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Especialistas brasileiros explicam o que levou o Bitcoin a bater os US$ 5 mil

Especialistas brasileiros explicam o que levou o Bitcoin a bater os US$ 5 mil

O Bitcoin teve uma alta de US$ 900 em menos de duas horas na madrugada dessa terça-feira (02), chegando a bater US$ 5 mil. Os motivos, contudo, dividem opiniões de especialistas do setor com quem o Portal do Bitcoin conversou.

Fernando Ulrich, analista-chefe da XDEX, disse que esse tipo de alta súbita é algo que o mercado não espera e que não há como saber precisamente o motivo para o ocorrido.

“Não se sabe algum catalizador específico. Uma alta dessas, quando é muito rápido assim, não se sustenta a longo prazo.

O fato é que nas horas seguintes de o Bitcoin ter chegado a marca dos US$ 5.100, o preço recuou e até o fechamento dessa matéria passou a ser negociado a US$ 4.748.

“Chegou a US$5 mil e logo caiu para US$ 4.700. Claro que nesse momento muita gente aproveita para realizar lucros”, afirma Ulrich.

O economista disse que o motivo mais provável tenha sido um aumento no volume de bitcoins transacionados conforme foi noticiado pela Reuters.

Oliver von Landsberg-Sadie, presidente-executivo da empresa de criptomoedas BCB Group, havia dito que isso teria sido desencadeado por uma ordem de US$ 100 milhões nas bolsas norte-americanas Coinbase e Kraken e na Bitstamp.

Segundo Landsberg-Sadie houve uma única ordem que foi gerenciada por algoritmos nesses três locais, de cerca de 20 mil bitcoins.

Esse aumento de volume poderia ter empurrado o preço do Bitcoin para cima na visão de Ulrich.

Boa notícia para o Bitcoin

Hélio Silva, CEO da startup Cloudbit.me e fundador do projeto Bitcoinkids, disse que o mercado é influenciado basicamente pelo volume de ativos negociados e pelas notícias.

“Quando tudo está lateralizado e sem volume expressivo, o que move o mercado é a notícia”, afirma.

Silva disse que um possível motivo pode ter advindo do fenômeno conhecido como FOMO (Fear of Missing out), que em português seria o famoso medo de ficar de fora de uma oportunidade.

A alta do Bitcoin ocorreu após a notícia de que a Comissão de Valores Mobiliários do Estados Unidos (SEC) estaria propensa a liberar o ETF do bitcoin.

A SEC havia anunciado no último dia 29 que estaria contratando especialistas em criptomoedas para analisar a ETF do Bitcoin. A notícia foi divulgada nessa segunda-feira.

Isso, na visão de Silva, fez com que muitas pessoas corressem para comprar Bitcoins.

“Essa notícia é vista como algo que causa expressividade no mercado. Postei isso às 00h50. Algumas horas depois que a notícia chegou nas mãos de boa parte dos operadores, todos saíram comprando”, disse.

Problemas a frente

Ulrich, entretanto, afastou a hipótese de que essa notícia tenha sido a razão para essa alta, pois ele defende que o mercado não tem segurança alguma se essa liberação vai ocorrer de fato.

“Isso está bem sabido no mercado que a aprovação do ETF foi postergada e ainda vai ser postergada de novo pela SEC”

Ele relata que esse é um mercado novo e ainda tem problemas a serem enfrentados como o caso de volumes suspeitos transacionados por exchanges no mundo inteiro que foi apresentado pela Bitwise à SEC.

Isso pode impactar no preço das criptomoedas, mas ele não acredita que haverá uma nova correção como aquela que ocorreu em 2018.

Crescimento à vista

Fausto Botelho, Ceo da Enfoque e analista técnico de Valores mobiliários, aponta que essa alta era esperada.

Ele explica que a razão para isso ter ocorrido foi “o rompimento do importante nível de resistência de US$ 4.200 logo depois do rompimento da reta resistência da tendência de baixa de longo prazo iniciada em Dezembro de 2017”.

Botelho explica que essa tendência de alta é óbvia tendo em vista que a queda do mercado de ações nos Estados Unidos pode trazer uma pequena parte de investidores para o setor de criptomoedas.

“O mercado de ações nos Estados Unidos está em queda e nisso pode ter um escape pequenino para o mercado de criptomoedas. Como a capitalização de mercado de ações é infinitamente maior do que esse de criptomoedas qualquer coisa que chegue trará um impacto enorme”.

Ele afirma que são US$ 80 trilhões a capitalização no mercado de ações mundial e que só a New York Stock Exchange (Bolsa de Nova York) tem capitalização de US$ 28 trilhões. Isso não se compara com os US$ 163 bilhões recentemente alcançados pelo mercado de moedas criptografadas.

