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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

SOS GUINCHOS

 

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Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

A rede social Facebook anunciou um novo leque de medidas e regras mais apertadas com o intuito de mitigar a propagação de fake news. A sintomática das notícias falsas tem assolado a plataforma nos últimos anos, sendo particularmente difícil de atacar. Agora, temos novas regras, também para o Facebook Messenger.

Chegou um novo leque de novas regras para os grupos, bem como para a sua app Facebook Messenger.

A problemática tem afetado não só esta rede social, sobretudo ao longo dos últimos dois anos. Com efeito, a partir de 2016 vimos uma crescente tendência na partilha de falsa informação de forma a criar todo o tipo de consternação social. Ao mesmo tempo, vimos os media tradicionais a cair em descrédito, tal como o Facebook.

A sintomática das fake news em 2019

Continuam e continuarão a existir, mas agora o público está mais ciente da sua existência. Aliás, já se questiona aquilo que é divulgado na internet, e só assim, partindo do leitor, é que se pode promover a literacia digital. A faculdade de ler, interpretar e comparar os factos expostos, sendo necessário confrontar as fontes.

Assim, a rede social de Mark Zuckerberg toma agora um novo punhado de medidas. São novas regras que visam, sobretudo, moderar os grupos do Facebook. A partir de agora, os grupos que forem identificados como fonte ou local de partilha de fake news, terão um menor alcance no feed de notícias dos utilizadores da rede.

Os grupos de Facebook vieram substituir, em grande parte, os fóruns convencionais que outrora dominaram a internet. Porém, alguns destes grupos são utilizados para fins menos louváveis, ou simplesmente para partilhar fake news e é exatamente este nicho que a rede social quer atacar e mitigar a sua influência.

Os grupos do Facebook

A motivação de fundo volta a ser a mesma. Em 2016 foram utilizadas fake news durante as eleições presidenciais norte-americanas. Com ambos os lados a polvilhar a internet com publicações que viriam a ser consideradas falaciosas e pondo em cheque toda a credibilidade dos media, convencionais e modernos.

O veículo favorito para a circulação das fake news foi, desde então, a rede social Facebook e o motor de busca Google, duas plataformas altamente visadas. Como tal, o Facebook chamou a si a responsabilidade de recuperar a credibilidade. Para tal, continua afincadamente a combater as notícias falsas ou deturpadas.

Agora, com a aplicação das novas regras, o Facebook quer diminuir o alcance de grupos denunciados ou classificados como propagadores de fake news. Uma primeira etapa, de contenção, de conteúdo dúbio e que, em última instância, pode ser removido completamente da plataforma.

O barÔmetro de fiabilidade de uma publicação na rede social

Em seguida, outra das novas medidas é o apuramento da fiabilidade de uma determinada publicação. Assim, a rede social não mediará apenas a popularidade, alcance e interação da mesma, mas também a sua fiabilidade. Uma implementação que se baseará, não só na classificação do público (denúncia), mas também no confronto com as fontes, um processo mais demorado e, por via da regra, manual e humano.

Por outras palavras, teremos mais um indicador que interferirá no algoritmo da rede social. Um novo aspeto que influenciará também a frequência com que uma determinada publicação será apresentada. Por outras palavras, um novo ponto que pode reduzir o impacto ou divulgação de um certo conteúdo.

Aliás, uma implementação similar já é utilizada pela Google para classificar e moderar a distribuição de um certo conteúdo através do seu motor de pesquisa. De igual modo, ao procurar algo na rede social, as recomendações e resultados apresentados vão passar a refletir esta nova abordagem do Facebook.

O Facebook Messenger também é abrangido pelas novas regras

Outro dos pontos fulcrais é a verificação dos factos. Para esse efeito, o Facebook já estabeleceu parcerias com várias entidades e organizações para proceder a esta tarefa. Além disso, passará também a disponibilizar informação e contextualização sobre os vídeos divulgados através da sua plataforma.

Mais ainda, todas estas mudanças também se sentirão no Facebook Messenger. A partir de agora, tal como no WhatsApp, poderemos saber se uma determinada mensagem foi, ou não, reenviada antes de chegar ao nosso conhecimento. Dessa forma, poderemos saber se determinado conteúdo faz parte de uma corrente, ou não.

Em síntese, este é o novo leque de regras e medidas com vista à redução do impacto das fake news. Uma abordagem tripartida e que promete surtir efeitos a curto e médio prazo. Ler, contextualizar, sensibilizar, comparar e, se necessário, remover uma notícia ou publicação.

