tal, avaliam-no em trimestres, anos, escalões de preços, entre outras óticas de interesse.

Cingindo-nos aos factos, e voltando a destacar a incrível prestação da Índia durante todo o ano de 2018, olhemos para o desempenho de cada uma das principais marcas. Os principais agentes económicos no mercado indiano de smartphones.

Xiaomi dominou 2.º maior mercado mundial de smartphones em 2018

Durante todo o ano de 2018, a Xiaomi foi a fabricante que mais smartphones vendeu. Mais concretamente, com 41 milhões de dispositivos vendidos. Face a 2017, a Xiaomi cresceu 59,6%, uma cifra deveras incrível.

Ainda de acordo com os dados da Canalys, a Xiaomi em 2017 contava com uma quota de mercado de 20,6%. Agora, em 2018 já tem 29,9% de todo o mercado indiano de smartphones.

Em segundo lugar temos a sul-coreana Samsung que, em 2018, vendeu um total de 35,4 milhões de smartphones. Face a 2017, a Samsung cresceu 20,4%, uma cifra ainda assim extremamente respeitável.

Daqui retiramos que todas as 5 maiores fabricantes da Índia reforçaram as suas quotas de mercado em 2018. Por outras palavras, há cada vez mais uma hegemonia das 5 principais marcas e uma tarefa mais difícil para as restantes concorrentes.

Ainda de acordo com a Canalys, a Samsung em 2017 contava com 23,6% de quota de mercado. A marca acabou o ano de 2018 com um total de 25,9% do mercado indiano e logo atrás da rival chinesa, Xiaomi.

As restantes três marcas a ocupar este Top 5 foram a Oppo, Vivo e a Micromax, duas fabricantes chinesas e, a última, indiana. Algo que nos mostra a particular apetência dos consumidores por dispositivos móveis de gama média.

Não quer isto dizer que não se vendam terminais topo de gama (premium) neste mercado. Aliás, muito pelo contrário, tendo também esse nicho de smartphones crescido durante todo o ano de 2018.

A Apple especializa-se em smartphones premium

Tal como demos a conhecer no Pplware, de acordo com os dados da Counterpoint Research, a Samsung superou as rivais Apple e Xiaomi no segmento de smartphones premium, custando 400 ou mais dólares.

Este indicador mostra-nos que na Índia a OnePlus já compete diretamente com a Samsung e a Apple. No segmento premium onde se concentram os topos de gama, a Xiaomi ainda não conseguiu penetrar com as suas ofertas.

Trata-se de um nicho extremamente apetecível, pois é aqui que se reúnem as grandes margens de lucro por cada smartphone vendido. Algo que a fabricante chinesa está a tentar solucionar e que deverá refletir-se nas suas próximas apostas para 2019.

Por fim, podemos concluir que ao nível de quantidade, na Índia, é a Xiaomi que mais se destaca. Contudo, existem sempre várias vertentes a ser analisadas, várias óticas de análise de uma mesma realidade.

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Smartphone Samsung Galaxy S10+

Smartphone Samsung Galaxy S10+

Torna-se já extenuante tentar acompanhar as fugas de informação em torno do próximo smartphone topo de gama da atual líder de mercado. O Samsung Galaxy S10, juntamente com a sua variante económica (S10e) e variante mais dispendiosa, S10+, têm sido amplamente divulgados.

Agora, temos material inédito, novas imagens do smartphones mais caro, o Samsung Galaxy S10+. No decurso deste artigo podemos ver as novas fotografias de uma unidade funcional, aqui de acordo com a publicação Sammobile.

Assim, temos agora uma nova galeria de imagens onde pode ser visto um smartphone Android que coincide com as descrições anteriores do Samsung Galaxy S10+. Esta será a versão mais apetrechada do próximo topo de gama da gigante sul-coreana e já restam poucas surpresas em torno deste terminal.

Câmara frontal dupla no Samsung Galaxy S10+

A versão de maiores dimensões destacar-se-á pela sua câmara fotográfica frontal, dupla. Esta, irrompe do seu ecrã, perfurando-o. Na prática, temos aqui um smartphone com um ecrã “Infinity-O”, com dois sensores de imagem.

O primeiro, com 8 MP de resolução, terá uma lente equivalente a 25 mm com uma abertura focal de f/1.7. O segundo, com 10 MP de resolução, contará também com estabilização ótica da imagem (OIS). Acredita-se ainda que esta segunda câmara seja capaz de gravar vídeo em 4K (Ultra-HD).

