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Enem eleva notas de corte na Fuvest

Enem eleva notas de corte na Fuvest

Medicina é o curso mais concorrido com nota de corte de 76 pontos

Erik Yudi acreditava que, com as questões que acertou, seria mais fácil ir para a segunda fase da Fuvest, vestibular para ingresso na Universidade de São Paulo (USP). Mas ele se surpreendeu. “Subiu demais a nota de corte”, diz o candidato de Medicina, de 20 anos, que conseguiu a aprovação por dois pontos.

A Fuvest divulgou nesta sexta-feira (8), as notas mínimas para a aprovação dos candidatos na primeira fase. Houve elevação em oito das dez carreiras mais concorridas. Só Jornalismo teve nota de corte menor — e Medicina, em Bauru, foi criada este ano.

As notas subiram ainda mais para os que tentam uma vaga na Medicina em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Para o curso, a alta foi de 10% — de 69 pontos para 76, em 90 possíveis.

Professores de cursinhos têm a explicação na ponta da língua: o crescimento tem relação com a redução no número de vagas oferecidas especificamente pela Fuvest, o que eleva a concorrência. Desde 2015, a USP adota o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como método alternativo de ingresso. Com isso, das 105 carreiras em oferta neste ano, mais da metade (58) teve aumento na concorrência pela Fuvest em relação à edição anterior.

No caso de Medicina, foram 135,7 inscritos por vaga, mais do que o dobro do ano anterior. O total de lugares pela Fuvest caiu de 295 para 125. É a primeira vez que a Medicina usará o Enem para selecionar candidatos – para 50 vagas. Além disso, a Fuvest não será mais utilizada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa, que oferecia 120 vagas na “conta” da carreira de Medicina em Pinheiros.

“Na maioria dos cursos, a nota de corte aumentou em 2 ou 3 pontos e isso é recorrente nos vestibulares”, diz o coordenador do Anglo, Daniel Perry. Segundo ele, a prova considerada mais fácil deste ano também explica, em parte, o crescimento da nota mínima. “Todo vestibulando que se prepara sabia que haveria um aumento, mas 7 pontos em Medicina é realmente impactante. O aluno que tinha feito 75 ou 74 ainda tinha a esperança de ser convocado.”

Candidato de Medicina na USP pela terceira vez, Yudi é um dos 359 selecionados para a segunda fase. Ele fez 78 pontos na primeira etapa e recebeu a notícia com alívio, mas viu a decepção de colegas. “Acabou surpreendendo todo mundo.”

Quem também está no páreo é Marina Bianco, de 26 anos. Formada em Direito, a aluna voltou ao cursinho para mudar de carreira e fez até cálculos para estimar a nota de corte. E não errou. “Minha conta feita em casa estava dando aproximadamente 75 ou 76.”

Preparação

Agora, Marina e Yudi querem aproveitar a oportunidade para estudar. E as festas de fim de ano terão de ser adiadas, pelo menos por alguns dias. “No ano passado, não comemorei o Natal. Fui ao Starbucks e fiquei estudando até fecharem. Neste ano, pretendo fazer a mesma coisa”, diz Yudi.

Para Eduardo Figueiredo, coordenador de Física do Objetivo, a ideia é não relaxar. “O aluno tem de manter o ritmo que teve o ano todo. É como uma olimpíada.” A segunda fase da Fuvest será aplicada nos dias 7, 8 e 9 de janeiro.

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Brasileiros não tem noção da realidade

Brasileiros não tem noção da realidade

Brasileiros não tem noção da realidade .O Brasil é o segundo país do mundo em que as pessoas mais têm a percepção equivocada sobre a realidade.

Segundo pesquisa realizada em 38 nações para avaliar o conhecimento geral e a interpretação que as pessoas fazem sobre o país em que vivem, os brasileiros só ficaram à frente dos sul-africanos.

A informação faz parte da pesquisa “Os Perigos da Percepção”, realizada pelo instituto Ipsos Mori e divulgada nesta quarta (6). O estudo apresentou aos entrevistados perguntas sobre a realidade de seus países e em seguida comparou a percepção das pessoas com dados oficiais.

O resultado indica que, por todo o mundo, há pouca familiaridade com temas de segurança, imigração, saúde, religião e mesmo tecnologia. Os países que lideram o chamado Índice de Percepção Equivocada são África do Sul, Brasil, Filipinas, Peru e Índia.

O ranking é o equivalente ao que, na mesma pesquisa realizada no ano passado, foi chamado de Índice de Ignorância, uma média computada a partir da diferença entre as respostas fornecidas pelos participantes do estudo (percepções) e os dados oficiais de cada país (realidade).

Naquela ocasião, o Brasil havia ficado em sexto lugar —por mais que não seja possível comparar diretamente os dois levantamentos, já que as perguntas eram diferentes.

“Em todos os 38 países analisados, cada população erra muito em sua percepção. Temos percepção mais equivocada em relação ao que é amplamente discutido pela mídia, como mortes por terrorismo, taxas de homicídios, imigração e gravidez de adolescentes”, disse o diretor de pesquisas do Ipsos Mori, Bobby Duffy.

