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Especialistas brasileiros explicam o que levou o Bitcoin a bater os US$ 5 mil

Especialistas brasileiros explicam o que levou o Bitcoin a bater os US$ 5 mil

O Bitcoin teve uma alta de US$ 900 em menos de duas horas na madrugada dessa terça-feira (02), chegando a bater US$ 5 mil. Os motivos, contudo, dividem opiniões de especialistas do setor com quem o Portal do Bitcoin conversou.

Fernando Ulrich, analista-chefe da XDEX, disse que esse tipo de alta súbita é algo que o mercado não espera e que não há como saber precisamente o motivo para o ocorrido.

“Não se sabe algum catalizador específico. Uma alta dessas, quando é muito rápido assim, não se sustenta a longo prazo.

O fato é que nas horas seguintes de o Bitcoin ter chegado a marca dos US$ 5.100, o preço recuou e até o fechamento dessa matéria passou a ser negociado a US$ 4.748.

“Chegou a US$5 mil e logo caiu para US$ 4.700. Claro que nesse momento muita gente aproveita para realizar lucros”, afirma Ulrich.

O economista disse que o motivo mais provável tenha sido um aumento no volume de bitcoins transacionados conforme foi noticiado pela Reuters.

Oliver von Landsberg-Sadie, presidente-executivo da empresa de criptomoedas BCB Group, havia dito que isso teria sido desencadeado por uma ordem de US$ 100 milhões nas bolsas norte-americanas Coinbase e Kraken e na Bitstamp.

Segundo Landsberg-Sadie houve uma única ordem que foi gerenciada por algoritmos nesses três locais, de cerca de 20 mil bitcoins.

Esse aumento de volume poderia ter empurrado o preço do Bitcoin para cima na visão de Ulrich.

Boa notícia para o Bitcoin

Hélio Silva, CEO da startup Cloudbit.me e fundador do projeto Bitcoinkids, disse que o mercado é influenciado basicamente pelo volume de ativos negociados e pelas notícias.

“Quando tudo está lateralizado e sem volume expressivo, o que move o mercado é a notícia”, afirma.

Silva disse que um possível motivo pode ter advindo do fenômeno conhecido como FOMO (Fear of Missing out), que em português seria o famoso medo de ficar de fora de uma oportunidade.

A alta do Bitcoin ocorreu após a notícia de que a Comissão de Valores Mobiliários do Estados Unidos (SEC) estaria propensa a liberar o ETF do bitcoin.

A SEC havia anunciado no último dia 29 que estaria contratando especialistas em criptomoedas para analisar a ETF do Bitcoin. A notícia foi divulgada nessa segunda-feira.

Isso, na visão de Silva, fez com que muitas pessoas corressem para comprar Bitcoins.

“Essa notícia é vista como algo que causa expressividade no mercado. Postei isso às 00h50. Algumas horas depois que a notícia chegou nas mãos de boa parte dos operadores, todos saíram comprando”, disse.

Problemas a frente

Ulrich, entretanto, afastou a hipótese de que essa notícia tenha sido a razão para essa alta, pois ele defende que o mercado não tem segurança alguma se essa liberação vai ocorrer de fato.

“Isso está bem sabido no mercado que a aprovação do ETF foi postergada e ainda vai ser postergada de novo pela SEC”

Ele relata que esse é um mercado novo e ainda tem problemas a serem enfrentados como o caso de volumes suspeitos transacionados por exchanges no mundo inteiro que foi apresentado pela Bitwise à SEC.

Isso pode impactar no preço das criptomoedas, mas ele não acredita que haverá uma nova correção como aquela que ocorreu em 2018.

Crescimento à vista

Fausto Botelho, Ceo da Enfoque e analista técnico de Valores mobiliários, aponta que essa alta era esperada.

Ele explica que a razão para isso ter ocorrido foi “o rompimento do importante nível de resistência de US$ 4.200 logo depois do rompimento da reta resistência da tendência de baixa de longo prazo iniciada em Dezembro de 2017”.

Botelho explica que essa tendência de alta é óbvia tendo em vista que a queda do mercado de ações nos Estados Unidos pode trazer uma pequena parte de investidores para o setor de criptomoedas.