Mais ainda, com dois sensores fotográficos na sua câmara frontal teremos também o efeito de profundidade mais realista. Além do mais, teremos também um mecanismo de focagem automático ainda mais rápido graças ao dual-pixel autofocus.

Por outras palavras, o smartphone Samsung Galaxy S10+ coloca-se já como um forte favorito para futuramente liderar o ranking da DxOMark na qualidade das câmaras frontais. Informações que foram recentemente divulgadas pela imprensa internacional.

Câmara principal tripla neste smartphone Android

Além da promissora configuração dupla para a câmara frontal, na sua traseira este smartphone Android apresentará três câmaras. Agora, com um alinhamento vertical, algo similar ao mais recente dos Galaxy Note.

A primeira câmara, de 12 MP de resolução, terá a abertura variável da lente entre os valores de f/1.5 e f/2.4. A sua lente será uma grande angular, equivalente a 24 mm e terá estabilização ótica da imagem (OIS). Teremos também a tecnologia dual-pixel autofocus.

A segunda câmara, também ela de 12 MP de resolução, terá uma abertura fixa de f/2.4 e uma lente equivalente a 52 mm, capaz de proporcionar zoom ótico de 2x. A estabilização ótica da imagem também estará incluída nesta segunda câmara.

Por fim, a terceira câmara é ainda desconhecida, não se conhecendo (para já), as suas características.

Ressalva-se a já divulgada melhoria na extensão do vídeo capturado em câmara super-lenta, passando de 0,2 a 0,4 segundos para 0,4 a 0,8 segundos. Em suma, duplicando a sua extensão máxima.

O ecrã Infinity-O do Samsung Galaxy S10+

A “alma” deste smartphone Android será efetivamente o seu majestoso ecrã de 6,4 polegadas de diagonal. Utilizando um painel Infinity-O, o Samsung Galaxy S10+ terá aqui um display Super AMOLED com resolução Quad-HD+, portanto, com 1440 x 2960 píxeis.

O seu formato, alto e estreito, obedecerá ao padrão 18.5:9, tal como o atual Galaxy Note9. Por fim, teremos aqui uma densidade de píxeis por polegada de 514 ppp. Será sob este ecrã que se encontrará o seu leitor de impressões digitais, tal como o indicam as seguintes imagens.

O seu ecrã contará também com o vidro Gorilla Glass 6, da Corning, para o proteger de quedas e riscos. Já o smartphone em si, terá certificação IP68, mantendo-o a salvo de água (doce) e poeiras.

Por fim, este seu ecrã Super AMOLED será capaz de suportar cores a 10-bits, um processo utilizado atualmente pelo YouTube, bem como pela Netflix. Ainda assim, não sabemos como é que isto afetará a experiência do utilizador.

As caraterísticas técnicas deste smartphone Android

No seu interior, o Samsung Galaxy S10+ utilizará o processador Exynos 9820 da própria Samsung. Este será o seu SoC na Europa e principais mercados mundiais, reservando-se o Snapdragon 855 para a China, Estados Unidos da América e, quiçá, outros mercados selecionados.

Na prática, teremos um SoC octa-core, composto por 8 núcleos de processamento. Estes, dividem-se em grupos de 2×2,8 GHz Mongoose M4 e 2x Cortex-A75, por fim, temos ainda 4 núcleos Cortex-A55. O processador obedece à arquitetura de 64-bits e à litografia de 8 nm.

A bateria deste smartphone Android terá um total de 4100 mAh de capacidade, bem como carregamento rápido sem-fios a 15 W. Contará também com carregamento rápido convencional (com cabo) a 15 W.

Por fim, teremos ainda o carregamento reversível, sem-fios. Algo que lhe dará a possibilidade de carregar outros dispositivos com o seu Samsung Galaxy S10+, um conceito que também já encontramos nos atuais Huawei Mate 20 Pro.

Olhando para a sua memória, encontraremos um total de 3 versões ou variantes. Em primeiro lugar com 1 TB de armazenamento e 12 GB de RAM. Em segundo lugar com 512 GB de armazenamento e 8 GB de RAM. Em terceiro lugar com 128 GB de armazenamento e 6 GB de RAM.

O smartphone Android contará ainda com a possibilidade de expansão do seu armazenamento interno através de um cartão de memória microSD. O mesmo poderá ascender a 512 GB de memória, ocupando a 2.ª slot para cartões nano-SIM.

Este será também um dos primeiros dispositivos móveis Android a suportar o padrão WiFi 6. Teremos também o Bluetooth 5.0 (LE), a porta áudio P2 (jack de 3.5mm) bem como uma porta USB do Tipo C.