“Se vier um por cento da capitalização da NYSE (Bolsa de Nova York) serão US$ 280 bilhões no mercado de criptomoedas, quase o dobro do que esse mercado tem hoje. Eu acho que o Bitcoin pode subir ainda mais”, afirma.

Botelho afirma que esse aumento no valor da criptomoeda já tem precedente desde 2011. “Já aconteceu três vezes uma alta nos moldes que ocorreu em 2017 e se ocorrer algo semelhante com isso estaremos vendo o mercado chegar em US$ 65 mil”.

SOS GUINCHOS

 

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Binance disponibiliza compra de bitcoin, ethereum e litecoin com cartões de crédito Visa e Mastercard

Binance disponibiliza compra de bitcoin, ethereum e litecoin com cartões de crédito Visa e Mastercard

A Binance passou a aceitar os cartões de crédito da Visa e da Mastercard na compra das criptomoedas bitcoin, ethereum e litecoin, conforme anunciado pela empresa nesta quinta-feira (31).

De acordo com um comunicado, a maior bolsa de criptomoedas do mundo por volume de negociação fechou um acordo comercial com a Simplex, empresa israelense líder em processamento de pagamentos.

“Ao aceitar pagamentos com cartão de crédito, a Binance está apoiando o uso mais amplo e a acessibilidade às criptomoedas em todo o mundo”, diz um trecho da nota.

Na página de suporte da plataforma a Binance também disponibilizou a seguinte mensagem:

“A Binance está emocionada em permitir pagamentos com cartão de débito e crédito para criptomoedas através de nossa nova parceria com a Simplex. Como parte de nossa missão para aumentar a adoção e acessibilidade de criptomoedas, os “Binanceiros” agora podem usar Visa e MasterCard para comprar BTC, ETH e LTC e começar a operar na Binance.com em poucos minutos”.

Segundo a empresa, a transação mínima é de US$ 50 e será cobrada a taxa de 3,5% ou US$ 10 e o tempo para a efetivação da compra e crédito na carteira do usuário vai levar em média de 10 a 30 minutos.

“Queremos oferecer da maneira mais segura possível o acesso rápido e fácil às criptomoedas aos traders da Binance”, disse Changpeng Zhao, CEO da exchange

CZ, como assim é chamado, falou também que parceria permitiu preencher uma lacuna que havia entre pagamentos com cartão de crédito e criptomoedas.

Nimrod Lehavi, cofundador e CEO da Simplex, também deixou o seu comentário.

“Estamos entusiasmados por nos associarmos à Binance e, juntos, possibilitar uma experiência muito melhor, rápida e fácil”.

A Binance, contudo, deixou claro de que o processamento de pagamentos Simplex está sujeito às políticas bancárias locais.

Expansão da Binance

E empresa fez questão de lembrar sua expansão no mercado global. Nos últimos quatro meses lançou duas exchanges com suporte criptomoeda/fiat, a Binance Jersey, com suporte a euros (EUR) e libras esterlinas (GBP), e a Binance Uganda, com suporte para o xelim ugandês (UGX).

“A criptoeconomia ainda está em seus estágios iniciais. Construir pontes para fiat é o que precisamos agora para expandir a criptoeconomia, aumentar a adoção e prover criptomoedas a mais usuários”, disse CZ.

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“Valor do Bitcoin nunca será zero”, admite ex-economista do FMI crítico de criptomoedas

“Valor do Bitcoin nunca será zero”, admite ex-economista do FMI crítico de criptomoedas

Kenneth Rogoff, um economista da universidade de Harvard que serviu como economista-chefe no Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2001-03, argumentou recentemente que criptomoedas como o Bitcoin são “bilhetes de loteria” que podem não valer nada.

De acordo com um artigo escrito para o The Guardian, Rogoff acredita que apostar em criptomoedas é arriscado pois governos com “economias avançadas” não as vão tolerar, mas poderão ser adotadas por governos sob sanções americanas, como a Somália, a Síria, o Irão, e a Coreia do Norte.

No seu artigo, revelou que, numa conferência em que esteve, muitos fãs de criptomoedas viam o preço das mesmas subir de tal forma que teriam uma capitalização de mercado de trilhões de dólares num futuro próximo.

Rogoff relembrou que argumentou que o bitcoin deve cair para US $100, mas que o seu valor não será zero. Acrescentou:

O jeito certo de pensar nas moedas de criptomoedas é como bilhetes de loteria que valem a pena em um futuro distópico onde elas são usadas em estados desonestos e falidos, ou talvez em países onde os cidadãos já perderam toda a aparência de privacidade

De acordo com o economista, não é coincidência a Venezuela ter sido o primeiro país a lançar uma criptomoeda, o petro. O grande obstáculo que as criptomoedas enfrentam, afirma, é o de serem adotadas para que possam ser usadas na compra de bens e serviços, além dos ilícitos.

