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Moons of Madness, quando o terror chega ao Espaço profundo

Moons of Madness, quando o terror chega ao Espaço profundo

Está previsto para este ano o lançamento de Moons of Madness, um jogo da Rock Pocket Games cujo objectivo é o de levar o terror psicológico até ao Espaço profundo.

Apesar de ainda faltar algum tempo para o seu lançamento, o jogo já aparenta uma fase avançada no seu desenvolvimento.

Moons of Madness tem inicio com uma estranha mensagem proveniente de Marte que é captada por uma organização de nome Orochi. A mensagem recebida causa grande confusão entre a comunidade cientifica, em particular pela dificuldade em perceber a sua origem e o seu real significado.

A mensagem é então considerada como demasiado sensível para ser partilhada com o público e como tal é mantida em segredo dentro da organização.

No entanto, imediatamente a seguir à recepção dessa estranha mensagem a Orochi inicia (de forma secreta) a construção de Invictus, um posto avançado em pleno Planeta Vermelho para poder seguir a sua origem e determinar quem ou o quê que a enviou.

O jogador encarna Shane Newehart, um mero técnico da Invictus que, como tal, não está a par de nada do que se passa, nem da própria mensagem. No momento em que o jogo começa, a função de Shane é apenas a de manter as luzes ligadas para permitir a aterragem de uma nave de transporte de nome Cyrano que traz uma nova equipa para a Invictus.

Algo vai corre muito mal e Shane terá de descobrir rapidamente uma forma de sobreviver e escapar ao Planeta Vermelho.

Recentemente foi revelado um trailer com mais de 12 minutos que mostra um pouco mais da jogabilidade de Moons of Madness:

Moons of Madness combina mecânicas de exploração de um planeta desconhecido (Marte) com o terror psicológico de H.P. Lovecraft. É como se tratasse de um “Lovecraft no Espaço”.

Pelo que tem sido dado a conhecer, o jogo apresentará um ambiente pesado que o jogador terá de explorar maioritariamente sozinho. Serão mais as dúvidas que as certezas e aos poucos, e com uns sustos pelo caminho, a história vai-se desvendando.

Alucinações, visões… a linha que separa o real do imaginário será muito ténue em Moons of Madness enquanto o jogador explora o Planeta Vermelho e as instalações abandonadas.

Moons of Madness será lançado para Playstation 4, Xbox One e PC por alturas do Halloween… mesmo a calhar, hein?

   

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Uma pitada de magia e muita ciência. Este é o mundo da gastronomia molecular

Uma pitada de magia e muita ciência. Este é o mundo da gastronomia molecular

Há quem diga que encontrar o ponto certo de cozedura dos alimentos ou a combinação perfeita para agraciar o palato é uma espécie de alquimia, mas a gastronomia molecular leva esta ideia a todo um novo nível de excentricidade.

À primeira vista, gastronomia e ciência têm pouco em comum, mas só para os menos atentos.

A temperatura e o tempo certos de cozedura dos alimentos, a mecânica inflexível através da qual se consegue fazer uma maionese caseira no ponto e a utilização do sumo de limão para evitar a oxidação de determinados vegetais são apenas alguns exemplos de como a culinária obedece a princípios químicos básicos, que determinam a diferença entre um bom e um excelente prato.

A gastronomia molecular vai ainda mais longe, podendo ser definida como um ramo da ciência dos alimentos que tem por objetivo analisar, do ponto de vista científico, os fenômenos que ocorrem quando se cozinha e degusta os alimentos. Não se trata, portanto, de uma moda ou uma tendência de chefs vindos de países exóticos e longínquos.

É de ciência, na verdadeira ascensão da palavra, que trata a gastronomia molecular. Não deve ser confundida com as tradicionais ciências alimentares, porque o seu objeto de estudo é mais limitado. Em causa, as preparações de pequena escala, num contexto em que a alimentação é vista como um todo: os ingredientes crus, a forma como são preparados e ainda a maneira como são degustados.

A gastronomia molecular é multidisciplinar, envolvendo não apenas a química, mas também a física, a biologia e a bioquímica. Por tratar a alimentação como um todo, tal como descrito anteriormente, a gastronomia molecular abrange também o consumidor, pelo que a fisiologia, a psicologia e a sociologia também são envolvidas neste ramo da ciência.

