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Transferir Bitcoin custa 300 vezes menos que transferências bancárias, diz estudo

Transferir Bitcoin custa 300 vezes menos que transferências bancárias, diz estudo

Um pequeno estudo feito pelo News BTC e publicado na terça-feira (18), mostrou que transferir Bitcoin custa 300 vezes menos do que transferir dinheiro pelo sistema bancário tradicional.

Hoje em dia, enviar e receber dinheiro entre fronteiras é uma realidade. A maioria dos bancos oferece o serviço de transferência internacional, mas quanto custa?, questiona o estudo.

Para exemplificar como acontece essa grande diferença de taxas entre os dois tipos bem distintos de meio de transferências (rede bancária e blockchain), o site considerou as taxas de um dos maiores bancos dos Estados Unidos, o Bank of America, avaliado em US$ 302 bilhões.

De acordo com dados oficiais, a instituição cobra US$ 30 para transferência bancária doméstica e US$ 35 para transferência internacional enviada em moeda estrangeira — desde 2017, os chamados “especialistas” no setor financeiro criticaram o bitcoin por ser muito caro, frisou o News BTC.

Transferências internacionais passam por um intermediário para chegar à instituição financeira de destino. Neste caso, o site usou o sistema de transferência de fundos Fedwire, operado pelo Fed dos Estados Unidos, que cobra uma taxa de aproximadamente US$ 0,25 por transação.

Desta forma, os bancos, incluindo o Bank of America, estão lucrando cerca de US$ 29,75 por transação, o que representa uma margem de lucro de 83% por operação.

A maior taxa de transação do bitcoin já aplicada foi novembro e dezembro do ano passado, quando cresceu e muito a demanda pela criptomoeda e também pelas altcoins.

Naquela época o bitcoin quase bateu US$ 20 mil com a valorização do mercado de criptomoedas que se aproximou de um US$ 1 trilhão.

As principais criptomoedas lutavam, então, para enfrentar um problema intrínseco do novo mercado, a escalabilidade, já que os sistemas blockchain não estavam prontos para lidar com um milhão de transações por dia.

No entanto, nos últimos oito meses, e com todo o mercado em baixa, a comunidade de desenvolvedores do código aberto do Bitcoin, do Ethereum e de outras criptomoedas consideradas grandes, trabalharam no aspecto de escalabilidade das redes públicas de blockchain.

Hoje o Bitcoin integra o SegWit e o Lightning Network (LN), enquanto a Ethereum está implementando o Sharding e o Plasma como soluções de escalabilidade para a ampliação da capacidade de transação nas redes.

A taxa de transação do Bitcoin caiu significamente para menos de US$ 1 e a taxa média oscilou em torno de US$ 0,1 ao ano, o que representa apenas 40% da taxa base do Fedwire e 300 vezes mais barata que a taxa de transferência bancária dos principais bancos dos EUA, mostrou o site.

Vale lembrar que no mercado criptoeconômico o valor da transação não altera ou afeta a taxa e o usuários pagarão sempre o mesmo, seja para  US$ 1 milhão em BTCs ou para um simples café da manhã de US$ 10, desde que o tamanho de entrada e saída seja idêntico.

No setor bancário tradicional, para enviar US$ 1 milhão, os usuários têm que cobrir milhares de dólares ou às vezes dezenas de milhares de dólares para garantir o pagamento.

As enormes taxas foram uma das principais razões por trás da rápida adoção do Bitcoin, concluiu o News BTC.

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XP Investimentos anuncia corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum

XP Investimentos anuncia corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum

Depois de muita enrolação, a XP Investimentos anunciou na quinta-feira (20) que vai lançar uma corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum. A declaração torna oficial as informações sobre o novo projeto que o Portal do Bitcoin havia publicado em abril deste ano.

Em evento da empresa, o Expert 2018, falando para um centenas de pessoas, o presidente da empresa, Guilherme Benchimol, confirmou que o nome da corretora será XDEX e que o projeto deve ser lançado dentro de “semanas ou meses”.