No artigo acrescentou que se os governos em todo o mundo decidirem que é ilegal utilizar criptomoedas em lojas e bancos, isto levará ao seu colapso. Respondendo ao argumento de que bitcoin é “ouro digital,” Rogoff afirmou que ouro tem vários usos além de ser uma reserva de valor, e com a tecnologia tem vindo até a ser usado em iPhones e veículos espaciais.

De acordo com Rogoff, a natureza de sistemas descentralizados como a blockchain das criptomoedas faz com que sejam menos eficientes do que sistemas centralizados, como os dos bancos centrais. Para o economista, isto significa que resolver o “custo energético fenomenal” da rede do bitcoin não serviria de muito.

As suas características, que permitem transacionar de forma semianônima, significam para o economista que governos com “economias avançadas” não a vão tolerar. Sem estas características, afirma, ninguém a utilizaria.

Potencial do Bitcoin

No artigo o economista responde ainda que quem acredita no potencial do bitcoin afirma que o seu valor poderá subir desde que seja percebido como ouro digital. Quanto a isto, argumenta que economistas como ele têm trabalhado neste problema há cinco décadas e que observaram não ser bem assim.

Pelas suas palavras:

[Nós] descobrimos que as bolhas de preços em volta de ativos intrinsecamente inúteis devem eventualmente estourar. Os preços dos ativos que possuem valor real subjacente não podem desviar-se arbitrariamente dos benchmarks históricos

Acrescentou ainda que moedas fiduciárias emitidas por governos não são apenas uma convenção social, pois estes governos pagam a empregados e fornecedores em moeda fiduciária, além de exigirem impostos nela. Aqui, Rogoff negligencia que o estado americano de Ohio já aceita o pagamento de impostos também em bitcoin.

Perto do final do seu artigo reconhece, no entanto, que é ainda cedo para tirar conclusões acerca do futuro das criptomoedas. Afirma que acredita que bancos centrais vão “entrar no jogo,” e que a verdadeira questão é se vamos ver governos apropriar-se do que foi feito pelo setor privado, ou regularem criptomoedas para evitarem evasão ao pagamento de impostos e lavagem de dinheiro.

Conclui que a queda dos preços das criptomoedas não deve ser vista como uma surpresa, pois estas são “bilhetes e lotaria” com uma grande probabilidade de não valerem nada, e uma pequena probabilidade de virem a valer muito no futuro por “motivos atualmente difíceis de antecipar.”

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“Nós alertamos”, diz presidente do Banco Central do Brasil sobre queda das criptomoedas

“Nós alertamos”, diz presidente do Banco Central do Brasil sobre queda das criptomoedas

Antes de deixar o cargo de presidente do Banco Central do Brasil (BC) para dar lugar a Roberto Campos Neto, o diretor do banco Santander escolhido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, o economista Ilan Goldfajn voltou a atacar as criptomoedas.

De acordo com uma publicação do Estadão na semana passada, Goldfajn disse que as criptomoedas preocupam o órgão porque elas não têm lastro e, portanto, não possui garantias por nenhuma instituição governamental.

“Desde o nosso alerta no ano passado, as criptomoedas desvalorizaram em 60%. As criptomoedas também não podem ser caminho para lavagem de dinheiro”, disse o presidente.

Em dezembro do ano passado, Goldfajn havia dito que as criptomoedas eram uma típica bolha e pirâmide. Mais tarde, em abril, ele baixou virulência das críticas ao Bitcoin e o classificou apenas como “um ativo arriscado”.

A fala foi durante sua participação num spread bancário promovido pela Febraban em São Paulo. Bem mais ameno e, em alguns pontos, elogiando a criptomoeda, o presidente disse na ocasião:

“O Bitcoin tem uma tecnologia por trás, o Blockchain, que tem tido sucesso. É uma inovação que deve ser incentivada”.

Naquele momento ele também afirmou que o bitcoin não poderia ser tratado como moeda por causa da alta flutuação e da falta de um banco central por trás como garantia.

“O Bitcoin não é uma moeda, é um ativo. Quem está investindo tem que saber que é arriscado”.

Ao mesmo tempo em que alertava, o executivo também condenava a imprudência de pessoas que arriscam tudo num mercado novo e volátil.

Goldfajn usou como exemplo o risco que alguns americanos estavam entrando na época ao hipotecar suas casas para investir em bitcoin.

“Não é o que eu chamaria de prudente”.

