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Microsoft corrige 77 falhas de segurança em julho e 15 são críticas

Microsoft corrige 77 falhas de segurança em julho e 15 são críticas

Esta terça-feira foi dia de Patch Tuesday. O boletim mensal de correções de falhas de segurança da Microsoft trouxe remédio para 77 vulnerabilidades, das quais 15 são críticas.

No pacote de correções a falhas críticas do mês de julho estão patches para falhas identificadas em plataformas como o Azure, o Microsoft SQL Server, serviços do servidor DHCP ou no Microsoft ChakraCore Scripting Engine, entre outros.

Os dois últimos referem-se a software usado pelos browsers da Microsoft, Edge e Internet Explorer 11, onde foram identificadas vulnerabilidades na memória do software e falhas que permitem a execução remota de código. Os problemas estão a ser corrigidos pela Microsoft antes de serem explorados por hackers e os utilizadores devem fazer o mesmo e deixar seguir o curso normal do Windows Update, o sistema automático de atualizações do sistema operativo, que entretanto já deve ter dado sinais de que há software para atualizar.

Na segunda categoria de perigo na classificação da Microsoft, destaque para duas para vulnerabilidades de dia zero, falhas que são exploradas por hackers sem aviso prévio e ainda numa fase em que são completamente desconhecidas do autor do software.

Ambas foram criadas para esquemas que têm como objetivo aceder a contas com um nível elevado de privilégios e acesso a informação relevante e ambas estavam a ser usadas ativamente para explorar as falhas que as fizeram nascer. Afetam as componentes do Windows, Win32k e splwow64.exe. A primeiro atinge o Windows 7, Server 2008 e Server 2008 R2. A segunda pode ser explorada no Windows 8.1 e Server 2012.

   

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Twitter traz novidades animadas para as aplicações Android, iOs e Web

Twitter traz novidades animadas para as aplicações Android, iOs e Web

Com efeito imediato, os utilizadores da rede social Twitter vão poder adicionar imagens, vídeos, bem como GIFs aos seus retweets. As partilhas de uma publicação de outra conta ou perfil poderão agora ser mais personalizados. A empresa está a fazer chegar a novidade à aplicação para Android e iOS e à versão web.

Desse modo e se utiliza o Twitter, pode agora acrescentar um toque pessoal ao conteúdo que partilha.

É uma das funções mais utilizadas nesta rede social. Ao navegar pelo feed vemos algo que nos desperta a atenção, que nos interessa, diverte, ou simplesmente consideramos que tal merece ser divulgado. Nesse caso, terá que fazer um retweet ou uma partilha de conteúdo de outrem nesta plataforma.

O retweet na rede social Twitter

Contudo, tal como o próprio Twitter o classifica, o retweet era complemente impessoal. Desse modo, mais não era do que uma nova publicação tal e qual o autor original a havia concebido. Por outras palavras, faltava a componente pessoal nesta função da rede social norte-americana.

Ao mesmo tempo, os utilizadores foram pedindo esta mesma função há vários meses. Agora, a rede social deu a saber que a espera tinha acabado e fê-lo, claro, com um exemplo disso mesmo. Em seguida pode ver o retweet de um pedido, acompanhado já de um GIF, mas existindo também outras possibilidades.

Ainda que para o comum utilizador esta mudança possa parecer quase insignificante, de acordo com o Twitter a sua implementação foi deveras trabalhosa. Foi necessário conceber uma nova forma, lógica e que não sobrecarregasse o feed, na cronologia dos utilizadores.

Os desafios nesta atualização para Android, iOS e Web

Descobrimos que foi difícil para os utilizadores perceberem e inteirarem-se do conteúdo num retweet com imagens ou GIFs. Uma consequência do layout; dois grandes tweets colocados um sobre o outro, aponta um porta-voz do Twitter.

Ainda que o processo de desenvolvimento da função tenha tido a sua dose de desafios, a função está já a ser distribuída. Portanto, se tem um dispositivo Android, iOS, ou se prefere utilizar esta rede social através do seu computador, também já poderá usufruir das novidades, a chegarem aqui de forma gradual.

A rede social aponta ainda que várias das grandes empresas, criadores e estúdios já estão a tirar proveito desta função desde que foi lançada. Por fim, a empresa deu a saber que demorará um pouco mais até chegar, e funcionar corretamente, na versão para computador – vista Web.

