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Desenvolvimento de Software, atividades básicas

Desenvolvimento de Software, atividades básicas

Um processo de desenvolvimento de software pode ser visto como um conjunto de atividades organizadas, usadas para definir, desenvolver, testar e manter um software. A seguir, alguns objetivos do processo de desenvolvimento:

  • Definição das atividades a serem executadas;
  • Quando determinada atividade deve ser executada;
  • Pessoa ou grupo a executar tais atividades;
  • Padronização no processo de desenvolvimento.

Desenvolvimento de Software

Existem diversos processos de desenvolvimento de software, no entanto há algumas atividades básicas comuns à grande parte dos processos existentes, nesse artigo será descrito algumas dessas atividades, como: Levantamento de requisitos; Análise de Requisitos; Projeto; Implementação; Testes; Implantação.

Levantamento de Requisitos

Esta atividade tem como objetivo, compreender o problema, dando aos desenvolvedores e usuários, a mesma visão do que deve ser construído para resolução do problema. Desenvolvedores e clientes, em conjunto, buscam levantar e priorizar as necessidades dos futuros usuários do software (necessidades essas denominadas como requisitos).

O Levantamento de Requisitos é a etapa mais importante, no que diz respeito ao retorno de investimentos no projeto. Vários projetos são abandonados pelo baixo levantamento de requisitos, ou seja, membros da equipe não disponibilizaram tempo suficiente para essa fase do projeto, em compreender as necessidades dos clientes em relação ao sistema a ser desenvolvido.

E como um sistema de informações geralmente é utilizado para automatizar processos de negócio em uma organização, esses processos da organização devem ser bem compreendidos para que o restante das atividades do processo de desenvolvimento flua de acordo com as reais necessidades do cliente.

Análise de Requisitos

Esta etapa, também chamada de especificação de requisitos, é onde os desenvolvedores fazem um estudo detalhado dos dados levantados na atividade anterior. De onde são construídos modelos a fim de representar o sistema de software a ser desenvolvido.

O interesse nessa atividade é criar uma estratégia de solução, sem se preocupar como essa estratégia será realizada, ou seja, utilizar as necessidades dos clientes, depois de compreendido o problema, para resolução do problema solicitado. Assim é necessário definir o que o sistema deve fazer, antes de definir como o sistema irá fazer.

O que acontece com freqüência, é quando as equipes de desenvolvimento partem para a solução do problema do software, sem antes ter definido completamente o problema em questão. Nesta fase deve-se então realizar a validação e verificação dos modelos construídos, antes de partir para solução do problema.

  • Validação: tem por objetivo, assegurar que o sistema de software está atendendo às reais necessidades do cliente;
  • Verificação: verifica se os modelos construídos na análise estão em conformidade com os requisitos do cliente.

Projeto

Nesta fase é que deve ser considerado, como o sistema funcionará internamente, para que os requisitos do cliente possam ser atendidos. Alguns aspectos devem ser considerados nessa fase de projeto do sistema, como: arquitetura do sistema, linguagem de programação utilizada, Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) utilizado, padrão de interface gráfica, entre outros.

No projeto é gerada uma descrição computacional, mencionando o que o software deve fazer, e deve ser coerente com a descrição realizada na fase de análise de requisitos.

O projeto possui duas atividades básicas: projeto da arquitetura (ou projeto de alto nível), e projeto detalhado (ou projeto de baixo nível).

Em um processo de desenvolvimento orientado a objetos, o projeto da arquitetura normalmente é realizado por um arquiteto de software. O projeto da arquitetura visa distribuir as classes de objetos relacionados do sistema em subsistemas e seus componentes, distribuindo também esses componentes pelos recursos de hardware disponíveis.

Já no projeto detalhado, são modeladas as relações de cada módulo com o objetivo de realizar as funcionalidades do módulo. Além de desenvolver o projeto de interface com o usuário e o projeto de banco de dados.

Implementação

Nessa etapa, o sistema é codificado a partir da descrição computacional da fase de projeto em uma outra linguagem, onde se torna possível a compilação e geração do código-executável para o desenvolvimento software.

Em um processo de desenvolvimento orientado a objetos, a implementação se dá, definindo as classes de objetos do sistema em questão, fazendo uso de linguagens de programação como, por exemplo: Delphi (Object Pascal), C++, Java, etc. Pode-se também utilizar na implementação ferramentas de software e bibliotecas de classes preexistentes para agilizar a atividade, como também o uso de ferramentas CASE, que dinamizam o processo de desenvolvimento, nas várias atividades, onde inclui-se geração de código-fonte, documentação, etc.

Testes

Diversas atividades de testes são executadas a fim de se validar o produto de software, testando cada funcionalidade de cada módulo, buscando, levando em consideração a especificação feita na fase de projeto. Onde o principal resultado é o relatório de testes, que contém as informações relevantes sobre erros encontrados no sistema, e seu comportamento em vários aspectos. Ao final dessa atividade, os diversos módulos do sistema são integrados, resultando no produto de software.

