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Blockchain poderá promover contratos de trabalho inteligentes e eliminar intermediários

Blockchain poderá promover contratos de trabalho inteligentes e eliminar intermediários

A tecnologia promete mudar o paradigma do mercado laboral, permitindo contratos que se executam automaticamente.

A tecnologia Blockchain poderá ter um enorme impacto no mercado laboral nos próximos anos. Segundo a previsão da Future First, em parceria com a Michael Page, que identifica as principais tendências do mercado de trabalho no futuro, serão utilizados contratos inteligentes que se executam automaticamente, de acordo com um código premeditado. A sua utilização elimina intermediários, segundo os especialistas.

Segundo é mencionado, o Blockchain irá proporcionar novas formas de ter a certeza das coisas, assim como o armazenamento da informação e autenticação dos processos, executando-os de uma forma muito segura. O uso da tecnologia terá impacto em diferentes aspectos do mercado laboral, sendo a eliminação de intermediários um deles, já que os contratos serão baseados em algoritmos e não pessoas.

O segundo impacto será a transparência e integridade. Segundo o relatório, a nova verdade é tangível e mecanizada, com as empresas a terem um nível mais elevado de responsabilização. Isto significa que os candidatos passam a ver como é realmente uma empresa, o que leva a uma construção de reputação para atrair talentos.

O Blockchain vai também reforçar a economia do trabalho esporádico, em que os contratos permitem o pagamento no ato. Isto significa que os trabalhadores independentes só realizam atividades quando existe procura pelos consumidores, em vez de um vínculo com um único empregador. Segundo é referido no estudo, este tipo de atividade teve um aumento de 50% na última década nos Estados Unidos. Por fim, é referido que a programação será mais valorizada nos serviços apoiados por Blockchain.

O estudo conclui que há cada vez mais uma procura de uniformidade entre o criador de valor e os respetivos beneficiários. Para tal serão utilizadas estruturas de token, em que as pessoas passarão a ter capacidade de se tornaram os seus próprios patrões.

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Plano da Receita Federal pode destruir o mercado de criptomoedas, diz advogado do setor

Plano da Receita Federal pode destruir o mercado de criptomoedas, diz advogado do setor

“A falta de regulamentação de criptomoedas leva a Receita Federal fazer como bem entender nesse mercado”. Essa foi a frase dita por Rafael Steinfeld, advogado e CEO da Bitwolf, na manhã dessa sexta-feira (16), na Bitconf Summer Edition, que está sendo realizada em Fortaleza, no Ceará.

O advogado palestrou sobre os riscos trazidos da minuta de uma instrução normativa feita pela Receita Federal. O órgão visa tributar qualquer operação com criptomoedas e, em face da ausência de regulamentação, pretende fazer isso por analogia de regras utilizadas no mercado de ações.

O problema, contudo, é que esse projeto de instrução normativa prevê penalidades que podem afetar negativamente o mercado cripto por inteiro. A obrigação de se fazer declaração mensal das operações acima de R$10 mil, na visão de Steinfeld, é algo absurdo e pode afastar investidores.

“Isso não é feito nem no mercado de ações”, disse o advogado que ainda apontou um outro problema grave. Mesmo sem qualquer previsão legal e, desta forma, violando o princípio da legalidade, a Receita Federal ainda impôs uma multa em caso de declarações desconexas.

A sanção de pagamento de 1,5% para pessoas físicas e 3% para as pessoas jurídicas sobre o total que deve ser tributado, é um absurdo.

“Esse tipo de penalidade não pode ser imposta por essa instrução normativa”, afirma o advogado. Ela deve advir de lei conforme está até previsto no artigo 97 do Código Tributário Nacional. “Não se pode criar penalidade sem lei. Essa instrução normativa viola o princípio da legalidade”.

“O banco só tem de informar suas declarações uma vez por ano. Isso é destruir o mercado. As associações que estão aí têm de brigar firme contra esse absurdo”.