Esta forma global de olhar para a alimentação foi o ponto de partida para os estudos do húngaro Nicholas Kurti, professor em Oxford, e do francês Hervé This, físico-químico, que no início da década de 80 deram origem a esta ciência. Os dois cientistas testaram receitas de diversas regiões do globo e deitaram por terra alguns mitos da culinária, como a ideia de que seria necessário utilizar sal na cozedura dos legumes para que estes mantivessem a sua cor original.

Levar o método científico para a cozinha permitiu descobrir coisas fantásticas. Sabia, por exemplo, que o ponto de cozedura do ovo é atingido quando o seu interior chega aos 68 graus? E que esta temperatura é atingida ao fim de dez minutos? Ou que a diferença de um grau no ponto de cozedura do peixe (52-54 graus) é quanto basta para fique mal passado, no ponto ou demasiado passado?

Parecem preciosismos, mas é de precisão que trata a culinária.

Com a gastronomia molecular, pretende-se otimizar a qualidade dos pratos tradicionais, introduzir novas técnicas – entre muitas outras, a desidratação dos alimentos em laboratório e a cozedura a baixas temperaturas – e recorrer a ingredientes que provavelmente nunca pensou usar no jantar, como agentes gelificantes, espessantes e corantes de origem natural ou até azoto líquido.

Embora existam algumas receitas básicas e técnicas que podem ser utilizadas no dia-a-dia, a gastronomia molecular não é um tipo de culinária fácil de adotar para um uso recorrente em casa. Além da excentricidade de algumas receitas, das ferramentas necessárias e dos conhecimentos de ciência que requer, esta é uma gastronomia sofisticada e exclusiva que pode ser saboreada em restaurantes que a ela se dedicam.

Em Portugal, o Cantinho do Avillez e o restaurante LOCO são dois exemplos de locais onde se podem degustar iguarias exclusivas deste tipo de cozinha.

Métodos básicos da gastronomia molecular

Espumas

Provavelmente já viu alguns pratos de gastronomia molecular ornamentados com espuma.

É um ornamento, mas é também uma parte considerável do sabor do prato, visto que aquela espuma tem sabor e irá perceber porquê depois de saber como ela é feita.

Antes de mais, importa perceber o que é uma espuma, pergunta que parece não ter sentido por tratar-se de algo perfeitamente comum, mas que na gastronomia molecular é importante para compreender o princípio químico do que fazemos.

A espuma é, em termos simples, a substância que se forma quando aprisionamos bolhas de ar (ou outro gás) num líquido ou sólido. O método mais conhecido de criar uma espuma para os nossos pratos de cozinha molecular foi inventado pelo chef catalão Ferran Adrià e faz uso de uma garrafa do tipo sifão, normalmente utilizada para a aplicação de chantilly no prato.

É feito um sumo com os ingredientes pretendidos (frutas, legumes ou mesmo água de marisco) que, depois, é misturado com gelatina e introduzido no sifão. Uma outra técnica de fazer espuma, ainda mais fácil, consiste em misturar o tal sumo de ingredientes com lecticina de soja no liquidificador. Tão simples como isto.

Esferificação

A esferificação é um outro método muito utilizado na cozinha molecular, consistindo em aprisionar um líquido numa esfera perfeita.

A base da esferificação está no alginato, uma substância extraída de algas com propriedades gelificantes, que é utilizada na indústria alimentar para alterar a viscosidade de líquidos. É frequentemente utilizado em sorvetes e bebidas.

O alginato reage com o cálcio, resultando na película que reveste as esferas. Deste modo, para esferificar um ingrediente já liquidificado, devemos misturá-lo com alginato num recipiente e, à parte, fazer uma mistura de água com cloreto de cálcio.

Depois, goteja-se a mistura com alginato no recipiente onde está a água com o cloreto de cálcio. A reação das duas substâncias irá criar uma esfera por gota. Através deste processo é possível criar falsos caviares dos mais variados sabores, como cenoura, beterraba, pepino ou quaisquer outros ingredientes que seja possível liquidificar.

Uma outra forma de esferificar, conhecida por esferificação inversa, consiste em misturar o ingrediente liquidificado com gluconato de cálcio e lactato de cálcio e, num recipiente à parte, água com alginato. Por fim, goteja-se a primeira mistura na segunda. O método inverso tem algumas vantagens, visto que existe a adição de outros sabores no resultado final, além de ser possível esferificar líquidos com alto teor alcoólico.

