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Justiça dos Estados Unidos vai leiloar bitcoins apreendidos

Justiça dos Estados Unidos vai leiloar bitcoins apreendidos

U.S. Marshals Service, órgão de polícia ligado ao Departamento de Justiça dos Estados Unidos, anunciou na última quarta-feira (17) que vai leiloar 660 bitcoins, hoje avaliados em cerca de R$ 16 milhões.

De acordo com um comunicado no site do departamento, o montante de bitcoin será ofertado partir de 05 de novembro e o protocolo exige que os proponentes depositem US$ 200 mil assim que se registrarem na Agência.

Esses bitcoins foram apreendidos em processos criminais, civis e administrativos federais e fazem parte de uma ampla gama de ativos oriundos de crimes que a instituição administra, como imóveis, veículos, joias e até mesmo aeronaves.

Intitulada Fase I, o leilão vai acontecer em duas partes com seis blocos de 100 bitcoins cada e um bloco com 60 unidades. Segundo a nota, os licitantes não poderão ver o lance alheio e também não serão autorizados a alterar suas ofertas assim que finalizadas.

O montante de bitcoin inclui os apreendidos recentemente, como os dos casos dos operadores, Theresa Tetley (40 BTCs), que e Thomas Mario Costanzo (80 BTCs) – ambos condenados à prisão sob a acusação de lavagem de dinheiro por bitcoin, conforme o texto do U.S. Marshals Service.

As inscrições para quem estiver interessado no arremate tiveram início no dia 22 deste mês de outubro e segue até dia 31.

A subdivisão da Justiça dos Estados Unidos leiloou em janeiro deste ano 3.600 bitcoins. Avaliados na época em US$ 30 milhões, os criptoativos foram transferidos no mês seguinte a cinco licitantes vencedores.

Desses, um recebeu 1.600 BTCs e o restante 500, 500, 200 e 813 bitcoins. Com exceção da Riot Blockchain, que voluntariamente expôs que comprou um dos lotes de 500, os nomes dos vencedores não foram divulgados.

Estados Unidos e o homem de 30.000 btcs

Tim Draper, bilionário investidor americano que há um mês disse que o mercado de criptomoedas vai crescer 400 vezes e atingir US$ 80 trilhões em 15 anos é o maior nome dentre aqueles que enriqueceram adquirindo bitcoin nessa modalidade de negociação.

Em um leilão em 2014, Draper já se mostrava confiante no novo mercado, quando arrematou 30 mil BTCs (confiscados da Silk Road pela Justiça dos EUA) por US$ 18 milhões. Na época, a unidade era cotada a US$ 650.

Um ano mais tarde, o capitalista de risco projetou que o preço do bitcoin chegaria a US$ 10 mil até o final de 2017, uma previsão que aconteceu em dobro. Draper já lucrou mais de US$ 300 milhões somente com o bitcoin.

 

Hackers pedem Bitcoin para apagar multas do sistema da Policia Rodoviária

Hackers pedem Bitcoin para apagar multas do sistema da Policia Rodoviária

O acesso ao sistema da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi negociado por R$ 200 em bitcoin supostamente através do serviço de mensagens Telegram, reportou o Tecmundo nesta quarta-feira (17).

Em posse de informações que dão acesso ao sistema da instituição, os invasores podem se conectar a dados sigilosos de qualquer veículo, como multas, veículos em pátio, boletins de ocorrências e até mesmo troca de emails entre os policiais, além de dados pessoais, revelou o site.

O login de acesso à plataforma, que é o Sistema Integrado de Consultas Operacionais (SICOP), foi negociado no mês passado por 0.008 BTC, cerca de R$ 200 nesta data, segundo a reportagem que citou fontes anônimas.

“É possível multar qualquer veículo do Brasil. Resumidamente, tudo que a Polícia Rodoviária Federal consegue fazer, você também consegue”, disse uma fonte anônima ao Tecmundo.

O SICOP armazena uma série de dados de diversos tipos de veículos, como placa, chassi, Renavam, entre outros. Quem tem acesso ao sistema pode facilmente conferir praticamente tudo relacionado a um determinado veículo, diz o site.