Em escala global, apenas 7% das pessoas acham que a taxa de homicídios em seus países é menor do que a registrada no ano 2000, por mais que a maioria dos países tenha reduzido a quantidade de mortes desse tipo e apesar do fato de que o total de assassinatos caiu 29% nos locais pesquisados.

No Brasil, 76% dos entrevistados disseram achar que a taxa de homicídios é mais alta hoje do que era no ano 2000, por mais que o Ipsos indique que a taxa atual seja a mesma daquele ano.

De forma semelhante, apenas 19% dos entrevistados de forma global disseram achar que o número de mortes por ataques terroristas foi menor nos últimos 15 anos do que nos 15 anos anteriores, por mais que esta rubrica também tenha registrado queda.

Internacionalmente, as pessoas superestimam a quantidade de imigrantes que estão presos em cada um dos países. A percepção média é de que 28% da população carcerária é formada por imigrantes, quando o número real nos países em que a pesquisa foi feita é de 15%.

Além de tratar de dados sobre segurança, a pesquisa também testou a percepção internacional a respeito de alguns comportamentos.

O Brasil é o país em que a população tem a percepção mais errada a respeito da gravidez de adolescentes. Enquanto os entrevistados em média acham que 48% das meninas entre 15 e 19 anos dão à luz, o dado real é de 6,7%.

Por outro lado, o Brasil é um dos países em que menos se acredita que vacinas causem autismo. Apenas 10% dos entrevistados disseram concordar com essa relação.

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CNH com chip até 2019

CNH com chip até 2019

A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vai mudar novamente e abandonar o formato em papel para virar um cartão de plástico com microchip, que reunirá informações do motorista.

Uma resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que será publicada ainda nesta semana, promete que a mudança será feita até 1º de janeiro de 2019 – prazo final de adaptação dos Detrans estaduais ao novo modelo.

Ainda não há informações sobre possíveis diferenças no valor para tirar ou renovar a carteira de motorista – cada Detran deve definir o valor no momento da adoção da tecnologia.

Quem tiver o documento válido em papel não será obrigado a fazer a troca, que ocorrerá na hora da renovação.

De acordo com o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, a nova CNH deve reduzir as fraudes e aumentar a durabilidade do documento, além de possibilitar integração com outros países.

O formato de cartão “inteligente” se assemelhará a um cartão de débito/crédito convencional, com chip e gravação a laser dos dados do motorista.

A novidade também abre as portas para que o documento se torne mais “universal”, podendo (no futuro) servir para pagamento de pedágio ou transporte de ônibus e metrô, controle de acesso a prédios públicos e identificação biométrica (com cadastro das digitais no chip).

 Essas funcionalidades poderão existir por meio de convênios entre entidades públicas ou privadas com autorização do Denatran.

Metamorfose constante

A CNH teve diversas mudanças recentemente. Em janeiro deste ano, ela passou a ser emitida em um novo visual, com mais itens de segurança, marcas d’água e itens holográficos.

Em maio, o documento recebeu também o QR-Code – um código que permite checar os dados do motorista por meio de leitura com a câmera do smartphone.

Mas esse visual terá vida curta. Segundo o Ministério das Cidades, um estudo feito pela Universidade de Brasília (UNB) recomendou a alteração para o formato em cartão.

Além do documento físico, uma versão digital da CNH passou a ser oferecida em alguns estados desde outubro deste ano. Até 1º de fevereiro de 2018 o documento eletrônico, com acesso pelo celular, deve estar disponível em todo o país.

Também neste ano, foi criado o projeto para a Identificação Civil Nacional (ICN), que reunirá RG, título de eleitor, CPF e cadastro biométrico em um único cartão. A CNH e o passaporte continuarão separados.

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Projeto que regulamenta uso de drones

Projeto que regulamenta uso de drones

Projeto que regulamenta uso de drones a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (6) o projeto de lei do Senado (PLS 167/2017) que regulamenta o uso dos veículos aéreos não tripulados (Vants). De autoria do senador Wilder Morais (PP-GO), popularmente chamados de drones, os equipamentos são classificados de acordo com o uso: aeromodelos, para lazer, esporte, hobby ou competição; e Vants, geralmente usados para fins comerciais, de pesquisa ou experimentos, no qual se encaixa o uso pelas polícias no Brasil.

Pelo texto, depois de homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e autorizado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), os Vants poderão ser utilizados em situações como as ações de inteligência policial, monitoramento ambiental, de trânsito ou de fronteiras, no acompanhamento de alvos e no apoio a operações policiais, pois permitem a visualização remota de áreas perigosas, extensas ou de difícil acesso, substituindo helicópteros ou a presença física de policiais, de modo mais barato, rápido e seguro.

O emprego de Vants dotados de armamento ou totalmente autônomos fica proibido. O texto prevê ainda que os cursos de formação e capacitação dos agentes de segurança pública incluam conteúdo programático que os habilite a operar esses equipamentos.

