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Nova técnica de química transforma resíduos de plástico em combustível limpo

Nova técnica de química transforma resíduos de plástico em combustível limpo

Os resíduos plásticos estão a invadir os oceanos e estão a contaminar o planeta. Várias ações têm sido tomadas para conter o uso de plástico. Por outro lado, investigadores desenvolveram uma técnica revolucionária onde quimicamente conseguem transformar resíduos plásticos em polímeros úteis – ou até mesmo em combustível limpo.

Mas, como será transformar lixo plástico em combustível amigo do ambiente?

Mais que reciclar é transformar o plástico num consumível limpo

Sacos, garrafas, caixas, pratos, garfos, copos e palhinhas de plástico formam concentrações eternas de lixo. Tudo isto está a contaminar o mundo. Igualmente, esta poluição está já a ser “consumida” pelos humanos, através do canal alimentar. Urgem medidas que trabalhem de forma reversa.

Assim, o  desenvolvimento destes cientistas debruça-se numa nova técnica que trabalha o polipropileno.

De acordo com um novo artigo publicado na revista Sustainable Chemistry and Engineering, este produto químico é usado para fazer de tudo, desde brinquedos a recipientes de comida.

A nova abordagem levou os investigadores a superaqueceram a água para converter o plástico num combustível tipo gasolina que poderá ser usado para abastecer veículos convencionais.

A nossa estratégia é criar uma força motriz para a reciclagem, convertendo resíduos de poliolefinas numa ampla gama de produtos valiosos, incluindo polímeros, nafta (uma mistura de hidrocarbonetos) ou combustíveis limpos.

Referiu Linda Wang, investigadora da Universidade de Purdue e líder da equipa por trás da nova técnica, num comunicado de imprensa.

Com base no que está a ser desenvolvido, esta tecnologia de conversão tem o potencial de aumentar os lucros da indústria de reciclagem e reduzir o stock mundial de resíduos plásticos.

Lixo que pode ser um produto lucrativo até para o ambiente

O polipropileno corresponde a cerca de 23% dos cinco mil milhões de toneladas de resíduos plásticos que foram lançados em aterros sanitários e no meio ambiente, de acordo com dados recentes.

Isto significa que se pudesse ser uma commodity valiosa, criaria um enorme incentivo para recuperar e reutilizar.

A eliminação de lixo plástico, seja reciclado ou atirado para fora, não significa o fim da história. Estes plásticos degradam-se lentamente e libertam microplásticos e produtos químicos tóxicos na terra e na água. Isso é uma catástrofe, porque uma vez que esses poluentes estão nos oceanos, são impossíveis de recuperar completamente.

Frisou a investigadora Wang.

Portanto, mais que o esforço em substituir e recolher o plástico, para o “tratar”, há uma nova abordagem lucrativa. Usar este lixo para criar riqueza, transformando o plástico em combustível limpo.

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Atendimento de qualidade para seu cliente

Atendimento de qualidade para seu cliente

Usar a tecnologia e treinar os vendedores são dois passos cruciais; 86% dos consumidores pagariam mais para ter uma boa experiência de compra

Para se adaptar ao novo perfil do consumidor, muito mais informado e exigente, as empresas precisam se preparar. Um levantamento feito pela Cisco aponta que 89% dos compradores deixaram de comprar em determinados varejistas após passar por experiências ruins de atendimento. Para esse cliente – 86% deles – vale pagar mais para ter uma boa experiência de compra. Porém, 30% das empresas da área têm uma postura reativa à transformação digital. Mudar esse pensamento pode ser crucial para o negócio: investimentos mais eficientes em tecnologia poderiam movimentar mais de US$ 506 bilhões em todo o mundo.

Tratar consumidores como números se tornou uma estratégia perigosa, já que esse tipo de pensamento exclui a personalização e não antecipa necessidades, como explica Roberto Kanter, especialista em varejo, serviços e tecnologias. “Antigamente, durante a expansão dos negócios, as empresas optavam pelo ‘ou’: ou vendiam de uma forma ou de outra. Com o avanço das tecnologias, esse modelo de negócios se tornou inviável e a inclusão de canais de venda ganhou espaço”, diz.