Implantação

Por fim a implantação compreende a instalação do software no ambiente do usuário. O que inclui os manuais do sistema, importação dos dados para o novo sistema e treinamento dos usuários para o uso correto e adequado do sistema. Em alguns casos quando da existência de um software anterior, também é realizada a migração de dados anteriores desse software.

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Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

A quinta geração de memórias flash V-NAND permitiu à empresa coreana obter 20 vezes mais capacidade de armazenamento das convencionais de 64 GB, assim como uma velocidade 10 vezes superior aos cartões microSD.

A Samsung continua a explorar as capacidades de armazenamento dos dispositivos móveis e revelou a produção em série daquele que a empresa alega como o primeiro eUFS (embedded Universal Flash Storage) a ultrapassar a barreira de um terabyte (TB) para ser utilizada na próxima geração de dispositivos móveis. A empresa liderada por Moon Jae-in havia anunciado em agosto passado um investimento “gigantesco” na inovação, e nos alicerces para o aumento de produção de tecnologia. Só na unidade de produção de chips de memória, a Samsung terá investido cerca de 139 mil milhões de euros em infraestruturas.

A empresa acredita que a oferta de smartphones com 1 TB de armazenamento vai aproximar a experiência dos dispositivos de nova geração aos típicos computadores portáteis. E a Samsung assume o compromisso de oferecer o stock necessário de memórias aos fabricantes dos próximos dispositivos topo de gama, de forma a acelerar o crescimento global do mercado mobile.

As novas memórias de 1 TB, baseado na tecnologia eUFS serão disponibilizadas no mesmo tamanho das anteriores versões de 512 GB. A duplicação da memória foi conseguida ao combinar 16 camadas empilhadas da memória flash V-NAND, combinado com um novo controlador desenvolvido pela gigante tecnológica.

Na prática, ao utilizar as memórias de 1 TB, os smartphones podem armazenar 260 vídeos gravados em 4K UHD, com duração média de 10 minutos. Atualmente, os dispositivos de topo com 64 GB conseguem guardar cerca de 13 vídeos equivalentes.

Mas ainda mais importante que a capacidade de armazenamento, a Samsung refere que a nova tecnologia dá um salto no que diz respeito a velocidade. É referido que a taxa de transferência ronda os 1.000 megabytes por segundo, ou seja, um vídeo de alta resolução com 5 GB será transferido na memória em cinco segundos, ou seja, 10 vezes mais rápido que os sistemas atuais oferecidos por cartões microSD.

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Sintetizador online Turtle.Audio ensina programação através da música

Sintetizador online Turtle.Audio ensina programação através da música

Pinte bolinhas, afine o tempo dos sons e outras variações e crie melodias baseadas num editor de programação à base de sons de sintetizador.

Há mais de 50 anos que as crianças aprendem a programar com a ferramenta Logo, que consiste em fazer uma tartaruga mover-se através de comandos, desenhando imagens que tornam o processo mais simples. Agora é possível aprender a compor música através de um sequenciador, via browser, inspirado nas noções do Logo com mecânicas de pintura. O projeto foi criado ao longo de dois anos pelo engenheiro informático Kyle Stetz.

O turtle.audio tem como objetivo ensinar a programar, por isso será preciso ler os tutoriais para executar algumas funcionalidades, mas facilmente pode-se criar algumas melodias sonoras pintando bolinhas no percurso do sequenciador.

https://twitter.com/kylestetz/status/1056619925081534465

Os utilizadores terão de programar o caminho da tartaruga para que esta circule, criando sons na sua passagem pelas bolinhas assinaladas. As diferentes cores correspondem a sons distintos, os quais pode intercalar para obter variações e ritmos diferentes. Pode inclusivamente desenhar diferentes caminhos e ter várias tartarugas a circular em simultâneo para melodias mais completas. Ao mexer na velocidade e outros filtros do sistema poderá ter diferentes variações melódicas.

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5 alternativas gratuitas para juntar ou dividir PDFs

5 alternativas gratuitas para juntar ou dividir PDFs

Todos nós lidamos com documentos em PDF. Desde e-books, manuais, faturas ou extratos do banco, o mundo digital exigiu que se padronizasse um formato e o PDF tem cumprido bem a sua função.

No entanto, por questões de organização ou para vedar o acesso a determinado conteúdo, uma das tarefas mais recorrente é juntar vários documentos PDF num só, ou dividir documentos, muito útil para extrair apenas determinadas páginas. Conheça as nossas 5 sugestões gratuitas.

Há imensas opções que nos permitem manipular PDFs, umas mais práticas que outras, pagas ou gratuitas. Hoje escolhemos 5 alternativas gratuitas que permitem, entre outras coisas, juntar ou dividir PDFs.

PDFTK Builder

Esta é uma das ferramentas mais básicas a nível de interface gráfica e também das mais simples de utilizar.

Permite fazer apenas as operações elementares, que são mais procuradas pelo utilizador comum: juntar, dividir, colocar fundo, carimbo ou numeração, rodar ou proteger por palavra-passe.

É uma ferramenta totalmente gratuita, leve e adequada para ter sempre à mão no seu conjunto de aplicações SOS. Está disponível para Windows.