SOS GUINCHOS

 

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Twitter: agora só pode seguir 400 novos utilizadores por dia

Twitter: agora só pode seguir 400 novos utilizadores por dia

A rede social Twitter volta a introduzir uma série de medidas com o intuito de reduzir as contas falsas, a ação dos bots, bem como para mitigar o spam. Nesse sentido, a partir de agora os utilizadores da rede social ficam restringidos a seguir um máximo de 400 novas contas por dia. Até então, o limite eram 1000 contas.

Assim, se tem uma conta no Twitter e quiser começar a seguir novas contas, o limite diário é agora de 400.

A medida, aparentemente criada com o propósito de purgar a rede social do seu uso indevido, foi recentemente anunciada pela empresa. Aliás, a tecnológica deixou bem claro que está farta do spam, das publicações enganosas e sobretudo dos bots para gerar “followers” ou seguidores gerados artificialmente.

O Twitter colocou um travão nos “follows” diários

De acordo com as declarações de um representante do Twitter ao Engadget, a medida já estava a ser estudada pela rede social. Agora, é implementada com vista a tornar o espaço online mais saudável e livre de tanto spam ou contas de bots. Foi uma decisão tomada com calma, após um estudo do status quo da plataforma.

Com efeito, a empresa chegou à conclusão que o anterior teto máximo só favorecia quem queria usar a plataforma para fins indevidos. Isto é, ao poder seguir até 1000 novas contas por dia. Algo que dava aso ao seu aproveitamento para divulgação de lixo eletrônico. A expressão aqui utilizada foi “follower churn”.

Como parte do nosso compromisso em criar um serviço mais saudável, continuamos concentrados em eliminar o spam e abuso no Twitter. Assim chegamos à conclusão que o antigo limite incentivava o seu mau uso. A partir de agora, o limite diário é de 400 novos “follows”. Isto vai evitar o “follower churn”. As declarações do representante da rede social ao Engadget.

Só pode seguir 400 novas contas por dia na rede social

Esta é apenas a mais recente de uma série de medidas que têm vindo a ser tomadas pela rede social. Já no ano passado vimos uma rejeição dos tweets ou publicações em massa. Mais recentemente, vimos o Twitter a tentar identificar o tweet original. Ao mesmo tempo, o combate às fakes news intensifica-se.

Por fim, vimos ainda a implementação de um processo de verificação do utilizador. Tratando-se aqui de uma confirmação da identidade através do número de telefone e email ao criar nova conta.

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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

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Google + encerrada

Google + encerrada

A Google tem vindo a encerrar a sua rede social Google+ por fases, mas hoje fica marcado pelo último “prego” no caixão do serviço. A partir de hoje, todas as contas e respetivo conteúdo, tais como fotos e vídeos, serão apagados.

Até à data, os utilizadores interessados em preservar o seu conteúdo multimédia deveriam fazê-lo através do respetivo download. No entanto, os materiais que tenham sido salvaguardados no Google Photos não serão apagados.

A Google tinha inicialmente planos para encerrar a sua rede social Google+ em agosto, mas depois de uma falha de segurança que expôs a informação pessoal de mais de 50 milhões de utilizadores, a tecnológica decidiu antecipar o término das suas operações em abril.

De notar que a Google prevê que o processo de apagar todo o conteúdo do serviço poderá demorar meses. Por isso, sem garantias, poderá continuar a ver o seu conteúdo nos próximos dias, para o caso de ainda conseguir autenticar-se e não ter feito o backup dos conteúdos.

SOS GUINCHOS

 

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Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Mark Zuckerberg está a estudar a criação de um separador para notícias no Facebook, pagando aos jornais pelo conteúdo que aí colocar. Polêmica lei dos direitos de autor na UE aprovada há uma semana.

O Facebook está a estudar a criação de uma secção dedicada às notícias na plataforma, através da qual poderá negociar com os editores um pagamento pelo acesso aos conteúdos. Informação que surge uma semana depois de a União Europeia ter aprovado novas regras para os direitos de autor na internet.

Numa conversa gravada entre com o presidente executivo do grupo de media Axel Springer, Mathias Döpfner, o fundador do Facebook admitiu a hipótese de criar uma aba exclusiva para notícias “de alta qualidade” provenientes de fontes “credíveis”. Para garantir a qualidade do conteúdo, Mark Zuckerberg admite pagar a alguns jornais pelo acesso e disponibilização desse mesmo conteúdo na maior rede social do mundo, de acordo com a Business Insider.