Acionada no primeiro dia de outubro pelo Tecmundo — que enviou arquivos para apreciação, a PRF disse que irá investigar o caso e retornou:

“[A PRF] preza pela transparência e lisura de seus servidores para atender sua missão institucional perante a sociedade. Portanto, averiguaremos as evidências para responsabilização de possíveis transgressões ou crimes”.

Isto se refere a ter acesso para preencher campos vazios com a placa, modelo, etc de um veículo e finalizar ‘aplicando’ uma multa, por exemplo, diz o site, que salientou que não há outro tipo de proteção extra de segurança para expedir multas, como uma autenticação em dois fatores (2FA), por exemplo.

E não para por aí. Tendo a plataforma ‘em mãos’, o invasor também pode, segundo o site, preencher uma tabela chamada ‘Cadastro de Ocorrência Policial’ e atribuir crimes a qualquer cidadão por meio de criação de um boletim de ocorrência, sem nenhum impedimento no login.

Vazamento ou phishing

Considerando que vai haver investigação por parte das autoridades, ainda não se sabe como os cibercriminosos obtiveram os logins de acesso, mas é possível que as informações tenham sido adquiridas por meio de vazamento ou phishing, afirmou o site.

No entanto, segundo a fonte anônima que cooperou com o Tecmundo, os logins foram obtidos por meio de e-commerce, redes sociais, bancos e sites que já foram invadidos, o que sugere que funcionários da instituição (PRF) utilizaram o e-mail corporativo para cadastro em sites.

“Quando um cibercriminoso coloca as mãos em uma lista de vazamento e encontra um login como esse da PRF, é que nem ouro”, disse a fonte anônima à reportagem.

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Relatório diz que Bitcoin tem chance de ser uma bolha e explodir

Relatório diz que Bitcoin tem chance de ser uma bolha e explodir

O resumo de um estudo divulgado na última terça-feira (09) pela empresa de pesquisa do Reino Unido, Juniper Research, diz que a falta de valor intrínseco do bitcoin indica futuros tormentos a ponto da maior das criptomoedas se transformar em uma bolha a explodir.

O relatório, elaborado pelo diretor de pesquisa da empresa, Windsor Holden, abordou questões sobre as perspectivas de longo prazo do bitcoin, incluindo fatores que o impedem de uma adoção em massa, como a regulação por parte das agências regulatórias, por exemplo.

Ele resumiu:

“Bitcoin não tem valor intrínseco. Como qualquer ativo, vale a pena quando há alguém preparado para pagar, mas não tem sentido ou existência além disso. É uma bolha, e há grande possibilidade dela estourar num futuro próximo”, diz um trecho do relatório.

Desafios do Bitcoin

Intitulado ‘O Futuro da Criptomoeda: Bitcoin & Altcoin Tendências e Desafios 2018-2023’, o estudo observou que tanto os volumes quanto os valores de transações diárias caíram drasticamente desde que atingiram suas máximas no final de 2017.

Mostrando dados para comparação, a análise revela que o volume de transações diárias foram em média de 360 mil, bem acima das atuais 230 mil transações anotadas por Holden para o mês de setembro deste ano.

Já os valores diários de transação atingiram mais de US$ 3,7 bilhões no final do ano passado, muito superior às atuais transações diárias, que é de aproximadamente US$ 670 milhões (anotadas pelo diretor no mesmo período).

Para tal fim, vários fatores foram indicados como responsáveis pela queda do bitcoin e das criptomoedas. Entre eles, a própria economia global fragilizada por conta de  conflitos comerciais entre os Estados Unidos e a China e também das incertezas do Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) em torno do setor criptoeconômico.

O estudo também alega que se o Bitcoin não puder obter ganhos em circunstâncias tão favoráveis, é improvável que ele prospere quando esses problemas forem resolvidos.

Outros fatores responsáveis pela peleja do criptoativo, são as restrições impostas pelos governos às exchanges de criptomoedas, bem como as proibições de publicidade que foram feitas por empresas de tecnologia como o Twitter e o Google, aponta a análise.

Além disso, a proibição do uso de cartões de crédito, como os da VISA por exemplo, para a compra de bitcoins e criptomoedas imposta por várias instituições e bancos também afetaram o novo mercado, diz o relatório.

Por outro lado, a gigante dos cartões de crédito, Mastercard, tem constantemente registrado pedidos de patente no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO).