Consultor de TI e negócios, exemplifica com uma questão simples, a troca de produtos. “Você ganha um presente no tamanho errado, vai até a loja para trocar e passa por uma experiência infernal. O vendedor o atende mal, pois acredita que você não comprará mais nada e, assim, ele não ganhará comissão”, diz. Em atendimentos pela internet, as experiências podem ser ainda piores. “Você tenta achar um telefone ou email para entrar em contato com o varejista, mas não acha. Preenche um formulário eletrônico, espera três dias e nada acontece”, completa Hajjar.

Cultura de excelência 

Dois passos são cruciais para aprimorar a assistência ao consumidor: a cultura organizacional e o estabelecimento de processos com o uso da tecnologia. De acordo Hajjar, a corporação deve genuinamente atender bem o seu cliente e passar essa mensagem para todos os colaboradores. “As empresas têm que treinar todos os funcionários para atender de maneira personalizada, sabendo as preferências de compra do consumidor e como ajudá-los”, diz. Segundo ele, é importante também que gestores acompanhem e monitorem os colaboradores, garantindo o bom atendimento e sabendo o que fazer em cada caso.

A partir disso, vem a tecnologia para automatizar processos e criar instrumentos para que a equipe exerça um trabalho satisfatório. Assim, dois passos devem ser priorizados na transformação digital da empresa, de acordo com Hajjar. O primeiro é integrar os sistemas e os dados. O segundo é usar a tecnologia para fornecer um excelente atendimento ao cliente em qualquer canal  (telefone, internet, email, chat etc). Segundo ele, esses canais devem estar integrados, em uma experiência omnichannel, conceito que integra lojas físicas, virtuais e o comprador, misturando os mais diferentes meios de compra em um único contato.

Com base nisso, a integração entre o CIO e todas as áreas da empresa é fundamental, principalmente com as áreas de marketing, vendas e atendimento.

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Web Summit: Como as startups inovadoras querem mudar o mundo e ajudar as pessoas

Web Summit: Como as startups inovadoras querem mudar o mundo e ajudar as pessoas

No primeiro dia oficial do Web Summit o palco central estreou-se com “pitchs” de pequenas startups repletas de ideias e sonhos…

As “hostilidades” do Web Summit arrancaram com ideias inovadoras de pequenas startups espalhadas pelo mundo, que pretendem desenvolver negócios baseados, sobretudo, nas necessidades da sociedade. Foram 13 empresas as que em poucos minutos tiveram de “vender” as suas ideias a uma plateia bem composta de potenciais empreendedores. Entre os nervos do cronômetro que limitava as intervenções, e as ideias mais ou menos alinhavadas, houve propostas muito diversificadas.

Veja-se o exemplo da Koru Kids, uma startup que pretende oferecer serviços de baby sitting através de uma app para as famílias ou empresários que não têm muito tempo para tratar das suas crianças. O sistema tem algoritmos avançados que escolhe as melhores amas para as necessidades dos pais. E a The Pasta Haters, que tem como missão tornar o mundo mais limpo, ao disponibilizar uma plataforma onde as pessoas podem facilmente comprar e vender os seus bens em segunda-mão ou produtos “vintage”, evitando que estes sejam deitados no lixo.

Outras empresas procuram explorar o negócio da burocracia, neste caso diminuir o tempo e custos para abrir uma empresa. A Huckleberry pretende acabar com os longos formulários e intermediários, utilizando BIG data e machine learning para a criação de uma aplicação personalizada a cada entidade. E se quiser investir em criptomoedas e não entende o negócio, a CoinBundle oferece pacotes de moedas virtuais e acesso a créditos bancários caso não tenha dinheiro disponível para aplicar. Uma startup apresentou uma ideia ligada ao acesso instantâneo de seguros de viagem, por exemplo, através de uma aplicação. Pode alugar um carro e adquirir um seguro para apenas um dia na solução da Curva, uma plataforma que dispensa intermediários, refere o seu fundador.

