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NASA: Vai ser possível visitar a Estação Espacial Internacional em 2020

NASA: Vai ser possível visitar a Estação Espacial Internacional em 2020

Gostaria de viajar até à Estação Espacial Internacional, mas acha que é um sonho impossível?…é melhor começar a juntar uns trocos. De acordo com a própria NASA, tal vai ser possível já a partir de 2020.

A abertura da Estação Espacial Internacional a turistas e empresas marca um novo passo na sua privatização. De relembrar que a Administração de Trump tem intenções de lhe ir reduzindo o financiamento até 2025.

Foi através do Twitter que a NASA fez saber que vão existir viagens para turistas e empresas até à Estação Espacial Internacional.  De acordo com Robyn Gatens,​ diretor-adjuntoo da estação,  irão ser realizadas duas missões com “astronautas privados” por ano, com uma “curta” duração de 30 dias cada.

Jeff DeWit, diretor financeiro da NASA, referiu que o objetivo passa por cobrar aos turistas cerca de 31 mil euros por cada noite na Estação Espacial Internacional. Com este valor pago, os turistas têm direito a ar, água, comida e comunicações incluídas. No entanto, além deste valor, os turistas terão de pagar cerca de 52 milhões de euros pela viagem de ida à órbita e de regresso à Terra.

Esta abertura e mudança por parte da agência norte-americana tem como objetivo aumentar as receitas podendo assim “aterrar a primeira mulher e o próximo homem na Lua até 2024, onde as empresas norte-americanas também desempenharão um papel essencial no estabelecimento de uma presença sustentável”.

A Estação Espacial Internacional é um laboratório espacial cuja montagem em órbita começou em 1998 e terminou oficialmente em 8 de junho de 2011 na missão STS-135. A estação encontra-se numa órbita baixa de 408 x 418 km, que possibilita ser vista da Terra a olho nu e viaja a uma velocidade média de 27 700 km/h, completando 15,70 órbitas por dia.

   

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Bosch quer colocar no ar táxis voadores a partir de 2023

Bosch quer colocar no ar táxis voadores a partir de 2023

A empresa alemã aposta numa solução baseada em sensores para permitir uma maior economia de espaço e de custos, utilizando componentes da área automóvel.

De acordo com uma previsão do Boston Consulting Group, em 2030 serão efetuados mil milhões de voos em todo o mundo com recurso a táxis voadores, sendo que a maioria será capaz de operar sem piloto. Nesse sentido, a Bosch está a trabalhar em tecnologia baseada em sensores de última geração com o objetivo de tornar estes voos especialmente seguros, confortáveis e eficientes.

Harald Kröger, presidente da divisão Bosch Automotive Electronics, afirma que “os primeiros táxis voadores deverão sobrevoar os céus das principais cidades a partir de 2023”, pelo que o objetivo da empresa passa por assumir um papel de liderança na formação deste mercado. Para tal, a Bosch está a investir em sensores modernos, que também são usados para condução autônoma ou no sistema anti derrapagem ESP.

A tecnológica alemã acredita que esta solução tem potencial para suprir aquilo que considera ser uma lacuna da tecnologia aeroespacial convencional – ser muito cara, volumosa e pesada para ser usada em táxis voadores autônomos. Assim sendo, uma equipa de engenheiros reuniu dezenas de sensores para criar uma unidade de controlo universal para táxis voadores.

Em comunicado, a Bosch explica que recorrendo a sensores “já em uso em veículos de produção, a unidade de controlo universal é projetada para garantir a capacidade de determinar a posição dos táxis voadores de forma instantânea e constante, permitindo o seu controlo com precisão e segurança. Os sensores de aceleração e taxa de viragem, que medem os movimentos dos veículos voadores e o ângulo de ataque, são exemplos de sensores que permitem recolher e analisar os dados necessários para que isso aconteça”.

A empresa acredita que “ao contrário dos atuais sistemas de sensores disponíveis na indústria aeroespacial, que custam dezenas de milhares de euros” vai conseguir desenvolver a sua solução por uma fração desse custo, uma vez que utiliza sensores testados em produção, que são empregues na indústria automóvel há muitos anos.

