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Roubos de dados, mentiras e pressão para a saída de Zuckerberg. Assim vai o Facebook

Roubos de dados, mentiras e pressão para a saída de Zuckerberg. Assim vai o Facebook

Será que podemos mesmo confiar no Facebook?

Muito se tem passado desde que a revista Wired publicou um extenso perfil sobre Mark Zuckerberge os últimos dois anos da sua empresa. O artigo quase que serve de introdução para os meses que se viriam a seguir: a história da Cambridge Analytica, a empresa britânica que se aproveitou das fragilidades do Facebook para recolher dados pessoais de utilizadores e usá-los em campanhas políticas meticulosamente segmentadas a favor de Donald Trump; o caso do roubo de informações críticas a 30 milhões de utilizadores devido a uma falha de segurança grave; e, por fim, as métricas de vídeo falseadas pelo Facebook com o intuito de “sacar” mais dinheiro a anunciantes.

Se sobre o Cambridge Analytica já tudo se escreveu (ou, pelo menos, achamos nós), sobre os outros dois casos há muito a dizer.

Começando pelo do roubo, o Facebook já lançou dois comunicados de imprensa e realizou três briefscom jornalistas. A empresa diz estar a trabalhar com as autoridades na investigação do caso e empenhada em garantir que um roubo de dados de utilizadores da dimensão do que aconteceu não se repita. Estamos a falar de 30 milhões de contas, metade das quais tiveram atacantes a conseguir obter a seguinte informação: nome, e-mail, número de telemóvel, username, gênero, local/língua, estado de relação, religião, cidade-natal, cidade atual (listada no perfil), data de nascimento, tipo de dispositivos utilizados para aceder ao Facebook, educação, trabalho, últimos 10 locais em que fizeram check-in e/ou onde foram identificados, website, pessoas e páginas que seguiam, e as 15 pesquisas mais recentes.

Se o Facebook já explicou como é que os atacantes conseguiram aceder aos dados, não disse que atacantes foram nem o que fizeram com o que roubaram. No entanto, o Wall Street Journal avança, citando fontes anônimas próximas, que o objectivo dos atacantes foi ganhar dinheiro através da rede social e da propagação de anúncios de spam, não estando a operar sob ordens de um país estrangeiro. De acordo com o mesmo jornal, os envolvidos no ataque estão afiliados a uma suposta “empresa de marketing digital”. O Facebook não comentou a identificação deste caso, justificando o silêncio com a investigação do FBI em curso.

Certo é que a quantidade de utilizadores afetados e o volume de dados pessoais roubados podem fazer-nos questionar, e com razão, se estamos seguros com o Facebook. Aliás, contextualizando com o caso da Cambridge Analytica, a pergunta mais correta a fazer deverá ser se podemos confiar na empresa que Mark Zuckerberg fundou em 2004 – se na altura o Facebook era apenas uma rede social aberta a universitários, hoje é uma base de mais de dois mil milhões de utilizadores espalhados por todo o mundo, isto sem contar com o Instagram ou o WhatsApp.

O império que Mark Zuckerberg construiu tem dado muito dinheiro, mas também sinais de fragilidade por todos os lados. Se as polêmicas da Cambridge Analytica ou do roubo de dados não são suficientes – nem tão pouco o constante tema do discurso de ódio em Myanmar ou a da desinformação em períodos eleitorais em diversos países –, a cópula do Facebook continua a dar sinais de que pode não durar muito mais tempo intacto.

Uma das controvérsias mais recentes tem por base uma mentira que pode ter saído cara a anunciantes e órgãos de comunicação social, mas lucrativa a Zuckerberg e companhia. Durante dois anos, o Facebook mostrou valores 60% ou 80% acima do que os utilizadores realmente estavam a gastar a ver os anúncios de marcas e os vídeos publicados pelos media.