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Os negócios de impacto social são o modelo de impacto do futuro

Os negócios de impacto social são o modelo de impacto do futuro

Ao contrário do que muitos podem pensar lucratividade e impacto social positivo não são excludentes. É possível montar uma empresa e fazer o bem ao mesmo tempo.

E já que vivemos no Brasil, um país com uma desigualdade social acentuada, essa possibilidade já desperta atenções. E não é só a desigualdade social. Também há a desigualdade de oportunidades no mercado de trabalho e a desigualdade de escolaridade, que por sua vez tem impactos profundos na economia. Geralmente pessoas vindas de famílias mais pobres, têm menor chance de obter níveis mais altos de educação, portanto, têm menos probabilidade de conseguir uma posição melhor na sociedade, de ter uma profissão de prestígio e uma melhor remuneração. O país inteiro perde com isso.

Nesse cenário, a existência de um novo modelo de negócios, os negócios com impacto social e em especial aqueles que integram o setor de microfinanças, são uma esperança para solucionar os problemas socioambientais do Brasil, amenizar a desigualdade social e combater a pobreza.

Uma nova tendência

Os diferentes tipos de organização de uma sociedade podem ser divididos em três setores: oprimeiro setor, formado por entidades governamentais; o segundo setor, feito por empresas com fins lucrativos e o terceiro setor, formado por organizações sem fins lucrativos. Os negócios sociais aparecem nesse contexto como uma nova tendência, um setor híbrido entre as empresas e as organizações sem fins lucrativos. O chamado setor dois e meio.

Em linhas gerais, um negócio de impacto social nasce ou se desenvolve em uma organização já existente quando há o propósito de resolver um problema socioambiental através de uma atividade comercial. Dessa forma, com a venda de um produto ou serviço, promove-se impacto social positivo com sustentabilidade financeira.

Negócios sociais podem ser tanto ONGs com geração de receita própria, conectada ou não ao modelo de impacto da organização, quanto cooperativas e negócios que buscam impacto social, com distribuição ou não de dividendos. Apenas ficam de fora do grupo as organizações da sociedade civil sem geração de receita, ou seja, que financiam suas atividades apenas com doações de terceiros.

Segundo a Força Tarefa de Finanças Sociais, o campo dos negócios sociais movimentou R$13 bilhões em 2014 no Brasil. O objetivo dessa organização é articular investidores, empreendedores, governos e parceiros para que em 2020 o montante investido seja de R$50 bilhões.

De onde veio o Negócio Social

O termo “Negócio Social” começou a ter mais popularidade depois dos trabalhos desenvolvidos por Muhammad Yunus, um professor de economia de Bangladesh, quando começou a emprestar dinheiro do próprio bolso para trabalhadores pobres, que não tinham acesso a crédito. A partir desse trabalho Yunus criou o Grameen Bank, primeiro banco de microcrédito do mundo, passando a multiplicar oportunidades na base da pirâmide. Ele viu que a taxa de inadimplência era muito baixa e com os pagamentos que recebia de volta fez crescer o negócio. Anos depois Yunus foi reconhecido como pai dos Negócios Sociais, ganhou o Nobel da Paz em 2006 e viu o microcrédito ser adotado no mundo todo por grandes bancos.  Hoje, o Grameen Bank é um negócio social de sucesso que une a atividade lucrativa do empréstimo com uma necessidade latente em seu país: a dificuldade de acesso a crédito.

Essa é a filosofia: todo empreendedor social quer fazer o bem e lucrar no caminho. A diferença está na forma como se lida com o lucro.

Para Yunus a relação entre a maximização do lucro e a obtenção de benefícios sociais é conflitante. Não que ele seja contra a busca por lucro, mas pontua que este deve ser reinvestido em sua totalidade na organização. É, portanto, contra a distribuição de dividendos obtidos em negócios sociais para seus acionistas.