“O mercado de ações nos Estados Unidos está em queda e nisso pode ter um escape pequenino para o mercado de criptomoedas. Como a capitalização de mercado de ações é infinitamente maior do que esse de criptomoedas qualquer coisa que chegue trará um impacto enorme”.

Ele afirma que são US$ 80 trilhões a capitalização no mercado de ações mundial e que só a New York Stock Exchange (Bolsa de Nova York) tem capitalização de US$ 28 trilhões. Isso não se compara com os US$ 163 bilhões recentemente alcançados pelo mercado de moedas criptografadas.

“Se vier um por cento da capitalização da NYSE (Bolsa de Nova York) serão US$ 280 bilhões no mercado de criptomoedas, quase o dobro do que esse mercado tem hoje. Eu acho que o Bitcoin pode subir ainda mais”, afirma.

Botelho afirma que esse aumento no valor da criptomoeda já tem precedente desde 2011. “Já aconteceu três vezes uma alta nos moldes que ocorreu em 2017 e se ocorrer algo semelhante com isso estaremos vendo o mercado chegar em US$ 65 mil”.

SOS GUINCHOS

 

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“Valor do Bitcoin nunca será zero”, admite ex-economista do FMI crítico de criptomoedas

“Valor do Bitcoin nunca será zero”, admite ex-economista do FMI crítico de criptomoedas

Kenneth Rogoff, um economista da universidade de Harvard que serviu como economista-chefe no Fundo Monetário Internacional (FMI) em 2001-03, argumentou recentemente que criptomoedas como o Bitcoin são “bilhetes de loteria” que podem não valer nada.

De acordo com um artigo escrito para o The Guardian, Rogoff acredita que apostar em criptomoedas é arriscado pois governos com “economias avançadas” não as vão tolerar, mas poderão ser adotadas por governos sob sanções americanas, como a Somália, a Síria, o Irão, e a Coreia do Norte.

No seu artigo, revelou que, numa conferência em que esteve, muitos fãs de criptomoedas viam o preço das mesmas subir de tal forma que teriam uma capitalização de mercado de trilhões de dólares num futuro próximo.

Rogoff relembrou que argumentou que o bitcoin deve cair para US $100, mas que o seu valor não será zero. Acrescentou:

O jeito certo de pensar nas moedas de criptomoedas é como bilhetes de loteria que valem a pena em um futuro distópico onde elas são usadas em estados desonestos e falidos, ou talvez em países onde os cidadãos já perderam toda a aparência de privacidade

De acordo com o economista, não é coincidência a Venezuela ter sido o primeiro país a lançar uma criptomoeda, o petro. O grande obstáculo que as criptomoedas enfrentam, afirma, é o de serem adotadas para que possam ser usadas na compra de bens e serviços, além dos ilícitos.

No artigo acrescentou que se os governos em todo o mundo decidirem que é ilegal utilizar criptomoedas em lojas e bancos, isto levará ao seu colapso. Respondendo ao argumento de que bitcoin é “ouro digital,” Rogoff afirmou que ouro tem vários usos além de ser uma reserva de valor, e com a tecnologia tem vindo até a ser usado em iPhones e veículos espaciais.

De acordo com Rogoff, a natureza de sistemas descentralizados como a blockchain das criptomoedas faz com que sejam menos eficientes do que sistemas centralizados, como os dos bancos centrais. Para o economista, isto significa que resolver o “custo energético fenomenal” da rede do bitcoin não serviria de muito.

As suas características, que permitem transacionar de forma semianônima, significam para o economista que governos com “economias avançadas” não a vão tolerar. Sem estas características, afirma, ninguém a utilizaria.

Potencial do Bitcoin

No artigo o economista responde ainda que quem acredita no potencial do bitcoin afirma que o seu valor poderá subir desde que seja percebido como ouro digital. Quanto a isto, argumenta que economistas como ele têm trabalhado neste problema há cinco décadas e que observaram não ser bem assim.

Pelas suas palavras:

[Nós] descobrimos que as bolhas de preços em volta de ativos intrinsecamente inúteis devem eventualmente estourar. Os preços dos ativos que possuem valor real subjacente não podem desviar-se arbitrariamente dos benchmarks históricos

Acrescentou ainda que moedas fiduciárias emitidas por governos não são apenas uma convenção social, pois estes governos pagam a empregados e fornecedores em moeda fiduciária, além de exigirem impostos nela. Aqui, Rogoff negligencia que o estado americano de Ohio já aceita o pagamento de impostos também em bitcoin.