Sem esquecer o Radio FM, GPS com recurso às constelações de satélites GLONASS, BDS e GALILEO. Por fim, contaremos também com o software de segurança Knox, sendo até referida em ocasião anterior uma carteira de criptomoedas para o dispositivo.

Numa última nota, o seu sistema operativo será o Android Pie 9.0 da Google, com a interface ou máscara OneUI da própria marca. Será um dos (vários) trunfos deste Samsung Galaxy S10+.

As cores e preços do Samsung Galaxy S10+

Ao nível de cores e acabamentos teremos o preto, branco, azul e um verde esmeralda ou teal. Acredita-se ainda que este smartphone Android tenha uma versão em cerâmica, disponível em Preto e Branco.

Ainda de acordo com as fugas de informação, todos os seus esquemas de cor terão um brilho particular. Algo que se deve ao novo tratamento e pintura do vidro que os compõe.

Os seus preços serão de 999, 1249 e 1499 euros, para as versões de 128GB / 6 GB, 512 GB / 8GB e 1 TB /12 GB respetivamente.

Em suma, resta agora aguardar pacientemente pela sua apresentação no dia 20 de fevereiro durante o próximo evento Unpacked 2019. Advirto, ainda assim, para o caráter não oficial destas informações.

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Energizer: a marca das pilhas vai fazer smartphones com baterias de 18.000mAh

Energizer: a marca das pilhas vai fazer smartphones com baterias de 18.000mAh

A Energizer é uma marca conhecida dos consumidores portugueses. O seu logótipo costuma ser avistado em lanternas e pilhas, mas a marca quer agora expandir o seu raio de ação com o lançamento de 26 smartphones. A empresa vai revelar todos já na próxima edição do Mobile World Congress.

Note que estes equipamentos não se vão ficar pela rama. Ao que a marca indica, haverão modelos para todos os gostos, sendo que alguns vão até integrar ecrãs dobráveis, câmaras ejetáveis e baterias de até 18.000mAh.

Segundo o portal 9to5Google, os equipamentos serão distribuídos por quatro linhas: a Power Max, a Ultimate, a Energy e a Hardcase. Muitos destes telefones serão apenas modelos básicos, com funcionalidades primárias, mas as gamas Power Max e Ultimate vão apresentar modelos com especificações de topo.

Ainda muito está por contar, acerca destes smartphones, mas os leaks já nos deixam perfilar alguns dos modelos que a Energizer vai apresentar no MWC, em Barcelona. De acordo com o portal GSM Arena, o Energizer Ultimate U620S Pop e o U630S Pop vão integrar processadores MediaTek Helio P70 e P22, respetivamente. Ambos vão ter câmaras duplas ejetáveis, sendo que, nestas, haverá um sensor de 16MP e um outro de 2MP. O U620S Pop vai ter três câmaras traseiras: uma de 16MP, uma de 5MP e uma de 2MP. Este último modelo vai ainda ter 6GB de RAM e 126GB de armazenamento interno.

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Huawei Mate Fold – o que esperar do smartphone dobrável da Huawei

Huawei Mate Fold – o que esperar do smartphone dobrável da Huawei

Com apresentação marcada para o dia 24 de fevereiro, o smartphone dobrável da Huawei é uma realidade para a qual se deverá preparar. Contudo, perante o elevado número de rumores, fugas de informação e simples especulação, o que é que podemos esperar deste produto?

Longe de ser a única fabricante a apresentar o seu smartphone dobrável em fevereiro, o Huawei Mate Fold (ou Mate Flex), é um dos segredos bem guardados na sede da fabricante chinesa, em Shenzen.

Chegará quatro dias após o smartphone dobrável da sua rival, Samsung e juntar-se-á ao grupo seleto de fabricantes que querem mudar o mercado mobile. Não lhe chamaremos revolucionário, não antes de conhecer oficialmente o produto e tudo o que ele possa fazer.

Huawei Mate Fold ou Flex?

Para já a única certeza que temos é que ele existe e que será apresentado durante o Mobile World Congress (MWC) em Barcelona. Esta informação foi divulgada por Richard Yu, o responsável máximo pelo departamento de dispositivos móveis da marca.

O executivo já em ocasião passada deu a entender que a marca estava a trabalhar neste novo conceito, isto em 2017. Entretanto, temos visto muito pouco sobre o smartphone dobrável da Huawei, mas com a publicação do seu convite, acabam-se as dúvidas.

O produto está pronto a ser apresentado, não há outra forma de o encarar quando contemplamos a imagem presente no convite oficial. Barcelona será assim a cidade escolhida para acolher este promissor dispositivo móvel da segunda maior fabricante mundial.