Do outro lado, há a perspectiva de que a distribuição de dividendos faz parte da lógica mercadológica e não deveria ser excluída pelos negócios sociais. Pelo contrário, isso criaria condições para que a organização receba mais investimentos e multiplique seu impacto social. Cabe a cada empreendedor social encontrar o caminho mais coerente para si.

E no Brasil?

O primeiro negócio social no Brasil foi fundado em 1981: o Grupo Primavera, uma organização da sociedade civil baseada em Campinas, tem como objetivo desenvolver programas de educação complementar para meninas de 6 a 18 anos, uma atividade comum de muitas ONGs. O diferencial dessa organização é a sua receita, proveniente da venda de produtos artesanais, feitos pelas próprias beneficiadas.

Um exemplo mais recente é o Moradigna, negócio social fundado em 2014, que tem como objetivo principal realizar reformas residenciais em bairros da zona leste de São Paulo. Na periferia, os preços e condições de pagamento são acessíveis, condizentes com a realidade dos clientes. Um problema resolvido é a insalubridade. Além de ter uma casa mais bonita, o morador fica mais blindado contra doenças e tem menos desconfortos gerados pelo mofo, umidade e outros fatores.

Atualmente, são 579 negócios sociais no Brasil – de acordo com 1º Mapeamento de Negócios de Impacto Socioambiental, de 2017 – dos quais 70% estão formalizados e 40% têm menos de 3 anos de fundação. Essa lógica de fazer negócios, ainda é nova e por isso pouca conhecida. É, no entanto, o modelo de impacto do futuro por quatro motivos:

1- Como uma empresa lucrativa, os negócios sociais têm mais sustentabilidade do que organizações sem fins lucrativos que sobrevivem apenas com doações, capital proveniente de editais ou programas governamentais. Com uma economia global desequilibrada e em um país de política instável, não podemos mais condicionar o impacto social ao capital de terceiros. Procurar um modelo de gestão que também busque o lucro se faz necessário para ter controle sobre suas próprias atividades.

2- Um negócio social tem grande potencial para escalar quando comparado a outros tipos de organização. Suas atividades estão desenhadas de modo que, quanto maior for o impacto positivo gerado, maior será o lucro dessa organização.

3- Hoje em dia os consumidores, investidores e parceiros querem saber se as empresas fazem algo mais do que apenas oferecer um produto ou serviço, se tratam bem seus funcionários, se mitigam sua pegada de carbono e respeitam o meio ambiente. Eles procuram por empresas que estão fazendo o bem e isso pode ser um fator decisivo em suas escolhas. As pessoas sentem uma conexão especial com empresas que compartilham de seus valores.

4- Negócios sociais têm facilidade para contratar e reter colaboradores. Os melhores candidatos levam em consideração uma série de fatores antes de decidirem para onde levarão suas habilidades. O salário por si só já não é mais suficiente. Eles procuram por empresas que tenham os mesmos valores e objetivos que os deles.

O modelo de impacto do futuro

A consciência coletiva aos poucos vai evoluindo sua percepção sobre temas como a ecologia, a igualdade de gênero e o trabalho escravo. Sabemos que o mundo vem se desenvolvendo de maneira insustentável. Também sabemos que para dar uma vida melhor às próximas gerações temos de mudar. A geração dos millennials, aqueles que nasceram depois 1982, não quer trabalhar com algo que não tenha propósito. Para essa geração as empresas não podem oferecer as mesmas coisas que ofereciam aos seus pais e avós há 20 ou 50 anos atrás. Esta geração está comunicando às lideranças mundiais que a gestão tradicional das empresas e dos negócios deve mudar e ser feita com propósito. Não é à toa que os negócios sociais estão se multiplicando.