Apesar de a empresa já ter corrigido o problema, anunciantes defendem que Zuckerberg e a sua equipa sabiam dos números errados e que nada fizeram, o que pode ter levado marcas e OCS a investir mais do que teriam investido se tivessem acesso às métricas corretas. O Wall Street Journal, que denunciou este caso, cita o exemplo de uma agência de meios, a Publicis Media, que investiu 77 mil milhões de dólares em anúncios na rede social em 2015. Por seu lado, o The Atlantic culpa o Facebook pelo despedimento de centenas de jornalistas. A Wired lembra que foi o Facebook que convenceu os órgãos de comunicação social de que o vídeo era a “cena” e que pagou a algumas empresas de media para fazerem diretos, de forma a estabelecer uma tendência.

No meio de tudo isto, o Facebook apresentou o Portal, um equipamento com um ecrã e uma câmara, desenhado para ser colocado em casa e permitir videochamadas entre pessoas distantes fisicamente. E se os rumores estiverem certos, a empresa pode estar a preparar o lançamento de uma outra câmara, esta para ser colocada na televisão, mas também pensada para videochamadas. O contexto destes lançamentos não é o melhor, e os executivos da empresa não parecem preparados para esclarecer uma dúvida elementar: o Portal recolhe ou não dados dos utilizadores para fins comerciais? Se algumas vozes oficiais do Facebook primeiro garantiram que nada era recolhido, mais tarde a empresa esclareceu que há dados recolhidos porque as videochamadas decorrem através do Messenger mas que, apesar de poderem ser potencialmente usados para fins publicitários, não o serão.

Por fim, enquanto o Facebook contrata o antigo Primeiro-Ministro britânico Nick Clegg para gerir as políticas e a comunicação global da empresa – especialmente questões como a desinformação, a proteção de dados e eventuais regulações por parte de Governos –, há investidores do Facebook a pedir a demissão de Mark Zuckerberg do cargo de Presidente. Ou seja, o fundador da empresa pode manter-se como CEO (ou Director Executivo), mas, dado a sua incapacidade de tratar adequadamente os inúmeros escândalos, pedem para o conselho de administração um presidente independente. Contudo, como nota a Fortune, Zuckerberg controla 60% do poder de votação no que toca a ações, ou seja, “se alguém investe no Facebook, uma grande parte do que está a investir ainda é de Mark Zuckerberg”.

A juntar às controvérsias que neste artigo já referimos, podemos acrescentar outras problemáticas, como a partilha de informação com fabricantes como a Huawei, a propagação de posts que geram violência não só no Myanmar mas também na Índia e no Sudão do Sul, a não eliminação efetiva de vídeos que os utilizadores tinham apagado, a eliminação acidental de vídeos, as war rooms que o Facebook monta para combater as notícias falsas, ou toda a questão do “bem estar estar”, do stress e das depressões que a adição ao Facebook pode causar.

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Efacec e cientistas portugueses participam na primeira missão europeia a Mercúrio

Efacec e cientistas portugueses participam na primeira missão europeia a Mercúrio

Durante a viagem, as sondas vão aproximar-se da Terra e de Vénus antes de passarem seis vezes por Mercúrio e ficarem a girar em torno dele.

A primeira missão europeia que vai estudar Mercúrio, o planeta mais pequeno e mais próximo do Sol, vai ser lançada no sábado, e nela participa uma cientista e uma empresa portuguesas.

A astrofísica Joana S. Oliveira faz parte da equipa científica da missão BepiColombo da Agência Espacial Europeia (ESA) e a empresa Efacec construiu um equipamento eletrónico que irá monitorizar a radiação espacial durante a viagem e a operação de um dos satélites.

A missão, conjunta da ESA e da agência espacial japonesa JAXA, integra duas sondas, cujo lançamento está previsto para as 02:45 (hora de Lisboa) da base de Kourou, na Guiana Francesa, a bordo de um foguetão Ariane 5.

As sondas só vão estar a orbitar o planeta sete anos após o seu lançamento. Uma, da ESA, vai estudar a superfície, o interior e a camada mais externa da atmosfera (exosfera) de Mercúrio. A outra, da JAXA, vai analisar a magnetosfera (região a maior altitude que envolve o planeta).

Justificando à Lusa a relevância da missão, a investigadora Joana S. Oliveira disse que “Mercúrio é uma peça do ‘puzzle’ muito importante para perceber a evolução do Sistema Solar”, uma vez que é o único planeta rochoso, além da Terra, que “possui um campo magnético global com origem num mecanismo de dínamo no núcleo líquido”.