Um segredo bem mantido pela Huawei

Contudo, de acordo com a LetsGoDigital, o smartphone dobrável da Huawei chegará às lojas entre os meses de abril e maio de 2019. Claro, para já são apenas rumores ou fugas de informação de cariz dúbio mas, pelo menos, fazem-se acompanhar de representações digitais.

Os vulgos renders que, apesar de não representarem o produto final, dão-nos já uma ideia aproximada dos traços gerais do mesmo. Mais ainda, acredita-se que este seja o mecanismo que tornará o Huawei Mate Fold num smartphone dobrável.

Um primeiro olhar a este smartphone dobrável?

Já mais recentemente, a Huawei apresentou o seu primeiro router comercial preparado para as redes 5G. O seu nome? Balong 5000 e deverá integrar o promissor smartphone dobrável da marca liderada por Ren Zengfei.

Acredita-se que a Huawei queira ter um tablet que se pode transformar em smartphone e vice-versa. Assim sendo, poderemos ter uma nervura central, maleável ou bastante similar ao que encontramos no Surface Book, da Microsoft.

Nesse sentido, o smartphone dobrável tornar-se num bom candidato para usufruir ou dar uso à stylus da Huawei, a sua M-Pen. Contudo, volto a frisar que para já tal não foi confirmado por qualquer fonte oficial.

Acreditamos, sim, que a Huawei esteja a preparar um leque incrível de especificações e funcionalidades para este produto. Para já, as certezas são escassas, mas podem ser resumidas ao supracitado modem, ao formato dobrável e ao processador Kirin 980 da sua marca, HiSilicon.

As 3 certezas para o Huawei Mate Fold

Sendo fabricado de acordo com a arquitetura de 64-bits e a litografia de 7nm, este é um dos mais poderosos e eficientes processadores do mercado. Ademais, possui um NPU duplo (dois núcleos) dedicados inteiramente aos algoritmos de inteligência artificial ou machine learning.

Para dar resposta às tarefas diárias, o Kirin 980 conta com 4 núcleos orientados para a poupança energética com uma frequência máxima de 1.8Ghz. Em seguida apresenta dois núcleos, maiores, com uma frequência de 1.92Ghz. Por fim, temos ainda 2 núcleos mais poderosos com uma frequência de 2.26Ghz para dar resposta às tarefas mais exigentes.

Tudo o resto neste smartphone dobrável continua a pertencer ao reino da especulação. Por muito tentador que seja discorrer sobre o Huawei Mate Fold, é necessário permanecer fiel, em exclusivo, aos factos.

Entretanto, vimos também alguns rumores alusivos ao seu possível preço de venda na Europa. Aqui, o Huawei Mate Fold poderá custar cerca de 1495€, sendo assim um pouco mais económico do que a alternativa da Samsung.

Mais uma vez, até mesmo o seu nome ainda não foi confirmado pela sua fabricante. Em cima da mesa está a nomenclatura Huawei Mate Fold, mas não é de descartar o sufixo “Flex” ou simplesmente “Mate F”. Esperemos para ver.

Para que precisaremos de um smartphone dobrável?

As marcas, como a Huawei, precisam do smartphone dobrável para se reinventarem e ao mercado mobile. Depois de um 2018 pautado pela contração deste ainda grande esfera económica, o novo formato servirá um duplo propósito.

Gerar uma nova curiosidade, uma nova necessidade junto dos consumidores, principalmente dos mais adeptos de tecnologias móveis. Em segundo lugar, servirá para as marcas provarem a si, ao mundo e às rivais, aquilo que são capazes de fazer.

Já para o utilizador comum, as vantagens e a necessidade de ter um smartphone dobrável é, para já, questionável. Mas não tomem a minha palavra como última, eu ainda prefiro livros em papel…

E você, o que sente pelo Huawei Mate Fold ou pelo conceito de smartphone dobrável? Necessidade, curiosidade ou algo completamente distinto?

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Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

A Xiaomi lançou a sua linha de phablets Mi Max durante o ano de 2016 e agora, em 2019, assistiremos à chegada a 4.ª geração. O melhor de tudo? Já sabemos grande parte das especificações deste telemóvel Android!

O início do ano ficaria marcado pela chegada do telemóvel Redmi Note 7, mas agora a Xiaomi começará os seus lançamentos em nome próprio. Entre eles teremos não um, mas dois novos Mi Max 4 cujas características já foram parcialmente reveladas.

