0
  Login
Google alerta para riscos de segurança nos EUA ao banir Huawei

Google alerta para riscos de segurança nos EUA ao banir Huawei

As restrições aplicadas à Huawei nos Estados Unidos poderão prejudicar a empresa a curto prazo. Mas, a longo prazo, as implicações negativas serão para as empresas norte-americanas.

A Google alertou a Casa Branca para os riscos que as restrições aplicadas à Huawei poderão ter para a segurança nacional dos Estados Unidos. Embora estas sanções devam prejudicar a empresa chinesa a curto prazo, há especialistas que defendem que isso poderia forçar a Huawei a tornar-se autossuficiente, o que, a longo prazo, poderá prejudicar o domínio das empresas norte-americanas.

As fortes restrições que Donald Trump aplicou à Huawei, numa “guerra” que começou devido ao 5G, começaram a preocupar as empresas do setor. De acordo com fontes ao Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês), vários administradores da Google já pressionaram a Administração do Presidente norte-americano para excluir a empresa da proibição de importar equipamentos da Huawei.

Em particular, a empresa de Silicon Valley está preocupada com o facto de não ser permitido atualizar o sistema Android nos smartphones da Huawei, o que poderá levar a chinesa a desenvolver o seu próprio sistema operativo. A Google argumenta ainda que uma versão modificada do software da Huawei poderia ser mais suscetível de ser pirateado e que a própria Huawei é capaz de desenvolver a sua própria versão “muito rapidamente”.

De acordo com uma fonte próxima do processo ao FT, a “Google tem defendido que, ao ficar impedida de colaborar com a Huawei, os Estados Unidos correm o risco de criar dois tipos de sistema operativo Android: a versão original e a combinada. A combinada provavelmente vai ter mais bugs do que a da Google, o que poderá colocar os smartphones da Huawei em maior risco de serem pirateados”.

No mês passado, Donald Trump anunciou um novo conjunto de medidas contra a Huawei, onde se incluiu dar ao Departamento do Comércio o poder de proibir a empresa chinesa de vender equipamentos 5G nos Estados Unidos, bem como de proibir todas as empresas norte-americanas de venderem os seus produtos à Huawei. Depois destas proibições, a Google suspendeu os negócios com a Huawei, impedindo-a de atualizar os sistemas Android.

   

curtir:
Hacker invade celular do ministro Sergio Moro e acessa aplicativos

Hacker invade celular do ministro Sergio Moro e acessa aplicativos

Invasor teria enviado mensagens para os contatos do ministro da Justiça através do Telegram. Polícia Federal investiga o caso

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teve o celular invadido por um hacker nessa terça-feira (04/06/2019). O invasor teria acessado aplicativos do aparelho e trocado várias mensagens com os contatos do ex-juiz da Lava Jato. O ministro já pediu o cancelamento da linha e a troca de telefone.

O ataque já está sob investigações da Polícia Federal. A área de tecnologia da informação do Ministério da Justiça também apura as informações dadas por Moro, para tentar chegar até o autor da invasão.

O hacker teria ficado cerca de seis horas utilizando aplicativos de mensagens de Moro. O ministro recebeu uma ligação por volta das 18h, do seu próprio número, o que estranhou. Ele atendeu, mas não havia ninguém do outro lado da linha.

Em seguida, foi informado de mensagens que estavam sendo trocadas pelo Telegram. O hacker usou o aplicativo até pelo menos 1h da manhã.

Assessoria confirma
Em nota, a assessoria do ministro confirmou a invasão e informou que há possibilidade de clonagem do número que Moro utilizava. Por isso, a linha foi “abandonada”. Até o momento, nem Sergio Moro e nem a sua assessoria identificaram invasões em suas contas nas redes sociais.

   

curtir:
Serviços da Google estão doidos? São vários os que estão intermitentes

Serviços da Google estão doidos? São vários os que estão intermitentes

Ainda não sabe ao certo o que está a acontecer, mas a verdade é que existem vários serviços da Google que estão com problemas de funcionamento. Youtube, Analytics, Google Drive… são alguns dos exemplos dos serviços que estão “intermitentes”.

As falhas começaram a aparecer por volta das 19h50 e já são vários os que se queixam na internet.

De um momento para o outro, os serviços da gigante das pesquisas começaram a apresentar problemas! É verdade que não é normal uma situação destas, ainda mais vindo da Google, mas são vários os serviços que estão intermitentes. A razão para tal ainda é desconhecida, mas os reports no site DownDetector são já muitos…

Serviços da Google estão doidos? São vários os que estão intermitentes

Um dos serviços com mais queixas é sem dúvida o Youtube. Os utilizadores não estão a conseguir visualizar os conteúdos se estiverem autenticados no serviço. No entanto, tal problema parece não afetar todos os utilizadores.