Perto do final do seu artigo reconhece, no entanto, que é ainda cedo para tirar conclusões acerca do futuro das criptomoedas. Afirma que acredita que bancos centrais vão “entrar no jogo,” e que a verdadeira questão é se vamos ver governos apropriar-se do que foi feito pelo setor privado, ou regularem criptomoedas para evitarem evasão ao pagamento de impostos e lavagem de dinheiro.

Conclui que a queda dos preços das criptomoedas não deve ser vista como uma surpresa, pois estas são “bilhetes e lotaria” com uma grande probabilidade de não valerem nada, e uma pequena probabilidade de virem a valer muito no futuro por “motivos atualmente difíceis de antecipar.”

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“Nós alertamos”, diz presidente do Banco Central do Brasil sobre queda das criptomoedas

“Nós alertamos”, diz presidente do Banco Central do Brasil sobre queda das criptomoedas

Antes de deixar o cargo de presidente do Banco Central do Brasil (BC) para dar lugar a Roberto Campos Neto, o diretor do banco Santander escolhido pelo presidente eleito Jair Bolsonaro, o economista Ilan Goldfajn voltou a atacar as criptomoedas.

De acordo com uma publicação do Estadão na semana passada, Goldfajn disse que as criptomoedas preocupam o órgão porque elas não têm lastro e, portanto, não possui garantias por nenhuma instituição governamental.

“Desde o nosso alerta no ano passado, as criptomoedas desvalorizaram em 60%. As criptomoedas também não podem ser caminho para lavagem de dinheiro”, disse o presidente.

Em dezembro do ano passado, Goldfajn havia dito que as criptomoedas eram uma típica bolha e pirâmide. Mais tarde, em abril, ele baixou virulência das críticas ao Bitcoin e o classificou apenas como “um ativo arriscado”.

A fala foi durante sua participação num spread bancário promovido pela Febraban em São Paulo. Bem mais ameno e, em alguns pontos, elogiando a criptomoeda, o presidente disse na ocasião:

“O Bitcoin tem uma tecnologia por trás, o Blockchain, que tem tido sucesso. É uma inovação que deve ser incentivada”.

Naquele momento ele também afirmou que o bitcoin não poderia ser tratado como moeda por causa da alta flutuação e da falta de um banco central por trás como garantia.

“O Bitcoin não é uma moeda, é um ativo. Quem está investindo tem que saber que é arriscado”.

Ao mesmo tempo em que alertava, o executivo também condenava a imprudência de pessoas que arriscam tudo num mercado novo e volátil.

Goldfajn usou como exemplo o risco que alguns americanos estavam entrando na época ao hipotecar suas casas para investir em bitcoin.

“Não é o que eu chamaria de prudente”.

Saída da presidência do BC

Sobre a não permanência na presidência do Banco Central, Ilan Goldfajn relatou que a decisão veio por razões pessoais e preferiu não revelar.

“Venho do setor privado e resolvi retornar às origens. Se houvesse um mandato fixo para o BC, talvez essas questões pessoais não se colocassem”, disse Goldfajn em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

O presidente disse que várias mudanças simultâneas não é saudável para a sociedade e que a autonomia sugerida por ele não se refere a poder fazer tudo o que quiser, mas é um política que poderia promover metas.

“Dos maiores 40 bancos centrais do mundo, o Brasil é o único que não tem autonomia”, concluiu.

Projeto que inclui autonomia do BC será votado em 2019

Um projeto que visa a autonomia do Banco Central do Brasil está em trâmite na Câmara dos Deputados. No entanto ele só deve ser posto em votação no início do ano que vem, diz o Estadão.

Caso seja aprovado, a liberdade dentro da instituição tão almejada por Goldfajn, ficará a deleite do seu substituto.

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“Bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu”, diz presidente da maior Bolsa de Valores do mundo

“Bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu”, diz presidente da maior Bolsa de Valores do mundo

Jeff Sprecher, presidente da Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) disse em um evento em Nova York, na terça-feira (27), que apesar do mercado em baixa, ele está confiante de que as criptomoedas sobreviverão.

“Francamente, sim”, disse ele ao ser questionado sobre o atual momento da criptoeconomia na conferência Consensus: Invest, conforme reportagem da CNBC.