De acordo com as informações divulgadas na rede social chinesa, Weibo, temos a primeira lista de características para estes dispositivos Android. Serão dois novos gigantes, com ecrãs de 7,2 polegadas de diagonal. Mas, há muito mais para explorar!

Vamos conhecer o Xiaomi Mi Max 4

Em primeiro lugar, temos o telemóvel Xiaomi Mi Max 4. Este colosso chegará ao mercado Android com um ecrã de 7,2’’, tendo direito a um notch em forma de gota de água ou lágrima, no topo. Contará com o vidro Gorilla Glass 5, da Corning.

O seu processador deverá ser o Snapdragon 660 da Qualcomm, a mesma plataforma móvel do Redmi Note 7, apresentada em meados de 2017. Temos aqui um total de 8 núcleos de processamento com frequências máximas de 2.2GHz, núcleos Kryo 260.

O processador é construído segundo uma arquitetura de 64-bits, obedecendo também a uma litografia de 14nm. No departamento gráfico temos a Adreno 512, bem como o modem X12 LTE, entre outros componentes.

Contaremos, em seguida, com 64GB ou 128GB de armazenamento interno para este telemóvel Android. Valores que terão, respetivamente, 4GB ou 6GB de memória RAM no seu interior.

Já no seu departamento fotográfico, o Xiaomi Mi Max 4 apresentará uma câmara traseira dupla, com um dos sensores a ter 48MP de resolução. É, portanto, muito provável que seja empregue o sensor Samsung ISOCELL Bright GM1.

Bateria de 5800mAh neste telemóvel Android

A sua câmara frontal será composta por um único sensor, com 20MP de resolução, repousando no seu notch. Já, em seguida, temos também a indicação de uma bateria com 5800mAh de capacidade, bem como o carregamento rápido a 18W de potência.

Por fim, o Xiaomi Mi Max 4 utilizará o sistema operativo Android Pie 9.0, bem como a interface da própria marca, a MIUI 11. Esta versão, ainda não anunciada, está já a ser desenvolvida pela fabricante chinesa.

Perante tudo o que acaba de ser exposto, rapidamente chegamos à conclusão de que a sua autonomia será um dos seus pontos fortes. Contudo, nem todo o consumidor quererá um telemóvel com 7.2’’ de ecrã.

Teremos ainda o telemóvel Xiaomi Mi Max 4 Pro

Em segundo lugar, teremos uma versão reforçada para o telemóvel Android supracitado. O seu nome? Xiaomi Mi Max 4 Pro, um nome que se fará acompanhar com melhores especificações técnicas.

As principais melhorias encontrar-se-ão ao nível do processador. Neste caso, teremos o Snapdragon 675 da Qualcomm. Esta plataforma é composta por 8 núcleos de processamento, Kryo 460, com uma frequência máxima de processamento a 2.0Ghz.

O processador obedece a uma arquitetura de 64-bits, bem como a uma litografia de 11nm, sendo assim mais eficaz e poderoso do que o Snapdragon 660. É um processador mais recente e conta também com otimizações (boost) para tarefas intensivas como jogos no telemóvel.

Faz-se acompanhar pela gráfica Adreno 612 e conta também com um núcleo dedicado aos algoritmos de inteligência artificial. Mais ainda, temos também o modem X12 LTE entre outros componentes.

O que é que o torna “Pro”?

Em adição ao seu processador, o Mi Max 4 Pro conta ainda com um reforço em vários outros aspetos. Em primeiro lugar é referida a presença de um leitor de impressões digitais (sensor biométrico), já embutido no seu ecrã.

Em seguida, contamos com 6GB ou 8GB de memória RAM no interior deste telemóvel Android. Valores que se farão acompanhar por 64GB ou 128GB de armazenamento interno.

Em ambos os casos, não é referida o suporte para expansão de memória através de cartões de memória microSD, ainda que tal seja provável ao olharmos para as iterações anteriores desta linha de produtos.

Por fim, também a sua câmara traseira deverá apresentar melhorias. De acordo com a mesma fonte, teremos o sensor Sony IMX586 de 48MP, no primeiro dos seus dois sensores traseiros.

É sugerida ainda a capacidade de gravação de vídeo em câmara super lenta, o padrão Full-HD a 960fps. Algo que será possível graças à presença do supracitado sensor da Sony.

As demais especificações como a bateria de 5800mAh, a presença da MIUI 11, bem como a câmara frontal de 20MP permanecem inalteradas. Ainda assim, temos aqui bons componentes a diferenciar ambas as versões.

