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Atalhos da Siri, Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS vão chegar ao macOS

Atalhos da Siri, Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS vão chegar ao macOS

Ainda é cedo para qualquer certeza, mas os últimos rumores apontam para mudanças radicais nos sistemas operativos da Apple. Tanto o iOS como o macOS vão ter novidades de peso que os vão melhorar.

Já soubemos de várias possíveis mudanças, mas uma nova surgiu. O macOS 10.15 vai receber os Atalhos da Siri, o Tempo de ecrã e outras funcionalidades do iOS.

Apesar de querer manter os dois sistemas operativos separador, a Apple estará a criar uma aproximação grande nestes sistemas. Para isso sabe-se que está a preparar mudanças, muitas ao nível das apps e das suas funcionalidades. A ideia é criar uma experiência transversal nos 2 sistemas.

Uma das mais recentes informações chegadas traz uma novidade que incorporará no macOS 10.15 várias funcionalidades do iOS 12. As que se conhecem estão nos Atalhos da Siri e no Tempo de ecrã.

Atalhos da Siri saltam do iOS para o macOS

A primeira funcionalidade, Atalhos da Siri, trará para o macOS as mesmas opções que temos hoje no iOS. Será possível criar conjunto de instruções, associadas a apps ou ao próprio sistema. Não se sabe se o como no iOS, será necessário instalar e configurar a app, para que se possa integrar com o macOS.

Tempo de ecrã vai controlar a utilização do macOS

No campo do Tempo de ecrã, a Apple tem também algumas novidades para o macOS. Esta será uma novidade, que tal como temos no iOS, irá mostrar aos utilizadores os dados de utilização do sistema, tanto ao nível das apps como do próprio ecrã.

Há ainda outras novidades a caminho. Falas-se numa nova interface de gestão do AppleID, com melhorias para a configuração da Partilha de Família. Também se especula sobre a chegada dos efeitos do iMessage ao macOS.

Todas estas novidades vêm juntar-se às já conhecidas e esperas. Fala-se da fusão do Find my iPhone com o Find my Friends, do https://pplware.sapo.pt/apple/ios-13-apple-dark-mode-iphone-ipad/ no iOS 13 e da separação do iTunes em várias apps. É muito provável que sejam conhecidas no WWDC deste ano e lançadas mais tarde em setembro.

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Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

Netflix chega os 148 milhões de subscritores e vai estrear funcionalidade “Top 10 Semanal”

A Netflix anunciou ter atingido 148 milhões de subscrições em todo o mundo. No último trimestre, a plataforma de streaming angariou 9,6 milhões de subscritores, tendo superado a expectativa de crescimento que se encontrava na casa dos 8,9 milhões. A empresa anunciou ainda que vai começar a testar o “top 10 semanal” no mercado do Reino Unido, que consistirá numa listagem das 10 séries mais vistas, para ajudar os subscritores a escolherem as séries, filmes ou documentários mais falados do momento.

A Netflix revelou ainda o número de visualizações de alguns dos seus conteúdos durante o primeiro mês do ano, sendo que os três conteúdos mais visualizados foram: Triple Frontier, o filme de ação protagonizado por Ben Affleck e Charlie Hunnam, com 52 milhões de visualizações; Umbrella Academy, a série de ação/aventura/comédia que conta com a presença de Ellen Page, com 45 milhões de visualizações; e The Highwaymen, cujos protagonistas são Woody Harrelson e Kevin Costner, com 40 milhões de visualizações.

Com o serviço de streaming da Disney e da Apple a chegarem ao mercado, a Netflix não se mostra preocupada com a competição e espera vir a crescer mais. Num comunicado a empresa refere que: «Não estamos a tentar antecipar se a concorrência vai afetar materialmente o nosso crescimento, porque a transição de um serviço de entretenimento linear para on demand é muito grande, dada a diferença do tipo de conteúdos nos dois serviços. Acreditamos que o nosso crescimento vai continuar, uma vez que investimos em melhorar o nosso serviço e nos nossos conteúdos e os clientes continuam a migrar dos serviços mais comuns (como a televisão por cabo) para o nosso».

