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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

SOS GUINCHOS

 

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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

SOS GUINCHOS

 

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Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

O Instagram anunciou esta terça-feira, 19 de março, que os seus utilizadores podem fazer compras diretamente na aplicação de partilha de fotografias. Por agora, só podem usufruir desta nova funcionalidade para comprar produtos de 20 marcas (Adidas, Burberry, H&M e Zara são algumas), diretamente na aplicação através de uma nova opção de “checkout”. Contudo, a empresa detida pelo Facebook quer ampliar este serviço a novas marcas “nos próximos meses”.

Para fazer compras dos produtos partilhados nas fotos, neste momento, os utilizadores do Instagram ainda têm de sair da aplicação e aceder aos sites das marcas. Com esta nova funcionalidade, passa a ser possível fazer as compras através do próprio Instagram, que vai cobrar uma comissão às marcas por cada transação realizada na aplicação.

Os utilizadores podem fazer o pagamento com Visa, Mastercard, American Express, PayPal e Discover. Os pagamentos são processados em parceria com a PayPal.

De acordo com o Financial Times, alguns especialistas creem na possibilidade de Mark Zuckerberg estar a planear a longo prazo imitar a chinesa WeChat, que permite aos utilizadores fazer compras, enviar dinheiro, e jogar sem ter de sair da plataforma.

O Facebook defende que as vantagens da introdução desta nova função é o facto de as pessoas deixarem de precisar de passar para o navegador quando querem comprar e como já têm as suas informações de pagamento protegidas num só lugar, não precisam de as estar sempre a repetir a cada compra.

SOS GUINCHOS

 

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Dicas de Marketing Digital

Dicas de Marketing Digital

  1. Segmente o seu público

O Brasil tem cerca de 116 milhões de usuários com acesso à internet. Isso significa que é possível alcançar, por meio do marketing digital, uma parcela considerável que abrange mais da metade da população nacional.

Esse dado mostra que o cidadão brasileiro utiliza os recursos digitais, mas também nos leva a uma conclusão inconteste: pessoas que pertencem a todos os públicos estão na web.

Na era da internet, o grande diferencial das empresas é a personalização. Com tanta gente online, ganham as empresas que são mais específicas e filtram as pessoas para quem querem vender.

Esse novo panorama equaliza a conta entre grandes, pequenas e médias empresas. Graças a isso, enquanto as corporações com maior capital de investimentos abrangem as maiores fatias da pizza, as pequenas proporcionam comunicação e atendimento adequados a um público limitado, mas qualificado.

Uma pequena empresa de moda, por exemplo, tem a opção de investir em um nicho de mercado como, por exemplo, mulheres na terceira idade.

A partir dessa definição de público, abrem-se as portas do marketing com relação à linguagem, direcionamento de anúncios e outras ações para dialogar diretamente com essas pessoas.

  1. Encontre os canais certos

No marketing digital, uma coisa é certa: é preciso descobrir onde a sua audiência se encontra e quais são seus canais favoritos.

Não adianta nada contratar uma equipe de primeira para fazer ações no Linkedin se o público está no Instagram. De modo similar, é inadequada uma campanha de SMS se o cliente só se comunica pelo e-mail.

Para pequenas empresas, em especial, é preciso entender as necessidades do cliente. Desse modo, a adaptação às suas preferências deve ser a prioridade máxima da estratégia.

A melhor maneira para tal é por meio de testes que revelam os resultados de cada uma das plataformas utilizadas. Falaremos mais sobre isso adiante, no quarto tópico.

  1. Planeje suas ações

Muito se engana quem pensa que, para tirar proveito das estratégias de marketing online, basta criar um perfil nas redes sociais e começar a postar.

A verdade é que toda e qualquer campanha na internet precisa ter objetivos e, consequentemente, ser elaborada. É claro que falamos de um planejamento de marketing, etapa essencial para empresas de todos os tamanhos.

Um bom plano de marketing contém todas as ações que serão aplicadas em um determinado período de tempo. Esse elemento pode ser mensal, semestral, anual ou qualquer outro intervalo.