Estranhamente, o presidente da maior empresa de investimentos do Brasil, com 500 mil clientes ativos e mais de R$ 120 bilhões sob custódia, não pareceu simpático ou convencido do projeto. “É um tema que, confesso eu, era melhor que não existisse”, disse para o público.

Mas quando ele comparou o números, viu que não havia alternativa: “Hoje existem três milhões de brasileiros que possuem exposição a Bitcoin no Brasil e 500 mil pessoas que investem em ações. Então, olhem a discrepância. A gente se sentiu na obrigação de avançar neste mercado”.

A corretora será totalmente separada da nossa holding financeira e é um projeto 100% B2C (bussines to consumer), conforme Benchimol. No futuro, caso a legislação permita será integrada à empresa.

A chegada de uma empresa do porte da XP ao mercado consolida o posição das criptomoedas no mercado brasileiro e pode ajudar a eliminar as desconfianças de que parte das pessoas ainda tem sobre o Bitcoin.

Boas notícias dos reguladores

A novidade vem depois de dois anúncios importantes pelos órgãos reguladores do mercado brasileiro. No dia 18, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) decidiuque “a ausência de regulamentação em hipótese alguma deve servir de argumento para tolher a livre iniciativa”.

E por isso iria abrir um inquérito administrativo contra os bancos Bradesco, Itaú, Banco Santander, Banco do Brasil, Inter e Sicredi por encerrarem as contas das corretoras de criptomoedas. Ironicamente, o Itaú comprou 49,9% da XP em 2017.

Além disso, na quarta-feira, um dia antes do anúncio, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou o investimento indireto em criptomoedas por meio de aquisições de derivativos e cotas de fundos do exterior. A circular da autarquia do ministério da Fazenda prevê também “outros ativos negociados em terceiras jurisdições, desde que admitidos e regulamentados naqueles mercados”.

Detalhes sobre a XP

Como mostrou a apuração do Portal do Bitcoin, de acordo com dados da Receita Federal, a XP havia registrado a XDEX INTERMEDIACAO LTDA, cujo capital social consta como R$ 25 milhões.

Os dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo mostram que a empresa já teve outro nome: foi batizada de XP COIN INTERMEDIACAO em agosto de 2017. No final de novembro, quando recebeu uma injeção de capital de R$ 5 milhões, a futura corretora virou a XDEX. Em fevereiro de 2018, um novo aporte de R$ 20 milhões é realizado.

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Bancos x Corretoras de criptomoedas: Cade vai investigar Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander

Bancos x Corretoras de criptomoedas: Cade vai investigar Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander

“A ausência de regulamentação em hipótese alguma deve servir de argumento para tolher a livre iniciativa”. Essa foi a resposta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aos bancos Bradesco, Itaú, Banco Santander, Banco do Brasil, Inter e Sicredi que encerram as contas das corretoras de criptomoedas e por isso serão investigados por infração à ordem econômica.

O órgão regulador decidiu na noite da última terça-feira (18) que vai abrir um inquérito administrativo para apurar as possíveis infrações efetuadas pelas instituições financeiras.

A Superintendência-Geral do Cade irá analisar se os fatos trazidos ao seu conhecimento por meio do processo administrativo movido pela Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB) “constituem indícios de práticas anticoncorrenciais, nos termos da Lei nº 12.529/2011”.

A defesa dos bancos de que a ausência de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) das exchanges traria a suspeita de prática de ilícitos e que “a falta de regulamentação do setor também aumentaria o risco para as instituições financeiras” foi rechaçada pela Superintendência-Geral do Cade.

O órgão regulador afirmou, por meio de uma nota técnica, que “a falta de uma classificação própria” no CNAE e “de regulamentação de um setor não o torna ilícito”.

“O mercado de corretagem de criptomoedas é um mercado novo e é natural que decorra um lapso temporal entre o surgimento de novos mercados e sua regulamentação”.

Assim, a autarquia federal que regula a os argumentos trazidos pelos bancos de que o encerramento das contas teria se dado por suspeita de prática de atividades ilícitas não se justificavam para a medida tomada pelas instituições financeiras.