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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

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Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

Facebook tem novas regras para impedir a divulgação de fake news

A rede social Facebook anunciou um novo leque de medidas e regras mais apertadas com o intuito de mitigar a propagação de fake news. A sintomática das notícias falsas tem assolado a plataforma nos últimos anos, sendo particularmente difícil de atacar. Agora, temos novas regras, também para o Facebook Messenger.

Chegou um novo leque de novas regras para os grupos, bem como para a sua app Facebook Messenger.

A problemática tem afetado não só esta rede social, sobretudo ao longo dos últimos dois anos. Com efeito, a partir de 2016 vimos uma crescente tendência na partilha de falsa informação de forma a criar todo o tipo de consternação social. Ao mesmo tempo, vimos os media tradicionais a cair em descrédito, tal como o Facebook.

A sintomática das fake news em 2019

Continuam e continuarão a existir, mas agora o público está mais ciente da sua existência. Aliás, já se questiona aquilo que é divulgado na internet, e só assim, partindo do leitor, é que se pode promover a literacia digital. A faculdade de ler, interpretar e comparar os factos expostos, sendo necessário confrontar as fontes.

Assim, a rede social de Mark Zuckerberg toma agora um novo punhado de medidas. São novas regras que visam, sobretudo, moderar os grupos do Facebook. A partir de agora, os grupos que forem identificados como fonte ou local de partilha de fake news, terão um menor alcance no feed de notícias dos utilizadores da rede.

Os grupos de Facebook vieram substituir, em grande parte, os fóruns convencionais que outrora dominaram a internet. Porém, alguns destes grupos são utilizados para fins menos louváveis, ou simplesmente para partilhar fake news e é exatamente este nicho que a rede social quer atacar e mitigar a sua influência.

Os grupos do Facebook

A motivação de fundo volta a ser a mesma. Em 2016 foram utilizadas fake news durante as eleições presidenciais norte-americanas. Com ambos os lados a polvilhar a internet com publicações que viriam a ser consideradas falaciosas e pondo em cheque toda a credibilidade dos media, convencionais e modernos.

O veículo favorito para a circulação das fake news foi, desde então, a rede social Facebook e o motor de busca Google, duas plataformas altamente visadas. Como tal, o Facebook chamou a si a responsabilidade de recuperar a credibilidade. Para tal, continua afincadamente a combater as notícias falsas ou deturpadas.

Agora, com a aplicação das novas regras, o Facebook quer diminuir o alcance de grupos denunciados ou classificados como propagadores de fake news. Uma primeira etapa, de contenção, de conteúdo dúbio e que, em última instância, pode ser removido completamente da plataforma.

O barÔmetro de fiabilidade de uma publicação na rede social

Em seguida, outra das novas medidas é o apuramento da fiabilidade de uma determinada publicação. Assim, a rede social não mediará apenas a popularidade, alcance e interação da mesma, mas também a sua fiabilidade. Uma implementação que se baseará, não só na classificação do público (denúncia), mas também no confronto com as fontes, um processo mais demorado e, por via da regra, manual e humano.

Por outras palavras, teremos mais um indicador que interferirá no algoritmo da rede social. Um novo aspeto que influenciará também a frequência com que uma determinada publicação será apresentada. Por outras palavras, um novo ponto que pode reduzir o impacto ou divulgação de um certo conteúdo.

Aliás, uma implementação similar já é utilizada pela Google para classificar e moderar a distribuição de um certo conteúdo através do seu motor de pesquisa. De igual modo, ao procurar algo na rede social, as recomendações e resultados apresentados vão passar a refletir esta nova abordagem do Facebook.

O Facebook Messenger também é abrangido pelas novas regras

Outro dos pontos fulcrais é a verificação dos factos. Para esse efeito, o Facebook já estabeleceu parcerias com várias entidades e organizações para proceder a esta tarefa. Além disso, passará também a disponibilizar informação e contextualização sobre os vídeos divulgados através da sua plataforma.

Mais ainda, todas estas mudanças também se sentirão no Facebook Messenger. A partir de agora, tal como no WhatsApp, poderemos saber se uma determinada mensagem foi, ou não, reenviada antes de chegar ao nosso conhecimento. Dessa forma, poderemos saber se determinado conteúdo faz parte de uma corrente, ou não.