Para se compreender como vai evoluir o campo magnético da Terra, que protege o planeta da radiação solar intensa, é necessário “perceber como funciona o mecanismo que produz o campo magnético nos diferentes planetas”, adiantou.

De acordo com a cientista portuguesa, há questões que ficaram por responder com a sonda MESSENGER da agência espacial norte-americana NASA, que esteve em órbita de Mercúrio durante quatro anos, entre 2011 e 2015.

Joana S. Oliveira salientou que “não foram feitas medições do campo magnético no hemisfério sul do planeta devido à órbita excêntrica da sonda”, que tinha de se distanciar de Mercúrio para arrefecer e “manter uma temperatura funcional”.

Também por causa da órbita da MESSENGER, o campo magnético das rochas de Mercúrio só foi mapeado “numa banda de latitude muito pequena”.

A missão BepiColombo, assim designada em homenagem ao matemático e engenheiro italiano Giuseppe (Bepi) Colombo (1920-1984) que se debruçou sobre Mercúrio, irá recolher dados durante um ano, prazo que poderá ser estendido por mais 12 meses.

Durante a viagem, as sondas vão aproximar-se da Terra e de Vénus antes de passarem seis vezes por Mercúrio e ficarem a girar em torno dele.

A sonda da ESA tem incorporado um equipamento eletrônico fabricado e testado pela Efacec “capaz de detetar o impacto de partículas energéticas como protões e eletrões”, explicou à Lusa João Costa Pinto, da direção de projetos para o Espaço da empresa, acrescentando que o engenho distingue as partículas e determina “a gama de energias em que se encontram”.

O equipamento, que monitoriza a radiação espacial ao medir a quantidade de partículas energéticas geradas pelo Sol, permite tomar medidas como “desligar aparelhos mais sensíveis durante os períodos de maior atividade solar” e evitar que se estraguem.

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Instaladores do Flash corrompidos podem colocar o teu computador a minar criptomoedas

Instaladores do Flash corrompidos podem colocar o teu computador a minar criptomoedas

Não é a primeira vez que surgem notícias de alegados instaladores corrompidos do Adobe Flash – parecem inofensivos mas instalam malware no teu equipamento. Também já não são inéditos alertas sobre artimanhas de terceiros para, sem dares conta, colocarem o teu computador a minerar criptomoedas – por exemplo, por via da injeção de código em sites muito visitados. Todavia, agora os dois esquemas encontraram-se.

Segundo noticia a revista Wired, uma equipa de investigadores da Palo Alto Networks detectou 113 instaladores do Flash que não só instalam a versão oficial do conhecido reprodutor de vídeo no teu computador, como também um minerador de criptomoedas – chamado XMRig. Este XMRig corre de forma discreta e utiliza os recursos de processamento da tua máquina para gerar Monero, uma criptomoeda que já vimos ser protagonista noutros ataques semelhantes, já baptizados de cryptojacking.

De acordo com a Palo Alto Networks, as pessoas-alvo destes instaladores maliciosos do Flash foram enganadas através de um link. Não se sabe quantos dispositivos poderão ter sido afectados globalmente por este esquema.

À Wired, a Palo Alto Networks explicou que, ao contrário de outros ataques, como os de ransomware, estas situações de cryptojacking são por norma discretas – ou seja, os utilizadores afetados não recebem um pop-up a avisar que os seus dados foram bloqueados em troca de um resgate monetário; o pior que pode acontecer é notarem a performance do seu computador mais lenta, pois para os atacantes quanto mais tempo o processo de mineração correr, melhor (mais Monero geram mas nenhum fica para você).

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Facebook admite que ‘hackers’ tiveram acesso a dados pessoais de 29 milhões de utilizadores

Facebook admite que ‘hackers’ tiveram acesso a dados pessoais de 29 milhões de utilizadores

A rede social anunciou hoje, 12 de outubro, que os hackers que exploraram uma falha de segurança, revelada no final do mês passado, acederam a dados pessoais como nomes, contatos e informações como gênero e estado civil de 29 milhões de utilizadores.