Os preços dos Xiaomi Mi Max 4 e Mi Max 4 Pro

Por fim, ao nível de preços, esta fonte sugere apenas os valores para o telemóvel Mi Max 4, a saber:

  • 4GB + 64GB por 1.599 yuan, cerca de 237 dólares ou 207 euros
  • 6GB + 64GB por 1.799 yuan, cerca de 267 dólares ou 234 euros
  • 6GB + 128GB por 1.999 yuan, cerca de 297 dólares ou 260 euros

Nos próximos dias deveremos ter mais novidades alusivas a este telemóvel Android, fique atento ao Pplware.

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Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

A quinta geração de memórias flash V-NAND permitiu à empresa coreana obter 20 vezes mais capacidade de armazenamento das convencionais de 64 GB, assim como uma velocidade 10 vezes superior aos cartões microSD.

A Samsung continua a explorar as capacidades de armazenamento dos dispositivos móveis e revelou a produção em série daquele que a empresa alega como o primeiro eUFS (embedded Universal Flash Storage) a ultrapassar a barreira de um terabyte (TB) para ser utilizada na próxima geração de dispositivos móveis. A empresa liderada por Moon Jae-in havia anunciado em agosto passado um investimento “gigantesco” na inovação, e nos alicerces para o aumento de produção de tecnologia. Só na unidade de produção de chips de memória, a Samsung terá investido cerca de 139 mil milhões de euros em infraestruturas.

A empresa acredita que a oferta de smartphones com 1 TB de armazenamento vai aproximar a experiência dos dispositivos de nova geração aos típicos computadores portáteis. E a Samsung assume o compromisso de oferecer o stock necessário de memórias aos fabricantes dos próximos dispositivos topo de gama, de forma a acelerar o crescimento global do mercado mobile.

As novas memórias de 1 TB, baseado na tecnologia eUFS serão disponibilizadas no mesmo tamanho das anteriores versões de 512 GB. A duplicação da memória foi conseguida ao combinar 16 camadas empilhadas da memória flash V-NAND, combinado com um novo controlador desenvolvido pela gigante tecnológica.

Na prática, ao utilizar as memórias de 1 TB, os smartphones podem armazenar 260 vídeos gravados em 4K UHD, com duração média de 10 minutos. Atualmente, os dispositivos de topo com 64 GB conseguem guardar cerca de 13 vídeos equivalentes.

Mas ainda mais importante que a capacidade de armazenamento, a Samsung refere que a nova tecnologia dá um salto no que diz respeito a velocidade. É referido que a taxa de transferência ronda os 1.000 megabytes por segundo, ou seja, um vídeo de alta resolução com 5 GB será transferido na memória em cinco segundos, ou seja, 10 vezes mais rápido que os sistemas atuais oferecidos por cartões microSD.

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Facebook paga a utilizadores para recolher dados dos seus telemóveis, revela investigação do TechCrunch

Facebook paga a utilizadores para recolher dados dos seus telemóveis, revela investigação do TechCrunch

A empresa tecnológica lançou em 2016 uma aplicação onde, a troco de dinheiro, os participantes cedem dados altamente sensíveis de utilização dos seus smartphones. Uma investigação jornalística demonstrou que, apesar de ser legal, a iniciativa procurou contornar a política de privacidade da Apple e volta a colocar o Facebook no centro da polemica quanto à recolha de dados dos seus utilizadores.

Conhecida como “Facebook Research”, mas também como “Project Atlas”, o cerne do projeto consiste em pagar até 20 dólares (17,50 euros) aos utilizadores que instalem uma aplicação que permite ao Facebook um acesso profundo ao telemóvel de cada participante e às suas atividades online feitas a partir do mesmo.

Os contornos desta iniciativa foram revelados através de uma investigação do TechCrunch, website especializado em tecnologia. Segundo este órgão, a app, disponível desde 2016 e destinada tanto a sistemas operativos iOS como Android, permite ao Facebook obter um grau de “acesso quase ilimitado” a dados como e-mails, pesquisas nos browsers, histórico de localizações onde o utilizador esteve com o telemóvel, o histórico de logins das aplicações e conteúdos de mensagens privadas em aplicações de conversação.

Encarada pela empresa tecnológica como ferramenta de estudo de mercado, o website, escreve que esta aplicação gera dados que “podem potencialmente ajudar o Facebook a ligar hábitos de navegação e de utilização de outras apps com preferências e comportamentos de consumo” e que “essa informação pode ser usada para focalizar anúncios” consoante o perfil dos utilizadores.