Marcus Parentis, chefe da equipa de tecnologia da Bosch responsável pelas unidades de controlo incorporadas neste veículo, considera que através desta solução será possível “tornar a aviação civil com táxis voadores acessível a uma vasta lista de fornecedores”. Marcus Parentis acrescenta que a empresa está em conversações “com fabricantes da indústria aeroespacial, envolvidos no desenvolvimento de táxis aéreos, bem como com empresas da área automóvel que estão a iniciar o fabrico de veículos aéreos e que acreditam igualmente em serviços de partilha”, concluindo que “a questão não é se os táxis voadores se tornarão realidade, mas quando.”

   
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5G: “O meu carro vai pagar ao seu para sair do caminho e deixar-me passar”, diz Visa

5G: “O meu carro vai pagar ao seu para sair do caminho e deixar-me passar”, diz Visa

Com os carros autônomos a comunicarem entre si, no futuro, vai “absolutamente assistir-se à ascensão dos micropagamentos”, antecipou o managing director da Visa para a Europa, Antony Cahill.

Todos os dias, milhares de condutores perdem horas no trânsito por causa do congestionamento das estradas. No ano passado, em Lisboa, cada condutor perdeu 162 horas no trânsito por causa da congestionamento das estradas da capital portuguesa.

Os dados foram apresentados pela Inrix, uma empresa especializada na gestão do trânsito, através de cloud computing e de big data, e que obtém dados sobre o fluxo de trânsito através de sensores colocados nas estradas ou fornecidos por veículos, que realizou o estudo Inrix Global Traffic Scorecard 2018.

O estudo da Inrix revela ainda que o tempo perdido no trânsito tem um custo econômico associado. Utilizando dados fornecidos pelo Departamento de Transportes Federal dos Estados Unidos, a Inrix explicou que, em Boston, os condutores perderam até 2.291 dólares por ano, e os condutores na capital norte-americana, Washington D.C, perderam 2.161 dólares anualmente. No acumulado do país, os norte-americanos perderam cerca 87 mil milhões de dólares por ano, a um média de 1.348 dólares por condutor.

Rede 5G e a oportunidade de negócio dos carros autônomos

Apesar de tudo, as horas perdidas no trânsito poderão transformar-se numa oportunidade de negócio. Com a massificação da rede 5G, que aumenta a largura de banda dos dados, os dispositivos ligados à internet vão passar a comunicar entre si a grandes velocidades. Isto, claro, incluirá os carros, que passarão a ser autônomos, mais tarde ou mais cedo.

“Para os carros autônomos ganharem vida, será necessário estabelecer o 5G, e vão passar a conectar-se uns aos outros”, explicou o managing director da Visa para a Europa, Antony Cahill.

Com os carros autônomos a comunicarem entre si, no futuro, vai “absolutamente assistir-se à ascensão dos micropagamentos”, antecipou o administrador da Visa. Isto é, “imagine-se que para um condutor, que valoriza mais do que chegar a tempo ao trabalho. O carro dele poderá enviar uma mensagem ao meu a dizer ‘pago-te [cinco cêntimos] se te afastares do caminho e me deixares passar primeiro’”.

“Veremos micropagamentos de trás para a frente através dos dispositivos conectados que vão imitar os comportamentos dos condutores”, realçou Antony Cahill.

   

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Carros elétricos: Portugal está em alta… à frente de países mais ricos

Carros elétricos: Portugal está em alta… à frente de países mais ricos

Apesar de ser um país pequeno, Portugal está bem posicionado no que diz respeitos ao segmento dos carros elétricos.

De acordo com dados recentes, Portugal já tem cerca de 12 mil carros 100% elétricos a circular e há agora um estudo que mostra que Portugal é o único país da UE com um PIB per capita inferior a 20 mil euros, onde os carros elétricos têm uma quota de mercado superior a 2%.

Os dados foram publicados pela ACEA (European Automobile Manufacturers’ Association) e revelam que Portugal está no “clube” dos países ricos no que diz respeito aos carros elétricos.

Portugal tem um PIB per capita na ordem dos 19 500 euros, mas a quota de mercado de carros elétricos é de 3,5%. Para se ter uma ideia, a Suíça tem apenas uma quota de 3,2% e a Alemanha apenas 2%. A nossa vizinha Espanha tem uma quota de mercado de carros elétricos de apenas 0,9% – ver mapa interativo aqui.

Tendo em conta os valores na Europa, a ACEA avisa que vendas terão de subir para cumprir a meta das emissões.

As instituições europeias aprovaram recentemente as novas regras no que respeita às emissões de CO2 para os veículos de passageiros, estabelecendo metas de redução de 15% e 37,5% para 2025 e 2030, respetivamente.