                                    

 

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Microsoft: Versão macOS do Edge quase pronta para chegar ao público

Microsoft: Versão macOS do Edge quase pronta para chegar ao público

A decisão da Microsoft em criar uma nova versão do Edge tem-se mostrado acertada. Com este novo browser a empresa tem conseguido excelentes prestações e uma forte adesão.

Se, até hoje, apenas pode ser usada a versão dedicada ao Windows 10, a chegada de novas versões será em breve uma realidade. Não se sabe ainda qual será, mas a versão dedicada ao macOS será uma certeza e foi agora mostrada.

O novo Edge está a ser preparado para usar o Chromium como base, o que dá à Microsoft uma margem de manobra grande. Ao ter um motor de browsing pronto a ser usado, só precisa de se preocupar com a interface e com as muitas funcionalidades extra.

Ontem, durante a conferência Build 2019, a Microsoft levantou um pouco mais o véu e mostrou o que poderá ser esperado muito em breve. Em concreto, foi apresentada a versão para macOS.

Esta nova versão é esperada para muito breve, sem que a Microsoft tivesse revelado uma data precisa. Há a dúvida se esta versão chegará primeiro ou depois que a versão para o Windows 7, também ela a chegar muito em breve.

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Facebook já está a receber novo design nos smartphones

Facebook já está a receber novo design nos smartphones

Um novo design para o Facebook. “Agora mais simples, mais rápido e abrangente, colocando a comunidade em destaque“. Assim o descreveu Fidji Simo, a responsável pela aplicação da maior das redes sociais para os nossos smartphones durante a conferência anual da empresa, a F8.

O melhor de tudo? O novo design já começou a chegar a alguns utilizadores e aos respetivos smartphones.

Uma nova linguagem de design, transversal a todas as redes sociais do grupo Facebook e que chega em primeiro lugar à rede primordial. Com efeito, a empresa deu a saber que este novo design tornará mais fácil encontrar aquilo que estamos à procura, para além de dar mais destaque às funções que mais utilizamos.

A maior das redes sociais, o Facebook

O novo design passa não só pela aplicação principal, mas também pelo Messenger. A tónica está agora colocada no formato React and Relay, sendo gradualmente aplicada a ambos os formatos (smartphones e Web). Ao mesmo tempo, vemos já alguns utilizadores a receber o novo look na aplicação do Facebook para smartphones.

A nova versão, apelidada internamente de “FB5” será “mais simples, mais rápida, mais abrangente, e coloca as comunidades no centro“. Ainda de acordo com a empresa, teremos uma grande mudança no aspeto e na forma como encontramos e navegamos até aos vários grupos que tornam a rede social num grande fórum.

Face ao design atual, teremos várias alterações para a maior das redes sociais. Agora, no smartphone (e posteriormente na versão Web), predominam os tons claros. Veja-se a barra de topo, até agora em azul, passando ao branco que já encontramos, por exemplo, na aplicação Messenger para smartphones.

As novidades da aplicação para smartphones

A empresa de Mark Zuckerberg quer manter os utilizadores na sua plataforma. Para tal, colocará uma nova ênfase nos grupos de visualização de vídeos e conteúdos multimédia. Outra das áreas a ter um reforço serão os supracitados grupos, agora com mais ênfase na discussão de temáticas e interação entre os membros.

A aplicação para smartphones terá também o seu “Tinder”. Chama-se Facebook Dating (encontros) e chegará a mais países com uma nova função – “Crush” secreto. Poderá também escolher até 9 pessoas do seu círculo de amigos. Já se a sua (ou seu) “crush” o selecionar, ambos receberão uma notificação de par encontrado.

Importa ainda frisar que ninguém receberá qualquer tipo de notificação até que haja uma sincronia de interesses e interações. Em síntese, para além de ser a mais famosa das redes sociais, o Facebook quer unir os seus utilizadores através desta nova função. Estará disponível no Brasil.

Por fim, teremos também novas formas de marcar encontros com utilizadores do MarketPlace. Algo que o ajudará a definir um ponto de encontro (de preferência num local público), para finalizar o negócio.  Tudo isto está a caminho dos smartphones (Android e iOS), sendo gradualmente disponibilizado ao longo dos meses.

A versão Web também terá um novo design

Para uma melhor utilização da rede social através do computador ou do grande ecrã, também teremos um novo design para este meio. Para já, o novo aspeto ainda não chegou aos utilizadores, estando ainda em fase de testes e desenvolvimento. Ainda assim, um programador já consegui ter acesso à versão inicial (preview).