Gelificantes

Os gelificantes são muito utilizados na cozinha molecular para criar alimentos “falsos”, como um esparguete de manga, por exemplo.

Alguns exemplos de gelificantes são a gelatina, o ágar e a metilcelulose. A gelatina é o de mais fácil acesso. De origem animal, obtida dos ossos dos bovinos, a gelatina é composta basicamente de colágeno, ou seja, proteína. Dissolve-se a quente e gelifica a frio.

Por outro lado, o ágar é uma substância difundida largamente na cultura oriental, sendo extraído de algas vermelhas. É um hidrato de carbono da classe dos polissacarídeos, pelo que é substancialmente diferente da gelatina, apesar de ser um gelificante. Dissolve-se a quente e gelifica à temperatura ambiente. Com o ágar é possível criar alguns caviares falsos, em que o líquido solidifica também no interior da esfera, ao contrário do que acontece no processo de esferificação.

Por fim, a metilcelulose é um derivado da celulose e hidrato de carbono da classe dos polissacarídeos, tal como o ágar. Além de alterar a viscosidade de líquidos, serve também como emulsificante, ou seja, permite misturar dois líquidos que normalmente não se misturam, como a água e o azeite, por exemplo.

Ao contrário da gelatina e do ágar, a metilcelulose dissolve- -se a frio e gelifica a quente. Pode ser utilizada, por isso, para fazer gelatinas quentes, entre outras aplicações. Com recurso a uma destas substâncias, a gelificação é uma técnica que permite testar e brincar com sabores e texturas, mas é importante referir que se perde alguma intensidade do sabor em favor da estética.

Faça você mesmo

Alterar as propriedades dos alimentos faz parte da arte da cozinha molecular, e este é um caso em que vamos transformar um sólido num líquido. Esta receita é uma criação de um dos grandes chefs de renome em gastronomia molecular, Ferran Adrià, e foi o primeiro prato com esferificação inversa a ser introduzido no restaurante elBulli, na Catalunha, em 2005.

Ingredientes
– 500 gramas de azeitona
– 0,75 g de goma xantana
– 2 g (1%) de lactato de cálcio
– 1,5 litros de água
– 7,5 g de alginato de sódio
– azeite extra virgem
– casca de limão
– raminhos de tomilho fresco
– raminhos de alecrim fresco
– alho
– pimenta do reino

Preparação

Comece por misturar o alginato de sódio na água com a ajuda de um liquidificador até que esteja completamente dissolvido. Deixe repousar no frigorífico por 24 horas, para que o ar que entrou na mistura desapareça e o alginato de sódio esteja completamente reidratado.

Remova os caroços das azeitonas e processe-os com uma varinha mágica. No final coe as azeitonas com a ajuda de um escorredor. Misture o lactato de cálcio com o sumo de azeitonas e depois adicione a goma xantana.

Deixe em repouso, para hidratar, durante um minuto. Bata a mistura com uma varinha mágica e deixe no frigorífico por 10 minutos. A mistura deverá estar densa, com a consistência de um molho grosso. Se tirar um pouco desta mistura com uma colher e voltar a colocá-la no recipente, a superfície deverá demorar um pouco a nivelar novamente.

Se a consistência não for esta, adicione mais goma xantana. As adições devem ser de 0,2 gramas de cada vez. Quando chegar ao resultado pretendido, reserve no frigorífico por 24 horas. Para aromatizar o azeite, amasse o alho e frite em apenas 20% do azeite que planeia utilizar para marinar as azeitonas. Antes do alho começar a dourar, adicione o resto do azeite e deixe aquecer. Quando estiver quente, adicione o tomilho, o alecrim e a pimenta. Guarde num recipiente fechado, num local quente e seco.

Está tudo pronto para começar a criar as esferas de azeitonas. Retire com uma colher o tamanho desejado para uma esfera da mistura de azeitonas e, cuidadosamente, deposite no banho de alginato de sódio. Não deixe uma esfera tocar noutra, caso contrário elas irão colar-se.

Deixe as esferas no banho de alginato de sódio durante dois minutos e meio e remova-as com uma escumadeira. Depois, mergulhe-as devagar em água filtrada. Por fim, retire as esferas da água e coloque-as no azeite aromatizado, sem que toquem umas nas outras. Vai ao frigorífico por 12 horas e está pronto a servir.