A questão é que não há clareza nem do momento em que deve ocorrer a tributação e ainda acaba onerando tanto as exchanges quanto os investidores em se certificar sobre os detalhes das suas operações com criptomoedas.

Steinfeild afirma que esses 3% é muito além do que as exchanges ganham com as transações e isso vai acabar com o mercado.

Apesar de declaração não significar tributação, o advogado explica que isso trará custos para exchanges e investidores, os quais terão de contratar advogados e ainda garantir a execução fiscal (em outros termos pagar o valor para se defender).

O que motivou essa minuta da instrução normativa foi a suspeita de que as criptomoedas estariam sendo usadas para lavagem dinheiro. Steinfeld não discorda de que criptomoedas devem ser tributadas, mas critica a Receita federal pela falta de conhecimento sobre o tema.

“A receita precisa entender mais sobre o assunto. A blockchain é totalmente auditável. Eles estão em outro mundo. Não sei o que eles pensam. O mercado não é assim”.

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IBM registra pedido de patente para o uso de blockchain na inicialização de estudos científicos

IBM registra pedido de patente para o uso de blockchain na inicialização de estudos científicos

A IBM apresentou ao Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO) um pedido de patente que visa abrir e conduzir pesquisas por meio de blockchain e proporcionar um registro inviolável de análises científicas.

De acordo com o documento publicado na última quinta-feira (08) intitulado ‘Blockchain para início de pesquisa científica’, a IBM afirma que o processo de conduzir estudos científicos pode se beneficiar com o uso da tecnologia blockchain.

“O sistema blockchain pode representar um projeto de pesquisa. Por exemplo, um primeiro bloco de dados e um segundo bloco com a análise desse dados. Blocos de resumo e blocos de correção também podem ser adicionados ao blockchain representando a análise posterior dos resultados da pesquisa”, diz um trecho do documento.

Um dos argumentos usados pela IBM é sobre a confiabilidade no complexo processo de uma inicialização de pesquisa científica. A empresa crê que nos métodos atuais, os dados não estão totalmente protegidos.

“As plataformas [de pesquisas] existentes não possuem os controles e mecanismos necessários para permitir dados confiáveis, pois há poucas opções para garantir que esses dados possam seguir sem modificações”, diz o pedido, que reitera a seguridade de um blockchain:

“É essencialmente à prova de falsificação, pois qualquer mudança, como na análise de dados pré-especificada, por exemplo, teria que ser feita em cada computador (normalmente milhares) dentro da rede distribuída”.

Além de mencionar “blockchain como um método de baixo custo”, o documento também aponta melhores condições para auditorias.

“Método verificável independentemente que poderia ser amplamente e prontamente usado para auditar e confirmar a confiabilidade dos estudos científicos”.

O mesmo pedido foi registrado pela primeira vez no USPTO em dezembro do ano passado, segundo o documento, cujos autores da invenção são os pesquisadores da instituição Jae-wook Ahn, Maria Chang, Patrick Watson e Ravindranath Kokku.

IBM e Blockchain

A IBM tem se esforçado em soluções com o uso de blockchain. Em julho deste ano, a plataforma Stronghold lançou um token lastreado em dólares americanos que foi desenvolvido pela IBM Blockchain Platform para soluções corporativas e redes financeiras.

As reservas da criptomoeda ‘Stronghold USD’, como assim foi nomeada, emitidas pelo Fed, ficam sob a custódia do banco Prime Trust, com sede em Las Vegas (EUA).

A token, entretanto, será usado unicamente para transações business-to-business, entre corporações financeiras e gerenciadores de ativos.

A Stronghold USD só deverá ser adquirível para usuários no varejo em fases futuras.