Somos assim contemplados com três colunas. Em primeiro lugar, à esquerda, com todos os menus, categorias e definições. Já ao centro temos o habitual feed de notícias e publicações, com uma maior ênfase nas publicações de amigos e pessoas, ao invés de páginas e empresas. Por fim, temos também os contactos à direita na terceira coluna (da esquerda para a direita). Aí temos também as sugestões apresentadas no topo dessa coluna.

Por fim, vemos ainda a barra de pesquisa, mais curta e arredondada, na lateral superior esquerda, ao passo que os menus de navegação e respetivos ícones estão ao centro. A sensação imediata é a de simplicidade, mas claro, as opiniões podem variar.

A gestora da aplicação do Facebook para smartphones, Fidji Simo deu ainda a saber que existirá um novo menu ou aba para Eventos. Algo que, de acordo com as suas palavras, dará ao utilizador uma visão geral daquilo que está a acontecer ao seu redor.

Teremos recomendações, negócios e possibilidades para marcar encontros com os nossos amigos. A empresa quer facilitar, por exemplo, a marcação de um jantar de amigos, chegando a função durante o próximo verão.

 

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WhatsApp começou a bloquear contas que usam o GB WhatsApp por violar as suas regras

WhatsApp começou a bloquear contas que usam o GB WhatsApp por violar as suas regras

A utilização de apps alternativas no WhatsApp é algo que acontece há muitos anos. Mesmo com todos os alertas que a empresa fez, muitos continuam a preferir estas apps alteradas e com mais capacidades que a original.

Esta situação não está a ser tolerada e por isso o serviço começou a bloquear contas que usam o GB WhatsApp por violar as suas regras.

Apesar desta não ser uma situação nova, ela parece estar agora a acontecer com maior incidência. Muitos utilizadores do GB WhatsApp estão agora a reportar problemas que até há pouco tempo não estavam a acontecer.

A situação está a ser controlada de forma firme e as contas são bloqueadas primeiro por um período de 20 minutos, sendo depois novamente impedidas de ser usadas por períodos cumulativos. Este vai crescendo em blocos de 20 minutos até se o bloqueio se torna permanente.

Para indicar aos utilizadores o que se está a passar, o WhatsApp apresenta uma mensagem e um contador. Este vai, de forma descrescente, mostrando o tempo que ainda vai ser necessário aguardar para que a conta seja desbloqueada.

É também mostrado aos utilizadores uma explicação para o sucedido e revela que este aconteceu pela violação das regras do WhatsApp. No site do serviço de mensagens a informação é também clara e revela que é proibida a utilização de versões não oficiais da sua app.

Se você receber uma mensagem no WhatsApp indicando que a sua conta foi “temporariamente banida”, você provavelmente está a usar uma versão não oficial do WhatsApp. Se não mudar para a app oficial após ser sido temporariamente banido, a sua conta pode ser permanente banida de usar o WhatsApp.

É também revelado que a impossibilidade de usar outras apps está associado à falta de segurança que estas têm, levando a que os dados dos utilizadores sejam roubados e as suas conversas interceptadas.

Na verdade, esta não é uma situação que não fosse esperada. Há poucos meses o serviço de mensagens tinha já alertado para a utilização destas medidas em contas que usassem apps que não a oficial criada pela empresa para o serviço.

Agora, e aparentemente numa escala global, esta medida foi colocada em prática. Assim, o WhatsApp obriga os utilizadores a abandonarem estas apps e a usarem a sua, oficial e reconhecida. De notar que as contas podem ser bloqueadas de forma definitiva para os utilizadores que insistirem em não abandonar estas apps.

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Alphabet registra crescimento mais lento dos últimos três anos

Alphabet registra crescimento mais lento dos últimos três anos

A Alphabet da Google registrou o crescimento mais lento dos últimos três anos, tendo ocorrido uma queda na ordem dos 7,5% do valor das ações da empresa. Esta é maior descida registrada desde 2012 e segundo a Reuters o abrandamento deve-se ao aumento da competição publicitária, da queda de presença no negócio dos smartphones e devido a mudanças impostas por entidades publicitárias, que estão aplicadas na YouTube.

A agência de comunicação avança que a chefe do departamento financeiro da empresa, Ruth Porat, justifica que o crescimento mais lento pode estar relacionado com os seguintes fatores: flutuações monetárias, competição e alterações nos produtos da empresa. Cerca de 85% do lucro da Alphabet provém dos spots publicitários da Google, nomeadamente, links, banners e anúncios, em sites e apps.