Em um dos documentos dessa ‘empreitada’ da empresa consta que o sistema vai gerenciar ‘reservas fracionárias no blockchain’, o que permitiria transações de Bitcoin em cartões de crédito, um meio de pagamento certamente muito esperado pelos consumidores entusiastas das criptomoedas.

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Bitcoin e criptomoedas iniciam a semana em leve alta

Bitcoin e criptomoedas iniciam a semana em leve alta

A cotação do bitcoin continua consolidada na faixa entre os US$ 6.000 e US$ 7.000 desde o dia 4 de setembro. Nesta manhã de segunda (08), a criptomoeda é negociada a US$ 6.650.

No Brasil, com a consolidação do preço, a variação do dólar tem sido o fator principal da variação da cotação. Após chegar próximo aos R$ 4,20, o dólar está cotado a R$ 3,83, o que fez a cotação do BTC cair no país. Em outubro, a criptomoeda opera em queda de 6%.

O volume negociado tanto nacional quanto internacionalmente está bem abaixo da média anual, o que tem colaborado para períodos de pouca volatilidade. Nas últimas 24 horas, menos de 130 BTC (R$ 3.309.893,00) foram negociados no Brasil nas principais corretoras. Nas exchanges internacionais, pouco mais de US$ 3 bilhões foram negociados, de acordo com o coinmarketcap.

Mercado em leve alta

O mercado de criptoativos, como um todo, está pouco volátil nas últimas semanas. Esperando uma direção do Bitcoin, algumas criptomoedas operaram em queda e outras em alta nos últimos sete dias.

O principal destaque negativo é o token XRP da Ripple, que caiu 14,47%, seguido pela Stellar e Dogecoin, com quedas superiores a 5%. Do lado oposto, TRON valorizou 20%, seguida pela NEM e Binance Coin, com 9,49% e 6,23% respectivamente.

O valor de mercado das criptomoedas se mantem acima dos US$ 200 bilhões, assim como o marketshare do bitcoin, que continua acima dos 50%.

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“XRP é cerca de 1.000 vezes mais rápido e menos caro que uma transação Bitcoin”, diz CEO da Ripple

“XRP é cerca de 1.000 vezes mais rápido e menos caro que uma transação Bitcoin”, diz CEO da Ripple

O CEO da Ripple, Brad Garlinghouse, diz que o XRP provou ser a criptomoeda mais eficiente quando se trata de mover valor de um local para outro.

Na conferência Swell 2018 em San Francisco, Garlinghouse disse ao Cheddar que ele não se concentra no preço do XRP e, em vez disso, analisa como a tecnologia pode ser usada para resolver problemas.

“Eu realmente não penso sobre o desempenho do preço. Eu penso no desempenho técnico. E eu penso sobre o fato de que XRP é cerca de 1.000 vezes mais rápido que uma transação Bitcoin e cerca de 1.000 vezes menos caro que uma transação Bitcoin.

O XRP demonstrou que é o recurso digital mais eficiente para resolver um problema de pagamento. O que eu digo internamente na empresa, genuinamente, é que não sei como pensar no preço do XRP ao longo de três dias, três semanas ou três meses. Penso em como vamos construir um produto e soluções incrivelmente bem sucedidas em cima dessa tecnologia descentralizada de código aberto para resolver um problema do cliente.”

Na mesma conferência, Garlinghouse anunciou que o xRapid, o produto de pagamento transfronteiriço da empresa que utiliza o XRP, está agora disponível comercialmente. A solução de software foi projetada para ajudar as instituições financeiras a reduzir os custos e melhorar a velocidade dos pagamentos internacionais.

O ex-presidente dos EUA, Bill Clinton, também falou no evento, dando seu aval à tecnologia, dizendo que as possibilidades são infinitas.

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Transferir Bitcoin custa 300 vezes menos que transferências bancárias, diz estudo

Transferir Bitcoin custa 300 vezes menos que transferências bancárias, diz estudo

Um pequeno estudo feito pelo News BTC e publicado na terça-feira (18), mostrou que transferir Bitcoin custa 300 vezes menos do que transferir dinheiro pelo sistema bancário tradicional.