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Empresas de criptomoedas e blockchain criam lobby para atuar em Washington

Empresas de criptomoedas e blockchain criam lobby para atuar em Washington

Um grupo de representantes de companhias e especialistas em criptomoedas anunciou a criação da Blockchain Association, a primeira organização americana de lobby em Washington representando empreendedores e investidores que buscam formar um campo legal favorável ao desenvolvimento da indústria de criptomoedas.

A associação têm como membros empresas como a Coinbase e a Circle, que estão entre as exchanges de criptoativos mais influentes no país. Também compõem o grupo a startup de tecnologia Protocol Labs e investidores como a Digital Currency Group e a Polychain Capital. As informações vêm de matéria publicada no Washington Post.

A primeira funcionária da Blockchain Association a atuar diretamente no Congresso será Kristin Smith, que já foi assistente da então senadora republicana Olympia J. Snowe. Ela atuou no lobby com questões relacionadas a blockchain pela Overstock.com, varejista online que passou a aceitar Bitcoin como forma de pagamento em 2014.

O objetivo da Blockchain Association é tornar-se a maior organização de defesa da indústria de criptomoedas em Washington. O grupo diz representar as companhias que querem atuar dentro do sistema político, em vez de se esquivar dele. A inspiração vem de empresas disruptivas como Uber e Airbnb.

Uma das maiores prioridades da associação será esclarecer como funciona a taxação de criptoativos sob as leis dos Estados Unidos, além de explicar a legisladores quais mecanismos de autenticidade digital dos clientes e medidas contra lavagem de dinheiro podem ser aplicados à indústria.

Michael Lempres, diretor jurídico e de risco da Coinbase, falou ao Washington Post sobre a inserção do grupo no campo da política americana:

A Blockchain Association é um esforço para que as companhias ganhem proeminência no campo juntas, de forma que os legisladores saibam que estão lidando com empresas que dão boas-vindas à regulação, quando apropriadas. […] Não somos companhias buscando manipular o sistema, mas tentando desenvolver um sistema legal e regulatório que resista ao teste do tempo.

Membros do Congresso americano têm enfrentado cada vez mais questões relacionadas à regulação de criptoativos, conforme o setor se consolida e diversifica.

Casos de fraude e abusos tornam obrigatórias novas discussões sobre adaptações de leis financeiras ao mercado de moedas digitais, a exemplo dos pedidos de ETF à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC).

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Blockchain é parte importante da quarta revolução industrial, dizem especialistas brasileiros

Blockchain é parte importante da quarta revolução industrial, dizem especialistas brasileiros

A tecnologia blockchain é um dos principais atores na revolução tecnológica em andamento. A conclusão vem de uma matéria publicada na última quarta-feira (5) no jornal Valor Econômico com dois grandes profissionais do mercado de criptomoedas: Rosine Kadamani e Fernando Ulrich.

Rosine é fundadora da consultoria Blockchain Academy, empresa especializada em aplicações do blockchain para soluções corporativas. Fernando Ulrich é especialista em criptomoedas e blockchain do Grupo XP.

Para eles, a tecnologia de distribuição descentralizada de registros é um importante componente da chamada “quarta revolução digital”, caracterizada pelas tecnologias de evolução exponencial.

O blockchain está ao lado da Internet das Coisas, dos veículos sem condutor, da robótica e das máquinas com Inteligência Artificial nas inovações que tem guiado a pesquisa e desenvolvimento tecnológico. A primeira aplicação da rede descentralizada foi para validar transações em Bitcoin a partir de 2009.

Ulrich considera o blockchain uma tecnologia de base, isto é, uma ferramenta sobre qual novas tecnologias podem surgir, como a eletricidade e a internet. Embora não seja possível prever seus usos futuros, o mercado deve desenvolver as ferramentas para tirar proveito da inovação.

