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Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

O Instagram anunciou esta terça-feira, 19 de março, que os seus utilizadores podem fazer compras diretamente na aplicação de partilha de fotografias. Por agora, só podem usufruir desta nova funcionalidade para comprar produtos de 20 marcas (Adidas, Burberry, H&M e Zara são algumas), diretamente na aplicação através de uma nova opção de “checkout”. Contudo, a empresa detida pelo Facebook quer ampliar este serviço a novas marcas “nos próximos meses”.

Para fazer compras dos produtos partilhados nas fotos, neste momento, os utilizadores do Instagram ainda têm de sair da aplicação e aceder aos sites das marcas. Com esta nova funcionalidade, passa a ser possível fazer as compras através do próprio Instagram, que vai cobrar uma comissão às marcas por cada transação realizada na aplicação.

Os utilizadores podem fazer o pagamento com Visa, Mastercard, American Express, PayPal e Discover. Os pagamentos são processados em parceria com a PayPal.

De acordo com o Financial Times, alguns especialistas creem na possibilidade de Mark Zuckerberg estar a planear a longo prazo imitar a chinesa WeChat, que permite aos utilizadores fazer compras, enviar dinheiro, e jogar sem ter de sair da plataforma.

O Facebook defende que as vantagens da introdução desta nova função é o facto de as pessoas deixarem de precisar de passar para o navegador quando querem comprar e como já têm as suas informações de pagamento protegidas num só lugar, não precisam de as estar sempre a repetir a cada compra.

SOS GUINCHOS

 

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Twitter lança protótipo de aplicação para testar novas ideias

Twitter lança protótipo de aplicação para testar novas ideias

Chama-se “twttr” e é uma aplicação paralela que pretende experimentar novos recursos dentro de um grupo restrito de utilizadores.

O protótipo tinha sido apresentado no CES, em janeiro, e foi lançado no passado dia 11 de março. O twttr visa melhorar todos os aspectos do Twitter, mas numa primeira fase o foco será otimizar o acompanhamento das conversas.

Ciente de que na sua versão atual não é fácil para os utilizadores ler, compreender ou juntar-se a uma conversa, a rede social deseja assim obter feedback dos próprios utilizadores, para compreender como poderá melhorar essa funcionalidade. As principais novidades verificam-se a nível estético, tentando o modelo aproximar-se mais do design de um serviço de mensagens instantâneas, como se pode ver na imagem.

É permitida a inscrição no programa a todos os utilizadores, mas nesta fase o Twitter deseja apenas selecionar participantes cuja primeira língua seja o inglês ou o japonês. O primeiro grupo, constituído por cerca de dois mil utilizadores, será convidado por e-mail nos próximos dias.

O Twitter espera utilizar, a longo prazo, este protótipo como uma plataforma experimentação fora da sua rede aberta ao público. Dependendo do sucesso das novas funcionalidades testadas dentro do twttr, estas poderão mais tarde ser transformadas em recursos reais na aplicação oficial.

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Os 10 erros HTTP mais comuns

Os 10 erros HTTP mais comuns

Ao visitar um website, o browser envia um pedido para o servidor no qual este se encontra alojado. O servidor recebe a solicitação, processa-a, e envia a resposta com os recursos solicitados. Por vezes, ao aceder a um determinado website, é comum surgir uma mensagem de erro HTTP (HyperText Transfer Protocol).

Quando é apresentado um desses códigos de erro, é sinal de que existe algum de tipo de falha no que respeita ao acesso à página. Saibam quais os 10 erros HTTP mais comuns.

Para que possa validar o porquê do erro HTTP apresentado é necessário conhecer a extensa lista de erros, para saber o que tem de fazer.  Os erros HTTP estão divididos em 5 classes com respostas distintas, sendo que o primeiro digito do número do código correspondente à sua classe. 

5 classes de erros HTTP

  • 1XX – Informativo
  • 2XX – Sucesso
  • 3XX – Redirecionamento
  • 4XX – Erro de Cliente
  • 5XX – Outros erros

Existindo muitos códigos de erro, selecionamos uma lista com os dez erros mais comuns, explicando qual o significado dos mesmos e como poderá, eventualmente, proceder para solucionar o problema.