Apesar de recolher dados altamente sensíveis dos seus utilizadores, o Facebook já se veio defender, dizendo que toda a gente envolvida no projeto fê-lo com consentimento e que este tipo de práticas é comum. Em resposta a um pedido de esclarecimento da BBC, a empresa rebate as acusações de espionagem e secretismo, lembrando que o projeto “se chama literalmente Facebook Research App” e que “todas as pessoas que se inscreveram para participar passaram por um processo claro de integração que lhes pediu permissão e que foram pagas”.

Na página onde os utilizadores podem descarregar a aplicação, o Facebook explicita que “haverão instâncias em que recolheremos dados, mesmo em apps que incluem encriptação, ou e sessões de pesquisa segura”, obrigando os participantes a concordar em não divulgar “qualquer informação sobre este projeto a partes terceiras”.

Contudo, um dos motivos para este projeto estar a gerar polemica prende-se com o público alvo da aplicação. O seu objetivo seria recolher dados de utilizadores entre os 13 e os 35 anos de idade, sendo que os participantes menores de idade teriam de obter aprovação parental. No entanto, um repórter do website Buzzfeed demonstrou no Twitter que essa medida de segurança se limitava a uma alínea a preencher com um e-mail e clicar num botão e que no formulário nem era mencionado que a aplicação era do Facebook. O jornalista da BBC, fazendo-se passar por uma criança de 14 anos, inscreveu-se sem precisar sequer de prestar dados.

Outra questão que o “Facebook Research” lançou é quanto à forma como o Facebook lidou com as políticas de privacidade da Apple. O TechCrunch explica na sua reportagem que esta nova aplicação tem enormes semelhanças com outra app lançada em 2014, chamada Onavo Protect – chegando as duas até a partilhar as mesmas linhas de código.

O Facebook comprou a Onavo em 2014, uma empresa especializada em recolha de dados. A sua principal app, a Onavo Protect, destina-se a ajudar os utilizadores a monitorizar a sua utilização de dados móveis, mas também permite a recolha dos seus dados de utilização. Por esse motivo, foi removida da App Store depois da Apple ter levantado questões quanto à possível violação das suas regras de privacidade – mantendo-se, ainda assim, disponível na Google Play para Android.

Contudo, o grande problema é que, tendo em conta que a Onavo Protect tinha sido proibida, o Facebook disponibilizou esta nova app de recolha de dados à mesma para iOS, contornando a vigilância da Apple. Para tal, visou diretamente os utilizadores através de um programa que a Apple oferece a empresas que queiram disponibilizar aplicações específicas aos seus funcionários por motivos de teste e de controlo de qualidade.

A comprovar-se, o Facebook abusou desta cedência ao disponibilizar o “Facebook Research” não aos seus trabalhadores, mas ao público em geral, ameaçando piorar as relações entre as duas empresas, que não têm sido as melhores – Tim Cook, CEO da Apple, tem vindo a criticar repetidamente as práticas de recolhas de dados do Facebook.

Apesar da Apple ainda não ter reagido oficialmente à reportagem do TechCrunch, o Facebook, em resposta, já prometeu que ia terminar o projeto junto dos utilizadores iOS. Contudo, a empresa também deixou claro à Business Insider que ia manter a aplicação ativa para os utilizadores Android.

Esta prática volta a colocar o Facebook no centro de debate quanto ao potencial uso indevido dos dados dos seus utilizadores. O maior escândalo que afetou a rede social ocorreu em março de 2018, quando se descobriu que a consultora britânica Cambridge Analytica (que encerrou em maio do ano passado) utilizou uma aplicação de recolha de milhões de dados de utilizadores da rede social e que foram alegadamente utilizados na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, em 2016. Pelo seu envolvimento, a empresa de Mark Zuckerberg foi multada em 560 mil euros no Reino Unido .

Dos 87 milhões de utilizadores que se estima que tenham sido afetados, 63 mil podem ter sido portugueses. Por essa razão, no passado mês de novembro, a DECO decidiu pôr o Facebook em tribunal por uso indevido dos dados dos utilizadores.

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10 anos depois, as melhores apps pertencem ao mesmo sistema operacional

10 anos depois, as melhores apps pertencem ao mesmo sistema operacional

Já parou para pensar no que distingue um vulgo telemóvel de um smartphone Android ou iOS? E não, não vale dizer o preço. A resposta certa (uma delas pelo menos) seriam as aplicações ou simplesmente os apps do seu dispositivo.

Seja o Fortnite ou o Google Drive, todos temos vários apps nos nossos smartphones, sejam eles Android ou iOS. São estes “mini” programas que tornam os nossos telefones em algo mais inteligente, mais “smart”.