Em síntese, este é o novo leque de regras e medidas com vista à redução do impacto das fake news. Uma abordagem tripartida e que promete surtir efeitos a curto e médio prazo. Ler, contextualizar, sensibilizar, comparar e, se necessário, remover uma notícia ou publicação.

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Twitter: agora só pode seguir 400 novos utilizadores por dia

Twitter: agora só pode seguir 400 novos utilizadores por dia

A rede social Twitter volta a introduzir uma série de medidas com o intuito de reduzir as contas falsas, a ação dos bots, bem como para mitigar o spam. Nesse sentido, a partir de agora os utilizadores da rede social ficam restringidos a seguir um máximo de 400 novas contas por dia. Até então, o limite eram 1000 contas.

Assim, se tem uma conta no Twitter e quiser começar a seguir novas contas, o limite diário é agora de 400.

A medida, aparentemente criada com o propósito de purgar a rede social do seu uso indevido, foi recentemente anunciada pela empresa. Aliás, a tecnológica deixou bem claro que está farta do spam, das publicações enganosas e sobretudo dos bots para gerar “followers” ou seguidores gerados artificialmente.

O Twitter colocou um travão nos “follows” diários

De acordo com as declarações de um representante do Twitter ao Engadget, a medida já estava a ser estudada pela rede social. Agora, é implementada com vista a tornar o espaço online mais saudável e livre de tanto spam ou contas de bots. Foi uma decisão tomada com calma, após um estudo do status quo da plataforma.

Com efeito, a empresa chegou à conclusão que o anterior teto máximo só favorecia quem queria usar a plataforma para fins indevidos. Isto é, ao poder seguir até 1000 novas contas por dia. Algo que dava aso ao seu aproveitamento para divulgação de lixo eletrônico. A expressão aqui utilizada foi “follower churn”.

Como parte do nosso compromisso em criar um serviço mais saudável, continuamos concentrados em eliminar o spam e abuso no Twitter. Assim chegamos à conclusão que o antigo limite incentivava o seu mau uso. A partir de agora, o limite diário é de 400 novos “follows”. Isto vai evitar o “follower churn”. As declarações do representante da rede social ao Engadget.

Só pode seguir 400 novas contas por dia na rede social

Esta é apenas a mais recente de uma série de medidas que têm vindo a ser tomadas pela rede social. Já no ano passado vimos uma rejeição dos tweets ou publicações em massa. Mais recentemente, vimos o Twitter a tentar identificar o tweet original. Ao mesmo tempo, o combate às fakes news intensifica-se.

Por fim, vimos ainda a implementação de um processo de verificação do utilizador. Tratando-se aqui de uma confirmação da identidade através do número de telefone e email ao criar nova conta.

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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

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Google + encerrada

Google + encerrada

A Google tem vindo a encerrar a sua rede social Google+ por fases, mas hoje fica marcado pelo último “prego” no caixão do serviço. A partir de hoje, todas as contas e respetivo conteúdo, tais como fotos e vídeos, serão apagados.

Até à data, os utilizadores interessados em preservar o seu conteúdo multimédia deveriam fazê-lo através do respetivo download. No entanto, os materiais que tenham sido salvaguardados no Google Photos não serão apagados.

A Google tinha inicialmente planos para encerrar a sua rede social Google+ em agosto, mas depois de uma falha de segurança que expôs a informação pessoal de mais de 50 milhões de utilizadores, a tecnológica decidiu antecipar o término das suas operações em abril.

De notar que a Google prevê que o processo de apagar todo o conteúdo do serviço poderá demorar meses. Por isso, sem garantias, poderá continuar a ver o seu conteúdo nos próximos dias, para o caso de ainda conseguir autenticar-se e não ter feito o backup dos conteúdos.

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Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Mark Zuckerberg está a estudar a criação de um separador para notícias no Facebook, pagando aos jornais pelo conteúdo que aí colocar. Polêmica lei dos direitos de autor na UE aprovada há uma semana.

O Facebook está a estudar a criação de uma secção dedicada às notícias na plataforma, através da qual poderá negociar com os editores um pagamento pelo acesso aos conteúdos. Informação que surge uma semana depois de a União Europeia ter aprovado novas regras para os direitos de autor na internet.