Nesse documento insira dados como o valor total do investimento, direcionamento da receita, integrantes da equipe, atividades destinadas a cada um deles e os prazos para as entregas.

Além, é claro, dos canais selecionados, táticas aplicadas e, provavelmente o mais importante: as metas a serem alcançadas. Afinal, sem elas você estará dando um tiro no escuro.

O plano de marketing é o companheiro de viagem mais leal do empreendedor, já que é o material que pode ser consultado a cada dúvida que surgir.

Portanto, lembre-se que, ao fim do período estabelecido, ele deve ser revisto, reavaliado e reestruturado de acordo com a apuração dos dados.

  1. Analise os resultados

Todos os tópicos descritos anteriormente formam a base para o elemento mais importante do marketing digital: a análise de resultados.

Somente por meio de relatórios numéricos e quantificáveis é possível medir e realizar ajustes estratégicos para continuar a jornada rumo ao alcance do objetivo.

No mundo digital tudo pode ser quantificado: quantas pessoas entraram em uma página, por quanto tempo ficaram, quantas clicaram em um link, viram um vídeo, curtiram um post ou por quais canais chegaram.

Boas ferramentas podem te ajudar na geração desses relatórios. Mas, não se esqueça: a observação, análise e insights é humana. Fique sempre de olho nos números! A partir do planejamento, pode-se avaliar a performance de diferentes variáveis para mantê-las, excluí-las ou modificá-las.

Vamos a um exemplo. Suponhamos que no plano de marketing foi decidido que o objetivo é alcançar a marca de 10 mil visitas em um site. Mas, ao fim do período estabelecido, foram alcançados 8 mil acessos.

Ao observar os números, você conclui que o Facebook foi responsável por 70% do tráfego social gerado, o Instagram por 27% e o Twitter por apenas 1%. Nessa circunstância, você deve avaliar estrategicamente, possivelmente excluindo o Twitter (ou mudando as ações na rede social em questão) e continuando com as atividades no Facebook.

Por outro lado, você percebe que o tráfego orgânico no seu website foi responsável por apenas 2% das visitas. Isso pode representar a necessidade de otimizar as páginas para o Google ou investir na criação de conteúdo para blog, por exemplo.

Tenha em mente que essa situação é hipotética e nem sempre as soluções apresentadas são, necessariamente, as melhores. Esse é o motivo pelo qual a inteligência de mercado muitas vezes pode superar os altos investimentos das corporações milionárias.

O Marketing Digital apresenta um novo mundo de oportunidades para PMEs. Ainda mais em um ambiente no qual a tecnologia reinventa os padrões rotineiramente.

SOS GUINCHOS

 

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Antivírus para Android não são eficazes

Antivírus para Android não são eficazes

Nove em cada dez aplicações de antivírus para o Android não são tão eficazes como alegam ser. O estudo da AV-Comparatives consistiu em colocar à prova 250 soluções “atirando-lhes” duas mil ameaças e ataques mais frequentemente encontradas em Android.

Os testes foram realizados num Nexus 5 com Android 6.01 e a conclusão é que apenas 23 conseguiram proteger a 100% contra todos os ataques e não levantar qualquer falso alarme. Entre estes nomes estão o Avast, Avira, AVG, Sophos, e Trend Mobile, noticia o Digital Trends.

Apenas 80 das 250 apps conseguiram detetar mais de 30% do malware de testes sem criar falsos alarmes. O grave é que as soluções de 138 criadores só foram capazes de bloquear menos 30% das ameaças ou levantaram bastantes alertas para ficheiros que seriam seguros. O estudo revela ainda que houve 16 apps que não foram migradas corretamente para Android 8, o que limita a sua capacidade de proteção.

Um dos alertas levantados pela equipa de investigadores é que alguns destes antivírus nem sequer têm capacidade de analisar o sistema do utilizador e limitam-se a cruzar o software instalado com uma black list para anunciar ter encontrado ou não ameaças.

A AV-Comparatives recomenda que se procurem apps de fontes bem conhecidas, verificadas e com reputação, não se devendo olhar para o número de downloads ou classificações de outros users, pois essas métricas podem ser adulteradas.