“Não parece razoável que os bancos apliquem medidas restritivas a priori, de forma linear a todas as empresas de criptomoedas, sem analisar o nível de compliance e as medidas anti-fraude adotadas por cada corretora, individualmente, conferindo um tratamento de ilegalidade per se à atividade de corretagem de criptomoedas.”

O inquérito administrativo vai apurar se havia “outros meios alternativos” a serem tomados pelos bancos, tendo em vista que o encerramento de contas seria algo “drástico” o qual pode “impedir o desenvolvimento de um mercado nascente” por serem “imprescindíveis para o bom funcionamento das corretoras”.

O órgão regulador, por outro lado, afirmou que será também analisado “se as corretoras de criptomoeda estão tomando as precauções necessárias para evitar qualquer risco de crime financeiro por parte de seus clientes”.

Sem medida preventiva

Apesar de a Superintendência–Geral do Cade afirmar que os fatos narrados pela ABCB “são aptos a produzir quaisquer efeitos previstos como anticoncorrenciais”, negou o pedido de Medida Preventiva feito pela Associação.

O órgão afirmou que não era possível naquele momento “determinar uma medida de abstenção de encerramento ou de obrigação de abertura de contas correntes”. Mesmo com a existência dos “indícios das práticas”, o Cade disse que esses “são insuficientes para que se conclua pelo dano iminente e irreversível” as exchanges e desta forma não haveria justificativa para “uma intervenção”.

Além disso, a Superintendência-Geral da autarquia afirmou que os “riscos envolvidos relacionados à fraude e lavagem de dinheiro” argumentados pelos bancos era algo preocupante.

“A adoção de tal medida poderia elevar o risco de atuação das instituições financeiras ao limitar o combate a práticas de fraude e lavagem de dinheiro, dano esse não possível de mensuração nesse momento, mas que poderia prejudicar o regular funcionamento do sistema financeiro”.

A finalidade dessa medida seria de que os bancos se abstivessem de negar abertura de contas correntes da corretoras de criptoativos, de fechar as existentes e também para que as contas já fechadas fossem reabertas enquanto se discute no Cade se houve ou não prática anticoncorrencial.

Elucidando direito

A conduta anticoncorrencial é aquela em que uma das partes procura “limitar, falsear ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência ou a livre iniciativa” dominando o “mercado relevante de bens ou serviços”, aumentando de “forma arbitraria os lucros” e exercendo  “de forma abusiva posição dominante”.

Essas definições estão no artigo 36, da Lei 12.529/2011, a qual dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica, além de estruturar o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.

Essa mesma lei é a que concede (nos artigos 13 e 66), à Superintendência-Geral do Cade, a competência para se instaurar inquérito administrativo para apuração de infrações à ordem econômica.

O Cade, por meio de sua Procuradoria Federal pode ainda requerer ao Judiciário, elementos que auxiliem no inquérito. Não foi por acaso, que a ministra Nancy Andrighi recomendou que fosse “encaminhado ao órgão regulador uma cópia” do julgamento do Recurso Especial 1696214/SP, que envolve o Mercado Bitcoin e o Banco Itaú.

A ministra afirmou que isso ajudaria a ter uma “melhor apuração dos fatos descritos como infração à Ordem Econômica”.

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Criptomoedas vão atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, diz bilionário Tim Draper

Criptomoedas vão atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, diz bilionário Tim Draper

Tim Draper, bilionário investidor americano, disse que o mercado de criptomoedas vai crescer 400 vezes e atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, segundo publicação do Deal Street Asia nesta sexta-feira (14).

Para exemplificar sua previsão, o empresário comparou o momento atual do mercado de criptomoedas com as primeiras companhias que surgiram com a internet, chamadas de ‘empresas pontocom (.com)’, uma verdadeira febre nos anos 90.

No entanto, o empresário alertou que para isso acontecer, criptomoedas como bitcoin, por exemplo, devem ter uma queda antes de chegar ao patamar previsto por ele. Ele acredita que a ‘grande onda’ ainda não chegou.