A rede social tinha afirmado originalmente que até 50 milhões de contas tinham sido afetadas pelo ciberataque que explorou um trio de falhas de software na funcionalidade “Ver como” — permitia aos utilizadores ver o seu perfil como aparece para as outras pessoas.

A falha terá permitido aos atacantes aceder aos acessos token — chaves digitais que permitem que os utilizadores se mantenham ligados sem terem de introduzir sempre as palavras-chave — para obter informação e, como medida de precaução, a funcionalidade foi removida em todas as contas do Facebook.

A empresa veio agora revelar que o ataque decorreu entre 14 e 27 de setembro e qual foi o impacto do mesmo, através de um comunicado assinado por vice-presidente de gerenciamento de produto do Facebook, Guy Rosen.

Segundo Rosen, os ‘hackers’ usaram contas que já tinham na sua posse, utilizando uma técnica automática para “se deslocar” para as contas dos seus “amigos”, roubando os acessos token destes — daí passava para os “amigos” desses “amigos” em forma de corrente. Desta forma, conseguiram afetar 400.000 contas, e com a técnica conseguiram carregar as páginas de cada um desses utilizadores afetados e aceder a todos os dados que a funcionalidade “Ver como” permite visualizar.

Isto inclui dados como os posts nas suas “timelines”, as suas listas de amigos e os grupos aonde pertencem, mas apesar de ser possível ver com quem cada uma das contas conversou no Messenger do Facebook, os conteúdos das conversas não estiveram disponíveis. Contudo, se uma das pessoas era administrador de uma página e esta tinha recebido uma mensagem, esta esteve disponível aos atacantes.

A partir daqui, os atacantes usaram parte destas 400.000 contas para atacar as listas de amigos de cada uma, conseguindo roubar tokens de acesso a 30 milhões de pessoas. Destas, 15 milhões foram sujeitas ao roubou de dois conjuntos de informações: o nome e os contactos (o e-mail, o número de telefone ou os dois, dependendo das configurações de cada utilizador).

A 14 milhões, não só estes dados foram captados, como também outros detalhes que tinham no perfil: o nome, género, linguagem, estado de relação, religião, cidade natal, atual cidade de residência, data de nascimento, dispositivos utilizados para aceder ao Facebook, educação, emprego, os últimos 10 sítios onde se foi marcado, website, pessoas ou páginas que se siga e as 15 pesquisas mais recentes.

Apenas 1 milhão de contas foram invadidas sem serem sujeitas a roubo de informação.

A empresa informa que o ataque não afetou as passwords dos utilizadores, nem dados de pagamento ou informações de cartões de crédito, e não abrangeu plataformas e aplicações da sua responsabilidade como o Messenger, Messenger Kids, Instagram e WhatsApp.

O Facebook anunciou também que está a colaborar numa investigação feita pelo FBI, que pediu à empresa para “não revelar quem poderão ser os responsáveis pelo ataque”.

No entanto, a rede social tem uma página de apoio onde os utilizadores podem verificar se as suas contas foram afetadas e de que forma a sua informação foi exposta.

A confiança dos utilizadores tem sido bastante abalada nos últimos meses devido a vários escândalos, entre os quais a revelação da partilha de dados pessoais para fins políticos à revelia dos utilizadores ou ainda a difusão de mensagens destinadas a influenciar secretamente as eleições em diversos países, incluindo os Estados Unidos e a França.

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Microsoft cancela atualização de outubro do Windows 10

Microsoft cancela atualização de outubro do Windows 10

Há quem diga que a Microsoft já não é o que era e em parte tem razão! Depois de lançar uma atualização para o sistema operativo mais usado em todo o mundo, a empresa de Redmond acabou por retirá-la temporariamente devido às imensas queixas dos utilizadores.

A Microsoft passou a disponibilizar a atualização de outubro para o Windows 10 no passado dia 2 de outubro. Desde os primeiros momentos que começaram a aparecer as mesmas queixas e bastante graves uma vez que a atualização eliminava ficheiros dos utilizadores.