«Esperamos um quarto trimestre com variações, mas estamos confiantes com as oportunidades que estão para vir a longo prazo», disse Sundar Pichai, chefe executivo da empresa, à Reuters, referindo-se ao abrandamento do crescimento da marca.

Embora a Alphabet apresente uma subida de 17%, relativamente ao trimestre homólogo de 2018, equivalente a um total de 36,3 mil milhões de dólares (aproximadamente 32,37 mil milhões de euros), a bolsa de Wall Street estimava que a empresa iria faturar mais mil milhões com publicidade.

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Atalhos da Siri, Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS vão chegar ao macOS

Atalhos da Siri, Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS vão chegar ao macOS

Ainda é cedo para qualquer certeza, mas os últimos rumores apontam para mudanças radicais nos sistemas operativos da Apple. Tanto o iOS como o macOS vão ter novidades de peso que os vão melhorar.

Já soubemos de várias possíveis mudanças, mas uma nova surgiu. O macOS 10.15 vai receber os Atalhos da Siri, o Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS.

Apesar de querer manter os dois sistemas operativos separador, a Apple estará a criar uma aproximação grande nestes sistemas. Para isso sabe-se que está a preparar mudanças, muitas ao nível das apps e das suas funcionalidades. A ideia é criar uma experiência transversal nos 2 sistemas.

Uma das mais recentes informações chegadas traz uma novidade que incorporará no macOS 10.15 várias funcionalidades do iOS 12. As que se conhecem estão nos Atalhos da Siri e no Tempo de ecrã.

Atalhos da Siri saltam do iOS para o macOS

A primeira funcionalidade, Atalhos da Siri, trará para o macOS as mesmas opções que temos hoje no iOS. Será possível criar conjunto de instruções, associadas a apps ou ao próprio sistema. Não se sabe se o como no iOS, será necessário instalar e configurar a app, para que se possa integrar com o macOS.

Tempo de ecrã vai controlar a utilização do macOS

No campo do Tempo de ecrã, a Apple tem também algumas novidades para o macOS. Esta será uma novidade, que tal como temos no iOS, irá mostrar aos utilizadores os dados de utilização do sistema, tanto ao nível das apps como do próprio ecrã.

Há ainda outras novidades a caminho. Falas-se numa nova interface de gestão do AppleID, com melhorias para a configuração da Partilha de Família. Também se especula sobre a chegada dos efeitos do iMessage ao macOS.

Todas estas novidades vêm juntar-se às já conhecidas e esperas. Fala-se da fusão do Find my iPhone com o Find my Friends, do https://pplware.sapo.pt/apple/ios-13-apple-dark-mode-iphone-ipad/ no iOS 13 e da separação do iTunes em várias apps. É muito provável que sejam conhecidas no WWDC deste ano e lançadas mais tarde em setembro.

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Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

A Netflix anunciou ter atingido 148 milhões de subscrições em todo o mundo. No último trimestre, a plataforma de streaming angariou 9,6 milhões de subscritores, tendo superado a expectativa de crescimento que se encontrava na casa dos 8,9 milhões. A empresa anunciou ainda que vai começar a testar o “top 10 semanal” no mercado do Reino Unido, que consistirá numa listagem das 10 séries mais vistas, para ajudar os subscritores a escolherem as séries, filmes ou documentários mais falados do momento.

A Netflix revelou ainda o número de visualizações de alguns dos seus conteúdos durante o primeiro mês do ano, sendo que os três conteúdos mais visualizados foram: Triple Frontier, o filme de ação protagonizado por Ben Affleck e Charlie Hunnam, com 52 milhões de visualizações; Umbrella Academy, a série de ação/aventura/comédia que conta com a presença de Ellen Page, com 45 milhões de visualizações; e The Highwaymen, cujos protagonistas são Woody Harrelson e Kevin Costner, com 40 milhões de visualizações.

Com o serviço de streaming da Disney e da Apple a chegarem ao mercado, a Netflix não se mostra preocupada com a competição e espera vir a crescer mais. Num comunicado a empresa refere que: «Não estamos a tentar antecipar se a concorrência vai afetar materialmente o nosso crescimento, porque a transição de um serviço de entretenimento linear para on demand é muito grande, dada a diferença do tipo de conteúdos nos dois serviços. Acreditamos que o nosso crescimento vai continuar, uma vez que investimos em melhorar o nosso serviço e nos nossos conteúdos e os clientes continuam a migrar dos serviços mais comuns (como a televisão por cabo) para o nosso».