Carros elétricos mais vendidos em Portugal em 2018

  • Nissan Leaf: 1593 unidades
  • Renault Zoe: 1305 unidades
  • BMW Série i3: 363 unidades
  • Smart ForTwo: 220 unidades
  • Citroën C-zero: 159 unidades

Os 5 principais países com a menor participação de carros elétricos na UE

  1. Polónia – 0.2% com 1,324 VEs vendidos em 2018 (PIB per capita €12,900)
  2. Eslováquia – 0.3% com 293 VEs vendidos em 2018 (PIB per capita €16,600)
  3. Grécia – 0.3% com 315 VEs vendidos em 2018 (PIB per capita €17,100)
  4. República Checa – 0.4% com 981 VEs vendidos em 2018 (PIB per capita €20,500)
  5. Lituânia – 0.4% com 143 VEs vendidos em 2018 (PIB per capita €15,900)

Quota de mercado da VEs dos 5 maiores mercados automóveis da UE

  1. Alemanha – 67,658 VEs, ou 2.0% de 3.4 milhões de carros vendidos em 2018 (PIB per capita €41,000)
  2. Reino Unido – 59,947 VEs, ou 2.5% de 2.4milhões de carros vendidos em 2018 (PIB per capita €37,600)
  3. França – 45,623 VEs, ou 2.1% de 2.2milhões de carros vendidos em 2018 (PIB per capita€36,200)
  4. Itália – 9,731 VEs, ou 0.5% de 1.9 milhões de carros vendidos em 2018 (PIB per capita €29,000)
  5. Espanha – 11,810 VEs, ou 0.9% de 1.3 milhões de carros vendidos em 2018 (PIB per capita€26,200)

   

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Em 2070 os mortos tomarão conta do Facebook

Em 2070 os mortos tomarão conta do Facebook

Novo estudo prevê que em cerca de 50 anos o número de contas de pessoas já falecidas pode suplantar as que vivem na rede social de Mark Zuckerberg.

Uma análise da Universidade de Oxford, baseada no número de utilizadores do Facebook em 2018 vaticina que pelo menos 1.4 mil milhões dos seus membros vão morrer antes de 2100. Contudo, se a rede social com o maior número de contas continuar a crescer ao ritmo atual, o número de utilizadores falecidos pode chegar aos 4.9 mil milhões antes do fim do século.

O doutorando e um dos coautores do estudo, Carl Öhman, é da opinião que «estas estatísticas dão origem a novas e difíceis questões sobre quem tem direito a todos esses dados, como devem ser administrados no melhor interesse das famílias e dos amigos do falecido». Além de que podem determinar qual deve ser «a sua utilização pelos futuros historiadores para entender o passado», acrescenta.

Agora, começamos a debatermo-nos com este tema, até porque não começou há muito tempo a era das redes sociais – o facebook teve a sua fundação no ano de 2004 -, em que as informações das pessoas continuam “vivas” depois da sua morte e «no futuro fazem parte da nossa herança digital».

David Watson, também doutorando e coautor deste estudo, explicou esse novo conceito por «nunca antes na história existiu um arquivo tão vasto de comportamento e cultura humanos num só lugar». Por isso, defendeu que é importante «garantir que o acesso a esses dados históricos não seja limitado a uma única empresa com fins lucrativos», além de que com a nossa herança digital se pode legar às «futuras gerações a hipótese de entender a sua história».

Estas previsões baseiam-se em dados das Nações Unidas, que fornecem o número esperado de mortalidades e populações totais para todos os países do mundo distribuídos por idade e dados do Facebook, extraídos do recurso Audience Insights da empresa.

   

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Microsoft anuncia nova edição de Hololens 2 e ferramentas e Inteligência Artificial

Microsoft anuncia nova edição de Hololens 2 e ferramentas e Inteligência Artificial

Além desta nova versão do Hololens 2, a gigante de Seattle anunciou o lançamento de ferramentas para as áreas de blockchain e Inteligência Artificial

Já em plena rampa de lançamento para a conferência de programadores que se realiza na próxima semana em Seattle, Microsoft anunciou uma nova versão de Hololens 2. A novas versão do dispositivo de realidade virtual destina-se a programadores e terá um custo de 3500 dólares nos EUA (3137 euros). De acordo com a Reuters, o novo dispositivo foi desenhado para permitir o desenvolvimento de cenários de treino relacionados com a segurança ou com trabalhos de reparação mais complexos.