  • 200 (OK):Significa que a sua página está OK, e que o website foi carregado normal e corretamente.
  • 301 (Moved Pernanently): Indica que o recurso solicitado foi atribuído a um novo URI e que referências futuras devem utilizar URIs devolvidos.
    • Resumidamente, este erro devolve ao browser a informação de que a página ou o website ao qual tentou aceder, apresenta uma alteração permanente do endereço.  Poderá resolver este erro, recorrendo a um Redirect 301, o qual transmitirá de forma quase integral a autoridade do antigo domínio para o atual.
    •  As três situações mais comuns em que fará sentido utilizar o Redirect 301 são:
      • Migração de Paginas que já não existem (erro 404);
      • Migração de Websites;
      • Evitar Duplicação de Conteúdo
  • 400 (Bad request): Este erro ocorre devido a incongruências do lado do cliente e do próprio servidor.  Quando o fluxo de informação enviado, pelo browser, não respeita as regras do protocolo HTTP, o servidor não sabe como processar a solicitação. Pode surgir quando o utilizador está a aceder através de ligação instável, tem o sistema operativo desprotegido, problemas com o browser ou de cache.

 

  • 403 (Forbidden): Surge quando o servidor rejeita o pedido. Normalmente, a razão mais comum para que surja este aviso é quando o detentor do website não concede as permissões corretas para que o utilizador possa visualizar a página visitada.
  • 404 (Not found): Este é um dos erros mais conhecidos pelos visitantes, e indica que a página que está a visitar não foi encontrada, ou seja, o recurso já não está disponível. O erro 404 é um tipo de erro que não está relacionado com o servidor, mas sim com o website em si, isto é, o utilizador consegue aceder ao website, existe resposta por parte do mesmo, no entanto, a página ou conteúdo solicitado não conseguem ser localizados.
    • Um dos procedimentos a implementar no desenvolvimento do seu website, de forma a minimizar o impacto de erros 404 no seu website, é a criação de umapágina 404 personalizada, onde poderá, por exemplo, apresentar a lista das páginas mais visitadas do website, ou dos produtos ou serviços de maior relevância;
    • Se a página em causa tiver sido removida ou a tenha substituído e criado um redirecionamento, é devolvido o código301, reencaminhando o utilizador para a página correta;
    • Se considera que a página poderá ter sido incorretamente com um erro 404 , poderá recorrer à“Ferramenta de inspeção de URL”daGoogle Search Console para analisar o conteúdo renderizado e qual o código HTTP devolvido.

 

  • 500 (Internal server error): Trata-se de um dos erros mais frequentes, e significa que existe algo, ao nível do servidor, que está a impedir o acesso à website ou à página que está a ser visitada. Pode resultar de uma falha inesperada que impede que o servidor o conecte à página ou permissões incorretas dos ficheiros do site. Muitas vezes, quando um determinado website está a receber demasiado tráfego, poderá ser devolvido o erro 500.  Apesar de ser um erro do lado do servidor, limpe a cache e as cookies do seu browser, e tente visitar novamente a página.

 

  • 502 (Bad gateway): Diz respeito a um problema de comunicação entre dois servidores. Por vezes, um servidor é utilizado como intermediário entre o utilizador e um outro servidor, como, por exemplo, quando faz um acesso por proxy. Esse erro ocorre, devido a uma resposta inválida do servidor que se encontra acima na hierarquia. De referir que apesar de esse servidor poder estar a funcionar incorretamente, o motivo mais frequente para o referido erro é a incongruência entre protocolos para a troca de informação entre os servidores.

 

  • 503 (Service unavailable):Este erro poderá corresponder a uma situação temporária. Por isso, se visitar um website e for apresentada esta mensagem é sinal de que o servidor poderá não estar disponível, devido a uma manutenção programada ou a excesso de tráfego no website. Faça refresh à pagina ou tente aceder, novamente, mais tarde.