Hipdf

O Hipdf é uma solução muito completa e gratuita, não apenas para juntar e dividir PDFs, mas para fazer vários tipos de conversão. É capaz de converter, de e para PDF, suportando formatos Word, PowerPoint, Excel, txt, imagens e ePub. Basta abrir a página do Hipdf e escolher a operação, tendo em conta os formatos com que pretende trabalhar.

O melhor de tudo é que opode fazê-lo online, a partir do seu browser, sem a necessidade de instalar qualquer programa. E é claro, se não tiver acesso à Internet, também pode instalar a versão desktop.

PDFsam Basic

Um software livre e open source, o PDFsam Basic é uma ferramenta que, resumindo-se às mesmas funcionalidades elementares das anteriores, tem opções um pouco mais avançadas.

Dessas opções mais avançadas, permite adicionar um índice para o PDF gerado, tratar corretamente os AcroForms (PDFs com formulários) para que não hajam conflitos de nomes dos campos ao juntar vários PDFs, dividir PDFs por tamanho ou por marcadores, entre outras. Está disponível para Windows, Mac e Linux.

PDFsam basic

PDF-Shuffler

O PDF-Shuffler é uma aplicação simples, implementada em python-gtk, que permite reordenar páginas, remover, rodar, recortar… e claro, juntar e dividir PDFs.

É completamente gratuita e está disponível para Linux.

PDF-Shuffler


Debenu PDF Tools

Uma ferramenta produzida pela conhecida Foxit Software, o Debenu PDF Tools destaca-se pela rapidez no acesso às ações, conseguida pela integração no menu de contexto no Explorador do Windows. Isso permite desencadear operações diretamente a partir do Explorador do Windows, o que pode acelerar bastante o processo.

Permite editar diversos parâmetros do PDF, como título, autor, assunto,, entre outros, adicionar metadados, converter imagens, extrair texto, entre várias outras funcionalidades avançadas.

Debenu PDF Tools


Estas são algumas sugestões que permitem não só fazer as tarefas triviais de juntar e dividir PDFs, cada um à sua maneira, mas que também oferecem outras funcionalidades que podem ser do seu interesse.

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Disco óptico dura 600 anos para sobreviver ao dilúvio de dados

Disco óptico dura 600 anos para sobreviver ao dilúvio de dados

Disco óptico para a posteridade

Uma equipe da Universidade RMIT, na Austrália, e do Instituto de Tecnologia de Wuhan, na China, usaram nanomateriais de ouro para demonstrar uma nova geração de disco óptico com capacidade de até 10 TB (terabytes) – um salto de armazenamento de 400%.

Mais significativo ainda é a vida útil estimada para esses discos ópticos: 600 anos, contra os cerca de 10 anos da tecnologia atual – é por isso que todos os sistemas de backup empresariais e bancários ainda funcionam com base nas fitas magnéticas.

A tecnologia promete uma solução mais econômica para o problema global do armazenamento de dados, ao mesmo tempo em que possibilitaria a passagem, tida como crítica pelos especialistas da tecnologia da informação, do Big Data para o Long Data.

Cerâmica orgânica

A base da memória óptica de longa duração é uma matriz de vidro híbrido nanoplasmônica, diferente dos materiais convencionais usados em discos ópticos. A plasmônica é a aplicação tecnológica dos plásmons de superfície, que são ondulações de elétrons na superfície de um metal quando a luz atinge esse metal. O “nano” decorre do fato de que os plásmons são controlados por estruturas metálicas na faixa dos nanômetros.

O vidro é um material altamente durável – 1.000 anos é uma aposta bem conservadora – e pode ser usado para armazenar dados, mas tem uma capacidade de armazenamento limitada devido à sua inflexibilidade.

A equipe então combinou o vidro com um material orgânico, diminuindo sua vida útil para “apenas” seis séculos, mas aumentando radicalmente a capacidade de armazenamento.

Para criar a matriz de vidro híbrida nanoplasmônica, nanobastões de ouro foram incorporados em um composto conhecido como cerâmica modificada organicamente, um polímero híbrido formado por materiais orgânicos e inorgânicos unidos por ligações covalentes, que são muito estáveis.

O ouro foi escolhido porque, como o vidro, ele é robusto e altamente durável, e as nanopartículas de ouro permitem que as informações sejam registradas em até cinco dimensões – as três dimensões no espaço, além da cor e polarização.

A técnica de fabricação se baseia em um processo sol-gel, que utiliza precursores químicos para produzir cerâmicas e vidros com melhor pureza e homogeneidade do que os processos convencionais.

“Nossa técnica pode criar um disco óptico com capacidade maior do que qualquer tecnologia óptica desenvolvida até hoje e nossos testes mostraram que ele durará mais de meio milênio. Embora haja mais trabalho a ser feito para otimizar a tecnologia – e estamos ansiosos para fazer parceria com colaboradores industriais para impulsionar a pesquisa – sabemos que esta técnica é adequada para a produção em massa de discos ópticos, por isso o potencial é impressionante,” disse o professor Min Gu, orientador da equipe.