Hoje em dia, enviar e receber dinheiro entre fronteiras é uma realidade. A maioria dos bancos oferece o serviço de transferência internacional, mas quanto custa?, questiona o estudo.

Para exemplificar como acontece essa grande diferença de taxas entre os dois tipos bem distintos de meio de transferências (rede bancária e blockchain), o site considerou as taxas de um dos maiores bancos dos Estados Unidos, o Bank of America, avaliado em US$ 302 bilhões.

De acordo com dados oficiais, a instituição cobra US$ 30 para transferência bancária doméstica e US$ 35 para transferência internacional enviada em moeda estrangeira — desde 2017, os chamados “especialistas” no setor financeiro criticaram o bitcoin por ser muito caro, frisou o News BTC.

Transferências internacionais passam por um intermediário para chegar à instituição financeira de destino. Neste caso, o site usou o sistema de transferência de fundos Fedwire, operado pelo Fed dos Estados Unidos, que cobra uma taxa de aproximadamente US$ 0,25 por transação.

Desta forma, os bancos, incluindo o Bank of America, estão lucrando cerca de US$ 29,75 por transação, o que representa uma margem de lucro de 83% por operação.

A maior taxa de transação do bitcoin já aplicada foi novembro e dezembro do ano passado, quando cresceu e muito a demanda pela criptomoeda e também pelas altcoins.

Naquela época o bitcoin quase bateu US$ 20 mil com a valorização do mercado de criptomoedas que se aproximou de um US$ 1 trilhão.

As principais criptomoedas lutavam, então, para enfrentar um problema intrínseco do novo mercado, a escalabilidade, já que os sistemas blockchain não estavam prontos para lidar com um milhão de transações por dia.

No entanto, nos últimos oito meses, e com todo o mercado em baixa, a comunidade de desenvolvedores do código aberto do Bitcoin, do Ethereum e de outras criptomoedas consideradas grandes, trabalharam no aspecto de escalabilidade das redes públicas de blockchain.

Hoje o Bitcoin integra o SegWit e o Lightning Network (LN), enquanto a Ethereum está implementando o Sharding e o Plasma como soluções de escalabilidade para a ampliação da capacidade de transação nas redes.

A taxa de transação do Bitcoin caiu significamente para menos de US$ 1 e a taxa média oscilou em torno de US$ 0,1 ao ano, o que representa apenas 40% da taxa base do Fedwire e 300 vezes mais barata que a taxa de transferência bancária dos principais bancos dos EUA, mostrou o site.

Vale lembrar que no mercado criptoeconômico o valor da transação não altera ou afeta a taxa e o usuários pagarão sempre o mesmo, seja para  US$ 1 milhão em BTCs ou para um simples café da manhã de US$ 10, desde que o tamanho de entrada e saída seja idêntico.

No setor bancário tradicional, para enviar US$ 1 milhão, os usuários têm que cobrir milhares de dólares ou às vezes dezenas de milhares de dólares para garantir o pagamento.

As enormes taxas foram uma das principais razões por trás da rápida adoção do Bitcoin, concluiu o News BTC.

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XP Investimentos anuncia corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum

XP Investimentos anuncia corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum

Depois de muita enrolação, a XP Investimentos anunciou na quinta-feira (20) que vai lançar uma corretora de criptomoedas para negociar Bitcoin e Ethereum. A declaração torna oficial as informações sobre o novo projeto que o Portal do Bitcoin havia publicado em abril deste ano.

Em evento da empresa, o Expert 2018, falando para um centenas de pessoas, o presidente da empresa, Guilherme Benchimol, confirmou que o nome da corretora será XDEX e que o projeto deve ser lançado dentro de “semanas ou meses”.

Estranhamente, o presidente da maior empresa de investimentos do Brasil, com 500 mil clientes ativos e mais de R$ 120 bilhões sob custódia, não pareceu simpático ou convencido do projeto. “É um tema que, confesso eu, era melhor que não existisse”, disse para o público.

Mas quando ele comparou o números, viu que não havia alternativa: “Hoje existem três milhões de brasileiros que possuem exposição a Bitcoin no Brasil e 500 mil pessoas que investem em ações. Então, olhem a discrepância. A gente se sentiu na obrigação de avançar neste mercado”.