 

  • 504 (Gateway timeout):O erro 504 é gerado devido a problemas de troca de informação entre servidores. Se tentar aceder a um website e for devolvido este erro, significa que o servidor não está a enviar os dados para o servidor ao qual está ligado. Como o servidor não consegue receber o fluxo de dados em tempo útil, gera o 504.  É um tipo de erro relacionado com a rede, como tal, apenas quem tem acesso à infraestrutura da mesma, poderá receber. Aconselhamos, neste caso, que tente aceder novamente, passados uns minutos.

 

  • 508 (Resource Limit is reached ):O erro 508 é obtido quando a conta de alojamento em questão atingiu o limite de recursos. Este limite poderá ser de CPU, memória ou processos concorrentes. Poderá significar que o site tem algum problema e consome muitos recursos, ou simplesmente que os recursos alocados não são suficientes para suportar o volume de tráfego ou visitas.

Para além dos erros HTTP escolhidos para o TOP 10 deste artigo, adicionaria algum à lista? Quais os erros que costuma visualizar com maior frequência quando acede a um website?

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YouTube fecha comentários nos vídeos com crianças

A descoberta de uma rede de comentários de pedófilos e predadores em vídeos do YouTube fez com que várias marcas suspendessem a publicidade na plataforma. Uma das primeiras medidas da empresa foi desativar os comentários nesses vídeos e, em seguida, anunciar que vai impedir os comentários em todos os vídeos de menores.

A medida vai demorar vários meses a ser implementada e poderá representar um corte significativo nas receitas de quem cria conteúdos, explica a BBC.

A mudança proposta prevê que os vídeos de crianças muito pequenas tenham automaticamente a secção de comentários desativada. Os vídeos de crianças mais velhas ou adolescentes não devem ter os comentários desativados, a não ser que seja uma situação capaz de atrair pedófilo, como de alguém a fazer ginástica, por exemplo. Somente os canais de alguns YouTubers conhecidos terão a opção de comentários ativada.

Mesmo para esses, o YouTube vai pedir uma moderação ativa do que é escrito, para assegurar que não existe qualquer perigo.

Além da proibição de comentários, o YouTube anunciou ainda o encerramento de vários canais que mostravam conteúdos menos próprios, mesmo na versão Kids da plataforma.

Os criadores mostram-se preocupados com a desativação de comentários, uma vez que estes são uma parte importante para o algoritmo de recomendação de vídeos. «Percebemos que os comentários são uma forma importante para os criadores construírem e ligarem-se às suas audiências (…) Também sabemos que esta é a medida certa a tomar para proteger a comunidade do YouTube», disse a empresa em comunicado.

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Em breve será possível transferir dinheiro no WhatsApp e Telegram

Em breve será possível transferir dinheiro no WhatsApp e Telegram

Para quem acha que o segmento das moedas digitais não terá futuro é melhor mudar de opinião! Apesar das quebras significativas da Bitcoin, há empresas tecnológicas que estão já a trabalhar na sua própria moeda digital. Facebook e Telegram são dois exemplos.

A notícia é recente e dá conta de que o Facebook está a trabalhar numa moeda digital. Esta será dedicada ao WhatsApp. Por outro lado, o Telegram parece estar a seguir o mesmo caminho.

A informação foi avançada pelo New York Times que revela que há grandes empresas a trabalhar na sua própria moeda digital.

Segundo as informações avançadas, o Facebook e a equipa responsável pelo Telegram estão a trabalhar numa alternativa ao Bitcoin. Esta decisão suger depois da Bitcoin mostrar algumas fragilidades e ter desvalorizado bastante. O rumor da criação de novas moedas digitais não é novo, mas existem agora mais evidências!

Facebook tem 50 engenheiros a trabalhar na moeda digital

Segundo o que é revelado pelo New York Times, atualmente existem 50 engenheiros do Facebook a trabalhar neste projeto, sendo que é importante referir que o líder do projeto é David Marcus, o antigo Presidente do PayPal. Sabe-se também que esta equipa trabalha “isolada” da outra equipa que gere a maior rede social do mundo, de acordo com dois funcionários do Facebook.

O Facebook tem vindo a investigar várias formas de usar o blockchain, a tecnologia introduzida pelo Bitcoin que possibilita manter registos partilhados de transações financeiras em vários dispositivos, em vez de depender de um grande player central como é o caso do PayPal ou o Visa.