A proposta estabelece ainda que, sempre que o uso do veículo por agentes de segurança pública violar a vida ou a integridade física das pessoas, será assegurada a imediata prestação de assistência e socorro médico aos feridos, assim como terão direito à indenização por danos morais e materiais.

Mudanças

Em seu relatório, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS) modificou o projeto para retirar a imposição ao Poder Público de dotar os órgãos de segurança pública com Vants. Com a emenda, passa a ser facultado aos estados o uso de drones, obedecidos os requisitos de regulamentação e fornecimento em quantidade e qualidade suficientes.

Outra emenda da senadora modificou a entrada em vigor da lei, caso aprovado o projeto. Em vez de 180 dias depois, a lei passa a valer no momento de sua sanção. O projeto é terminativo na comissão e se não houver a apresentação de recurso ao plenário da Casa, segue para discussão na Câmara dos Deputados.

 

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As tendências de TI que transformarão o desenvolvimento de software

As tendências de TI que transformarão o desenvolvimento de software

A forma com que as empresas adquirem, constroem, gerenciam e otimizam a tecnologia da informação (TI) está mudando significativamente nos últimos anos, e devem seguir se modificando, se repararmos nas tendências de TI e como elas vem sendo adotadas. A partir da computação em nuvem (cloud computing), das grandes análises de dados (Big Data), da conectividade móvel (mobile tech), há novos paradigmas e novos desafios também no desenvolvimento de software. Já não temos mais a tradicional área de desenvolvimento de sistemas, como norteador da geração de soluções para atender aos negócios. É preciso se reinventar, aproveitando as novidades para tornar o processo mais rápido, mais eficiente, mais barato de operar e mais fácil de usar.

É sobre isso que conversaremos neste artigo: você verá quais são as tendências de TI que estão transformando o desenvolvimento de software e como elas podem otimizar os resultados e a performance da sua empresa. Acompanhe!

Listamos a seguir as sete principais tendências tecnológicas que, de acordo com especialistas e publicações especializadas, devem transformar a forma com que as empresas desenvolvem e utilizam softwares para ganhar competitividade e melhorar seus processos internos. Veja:

1. Computação em nuvem (cloud computing)

De acordo com a IDC, o Brasil deve finalizar 2015 com crescimento de 5% no mercado de TI, apesar da crise econômica que vem enfrentando. A adoção da computação em nuvem vem como carro-chefe nesse crescimento, movimentando cerca de US$ 117 milhões.

O que torna a computação em nuvem tão poderosa é a capacidade de expandir facilmente os recursos para qualquer aplicação sem a compra de mais hardware. Precisa de mais capacidade? O seu provedor de nuvem pode oferecer mais em um instante.

Para a área de desenvolvimento de software, essa expansão de capacidade é fundamental, assim como a possibilidade de adquirir plataformas de desenvolvimento e testes como um serviço e não mais no modelo de licença, o que diminui os custos, já que a empresa paga apenas pelo que utiliza.

2. A virtualização de tudo

A virtualização transforma um conjunto heterogêneo de servidores em um único pool de recursos de computação que pode ser ajustado conforme a necessidade do negócio. A virtualização de servidores tem sido tão bem sucedida que os departamentos de TI estão começando a virtualizar tudo o mais no centro de dados, incluindo a criação de redes, segurança e armazenamento.

Para o desenvolvimento de software, virtualizar, além de diminuir custos e garantir disponibilidade, também facilita o trabalho em equipe, visto que não é mais preciso estar no escritório para acessar e operar as ferramentas de desenvolvimento e testes. Além de tudo isso, é claro que também existe um aumento significativo das capacidades de arquivamento e back up, que ganham um upgrade considerável.

3. Mobilidade

A adoção generalizada de dispositivos móveis tem tornado os fluxos de trabalho empresariais mais eficientes. Na área de desenvolvimento de software, a mobilidade tem tornado os processos mais colaborativos e melhorado a produtividade com automatização e inteligência, uma vez que por meio de qualquer dispositivo, em qualquer hora e lugar onde haja conectividade com a internet é possível desenvolver e testar soluções.

Isso tudo sem falar que já não é mais possível pensar no desenvolvimento de um software sem que ele seja otimizado para rodar em diversos dispositivos. Cada vez mais os sistemas precisam ser full web.

4. Big Data

O conceito de Big Data, que é o gerenciamento dos milhares de dados estruturados e não estruturados produzidos pela empresa e também coletados do mercado, também está revolucionando o desenvolvimento de softwares.

A partir do momento que a empresa tem tecnologia para minerar dados e analisá-los para extrair informações relevantes ao negócio, também o desenvolvimento de soluções a partir destes dados se torna mais interessante, tanto do ponto de vista de modelagem quanto de velocidade no desenvolvimento e testes.