Google Docs também está com problemas, não permitindo que os utilizadores acedam aos conteúdos.

No teste que fizemos ao Google Photos, verificamos que as imagens não são apresentadas. Os Álbuns também não são apresentados e não foi possível aceder as funcionalidades disponibilizadas por este serviço.

No Google Analytics também não são apresentados valores relativamente à monitorização de sites/serviços. Está tudo a “zeros”.

O Pplware continua a acompanhar este “problema geral” ao nível dos serviços da Google. Como referido, ainda não existe qualquer informação sobre o que está a acontecer, mas tais problemas deixam milhões de utilizadores em todo o mundo sem muitos serviços “críticos”.

Resposta da Google

We are experiencing high levels of network congestion in the eastern USA, affecting multiple service in Google Cloud, GSuite and YouTube. Users may see slow performance or intermittent errors. We believe we have identified the root cause of the congestion and expect to return to normal service shortly

   

curtir:
A definição de quilograma passa a ser diferente a partir de hoje

A definição de quilograma passa a ser diferente a partir de hoje

Foi em novembro de 2018 que representantes de 60 países aprovaram no Comité Internacional de Pesos e Medidas uma fórmula do físico alemão Max Planck que permitirá, de forma universal, determinar a quanto deverá corresponder um quilograma.

Saibam o que muda.

O peso vai mudar ou um quilo será sempre um quilo?

A partir desta segunda-feira, entra em vigor uma nova definição de quilograma. Como referido, esta nova definição terá como base uma fórmula do físico alemão Max Planck. Além do quilograma, há também novas fórmulas para calcular unidades fundamentais de medidas como o ampere, que mede a corrente elétrica, o kelvin, uma medida científica de temperatura, e o mole, uma medida de substância.

Até agora o quilograma tem sido definido a partir de um objeto físico, uma peça cilíndrica que tem apenas 39 milímetros de altura e diâmetro e que está guardada perto de Paris. Esta peça tem vindo a aumentar a sua e massa em alguns microgramas devido às partículas que tem vindo a absorver da atmosfera.

Desta forma, a nova definição envolverá o uso de um sofisticado aparelho chamado “balança de Kibble”. Assim, este dispositivo serve-se da constante de Planck para medir a massa de um objeto de forma muito rigorosa.

Tal como a redefinição da medida segundo, em 1967, veio facilitar as comunicações por todo o mundo através de tecnologias como o GPS e a Internet, os peritos em metrologia consideram que a mudança da definição de quilograma será melhor para medições de alta precisão nas áreas da tecnologia, do comércio ou da saúde – ainda que provavelmente não vai mudar grande coisa o preço do peixe, conforme foi veiculado.

 

curtir:
Portugal no mapa do phishing mundial. Só fica atrás do Brasil

Portugal no mapa do phishing mundial. Só fica atrás do Brasil

Portugal está em segundo lugar no ranking dos países mais atacados por phishing, ficando apenas atrás do Brasil. Formação dos colaboradores é um dos conselhos para as empresas.

Quando os temas são phishing spam, Portugal é um ponto grande no mapa. O país ocupa o segundo lugar no top dos dez países com maior percentagem de utilizadores atacados. Os dados são de 2018 e foram recolhidos pela empresa russa de cibersegurança Kaspersky.

O lugar ocupado pelos portugueses não é alheio à língua portuguesa, uma vez que é o Brasil que está no topo da tabela. A segunda posição era ocupada pela Austrália, país que, na mais recente edição deste relatório, desceu para o terceiro lugar do pódio dos países mais afetados por estes flagelos da internet.

spam é o correio eletrônico não solicitado, enviado em massa para bases de dados de endereços compiladas ou compradas no mercado negro, normalmente para o envio de publicidade. Por outro lado, o phishing é muito mais nocivo e acontece quando estes emails são falsamente mascarados de mensagens enviadas por grandes empresas, numa tentativa de enganar os utilizadores. phishing é muitas vezes o primeiro passo para um ataque informático maior ou para uma burla.

É por isso que é um problema tão grande, sobretudo para as empresas. “Em muitos casos, o email corporativo é o primeiro acesso para infraestruturas das empresas. Para os hackers, enganar os colaboradores com emails de phishingé uma das maneiras mais eficientes de levar a cabo uma violação de dados”, indica a Kaspersky, em comunicado.