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Decreto cria o programa E-Digital e o comitê para a Transformação Digital

Decreto cria o programa E-Digital e o comitê para a Transformação Digital

Com prazo de quatro anos, estratégia tem como objetivo melhorar a competitividade e a produtividade do País. Uma das ações contempladas é o Plano nacional de IoT

Já está em vigor o decreto que institui a Estratégia Brasileira para a Transformação Digital (E-Digital) e cria o Comitê Interministerial para a Transformação Digital.

Considerada peça-chave para aumentar a competitividade e a produtividade da economia brasileira, a Estratégia Digital estabelece um conjunto de 100 ações para impulsionar a digitalização de processos produtivos e da sociedade num horizonte de quatro anos.

O objetivo é criar um ambiente para impactos transformadores em agricultura, comércio, educação, finanças, indústria e serviços. Para isso, foram definidos nove eixos temáticos.

Como habilitadores da transformação digital, estão infraestrutura de redes e acesso à internet; pesquisa, desenvolvimento e inovação; confiança no ambiente digital; educação e capacitação profissional; e dimensão internacional.

Já os eixos de transformação digital consistem em economia baseada em dados; um mundo de dispositivos conectados; novos modelos de negócios; e transformação digital da cidadania e do governo.

A E-Digital é resultado de um amplo trabalho desenvolvido por um Grupo de Trabalho Interministerial, coordenado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com o setor produtivo, comunidade científica e acadêmica e sociedade civil. O documento foi submetido à consulta pública em setembro de 2017 e recebeu mais de 2 mil acessos.

De forma similar às estratégias digitais de outros países, a E-Digital busca coordenar as diversas iniciativas governamentais ligadas ao tema em torno de uma visão única, sinérgica e coerente, de modo a apoiar a digitalização dos processos produtivos e a capacitação para o ambiente digital, promovendo a geração de valor e o crescimento econômico.

No total, inclui 100 ações para impulsionar a digitalização de processos produtivos e da sociedade. O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), em órbita desde maio de 2017, é parte importante do esforço de digitalização da economia e da sociedade brasileira ao levar acesso à banda larga a escolas, hospitais e localidades sem conectividade de todo o país.

Além disso, o Plano Nacional de Internet das Coisas, em construção pelo MCTIC numa parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), prevê a adoção de políticas públicas para o desenvolvimento da Internet das Coisas em quatro ambientes considerados prioritários: cidades, saúde, agronegócio e indústria.

As inovações digitais também implicam em criação e atualização de marcos regulatórios adequados. Além disso, elas demandam uma estrutura de apoio à governança da estratégia digital, que coordene os mecanismos institucionais existentes e assegure prioridade na execução, monitoramento e avaliação de resultados das iniciativas.

O prazo para conclusão desse projeto é de quatro anos. Os objetivos principais dessa estratégia é aumentar a competitividade e a produtividade do País.

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7 profissionais essenciais para uma transformação digital bem-sucedida

7 profissionais essenciais para uma transformação digital bem-sucedida

A contratação de engenheiros de software suficientes, gerentes do DevOps, especialistas em computação em nuvem e outras funções necessárias para facilitar as transformações da TI continua sendo tarefa prioritária para os CIOs. Mas a falta de talentos não se limita àqueles com habilidades de codificação e pensamento algorítmico: as empresas também estão lutando para contratar pessoal com habilidades suaves que podem ajudar a moldar a experiência do usuário em torno dos serviços digitais.

Para que uma Transformação Digital seja bem sucedida, as empresas precisam de contadores de histórias, designers de UX e gerentes de produtos, entre outros papéis. Esses conjuntos de habilidades ajudam a completar a experiência humana necessária para suportar serviços digitais emergentes. E esses papéis só se tornarão mais importantes, daqui para frente, já que as organizações se baseiam cada vez mais na Inteligência Artificial e em outras tecnologias, diz Paul Daugherty, diretor de Tecnologia e Inovação da Accenture.

“Precisamos de mais codificadores”, diz Daugherty. “No entanto, dentro de cinco anos, não nos preocuparemos com os codificadores, mas com a falta de pessoas com habilidades suaves. São poucas em pessoas que podem entender a experiência humana”.

Daughtery, autor do livro Human + Machine: Reimagining Work in the Age of AI , diz que as empresas precisarão repensar como combinar pessoas e tecnologias.

Os déficits de talentos digitais são reais. Enquanto 51 por cento dos empregadores identificam a ausência de habilidades digitais de alto nível em sua organização, 59 por cento reconhecem a falta de habilidades digitais suaves entre os funcionários , de acordo com uma pesquisa realizada recentemente   Capgemini e LinkedIn, com 753 funcionários e 501 executivos. Mas enquanto muitos CIOs se concentram na contratação de programadores ágeis, engenheiros DevOps e cientistas de dados, poucos já começaram a explorar e desenvolver habilidades suaves.

Os consultores dizem que os CIOs devem trabalhar com seus pares de marketing, vendas e RH para preencher as seguintes posições.

1 – Designers de UX

Construir um chatbot é impossível sem designers de UX. Uma vez que um caso de negócios tenha sido estabelecido, você precisará de designers de UX para ajudar a descobrir como o produto irá olhar e sentir. Muitos designers de UX podem codificar, embora seu papel principal seja a forma como os usuários finais irão consumir o produto.