No entanto ele frisou que, por ser um operador de bolsa, não é muito elegante ficar opinando sobre isso.

O presidente da bolsa nova-iorquina observou que o bitcoin ainda é o ‘barômetro’ pelo qual todas as outras criptomoedas são julgadas.

“De certo modo, o bitcoin foi ao fundo do poço e sobreviveu. Existem milhares de tokens que você pode argumentar que são melhores que ele, mas ainda assim ele sobrevive, prospera e atrai atenção”, disse ele.

Sprecher também é CEO da detentora da NYSE, Intercontinental Exchange (ICE), que está trabalhando em parceria com a Microsoft e a Starbucks para lançar, em janeiro, a Bakkt — o lançamento, previsto para dezembro, foi adiado para 24 de janeiro de 2019.

Futuros de Bitcoin

A nova companhia, cujo foco é facilitar futuros de bitcoin, tem como diretora executiva a também americana Kelly Loeffler, esposa de Sprecher, que o acompanhou na conferência.

A Bakkt fornecerá custódia e rastreamento de preço para o bitcoin, o que é regulamentado como uma commodity pela Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities (CFTC) — projetada para ser livre de manipulação de mercado e fraude.

A Nasdaq, segunda maior bolsa de valores do mundo, também segue com o plano de lançar uma bolsa de futuros de Bitcoin no primeiro trimestre de 2019.

O maior desafio, no entanto, é conseguir satisfazer os critérios do reguladores americanos, em especial a CFTC. Uma vez que todos os requisitos forem contemplados, os contratos poderão ser lançados.

Tudo isso está pavimentando o caminho para a entrada em massa de investidores institucionais no mercado de criptomoedas.

“O que está acontecendo nos bastidores é que empresas têm sido formadas para criar infraestrutura e assim permitir a integração de uma categoria totalmente nova, que são os investidores institucionais”, disse Barry Silbert , fundador do Digital Currency Group.

Silbert ressaltou, ainda, que “nos bastidores ninguém diminuiu a velocidade”.

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Empresa brasileira de arbitragem de Bitcoin cria operação para impedir golpes

Empresa brasileira de arbitragem de Bitcoin cria operação para impedir golpes

A empresa AnubisTrade, especializada em arbitragem com criptomoedas, foi vítima de estelionatários no último mês. Os scammers utilizaram o nome da plataforma para dar golpes em clientes e potenciais clientes da empresa e o prejuízo totaliza cerca de R$20 mil.

O caso, que está sendo acompanhado pela 4ª Delegacia de Polícia especializada em Delitos praticados por Meios Eletrônicos, consiste em golpes de estelionato por meio de redes sociais, pelas quais os criminosos oferecem às pessoas serviços inexistentes com promessas de altos lucros.

Os estelionatários usavam o nome da empresa e de seus dirigentes e grande parte dos golpes ocorria via Telegram.

Matheus Grijó, CEO da AnubisTrade, disse que a empresa está dando todo o suporte jurídico as vítimas por meio de seu advogado Alexandre Bandarra e que há “um perito de rastreio em Blockchain que já auxilia a polícia em crimes deste tipo”. Mas por questão de segurança não revelou o nome desse profissional.

Bandarra, o advogado da plataforma, afirmou que o prejuízo contabilizado até agora foi algo em torno de 1,22 Bitcoin, o que poderia chegar a quase R$20 mil. Num dos casos, o cliente chegou a ter o prejuízo de 0,5 bitcoin.

Bandarra afirma que em relação a um caso específico, o scammer foi bastante inteligente, se passando poro Matheus Grijó, criando um Telegram e Messenger idênticos ao do empresário, e perguntando à vítima como estava funcionando a plataforma e se tinha alguma crítica.

Ladrões de bitcoin

Essa estratégia foi feita para conquistar a confiança da vítima. Bandarra afirma que a vítima nesse caso “tinha acabado de enviar um valor para conta dela” e comentou isso com o golpista que acabou pedindo “um print da confirmação e o e-mail cadastrado pois ele iria agilizar o depósito para entrar em operação o mais rápido possível”.

Depois de ter posse de todos os dados desse cliente, o estelionatário se passou por esse cliente e chegou a conversar com Grijó “informando que havia criado a conta, feito o depósito porém esse ainda não tinha caído”, afirma o advogado.