Numa conversa gravada entre com o presidente executivo do grupo de media Axel Springer, Mathias Döpfner, o fundador do Facebook admitiu a hipótese de criar uma aba exclusiva para notícias “de alta qualidade” provenientes de fontes “credíveis”. Para garantir a qualidade do conteúdo, Mark Zuckerberg admite pagar a alguns jornais pelo acesso e disponibilização desse mesmo conteúdo na maior rede social do mundo, de acordo com a Business Insider.

A informação de que a empresa está a estudar esta hipótese ganha relevância num contexto de aprovação da nova Diretiva dos Direitos de Autor, uma framework europeia que define novas regras para os direitos de autor na internet e que vai dar aos jornais mais poder de negociação na partilha de receitas com as grandes plataformas tecnológicas.

No passado, o Facebook já teve planos para tirar para uma aba secundária o conteúdo noticioso do feed de notícias dos utilizadores. Além disso, o lançamento dos Instant Articles surgiu para responder às críticas dos editores de que a rede social não pagava pelo acesso ao conteúdo. A baixa remuneração levou a que muitos jornais que aderiram inicialmente à funcionalidade tenham decidido abandonar o modelo no último ano.

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WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

As novidades do WhatsApp tem estado a surgir a um ritmo alucinante. Focam-se em várias áreas e em várias possibilidades, todas elas preparadas para melhorar ainda mais este serviço.

A mais recente melhoria vem para aumentar ainda mais a segurança. O WhatsApp vai poder ser desbloqueado com a impressão digital e assim estar mais seguro.

Mais uma vez esta é uma novidade que está ainda em testes, mas que se prepara para ser lançada de forma oficial em breve. Foi descoberta pelo site WaBetaInfo, que se dedica a analisar as versões de teste e a descobrir as novidades.

O WhatsApp estará mais seguro em breve

Do que pode ser visto na versão 2.19.83, passa a haver uma nova camada de segurança. Sempre que for aberto o WhatsApp, este irá pedir o desbloqueio por impressão digital. Caso esta seja uma das definidas no Android, a app será acedida.

A configuração desta nova opção é feita na área da privacidade da conta do utilizador. Aqui dentro têm a opção para ativar ou desativar o desbloqueio por impressão digital. Basta clicar para que a opção fique ativa.

Quanto tempo para pedir a impressão digital?

Há uma segunda opção que pode ser usada e que permite definir o tempo que a app esperará para se bloquear. As opções vão desde o imediato até aos 30 minutos, passando por 1 e 10 minutos. Claro que podemos continuar a usar o WhatsApp sem bloquear, uma vez que só a aplicará com o ecrã desligado ou a usar outra app.

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Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

O Squad Stream centra-se numa lógica de partilha de tráfego entre canais, dando a conhecer novos criadores das áreas de interesse dos fãs

Esta quarta-feira, a Twitch anunciou o lançamento do Squad Stream, um serviço de streaming que permite que quatro utilizadores façam stream em simultâneo numa só janela. Esta nova opção tem como objetivo levar a que os criadores consigam juntar-se para fazer trabalhos colaborativos mais facilmente, dando aos fãs conteúdos mais interativos.

O Squad Stream é útil também para dar a conhecer aos fãs os outros criadores que participam na transmissão, por exemplo, no caso de um utilizador estar a ver um stream de Overwatch, por conhecer apenas um dos streamers, vai descobrir três novos streamers que se interessam pelo mesmo jogo.

Conseguindo ser vistos em qualidades de 480p ou 720p, os criadores podem iniciar uma transmissão Squad Stream juntando-se uns aos outros, fazendo e/ou aceitando convites de outra “squad” começando, assim, a transmitir para os fãs.

No passado a Twitch ofereceu uma opção chamada “Raids”, que permite aos criadores trabalharem em conjunto para fazer as suas comunidades de fãs aumentarem, através do redirecionamento de tráfego entre canais. O Squad Stream, em vez de redirecionar tráfego, centra-se mais numa lógica de partilha.

SOS GUINCHOS

 

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