Os negócios sociais nos mostram como pode ser o futuro do mundo corporativo. São negócios que inspiram confiança, competem no livre mercado e estão construídos de forma a solucionar ou amenizar os maiores problemas enfrentados pela humanidade. Desde ao desafio dos sem teto e abuso de drogas, à saúde mental e assistência social – os negócios sociais estão atuando na ponta, criando oportunidades e reduzindo desigualdades.

Empreendedores sociais estão mostrando aos empreendedores e executivos dos negócios tradicionais como o impacto social e o lucro podem andar de mãos dadas.

Se estamos dispostos a encarar os desafios e incertezas dos anos que estão por vir, nós deveríamos olhar para o modelo dos negócios sociais com mais atenção. Uma inspiração e um caminho para entendermos como criar uma economia que funcione para todos.

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Atenção: contas de Instagram estão sendo roubadas

Atenção: contas de Instagram estão sendo roubadas

Diversos utilizadores com milhares de seguidores referem que as suas contas do Instagram foram alvo de hacking.

O padrão é comum: quando os utilizadores visitam a sua conta no Instagram verificam que esta está desconectada, e ao tentar aceder, inserindo as respetivas credenciais, o sistema afirma que o nome de perfil não existe. São utilizadores do Instagram com milhares de seguidores que ao verificarem a sua conta notam que o nome e foto foram alteradas do seu perfil. O mesmo para o número de telefone e o endereço de email tem agora uma extensão de origem da Rússia (.ru).

Segundo o Mashable apurou, centenas de utilizadores foram vítimas de um ataque de hacking na última semana, vendo as suas contas roubadas e alteradas. Segundo a plataforma analítica Talkwalker foram publicadas mais de 5.000 mensagens no Twitter, de cerca de 900 contas distintas a referir roubos de contas no Instagram em apenas uma semana. Outras redes sociais foram igualmente utilizadas para reportar a situação, entre pedidos desesperados de ajuda.

Apesar dos dados pessoais das contas terem sido alterados, os hackers não apagaram o conteúdo das mesmas, nem têm feito qualquer tipo “post”. Outro padrão comum é que os utilizadores não tinham a segurança de autenticação de dois fatores ativa, que aumenta a segurança da conta quando esta é acedida num dispositivo desconhecido. Ainda assim, existem relatos de vítimas com a medida extra ativa.

O Instagram já está a investigar a ocorrência, deixando algumas dicas para os utilizadores protegerem as suas contas.

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Google insiste em afirmar que a privacidade está nas mãos dos utilizadores

Google insiste em afirmar que a privacidade está nas mãos dos utilizadores

A tecnológica é acusada de guardar informação sobre a localização dos utilizadores, mesmo quando estes não o autorizam, mas a empresa alega fornecer descrições claras das suas ferramentas.

A agência de notícias Associated Press (AP) acusa a Google de guardar informação sobre a localização dos utilizadores através de muitos dos seus serviços para equipamentos Android e em iPhones, mesmo com a opção de localização suspensa.

A gigante tecnológica afirma que “existem várias maneiras diferentes de usar o Google para melhorar a experiência das pessoas, incluindo: Histórico de Localização, Actividade da Web e de aplicações e através dos Serviços de localização no dispositivo”, insistindo em declarações ao SAPO TEK que fornece  “descrições claras dessas ferramentas e controlos precisos”, pelo que os utilizadores as poderão “ativar ou desativar e excluir os seus históricos em qualquer momento”.

“As informações geográficas ajudam-nos a fornecer serviços úteis quando as pessoas interagem com os nossos produtos, tais como, resultados relevantes de pesquisa locais e previsões de tráfego”, explica a Google.

Em serviços como o Google Maps, o utilizador é recordado para que autorize o acesso à aplicação se a usar para navegar, permitindo a qualquer momento desligar a Location History e indicando que “os locais onde for não serão mais guardados”.

No entanto, a AP garante que isso não é verdade e que mesmo com a Location History suspensa, algumas aplicações do Google guardam automaticamente os dados da localização, e respetiva data, sem pedir autorização ao utilizador.