5. Internet das Coisas

Com o avanço da internet das coisas (Internet of Things – IoT), a tradicional área desenvolvimento de softwares se vê diante do desafio de criar aplicações para objetos antes inimaginados. De acordo com a IDC, até o final de 2015, mais de 130 milhões de “coisas”, objetos do nosso dia a dia, terão conectividade no Brasil, o que nos coloca como detentores de mais de 50% dos dispositivos (coisas) conectados na América Latina.

Apesar de a maioria dos sistemas seguirem a mesma lógica de desenvolvimento do chamado modelo tradicional, preocupações com segurança se acirram, uma vez que é preciso separar as redes para que os aplicativos sejam mais facilmente monitoráveis e também controláveis.

6. Interfaces amigáveis e responsivas

Os usuários gastam muito tempo do seu dia a dia usando aplicativos móveis que estão muito bem e intuitivamente concebidos (de acordo com o Ibope, 36% dos brasileiros checa seus smartphones a cada 5 minutos). Assim, as pessoas querem o mesmo de seus aplicativos corporativos.

Para o desenvolvimento de software, isso deve significar aplicações cada vez melhor projetadas, com interfaces amigáveis e que se adaptem a todos os dispositivos e telas, tornando a utilização uma escolha do usuário, sobretudo para estimular a produtividade e acompanhar tendências como BYOD (a utilização dos próprios dispositivos no ambiente de trabalho), entre outras.

7. TI Bimodal

TI Bimodal, composta pela TI de classe empresarial tradicional, que é responsável por entregar serviços eficientes com altos níveis de excelência e confiabilidade e também pela chamada “TI de oportunidade” (a que aproveita novas oportunidades, com a criação de novos modelos de negócio), também é uma das tendências de TI que estão influenciando a área de desenvolvimento de software tradicional.

Ao mesmo tempo em que é preciso continuar criando soluções para suportar o ambiente de negócios evolutivo, também é preciso criar aplicações que tornem este ambiente mais ágil e flexível, aproveitando a conectividade e a geração extrema de dados de dentro do negócio, mas também vindos do mercado (redes sociais, transações financeiras etc.), ampliando o poder estratégico das empresas.

Para finalizar, é preciso dizer que, mais do que novos modelos tecnológicos, está no ar um novo modelo mental, que exige dos gestores de tecnologia da informação uma visão mais estratégica, ou seja, a junção do conhecimento técnico com uma atuação mais consultiva, que antecipe possibilidades e preveja oportunidades de negócio.

A utilização dessas tendências para otimizar o desenvolvimento de softwares, além de tornar a empresa mais competitiva, também a coloca no eixo do desenvolvimento centrado em aplicações melhores e diminuição das complexidades para os usuários.

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As 4 tecnologias que vão marcar o futuro do varejo de moda

As 4 tecnologias que vão marcar o futuro do varejo de moda

O varejo de moda é um dos segmentos de negócio que mais apresenta abertura para inovações, e segundo o relatório deste ano da Drapers sobre Tendências e Inovação, a revolução digital neste ambiente está em pleno andamento. O que vai diferenciar os varejistas é justamente a forma como cada um está incorporando estas novidades.

Fabricação sob demanda

Diferente do que acontece na fabricação tradicional, no modelo sob demanda os varejistas podem produzir rapidamente peças logo após o consumidor fazer sua compra online. Neste caso a produção que costuma demorar semanas, pode acontecer em apenas um dia.

Esta é uma tecnologia que reduz o desperdício, melhora a eficiência e elimina o estoque dos varejistas. Com isso eles podem se tornar mais sustentáveis e ainda manter um acompanhamento sobre os produtos que mais atraem a atenção e geram demanda por parte dos consumidores. Um modelo neste formato já está sendo testado pela gigante Amazon com um dispositivo inteligente de coordenação e uma linha de montagem automatizada.

Beacons em lojas de varejo

Beacons são aparelhos de proximidade que emitem informações, por meio da tecnologia bluetooth, diretamente aos smartphones cadastrados. A ideia, fortalece a chamada Internet das Coisas, e permite uma interação mais rápida entre varejista e seus possíveis clientes.

Eles já fizeram sua estreia em lojas de moda pelo mundo mas já existe um modelo mais avançado em desenvolvimento. O objetivo agora é conectar as experiências digitais e a loja depois que o consumidor sair da loja. Capturando dados sobre a movimentação do cliente na loja, os beacons enviarão ao cliente informações sobre os itens que ele não comprou para que eventualmente possa comprá-los posteriormente.

WeChat

Já não é novidade para ninguém que a China é um dos maiores e mais promissores mercados do planeta. Diante deste contexto, varejistas de moda do mundo todo estão apostando no WeChat — o “Facebook Chinês” — justamente para atender as necessidades dos clientes chineses.

Além de funcionar como canal de mídia, a plataforma facilita a vida tanto de consumidores quanto de varejistas, pois permite também o envio de dinheiro e a realização de pagamentos.

Pagamentos invisíveis

Simplificar o processo de pagamento é uma das principais prioridades deste segmento. Inclusive, operadoras de cartões de crédito, como Visa e Mastercard, já fizeram a estreia de algumas novas tecnologias de pagamento. A diferença é que ao invés de ter que inserir os detalhes do cartão, o dispositivo salva as informações do consumidor e permite que ele possa confirmá-las por meio reconhecimento facial ou pelas digitais.