“A internet começou do mesmo jeito. Veio em grandes ondas e desmoronou. E então a próxima onda vem concentrada, muito maior. Presumo que a mesma coisa aconteça aqui”, disse Draper.

Ele também afirmou que ‘a ignorância’ foi a razão pela qual o preço do bitcoin e de outras criptomoedas ter caído drasticamente desde a alta recorde alcançada no ano passado, de acordo com o site.

Sobre a tecnologia blockchain, o bilionário disse que várias indústrias em todo o mundo podem se transformar, mas que haverá, no entanto, uma grande diferença da disrupção que a internet causou com a esperada pela blockchain.

“A internet foi atrás de indústrias que cresceram de US$ 10 a US$ 100 bilhões e a criptomoeda vai atrás de mercados de US$ 1 trilhão – finanças, saúde, seguros, bancos e governos”, previu o touro do bitcoin.

Esta não é a primeira vez que Draper conceitua as criptomoedas e a tecnologia blockchain como uma revolução financeira. Em junho deste ano ele previu que o Bitcoin, particularmente, será responsável por 10% (US$ 10 trilhões) do mercado financeiro global em dez anos.

Em março ele já afirmava que em cinco anos as criptomoedas seriam o principal meio de pagamento e, em abril, o investidor de capital de risco também previu que o preço do bitcoin chegaria a US$ 250 mil até 2022.

Em um leilão em 2014, Draper já se mostrava confiante no novo mercado, quando arrematou 30 mil BTCs (confiscados da Silk Road pela Justiça dos EUA) por US$ 18 milhões. Na época a unidade era cotada a US$ 650.

Um ano mais tarde, o capitalista de risco projetou que o preço do bitcoin chegaria a US$ 10 mil até o final de 2017, uma previsão que aconteceu em dobro. Draper já lucrou mais de US$ 300 milhões somente com o bitcoin.

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“Criptomoedas podem crescer 1000 vezes”, diz CEO da Binance em reposta a fundador do Ethereum

“Criptomoedas podem crescer 1000 vezes”, diz CEO da Binance em reposta a fundador do Ethereum

O CEO da Binance, Changpeng Zhao, mais conhecido como CZ, disse que as criptomoedas ainda têm espaço para crescer mais de 1000 vezes a longo prazo, à medida em que criptoativos como Bitcoin e Ethereum forem alcançando maior adoção como forma de pagamento.

De acordo com a publicação da CCN nesta sexta-feira (14), as palavras de CZ serviram de resposta às afirmações recentes do cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, que indicou uma estagnação no novo mercado financeiro ao afirmar que as valorizações exageradas das criptomoedas chegaram ao fim e que não haveria mais oportunidade de um crescimento de 1000 vezes.

CZ também fez um comentário acerca de outra afirmação de Buterin, que disse ser irrealista a possibilidade do mercado de criptoativos sair de US$ 200 bilhões para US$ 200 trilhões, o que seria o equivalente a 70% da riqueza global.

“Eu diria que as criptomoedas cresceriam absolutamente 1000 vezes ou mais. Basta atingir o valor de mercado do dólar e isso as aproximará do valor.”, afirmou CZ.

Ele também explicou que um aumento de mil vezes no preço só poderia ser considerado como uma meta irrealista se fosse avaliado com base no tamanho tradicional do mercado, o que implicaria que o mercado de criptomoedas teria que ultrapassar o mercado financeiro tradicional.

“Você também não pode usar o tamanho do mercado tradicional para medir o potencial de novas tecnologias ou indústrias. Se você usou (e as pessoas têm usado desta forma) o tamanho do mercado de táxis para estimar o potencial do Uber, você estaria um pouco fora”, acrescentou.

Como seria US$ 200 trilhões em criptomoedas

Com essa abundância, as criptomoedas seriam utilizadas como a principal fonte de pagamento, comentou a CCN. E todos os consumidores do mundo as utilizaria nos cartões de crédito e também como dinheiro. Os ricos teriam trilhões de dólares em criptomoedas em contas bancárias offshore e os bancos não mais operariam com o dinheiro fiat.