A informação de que a empresa está a estudar esta hipótese ganha relevância num contexto de aprovação da nova Diretiva dos Direitos de Autor, uma framework europeia que define novas regras para os direitos de autor na internet e que vai dar aos jornais mais poder de negociação na partilha de receitas com as grandes plataformas tecnológicas.

No passado, o Facebook já teve planos para tirar para uma aba secundária o conteúdo noticioso do feed de notícias dos utilizadores. Além disso, o lançamento dos Instant Articles surgiu para responder às críticas dos editores de que a rede social não pagava pelo acesso ao conteúdo. A baixa remuneração levou a que muitos jornais que aderiram inicialmente à funcionalidade tenham decidido abandonar o modelo no último ano.

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WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

As novidades do WhatsApp tem estado a surgir a um ritmo alucinante. Focam-se em várias áreas e em várias possibilidades, todas elas preparadas para melhorar ainda mais este serviço.

A mais recente melhoria vem para aumentar ainda mais a segurança. O WhatsApp vai poder ser desbloqueado com a impressão digital e assim estar mais seguro.

Mais uma vez esta é uma novidade que está ainda em testes, mas que se prepara para ser lançada de forma oficial em breve. Foi descoberta pelo site WaBetaInfo, que se dedica a analisar as versões de teste e a descobrir as novidades.

O WhatsApp estará mais seguro em breve

Do que pode ser visto na versão 2.19.83, passa a haver uma nova camada de segurança. Sempre que for aberto o WhatsApp, este irá pedir o desbloqueio por impressão digital. Caso esta seja uma das definidas no Android, a app será acedida.

A configuração desta nova opção é feita na área da privacidade da conta do utilizador. Aqui dentro têm a opção para ativar ou desativar o desbloqueio por impressão digital. Basta clicar para que a opção fique ativa.

Quanto tempo para pedir a impressão digital?

Há uma segunda opção que pode ser usada e que permite definir o tempo que a app esperará para se bloquear. As opções vão desde o imediato até aos 30 minutos, passando por 1 e 10 minutos. Claro que podemos continuar a usar o WhatsApp sem bloquear, uma vez que só a aplicará com o ecrã desligado ou a usar outra app.

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Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

O Squad Stream centra-se numa lógica de partilha de tráfego entre canais, dando a conhecer novos criadores das áreas de interesse dos fãs

Esta quarta-feira, a Twitch anunciou o lançamento do Squad Stream, um serviço de streaming que permite que quatro utilizadores façam stream em simultâneo numa só janela. Esta nova opção tem como objetivo levar a que os criadores consigam juntar-se para fazer trabalhos colaborativos mais facilmente, dando aos fãs conteúdos mais interativos.

O Squad Stream é útil também para dar a conhecer aos fãs os outros criadores que participam na transmissão, por exemplo, no caso de um utilizador estar a ver um stream de Overwatch, por conhecer apenas um dos streamers, vai descobrir três novos streamers que se interessam pelo mesmo jogo.

Conseguindo ser vistos em qualidades de 480p ou 720p, os criadores podem iniciar uma transmissão Squad Stream juntando-se uns aos outros, fazendo e/ou aceitando convites de outra “squad” começando, assim, a transmitir para os fãs.

No passado a Twitch ofereceu uma opção chamada “Raids”, que permite aos criadores trabalharem em conjunto para fazer as suas comunidades de fãs aumentarem, através do redirecionamento de tráfego entre canais. O Squad Stream, em vez de redirecionar tráfego, centra-se mais numa lógica de partilha.

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Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

“O futuro dos jogos não está numa caixa” de acordo com a Google. “Está num só local” e da mesma forma que durante séculos construímos estádios para nos reunirmos com um claro propósito, o Stadia parte da mesma premissa. Assim, a plataforma de streaming de jogos anunciada pela Google, é muito promissora.

Agora, já sabemos quais são os primeiros jogos confirmados, bem como a velocidade de ligação recomendada.

O futuro dos gaming, acessível a partir de qualquer lugar, através de qualquer dispositivo. Em suma, a Netflix dos jogos, tal como carinhosamente já é apelidado. É um estádio virtual, em que o bilhete é uma ligação à Internet, independentemente do dispositivo utilizado. Não precisará de uma consola física, ou PC gamer.