O Check Mobile da Mastercard já faz o reconhecimento facial, enquanto a Visa oferece o sistema de pagamento invisível na loja Amazon Go, em Seattle. No segundo caso os consumidores são cobrados automaticamente pelos produtos no momento em que deixam a loja.

Estas são algumas das mudanças essenciais que a tecnologia está trazendo para o varejo da moda. Algumas apostas que devem transformar este mercado ao longo dos próximos 5 anos. Só nos resta aguardar.

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Confira as principais tendências apontadas pelo Fórum Econômico Mundial

Confira as principais tendências apontadas pelo Fórum Econômico Mundial

Carros autônomos, casas conectadas, inteligência artificial, impressão 3D – tudo isso faz parte de uma imagem de futuro que se delineia no horizonte. Mas como chegaremos até ela? Um estudo elaborado pelo Global Agenda Council, ligado ao Fórum Econômico Mundial, pode ajudar a vislumbrar esse processo com mais clareza, mostrando quais dessas tendências têm mais chance de se concretizar.

Quando equipe à frente do estudo levantou 21 tendências em tecnologia e as apresentou a mais de 800 pesquisadores e executivos do setor de tecnologia da informação e comunicação, perguntando a eles quando cada uma daquelas mudanças deveria se tornar realidade. Confira quais são as apostas.

10º LUGAR: 90% DA POPULAÇÃO ADULTA USARÁ SMARTPHONE

Data prevista: 2023
Singapura, Coreia do Sul e Emirados Árabes são os países que estão mais próximos dessa realidade – nesses locais, mais de 85% da população adulta já dispõe do aparelho. A tendência é forte, principalmente, nos países asiáticos, onde o uso do smartphone superou o do PC. Mas esse movimento já é observado até em países da África, como o Quênia, e deve acelerar à medida que o preço dos eletrônicos cair.

Importância: Maior participação econômica de pessoas que moram em áreas remotas ou menos desenvolvidas; maior acesso à informação, à participação cívica, à educação e a serviços de saúde e de instituições governamentais; desenvolvimento de novas habilidades e aumento da empregabilidade e expansão do mercado de e-commerce.

9º LUGAR: 5% DOS PRODUTOS DESTINADOS A CONSUMIDORES SERÃO FEITOS EM IMPRESSORAS 3D

Data prevista: 2025
A impressão 3D traz a oportunidade de que alguns produtos, hoje à venda em lojas, passem a ser produzidos sob demanda, em casa ou no escritório. Segundo o estudo, mais de 130 mil impressoras 3D foram vendidas em 2014, um aumento de 68% em relação a 2013. A maioria delas custou menos de US$ 10 mil e é adequada para uso em laboratórios, escolas e pequenos negócios. Esse crescimento também turbinou o mercado de produtos e serviços voltados para impressão 3D, que chegou a US$ 3,3 bilhões.

Importância: Criação de produtos voltados para nichos específicos, que ainda assim sejam economicamente viáveis; redução dos custos com logística, o que pode trazer ganhos significativos em consumo energético.

8 º LUGAR: PRIMEIRO CELULAR “IMPLANTÁVEL” SERÁ DISPONIBILIZADO COMERCIALMENTE

Data prevista: até 2023
Dispositivos poderão ser implantados para monitorar aspectos relativos à saúde (como o nível de glicose no sangue de um diabético), assim como comportamento, localização e comunicação do usuário. Um exemplo citado no estudo é o BrainGate, projeto da Brown University, que busca conectar o cérebro diretamente a computadores, a partir de um implante de eletrodos. A meta é fazer com que o computador decodifique sinais neurais em tempo real, permitindo que o usuário opere dispositivos externos a partir do pensamento.

Importância: Redução no número de crianças desaparecidas; melhor gerenciamento da saúde.

7 º LUGAR: PRIMEIRO GOVERNO A SUBSTITUIR O CENSO POR FONTES DE BIG DATA

Data prevista: 2023
Contamos com cada vez mais dados sobre cada comunidade e, também, mais ferramentas para compreender e gerenciar esse enorme volume de informações. Isso pode levar os governos a trocar os métodos tradicionais de levantamento de dados por programas automatizados – uma decisão que traria riscos e oportunidades significativos. Nesse cenário, o desenvolvimento de algoritmos e estratégias para obter dados confiáveis é vital.

Importância: Mais facilidade para tomar decisões em tempo real; oferta de serviços públicos mais eficientes; redução de gastos; novas possibilidades de trabalho.

6 º LUGAR: PRIMEIRO CARRO FEITO EM IMPRESSORA 3D ESTARÁ EM PRODUÇÃO

Data prevista: 2022
A impressão 3D ainda apresenta problemas em termos de velocidade, custos e tamanho. Mas a expectativa é que, com o passar do tempo, esses obstáculos sejam superados e a tecnologia se torne mais disseminada, levando à produção de itens extremamente complexos.