Ainda de acordo com o site, a confiança da CZ e de outros investidores de que o novo mercado pode competir com as moedas fiduciárias exige muitas décadas de integração experimental e adoção para que as criptomoedas atinjam o mainstream.

Criptomoedas há um ano

No ano passado o mercado de criptomoedas registrou sua taxa de crescimento anual mais explosiva até o momento, à medida que os principais criptoativos, como Bitcoin, Ethereum, Ripple e Bitcoin Cash, aumentaram de 30 a 500 vezes em um período de 12 meses.

Países como Japão e Coreia do Sul, responsáveis pelas maiores parcelas de negociações, demonstraram níveis nunca antes vistos de especulação e interesse, o que levou o preço do Bitcoin a ultrapassar US$ 24 mil em algumas bolsas do mundo.

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Bitcoin mostra força e marketshare chega a 57%, maior nível de 2018

Bitcoin mostra força e marketshare chega a 57%, maior nível de 2018

Mesmo em queda o Bitcoin continua mostrando a sua força diante das outras criptomoedas do mercado. O preço caiu 15% na última semana e está sendo negociado a US$ 6.250. No Brasil, de acordo com o IPB, a criptomoeda está cotada a R$ 26.460 nas principais corretoras do país. Até o momento, o mês de agosto opera em queda de 6,13%.

Apesar da queda, o BTC está com um marketshare de 57%, o maior de 2018. Enquanto isso, o ETH está com o menor nível desde fevereiro de 2017.

O que significa a alta do marketshare

O marketshare é a porcentagem que cada criptomoeda representa levando em conta o mercado de criptoativos como um todo. A alta do marketshare do Bitcoin é um sinal de que os investidores estão provavelmente tirando seu dinheiro de outras criptomoedas e indo para o criptoativo de maior relevância no mercado, principalmente pelo fato das outras criptomoedas terem operado em queda superior ao BTC nos últimos dias.

Um fluxo em direção ao bitcoin é geralmente visto em momentos que precedem uma alta, já que é uma rota comum para o dinheiro fiduciário entrar no mercado de criptomoedas.

Por exemplo, a taxa de dominância do BTC aumentou de 38% para 66,5% nos seis meses até dezembro de 2017 – uma época em que a criptomoeda subiu de US$ 1.760 para US$ 20.000. No entanto, ele também tende a aumentar durante os períodos de aversão ao risco – quando os investidores saem das altcoins, que possuem um maior risco, e vão para o bitcoin e, possivelmente, para moeda fiduciária.

Um dado interessante é que até o início de 2017, o bitcoin praticamente não havia ficado com menos de 80% do marketshare do mercado de criptoativos.

Criptomoedas em queda

Com exceção da Dogecoin, que chegou a ter uma valorização de 140% nas últimas duas semanas, todo o mercado está operando em forte queda. O ETH, por exemplo, atingiu sua menor cotação desde julho de 2017 e sua mineração está próxima de deixar de ser rentável.

Criptomoedas como Bitcoin Cash, Cardano e VeChain também desvalorizaram mais de 30% nos últimos sete dias.

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SEC cancela títulos que eram confundidos com ETF de Bitcoin e Ethereum

SEC cancela títulos que eram confundidos com ETF de Bitcoin e Ethereum

A Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) suspendeu temporariamente a negociação de dois títulos ligados ao Bitcoin e ao Ethereum conforme publicação no site da instituição na madrugada do último domingo (09).

De acordo com a nota, os títulos Bitcoin Tracker One (CXBTF) e Ether Tracker One (CETHF) foram paralisados porque a Agência acredita que está faltando atualizações consistentes e precisas, para que não cause confusão entre os participantes do mercado.

Ambos produtos — listados e negociados na Nasdaq/OMX de Estocolmo, na Suécia, e recentemente foram cotados em mercado de balcão pela  OTC Markets Group — rastreiam os preços do bitcoin e do ethereum.

“De acordo com a Seção 12 (k) do ato da SEC de 1934, a negociação dos dois valores mobiliários está suspensa no período de 17:30h do dia 09 de setembro de 2018 até as 23:59h do dia 20 de setembro de 2018”, decidiu a Agência no documento endossado por Brent J. Fields.