SOS GUINCHOS

 

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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

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Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

A rede social Facebook anunciou um novo leque de medidas e regras mais apertadas com o intuito de mitigar a propagação de fake news. A sintomática das notícias falsas tem assolado a plataforma nos últimos anos, sendo particularmente difícil de atacar. Agora, temos novas regras, também para o Facebook Messenger.

Chegou um novo leque de novas regras para os grupos, bem como para a sua app Facebook Messenger.

A problemática tem afetado não só esta rede social, sobretudo ao longo dos últimos dois anos. Com efeito, a partir de 2016 vimos uma crescente tendência na partilha de falsa informação de forma a criar todo o tipo de consternação social. Ao mesmo tempo, vimos os media tradicionais a cair em descrédito, tal como o Facebook.

A sintomática das fake news em 2019

Continuam e continuarão a existir, mas agora o público está mais ciente da sua existência. Aliás, já se questiona aquilo que é divulgado na internet, e só assim, partindo do leitor, é que se pode promover a literacia digital. A faculdade de ler, interpretar e comparar os factos expostos, sendo necessário confrontar as fontes.

Assim, a rede social de Mark Zuckerberg toma agora um novo punhado de medidas. São novas regras que visam, sobretudo, moderar os grupos do Facebook. A partir de agora, os grupos que forem identificados como fonte ou local de partilha de fake news, terão um menor alcance no feed de notícias dos utilizadores da rede.

Os grupos de Facebook vieram substituir, em grande parte, os fóruns convencionais que outrora dominaram a internet. Porém, alguns destes grupos são utilizados para fins menos louváveis, ou simplesmente para partilhar fake news e é exatamente este nicho que a rede social quer atacar e mitigar a sua influência.

Os grupos do Facebook

A motivação de fundo volta a ser a mesma. Em 2016 foram utilizadas fake news durante as eleições presidenciais norte-americanas. Com ambos os lados a polvilhar a internet com publicações que viriam a ser consideradas falaciosas e pondo em cheque toda a credibilidade dos media, convencionais e modernos.

O veículo favorito para a circulação das fake news foi, desde então, a rede social Facebook e o motor de busca Google, duas plataformas altamente visadas. Como tal, o Facebook chamou a si a responsabilidade de recuperar a credibilidade. Para tal, continua afincadamente a combater as notícias falsas ou deturpadas.

Agora, com a aplicação das novas regras, o Facebook quer diminuir o alcance de grupos denunciados ou classificados como propagadores de fake news. Uma primeira etapa, de contenção, de conteúdo dúbio e que, em última instância, pode ser removido completamente da plataforma.

O barÔmetro de fiabilidade de uma publicação na rede social

Em seguida, outra das novas medidas é o apuramento da fiabilidade de uma determinada publicação. Assim, a rede social não mediará apenas a popularidade, alcance e interação da mesma, mas também a sua fiabilidade. Uma implementação que se baseará, não só na classificação do público (denúncia), mas também no confronto com as fontes, um processo mais demorado e, por via da regra, manual e humano.

Por outras palavras, teremos mais um indicador que interferirá no algoritmo da rede social. Um novo aspeto que influenciará também a frequência com que uma determinada publicação será apresentada. Por outras palavras, um novo ponto que pode reduzir o impacto ou divulgação de um certo conteúdo.

Aliás, uma implementação similar já é utilizada pela Google para classificar e moderar a distribuição de um certo conteúdo através do seu motor de pesquisa. De igual modo, ao procurar algo na rede social, as recomendações e resultados apresentados vão passar a refletir esta nova abordagem do Facebook.

O Facebook Messenger também é abrangido pelas novas regras

Outro dos pontos fulcrais é a verificação dos factos. Para esse efeito, o Facebook já estabeleceu parcerias com várias entidades e organizações para proceder a esta tarefa. Além disso, passará também a disponibilizar informação e contextualização sobre os vídeos divulgados através da sua plataforma.

Mais ainda, todas estas mudanças também se sentirão no Facebook Messenger. A partir de agora, tal como no WhatsApp, poderemos saber se uma determinada mensagem foi, ou não, reenviada antes de chegar ao nosso conhecimento. Dessa forma, poderemos saber se determinado conteúdo faz parte de uma corrente, ou não.

Em síntese, este é o novo leque de regras e medidas com vista à redução do impacto das fake news. Uma abordagem tripartida e que promete surtir efeitos a curto e médio prazo. Ler, contextualizar, sensibilizar, comparar e, se necessário, remover uma notícia ou publicação.

SOS GUINCHOS

 

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