SOS GUINCHOS

 

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Twitter lança protótipo de aplicação para testar novas ideias

Twitter lança protótipo de aplicação para testar novas ideias

Chama-se “twttr” e é uma aplicação paralela que pretende experimentar novos recursos dentro de um grupo restrito de utilizadores.

O protótipo tinha sido apresentado no CES, em janeiro, e foi lançado no passado dia 11 de março. O twttr visa melhorar todos os aspectos do Twitter, mas numa primeira fase o foco será otimizar o acompanhamento das conversas.

Ciente de que na sua versão atual não é fácil para os utilizadores ler, compreender ou juntar-se a uma conversa, a rede social deseja assim obter feedback dos próprios utilizadores, para compreender como poderá melhorar essa funcionalidade. As principais novidades verificam-se a nível estético, tentando o modelo aproximar-se mais do design de um serviço de mensagens instantâneas, como se pode ver na imagem.

É permitida a inscrição no programa a todos os utilizadores, mas nesta fase o Twitter deseja apenas selecionar participantes cuja primeira língua seja o inglês ou o japonês. O primeiro grupo, constituído por cerca de dois mil utilizadores, será convidado por e-mail nos próximos dias.

O Twitter espera utilizar, a longo prazo, este protótipo como uma plataforma experimentação fora da sua rede aberta ao público. Dependendo do sucesso das novas funcionalidades testadas dentro do twttr, estas poderão mais tarde ser transformadas em recursos reais na aplicação oficial.

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Os 10 erros HTTP mais comuns

Os 10 erros HTTP mais comuns

Ao visitar um website, o browser envia um pedido para o servidor no qual este se encontra alojado. O servidor recebe a solicitação, processa-a, e envia a resposta com os recursos solicitados. Por vezes, ao aceder a um determinado website, é comum surgir uma mensagem de erro HTTP (HyperText Transfer Protocol).

Quando é apresentado um desses códigos de erro, é sinal de que existe algum de tipo de falha no que respeita ao acesso à página. Saibam quais os 10 erros HTTP mais comuns.

Para que possa validar o porquê do erro HTTP apresentado é necessário conhecer a extensa lista de erros, para saber o que tem de fazer.  Os erros HTTP estão divididos em 5 classes com respostas distintas, sendo que o primeiro digito do número do código correspondente à sua classe. 

5 classes de erros HTTP

  • 1XX – Informativo
  • 2XX – Sucesso
  • 3XX – Redirecionamento
  • 4XX – Erro de Cliente
  • 5XX – Outros erros

Existindo muitos códigos de erro, selecionamos uma lista com os dez erros mais comuns, explicando qual o significado dos mesmos e como poderá, eventualmente, proceder para solucionar o problema.

  • 200 (OK):Significa que a sua página está OK, e que o website foi carregado normal e corretamente.
  • 301 (Moved Pernanently): Indica que o recurso solicitado foi atribuído a um novo URI e que referências futuras devem utilizar URIs devolvidos.
    • Resumidamente, este erro devolve ao browser a informação de que a página ou o website ao qual tentou aceder, apresenta uma alteração permanente do endereço.  Poderá resolver este erro, recorrendo a um Redirect 301, o qual transmitirá de forma quase integral a autoridade do antigo domínio para o atual.
    •  As três situações mais comuns em que fará sentido utilizar o Redirect 301 são:
      • Migração de Paginas que já não existem (erro 404);
      • Migração de Websites;
      • Evitar Duplicação de Conteúdo
  • 400 (Bad request): Este erro ocorre devido a incongruências do lado do cliente e do próprio servidor.  Quando o fluxo de informação enviado, pelo browser, não respeita as regras do protocolo HTTP, o servidor não sabe como processar a solicitação. Pode surgir quando o utilizador está a aceder através de ligação instável, tem o sistema operativo desprotegido, problemas com o browser ou de cache.