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Grupos no WhatsApp só com a sua autorização, em breve

Grupos no WhatsApp só com a sua autorização, em breve

Vai haver uma nova opção no WhatsApp para que tenha mais controlo sobre os grupos a que o seu número de telemóvel é adicionado. Primeiro, receberá um convite. E vai ter três dias para decidir.

Estão sempre a adicionar a sua conta do WhatsApp a grupos, sem a sua autorização? Em breve, a aplicação de mensagens mais usada em todo o mundo deverá dar-lhe uma opção para impedir que isso aconteça. É a solução encontrada pelo WhatsApp para que não tenha de se dar ao trabalho de sair de um grupo para o qual sempre desejou nunca ter entrado.

A nova função já está a ser testada pelo WhatsApp, refere o El País, que cita um portal especializado em novidades do WhatsApp, mas não é certo se vai ser ativada de forma predefinida para todos os utilizadores quando chegar à generalidade das pessoas. Sabe-se apenas que os mais de 1,5 mil milhões de utilizadores do WhatsApp poderão decidir se podem sempre ser adicionados a grupos, ou se poderão ser adicionados apenas por pessoas que já estejam na sua lista de contactos.

Neste último caso, se a sua conta for adicionada a um grupo por alguém que não esteja na lista de contactos, receberá o convite, que é válido por 72 horas (três dias), cabendo ao utilizador decidir se quer aceitar ou não. Haverá ainda uma terceira opção, para que possa bloquear todas as tentativas de adicionarem o seu perfil a um grupo.

Os grupos do WhatsApp são comunidades de mensagens com até 250 pessoas. São usadas por famílias, grupos de amigos, organizações e empresas para agregar vários utilizadores numa espécie de canal privado de comunicação, ao qual apenas os membros adicionados têm acesso. Mas esta nova opção, dada pela empresa detida pelo Facebook, vem também responder a um outro desafio mais proeminente: o das fake news e da propaganda política sem escrúpulos.

O envio massivo de material com informação falsa e propagandística tem sido apontado como um dos fatores que mais ajudou à eleição do republicano Donald Trump para Presidente dos EUA, ou do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro, que é o recém-empossado Presidente do Brasil.

Concretamente, em relação a este último, os grupos no WhatsApp tiveram um papel especialmente relevante. Neles, durante a campanha eleitoral, eram diariamente partilhadas milhões de mensagens incendiárias, muitas delas com informação falsa. Com as eleições europeias cada vez mais perto, a empresa fundada por Mark Zuckerberg tem estado numa corrida contra o tempo, no sentido de implementar soluções que possam mitigar este problema, sem desvirtuar o conceito por detrás do serviço.

Apesar dos esforços, o homem que criou o Facebook e que também é líder máximo do WhatsApp tem sido alvo de críticas, de várias frentes, que o acusam de não estar a tomar as medidas certas para combater o flagelo da desinformação por ter receio de penalizar as receitas da multinacional.

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Farto de ser adicionado aos grupos do WhatsApp? Em breve terá uma solução!

Farto de ser adicionado aos grupos do WhatsApp? Em breve terá uma solução!

O WhatsApp é uma das plataformas ou serviços de comunicação mais populares e aceites em todo o mundo com milhões de utilizadores através das plataformas Android, iOS e Desktop. Contudo, os grupos do WhatsApp continuam a gerar alguma controvérsia.

Certamente já terá sido adicionado, sem saber ou sem a sua opinião ser tida em conta, a um ou vários grupos do WhatsApp. Um flagelo que poderá em breve chegar ao fim, pelo menos para quem tem um iPhone ou outro dispositivo Apple com o sistema operativo iOS.

Ainda em fase beta (fase de testes), uma nova opção para o sistema operativo iOS já está a ser cogitada pela empresa pertencente ao grupo Facebook. Algo que, de uma forma muito sucinta, vai deixar o utilizador decidir se quer, ou não, entrar nos grupos do WhatsApp. O utilizador receberá o convite e poderá, ou não, aceitá-lo.

Cansado de ser adicionado a grupos do WhatsApp?