Importância: Maior rapidez no processo de desenvolvimento de produtos; praticidade na fabricação de peças; demanda crescente por designers de produtos; novas possibilidades de educação que usem o 3D como recurso didático; democratização da atividade criativa; nascimento de uma nova indústria, que produza material para impressoras 3D; oportunidades inéditas de produção no ambiente espacial.

5 º LUGAR: 10% DOS ÓCULOS DE LEITURA ESTARÃO CONECTADOS À INTERNET
Data prevista: 2023

O Google Glass é apenas o primeiro de uma série de possíveis equipamentos capazes de transformar nossa visão em uma interface virtual. A companhia MagicLeap, por exemplo, está desenvolvendo um dispositivo que permita sobrepor imagens digitais 3D a objetos do mundo real. O acesso direto a aplicativos e dados por meio dos olhos pode mudar radicalmente a forma como nós aprendemos, navegamos no ambiente virtual, gerenciamos informações e nos entretemos.

Importância: Auxílio de dispositivos visuais na realização de tarefas como cirurgias; novas oportunidades de interação para pessoas com deficiências físicas.

4 º LUGAR: SURGIMENTO DO PRIMEIRO FARMACÊUTICO ROBÔ NOS EUA

Data prevista: 2021
A robótica já está influenciando diferentes áreas produtivas, da indústria à agricultura. De acordo com a Federação Internacional de Robótica, existem hoje 1,1 milhão de robôs trabalhando, e as máquinas respondem por 80% do trabalho feito na construção de um carro, por exemplo.

Importância: Eficiência e economia na cadeia de suprimentos e logística; mais tempo de lazer para trabalhadores.

3 º LUGAR: UM TRILHÃO DE SENSORES ESTARÃO CONECTADOS À INTERNET
Data prevista: 2022

Os computadores vêm se tornando cada vez mais potentes e os custos com hardware, cada vez mais baixos, o que torna viável a ascensão da IoT, sigla em inglês para internet das coisas.  Sensores inteligentes já estão disponíveis no mercado a preços competitivos e especialistas acreditam que, no futuro, cada objeto poderá estar conectado a uma onipresente infraestrutura de comunicação.

Importância: Maior eficiência no uso dos recursos disponíveis; aumento na produtividade; redução de gastos com sistemas de entrega; incremento da segurança (em diversas áreas, do transporte aéreo à qualidade dos alimentos); maior eficiência logística; surgimento de novos negócios; uso de “digital twins” para monitoramento e controle de equipamentos; sistemas capazes de reagir de maneira autônoma a mudanças ambientais; e ampliação do conhecimento, graças aos dados coletados por objetos inteligentes.

2 º  LUGAR: 90% DAS PESSOAS TERÃO ACESSO A ARMAZENAMENTO ILIMITADO DE DADOS

Data prevista: 2018
A capacidade de armazenamento já evoluiu tremendamente nos últimos anos, numa tendência liderada pelo Dropbox e pela Amazon. Ainda assim, o serviço, cuja gratuidade está associada à presença de anunciantes, torna-se cada vez mais necessário. Segundo o estudo, estima-se que a quantidade de informação gerada pelas empresas dobre a cada 1,2 anos.

Importância: Impacto positivo no mundo jurídico, assim como no meio acadêmico; maior eficiência em operações empresariais; extensão da memória pessoal.

1 º LUGAR: 1 EM CADA 10 PESSOAS USARÁ WEARABLES

Data prevista: 2022
Diversas iniciativas já buscam integrar o guarda-roupa ao mundo digital. Exemplo disso é o Apple Watch, que conta com muitas das funções disponíveis em um smartphone. Uma pesquisa conduzida pela Accenture mostrou que, embora apenas 12% dos consumidores planejassem comprar um smartwatch ao longo do ano; 41% deles estavam dispostos a adquirir o produto dentro de um período de cinco anos.

Importância: Melhor gerenciamento de aspectos relativos à saúde; mais dados para subsidiar tomadas de decisão; redução no número de crianças desaparecidas.

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Salário na área de TI

Salário na área de TI

Vale a pena trabalhar na área de TI?

Os salários são apresentados em um quadro que contém as seguintes informações: Cargos e Salários (do nível Júnior ao Sênior) em ordem alafabetica.

Conforme acompanho e vivo o dia a dia da área de Ti, atualmente existe uma falta muito grande de profissionais, então decidi postar essa tabela dos salários médios de profissionais da área de ti baseado em uma pesquisa salarial da Desix Software Solutions.

Acredito que ao divulgar os salários da área de TI, podemos atrair mais pessoas para preencherem as vagas de emprego que estão disponíveis. Os salários são bons e por isso são um bom atrativo para quem quer ingressar na área. Mas cuidado, se você está avaliando ingressar na área e ainda tem dúvidas, pesquise e verifique se você tem o perfil da área de TI. A evasão em cursos superiores de educação tecnológica chega a 82%, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).