As suspeitas da Associated Press foram confirmadas por investigadores em ciências da computação na Universidade de Princeton, nos EUA.

Recorde-se que, depois de trabalhar em novas políticas de privacidade  e antes de entrar em vigor o regulamento europeu, a Google revelou algumas medidasem matéria de políticas de privacidade.

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Facebook corta o acesso a dados a centenas de milhares de aplicações

Facebook corta o acesso a dados a centenas de milhares de aplicações

Na sequência do escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook alterou as regras para que programadores e aplicações tivessem acesso aos dados dos utilizadores. Quem não seguiu o novo processo, está a deixar de ter acesso.

Facebook anunciou que está a cortar o acesso aos dados dos utilizadores a centenas de milhares de apps. Durante a conferência F8 para developers, em maio, a empresa tinha anunciado um novo processo de revisão, que passa pela assinatura de novos contratos sobre a recolha de dados e pela verificação de autenticação das aplicações e criadores. O prazo estabelecido na altura foi o dia 1 de agosto e a empresa está mesmo a cortar o acesso a quem não cumpriu as novas políticas, noticia o The Verge.

A decisão de revisão Facebook foi tomada depois de ser revelado que a Cambridge Analytica obteve acesso a dados de mais de 87 milhões de utilizadores. A rede social de Zuckerberg revelou depois que várias apps tinham o mesmo nível de acesso, embora muitas estivessem já desativadas. Estas aplicações têm acesso à API do Facebook, o que lhes permite aceder aos dados em questão.

«Encorajamos que as apps que ainda estão ativas e que não tenham sido submetidas a revisão, que o façam agora», explica Ime Archibong, vice-presidente de parcerias de produto do Facebook. A empresa compromete-se a analisar todos os pedidos que lhe cheguem e que estejam completos com a informação solicitada.

Enquanto as apps estiverem a ser sujeitas a esta revisão, os programadores vão poder manter o acesso à API. Caso sejam verificadas as condições exigidas pelo Facebook, os acessos vão manter-se.

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Falha de segurança em mais de 3 mil apps para Android e iOS deixa dados de utilizadores vulneráveis

Falha de segurança em mais de 3 mil apps para Android e iOS deixa dados de utilizadores vulneráveis

A anomalia atingiu aplicações que utilizam a plataforma de armazenamento em nuvem da Firebase para arquivar dados dos seus utilizadores. A empresa responsável pela pesquisa aponta para mais de 100 milhões de dados desprotegidos.

Um estudo feito por investigadores da Appthority, empresa de segurança mobile, revelou que cerca de 2.200 bancos de dados não protegidos do Firebase fizeram com que mais de três mil apps iOS e Android vazassem dados de utilizadores.

Segundo a pesquisa, a Appthority descobriu 27.227 apps para Android e 1.275 aplicações do iOS armazenam os dados dos utilizadores na Firebase, uma popular plataforma na nuvem que foi adquirida pela Google em 2014. Dessas, 3.046 apresentaram vulnerabilidades de segurança, sendo 2.446 apps para Android e 600 para iOS.

A falha de segurança expôs mais de 100 milhões de registos, incluindo informações de saúde e dados de localização por GPS, entre outros, somando um total de 113 GB de dados expostos.

O Firebase é um produto da Google que contém ferramentas de backend para criar aplicações para dispositivos móveis e não protege os dados por padrão, exigindo que os programadores configurem a autenticação do utilizador por sua conta.

O problema detetado pela Appthority tem origem no facto dos programadores não protegerem corretamente os seus bancos de dados a partir do Firebase, deixando o conteúdo acessível a qualquer pessoa, segundo o site The Hacker News.

Os investigadores afirmaram que avisaram a Google antes de divulgar o estudo, bem como forneceram uma lista completa das aplicações inseguras. A Appthority também contatou alguns programadores dessas apps para ajudá-los a corrigir o problema.