No comunicado intitulado “Ordem de Suspensão de Negociação”, a agência reguladora diz, claramente, que há falta de informações atuais, consistentes e precisas” sobre o Bitcoin Tracker One (CXBTF) e o Ether Tracker One (CETHF), resultando em confusão entre os participantes do mercado em relação a esses instrumentos.

Os instrumentos financeiros são emitidos pela XBT Provider AB, uma subsidiária da CoinShares Holdings do Reino Unido com sede na Suécia, segundo a Coindesk, que frisou esses produtos como um instrumento de investimento altamente elogiado para os mercados públicos dos EUA.

A reguladora explica que os títulos de investimentos estão sendo oferecidos por meio de nomenclaturas que podem levar o investidor ao erro, pois os dois produtos contêm inconsistências em suas categorias.

A agência exemplificou que um corretor ativa uma oferta que ora é caracterizada ‘Exchange Traded Funds’ (ETF), ora como ‘Exchange Traded Notes’ (ETN) e que foi percebido que ainda o emissor os trata como ‘certificados não vinculados’, que não têm proteção e também não rendem juros.

“Certos sites os caracterizam como ‘Exchange Traded Funds (ETF)’”, explicou a SEC em um trecho da nota.

Para não deixar dúvidas sobre o embargo, a SEC explicou os ETFs como sendo de empresas de investimento registradas que oferecem aos investidores uma maneira de reunir seu dinheiro em um fundo que investe em ações, títulos ou outros ativos. Em troca, os investidores recebem uma participação no fundo.

Ela também definiu os ETNs como sendo o contrário dos ETFs, que são, na verdade, obrigações de dívida sem garantia de instituições financeiras que negociam em uma bolsa de valores.

“As condições de pagamento do ETN estão vinculadas ao desempenho de um índice de referência ou benchmark, representando o objetivo de investimento da ETN”, descreve a agência.

No entanto, a SEC também admitiu que podem ocorrer confusões, mas que há diferenças relevantes:

“Os ETNs são frequentemente confundidos com fundos negociados em bolsa (ETFs). ETNs e ETFs são negociados em bolsa de valores e podem ser comprados e vendidos ao longo do dia, mas existem diferenças importantes”.

A Comissão ainda salientou que a decisão foi de interesse público e que estava alinhada com seu mandato de garantir a “proteção dos investidores”.

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Rede do Bitcoin Cash Processa 2.2 milhões de transações em 24 horas durante teste

Rede do Bitcoin Cash Processa 2.2 milhões de transações em 24 horas durante teste

O Bitcoin Cash (BCH) viu recentemente os seus apoiadores testarem a rede com o objetivo de verem quantas transações ele conseguiria processar mantendo as taxas mínimas. O resultado, de acordo com dados do Fork.lol, foram 2.2 milhões de transações em 24 horas.

O BCH, uma criptomoeda criada no culminar do debate acerca da escalabilidade do Bitcoin, está preparado para um elevado número de transações graças ao tamanho dos seus blocos, que em maio chegou aos 32 MB. A moeda completou recentemente um ano, tendo perdido grande parte do seu valor em 2018.

O seu máximo de 2.2 milhões de transações em 24 horas viu-o bater recordes. Pelo BitInfoCharts, o recorde de transações num dia na rede do XRP é de 1.5 milhões, enquanto no Ethereum é de 1.2 milhões. Como noticiado pelo Portal do Bitcoin, o BCH já tinha batido o recorde do Bitcoin em Agosto.

É de notar que durante o teste as taxas de transação na rede não subiram, o que ajudou os apoiadores da criptomoeda a celebrarem os resultados do mesmo. De acordo com os dados do Fork.lol, as taxas foram de cerca de 1.2 sat/byte ao longo do dia, um valor ligeiramente abaixo do habitual.

Os mineradores da criptomoeda foram processando blocos que variavam de tamanho, tendo estes em média chegado aos 4 MB, com alguns de 8 MB a surgirem em picos. Um dos maiores blocos registrados teve 15.2 MB. Este incluiu nele um total de 0.18 BCH em taxas.