Além desta nova versão do Hololens 2, a gigante de Seattle anunciou o lançamento de novas ferramentas para as áreas de blockchain e Inteligência Artificial. As novas ferramentas pretendem alargar a oferta que a Microsoft disponibiliza na Internet em regime de cloud computing.

De acordo com a Reuters, uma das novas ferramentas destina-se a empresas de retalho e distingue-se por, através de inteligência artificial, facilitar recomendações de compras a internautas. Ainda na área da Inteligência Artificial, destaque para o facto de as novas ferramentas da Microsoft permitirem criar novos modelos e funcionalidades sem ser necessário inserir códigos ou linguagens de programação – e tendo apenas por base os dados negócio de uma empresa.

Nas tecnologias de blockchain, a Microsoft fez saber que as novas ferramentas podem ser usadas no rastreamento de matérias ou desenvolvimento de novos serviços e produtos. As novas ferramentas chegam ao mercado na sequência de projetos levados a cabo em parceria com a Starbucks e a JP Morgan.

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SpaceX: Elon Musk dá a conhecer naves que deverão ir à Lua e a Marte

SpaceX: Elon Musk dá a conhecer naves que deverão ir à Lua e a Marte

De acordo com a Cnet, Elon Musk afirma que a SpaceX tem planos para fazer uma Starship tripulada sobrevoar a Lua em 2023

lon Musk, mentor da SpaceX, publicou recentemente duas imagens daquilo que poderão vir a ser as futuras aterragens das naves da empresa aeroespacial americana na Lua e em Marte. Na primeira imagem pode-se observar uma colina lunar e a Terra ao longe, enquanto que na segunda, vê-se uma Starship estacionada numa espécie de base de operações no planeta vermelho.

De acordo com a Cnet, Elon Musk afirma que as Starship serão capazes de aterrar nas superfícies mais irregulares da Lua na perfeição, – uma atitude confiante, talvez, derivada do sucesso dos testes realizados no início deste mês – aliás, Musk está de tal forma persuadido que a Starship será bem sucedida, que tem planos para levar um voo tripulado numa viagem à volta da Lua em 2023.

Embora representativas, as imagens pretendem dar-nos a conhecer a forma como a SpaceX idealiza a presença Humana em espaços extra-terrestres, para além de que deixa em aberto a possibilidade de a longo prazo, tentar tornar real a presença humana fora do planeta Terra.

SOS GUINCHOS

 

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Molécula fundadora do universo identificada pela primeira vez no espaço

Molécula fundadora do universo identificada pela primeira vez no espaço

Nos primórdios da formação do universo, logo a seguir ao Big Bang, formou-se a molécula que foi determinante no processo de arrefecimento e em seguida na formação de estrelas.

Esta molécula resulta da fusão de átomos de hélio e hidrogênio e chama-se hidreto de hélio. Está na base de uma teoria que tem sido estudada ao longo dos anos, mas nunca tinha sido possível identificar vestígios de hidreto de hélio no espaço, até agora.

Cientistas da NASA e do Centro Aeroespacial Alemão conseguiram validar a existência da molécula recorrendo ao Stratospheric Observatory for Infrared Astronomy, também conhecido por Sofia. Sofia é o único telescópio do mundo instalado num avião, neste caso um Boeing 747 modificado para o efeito, que faz observações a mais de 12 mil metros de altura.

A molécula foi identificada numa nebulosa planetária (vestígios do que já foi uma estrela como o Sol) localizada a 3 mil anos-luz e identificada como NGC 7027. Desde a década de 70 do século passado que as suspeitas da existência de hidreto de hélio na nebulosa existiam mas não tinha sido possível confirmá-las.

A descoberta, detalhada num artigo da revista Nature, vai ajudar a compreender a teoria de que o universo de fato se desenvolveu a partir desta molécula. A NASA explica que a descoberta foi possível graças aos ajustes constantes que é possível fazer num sistema deste tipo, que no fim de cada missão “volta a casa” para ser permanentemente atualizado com novos instrumentos. Neste caso foi uma alteração no receptor de ondas Terahertz que permitiu sintonizar a frequência da molécula e procurar por ela na NGC 7027.

SOS GUINCHOS

 

 

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Carros voadores vão ser um boa alternativa?

Carros voadores vão ser um boa alternativa?