 

  • 403 (Forbidden): Surge quando o servidor rejeita o pedido. Normalmente, a razão mais comum para que surja este aviso é quando o detentor do website não concede as permissões corretas para que o utilizador possa visualizar a página visitada.
  • 404 (Not found): Este é um dos erros mais conhecidos pelos visitantes, e indica que a página que está a visitar não foi encontrada, ou seja, o recurso já não está disponível. O erro 404 é um tipo de erro que não está relacionado com o servidor, mas sim com o website em si, isto é, o utilizador consegue aceder ao website, existe resposta por parte do mesmo, no entanto, a página ou conteúdo solicitado não conseguem ser localizados.
    • Um dos procedimentos a implementar no desenvolvimento do seu website, de forma a minimizar o impacto de erros 404 no seu website, é a criação de umapágina 404 personalizada, onde poderá, por exemplo, apresentar a lista das páginas mais visitadas do website, ou dos produtos ou serviços de maior relevância;
    • Se a página em causa tiver sido removida ou a tenha substituído e criado um redirecionamento, é devolvido o código301, reencaminhando o utilizador para a página correta;
    • Se considera que a página poderá ter sido incorretamente com um erro 404 , poderá recorrer à“Ferramenta de inspeção de URL”daGoogle Search Console para analisar o conteúdo renderizado e qual o código HTTP devolvido.

 

  • 500 (Internal server error): Trata-se de um dos erros mais frequentes, e significa que existe algo, ao nível do servidor, que está a impedir o acesso à website ou à página que está a ser visitada. Pode resultar de uma falha inesperada que impede que o servidor o conecte à página ou permissões incorretas dos ficheiros do site. Muitas vezes, quando um determinado website está a receber demasiado tráfego, poderá ser devolvido o erro 500.  Apesar de ser um erro do lado do servidor, limpe a cache e as cookies do seu browser, e tente visitar novamente a página.

 

  • 502 (Bad gateway): Diz respeito a um problema de comunicação entre dois servidores. Por vezes, um servidor é utilizado como intermediário entre o utilizador e um outro servidor, como, por exemplo, quando faz um acesso por proxy. Esse erro ocorre, devido a uma resposta inválida do servidor que se encontra acima na hierarquia. De referir que apesar de esse servidor poder estar a funcionar incorretamente, o motivo mais frequente para o referido erro é a incongruência entre protocolos para a troca de informação entre os servidores.

 

  • 503 (Service unavailable):Este erro poderá corresponder a uma situação temporária. Por isso, se visitar um website e for apresentada esta mensagem é sinal de que o servidor poderá não estar disponível, devido a uma manutenção programada ou a excesso de tráfego no website. Faça refresh à pagina ou tente aceder, novamente, mais tarde.

 

  • 504 (Gateway timeout):O erro 504 é gerado devido a problemas de troca de informação entre servidores. Se tentar aceder a um website e for devolvido este erro, significa que o servidor não está a enviar os dados para o servidor ao qual está ligado. Como o servidor não consegue receber o fluxo de dados em tempo útil, gera o 504.  É um tipo de erro relacionado com a rede, como tal, apenas quem tem acesso à infraestrutura da mesma, poderá receber. Aconselhamos, neste caso, que tente aceder novamente, passados uns minutos.

 

  • 508 (Resource Limit is reached ):O erro 508 é obtido quando a conta de alojamento em questão atingiu o limite de recursos. Este limite poderá ser de CPU, memória ou processos concorrentes. Poderá significar que o site tem algum problema e consome muitos recursos, ou simplesmente que os recursos alocados não são suficientes para suportar o volume de tráfego ou visitas.

Para além dos erros HTTP escolhidos para o TOP 10 deste artigo, adicionaria algum à lista? Quais os erros que costuma visualizar com maior frequência quando acede a um website?