Sugestões de apresentação:

– Sirva as azeitonas em colheres chinesas.

– Sirva em conjunto com azeitonas normais para comparar os sabores.

Esferas de morango decoradas com pimenta

Esta é uma receita simples de esferificação, que lhe permite fazer esferas de morango que explodem na boca, divertidas e ideais para pequenos e graúdos. Nesta receita, as esferas são decoradas com pimenta moída, mas pode utilizá-las para rechear bolos ou envolvê-las em chocolate para fazer bombons, por exemplo. As possibilidades são muitas e, apesar do aspeto excêntrico, estas esferas de morango são muito simples de preparar.

Ingredientes
– 250 g de puré de morango (cerca
de 300 g de morangos)
– 10 g de açúcar
– uma pitada de sal
– 5 g de lactato de cálcio (2%)
– sumo natural de morango para armazenar as esferas, caso não as vá consumir nas próximas horas
Para a decoração
– pimenta do reino moída
Para o banho
de esferificação
– 1 litro de água destilada
– 5 g de alginato de sódio (0,5%)

Preparação

Processe os morangos num liquidificador até obter uma consistência de puré e, de seguida, coe-o num coador tão fino quanto possível. Adicione o açúcar, o sal e o lactato de cálcio. Misture bem.

Por fim, cubra com película aderente e armazene no frigorífico da noite para o dia, de forma a remover as bolhas de ar. Para fazer o banho de alginato de sódio, misture-o com água destilada, com a ajuda de um liquidificador ou varinha mágica. O alginato de sódio não se mistura facilmente com água, por isso poderá demorar um pouco mais do que está habituado na trituração de frutas, por exemplo.

No final, coe a mistura num coador, cubra com película aderente e armazene no frigorífico da noite para o dia, de forma a remover as bolhas de ar. Depois de passado o tempo necessário, pode fazer a esferificação. Para tal vai precisar do recipiente com o puré de morango com lactato de cálcio, da mistura de água com alginato de sódio, uma colher para fazer esferas grandes e um terceiro recipiente com água filtrada, que será utilizado para lavar as esferas, removendo o excesso de alginato de sódio.

Tire uma colherada de puré de morango e limpe a parte de baixo da colher com um guardanapo. Despeje cuidadosamente o puré na solução de água com alginato de sódio. Mexa levemente o banho de alginato de sódio sem tocar nas esferas. Não deve deixá-las tocar no fundo do recipiente, caso contrário irão ficar achatadas. Também não as deve deixar flutuar, ou a parte de cima não irá gelificar e a membrana não será completamente criada.

Outro cuidado que deve ter é não deixar duas esferas tocarem uma na outra, ou irão colar. Faça uma de cada vez até se habituar ao processo. Aguarde por cerca de dois minutos. Quanto mais tempo esperar, mais grossa será a membrana que envolve o líquido da esfera.

Para uma melhor experiência, o ideal é que a membrana fique o mais fina possível, mas suficientemente robusta para suportar o conteúdo da esfera. Cuidadosamente, remova a esfera do banho de alginato de sódio com uma escumadeira e mergulhe-a na água filtrada para remover o alginato.

Se não for consumir as esferas em pouco tempo, deverá conservá-las. No entanto, se as conservar a seco, a membrana irá romper-se. Deve, por isso, conservar as esferas num líquido do mesmo sabor, neste caso, em sumo de morango.

Sugestões de apresentação

– Coloque as esferas em colheres de sobremesa e posicione-as no prato.

– Decore com pimenta do reino.

   

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5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

O Projeto RepRap começou na Grã-Bretanha em 2005 como um projeto de pesquisa de código aberto e não comercial de impressão 3D, que despertou a atenção de muitos fabricantes à tecnologia. Dezenas de empresas começaram a aparecer com suas próprias versões de impressoras para o mercado consumidor e é por isso que agora se pode comprar uma impressora 3D de muito boa qualidade por valores que rodam 250€.

Mas o que esperar de uma impressora 3D. Temos conselhos para lhe dar antes de comprar a sua.

O segmento da impressão 3D dedicado ao consumidor está muito evoluído. Todos nós temos ao nosso alcance meios para, de forma simples, criar os nossos próprios objetos.

O resultado de uma impressão 3D é um objeto com volume. Esse volume resulta da modelagem feita antecipadamente através de software adequado. Para poder enviar um objeto para uma impressora 3D precisa de gerar o respetivo código, só que, neste momento, todas estas tarefas estão simplificadas.