Alerta: Nova atualização do Windows 10 pode apagar os seus ficheiros

Entretanto apareceram também problemas com a barra de tarefas entre outros problemas.

Na sequência de tantos problemas, a Microsoft resolveu cancelar a atualização para TODOS OS UTILIZADORES. A empresa diz que vai investigar todos os problemas e em breve lançará “nova” atualização.

Para quem estava a pensar instalar agora a atualização vai ter mesmo de esperar mais algum tempo e esperar também que a nova versão não dê problemas. É verdade que, ao contrário da concorrente Apple, a empresa responsável pelo Windows tem de lançar uma atualização para variadíssimas marcas de hardware e daí os problemas.

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Tem Whatsapp? Vêm aí a funcionalidade que ninguém queria

Tem Whatsapp? Vêm aí a funcionalidade que ninguém queria

Em 2019, poderão surgir anúncios entre as fotos e vídeos dos amigos, tal como no Instagram.

A publicidade está a caminho do WhatsApp e o Facebook já está a testar a sua implementação na versão da aplicação no iOS, noticiou o espanhol ”El Economista”, esta quinta feira.

Segundo o jornal, o Facebook está a testar anúncios no formato de stories. Depois de ver algumas histórias dos seus contactos – conteúdos que só estão disponíveis durante 24 horas -, no futuro poderão surgir anúncios entre as fotos e vídeos dos amigos, tal como no Instagram.

A plataforma de comunicação, que integra na gigante Facebook, conta com 1.500 milhões de usuários ativos mensais e Zuckerberg pretende aproveitar esse factor para integrar os anúncios.

Numa entrevista, Brian Acton, co-fundador da aplicação, revelou que a razão da sua saída deu-se ao facto da insistência do Facebook para monetizar  a plataforma, avança a agência.

Precisamente, sob essa estratégia que quebra a máxima do WhatsApp de não exibir anúncios para seus usuários, o outro co-fundador do serviço de mensagens, Jan Koum, anunciou sua saída da empresa há alguns meses devido ao seu mau relacionamento com Zuckerberg.

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Credenciais roubadas não foram usadas para aceder a outros sites, garante Facebook

Credenciais roubadas não foram usadas para aceder a outros sites, garante Facebook

A rede social tinha alertado para a possibilidade dos hackers responsáveis pela falha de segurança da semana passada terem acesso a sites e aplicações de terceiros que usem o login do Facebook.

Depois de sofrer uma das suas maiores falhas de segurança, que resultou no roubo de credenciais de acesso pertencentes a mais de 50 milhões de contas, o Facebook vem (tentar) tranquilizar os utilizadores ao garantir que não foram acedidos sites de terceiros com esses dados.

Em declarações à Reuters, Guy Rosen, vice-presidente do Facebook responsável pela segurança, esclareceu que foi analisado o acesso a aplicações que usam o sign-on da rede social, não tendo sido encontrados quaisquer indícios de que os hackers tenham usado os dados de login para “invadir” outras contas.

Recorde-se que, a rede de Mark Zuckerberg divulgou na semana passada a pior violação de segurança de sua história, afirmando que hackers tinham roubado códigos de login que lhes permitiam aceder a quase 50 milhões de contas.

No seguimento deste ataque informático, também foram afetadas algumas contas de email, cujas credenciais estão também à venda nos mercados negros que se escondem naquele área menos conhecida da internet.

Também na sequência desta violação de segurança, o Facebook está “debaixo de olho” da Comissão para a Protecção de Dados da Irlanda (DPC, na sigla original), uma das responsáveis por monitorizar as políticas da rede social, que anunciou estar a investigar a responsabilidade do próprio site na falha de segurança. Segundo a organização, a informação prestada pelo Facebook não terá sido suficiente.

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Google pode pagar 9 mil milhões para ser o motor de busca do iPhone

Google pode pagar 9 mil milhões para ser o motor de busca do iPhone

Valor pode subir até 12 mil milhões no próximo ano.