Ele ressalta que redes descentralizadas permitem transferências instantâneas para qualquer parte do mundo, sem intermediários e sem altos custos. Algo comparável ao e-mail, que permitiu o envio de mensagens instantâneas para todo o globo. Ele diz ao jornal:

Pela primeira vez na história da humanidade, qualquer pessoa, em qualquer lugar da terra, sem precisar pedir autorização a ninguém e com baixo custo, pode fazer uma transferência instantânea. Diversos setores poderão ser impactados: importação, exportação e tudo que envolve pagamentos entre países. É a mesma transformação do correio eletrônico, que permitiu enviar mensagens para qualquer lugar do mundo.

Rosine Kadamani considera que uma das principais novidades trazidas pelo blockchain foi a chegada de uma moeda digital feita inteiramente para a internet. Ela diz que serviços dos mais variados tipos foram convergindo e se aglomerando na rede mundial de computadores como a Amazon, e o Google, mas ainda faltava um meio de troca.

As criptomoedas que se baseiam em blockchain, entretanto, têm um diferencial que Kadamani diz ser essencial: elas não são emitidas de forma ligada a um governo ou a um banco, e elas podem ser transferidas de maneira direta, instantânea e barata para o mundo todo, o que deverá mudar a estrutura das instituições financeiras. Ela diz:

A perspectiva em torno disso é que está sendo criado um sistema financeiro paralelo ao sistema financeiro tradicional, independente de governos. O bitcoin não está em nenhum lugar especificamente, mas, ao mesmo tempo, está em todo lugar. É, ao mesmo tempo, desterritorializado e onipresente.

Rosine conclui dizendo que acredita que a independência que as criptomoedas têm em relação ao estado, fronteiras e sistemas financeiros permitirá maior inclusão social no sistema financeiro. Os bancos, ela diz, terão de adotar a tecnologia para se adaptarem ao novo contexto financeiro.

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Cidade japonesa adota tecnologia blockchain para votações

Cidade japonesa adota tecnologia blockchain para votações

O governo da cidade de Tsukuba, no Japão, anunciou que usará um sistema com base na tecnologia blockchain para a população votar em projetos de desenvolvimento social. O objetivo é aumentar a autenticidade dos votos e a segurança das votações. A cidade é conhecida por seus projetos de avanço tecnológico e pesquisa científica.

Chamado de My Number, o sistema é o primeiro que usa blockchain para votações no Japão. Cada cidadão recebe uma chave digital de doze dígitos, que serve como uma identificação digital ligada à rede descentralizada do blockchain. O código evita que o voto seja falsificado, duplicado ou usado por terceiros, segundo reporta o Japan Times.

Agora, as votações com participação popular sobre projetos de desenvolvimento da cidade podem ser feitas por meio dos computadores pessoais dos cidadãos. Tatsuo Igarashi, prefeito de Tsukuba, relatou ter testado o sistema uma vez. Ele disse à reportagem do jornal japonês que ficou surpreendido com a facilidade da tecnologia:

Eu pensei que envolveria processos muito mais complicados, mas descobri que é simples e fácil.

Contudo, há relatos de que muitas pessoas estejam tendo dificuldades na hora de votar por não se lembrarem das senhas registradas no cadastramento. Alguns cidadãos também não têm certeza de que seus votos foram computados.

A adição de senhas no procedimento de segurança é necessária para garantir que a pessoa usando o código do My Number seja realmente o eleitor cadastrado.

Kazunori Kawamura, professor da Universidade de Tohuku, é familiarizado com questões relacionadas a voto eletrônico. Ele disse para a matéria:

Devido ao medo de erros, organizações administrativas e equipes eleitorais tendem a achar difícil a introdução desses sistemas. […] É preciso antes aumentar sua reputação sendo usados para votações no exterior.

Nos Estados Unidos, o estado da Virgínia Ocidental planeja testar pela primeira vez a tecnologia blockchain para eleições federais. Inicialmente, a novidade será restrita a militares em operações de zonas marítimas. Com uso do celular, ele poderão escolher pré-candidatos a diversos cargos federais, como juízes e senadores.

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