A procura e a oferta de impressoras 3D está num ponto muito interessante e, por isso, se está a pensar comprar uma, deverá ter em consideração algumas questões. É sobre elas que vamos falar.

5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

1 – É preciso saber modelar?

Claro que tudo tem a ver com o objeto que pretende realizar. Existem sites onde esses objetos já estão preparados para serem impressos, isto é, pelo menos o modelo já está desenhado. Resta, então, converte-lo para a impressora, por isso, a questão da modelagem é sempre relativa.

Se quer imprimir um objeto específico com medidas muito próprias terá de ter umas noções de modelagem e pôr as mãos na massa. No entanto, nalguns sites, como o Thingiverse, existem objetos que permitem a sua adaptação às medidas pretendidas. Com a variedade que lá existe é quase garantido que encontrará uma solução.

2 – Velocidade?

Nestas impressoras 3D de “baixo” custo um dos pontos que se pode considerar menos bom é de facto o tempo que demora a impressão. Apesar de parametrizável a qualidade do produto final, mesmo nas resoluções mais baixas, a impressão é um pouco demorada.

3 – Acabamento?

O acabamento final de uma peça impressa numa impressora 3D é muito dependente da resolução que lhe queira dar, mas aqui tem que ter em conta que, quanto mais ao pormenor quiser a peça, mais tempo irá demorar.

Devido à tecnologia usada ser uma impressão por camadas, precisas de ter alguns cuidados com algumas peças, de modo a obter um acabamento melhorado.

4 – Impressora montada ou em kit?

Se quer poupar trabalho, mas pagar um pouco mais, pode comprar uma impressora já montada. No entanto, pode estar dependente de alguns requisitos que essas impressoras 3D tem. Por exemplo, o uso específico de um determinado material de impressão.

As impressoras em Kit têm, neste momento, no mercado uma comunidade muito grande, onde facilmente poderá encontrar vídeos e explicação da sua montagem, pelo que não deverá ter muita dificuldade em todo o processo e, em regra, estas impressoras são muito mais universais em relação ao tipo de consumíveis que utilizam.

5 – É complicado?

Vai ficar surpreendido com a simplicidade que se consegue trabalhar com uma impressora 3D, apesar da explicação do processo parecer complicado. São tudo tarefas rápidas e simples.

Ao ter o seu modelo 3D, terá de o passar por um programa “fatiador” que irá gerar o código necessário para a impressora poder trabalhar. Naturalmente, terá de ir fazendo experiências para, aos poucos e poucos, ir conhecendo a sua impressora e quais os parâmetros que pode alterar para melhorar os seus trabalhos.

Resumindo…

Para terminar, deixo a ideia que uma impressora 3D é um objeto muito divertido, os resultados são surpreendentes. Existem até formas de rentabilizar os seus trabalhos, mas isso fica para um próximo artigo, fique atento!

   

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Jogos grátis no PS Plus para Maio

Jogos grátis no PS Plus para Maio

E eis que já foram revelados os jogos gratuitos para a Playstation deste mês de Maio, para os membros do serviço PS Plus.

Querem saber quais são os jogos? Então venham daí!

Jogos grátis no PS Plus para Maio

Depois de alguma ansiedade e de alguns dias de especulação eis que já existem novidades relativamente os jogos grátis disponíveis na PS Store para quem tem subscrições de PS Plus.

É este o alinhamento disponível para o mês de Maio para a Playstation 4:

Overcooked é um divertido e caótico “simulador” de cozinha, que pode ser jogado até 4 pessoas. Aqui, os jogadores e os seus colegas chefes de cozinha terão de preparar, cozinhar e servir deliciosos pedidos antes que os clientes saiam irritados. Para isso terão de afiar as facas e sacudir o pó dos seus uniformes de chefe, já que aqui não há margem para erros.

What Remains of Edith Finch é uma coleção de contos estranhos sobre a história amaldiçoada da família da jovem Edith Finch, que começa a desencadear-se algures no deslumbrante e inquietante Estado de Washington. Aqui, os jogadores terão de juntar-se a Edith numa aventura pela história da casa da família Finch, numa antologia de histórias jogáveis, e descobrir as circunstâncias macabras que envolvem os desaparecimentos que ocorrem em cada geração.