Saída da presidência do BC

Sobre a não permanência na presidência do Banco Central, Ilan Goldfajn relatou que a decisão veio por razões pessoais e preferiu não revelar.

“Venho do setor privado e resolvi retornar às origens. Se houvesse um mandato fixo para o BC, talvez essas questões pessoais não se colocassem”, disse Goldfajn em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

O presidente disse que várias mudanças simultâneas não é saudável para a sociedade e que a autonomia sugerida por ele não se refere a poder fazer tudo o que quiser, mas é um política que poderia promover metas.

“Dos maiores 40 bancos centrais do mundo, o Brasil é o único que não tem autonomia”, concluiu.

Projeto que inclui autonomia do BC será votado em 2019

Um projeto que visa a autonomia do Banco Central do Brasil está em trâmite na Câmara dos Deputados. No entanto ele só deve ser posto em votação no início do ano que vem, diz o Estadão.

Caso seja aprovado, a liberdade dentro da instituição tão almejada por Goldfajn, ficará a deleite do seu substituto.

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3 principais tendências nas criptos para 2019

3 principais tendências nas criptos para 2019

Se 2017 foi o ano em que a criptomoeda explodiu, 2018 foi o ano em que o mundo começou a entendê-la. Após o boom inicial do Bitcoin em janeiro, a segunda metade do ano passou lentamente para os entusiastas, com quase todas as grandes criptomoedas perdendo 80% de seu valor. Os hardforks recentes e as disputas internas entre os desenvolvedores não ajudaram e a pergunta: “o que 2019 trará?” Está na mente de todos. A ICObox compilou suas três principais tendências para o próximo ano …

1. Corrigindo os Problemas do Blockchain

Grande parte da estagnação no mercado tem origem na tecnologia que está quase lá. A ICOBox acredita que os maiores obstáculos técnicos enfrentados são a baixa escalabilidade, o tempo de transação lento e a adoção hesitante pela maior população.

É improvável que esses problemas sejam resolvidos em 2019, mas você pode apostar que os desenvolvedores estarão competindo mais intensamente do que nunca no próximo ano.
O aumento do interesse significa mais dinheiro de investidores que esperam apoiar as soluções mais inovadoras e lucrativas e, assim, eventualmente, uma reviravolta para o mercado.

O outro grande problema das criptomoedas é a volatilidade alta … ou pelo menos era.

Depois de assistir à queda no início do ano e a inúmeras falhas e fraudes dos ICOs, os investidores hesitam em se arriscar. Mas isso pode começar a mudar em 2019.

Desde o grande crash, o Bitcoin tem estado relativamente (relativamente no que diz respeito à criptos) estagnado. Inicialmente, isso era inegavelmente ruim. Mercados estagnados significam nenhuma chance de obter lucro, mas se o mercado conseguir continuar e se manter firme, isso pode ser um sinal de que o mercado está amadurecendo e as partes interessadas estão construindo uma base sólida para crescimento futuro, de acordo com o ICOBox Blockchain Research Center (IBRC).

Melhorias tecnológicas e um mercado estável ao longo de 2019 são exatamente o que os investidores precisam para fazer para ter outra alta (sustentável) no futuro, de acordo com a ICOBox. Quanto mais calmo 2019 for, melhor será no longo prazo.

2. A Tokenização de Tudo

O boom do Bitcoin foi alimentado pelo fervor de investir em algo novo. Criptomoedas eram diferentes, complexas e, para muitos investidores, confusas. A especulação selvagem finalmente alimentou (e estourou) uma bolha gigantesca e as criptomoedas têm lutado para ganhar impulso desde então. Mas 2019 pode ter uma nova corrida do ouro alimentada pela tokenização.

Os investidores há muito entenderam os benefícios dos investimentos físicos. Imóveis, commodities e belas artes têm sido investimentos rentáveis ​​e estáveis, mas historicamente exigiram grandes quantias de capital para entrar no jogo. Outlets como fundos de investimentos imobiliários (REITs) e opções de crowdsourcing diminuíram significativamente, no entanto, essas fontes ainda podem deixar fundos amarrados por anos e ainda limitar a acessibilidade.

O IRBC prevê que a tokenização provavelmente definirá 2019 como base para um novo setor de investimento e negociação. Ao contrário das outras opções mencionadas acima, a tokenização permite que os detentores de tokens negociem seus ativos como ações, de modo que o dinheiro não fique atrelado por anos até que o item físico seja vendido.

A probabilidade é de que 2019 tenha alta em praticamente todos os setores para tokenizar bens físicos, já que as empresas procuram inscrever investidores e proprietários de itens ao longo do ano. Não espere ver uma explosão imediata como a do Bitcoin em 2017. A base para a tokenização levará tempo devido à extensa quantidade de dados que precisam ser obtidos para realmente colocar o mercado em operação, e 2019 verá uma disputa frenética para fazê-lo.