O número de projetos em marcha à procura de soluções de transporte eficientes para um futuro próximo é grande e se bem que ainda é cedo para vislumbrar as propostas que se vão impor, é certo que terão de ser mais eficientes que as atuais e de congestionar menos as vias por onde circulam.

Com estes dois critérios em mente, não é difícil recordar algumas propostas da ficção científica que se aproximam cada vez mais da realidade, como os carros voadores. Mas esta pode afinal não ser a opção mais indicada para todos os cenários.

A Ford e a Universidade do Michigan estudaram o assunto e concluíram que passar a usar um carro elétrico voador para ir todos os dias para o trabalho pode resolver alguns problemas mas criará outros, com um impacto perigoso para o ambiente.

A proliferação deste tipo de transportes aumentaria significativamente a produção de energia elétrica, uma fonte emissora de gases com efeito de estufa. Contas feitas, um carro voador será uma melhor opção de transporte para viagens com mais de 22 milhas (35km). Para distância inferiores, onde cabem boa parte dos percursos diários, partilhar carro é mesmo a opção mais eficiente, defende o estudo divulgado pelo Engadget.

Já para viagens mais longas que os 35 km, o estudo aponta os carros elétricos voadores como a opção mais eficiente, já que num cenário desse tipo os ganhos de eficiência são potenciados. Por exemplo, numa viagem de 100 km um carro voador com quatro ocupantes terá uma taxa de emissão de gases com efeito de estufa, 52% inferior à de carro com motor a combustão e 6% inferior a um carro elétrico convencional com 1,5 utilizadores (a média habitual).

Na análise das emissões associadas aos carros elétricos voadores foram considerados aspetos como a bateria dos veículos, o peso e as necessidades associadas à decolagem e aterragem, que influenciam as suas necessidades energéticas. Também se sublinha que os congestionamentos de trânsito, bem como obstáculos ou obras a condicionar o tráfego “terrestre”, podem alterar as conclusões.

Entretanto, são vários os projetos de carros voadores em curso e o tema foi aliás um dos destaques da CES no início deste ano. A Boeing promoveu em 2018 um concurso que ainda rola à procura de ideias nesta área e até a NASA já mostrou como olha para o conceito de Mobilidade Aérea Urbana.

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Investigadores criam dispositivo quântico que prevê o futuro

Investigadores criam dispositivo quântico que prevê o futuro

Duas equipes de investigadores universitários colaboraram na criação de uma máquina quântica que consegue simular com precisão cenários futuros e prever os resultados desses cenários.

As equipes da Griffith University e da Nanyang Technological University colaboraram na criação de um processador de informação quântico que antecipa as trajetórias de fotões de luz únicos, utilizando a superposição quântica e classificando depois as diferentes trajetórias de acordo com a probabilidade de acontecerem. É uma experiência singular neste segmento e a única que parece ter tido sucesso, noticia o The Next Web.

Este avanço pode ajudar a programar melhor os sistemas que têm de lidar com grandes quantidades de dados disponíveis e que serão responsáveis por tomar decisões. Uma vez que é expectável que estes sistemas tenham de lidar com variáveis aleatórias, e que não podem ser programadas como escolhas estáticas, um mecanismo que ajude a “prever” o futuro torna-se essencial.

«Quando pensamos sobre o futuro, somos confrontados com um grande número de possibilidades. Estas possibilidades crescem exponencialmente à medida que vamos mais fundo. Por exemplo, mesmo que só tivéssemos duas possibilidades de escolha por minuto, em menos de meia hora teríamos mais de 14 milhões de possibilidades. Em menos de um dia, esse número excede o número de átomos no universo», explica um dos investigadores envolvidos no projeto.

As soluções quânticas, com recurso combinações de GPUs e CPUs para processar informação e treinar algoritmos, são a escolha de físicos e investigadores na aprendizagem das máquinas. A promessa da computação quântica é que seremos capazes de fazer mais, com menos, ultrapassando as limitações dos sistemas de computação binários, em muitos parâmetros como poder de processamento ou otimização de memória.

«Demonstramos que é possível manter a vantagem [de memória disponível] em todas as fases da simulação, preservando a coerência quântica, em oposição a experiências anteriores. Mais, mostramos que a superposição de resultados de processos pode ser alvo de interferências», avançam os cientistas. A investigação ainda está nos seus primórdios e ainda deve demorar até trazer resultados visíveis: por agora, o dispositivo consegue simular e antecipar 16 cenários futuros.

SOS GUINCHOS

 

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