Para isso terão de ver as suas histórias únicas através dos olhos de Edith, interagir com o que a rodeia ao longo dos tempos e descobrir por que razão ela é a única sobrevivente da família Finch. De salientar que esta história evocativa e estranhamente deslumbrante de descoberta tem origem no estúdio Giant Sparrow, as mentes criativas por trás do popular título exclusivo da PlayStation, The Unfinished Swan.

As novidades para os membros do PlayStation Plus não ficam por aqui, já que a Sony anunciou ainda que, em maio, os subscritores do PlayStation Plus poderão ainda descarregar, sem custos adicionais, o título Timothy vs the Aliens, que venceu o Prêmio de Melhor Jogo Infantil na III Edição dos Prêmios PlayStation Talents em Espanha.

De realçar que Timothy vs the Aliens é uma aventura em plataformas num mundo aberto na qual um gangster terá de defender a sua cidade a preto e branco de uma invasão de alienígenas coloridos. O jogo decorre na Little Fish City, uma gigantesca cidade que os jogadores poderão explorar livremente até encontrarem os seus muitos segredos e missões. A cidade tem plataformas por todo o lado, e caminhar não será suficiente para atravessá-la. Para além disso, os jogadores poderão explorar toda a cidade em qualquer veículo que encontrarem no jogo.

Entretanto e relativamente a um dos jogos do momento da Playstation: Days Gone (esperem a nossa análise em breve), também foram divulgadas novidades.

Segundo a Sony Playstation, Days Gone vai receber novos conteúdos neste próximo Verão. Dessa forma estão previstos conteúdos adicionais gratuitos para o jogo, em Junho deste ano.

Esta atualização trará entre outras coisas, um novo modo: Sobrevivência. Este novo modo colocará à prova os jogadores, desafiando-os a terminarem a história num nível de dificuldade superior (aos 3 existentes atualmente). Entre as dificuldades que o modo Sobrevivência irá trazer, encontra-se a ausência de Fast Travel ou Survival Vision, e a remoção de todos os mapas e indicadores da interface durante o jogo.

Cada modificação foi pensada e desenvolvida com o objectivo de aumentar o nível de imersão e a tensão dos jogadores, de forma a criar a melhor experiência de sobrevivência possível.

Adicionalmente, todas as semanas, a partir de junho, será lançado um novo desafio relacionado ou com a mota do protagonista, com uma horda ou com o combate, para desafiar ainda mais os jogadores.

Todos estes jogos estarão disponíveis a partir do início do mês de Maio (de dia 7) e podem ser descarregados por todos aqueles que têm uma subscrição PS Plus válida.

O que acham destas ofertas? Quais os jogos que gostariam de ver disponibilizados nos próximos meses? Deixem-nos os vossos comentários!

Bons jogos!

SOS GUINCHOS

 

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Atenção: há uma vulnerabilidade no Windows que dá acesso ao controlo do computador

Atenção: há uma vulnerabilidade no Windows que dá acesso ao controlo do computador

A Kaspersky identificou uma vulnerabilidade crítica no sistema operativo, que serve de backdoor aos hackers para assumirem o controlo das máquinas.

A especialista em segurança Kaspersky Lab identificou uma vulnerabilidade no Windows, em forma de backdoors, que permite aos hackers controlarem, de forma discreta, os dispositivos que desejam afetar. A empresa destaca que este tipo de malware é “extremamente perigoso”, pois pode afetar os computadores com programas maliciosos.

Embora afirme que este tipo de situações seja difícil de ocultar nas soluções de segurança, podem passar despercebidas por um backdoor, que se aproveita de um erro previamente desconhecido do sistema, como as vulnerabilidades zero day. A Kaspersky afirma que as soluções de segurança podem não proteger os utilizadores, por não saberem o que é ou se existe.

A Kaspersky utilizou tecnologia de prevenção para detetar a tentativa de abuso da vulnerabilidade, até aqui desconhecida, do Windows. Segundo explica, “uma vez que o arquivo malicioso .exe foi executado, começou a instalação do malware. A infeção utilizou uma vulnerabilidade zero day e conseguiu fazer-se com privilégios para permanecer dentro da equipa da vítima”. Depois, utilizando um marco de scripting chamado Windows PowerShell, um elemento legítimo do Windows presente em todas as máquinas que utilizam este sistema operativo, o malware executou um backdoor.