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Google explica como gera os dados pessoais e mostra novas políticas de privacidade

Google explica como gera os dados pessoais e mostra novas políticas de privacidade

Com o RGPD à porta são muitas as empresas que estão a atualizar as suas políticas de privacidade. A Google juntou-se à “multidão” e esclarece como e porque recolhe os dados dos seus utilizadores.

Depois de ter vindo a trabalhar nas novas políticas de privacidade há mais de 18 meses e antes de entrar em vigor o regulamento europeu, a Google revelou algumas das mais recentes medidas. A tecnológica esclarece no seu blog que, embora não haja mudanças significativas nas configurações atuais ou na forma como os dados dos utilizadores são processados, as informações de como esses dados são recolhidos e para quê serão mais claras.

Para isso, faz uso de vídeos e ilustrações explicativas, admitindo que  “uma descrição visual pode ser mais fácil de entender do que apenas texto” e onde explica que as informações  recolhidas “ajudam a prestar um melhor serviço”.

A empresa também está a melhorar e a expandir os recursos que permitem aos utilizadores a exportação dos seus dados, adicionando mais serviços da Google, incluindo um controlo de dados mais refinado e criando uma nova configuração que ajuda as pessoas a programar downloads regulares.

Os mais novos não foram deixados de fora destas atualizações, com a Google a lançar o Family Link, uma ferramenta que permite que os pais possam gerir as experiências online dos seus filhos. Aos seus parceiros de negócio, a empresa esclarece quais são as alterações realizadas nas suas políticas de privacidade.

A gigante tecnológica esclarece que a política atualizada já está disponível para leitura e que todos os seus utilizadores serão informados por email.

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Lojas online (e Commerce)

Lojas online (e Commerce)

Loja online (e Commerce)

loja online  no seu site com uma das plataformas mais poderosas a nível mundial. Faça upload de fotos, mostre preços com desconto, permita cálculos automáticos de entregas impostos  e muito mais.

Totalmente responsivo

O criador de sites vem com uma solução de loja online integrada que funciona perfeitamente em desktop, tablet e smartfones.

Totalmente integrada

A loja online está completamente integrada com o layout do site.

Página de produtos

Escolha entre vários layouts para a página do produto e personalize as descrições conforme desejar.

Emails

Envie emails automáticos aos seus clientes a partir da sua loja online com a marca da sua empresa.

Pagamentos

Tem à sua disposição API de pagamentos,

Compra máxima/mínima

Defina o valor máximo/mínimo que o cliente deve gastar para terminar a encomenda.

Impostos

Regras automáticas da tributação

Downloads Digitais

Venda conteúdos digitais, como por exemplo arquivos de vídeo ou áudio, imagens e documentos.

Notificações de estoque

Receba notificações por email quando estiver com estoque baixo.

Exibir descontos

Incentive as conversões, mostrando a descida de preços e produtos com desconto.

Logística

Trabalhe com a empresa de logística que pretender, configurando facilmente as tabelas de entrega por peso, tamanho ou zona.

Tracking Codes

Coloque os códigos de rastreio nas páginas

Infraestrutura do site Online

Hospedagem em numa plataforma segura .

Certificado SSL

Os certificados SSL estão incluídos em todos os sites

Otimização automática

Todos os sites são optimizados automaticamente para o Google.

Serviço dinâmico

O seu site responde automaticamente ao tipo de dispositivo (desktop, laptop, tablet ou mobile) e o conteúdo é otimizado de acordo com o ecrã.

Backups do site

Crie backups de uma versão atual do seu site antes de fazer edições. Pode voltar a esta versão a qualquer momento.

Carregamento

O tempo de carregamento é significativamente reduzido.

Domínio personalizado

Utilize o seu domínio no site

Robots.txt

Incluído automaticamente, o robots.txt  informa os motores de busca quais as páginas que devem ou não ser indexadas pelos motores de busca.

Títulos das páginas

Controlo total sobre o título de cada página para obter a visibilidade ideal nos mecanismos de pesquisa.

Keywords e Descrições

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