Um utilizador de iPhone pode mudar o motor de busca pré-definido no seu telemóvel para o Bing ou o DuckDuckGo. Mas a maioria das pessoas não deverá fazer essa alteração e mantém o Google, até porque é o serviço mais conhecido e mais popular. Existindo milhões de iPhones em uso por todo o mundo, não é difícil imaginar o número de pesquisas na web que são feitas diariamente através do Safari, da Siri e do Spotlight e o impacto que para a Google tem ser o serviço pré-definido.

Segundo estimativas de um analista – Rod Hall, da Goldman Sachs –, a Google vai pagar este ano 9 mil milhões de dólares por o seu motor de busca ser o pré-definido no iPhone. E esse valor poderá ser maior no próximo ano: até 12 mil milhões.

Por outras palavras, a presença do Google no iPhone não é por a Apple achar que é a melhor opção para os utilizadores pesquisarem online, e 9 mil milhões é o preço a pagar para garantir um monopólio neste campo.

Existindo cerca de 715 milhões de iPhones em uso – segundo dados do ano passado da BMO Capital Markets –, os 9 mil milhões significam também que a Google paga aproximadamente 10 dólares por cada utilizador de iPhone. É claro que, como nota o site Cult Of Mac, estas estimativas do analista da Goldman Sachs podem estar erradas. No ano passado, outro analista, desta feita da Bernstein, avançou 3 mil milhões. Em 2013, o valor anual era de mil milhões.

Certo é que, a ser verídico o valor de 9 mil milhões, é um negócio mais proveitoso para a Apple que o iCloud e o Apple Music juntos, conforme escreve o Business Insider. Certo também é que, independentemente do valor, ser o motor pré-definido do iPhone tem um preço alto, mas que certamente a Google compensa em receitas publicitárias.

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Mudança no Chrome causa nova polêmica de privacidade

Mudança no Chrome causa nova polêmica de privacidade

Uma pequena mudança na versão mais recente do Chrome fez com que o Google se tornasse novamente alvo de críticas.

Desde suas primeiras versões, o Chrome permite que o usuário faça login no navegador para sincronizar seus favoritos, histórico de navegação e outras preferências.

Este recurso permite, por exemplo, que um site marcado como favorito no celular apareça na lista de favoritos do navegador do desktop.

O recurso, entretanto, sempre foi opcional e funcionava de modo independente de outros serviços do Google. Era possível, por exemplo, fazer login no Gmail sem fazer login no Chrome.

Na versão 69, isto mudou. Agora, basta fazer login em qualquer serviço do Google (como Gmail ou YouTube) para ser automaticamente logado também no Chrome. Essa mudança irritou um grupo de usuários, principalmente aqueles que frequentam sites específicos sobre tecnologia, como o Hacker News, e fóruns do Reddit.

Ao longo do fim de semana, engenheiros de software, incluindo funcionários do Google, trocaram argumentos técnicos contra e a favor da mudança.

No fim das contas, como observa a Wired, quem quiser usar o Gmail sem misturar os dados com os do Chrome deve usar outro navegador para acessar o e-mail.

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Qualcomm acusa Apple de roubar designs de chips e repassá-los à Intel

Qualcomm acusa Apple de roubar designs de chips e repassá-los à Intel

Nesta terça-feira (25) a Qualcomm aumentou o tom de suas acusações contra a Apple em um processo sobre patentes movido nos EUA. A empresa agora acusa a Apple de roubar designs de seus chips para repassá-los à rival Intel.

Durante anos a Qualcomm foi a principal fornecedora de chips de modem para a Apple. Esses chips são usados para acessar redes 3G/4G, entre outras funções. Nos últimos anos, porém, a Apple começou a substituir os chips da Qualcomm por componentes da Intel. 

No processo, a Qualcomm acusa a Apple de violar o contrato de confidencialidade e compartilhar informações sobre seus chips com a Intel, a fim de aprimorar os componentes da rival. A Apple nega qualquer irregularidade e afirma que a Qualcomm não tem provas.

Pelo menos desde 2010, Apple e Qualcomm vêm se estranhando na Justiça dos EUA em uma série de processos relacionados a patentes. Em janeiro do ano passado, a Apple processou a Qualcomm alegando que a empresa cobra altos valores por patentes que não desenvolveu.

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