De acordo com a controversa conta do Twitter @Bitcoin, a rede do BCH processou quase 65% de todas as transações do ecossistema no dia do teste.

Desde o teste as transações na rede do BCH desceram para níveis ligeiramente acima dos normais. Enquanto no dia os mineradores processaram cerca de 25 transações por segundo, atualmente estão a processar cerca de 8.3 por segundo.

De acordo com um relatório da Bloomberg publicado o mês passado, a maior parte destas transações podem não estar relacionadas com o uso comercial da criptomoeda, mas sim com testes. Isto porque o uso do BCH em comércio desceu de um recorde de US $10.5 milhões em março deste ano para US $3.7 milhões em maio.

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Bitcoin cai mais de 10%; mercado de criptomoedas tem uma das maiores quedas do ano

Bitcoin cai mais de 10%; mercado de criptomoedas tem uma das maiores quedas do ano

O preço do Bitcoin caiu de US$ 7.400 para US$ 6.300 em menos de um dia, registrando uma venda maciça nas grandes bolsas de criptomoedas ao redor do mundo.

No Brasil, de acordo com o IPB, o preço bitcoin caiu quase R$ 4.000 e é negociado a R$ 27.259 na manhã de quinta-feira (06), uma queda de quase 12%.

O movimento de alta no BTC, que já vinha desde a metade de agosto foi interrompido. O acumulado dos últimos 30 dias está positivo em 3%. O segundo semestre também está com um acumulado de 10% positivo.

O que provocou a queda

Um dos catalizadores para a queda foi a decisão do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimentos do mundo, de atrasar o lançamento da sua mesa de operações de Bitcoin.

É difícil precisar que o anúncio do banco tenha tido impacto sobre o preço de curto prazo do BTC mas muitas pessoas veem como um desenvolvimento negativo para o setor de criptomoedas.

O Goldman Sachs enfatizou que se afastou da implantação de uma mesa de operações de Bitcoin para se concentrar no estabelecimento de custódia de criptomoeda para ajudar investidores institucionais e investidores de grande porte a entrar no mercado.

“Em resposta ao interesse do cliente em vários produtos digitais, estamos explorando a melhor forma de atendê-los no espaço. Neste ponto, não chegamos a uma conclusão sobre o escopo de nossa oferta de ativos digitais”, disse um executivo da Goldman Sachs à Business Insider.

Além disso, a estagnação do volume no mercado de criptomoedas e uma forte pressão vendedora na região dos US$ 7.000 foram determinantes para a queda.

Criptomoedas despencam

O mercado de criptomoedas registrou uma de suas maiores quedas dentro de um período de 24h desde fevereiro deste ano, desvalorizando mais de US$ 38 bilhões de valor de mercado e voltando a ficar abaixo dos US$ 200 bilhões.

Todos os criptoativos operam em queda superior a 10% nas últimas 24 horas. O Ethereum desvalorizou 17% e atingiu seu menor preço desde agosto do ano passado. A maioria das criptomoedas estão retomando preço do último trimestre de 2017.

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Corretora internacional de criptomoedas vai banir Bitcoin Gold da plataforma

Corretora internacional de criptomoedas vai banir Bitcoin Gold da plataforma

A Bittrex, uma das maiores exchanges de criptomoedas do mundo, disse que vai retirar o suporte para o Bitcoin Gold (BTG) a partir do dia 14 de setembro. O aviso foi feito em um comunicado da equipe de desenvolvedores do criptoativo, publicado no último sábado (01). O motivo seria uma série de gastos duplos devido ao ataque de 51%.

“Lamentamos informar à nossa comunidade que a exchange de criptomoedas Bittrex decidiu retirar o BTG de sua lista depois que recusamos a pagar-lhes 12.372 BTGs para permanecermos listados”, diz o comunicado.

A equipe se defendu e alegou que o ataque dos 51% (quando um hacker adquire pelo menos 51% da capacidade de processamento dos blocos) que abriu caminho para os gastos duplos, não foi sua culpa. Em vez disso, o grupo culpou o estilo de consenso da Prova de Trabalho (PoW) no qual o Bitcoin Gold opera.