O eventual boom deve valer a espera. A tokenização não só vai bombear toneladas de fundos para o espaço criptográfico, mas também liberar capital para os proprietários de itens, já que eles vendem tokens de seus ativos.

3. Protegendo Informações Pessoais

Em 2018, conforme relatado pelo IBRC, a população em geral começou a se envolver em volta do blockchain. Em 2018, o público também começou a entender a extensão em que suas informações pessoais estavam sendo aproveitadas, roubadas e manipuladas por corporações. A ICOBox prevê que o ano de 2019 permitirá ao público colocar os dois juntos e começar a tomar medidas para controlar suas identidades digitais.

Cripto-gurus têm pregado a descentralização há anos, mas em grande parte ninguém os ouviu. O IBRC sugere que um maior conhecimento do público vai ver mais e mais pessoas tentando tirar proveito da tecnologia blockchain agora que eles têm uma melhor compreensão do mesmo.

Devido à complexidade da tecnologia, as taxas de adoção provavelmente serão mais lentas do que outras redes sociais, mas 2019 estabelecerá muitas das bases para uma quantidade maior de usuário. Espere um crescimento lento e orgânico de pessoas e start-ups desenvolvendo plataformas para pessoas menos inteligentes aproveitarem blockchain sem ter que lidar diretamente com a tecnologia.

Já existe um sentimento generalizado de que as pessoas querem assumir o controle de suas informações pessoais e estão começando a procurar soluções. Blockchain e crypto oferecem soluções viáveis ​​que estão melhorando constantemente. Vai levar tempo, mas o IBRC prevê que 2019 verá o mundo começar a arrancar suas informações pessoais das mãos das corporações e voltar ao seu próprio controle.

O futuro parece brilhante

De acordo com o IBRC, 2019 será um ano fundamental para o mercado e que, gostemos ou não, é o que o mercado precisa para crescer de forma sustentável no futuro. Outro aumento meteórico seria excitante para os especuladores, mas acabaria fazendo mais mal do que bem às criptomoedas. As criptomoedas precisam de um ano “chato” para provar que está amadurecendo, aumentar organicamente sua base de usuários e lançar as bases para uma ampla tokenização.

Em 2019, a ICOBox está esperançosa de que encontraremos respostas para questões iminentes sobre regulamentação governamental e estabelecer regras para todos jogarem. Um mercado estável é fundamental para definir o cenário para essas discussões, e um mercado calmo significa atores governamentais menos assustados.

Com grandes interesses bancários e mais da metade das vinte maiores contas de  Bitcoin sendo criadas nos últimos dois meses, o interesse é que a criptomoeda é maior do que nunca, só não espere uma explosão em 2019. A ICOBox afirma que a longo prazo, ano é o melhor. Com uma infinidade de soluções blockchain programadas para entrarem em operação no novo ano, dedique um tempo para pesquisar empresas, inscreva-se em serviços que despertem seu interesse e explorem a tokenização.

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Segunda maior exchange do mundo deixa de negociar 38 criptomoedas

Segunda maior exchange do mundo deixa de negociar 38 criptomoedas

A exchange chinesa de criptomoedas OKEX, segunda maior do mundo pelos dados do CoinMarketCap, anunciou na última terça-feira (27) o terceiro lote de exclusão de pares de negociação em sua plataforma.

O motivo alegado para a ação é que os 38 pares que constam na lista têm baixo volume e liquidez, segundo a corretora.

“Para criar um ambiente de negociação robusto e oferecer a melhor experiência de negociação, removeremos vários PARES DE NEGOCIAÇÃO com baixa liquidez e volume de acordo com as diretrizes da OKEx”, diz a nota publicada na página de suporte da empresa.

Um dos destaques ficou por conta da exclusão do criptoativo ‘Bread’ (BRD), um token que já valeu US$ 3 a unidade e já chegou a ter um valor de mercado de US$ 192 milhões.

Hoje, o criptoativo vale US$ 0,25 e soma apenas US$ 22 milhões, respectivamente.

Outros pares deslistados que chamaram a atenção foram relacionados à Datum (DAT), nos pares com Bitcoin, Ether e Tether (DAT/BTC, DAT/ETH, DAT/USDT).

A OKEX solicitou aos usuários que cancelassem suas ordens abertas que se referisse aos pares descritos. Após isso, caso não os faça, automaticamente o sistema o fará.

Lista das criptomoedas

O cliente terá, então, até o dia 14 de dezembro para a retirada do token da plataforma para sua carteira ou outra exchange, diz o comunicado.