Uma ligação à Internet e o browser Google Chrome

Estas são as únicas exigências do lado do consumidor para que este possa entrar no Stadia. Ainda assim, o projeto carece de meses de desenvolvimento, ficando disponível apenas no final deste ano. Além disso, chegará aos Estados Unidos da América, UK, Canadá, bem como à Europa (países não especificados).

Importa agora compreender melhor o seu funcionamento. Para tal, encontramos o YouTube, bem como o Google Chrome enquanto principais “motores” para o Stadia. Durante a apresentação, a Google descreveu o YouTube como se da Twitch se tratasse. Com sessões de jogo regulares e um público cativo, além do jogador.

Locais onde, por exemplo, todos os dias a X horas, milhares de crianças se reúnem para assistirem a sessões de Fortnite. É exatamente este público cativo que a Google quer para o seu Stadia, jogadores e espetadores atentos aos principais astros do gaming. Para além, claro está, de poderem também partilhar as suas sessões.

Uma audiência dinâmica e uma comunidade de jogadores

Com criadores de conteúdo de um lado (youtubers e programadores de jogos). Do outro, todo um público ávido pelas suas novas estrelas, ídolos ou simplesmente para quem quiser ver um gameplay. Uma premissa resumida na perfeição pela imagem acima, um dos slides da apresentação na GDC19.

Alás, desengane-se se pensa que isto é só brincadeira para entreter crianças. É uma indústria, um negócio em forte expansão que gera milhares de dólares, não só para os estúdios responsáveis pelos jogos, mas também para alguns jogadores. Veja-se o exemplo do “Ninja” que aufere 500 mil dólares mensais, a jogar Fortnite.

Mas há mais, muito mais! O YouTube servirá como um motor de lançamento para o Stadia em que os criadores de conteúdo poderão interagir, como nunca antes, com os seus espetadores. Assim, poderão criar um lobby, uma zona (com desafios e jogos) onde qualquer um se poderá juntar para sessões de jogo.

YouTube, o grande promotor do Stadia

Imagine que está a assistir a uma livestream (transmissão em direito) de um jogo através do YouTube. A dada altura o streamer disponibiliza o link de acesso ao jogo. Assim, bastará clicar no mesmo para se juntar ao seu youtuber favorito numa sessão de jogos através do Stadia.

Em suma, o Stadia é uma consola de jogos, que utiliza apenas a Cloud e foi concebida de raiz para a geração do YouTube. Esta é a grande aposta da Google com a sua nova plataforma de streaming de jogos.

É o único dispositivo, sob a forma do novo controlador que aqui pode conhecer. É o Stadia Controller e também ele está ao serviço do streaming de jogos. Contudo, será um extra e não um pre-requisito para poder jogar. Aliás, desde que tenha uma ligação à Internet e o navegador Google Chrome, não precisa de mais nada.

O Google Chrome e os dispositivos Android

O Stadia foi demonstrado em vários dispositivos como smartphones, televisões, tablets e até em computadores ChromeOS. Assim, sabemos que a porta de entrada para o Stadia é o browser da empresa, o seu Google Chrome, o mesmo se aplicando aos dispositivos Android, sempre através do browser.

Contudo, não vimos qualquer indicação do suporte para dispositivos iOS. Isto é, o Stadia não foi demonstrado através do Safari pelo que concluímos que, sem o Google Chrome, não poderá aceder ao serviço de streaming de jogos, pelo menos para já. No futuro, isto poderá vir a mudar.

A Google prometeu o suporte para mais navegadores. Contudo, pelo menos durante os primeiros meses, terá mesmo que utilizar o Google Chrome caso queira aceder a este serviço de streaming de jogos. O início não será fácil, mas já temos alguns jogos confirmados, bem como o seu Stadia Games e o Entertainment Studio.

Os primeiro jogos, já confirmados para o Stadia

O que é uma plataforma, ecossistema ou consola de jogos sem…jogos? Assim, o primeiro jogo, logo demonstrado na apresentação do Stadia foi o Doom Eternal, um exclusivo. Além disso, a Google garantiu que mais de 100 estúdios de jogos já têm o seu dev kit ou kit de ferramentas para produção de novos títulos.

Em seguida tivemos a confirmação do Rime, bem como do Shadow of the Tom Raider. Por fim, temos ainda um quarto jogo já confirmado, de nome não divulgado, mas desenvolvido pelo menos estúdio que produziu o Star Fox. Assim, na sua apresentação, o Stadia garantiu quatro jogos para a sua plataforma.