Entre as marcas mais usadas para atacar os utilizadores estão a Microsoft, o Facebook e o PayPal, sendo que “as empresas multinacionais foram as maiores vítimas” no ano passado. “Para além de contas bancárias, as credenciais para aceder a outros serviços na internet são vendidas a preços muito altos no mercado negro da internet”, sublinha a empresa russa, que garante que “os logins do Facebook quase duplicaram de valor” entre 2017 e 2018.

Mas os atacantes não têm só usado marcas conhecidas. Também se aproveitaram da implementação do Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) para enviarem falsos pedidos às vítimas: “Os hackers atacaram organizações financeiras através do envio de emails de phishing relacionados com o RGPD para os seus clientes, solicitando que atualizassem as credenciais de login”. Ao carregar na ligação, era encaminhado para uma página falsa de um banco, através da qual os burlões conseguiam ganhar acesso às credenciais das vítimas.

Formação é cada vez mais necessária

Nos últimos meses, vários especialistas de ciber segurança têm alertado para o facto de os colaboradores das empresas servirem, muitas vezes, de porta de entrada aos burlões nas grandes e pequenas organizações. É por isso que se têm acentuado os alertas para a necessidade de se desenvolverem ações de formação para os trabalhadores nas empresas.

A Kaspersky também alinha com essa ideia e avisa que “as empresas devem ensinar os seus colaboradores a verificar sempre o endereço de um link em emails ou mensagens provenientes de um remetente desconhecido”.

Para tal, devem “introduzir iniciativas de consciencialização de segurança” e realizar testes para perceber que colaboradores têm mais propensão a serem vítimas de um ataque de phishing bem-sucedido por negligência.

   

curtir:
Google quer mais segurança online e cria fundo europeu de 10 milhões de euros

Google quer mais segurança online e cria fundo europeu de 10 milhões de euros

A gigante tecnológica deseja combater o abuso das suas plataformas e manter os seus produtos mais seguros.

A pensar na segurança dos seus produtos e plataformas, a Google criou um fundo europeu no valor de 10 milhões de euros. O Fundo Google.org Impact Challenge on Safety irá apoiar as organizações sem fins lucrativos, universidades, instituições de investigação académica, organizações sociais com fins lucrativos de toda a Europa que estejam relacionadas com questões de segurança.

No comunicado, a empresa explica que as organizações podem ter como foco o combate ao ódio online, assim como o extremismo nas suas comunidades ou simplesmente ajudar os jovens a navegarem de forma segura online. A Google quer ser parceira dos especialistas em segurança no terreno, que trabalham para promover uma experiência online mais segura. A tecnológica afirma que existem grupos a precisar de recursos para ajudar a lidar com áreas onde a tecnologia acrescentou uma nova dimensão, como por exemplo, a educação.

A Google pretende proporcionar bolsas até um milhão de euros para candidatos selecionados em toda a Europa, sejam eles projetos online como offline. Durante o mês de maio a empresa vai percorrer diferentes países para conhecer as organizações e apoiar as candidaturas que acabam de abrir. Estas serão analisadas por um conselho de especialistas europeus em segurança e líderes na área.

   
curtir:
Vêm aí uma vila na América Latina feita com impressoras 3D

Vêm aí uma vila na América Latina feita com impressoras 3D

Um projeto de parceria entre um designer, uma empresa tecnológica e uma organização sem fins lucrativos pretende construir 50 casas para famílias pobres numa vila na América Latina este verão.

A iniciativa partiu da New Story, a organização sem fins lucrativos que tem como missão acabar com os sem abrigo com recurso a soluções tecnológicas sustentáveis. A empresa tecnológica ICON vai contribuir com as impressoras 3D, que irão trabalhar em desenhos criados pela Fuseproject do designer Yves Béhar. O objetivo é que já neste verão seja construídas as 50 casas para famílias numa vila na América Latina. As paredes de cada casa podem ser impressas em menos de 24 horas, com quase nenhum desperdício. Cada lote tem 120 metros quadrados, com as casas a ocuparem 55 metros quadrados, noticia a Dwell.

A localização exata da vila não foi revelada ainda, mas sabe-se que as famílias que irão receber as casas são maioritariamente de agricultores, multigeracionais e com rendimentos inferiores a 200 dólares por mês.