A partir daí, os hackers puderam atuar de forma silenciosa, evitando serem detetados. O malware, em continuação, descarregou outro backdoor a partir do conhecido serviço de armazenamento de texto, dando aos hackers o controlo total sobre o sistema infetado.

A Kaspersky afirma a Microsoft já foi informada da vulnerabilidade, no dia 10 de abril. Entre os exploits, encontram-se os seguintes, que deve verificar com as soluções de segurança do mercado, incluindo as da especialista:

  • HEUR:Exploit.Win32.Generic
  • HEUR:Trojan.Win32.Generic
  • PDM:Exploit.Win32.Generic

SOS GUINCHOS

 

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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

SOS GUINCHOS

 

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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

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Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

O Instagram anunciou esta terça-feira, 19 de março, que os seus utilizadores podem fazer compras diretamente na aplicação de partilha de fotografias. Por agora, só podem usufruir desta nova funcionalidade para comprar produtos de 20 marcas (Adidas, Burberry, H&M e Zara são algumas), diretamente na aplicação através de uma nova opção de “checkout”. Contudo, a empresa detida pelo Facebook quer ampliar este serviço a novas marcas “nos próximos meses”.

Para fazer compras dos produtos partilhados nas fotos, neste momento, os utilizadores do Instagram ainda têm de sair da aplicação e aceder aos sites das marcas. Com esta nova funcionalidade, passa a ser possível fazer as compras através do próprio Instagram, que vai cobrar uma comissão às marcas por cada transação realizada na aplicação.

Os utilizadores podem fazer o pagamento com Visa, Mastercard, American Express, PayPal e Discover. Os pagamentos são processados em parceria com a PayPal.

De acordo com o Financial Times, alguns especialistas creem na possibilidade de Mark Zuckerberg estar a planear a longo prazo imitar a chinesa WeChat, que permite aos utilizadores fazer compras, enviar dinheiro, e jogar sem ter de sair da plataforma.

O Facebook defende que as vantagens da introdução desta nova função é o facto de as pessoas deixarem de precisar de passar para o navegador quando querem comprar e como já têm as suas informações de pagamento protegidas num só lugar, não precisam de as estar sempre a repetir a cada compra.

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Dicas de Marketing Digital

Dicas de Marketing Digital

  1. Segmente o seu público

O Brasil tem cerca de 116 milhões de usuários com acesso à internet. Isso significa que é possível alcançar, por meio do marketing digital, uma parcela considerável que abrange mais da metade da população nacional.

Esse dado mostra que o cidadão brasileiro utiliza os recursos digitais, mas também nos leva a uma conclusão inconteste: pessoas que pertencem a todos os públicos estão na web.

Na era da internet, o grande diferencial das empresas é a personalização. Com tanta gente online, ganham as empresas que são mais específicas e filtram as pessoas para quem querem vender.

Esse novo panorama equaliza a conta entre grandes, pequenas e médias empresas. Graças a isso, enquanto as corporações com maior capital de investimentos abrangem as maiores fatias da pizza, as pequenas proporcionam comunicação e atendimento adequados a um público limitado, mas qualificado.

Uma pequena empresa de moda, por exemplo, tem a opção de investir em um nicho de mercado como, por exemplo, mulheres na terceira idade.

A partir dessa definição de público, abrem-se as portas do marketing com relação à linguagem, direcionamento de anúncios e outras ações para dialogar diretamente com essas pessoas.

  1. Encontre os canais certos

No marketing digital, uma coisa é certa: é preciso descobrir onde a sua audiência se encontra e quais são seus canais favoritos.

Não adianta nada contratar uma equipe de primeira para fazer ações no Linkedin se o público está no Instagram. De modo similar, é inadequada uma campanha de SMS se o cliente só se comunica pelo e-mail.

Para pequenas empresas, em especial, é preciso entender as necessidades do cliente. Desse modo, a adaptação às suas preferências deve ser a prioridade máxima da estratégia.

A melhor maneira para tal é por meio de testes que revelam os resultados de cada uma das plataformas utilizadas. Falaremos mais sobre isso adiante, no quarto tópico.

  1. Planeje suas ações

Muito se engana quem pensa que, para tirar proveito das estratégias de marketing online, basta criar um perfil nas redes sociais e começar a postar.

A verdade é que toda e qualquer campanha na internet precisa ter objetivos e, consequentemente, ser elaborada. É claro que falamos de um planejamento de marketing, etapa essencial para empresas de todos os tamanhos.