 

 

Cargo Salário (R$)
Júnior Pleno Sênior
Administrador de banco de dados (DBA) 3.922,33 5.255,67 8.376,33
Administrador de rede 3.953,71 4.411,43 6.242,86
Analista de dados 3.200,00 4.500,00 6.000,00
Analista de Infra 4.200,00 5.000,00 6.500,00
Analista de microinformática 2.700,00 3.400,00 3.850,00
Analista de negócios 5.096,00 5.675,00 6.033,00
Analista de org. e métodos 2.500,00 4.500,00 5.000,00
Analista de processos 2.500,00 3.200,00 4.500,00
Analista de produção 3.973,00 4.106,67 5.002,33
Analista de projetos de sistemas 3.713,67 5.215,33 7.415,33
Analista de segurança de informações 4.406,00 4.588,00 6.488,33
Analista de sistemas 4.761,33 6.284,33 7.620,33
Analista de sistemas de internet 6.875,00 8.988,00 9.123,00
Analista de suporte de vendas 800,00 1.200,00 1.800,00
Analista de suporte ERP 2.000,00 3.000,00 4.000,00
Analista de suporte Linux 1.700,00 4.500,00 7.500,00
Analista de suporte Mainframe 3.000,00 4.200,00 6.000,00
Analista de suporte Notes 1.800,00 2.800,00 3.700,00
Analista de suporte Redes 2.100,00 3.000,00 4.500,00
Analista de suporte técnico 4.208,00 4.505,00 5.056,00
Analista de suporte Unix 2.500,00 3.200,00 4.500,00
Analista de suporte Windows 1.000,00 1.500,00 2.000,00
Analista de telecomunicações 3.608,00 5.725,33 7.992,33
Analista de testes 2.000,00 3.000,00 4.000,00
Analista programador  mainframe 2.200,00 3.800,00 5.800,00
Analista programador .NET 2.600,00 4.000,00 5.500,00
Analista programador Abap 4.200,00 7.200,00 9.500,00
Analista programador ASP 2.500,00 4.000,00 6.500,00
Analista programador C++ 3.000,00 4.200,00 7.000,00
Analista programador Delphi 2.500,00 3.800,00 5.500,00
Analista programador Java 3.000,00 4.500,00 6.000,00
Analista programador jr. – micro 2.759,00 3.432,00 3.824,00
Analista programador PHP 3.000,00 4.500,00 6.000,00
Analista programador progress 4.000,00 6.000,00 7.500,00
Analista programador Visual Basic 2.000,00 3.000,00 4.500,00
Analista segurança de sistemas 4.500,00 6.000,00 7.000,00
Arquiteto de testes 3.000,00 4.200,00 5.500,00
Auditor de sistemas 3.000,00 4.000,00 4.500,00
Chefe de sistemas 7.282,00 8.583,00 11.325,00
Chefe de suporte técnico 6.640,00 8.664,00 12.055,00
Chefe de telecomunicações 6.875,00 11.253,00 12.833,00
Chefe programação de sistemas 7.979,00 8.367,00 10.550,00
Consultor TI especializado 6.057,00 7.725,00 11.034,00
Consultor TI funcional 5.708,00 6.174,00 8.561,00
Coordenador de projetos de sistemas 7.450,00 10.248,00 12.477,00
Coordenador de suporte técnico 4.174,52 5.489,02 7.911,22
Engenheiro de sistemas – software 5.541,00 5.550,00 5.562,00
Engenheiro de telecomunicações 4.485,67 6.421,67 7.934,00
Executivo de contas 20.000,00 23.000,00 26.000,00
Gerente de contas TI 15.000,00 18.000,00 22.000,00
Gerente de e-commerce 13.334,00 15.156,00 20.622,00
Gerente de operação 6.000,00 8.000,00 11.800,00
Gerente de processos 12.000,00 12.500,00 15.000,00
Gerente de produção de operações 6.303,00 8.372,00 12.193,00
Gerente de projetos de sistemas 12.995,00 13.873,00 15.596,00
Gerente de segurança de sistemas sr. 11.060,00 12.192,00 14.333,00
Gerente de sistemas 15.596,00 18.088,00 22.529,00
Gerente de suporte técnico 11.857,00 11.993,00 14.423,00
Gerente de telecomunicações 16.678,00 19.552,00 24.260,00
Operador de computador 1.954,67 2.381,67 2.934,33
Programador .NET 2.500,00 3.500,00 5.000,00
Programador Abap 4.000,00 7.000,00 9.000,00
Programador ASP 1.500,00 2.000,00 3.000,00
Programador Delphi 2.000,00 3.500,00 5.000,00
Programador Java 2.500,00 3.800,00 5.500,00
Programador Mainframe 2.000,00 3.500,00 5.000,00
Programador PHP 2.500,00 3.500,00 5.000,00
Programador Visual Basic 1.800,00 2.800,00 4.000,00
Técnico de celular 900,00 1.200,00 1.800,00
Técnico de hardware 900,00 1.200,00 1.800,00
Técnico de microinformática 900,00 1.200,00 1.800,00
Técnico de suporte 900,00 1.200,00 1.800,00
Técnico de telecomunicações 3.072,33 4.323,67 4.955,00
Webdesigner 3.814,00 4.613,00 5.457,00
Webmaster 6.139,00 6.798,00 8.121,00

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Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Último caminho para upgrade gratuito do Windows 10 será fechado em 31/12

Ainda há uma maneira para os usuários fazerem o upgrade gratuito para o Windows 10 – e a Microsoft irá encerrá-la depois de 31 de dezembro, mesmo com a maior parte dos usuários de PCs do mundo ainda usando versões antigas do Windows.