A corretora será totalmente separada da nossa holding financeira e é um projeto 100% B2C (bussines to consumer), conforme Benchimol. No futuro, caso a legislação permita será integrada à empresa.

A chegada de uma empresa do porte da XP ao mercado consolida o posição das criptomoedas no mercado brasileiro e pode ajudar a eliminar as desconfianças de que parte das pessoas ainda tem sobre o Bitcoin.

Boas notícias dos reguladores

A novidade vem depois de dois anúncios importantes pelos órgãos reguladores do mercado brasileiro. No dia 18, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) decidiuque “a ausência de regulamentação em hipótese alguma deve servir de argumento para tolher a livre iniciativa”.

E por isso iria abrir um inquérito administrativo contra os bancos Bradesco, Itaú, Banco Santander, Banco do Brasil, Inter e Sicredi por encerrarem as contas das corretoras de criptomoedas. Ironicamente, o Itaú comprou 49,9% da XP em 2017.

Além disso, na quarta-feira, um dia antes do anúncio, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) autorizou o investimento indireto em criptomoedas por meio de aquisições de derivativos e cotas de fundos do exterior. A circular da autarquia do ministério da Fazenda prevê também “outros ativos negociados em terceiras jurisdições, desde que admitidos e regulamentados naqueles mercados”.

Detalhes sobre a XP

Como mostrou a apuração do Portal do Bitcoin, de acordo com dados da Receita Federal, a XP havia registrado a XDEX INTERMEDIACAO LTDA, cujo capital social consta como R$ 25 milhões.

Os dados da Junta Comercial do Estado de São Paulo mostram que a empresa já teve outro nome: foi batizada de XP COIN INTERMEDIACAO em agosto de 2017. No final de novembro, quando recebeu uma injeção de capital de R$ 5 milhões, a futura corretora virou a XDEX. Em fevereiro de 2018, um novo aporte de R$ 20 milhões é realizado.

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Bancos x Corretoras de criptomoedas: Cade vai investigar Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander

Bancos x Corretoras de criptomoedas: Cade vai investigar Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander

“A ausência de regulamentação em hipótese alguma deve servir de argumento para tolher a livre iniciativa”. Essa foi a resposta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aos bancos Bradesco, Itaú, Banco Santander, Banco do Brasil, Inter e Sicredi que encerram as contas das corretoras de criptomoedas e por isso serão investigados por infração à ordem econômica.

O órgão regulador decidiu na noite da última terça-feira (18) que vai abrir um inquérito administrativo para apurar as possíveis infrações efetuadas pelas instituições financeiras.

A Superintendência-Geral do Cade irá analisar se os fatos trazidos ao seu conhecimento por meio do processo administrativo movido pela Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB) “constituem indícios de práticas anticoncorrenciais, nos termos da Lei nº 12.529/2011”.

A defesa dos bancos de que a ausência de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) das exchanges traria a suspeita de prática de ilícitos e que “a falta de regulamentação do setor também aumentaria o risco para as instituições financeiras” foi rechaçada pela Superintendência-Geral do Cade.

O órgão regulador afirmou, por meio de uma nota técnica, que “a falta de uma classificação própria” no CNAE e “de regulamentação de um setor não o torna ilícito”.

“O mercado de corretagem de criptomoedas é um mercado novo e é natural que decorra um lapso temporal entre o surgimento de novos mercados e sua regulamentação”.

Assim, a autarquia federal que regula a os argumentos trazidos pelos bancos de que o encerramento das contas teria se dado por suspeita de prática de atividades ilícitas não se justificavam para a medida tomada pelas instituições financeiras.

“Não parece razoável que os bancos apliquem medidas restritivas a priori, de forma linear a todas as empresas de criptomoedas, sem analisar o nível de compliance e as medidas anti-fraude adotadas por cada corretora, individualmente, conferindo um tratamento de ilegalidade per se à atividade de corretagem de criptomoedas.”

O inquérito administrativo vai apurar se havia “outros meios alternativos” a serem tomados pelos bancos, tendo em vista que o encerramento de contas seria algo “drástico” o qual pode “impedir o desenvolvimento de um mercado nascente” por serem “imprescindíveis para o bom funcionamento das corretoras”.