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Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Os investigadores da Kaspersky Lab descobriram que a maior fragilidade das palavras-passe é a sua reutilização. A recente publicação da notícia do roubo de mais de 700 milhões de emails e palavras-passe não codificadas revela que a informação obtida devido às diferentes falhas pode combinar-se facilmente e ser utilizada em outros ataques de “preenchimento de credenciais”, onde os hackers aproveitam as combinações do correio eletrónico ou palavras-passe das vítimas para aceder a outras contas que tenham a mesma palavra. Para criar palavras-passe seguras, únicas e fáceis de memorizar, a Kaspersky Lab recomenda:

  • Criar uma “combinação estática” (a parte da palavra-passe que nunca muda)

1. Pensar numa frase, letras de canções, citações de um filme, uma canção de infância ou algo parecido que seja fácil de memorizar para nós próprios.
2. Pegar na primeira letra das primeiras três ou cinco palavras.
3. Entre cada letra, acrescentar, por exemplo, @/ #, etc.

  • Melhorá-las através da força da associação

1. Quando pensamos nas contas online para as quais precisamos de ter uma palavra-passe (Facebook, Twitter, locais de contactos ou de jogos, etc.), deve-se anotar cada uma das primeiras palavras que associemos a cada rede.

2. Por exemplo, ao criarmos uma palavra-passe para o Facebook, podemos associar esta rede à cor azul do logótipo; ou então podemos simplesmente acrescentar a palavra “azul”, talvez em maiúsculas, no final da combinação estática.

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Apple desativa chamadas de grupo do FaceTime devido a falha que permitia espiar utilizadores

Apple desativa chamadas de grupo do FaceTime devido a falha que permitia espiar utilizadores

Uma grave falha de segurança obrigou a Apple a desativar as chamadas de grupo no FaceTime — funcionalidade que permite fazer chamas de grupo em vídeo. A falha permitia ouvir — e por vezes até ver — utilizadores antes de estes atenderem as chamadas. A empresa vai lançar uma atualização de software com uma solução para resolver o problema esta semana.

A Apple desativou temporariamente as chamadas de grupo no FaceTime enquanto procura resolver um problema que permitia aos utilizadores ouvir as pessoas a quem estavam a ligar antes mesmo de estas atenderem as chamadas.

Em algumas circunstâncias, o problema técnico ativava inclusivamente a câmara de vídeo antes do outro utilizador atender, ou seja, antes de ser iniciada a vídeo chamada escreve o The Guardian, que conseguiu testar e comprovar o problema.

O problema foi inicialmente reportado pelo site 9to5Mac que denunciou um caso em que apesar da vídeo chamada ser silenciada pelo receptor — pressionado o botão lateral do iPhone — o microfone continuava a captar e a transmitir som para quem fez a chamada.

À Reuters, a Apple informou esta segunda-feira que irá lançar uma atualização de software até ao final desta semana para resolver o problema.

“Estamos conscientes do problema e identificamos uma solução que será lançada numa atualização de software esta semana”, disse um porta-voz da empresa da maçã.

Jack Dorsey, CEO do Twitter, deixou na uma recomendação aos seus seguidores nesta rede social: desliguem o FaceTime até que a Apple resolva o problema, escreveu.

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Facebook quer fundir mensagens de WhatsApp, Instagram e Messenger

Facebook quer fundir mensagens de WhatsApp, Instagram e Messenger

O plano dos responsáveis do Facebook é criar um protocolo único que permita trocar mensagens entre contas das diferentes empresas detidas por Zuckerberg. Para todos os efeitos, Facebook, Instagram e WhatsApp devem permanecer independentes, mas em 2020 já deve ser possível enviar mensagens através destes serviços usando uma única plataforma.

O objetivo desta equipa é implementar uma solução que corre em segundo plano, com encriptação end-to-end e que permita a troca de mensagens, por exemplo, do WhatsApp para o Messenger, a partir de uma só plataforma, noticia o New York Times.

Esta é uma estratégia já vista anteriormente: na sequência de fusões e compras, torna-se difícil manter diferentes bases de código. Para este caso em concreto, juntar um perfil relativamente anónimo de WhatsApp com um perfil quase inteiramente público do Facebook ou do Instagram pode trazer algumas dúvidas aos utilizadores.

Uma resposta do Facebook explica que «queremos construir as melhores experiências de mensagem que conseguirmos: e as pessoas querem enviar mensagens de forma rápida, simples, precisa e privada. Estamos a trabalhar para tirar o máximo partido dos nossos produtos de messaging».

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