A Microsoft deu um ano para os usuários do Windows 7 e 8.1 após o lançamento do Windows 10 (entre julho de 2015 e julho de 2016) para realizarem o upgrade sem pagar nada. Mas havia uma exceção: aqueles que usam tecnologia assistiva, como leitores de tela, receberam uma extensão indefinida.

De acordo com a página de suporte da Microsoft, o prazo esses usuários atualizarem seus PCs para o Windows 10 de graça acaba no final do ano, como publicado pelo Slashgear. Depois disso, será preciso pagar o preço cheio por uma licença do Windows 10.

Você deve pensar que os usuários que não utilizam tecnologias assistivas seriam excluídos desse caminho. Mas a Microsoft está sendo extremamente generosa com essa possibilidade de upgrade gratuito. “Não estamos restringindo a oferta do upgrade para tecnologias assistivas específicas. Se você usa tecnologia assistiva no Windows, então é elegível para a oferta de upgrade.” Tudo que você precisa fazer é visitar a página de suporte assistivo em questão, informar que realmente utiliza tecnologias assistivas, e então baixar a ferramenta de upgrade para o Windows 10.

Sim, essa “abertura” quanto ao upgrade via tecnologia assistiva representa uma área moral cinza, especialmente para quem não utiliza tecnologias assistivas no sistema. De qualquer forma, quem realmente necessita de assistência irá se beneficiaar bastante do upgrade gratuito para o Windows 10, que traz muitas tecnologias assistivas melhoradas embutidas.

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Facebook desabilita o sistema de segmentação de identidade étnica

Facebook desabilita o sistema de segmentação de identidade étnica

Facebook desabilita o sistema de segmentação de identidade étnica

O Facebook desativou temporariamente um sistema que permite aos anunciantes escolher quais grupos étnicos e minoritários viram seus anúncios.

Ele disse que investigaria como o recurso estava sendo usado pelos anunciantes.

A organização de notícias ProPublica descobriu que o sistema poderia ser abusado publicando anúncios discriminatórios na rede social.

O Facebook disse que procuraria uma maneira de mudar o sistema para que não pudesse ser usado “de forma inadequada”.

Ação legal

No ano passado, a ProPublica descobriu pela primeira vez que a discriminação étnica através da publicidade era possível.

As leis dos Estados Unidos proíbem a discriminação da forma como ProPublica demonstrou – em anúncios relacionados à habitação, por exemplo – foi possível.

Na semana passada, a ProPublica tentou novamente publicar anúncios discriminatórios que não foram exibidos para pessoas que estavam:

  • Afro-americano
  • judaico
  • hispânico
  • interessado no Islã
  • parte de outros grupos étnicos ou minoritários

Todos os anúncios que enviou foram aprovados.

O Facebook não solicita explicitamente aos seus usuários que declarem sua etnia, mas tipicamente infere o grupo étnico de alguém de sua atividade na rede social.

Quando a segmentação foi descoberta pela primeira vez, o Facebook disse que encontraria uma maneira de detectar e bloquear tentativas de publicar anúncios discriminatórios.

O fracasso do Facebook em fazer isso levantou questões sobre “sua capacidade e compromisso com a publicidade discriminatória da polícia”, afirmou ProPublica.

Na quinta-feira, o chefe do Facebook, Sheryl Sandberg, disse que agora destruiu as ferramentas que deixavam os anunciantes escolherem quais “segmentos de afinidade multicultural” que eles queriam alcançar.

Sandberg disse que também examinaria como essas ferramentas eram usadas especialmente em relação a “segmentos potencialmente sensíveis”, como aqueles com deficiência.

Mas ela também defendeu anúncios que foram direcionados com base em etnia ou cultura – dizendo que a prática era comum e legítima na indústria.

Em uma declaração anterior, o Facebook disse que os anúncios colocados pela ProPublica foram aprovados por causa de uma “falha técnica” no seu sistema de execução.

“Estamos desapontados com a falta de nossos compromissos”, disse à organização de notícias Ami Vora, vice-presidente de gerenciamento de produtos.

A Sra. Vora disse que o sistema de detecção de discriminação que o Facebook criou após a primeira investigação da ProPublica ter conseguido detectar milhões de outros anúncios que quebraram suas diretrizes.

“Nossos sistemas continuam a melhorar, mas podemos fazer melhor”, disse ela.

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BBC

 

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