O órgão regulador, por outro lado, afirmou que será também analisado “se as corretoras de criptomoeda estão tomando as precauções necessárias para evitar qualquer risco de crime financeiro por parte de seus clientes”.

Sem medida preventiva

Apesar de a Superintendência–Geral do Cade afirmar que os fatos narrados pela ABCB “são aptos a produzir quaisquer efeitos previstos como anticoncorrenciais”, negou o pedido de Medida Preventiva feito pela Associação.

O órgão afirmou que não era possível naquele momento “determinar uma medida de abstenção de encerramento ou de obrigação de abertura de contas correntes”. Mesmo com a existência dos “indícios das práticas”, o Cade disse que esses “são insuficientes para que se conclua pelo dano iminente e irreversível” as exchanges e desta forma não haveria justificativa para “uma intervenção”.

Além disso, a Superintendência-Geral da autarquia afirmou que os “riscos envolvidos relacionados à fraude e lavagem de dinheiro” argumentados pelos bancos era algo preocupante.

“A adoção de tal medida poderia elevar o risco de atuação das instituições financeiras ao limitar o combate a práticas de fraude e lavagem de dinheiro, dano esse não possível de mensuração nesse momento, mas que poderia prejudicar o regular funcionamento do sistema financeiro”.

A finalidade dessa medida seria de que os bancos se abstivessem de negar abertura de contas correntes da corretoras de criptoativos, de fechar as existentes e também para que as contas já fechadas fossem reabertas enquanto se discute no Cade se houve ou não prática anticoncorrencial.

Elucidando direito

A conduta anticoncorrencial é aquela em que uma das partes procura “limitar, falsear ou de qualquer forma prejudicar a livre concorrência ou a livre iniciativa” dominando o “mercado relevante de bens ou serviços”, aumentando de “forma arbitraria os lucros” e exercendo  “de forma abusiva posição dominante”.

Essas definições estão no artigo 36, da Lei 12.529/2011, a qual dispõe sobre a prevenção e repressão às infrações contra a ordem econômica, além de estruturar o Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência.

Essa mesma lei é a que concede (nos artigos 13 e 66), à Superintendência-Geral do Cade, a competência para se instaurar inquérito administrativo para apuração de infrações à ordem econômica.

O Cade, por meio de sua Procuradoria Federal pode ainda requerer ao Judiciário, elementos que auxiliem no inquérito. Não foi por acaso, que a ministra Nancy Andrighi recomendou que fosse “encaminhado ao órgão regulador uma cópia” do julgamento do Recurso Especial 1696214/SP, que envolve o Mercado Bitcoin e o Banco Itaú.

A ministra afirmou que isso ajudaria a ter uma “melhor apuração dos fatos descritos como infração à Ordem Econômica”.

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Criptomoedas vão atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, diz bilionário Tim Draper

Criptomoedas vão atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, diz bilionário Tim Draper

Tim Draper, bilionário investidor americano, disse que o mercado de criptomoedas vai crescer 400 vezes e atingir US$ 80 trilhões em 15 anos, segundo publicação do Deal Street Asia nesta sexta-feira (14).

Para exemplificar sua previsão, o empresário comparou o momento atual do mercado de criptomoedas com as primeiras companhias que surgiram com a internet, chamadas de ‘empresas pontocom (.com)’, uma verdadeira febre nos anos 90.

No entanto, o empresário alertou que para isso acontecer, criptomoedas como bitcoin, por exemplo, devem ter uma queda antes de chegar ao patamar previsto por ele. Ele acredita que a ‘grande onda’ ainda não chegou.

“A internet começou do mesmo jeito. Veio em grandes ondas e desmoronou. E então a próxima onda vem concentrada, muito maior. Presumo que a mesma coisa aconteça aqui”, disse Draper.

Ele também afirmou que ‘a ignorância’ foi a razão pela qual o preço do bitcoin e de outras criptomoedas ter caído drasticamente desde a alta recorde alcançada no ano passado, de acordo com o site.

Sobre a tecnologia blockchain, o bilionário disse que várias indústrias em todo o mundo podem se transformar, mas que haverá, no entanto, uma grande diferença da disrupção que a internet causou com a esperada pela blockchain.