Veja a lista abaixo:

FirstBlood (1ST) USDT
Micromoney (AMM) USDT
ATLANT (ATL) ETH
Aventus (AVT) BTC
Bread (BRD) ETH
Change (CAG) USDT
CommerceBlock (CBT) BTC
Carinet (CIT) BTC, ETH, OKB
Datum (DAT) BTC, ETH, USDT
DENT (DENT) BTC, ETH, USDT
EncrypGen (DNA) USDT
District0x (DNT) USDT
Everex (EVX) ETH
Genaro Network (GNX) USDT
Iconomi (ICN) USDT
Selfkey (KEY) USDT
LAToken (LA) ETH
Leverj (LEV) BTC, ETH, USDT
Maggie (MAG) USDT
Metal (MTL) BTC, ETH
Merculet (MVP) BTC
NAGA (NGC) BTC
OAX (OAX) USDT
Simple Token (OST) BTC
Qvolta (QVT) USDT
Raiden Network Token (RDN) BTC
Republic Protocol (REN) ETH, USDT
Request Network (REQ) ETH
OneRoot Network (RNT) BTC
Santiment Network Token (SAN) USDT
Show (SHOW) BTC
SingularDTV (SNGLS) BTC, ETH
Sportyco (SPF) USDT
SubStratum (SUB) BTC
Travel (TRA) USDT
Unikoin Gold (UKG) ETH
BLOCKv (VEE) ETH
Worldcore WRC) USDT

O comunicado finaliza:

“Vamos monitorar rigorosamente todos os projetos listados e, quando necessário, vamos aplicar o mecanismo de exclusão de projetos abaixo do padrão da empresa.

Bittrex já excluiu muito mais

No início do ano, a Bittrex anunciou a remoção de 82 tokens de uma só vez. O motivo foi o mesmo alegado pela OKEX, a baixa liquidez.

No entanto, outros problemas também contribuíram para a exclusão de alguns tokens, como alegado pela exchange na ocasião, “várias criptomoedas estavam com seus blockchains ”quebrados”, o que impedia que os usuários retirassem seus saldos”.

Binance excluiu quatro

Em outubro, a Binance, anunciou a remoção dos tokens Bytecoin (BCN), ChatCoin (CHAT), Iconomi (ICN) e Triggers (TRIG).

Naquele momento, a empresa disse que a decisão foi tomada porque as criptomoedas não se enquadravam nos padrões de segurança necessários para sua manutenção no sistema da corretora.

Em nota, a equipe da Binance também disse que avalia constantemente o comportamento dos desenvolvedores dos tokens em sua plataforma, bem como os riscos externos à segurança.

Liqui excluiu e deu prazo mínimo para usuários

No mês passado, a corretora de criptomoedas ucraniana ‘Liqui’ deu apenas sete dias para seus clientes retirarem os tokens que seriam excluídos. Um período muito curto para alertar a todos, principalmente desavisados e hodlers.

Os tokens excluídos foram os seguintes: BAT, TAAS, EDG, MCO, CFI, MGO, MLN, TKN, MYST, ICN, TIME, REQ e Waves, anunciados no primeiro lote de exclusão, em 21 de setembro, e NET, XID, PTOY, NEU, ZRX, REN, AE, DNT, QRL, SNM, SRN, STX, relacionados no segundo lote, anunciado em 20 de outubro.

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“Bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu”, diz presidente da maior Bolsa de Valores do mundo

“Bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu”, diz presidente da maior Bolsa de Valores do mundo

Jeff Sprecher, presidente da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) disse em um evento em Nova York, na terça-feira (27), que apesar do mercado em baixa, ele está confiante de que as criptomoedas sobreviverão.

“Francamente, sim”, disse ele ao ser questionado sobre o atual momento da criptoeconomia na conferência Consensus: Invest, conforme reportagem da CNBC.

No entanto ele frisou que, por ser um operador de bolsa, não é muito elegante ficar opinando sobre isso.

O presidente da bolsa nova-iorquina observou que o bitcoin ainda é o ‘barômetro’ pelo qual todas as outras criptomoedas são julgadas.

“De certo modo, o bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu. Existem milhares de tokens que você pode argumentar que são melhores que ele, mas ainda assim ele sobrevive, prospera e atrai atenção”, disse ele.

Sprecher também é CEO da detentora da NYSE, Intercontinental Exchange (ICE), que está trabalhando em parceria com a Microsoft e a Starbucks para lançar, em janeiro, a Bakkt — o lançamento, previsto para dezembro, foi adiado para 24 de janeiro de 2019.