A nova função foi detetada pelo portal WABetaInfo, entretanto, veiculada pela publicação AndroidAuthority, sugerindo uma nova função para a versão iOS. Algo que dará, numa primeira fase aos utilizadores do Apple iPhone, a possibilidade de definirem um comportamento preventivo.

Ainda de acordo com a mesma fonte, a funcionalidade deverá chegar ao Android, finda a fase de testes. Mas, ao certo como funcionará este filtro? A resposta reside na versão inicial (beta) para dispositivos iOS, tal como podemos ver em seguida.

Mais concretamente, dentro do mensageiro teremos uma nova janela, dentro das definições. Aí, o utilizador poderá definir o comportamento predefinido quando alguém o adiciona aos grupos do WhatsApp.  Assim que a função chegar à versão final, estável, colocará um ponto final neste potencial incómodo.

A função foi detetada na app para iOS, mas não será exclusiva do Apple iPhone

As possibilidades serão:

  • Todos o poderem adicionar
  • Apenas os seus contactos
  • Ninguém o poder adicionar

Assim, para aceder às novas opções vá até Definições – Privacidade – Grupos. Em seguida poderá então selecionar o comportamento desejado.

Ainda de acordo com a fonte, caso o utilizador selecione a terceira opção – Ninguém – receberá uma notificação quando o administrador de um grupo o tentar adicionar. Nesse caso, o utilizador poderá aceitar ou rejeitar o convite, sendo este válido por 72 horas.

Por fim, o utilizador receberá o alerta mesmo se o administrador não fizer parte da sua lista de contactos. Acredita-se ainda que continuará a ser possível juntar-se a um dos grupos do WhatsApp através dos links diretos. Mesmo se tiver selecionado a terceira opção de privacidade.

Relembramos que estas novidades foram detetadas na versão iOS da aplicação WhatsApp mas, também chegarão à versão para Android.

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Facebook lhe dirá que empresas estão a vender os seus dados para fins publicitários

Facebook lhe dirá que empresas estão a vender os seus dados para fins publicitários

A utilização, tratamento ou venda de informações e dados do utilizador para fins publicitários passará a ser denunciada pelo Facebook. A rede social de Mark Zuckerberg toma assim uma postura severa perante as empresas deste setor.

Trata-se de uma recente tomada de ação por parte do Facebook para combater o uso indiscriminado da sua informação. Algo que até agora tem sido prática comum para, por exemplo, aperfeiçoar o tipo de publicidades que lhe são apresentadas.

As mudanças serão implementadas em breve, mais concretamente a partir do dia 28 de fevereiro, aqui de acordo com a investigação do TechCrunch. A partir dessa data, caso você clique no botão “Porque é que estou a ver este anúncio?”, a rede social dir-lhe-á se os seus dados foram propositadamente utilizados por alguma empresa para estreitar o seu público alvo.

Quem, e que empresas, tiveram acesso aos seus dados?

Por outras palavras, quando o anúncio / publicidade / propaganda que estiver a ver no Facebook tiver sido especialmente curado para si, a rede social dir-lhe-á quem foi a empresa que fez uso das suas informações para esse efeito.

É importante ter perfeita noção de que isto não colocará um ponto final na utilização dos dados dos utilizadores para este fim. O aperfeiçoamento do marketing ou targeting publicitário continuará a existir.

Contudo, o utilizador que até agora não era tido nem achado, começará a saber quem ou que empresa é que utilizou, tratou ou veiculou os seus dados pessoais para esse mesmo fim. É, sem dúvida, um início de uma potencial mudança de paradigma na maior rede social do mundo.

A rede social Facebook dá um passo na direção certa

A partir daqui, o utilizador passará a saber quem é que está a usar os seus dados, por conseguinte, poderá passar a limitar este uso no futuro. Esta medida, tal como aponta também o TechCrunch, poderá ajudar o Facebook a detetar os parceiros e empresas que estejam a utilizar estas informações sem o seu conhecimento.

Algo que, consequentemente, poderá começar a mitigar o uso indevido das informações dos utilizadores, muitas vezes sem estes saberem. Ainda assim, será um processo gradual, mas sem dúvida um passo certo, na direção certa.