“A internet foi atrás de indústrias que cresceram de US$ 10 a US$ 100 bilhões e a criptomoeda vai atrás de mercados de US$ 1 trilhão – finanças, saúde, seguros, bancos e governos”, previu o touro do bitcoin.

Esta não é a primeira vez que Draper conceitua as criptomoedas e a tecnologia blockchain como uma revolução financeira. Em junho deste ano ele previu que o Bitcoin, particularmente, será responsável por 10% (US$ 10 trilhões) do mercado financeiro global em dez anos.

Em março ele já afirmava que em cinco anos as criptomoedas seriam o principal meio de pagamento e, em abril, o investidor de capital de risco também previu que o preço do bitcoin chegaria a US$ 250 mil até 2022.

Em um leilão em 2014, Draper já se mostrava confiante no novo mercado, quando arrematou 30 mil BTCs (confiscados da Silk Road pela Justiça dos EUA) por US$ 18 milhões. Na época a unidade era cotada a US$ 650.

Um ano mais tarde, o capitalista de risco projetou que o preço do bitcoin chegaria a US$ 10 mil até o final de 2017, uma previsão que aconteceu em dobro. Draper já lucrou mais de US$ 300 milhões somente com o bitcoin.

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“Criptomoedas podem crescer 1000 vezes”, diz CEO da Binance em reposta a fundador do Ethereum

“Criptomoedas podem crescer 1000 vezes”, diz CEO da Binance em reposta a fundador do Ethereum

O CEO da Binance, Changpeng Zhao, mais conhecido como CZ, disse que as criptomoedas ainda têm espaço para crescer mais de 1000 vezes a longo prazo, à medida em que criptoativos como Bitcoin e Ethereum forem alcançando maior adoção como forma de pagamento.

De acordo com a publicação da CCN nesta sexta-feira (14), as palavras de CZ serviram de resposta às afirmações recentes do cofundador do Ethereum, Vitalik Buterin, que indicou uma estagnação no novo mercado financeiro ao afirmar que as valorizações exageradas das criptomoedas chegaram ao fim e que não haveria mais oportunidade de um crescimento de 1000 vezes.

CZ também fez um comentário acerca de outra afirmação de Buterin, que disse ser irrealista a possibilidade do mercado de criptoativos sair de US$ 200 bilhões para US$ 200 trilhões, o que seria o equivalente a 70% da riqueza global.

“Eu diria que as criptomoedas cresceriam absolutamente 1000 vezes ou mais. Basta atingir o valor de mercado do dólar e isso as aproximará do valor.”, afirmou CZ.

Ele também explicou que um aumento de mil vezes no preço só poderia ser considerado como uma meta irrealista se fosse avaliado com base no tamanho tradicional do mercado, o que implicaria que o mercado de criptomoedas teria que ultrapassar o mercado financeiro tradicional.

“Você também não pode usar o tamanho do mercado tradicional para medir o potencial de novas tecnologias ou indústrias. Se você usou (e as pessoas têm usado desta forma) o tamanho do mercado de táxis para estimar o potencial do Uber, você estaria um pouco fora”, acrescentou.

Como seria US$ 200 trilhões em criptomoedas

Com essa abundância, as criptomoedas seriam utilizadas como a principal fonte de pagamento, comentou a CCN. E todos os consumidores do mundo as utilizaria nos cartões de crédito e também como dinheiro. Os ricos teriam trilhões de dólares em criptomoedas em contas bancárias offshore e os bancos não mais operariam com o dinheiro fiat.

Ainda de acordo com o site, a confiança da CZ e de outros investidores de que o novo mercado pode competir com as moedas fiduciárias exige muitas décadas de integração experimental e adoção para que as criptomoedas atinjam o mainstream.

Criptomoedas há um ano

No ano passado o mercado de criptomoedas registrou sua taxa de crescimento anual mais explosiva até o momento, à medida que os principais criptoativos, como Bitcoin, Ethereum, Ripple e Bitcoin Cash, aumentaram de 30 a 500 vezes em um período de 12 meses.

Países como Japão e Coreia do Sul, responsáveis pelas maiores parcelas de negociações, demonstraram níveis nunca antes vistos de especulação e interesse, o que levou o preço do Bitcoin a ultrapassar US$ 24 mil em algumas bolsas do mundo.

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