Seja para diversão ou para produtividade, as apps são da mais crucial importância para o nosso smartphone, seja ele Android ou iOS. Por conseguinte, o sucesso de todo um sistema operativo pode ser ditado pela qualidade da sua loja de apps.

O que é um smartphone sem os apps?

Uma tese que certamente encontrará acolhimento junto de todo e qualquer antigo utilizador de um smartphone Windows Phone. Por muito virtuosa que fosse toda a plataforma, ao não cativarem o interesse dos programadores, a plataforma acabou por definhar.

É precisamente por isso que o sistema operativo Android é o mais popular em todo o mundo com cerca de 80% de quota de mercado. Na sua loja de apps qualquer programador pode publicar os seus conteúdos, sendo o custo de tal muito reduzido.

O sistema operativo Android prima pela abertura

Entretanto, vemos também milhares de apps de programadores independentes, não só na PlayStore, mas também em portais dedicados. Veja-se o excelente exemplo do portal XDA Developers onde reina a iniciativa independente.

Em contraste, algumas dos apps para Android podem apenas ser descritas como lixo eletrônico. Não estando sequer no mesmo patamar de qualidade do que as suas equivalentes iOS, para dispositivos Apple.

Algo que era verdade há 10 anos, e volvida já uma década, continua a ser igualmente aplicável. Existe uma miríade de apps para o sistema operativo Android, é certo. Contudo, uma grande percentagem destas não pode sequer ser comparada ao nível de qualidade dos apps para iOS e dispositivos Apple.

Infelizmente, isto acarreta algumas desvantagens

Mais concretamente, podemos pegar em nomes bem conhecidos, em apps que todos temos nos nossos smartphones. O Instagram, o Facebook e o caso paradigmático do Snapchat. Sobretudo neste último app, a diferença entre a versão Android e iOS é bastante notória.

As diferenças são visuais, com os apps iOS a denotar um maior cuidado ou polimento, mas não só. Também a nível funcional, de estabilidade e mesmo de funcionalidades, os apps para iOS continuam a superar as equivalentes para Android.

Vários apps são simplesmente melhores na plataforma iOS

E se estas diferenças são perceptíveis em apps extremamente populares, isto torna-se ainda mais gritante em aplicações mais específicas. Veja-se uma ferramenta de trabalho, edição de texto, gráficos ou algo mais exigente.

A culpa aqui pode também ser atribuída aos reduzidos filtros da PlayStore onde quase tudo pode ser publicado. Em claro contraste com a App Store do sistema operativo iOS onde a Apple aplica um rigoroso controlo de qualidade.

O resultado? Uma menor diversidade, mas uma maior coerência entre todo o conteúdo disponível na sua loja de aplicações. Algo que acarreta consequências imediatas e que vai, neste caso abonar, toda a imagem do sistema operativo.

O problema do sistema operativo Android?

Torna-se também mais fácil, ainda que mais oneroso, compilar um app coesa para a plataforma iOS da Apple. Afinal de contas, existe um “numerus clausus” de dispositivos móveis a que o programador terá que prestar atenção.

Por outras palavras, o programador iOS sabe exatamente em quais smartphones o seu app irá correr. Por conseguinte, este tem um domínio completo e total sobre os requisitos de hardware e características dos dispositivos móveis.

Algo totalmente impensável na plataforma Android. Com milhões de smartphones distintos em circulação, este cenário não mudará tão cedo. Talvez com a chegada e implementação do Fuchsia, mas não antes.

Sem que seja sua culpa, o programador Android compila o seu app com uma mão-cheia de smartphones em mente. Em todos os demais, pode apenas esperar que corram igualmente bem, ou que pelo menos corram.

Ainda assim, notamos que há um crescente esforço de homogeneização da qualidade nos apps Android e iOS. Há mais cuidado, junto dos grandes estúdios e apps mais populares, para serem pelo menos tão boas como na plataforma iOS.

Contudo, continuarão a existir milhares de apps que nunca terão tanta atenção ou cuidado como as suas equivalentes para dispositivos Apple. Trata-se de uma tarefa hercúlea tendo em conta a quantidade de smartphones Android em utilização.

O controlo apertado da Apple garante a qualidade dos apps para iOS

Em suma, este paradigma advém de duas filosofias contrastantes. De um lado temos uma quase total abertura do sistema operativo. Do outro, um controle quase asfixiante de tudo o que entra na sua plataforma.

Algo que, consequentemente, atrairá públicos diferentes para o sistema Android e para o sistema iOS da Apple. Por muito que escolhamos não o dizer ou pensar, este é o status quo em 2019, tal com o era em 2009.

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