Futuros de Bitcoin

A nova companhia, cujo foco é facilitar futuros de bitcoin, tem como diretora executiva a também americana Kelly Loeffler, esposa de Sprecher, que o acompanhou na conferência.

A Bakkt fornecerá custódia e rastreamento de preço para o bitcoin, o que é regulamentado como uma commodity pela Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities (CFTC) — projetada para ser livre de manipulação de mercado e fraude.

A Nasdaq, segunda maior bolsa de valores do mundo, também segue com o plano de lançar uma bolsa de futuros de Bitcoin no primeiro trimestre de 2019.

O maior desafio, no entanto, é conseguir satisfazer os critérios do reguladores americanos, em especial a CFTC. Uma vez que todos os requisitos forem contemplados, os contratos poderão ser lançados.

Tudo isso está pavimentando o caminho para a entrada em massa de investidores institucionais no mercado de criptomoedas.

“O que está acontecendo nos bastidores é que empresas têm sido formadas para criar infraestrutura e assim permitir a integração de uma categoria totalmente nova, que são os investidores institucionais”, disse Barry Silbert , fundador do Digital Currency Group.

Silbert ressaltou, ainda, que “nos bastidores ninguém diminuiu a velocidade”.

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Empresa brasileira de arbitragem de Bitcoin cria operação para impedir golpes

Empresa brasileira de arbitragem de Bitcoin cria operação para impedir golpes

A empresa AnubisTrade, especializada em arbitragem com criptomoedas, foi vítima de estelionatários no último mês. Os scammers utilizaram o nome da plataforma para dar golpes em clientes e potenciais clientes da empresa e o prejuízo totaliza cerca de R$20 mil.

O caso, que está sendo acompanhado pela 4ª Delegacia de Polícia especializada em Delitos praticados por Meios Eletrônicos, consiste em golpes de estelionato por meio de redes sociais, pelas quais os criminosos oferecem às pessoas serviços inexistentes com promessas de altos lucros.

Os estelionatários usavam o nome da empresa e de seus dirigentes e grande parte dos golpes ocorria via Telegram.

Matheus Grijó, CEO da AnubisTrade, disse que a empresa está dando todo o suporte jurídico as vítimas por meio de seu advogado Alexandre Bandarra e que há “um perito de rastreio em Blockchain que já auxilia a polícia em crimes deste tipo”. Mas por questão de segurança não revelou o nome desse profissional.

Bandarra, o advogado da plataforma, afirmou que o prejuízo contabilizado até agora foi algo em torno de 1,22 Bitcoin, o que poderia chegar a quase R$20 mil. Num dos casos, o cliente chegou a ter o prejuízo de 0,5 bitcoin.

Bandarra afirma que em relação a um caso específico, o scammer foi bastante inteligente, se passando poro Matheus Grijó, criando um Telegram e Messenger idênticos ao do empresário, e perguntando à vítima como estava funcionando a plataforma e se tinha alguma crítica.

Ladrões de bitcoin

Essa estratégia foi feita para conquistar a confiança da vítima. Bandarra afirma que a vítima nesse caso “tinha acabado de enviar um valor para conta dela” e comentou isso com o golpista que acabou pedindo “um print da confirmação e o e-mail cadastrado pois ele iria agilizar o depósito para entrar em operação o mais rápido possível”.

Depois de ter posse de todos os dados desse cliente, o estelionatário se passou por esse cliente e chegou a conversar com Grijó “informando que havia criado a conta, feito o depósito porém esse ainda não tinha caído”, afirma o advogado.

Nisso, diz Bandarra, que o próprio Grijó caiu no golpe e “confirmou que o depósito já havia sido identificado e enviou um print da confirmação do depósito para o scammer”.

“O criminoso então pegou esse print, enviou para a vítima para ganhar credibilidade, e posteriormente ofereceu um outro produto de maior rendimento e limitado. Mesma história dos prints. Nesse caso, como o scammer obteve dados que só nós teríamos acesso utilizando os dados da vítima, nós a ressarcimos”, disse.

Bandarra afirma que está montando um dossiê com todos os dados que possam auxiliar com a investigação e aconselha as vítimas a registrarem o “Boletim de ocorrência por estelionato, e nos envie o protocolo do BO para que possamos levar todos os dados junto com o dossiê até a delegacia de crimes cibernéticos”.  Até o momento apenas uma vítima levou o caso à polícia.

Para se prevenir

Por meio de nota, a empresa informou que ninguém da sua equipe “irá contatar você em suas redes sociais ou aplicativos de mensagens” e que todos os seus produtos “são oferecidos exclusivamente via plataforma oficial no endereço http://anubis.website”.