“A equipe do Bitcoin Gold não é responsável pela política de segurança em entidades privadas como Bittrex. Aqueles que ganham receita administrando uma empresa privada devem gerenciar os riscos relacionados e são responsáveis ​​por sua própria segurança”, diz um trecho do comunicado.

Mais tarde, os desenvolvedores do Bitcoin Gold foram informados que havia uma outra alternativa, que eles pagassem pelo menos 6.000 BTGs e que a Bittrex cobriria a outra parte das perdas com sua própria reserva de BTG remanescentes, como sendo uma última proposta.

Mesmo assim, a equipe do Bitcoin Gold revidou.

“Isso pode parecer uma quantia pequena para uma exchange tão lucrativa, mas é uma fração significativa dos fundos disponíveis do Endowment que suporta o projeto Bitcoin Gold. Nossa organização sem fins lucrativos não tem fontes de receita, todas as recompensas de mineração do BTG vão para mineradores”, diz parte da nota, que também frisou uma decisão administrativa.

“Não estamos autorizados a fazer um desembolso da Fundação com a finalidade de cobrir as perdas de uma empresa por conta de suas próprias falhas de segurança”, concluiu.

Não se sabe qual será o impacto a longo prazo na sobrevivência do BTG caso ele seja realmente retirado da Bittrex. O que está claro, porém, é que o sentimento do mercado mudou, opinou o site The Next Web.

Contudo, os desenvolvedores do BTG já têm alguma noção do que pode acontecer.

“Suspeitamos que o impacto da ação da Bittrex no nosso ecossistema não será substancial, uma vez que a Bittrex não tem sido um dos principais fornecedores de liquidez do BTG nos últimos meses”, diz um outro trecho do comunicado.

O sentimento atual também pode ser comparado a um outro fato que ocorreu o ano passado, quando US$ 3,3 milhões em Bitcoin Gold foram roubados depois que usuários foram persuadidos a fazer o download de uma carteira falsa.

Na ocasião, o BTG era classificado como a quinta maior criptomoeda do mercado, e, segundo o CoinMarketCap, hoje ela ocupa a 29ª posição.

Como foi o ataque dos 51%

Em meados de maio deste ano, um minerador malicioso ainda não identificado fez ataques do tipo ‘Gasto Duplo’ na rede do Bitcoin Gold (BTG) e diversas exchanges registraram perdas acumuladas de aproximadamente US$ 18 milhões.

Foi apurado, então, que o hacker teria feito depósitos de BTG em exchanges e, simultaneamente, enviado os mesmos blocos da criptomoeda para uma carteira digital pessoal.

Como possuía controle de grande parte das transações, quando enviava novamente determinada quantia, o hacker conseguia controlar o montante tanto na exchange quanto na carteira. E desta forma, ele ia fazendo as transações.

Um endereço de blockchain relacionado ao criminoso teria recebido 388.200 BTG desde o dia 16 de maio e atividade continuou até o dia 18, que foi notada e então divulgada pelo diretor de comunicações da Bitcoin Gold, Edward Iskra. Ao todo, 22 novos blocos da criptomoeda foram envolvidos no episódio.

Após as ocorrências, os desenvolvedores do Bitcoin Gold alertaram e recomendaram às exchanges que aumentassem o número de verificações para transações com seus clientes.

Não está claro quantas exchanges foram atingidas neste ataque, uma vez que uma boa maioria das principais plataformas, como Binance, Bittrex, Bitfinex, HitBTC, OKEx, entre outras, oferecem suporte para negociação BTG.

Rede vulnerável

Desde o momento em que foi criado, o BTG é envolvido em polêmicas e questionamentos sobre sua segurança. Um ataque DDoS chegou a derrubar a rede em outubro do ano passado.

No Brasil, a corretora ‘Mercado Bitcoin’ também tem um histórico negativo com o Bitcoin Gold e só liberou saques da criptomoeda nove meses depois do lançamento — depois que o criptoativo sofreu uma queda de 90% do seu preço inicial.

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