2 – Instrutores digitais

Para ajudar seu chatbot a atingir o tom certo, você precisará que alguém treine o bot para incorporar a cultura corporativa. Os treinadores podem ajudar os sistemas de processamento de linguagem natural a cometer menos erros e ensinar os algoritmos de Inteligência Artificial a imitar os comportamentos humanos. Por exemplo, uma empresa de mídia pode optar por um chatbot mais descontraído, enquanto uma companhia de seguros pode exigir um assistente virtual mais formal. Seja qual for o caso de uso, os seres humanos serão necessários para ajudar a treinar os bots a demonstrar empatia pelos seres humanos.

Essas habilidades podem exigir profissionais de sociologia, antropologia, psicologia, drama ou jornalismo, diz Daugherty . Independentemente da sua formação, tal talento deve ser capaz de se comunicar e articular a cultura corporativa.

3 – Escritores

As empresas vão precisar de escritores ou “contadores de histórias”, para ajudar a moldar experiências digitais, como chatbots, ou mesmo para criar narrativas que auxiliem funcionários e consumidores a interagir com os novos serviços de Realidade Aumentada, diz Todd Rovak, CEO da Capgemini Consulting North America. A rede varejista Lowe’s, por exemplo, contratou escritores para criar narrativas em torno de robôs e outros serviços digitais.

4 – Estrategista de marca
Digamos que uma empresa de bens de consumo pense em criar um novo chatbot para interagir com seus clientes.  Isso exigirá uma nova abordagem e, consequentemente, a contratação de um porfissional especializado em reimaginar e transmitir a cultura da empresa. Que defina o tom de voz e os pilares que balizarão a conversa de modo a cultivar a experiência certa. O tal estrategista da marca também deve ser capaz de explicar como isso funciona para os demais C-levels (CEO, CMO, CIO e CDO) e outras funções comerciais. “Toda essa obsessão com a experiência do cliente requer contexto”, diz Rovak. “Tem que haver um” porquê “para entender a experiência”. 4 – Analista forense

As empresas estão preocupadas com o chamado desafio da “caixa preta”. Ou seja, em explicar os resultados dos sistemas de Inteligência Artificial. Um desafio crescente à medida que os governos passem a exigir mais transparência em relação às decisões tomadas pelos algoritmos. Para isso você precisa de uma espécie de CSI para a Inteligência Artificial. Os analistas forense de algoritmos, por exemplo, podem ajudar as empresas a explicar a gênese dos resultados para os executivos das empresas. Tais analistas podem trabalhar com codificadores e cientistas de dados para entender como um algoritmo chegou a uma determinada conclusão, diz Daugherty.

5 – Gerente de conformidade ética

Os administradores de conformidade ética ajudarão a garantir que seus sistemas de IA estejam operando conforme projetado e que as consequências não intencionais sejam abordadas rapidamente, diz Daugherty. Caberá a ele intervir no caso de um sistema de IA usado para aprovação de crédito passar a discriminar pessoas em função de suas profissões ou áreas geográficas. O gerente de Conformidade Ética poderia trabalhar com um analista forense de algoritmos para descobrir os motivos por trás desses resultados e implementar as correções apropriadas, diz Daugherty.

6 – Gerentes de produtos digitais

John Karren, Partner da PwC, diz que uma organização digital precisa de gerentes de produtos para posicionar o bot para os consumidores. A função de  gerente de produto digital pode incluir a responsabilidade pela narração de histórias, elaboração de narrativas de produtos, mas, idealmente, eles serão os responsáveis por garantir que tudo isso funcione. “Você precisa saber como tirar um produto digital e aplicá-lo ao mercado, ou mesmo dentro de uma organização”, diz Karren.

7 – Treinadores

Em uma coluna publicada na NBCNews.com, no início deste mês, o CEO do Google, Sundar Pichai, observou que embora o desenvolvimento e a codificação sejam importantes, o que vai fazer a diferença é a facilidade de uso.

“Com a tecnologia mudando rapidamente e as novas áreas de trabalho emergindo e se transformando constantemente … precisamos nos concentrar em tornar a educação leve e contínua amplamente disponível”, escreveu Pichai. “Isso será crucial para garantir que todos possam encontrar oportunidades no mercado de trabalho”.

O treinamento básico de habilidades digitais é essencial para assegurar a empregabilidade em um momento em que a automação pode canibalizar várias funções de escritório.

A Accenture está investindo US $ 1 bilhão por ano em treinamento para os 425 mil funcionários da consultoria, para que eles se sintam confortáveis ​​com ferramentas e processos digitais emergentes. “Investimos em pessoas e habilidades para que possamos navegar [pela transição digital] de forma muito mais suave”, diz Daugherty. “É impressionante como as empresas ainda não estão investindo no caminho certo”.

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O administrador de banco de dados terá lugar no futuro?

O administrador de banco de dados terá lugar no futuro?

Para se manter relevante, o DBA terá que dominar algumas ferramentas, tecnologias e habilidades

Atualmente, o maior risco para os administradores de bancos de dados (DBAs) não é perder o emprego, mas não dedicar um tempo para entender e usar as ferramentas e tecnologias que permitirão que se tornem melhores profissionais. Aqui, gostaria de destacar três dos maiores desafios enfrentados pelos DBAs e falar sobre algumas das ferramentas, tecnologias e habilidades que eles precisam dominar para manter a relevância.

Os três principais desafios

1 – Mudança da TI para uma abordagem centrada em aplicativos
Os departamentos de TI estão concentrando seu foco cada vez mais em aplicativos. Isso é bom para os DBAs porque, no cerne de praticamente qualquer aplicativo, existe um banco de dados. Sabemos que, quando surge um problema de desempenho de um aplicativo, é bastante provável que esteja associado ao banco de dados subjacente. Na verdade, uma pesquisa recente da Gleanster constatou que 88% dos profissionais de TI consultados consideram o banco de dados como o desafio ou problema mais comum para o desempenho dos aplicativos.

2 – Necessidade crescente de suporte a várias plataformas de bancos de dados
De acordo com um relatório de 2015 patrocinado pela Dell, a maioria dos DBAs é responsável por várias tecnologias de bancos de dados de diversos fornecedores, entre as quais as mais comuns são Oracle, SQL Server e MySQL. De fato, mais de um quarto deles gerencia entre 26 e 100 bancos de dados simultaneamente. Essa tendência à diversidade dos bancos de dados leva a uma função cada vez mais complexa do DBA, que deve aprender a se adaptar e deixar a zona de conforto rumo ao gerenciamento de várias plataformas de sistemas de gerenciamento de bancos de dados (DBMS).

3 – DBA de nuvem por acaso
À medida que a nuvem se torna uma alternativa viável para a implantação de aplicativos, a maioria das organizações está fazendo a transição para uma estratégia de TI híbrida. De fato, uma recente pesquisa da SolarWinds conduzida entre profissionais de TI no Brasil concluiu que 98% deles acreditam que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso de longo prazo de suas organizações. No entanto, essa transição cria novas complexidades e desafios para os DBAs que, em última análise, continuam responsáveis pelo desempenho dos dados localmente e na nuvem.

Conselhos para enfrentar esses desafios e manter sua relevância

1 – Desenvolver uma mentalidade com foco no aplicativo
Para a empresa, o mais importante é que os aplicativos funcionem bem o tempo todo, pois cada uma delas (bem como seus componentes) depende dos aplicativos. Se houver uma queda no desempenho dos aplicativos, a empresa para de operar. O DBA moderno precisa, acima de tudo, pensar no tempo de atividade e no desempenho dos aplicativos – as métricas de experiência do usuário final agora fazem parte do “SLA do CIO”.

 2 – Priorizar o monitoramento
Dada a importância do desempenho dos aplicativos, que depende em grande parte do desempenho dos bancos de dados, o monitoramento destes precisa ser priorizado. Os DBAs devem medir o desempenho não da perspectiva dos recursos da infraestrutura, mas em termos de tempos de espera. A análise do tempo de espera oferece aos DBAs uma visão do que os usuários finais e os bancos de dados esperam, o que proporciona uma visibilidade mais clara dos congestionamentos. Além disso, os DBAs devem trabalhar com o resto do departamento de TI para implementar ferramentas de monitoramento que proporcionem visibilidade de toda a pilha de aplicativos, o que inclui a infraestrutura que presta suporte ao banco de dados – camadas de virtualização, servidores de banco de dados, hosts, sistemas de armazenamento, redes etc. A meta final é atingir o que costumo chamar de “certeza do desempenho”.

3 – Tornar-se um consultor tecnológico para a empresa
A tendência rumo à diversidade dos bancos de dados implica na tomada de decisões cruciais quanto a quais DBMSs devem ser implementados com base nos objetivos de negócios. Há muitos elementos que devem ser levados em consideração na seleção da combinação ideal de DBMSs para qualquer ambiente específico, o que inclui a função de DBMSs de código aberto. Depois que essas decisões são tomadas, os DBAs devem ter um conjunto de metas, métricas e SLAs em comum entre todos os bancos de dados, idealmente baseado nos tempos de resposta dos aplicativos, não apenas no tempo de atividade. Em seguida, eles devem usar ferramentas que forneçam um único painel de desempenho e a capacidade de fazer drill down em diferentes tecnologias de bancos de dados e métodos de implantação, o que inclui a nuvem.

Falando em nuvem, os DBAs devem ser seletivos com relação ao que passar para a nuvem e quando. Isso exige saber como usá-la das formas mais vantajosas. Ao considerar quais bancos de dados passar para a nuvem, os DBAs devem levar em conta o processo de transferência de dados e a latência, além de como manter os bancos de dados em sincronia, se necessário, especialmente se for preciso integrar os aplicativos com outros que não estejam na mesma implantação na nuvem.

Para concluir, continuaremos a precisar de DBAs por um bom tempo. No entanto, isso não significa que a função do DBA não esteja evoluindo e que novas ferramentas, tecnologias e habilidades não sejam necessárias para que cada DBA mantenha sua relevância hoje e no futuro.

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10 maneiras de melhorar o desempenho da TI

10 maneiras de melhorar o desempenho da TI

Gestores de TI realmente empenhados em potencializar os resultados de sua equipe devem considerar seriamente cada um desses pontos

Todo líder de TI procura desempenho. Ter um departamento mais rápido e eficiente. Afinal, quando a TI supera a performance, cala os críticos e ganha protagonismo nos processos de inovação.

Já um departamento de TI sem graça limita a capacidade de uma empresa atender as demandas do mercado em mudança, prolonga o tempo necessário para desenvolver e lançar novos produtos e serviços e, em última análise, degrada a satisfação do cliente.

Felizmente, a melhora no desempenho não tem que vir ao custo do moral dos funcionários. Na verdade, os membros de uma equipe motivada podem desempenhar um papel importante em estimular um departamento de TI sonolento. “Se você quiser melhorar o desempenho de TI, esteja envolvido”, aconselha Mike Guggemos, CIO da Insight.

1. Comunicar objetivos

Manter os membros da equipe de TI no escuro é um passo certo para o fracasso. “É importante que você comunique a cada membro da equipe o estado do negócio e como o trabalho que estão fazendo contribui para mover a bola para frente em relação aos objetivos gerais da empresa”, diz Mike Duensing, CTO da Skuid. “Eles precisam sentir que estão desempenhando um papel relevante para o sucesso da empresa”.

Os líderes de TI podem começar a motivar os membros da equipe apenas por serem honestos. Muitos líderes de TI se esforçam para fazer apresentações repletas de analogias e tabelas quando, na verdade, tudo o que eles precisam fazer é explicar o que está acontecendo na empresa e mostrar claramente por que o projeto é importante, explica Guggemos. “Mostre como essa atividade se encaixa nos objetivos e na estratégia”.

Estabelecer metas individuais trimestrais, pelo menos, e depois revisá-las individualmente, também é importante. “Para garantir que os  membros da equipe estejam continuamente melhorando e engajados, os objetivos devem incluir treinamento e outras formas de desenvolvimento de habilidades – técnicas e / ou negócios”, aconselha a Duensing.

2. Dê à sua equipe as ferramentas de que ela precisa para ter sucesso

O equipamento de uma equipe de TI com software e equipamentos inadequados e/ou desatualizados é garantido para levar a um desempenho fraco. Forçar os membros da equipe a desperdiçar seu tempo em tarefas monótonas e facilmente automatizadas também prejudica o sucesso no longo prazo.

“Ferramentas de automação, como ferramentas de implantação contínua, ajudam a manter a equipe trabalhando em tarefas repetitivas mundanas”, observa David R. Lee, diretor de operações da Kastling Group. Ele recomenda que os líderes de TI considerem usar ferramentas como Jenkins, Bamboo e Team City.

Guggemos observa que nunca foi tão fácil automatizar as operações de TI. “Há uma série de ferramentas de monitoramento e medição que você pode usar hoje – centenas!” ele exclama. “A principal coisa a ter em mente é que a maior parte da tecnologia moderna construída nos últimos cinco ou mais anos tem peças construídas para monitoramento, gerenciamento e, em alguns casos, para autocorreção”.

3. Fique atento aos níveis de desempenho

Os principais indicadores de desempenho (KPIs) são cruciais para monitorar o desempenho geral de TI. Muitos departamentos de TI, no entanto, se concentram nos indicadores errados. “Selecione indicadores de desempenho sobre o que é importante para o negócio e não apenas sobre a TI”, sugere Mark Thomas, presidente da Escoute Consulting.

Thomas prefere aderir a fatores críticos de sucesso que estão ligados aos objetivos gerais da empresa, bem como às necessidades dos interessados. Ele sente que a abordagem garante que as ferramentas de medição sejam bem focadas na coleta, análise, geração de relatórios e resposta a sinais vitais específicos. “Muitos desses KPIs também podem ser usados ​​como indicadores chave de risco (KRIs) que podem alertar aos gestores de TI sobre riscos emergentes que podem ter um efeito negativo na satisfação das necessidades das partes interessadas”, observa Thomas.

4. Monitore sinais de burnout

O trabalho duro é excelente. O trabalho excessivo convida à frustração, aos erros e à queda da produtividade. Lee acredita que a melhor abordagem para enfrentar o desgaste é garantir que nunca aconteça. “Para evitar o desgaste da equipe, é necessário que haja semanas fáceis incorporadas na programação de cada membro”, diz ele.

Mike Orosz, diretor sênior da Citrix, avança um pouco mais. “Dê uma volta com colegas, almocem juntos, pare para um café rápido”, aconselha. “Esses cortes simples podem promover um ambiente de equipe colaborativo muito mais próximo que impactará positivamente o desempenho”.

Planos e horários realistas para projetos também desempenham um papel importante na prevenção do desgaste da equipe. “Muitas vezes, equipes recebem projetos de curto prazo, sem orçamentados e ferramental, e sem consideração pelo que eles já possuem em suas carteiras para entregar”, explica Guggemos. “Esta é uma das maiores falhas na liderança de TI – e ocorre o tempo todo”.

5. Mantenha os membros da equipe envolvidos e satisfeitos enquanto perseguem metas de desempenho

Um dos segredos mais bem guardados do gerenciamento da TI é a arte de gerenciar os objetivos em cascata. “Esta técnica não é nova, mas é um princípio fundamental de governança e gerenciamento de desempenho de uma organização”, observa Thomas.

O método de objetivos em cascata é basicamente um método de desconstrução e tradução de metas de um nível de organização para outra. É tarefa do gerente descrever as contribuições que os membros de sua equipe podem fazer para entregar os resultados até o próximo nível. “Isso permite que cada pessoa reconheça o valor das conquistas de metas e como suas contribuições afetam a realização de benefícios”, observa Thomas.

6. Resista à tentação de microgestão

Como os pais com uma criança que aprende a andar de bicicleta, é quase impossível que muitos líderes de TI “deixem de lado” e permitam que sua equipe erre e caia à medida que aprende a ser autogerida e capacitada.

“Os líderes de TI dirão que abraçam o empoderamento, mas a primeira vez que algo corre mal, eles agarram as rédeas e retornam às suas maneiras de microgerir”, explica Alan Zucker, diretor da Project Management Essentials. “É uma reação comum, mas se eles querem criar uma nova cultura, eles devem demonstrar sua capacidade de cumprir as mudanças”.

“Os fundamentos são importantes”, acrescenta Guggemos. “As equipes de liderança e gerenciamento devem ser envolvidas nos projetos, mas é crítico fazê-lo com um toque suave”.

7. Encoraje os membros da equipe a expandir e aprofundar seus conhecimentos

Um líder de TI bem sucedido motiva os membros da equipe oferecendo oportunidades de desenvolvimento de habilidades. “Dar aos membros da equipe a oportunidade de participar de conferências e eventos profissionais não só irá expô-los a novas ideias e tecnologias, mas rompe sua rotina, melhorando o moral, em última análise”, explica Orosz.

8. Considere novas abordagens e métodos

O maior impulso ao desempenho da TI foi a chegada das metodologias ágias e do DevOps, que ajudam a aproximar as áreas das empresas e as equipes de TI, observa Chris Fielding, CIO da Sungard Availability Services. “Isso dá mais importância à equipe de negócios na prioridade e direção da entrega, muitas vezes levando a soluções mais simples que melhor se alinham com os processos de negócios e são muito mais fáceis de implementar”.

“As organizações precisam parar de pensar sobre o trabalho como uma máquina que você pode otimizar puxando algumas alavancas”, afirma Dave West, CEO da Scrum.org. “Em vez disso, pense de forma holística sobre o ambiente que as equipes trabalham e como a visão desse trabalho pode ser melhor comunicada”.

9. Utilize técnicas de gerenciamento modernas

Muitos líderes de TI são empurrados para seus papéis exclusivamente com base em seus conhecimentos tecnológicos, recebendo apenas treinamentos de gerenciamento limitado. “Eles tendem a seguir o Gerenciamento 1.0 ou talvez as práticas do Management 2.0”, diz Zucker. “Eles pensam em sua equipe como widgets de recursos (1.0) ou que os processos de gerenciamento (2.0), como feedback 360, são a solução”.

A Gestão 3.0, por outro lado, reconhece a complexidade do ambiente operacional atual e o poder de indivíduos motivados e motivados para resolver problemas. “Aceitar o Gerenciamento 3.0 e realmente implementá-lo requer uma grande confiança e coragem da administração e dos líderes”, observa Zucker.

10. Procure opiniões externas de consultores confiáveis

Os líderes de TI são muitas vezes tão próximos dos problemas de tecnologia que não conseguem ver ou apreciar a totalidade do impacto do departamento em outras áreas de negócios. “Ter olhos externos possam ajudar a reconhecer esses efeitos, além de oferecer informações poderosas sobre tendências e ferramentas do setor que possam ser efetivas para ajudar a melhorar o gerenciamento de desempenho, ajuda muito”, diz Thomas.

“Às vezes, é bom buscar conselho e apoio externo da mesma forma que um treinador ajuda um atleta a olhar para o desempenho de uma maneira diferente”, acrescenta West. Mas um treinador não faz. Apenas, na melhor das hipóteses, pode fornecer informações interessantes sobre as práticas de trabalho de uma organização. “Somente as pessoas que compõem a organização podem criar mudanças”, lembra ele.

O desvio

É fácil acreditar que, ao comunicar uma visão, analisar métricas claras e capacitar equipes, um departamento de TI começará imediatamente a funcionar com a máxima produtividade. Mas há mais do que isso. Construir uma equipe de alto desempenho exige paciência e persistência.

“A equipe de TI pode começar a mudar organicamente”, diz Zucker. Quando o menor passo em direção ao empoderamento e autogestão é dado, eles podem abraçar a oportunidade. “Eles também podem reconhecer que seus líderes estão tentando mudar o meio ambiente e seguir com entusiasmo a liderança em vez de serem céticos”, conclui.

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