Um bom plano de marketing contém todas as ações que serão aplicadas em um determinado período de tempo. Esse elemento pode ser mensal, semestral, anual ou qualquer outro intervalo.

Nesse documento insira dados como o valor total do investimento, direcionamento da receita, integrantes da equipe, atividades destinadas a cada um deles e os prazos para as entregas.

Além, é claro, dos canais selecionados, táticas aplicadas e, provavelmente o mais importante: as metas a serem alcançadas. Afinal, sem elas você estará dando um tiro no escuro.

O plano de marketing é o companheiro de viagem mais leal do empreendedor, já que é o material que pode ser consultado a cada dúvida que surgir.

Portanto, lembre-se que, ao fim do período estabelecido, ele deve ser revisto, reavaliado e reestruturado de acordo com a apuração dos dados.

  1. Analise os resultados

Todos os tópicos descritos anteriormente formam a base para o elemento mais importante do marketing digital: a análise de resultados.

Somente por meio de relatórios numéricos e quantificáveis é possível medir e realizar ajustes estratégicos para continuar a jornada rumo ao alcance do objetivo.

No mundo digital tudo pode ser quantificado: quantas pessoas entraram em uma página, por quanto tempo ficaram, quantas clicaram em um link, viram um vídeo, curtiram um post ou por quais canais chegaram.

Boas ferramentas podem te ajudar na geração desses relatórios. Mas, não se esqueça: a observação, análise e insights é humana. Fique sempre de olho nos números! A partir do planejamento, pode-se avaliar a performance de diferentes variáveis para mantê-las, excluí-las ou modificá-las.

Vamos a um exemplo. Suponhamos que no plano de marketing foi decidido que o objetivo é alcançar a marca de 10 mil visitas em um site. Mas, ao fim do período estabelecido, foram alcançados 8 mil acessos.

Ao observar os números, você conclui que o Facebook foi responsável por 70% do tráfego social gerado, o Instagram por 27% e o Twitter por apenas 1%. Nessa circunstância, você deve avaliar estrategicamente, possivelmente excluindo o Twitter (ou mudando as ações na rede social em questão) e continuando com as atividades no Facebook.

Por outro lado, você percebe que o tráfego orgânico no seu website foi responsável por apenas 2% das visitas. Isso pode representar a necessidade de otimizar as páginas para o Google ou investir na criação de conteúdo para blog, por exemplo.

Tenha em mente que essa situação é hipotética e nem sempre as soluções apresentadas são, necessariamente, as melhores. Esse é o motivo pelo qual a inteligência de mercado muitas vezes pode superar os altos investimentos das corporações milionárias.

O Marketing Digital apresenta um novo mundo de oportunidades para PMEs. Ainda mais em um ambiente no qual a tecnologia reinventa os padrões rotineiramente.

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Antivírus para Android não são eficazes

Antivírus para Android não são eficazes

Nove em cada dez aplicações de antivírus para o Android não são tão eficazes como alegam ser. O estudo da AV-Comparatives consistiu em colocar à prova 250 soluções “atirando-lhes” duas mil ameaças e ataques mais frequentemente encontradas em Android.

Os testes foram realizados num Nexus 5 com Android 6.01 e a conclusão é que apenas 23 conseguiram proteger a 100% contra todos os ataques e não levantar qualquer falso alarme. Entre estes nomes estão o Avast, Avira, AVG, Sophos, e Trend Mobile, noticia o Digital Trends.

Apenas 80 das 250 apps conseguiram detetar mais de 30% do malware de testes sem criar falsos alarmes. O grave é que as soluções de 138 criadores só foram capazes de bloquear menos 30% das ameaças ou levantaram bastantes alertas para ficheiros que seriam seguros. O estudo revela ainda que houve 16 apps que não foram migradas corretamente para Android 8, o que limita a sua capacidade de proteção.

Um dos alertas levantados pela equipa de investigadores é que alguns destes antivírus nem sequer têm capacidade de analisar o sistema do utilizador e limitam-se a cruzar o software instalado com uma black list para anunciar ter encontrado ou não ameaças.

A AV-Comparatives recomenda que se procurem apps de fontes bem conhecidas, verificadas e com reputação, não se devendo olhar para o número de downloads ou classificações de outros users, pois essas métricas podem ser adulteradas.

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