A tecnológica norte-americana apresentou também os seus novos estúdios para produção de conteúdos exclusivos para a plataforma. Contudo, não avançou qualquer detalhe sobre o tipo de jogos que estariam a ser preparados para o seu Stadia. Assim, temos apenas a indicação dos 4 títulos supracitados.

A velocidade de ligação recomendada à Internet

Ainda que o hardware não seja uma preocupação, a ligação à Internet é uma condição sine qua non poderá utilizar o seu serviço de streaming de jogos. Por conseguinte, a Google já deu a conhecer que precisaremos de pelo menos 25 megabits por segundo (25 mbps). Esta é a velocidade mínima que garantirá uma experiência de jogo (streaming) a 1080p (Full-HD) a 60 frames por segundo (fps).

De acordo com as declarações de Phill Harrison, responsável máximo pelo Stadia, à Kotaku, quando futuramente o serviço disponibilizar conteúdos em 4K (ultra-HD) a 60 fps, a velocidade de ligação recomendada será de 30 mbps.

Além disso, recomendou que o utilizador tenha um pacote sem limite de dados. Caso contrário, o plafond esgotaria rapidamente ao utilizar o streaming de jogos. Já a qualidade da imagem será baseada na qualidade da ligação à Internet.

E a latência neste serviço de streaming?

Uma boa ligação à Internet, sem limites de tráfego é um dos requisitos. Contudo, isto por si só não resolve outra das preocupações, a latência vulgarmente definida pelo “Ping”. Note-se que é necessária uma latência muito reduzida para não haver um desfasamento do tempo entre o pressionar do botão no controlador e a ação respetiva, dentro do jogo.

Contudo, a Google tem aqui uma sólida vantagem face a todo e qualquer possível concorrente. Com centenas de centros de dados (data centers) espalhados pelo mundo. Ainda assim, para quem não estiver perto de uma grande área metropolitana não excluímos a possibilidade de os tempos de latência serem uma preocupação.

Em suma, existem ainda várias questões às quais não podemos responder. Tome-se, por exemplo, o plano de preços, ainda não revelado pela empresa.

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Soluções de pagamento online contribuem para o crescimento das PMEs

Soluções de pagamento online contribuem para o crescimento das PMEs

É essa a conclusão de uma pesquisa realizada pelo PayPal entre 2015 e 2017, em empresas dos 28 países da UE.

O PayPal divulgou os resultados de um novo White Paper, tendo concluído que o comércio digital é um recurso especialmente útil para as pequenas e médias empresas. A análise de dados incidiu sobre uma amostra de 157.636 pequenas empresas da União Europeia que aceitam o PayPal para pagamentos digitais, entre os anos de 2015 e 2017.

Com base nos resultados do documento, a empresa de pagamentos online chegou à conclusão de que uma pequena empresa não precisa de estar localizada numa cidade para ser bem sucedida. Considera o PayPal que uma empresa crescerá ao mesmo ritmo quer esteja localizada numa capital ou numa pequena cidade, por motivos relacionados com a economia digital, as oportunidades de exportação e as soluções de pagamento online.

A análise revela ainda que Portugal regista um crescimento significativo ao nível das receitas de vendas, tanto nas grandes cidades (21,8%) como em cidades mais pequenas (6,4%), acompanhando a tendência europeia. Para o PayPal, o comércio eletrónico e os agentes digitais que facilitam o processo estão a permitir que as pequenas empresas cresçam mais do que nunca.

Os resultados do White Paper demonstram ainda que as PME representam 99% do sector de negócios e empregam dois terços da classe trabalhadora, tendo criado cerca de 85% dos novos empregos nos últimos cinco anos.

Para Raimundo Sala, diretor-geral do Paypal em Portugal e Espanha, “as PMEs sempre foram o coração e o motor da economia europeia”, acrescentando que a sua empresa “está a apoiá-las em Portugal desde o início, graças à introdução de novas ferramentas e recursos”.

De acordo com o White Paper, a Internet permite que as PMEs possam aceder a mais de 4,1 mil milhões de clientes em todo o mundo, sendo que as empresas internacionalmente ativas crescem duas vezes mais rapidamente do que vendem em exclusivo para o mercado doméstico.

O relatório revelou ainda que as empresas que utilizam o PayPal são mais ativas internacionalmente do que as empresas tradicionais, que se mantêm offline. Os comerciantes que realizaram exportações através do PayPal enviaram 41,4% das suas vendas para países que não pertencem à EU, contra apenas 28% das empresas tradicionais.

SOS GUINCHOS

 

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