A ICON preparou uma impressora 3D portátil que cria paredes duráveis e que podem ser usadas numa lógica modular. O aparelho funciona mesmo em áreas remotas com acesso limitado a água, eletricidade e infraestruturas de trabalho. A empresa já criou uma casa protótipo em Austin, no Texas, e afinou agora o desenho a usar com a ajuda da Fuseproject.
   
curtir:
Alphabet registra crescimento mais lento dos últimos três anos

Alphabet registra crescimento mais lento dos últimos três anos

A Alphabet da Google registrou o crescimento mais lento dos últimos três anos, tendo ocorrido uma queda na ordem dos 7,5% do valor das ações da empresa. Esta é maior descida registrada desde 2012 e segundo a Reuters o abrandamento deve-se ao aumento da competição publicitária, da queda de presença no negócio dos smartphones e devido a mudanças impostas por entidades publicitárias, que estão aplicadas na YouTube.

A agência de comunicação avança que a chefe do departamento financeiro da empresa, Ruth Porat, justifica que o crescimento mais lento pode estar relacionado com os seguintes fatores: flutuações monetárias, competição e alterações nos produtos da empresa. Cerca de 85% do lucro da Alphabet provém dos spots publicitários da Google, nomeadamente, links, banners e anúncios, em sites e apps.

«Esperamos um quarto trimestre com variações, mas estamos confiantes com as oportunidades que estão para vir a longo prazo», disse Sundar Pichai, chefe executivo da empresa, à Reuters, referindo-se ao abrandamento do crescimento da marca.

Embora a Alphabet apresente uma subida de 17%, relativamente ao trimestre homólogo de 2018, equivalente a um total de 36,3 mil milhões de dólares (aproximadamente 32,37 mil milhões de euros), a bolsa de Wall Street estimava que a empresa iria faturar mais mil milhões com publicidade.

SOS GUINCHOS

 

curtir:
Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

A Netflix anunciou ter atingido 148 milhões de subscrições em todo o mundo. No último trimestre, a plataforma de streaming angariou 9,6 milhões de subscritores, tendo superado a expectativa de crescimento que se encontrava na casa dos 8,9 milhões. A empresa anunciou ainda que vai começar a testar o “top 10 semanal” no mercado do Reino Unido, que consistirá numa listagem das 10 séries mais vistas, para ajudar os subscritores a escolherem as séries, filmes ou documentários mais falados do momento.

A Netflix revelou ainda o número de visualizações de alguns dos seus conteúdos durante o primeiro mês do ano, sendo que os três conteúdos mais visualizados foram: Triple Frontier, o filme de ação protagonizado por Ben Affleck e Charlie Hunnam, com 52 milhões de visualizações; Umbrella Academy, a série de ação/aventura/comédia que conta com a presença de Ellen Page, com 45 milhões de visualizações; e The Highwaymen, cujos protagonistas são Woody Harrelson e Kevin Costner, com 40 milhões de visualizações.

Com o serviço de streaming da Disney e da Apple a chegarem ao mercado, a Netflix não se mostra preocupada com a competição e espera vir a crescer mais. Num comunicado a empresa refere que: «Não estamos a tentar antecipar se a concorrência vai afetar materialmente o nosso crescimento, porque a transição de um serviço de entretenimento linear para on demand é muito grande, dada a diferença do tipo de conteúdos nos dois serviços. Acreditamos que o nosso crescimento vai continuar, uma vez que investimos em melhorar o nosso serviço e nos nossos conteúdos e os clientes continuam a migrar dos serviços mais comuns (como a televisão por cabo) para o nosso».

SOS GUINCHOS

 

curtir:
Apple investe 500 milhões para criar serviço de jogos por subscrição

Apple investe 500 milhões para criar serviço de jogos por subscrição

A Apple continua interessada em ser a “Netflix dos jogos” e terá já investido cerca de 500 milhões para se posicionar na corrida.

Em março, a Apple anunciou o Arcade, um serviço de subscrição de jogos que permite aos utilizadores desfrutar dos títulos no iPhone, iPad, Mac e Apple TV. No lançamento, a empresa de Cupertino avançou que iria ter mais de 100 jogos logo aquando da estreia. Essa promessa terá um custo de 500 milhões de dólares (cerca de 441 milhões de euros), segundo fontes ouvidas pelo Financial Times.

As parcerias da Apple para o Arcade são com um mix de developers mais modestos e outros mais reputados como Annapurna Interactive, Bossa Studios, Cartoon Network, Finji, Giant Squid, Klei Entertainment, Konami, Lego, Mistwalker, Sega, Snowman e Ustwo, pelo que se esperam que os títulos a lançar sejam mais do gênero “indie”.

A arena para a “Netflix dos jogos” está a compor-se, com a Google a apostar no Stadia e a Microsoft a preparar o Project xCloud.

SOS GUINCHOS

 

curtir: