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PlayStation 5: SSD, gráficos 8K, ray tracing e retrocompatibilidade com PS4

PlayStation 5: SSD, gráficos 8K, ray tracing e retrocompatibilidade com PS4

Depois de vários rumores, surgem agora as primeiras informações oficiais sobre as características da PlayStation 5 graças a uma entrevista que Mark Cerny, principal responsável pela arquitetura de sistema da PS4, concedeu à Wired. E quais as grandes novidades da próxima consola da Sony? Suporte para gráficos 8K, ray tracing, SSDs, áudio 3D e retrocompatibilidade com jogos de PlayStation 4.

A nova PlayStation quer diferenciar-se do conceito da PS4 Pro, que foi, basicamente, um upgrade de hardware em relação à PS4. Assim, a PS5 terá componentes inteiramente novos, como um CPU de oito núcleos da AMD baseado na 3ª geração da linha Ryzen, que segue um processo de fabrico de 7 nanómetros e a microarquitetura Zen 2, e uma GPU customizada a partir de uma AMD Radeon Navi. Consequência: será capaz de suportar gráficos 8K, desde que, obviamente, o televisor ou monitor usado com a consola tenha essa resolução; e trará, pela primeira vez, o ray tracing para uma consola.

Por sua vez, a substituição de um disco rígido por um SSD deverá permitir velocidades de carregamentos bem mais rápidas. Um exemplo dado por Mark Cerny foi o jogo Spider-Man, que na PS4 levou 15 segundos a carregar, enquanto que na PS5 esse valor baixou para 0,8 segundos.

Já o áudio 3D deverá permitir uma experiência de som mais imersiva, tanto no caso de se estar a usar auscultadores ou as colunas da TV.

Por fim, a transição da PS4 para a PS5 promete ser mais suave que a da PS3 para PS4, uma vez que a Sony garante que haverá retrocompatibilidade a nível de jogos e de PSVR. É que a versão 5 da consola usará uma arquitetura semelhante à da 4, o que torna este processo mais fácil. Além disso, haverá a possibilidade de se comprar cópias físicas dos jogos, o que significa que continuará a ter um leitor de Blu-ray ou de uma tecnologia similar.

Apesar de não ter sido adiantada uma data de lançamento para a PlayStation 5, prevê-se que ela chegue ao mercado apenas no próximo ano e que, de início, os jogos sejam lançados tanto para PS4 como para PS5.

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Peak: As suas capacidades de memória e raciocínio vão ser postas à prova

Peak: As suas capacidades de memória e raciocínio vão ser postas à prova

Não é um jogo mas um conjunto de desafios que o Peak lhe propõe para ganhar agilidade e rapidez mental.

A aplicação quer treinar o seu cérebro e para isso usa a mesma lógica das apps de treino físico: definir metas, traçar um plano de treino e insistir. Depois há também a fase de medir resultados e comparar com os outros utilizadores, acompanhando a evolução com gráficos e métricas comparativas.

A verdade é que também treinar assim pode ser divertido e recompensador, e é nisso que a Peak aposta, com a competitividade a ajudar a manter o ritmo. A app sugere que reserve 10 minutos para este exercício mental, mas pode definir menos tempo e menos dias de treino.

Ao todo são mais de 45 jogos, um design apelativo e um “treinador” exigente. Mas nem tudo é grátis porque a principal intenção é levar os utilizadores a subscrever a versão premium.

Mesmo assim pode utilizar a versão gratuita e treinar grátis no iPhone ou iPad e também em smartphones e tablets Android.

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O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O futuro dos jogos, ou do gaming, passará pela nuvem – a cloud. Se em 2018 os sinais já estavam no horizonte, neste início de 2019 tudo se tornou perfeitamente claro. Assim, desde o Stadia da Google ao novo projeto da Microsoft, o xCloud que trará os melhores jogos da consola Xbox para os dispositivos Android, estamos perante um novo paradigma. Os serviços de streaming de jogos são o novo Graal.

Algo que nem mesmo a Sony conseguiu fazer, até ao momento e na perfeição, com o ecossistema PlayStation.

Com a semana passada a ficar marcada pelos destaques da Google e do seu Stadia, agora é a vez da Microsoft dar que falar. Aliás, já tínhamos visto o responsável máximo da Xbox a prometer grandes surpresas para o “cloud gaming” e o xCloud é a prova disso mesmo. Também esta empresa se dedicará ao jogo na nuvem.

A Microsoft quer mitigar as diferenças de jogo na consola e no Android

Assim sendo, o intuito do xCloud será criar um serviço de streaming de jogos em nuvem, uma abordagem cada vez mais frequente. Ora, se isto soa bastante similar à plataforma Stadia da Google, é porque realmente partilham de várias premissas. Aliás, de acordo com o relato da Forbes, teremos vários pontos de contacto.

Antes de mais nada, a fonte supracitada baseia o seu relato na apresentação da Microsoft durante a GDC19, a Games Developer Conference. Aí, a tecnológica revelou a sua visão de futuro para a bem conhecida consola Xbox e para todo o futuro dos jogos, numa quase reflexão da plataforma Stadia da Google.

Foi Steven Wilssens que revelou os planos da Microsoft para a criação de uma nova plataforma de jogo na cloud. Algo que aliará a experiência de jogo na consola Xbox, trazendo essa qualidade para os dispositivos móveis Android, sejam tablets ou smartphones. O nome desta plataforma também foi revelado – xCloud.

O futuro dos jogos na Microsoft será a xCloud

Por conseguinte, os jogos da xCloud poderão usufruir de bandas sonoras que farão um mapeamento tridimensional. Por outras palavras, criarão uma “bolha” de som em torno do jogador, aumentando a sensação de imersão dentro do jogo. Algo que ajudará o xCloud a distanciar-se, por exemplo, do Stadia da rival Google.

Note-se que esta mensa característica já está presente nos jogos para as consolas Xbox One, bem como para computadores Windows 10. Aqui mediado pelo Windows Sonic, bem como pelo Dolby Atmos, ou mesmo a DTS:X. Estas são as ambições da Microsoft, não só nas consolas, mas futuramente também no Android.

Ainda durante a GDC19, a Microsoft demonstrou a xCloud em dispositivos Android. Fê-lo, por exemplo, com o Forza Horizon 4, para dar aos participantes neste certame a hipótese de testar o “futuro” dos jogos. Uma nova abordagem que já conquistou a Google e que será também o rumo a seguir pela Microsoft.

A Microsoft está a preparar algo em grande para a E3

Em suma, teremos uma nova plataforma de jogos, via cloud, que pretende diluir os contornos entre um jogo para Android (mobile) e um jogo para consola. A Microsoft quer nivelar, por cima, a qualidade e experiência de jogo e, para tal, deixou já antever uma forte aposta em tecnologias de construção atmosférica como é o caso da Dolby Atmos. Algo que também se aplicará aos auscultadores (headphones) dedicados ao gaming.

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Labo: VR Kit chega a 12 de abril e traz seis Toy-Cons

Labo: VR Kit chega a 12 de abril e traz seis Toy-Cons

O Labo: VR Kit vai chegar com seis novos Toy-Cons e dezenas de jogos e atividades. O mais básico dos Toy-Cons é o VR Googles, uns óculos de RV simples e que são compatíveis com muitos dos 64 jogos disponibilizados.

Nos cinco Toy-Cons mais elaborados, teremos a Camera, o Elephant, o Bird, o Blaster e o Wind Pedal:

– O Camera permite navegar “debaixo de água” ou “dentro de uma casa”;

– O Elephant traz dois jogos: Marble Run, um puzzle de física onde temos de guiar berlindes através de anéis e Doodles, para criar arte 3D com a tromba do elefante;

– O Bird inclui duas apps: uma que leva o jogador a passear às costas de um pássaro enquanto procura itens para ajudar outros pequenos passarinhos e o Dash que é basicamente uma corrida pelos céus. Este periférico pode ser usado em conjunto com o Wind Pedal para fornecer maior velocidade;

– O Blaster coloca o utilizador a combater uma invasão alienígena, num modo, e a competir com outro jogador para alimentar hipopotamos noutra versão;

– Por último, o Wind Pedal que traz um jogo chamado Hop Dodge onde somos um sapo que tenta saltar por cima de um monte de bolas em crescimento constante;

Por fim, o Nintendo Labo: VR Kit vai suportar a Toy-Con Garage e a nova Garage VR que permite programar e criar aplicações de Realidade Virtual. O kit de Realidade Virtual vai estar disponível por 80 dólares. A versão starter kit traz o Blaster e os Goggles por 40 dólares.

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Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

“O futuro dos jogos não está numa caixa” de acordo com a Google. “Está num só local” e da mesma forma que durante séculos construímos estádios para nos reunirmos com um claro propósito, o Stadia parte da mesma premissa. Assim, a plataforma de streaming de jogos anunciada pela Google, é muito promissora.

Agora, já sabemos quais são os primeiros jogos confirmados, bem como a velocidade de ligação recomendada.

O futuro dos gaming, acessível a partir de qualquer lugar, através de qualquer dispositivo. Em suma, a Netflix dos jogos, tal como carinhosamente já é apelidado. É um estádio virtual, em que o bilhete é uma ligação à Internet, independentemente do dispositivo utilizado. Não precisará de uma consola física, ou PC gamer.

Uma ligação à Internet e o browser Google Chrome

Estas são as únicas exigências do lado do consumidor para que este possa entrar no Stadia. Ainda assim, o projeto carece de meses de desenvolvimento, ficando disponível apenas no final deste ano. Além disso, chegará aos Estados Unidos da América, UK, Canadá, bem como à Europa (países não especificados).

Importa agora compreender melhor o seu funcionamento. Para tal, encontramos o YouTube, bem como o Google Chrome enquanto principais “motores” para o Stadia. Durante a apresentação, a Google descreveu o YouTube como se da Twitch se tratasse. Com sessões de jogo regulares e um público cativo, além do jogador.

Locais onde, por exemplo, todos os dias a X horas, milhares de crianças se reúnem para assistirem a sessões de Fortnite. É exatamente este público cativo que a Google quer para o seu Stadia, jogadores e espetadores atentos aos principais astros do gaming. Para além, claro está, de poderem também partilhar as suas sessões.

Uma audiência dinâmica e uma comunidade de jogadores

Com criadores de conteúdo de um lado (youtubers e programadores de jogos). Do outro, todo um público ávido pelas suas novas estrelas, ídolos ou simplesmente para quem quiser ver um gameplay. Uma premissa resumida na perfeição pela imagem acima, um dos slides da apresentação na GDC19.

Alás, desengane-se se pensa que isto é só brincadeira para entreter crianças. É uma indústria, um negócio em forte expansão que gera milhares de dólares, não só para os estúdios responsáveis pelos jogos, mas também para alguns jogadores. Veja-se o exemplo do “Ninja” que aufere 500 mil dólares mensais, a jogar Fortnite.

Mas há mais, muito mais! O YouTube servirá como um motor de lançamento para o Stadia em que os criadores de conteúdo poderão interagir, como nunca antes, com os seus espetadores. Assim, poderão criar um lobby, uma zona (com desafios e jogos) onde qualquer um se poderá juntar para sessões de jogo.

YouTube, o grande promotor do Stadia

Imagine que está a assistir a uma livestream (transmissão em direito) de um jogo através do YouTube. A dada altura o streamer disponibiliza o link de acesso ao jogo. Assim, bastará clicar no mesmo para se juntar ao seu youtuber favorito numa sessão de jogos através do Stadia.

Em suma, o Stadia é uma consola de jogos, que utiliza apenas a Cloud e foi concebida de raiz para a geração do YouTube. Esta é a grande aposta da Google com a sua nova plataforma de streaming de jogos.

É o único dispositivo, sob a forma do novo controlador que aqui pode conhecer. É o Stadia Controller e também ele está ao serviço do streaming de jogos. Contudo, será um extra e não um pre-requisito para poder jogar. Aliás, desde que tenha uma ligação à Internet e o navegador Google Chrome, não precisa de mais nada.

O Google Chrome e os dispositivos Android

O Stadia foi demonstrado em vários dispositivos como smartphones, televisões, tablets e até em computadores ChromeOS. Assim, sabemos que a porta de entrada para o Stadia é o browser da empresa, o seu Google Chrome, o mesmo se aplicando aos dispositivos Android, sempre através do browser.

Contudo, não vimos qualquer indicação do suporte para dispositivos iOS. Isto é, o Stadia não foi demonstrado através do Safari pelo que concluímos que, sem o Google Chrome, não poderá aceder ao serviço de streaming de jogos, pelo menos para já. No futuro, isto poderá vir a mudar.

A Google prometeu o suporte para mais navegadores. Contudo, pelo menos durante os primeiros meses, terá mesmo que utilizar o Google Chrome caso queira aceder a este serviço de streaming de jogos. O início não será fácil, mas já temos alguns jogos confirmados, bem como o seu Stadia Games e o Entertainment Studio.

Os primeiro jogos, já confirmados para o Stadia

O que é uma plataforma, ecossistema ou consola de jogos sem…jogos? Assim, o primeiro jogo, logo demonstrado na apresentação do Stadia foi o Doom Eternal, um exclusivo. Além disso, a Google garantiu que mais de 100 estúdios de jogos já têm o seu dev kit ou kit de ferramentas para produção de novos títulos.

Em seguida tivemos a confirmação do Rime, bem como do Shadow of the Tom Raider. Por fim, temos ainda um quarto jogo já confirmado, de nome não divulgado, mas desenvolvido pelo menos estúdio que produziu o Star Fox. Assim, na sua apresentação, o Stadia garantiu quatro jogos para a sua plataforma.

A tecnológica norte-americana apresentou também os seus novos estúdios para produção de conteúdos exclusivos para a plataforma. Contudo, não avançou qualquer detalhe sobre o tipo de jogos que estariam a ser preparados para o seu Stadia. Assim, temos apenas a indicação dos 4 títulos supracitados.

A velocidade de ligação recomendada à Internet

Ainda que o hardware não seja uma preocupação, a ligação à Internet é uma condição sine qua non poderá utilizar o seu serviço de streaming de jogos. Por conseguinte, a Google já deu a conhecer que precisaremos de pelo menos 25 megabits por segundo (25 mbps). Esta é a velocidade mínima que garantirá uma experiência de jogo (streaming) a 1080p (Full-HD) a 60 frames por segundo (fps).

De acordo com as declarações de Phill Harrison, responsável máximo pelo Stadia, à Kotaku, quando futuramente o serviço disponibilizar conteúdos em 4K (ultra-HD) a 60 fps, a velocidade de ligação recomendada será de 30 mbps.

Além disso, recomendou que o utilizador tenha um pacote sem limite de dados. Caso contrário, o plafond esgotaria rapidamente ao utilizar o streaming de jogos. Já a qualidade da imagem será baseada na qualidade da ligação à Internet.

E a latência neste serviço de streaming?

Uma boa ligação à Internet, sem limites de tráfego é um dos requisitos. Contudo, isto por si só não resolve outra das preocupações, a latência vulgarmente definida pelo “Ping”. Note-se que é necessária uma latência muito reduzida para não haver um desfasamento do tempo entre o pressionar do botão no controlador e a ação respetiva, dentro do jogo.

Contudo, a Google tem aqui uma sólida vantagem face a todo e qualquer possível concorrente. Com centenas de centros de dados (data centers) espalhados pelo mundo. Ainda assim, para quem não estiver perto de uma grande área metropolitana não excluímos a possibilidade de os tempos de latência serem uma preocupação.

Em suma, existem ainda várias questões às quais não podemos responder. Tome-se, por exemplo, o plano de preços, ainda não revelado pela empresa.

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Microsoft pode lançar nova Xbox One S para enfrentar a PS4

Microsoft pode lançar nova Xbox One S para enfrentar a PS4

A Microsoft pode estar a preparar-se para lançar uma nova console, rival da PlayStation 4, já no próximo mês de abril. Assim sendo, estaremos prestes a conhecer a Xbox One S, já sem drive ótica para discos Blue-ray no seu interior. Um console que integra os serviços de cloud da tecnológica norte-americana.

Está pronto para conhecer a Xbox One S “All-Digital Edition”? Então prepare-se, esta pode ser a próxima aposta da Microsoft.

De acordo com o relato da WindowsCentral, o seu lançamento no mercado pode ocorrer já durante o mês de abril. Algo que significaria uma apresentação oficial prévia, durante o mês de março. Assim sendo, poderá coincidir com o certame Game Developers Conference (GDC) 2019, nos próximos dias 18 a 22.

Está pronto para uma nova Xbox One S da Microsoft?

A primeira fase de lançamento no mercado será, naturalmente, a pré-compra da possível rival à PS4 , ao passo que durante o mês de maio estará disponível nas lojas. Assim sendo, caso a mesma seja apresentada em março, teremos o período de pré-compra durante o mês de abril, ao passo que em maio será uma visão comum nas lojas.

Aqui, claro, se o relato da fonte supracitada estiver acertado. Nessa instância, a Microsoft terá um novo trunfo para também divulgar na E3 2019, em meados de junho. Entretanto, temos mais detalhes sobre o possível console da Microsoft, a “Xbox Maverick”.

Cumpre ser dito que os primeiros rumores em torno deste console sem drive ótica Blue-ray surgiram no ano passado, em novembro. Além do mais, a Microsoft também estará a cogitar a possibilidade de vender esta futura rival da PS4 com vários jogos escolhidos pelo consumidor.

O que podemos esperar desta alternativa à PlayStation 4?

Assim sendo, o jogador e consumidor, poderia escolher a galeria de jogos já pré-instalados na Xbox ao efetuar a sua compra. Ao receber o console, teria apenas que montar o seu setup. Em seguida, teria apenas que desfrutar dos títulos por si escolhidos previamente. Sem mais procurações momentâneas.

Além do mais, esta nova Xbox One S poderá ser mais econômica do que os atuais consoles da Microsoft, uma vez que abdicaria da drive Blue-Ray. Assim sendo, poderá efetivamente chegar ao mercado com um preço mais atraente do que as demais alternativas.

Caso todos os rumores se verifiquem, teremos uma novo console orientada apenas para a compra de cópias digitais dos jogos. Sem a possibilidade de inserir o tradicional disco, esta seria a nossa única opção. Contudo, caso isto signifique mesmo uma rival econômica à PlayStation 4 e demais consoles Microsoft, pode ser bem sucedida.

O que mais pode ser dito?

A Microsoft tem estado a promover, agressivamente, o seu serviço digital, o Xbox Game Pass. Com período de avaliação gratuita e com uma mensalidade (subscrição) modesta, é claramente uma das prioridades da empresa. Em suma, vemos vários esforços com o intuito de chamar cada vez mais jogadores para este ecossistema.

Com mais de 100 títulos atualmente, o Game Pass continuara a ser uma das apostas da Microsoft. Sobretudo caso esta nova Xbox One S seja efetivamente apresentada. Não tendo o console outro método de adquirir novos títulos, ficaríamos nas mãos da Microsoft.

Entretanto, vemos também o serviço de streaming de jogos da Microsoft a ser ultimado. Utilizará os servidores da Xbox One S e fará o envio (stream) dos jogos para várias plataformas. Seja para computadores (PC), consoles e mesmo para dispositivos móveis.

Agora, resta-nos aguardar, com grande expetativa, pelo novo console.

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Microsoft planeia revelar Xbox de última geração na E3 2019

Microsoft planeia revelar Xbox de última geração na E3 2019

A Microsoft pode estar a planear revelar finalmente a consola Xbox de próxima geração. Para isso, a empresa, como habitualmente, escolherá o palco da E3 2019.

Embora possam ser apresentadas já este ano, as novas consolas Xbox só deverão chegar em 2020.

Nova Xbox da E3 2019

Segundo alguns meios mais próximos da Microsoft, a nova consola Xbox estará já pronta para ser apresentada, embora não haja nomes de produtos ou detalhes de preços. Contudo, será na E3 2019 quer iremos conhecer a forma, detalhes e pouco mais. Serão mais aspetos de hardware.

Portanto, as consolas não estarão disponíveis imediatamente após o evento anual, pois os relatórios afirmam que serão lançados no outono de 2020.

Xbox Anaconda e Lockhart?

As consolas Xbox de próxima geração virão em duas versões. Têm para já nomes de código Anaconda e Lockhart. Desta forma, os dispositivos são conhecidos como Projeto Scarlett.

Há rumores de que o Anaconda é a consola mais potente e vem equipada com uma drive SSD. Por outro lado, a versão Lockhart terá um preço mais baixo e potencialmente sem disco. Terá certamente o foco na utilização do serviço de streaming de jogos do xCloud.

Possíveis características:

Xbox Lockhart 

  • CPU: Custom 8 Cores – 16 zen threads 2
  • GPU: Custom NAVI 4+ Teraflops
  • RAM: 12GB GDDR6

Xbox Anaconda 

  • CPU: Custom 8 Cores – 16 zen threads 2
  • GPU: Custom NAVI 12+ Teraflops
  • RAM: 16GB GDDR6
  • Armazenamento: 1TB NVMe 1 + GB /  SSD hard drive

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Nintendo e os clássicos: Link’s Awakening na Switch e muito mais

Nintendo e os clássicos: Link’s Awakening na Switch e muito mais

A Nintendo está a preparar uma série de lançamentos de peso para este ano. No vídeo promocional foi anunciado que alguns dos clássicos mais jogados nas consolas antigas vão estar disponíveis para a Nintendo Switch, por exemplo o clássico Link’s Awakening (da saga Zelda) feito originalmente para o Game Boy.

O vídeo abre em grande com uma demonstração do novo Mario Maker, que, caso fosse o único anúncio do dia, deixaria os fãs suficientemente satisfeitos. Mas a Nintendo não ficou por aqui. Embora tenha sido mostrado em último lugar, foi o remake do jogo Link’s Awakening que causou mais burburinho entre os fãs por trazer uma versão 3D deste clássico para o Game Boy.

Foi anunciado igualmente um novo jogo chamado Astral Chain, no qual teremos a oportunidade de controlar duas personagens simultaneamente e lutar em batalhas frenéticas com robôs. Depois de The Wonderful 101, Bayonetta e Nier, a Platinum Games traz-nos mais uma das suas produções ambiciosas.

E se o conceito de battle royale chegasse ao Tetris? Sim, chegou, e vamos poder jogá-lo contra 99 outras pessoas e participar em competições de arena para ver quem faz melhores combinações de blocos.

Foram também apresentados os novos heróis do jogo Fire Emblem: Three Houses, com os quais vamos poder formar alianças e/ou ser traídos. A Nintendo guardou um pouco de drama para apimentar este anúncio, uma vez que foi feito um dia antes do Dia dos Namorados. O amor está no ar e algumas flechas também.

Podemos esperar pelo lançamento do novo RPG chamado Oninaki, que nos traz uma história original, feito pelos estúdios da Back-To-Basics. Teremos oportunidade de jogar o Dragon Quest 11 S e o DQ Builders 2, que sairão no verão e outono deste ano. Foi anunciada o Rune Factory 4 Special (uma remasterização do clássico Nintendo) e ainda que o RF5 está neste momento em desenvolvimento, embora não haja previsão de lançamento.

Por fim, foi anunciado o Final Fantasy VII, que será lançado no final de março, e o Final Fantasy IX, que já está disponível. É uma ótima oportunidade para os fãs da Nintendo relembrarem e/ou conhecerem alguns dos grandes hits desta saga, que marcaram várias gerações de gamers.

Poderemos ainda contar com o lançamento de outros jogos como BOXBOY! + BOXGIRL, Bloodstained: Ritual of the Night, Yoshi’s Crafted World, Captain Toad: Treasure Tracker, Marvel Ultimate Alliance, Daemon X Machina, Disney Tsum Tsum Festival, entre outros.

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Apex Legends, potencial rival de Fortnite consegue dez milhões de utilizadores em três dias

Apex Legends, potencial rival de Fortnite consegue dez milhões de utilizadores em três dias

A Electronic Arts está a apostar num rival do Fortnite onde combina elementos do The Hunger Games com Minecraft. Apex Legends conquistou dez milhões de contas em três dias

Apex Legends é o nome do rival do Fortnite que a Electronic Arts lançou no mercado. Neste título, 60 jogadores são deixados numa ilha e têm de combater uns contra os outros para sobreviver. Na quinta-feira passada, a EA anunciou ter mais de um milhão de jogadores em simultâneo e na sexta-feira o jogo foi o mais visto no Twitch, noticia a Reuters.

Fenómenos como Fortnite e PUBG apoiados pela chinesa Tencent têm forçado as editoras a reinventar-se ou a correr atrás do prejuízo para conseguir mais jogadores. Estes dois jogos popularizaram o modo battle royale com dezenas de jogadores online em simultâneo. A Electronic Arts acredita que a decisão de não ter este modo implementado no Battlefield V levou à venda de menos cerca de um milhão de unidades.

Agora, Apex Legends pode revelar-se uma cartada de sucesso. Conseguiu em três dias o mesmo número de utilizadores que o Fortnite conquistou em duas semanas depois do seu lançamento. A editora espera conseguir mais 100 milhões de dólares em receitas no ano fiscal que termina em março de 2020, graças a este jogo.
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10 dos melhores videojogos que estreiam em fevereiro

10 dos melhores videojogos que estreiam em fevereiro

Jump Force junta personagens das mais populares séries de anime das últimas décadas e Far Cry: New Dawn explora o mundo pós apocalíptico que resultou de Far Cry 5. Mas há mais jogos em linha, como Anthem ou The Occupation.

Depois de um mês em que a indústria dos videojogos nos deu Kingdom Hearts 3 – um dos jogos mais esperados da última década – fevereiro promete manter a fasquia da qualidade ao mesmo nível. Ao longo dos próximos 28 dias, poderá esperar a estreia de títulos como Far Cry: New Dawn, Ape Out e o muito aguardado Anthem.

O primeiro grande nome a chegar ao mercado vai ser Trials Rising. A proposta foi desenvolvida pela Ubisoft e baseia-se nos desafios de perícia de motocross que fizeram escola nos sites de minijogos de outros tempos. Depois disso, a 15 de fevereiro, estreia Crackdown 3, um jogo de ação e aventura, exclusivo Microsoft, cuja data de lançamento inicial estava marcada para 2016. Os sucessivos adiamentos aumentaram as expectativas do público e o jogo deverá reunir as atenções dos jogadores de Xbox One e PC.

Apesar de recheado de jogos que se antevêem de qualidade, Anthem é a jóia da coroa de fevereiro. O jogo, desenvolvido pela BioWare e publicado pela Electronic Arts, é um RPG que vai colocar os utilizadores num mundo aberto repleto de tecnologia futurista, mas dominado por biomas selvagens. Nesta aventura, os jogadores têm de vestir a pele de um grupo de “soldados”, que cruza este planeta ficcional com o objetivo de impedir que outras ameaças perturbem a ordem natural das coisas.

Para conhecer 10 dos jogos mais promissores que vamos poder jogar em fevereiro, consulte a galeria abaixo.

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