“Devido à grande quantidade de tentativas e golpes, a equipe Anubis retirou qualquer tipo de suporte ao usuário feito fora da plataforma. Assim, todas as dúvidas e dificuldades técnicas devem ser sanadas via canal oficial dentro da plataforma”.

A equipe da empresa de criptomoedas , na mesma nota, aconselha  aos investidores sempre desconfiar “de toda e qualquer oportunidade única de investimento” e que nunca envie valores para aqueles que “fizerem contato privado oferecendo este tipo de produto. Pois, quase a totalidade desses casos são golpes: crime de estelionato (art. 171 do Código Penal).”

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Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Negociado a US$ 4.300 na terça (20), o Bitcoin voltou a respirar e subiu 10% desde sua menor cotação no ano. Às 7:00 de quarta (21), a criptomoeda já era negociada próximo aos US$ 4.800.

No Brasil, o Bitcoin opera em alta de 6,24% no dia, cotado a R$ 17.472. Nas últimas 24 horas, 873 BTCs foram negociados nas principais exchanges do país, equivalentes a mais de R$ 14 milhões.

Com a queda, o bitcoin acumula uma desvalorização de 65% no ano e de 78% desde o seu topo histórico. Em 2018, o BTC fechou o mês positivo em apenas três ocasiões: fevereiro, abril e julho.

Mercado tenta recuperação

Com quase todas as criptomoedas experimentando suas menores cotações anuais, o valor de mercado também caiu para o menor nível de 2018, US$ 148 bilhões, patamar semelhando a outubro de 2017.

Entretanto, os criptoativos parecem estar respirando nesta quarta, apesar de se manterem bem abaixo da cotação de uma semana atrás, quase todos operam em alta nas últimas 24 horas.

Enquanto a maioria teve quedas superiores a 30%, o XRP, token da Ripple, desvalorizou apenas 9,5% na semana. O Bitcoin Cash, que teve o evento do hard fork ao seu lado, foi o que mais sofreu, com uma queda de 51,79%.

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Plano da Receita Federal pode destruir o mercado de criptomoedas, diz advogado do setor

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“A falta de regulamentação de criptomoedas leva a Receita Federal fazer como bem entender nesse mercado”. Essa foi a frase dita por Rafael Steinfeld, advogado e CEO da Bitwolf, na manhã dessa sexta-feira (16), na Bitconf Summer Edition, que está sendo realizada em Fortaleza, no Ceará.

O advogado palestrou sobre os riscos trazidos da minuta de uma instrução normativa feita pela Receita Federal. O órgão visa tributar qualquer operação com criptomoedas e, em face da ausência de regulamentação, pretende fazer isso por analogia de regras utilizadas no mercado de ações.

O problema, contudo, é que esse projeto de instrução normativa prevê penalidades que podem afetar negativamente o mercado cripto por inteiro. A obrigação de se fazer declaração mensal das operações acima de R$10 mil, na visão de Steinfeld, é algo absurdo e pode afastar investidores.

“Isso não é feito nem no mercado de ações”, disse o advogado que ainda apontou um outro problema grave. Mesmo sem qualquer previsão legal e, desta forma, violando o princípio da legalidade, a Receita Federal ainda impôs uma multa em caso de declarações desconexas.

A sanção de pagamento de 1,5% para pessoas físicas e 3% para as pessoas jurídicas sobre o total que deve ser tributado, é um absurdo.

“Esse tipo de penalidade não pode ser imposta por essa instrução normativa”, afirma o advogado. Ela deve advir de lei conforme está até previsto no artigo 97 do Código Tributário Nacional. “Não se pode criar penalidade sem lei. Essa instrução normativa viola o princípio da legalidade”.

“O banco só tem de informar suas declarações uma vez por ano. Isso é destruir o mercado. As associações que estão aí têm de brigar firme contra esse absurdo”.

A questão é que não há clareza nem do momento em que deve ocorrer a tributação e ainda acaba onerando tanto as exchanges quanto os investidores em se certificar sobre os detalhes das suas operações com criptomoedas.

Steinfeild afirma que esses 3% é muito além do que as exchanges ganham com as transações e isso vai acabar com o mercado.

Apesar de declaração não significar tributação, o advogado explica que isso trará custos para exchanges e investidores, os quais terão de contratar advogados e ainda garantir a execução fiscal (em outros termos pagar o valor para se defender).

O que motivou essa minuta da instrução normativa foi a suspeita de que as criptomoedas estariam sendo usadas para lavagem dinheiro. Steinfeld não discorda de que criptomoedas devem ser tributadas, mas critica a Receita federal pela falta de conhecimento sobre o tema.

“A receita precisa entender mais sobre o assunto. A blockchain é totalmente auditável. Eles estão em outro mundo. Não sei o que eles pensam. O mercado não é assim”.

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