A medida foi anunciada pela própria rede social numa publicação recente. Agora, teremos que aguardar pela sua aplicação, a partir do dia 28 de fevereiro de 2019.

Poderá isto ajudar o Facebook a recuperar a tão necessária confiança dos utilizadores?

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Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Os investigadores da Kaspersky Lab descobriram que a maior fragilidade das palavras-passe é a sua reutilização. A recente publicação da notícia do roubo de mais de 700 milhões de emails e palavras-passe não codificadas revela que a informação obtida devido às diferentes falhas pode combinar-se facilmente e ser utilizada em outros ataques de “preenchimento de credenciais”, onde os hackers aproveitam as combinações do correio eletrónico ou palavras-passe das vítimas para aceder a outras contas que tenham a mesma palavra. Para criar palavras-passe seguras, únicas e fáceis de memorizar, a Kaspersky Lab recomenda:

  • Criar uma “combinação estática” (a parte da palavra-passe que nunca muda)

1. Pensar numa frase, letras de canções, citações de um filme, uma canção de infância ou algo parecido que seja fácil de memorizar para nós próprios.
2. Pegar na primeira letra das primeiras três ou cinco palavras.
3. Entre cada letra, acrescentar, por exemplo, @/ #, etc.

  • Melhorá-las através da força da associação

1. Quando pensamos nas contas online para as quais precisamos de ter uma palavra-passe (Facebook, Twitter, locais de contactos ou de jogos, etc.), deve-se anotar cada uma das primeiras palavras que associemos a cada rede.

2. Por exemplo, ao criarmos uma palavra-passe para o Facebook, podemos associar esta rede à cor azul do logótipo; ou então podemos simplesmente acrescentar a palavra “azul”, talvez em maiúsculas, no final da combinação estática.

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O fim da rede social facebook estará próximo?

O fim da rede social facebook estará próximo?

A rede social mais popular do mundo até ao momento é o Facebook. No entanto, a criação de Zuckerberg popularizou-se de tal forma que começou a afastar utilizadores.

Agora o abrandamento é notório e são os mercados mais importantes para a rede que estão dar estes sinais.

O Facebook continua a ser uma empresa colossal, com milhares de milhões de utilizadores espalhados pelo mundo. Aliás, neste momento, o Facebook terá cerca de 2,3 mil milhões de utilizadores mensais ativos.

O Facebook pode já ter atingido o seu apogeu

Colocando esta cifra em perspetiva, atualmente existirão 3,9 mil milhões de pessoas com acesso à Internet, de acordo com os dados da International Telecommunications Union. Algo que nos mostra a escala desta rede social.

Contudo, tal como aponta esta agência de análise do mercado, a desaceleração do seu crescimento era inevitável. Sobretudo quando a quantidade de utilizadores ativos mensais já se compara ao número da população mundial.

Apesar de ser uma inevitabilidade, o Facebook tem passado por uma das suas fases mais conturbadas. Com escândalo atrás de escândalo no que ao tratamento e privacidade das informações dos seus utilizadores diz respeito.

Agora, o seu crescimento abranda nas zonas que, por norma, geram o maior volume de receitas para a rede social. Mais concretamente, o mercado norte-americano e europeu.

Estados Unidos, o mercado mais rentável para a rede social

De acordo com os dados desta agência, durante os últimos três meses, a rede social conseguiu 2 milhões de novos utilizadores nos Estados Unidos da América. Já na Europa, esse valor situou-se nos 5 milhões de novos utilizadores.

Paralelamente, no trimestre passado a rede social gerou 50% e 25% das suas receitas nestes dois mercados. O seu abrandamento é, portanto, um sinal preocupante para a rede social de Mark Zuckerberg.

Para o Facebook, um utilizador norte-americano é extremamente valioso, sendo a sua fonte de rendimento maioritária. Em média, cada um destes utilizadores gerou 34,86 dólares para a empresa. Em contraste, um utilizador da região asiática, gerou 2,96 dólares.

Entretanto, Mark Zuckerberg já se pronunciou sobre o próximo grande passo da sua rede social.

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