Nisso, diz Bandarra, que o próprio Grijó caiu no golpe e “confirmou que o depósito já havia sido identificado e enviou um print da confirmação do depósito para o scammer”.

“O criminoso então pegou esse print, enviou para a vítima para ganhar credibilidade, e posteriormente ofereceu um outro produto de maior rendimento e limitado. Mesma história dos prints. Nesse caso, como o scammer obteve dados que só nós teríamos acesso utilizando os dados da vítima, nós a ressarcimos”, disse.

Bandarra afirma que está montando um dossiê com todos os dados que possam auxiliar com a investigação e aconselha as vítimas a registrarem o “Boletim de ocorrência por estelionato, e nos envie o protocolo do BO para que possamos levar todos os dados junto com o dossiê até a delegacia de crimes cibernéticos”.  Até o momento apenas uma vítima levou o caso à polícia.

Para se prevenir

Por meio de nota, a empresa informou que ninguém da sua equipe “irá contatar você em suas redes sociais ou aplicativos de mensagens” e que todos os seus produtos “são oferecidos exclusivamente via plataforma oficial no endereço http://anubis.website”.

“Devido à grande quantidade de tentativas e golpes, a equipe Anubis retirou qualquer tipo de suporte ao usuário feito fora da plataforma. Assim, todas as dúvidas e dificuldades técnicas devem ser sanadas via canal oficial dentro da plataforma”.

A equipe da empresa de criptomoedas , na mesma nota, aconselha  aos investidores sempre desconfiar “de toda e qualquer oportunidade única de investimento” e que nunca envie valores para aqueles que “fizerem contato privado oferecendo este tipo de produto. Pois, quase a totalidade desses casos são golpes: crime de estelionato (art. 171 do Código Penal).”

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Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Negociado a US$ 4.300 na terça (20), o Bitcoin voltou a respirar e subiu 10% desde sua menor cotação no ano. Às 7:00 de quarta (21), a criptomoeda já era negociada próximo aos US$ 4.800.

No Brasil, o Bitcoin opera em alta de 6,24% no dia, cotado a R$ 17.472. Nas últimas 24 horas, 873 BTCs foram negociados nas principais exchanges do país, equivalentes a mais de R$ 14 milhões.

Com a queda, o bitcoin acumula uma desvalorização de 65% no ano e de 78% desde o seu topo histórico. Em 2018, o BTC fechou o mês positivo em apenas três ocasiões: fevereiro, abril e julho.

Mercado tenta recuperação

Com quase todas as criptomoedas experimentando suas menores cotações anuais, o valor de mercado também caiu para o menor nível de 2018, US$ 148 bilhões, patamar semelhando a outubro de 2017.

Entretanto, os criptoativos parecem estar respirando nesta quarta, apesar de se manterem bem abaixo da cotação de uma semana atrás, quase todos operam em alta nas últimas 24 horas.

Enquanto a maioria teve quedas superiores a 30%, o XRP, token da Ripple, desvalorizou apenas 9,5% na semana. O Bitcoin Cash, que teve o evento do hard fork ao seu lado, foi o que mais sofreu, com uma queda de 51,79%.

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Custo de energia para minerar bitcoin é mais que o dobro para obter cobre e ouro

Custo de energia para minerar bitcoin é mais que o dobro para obter cobre e ouro

Um estudo realizado pela Nature e publicado nesta segunda-feira (05) revelou que a quantidade de energia necessária para minerar um determinado valor em bitcoin é mais do que o dobro exigido para minerar o mesmo em cobre, ouro ou platina.

De acordo com a pesquisa, os dados sugerem que o ‘trabalho virtual’ que sustenta o bitcoin, ethereum e outras criptomoedas é mais parecido com a mineração real do que se poderia imaginar, disse o The Guardian, que também noticiou o assunto.

O estudo revela que para se ter 1 dólar de bitcoin vai precisar de aproximadamente 17MJ (megajoules) de energia, enquanto que para obter o mesmo valor em cobre, ouro e platina são necessários 4, 5 e 7 MJ, respectivamente.

[Joule é a unidade tradicionalmente usada para medir energia mecânica, também utilizada para medir energia térmica. No Sistema Internacional de Unidades, todo trabalho ou energia são medidos em joules. A unidade recebeu este nome em homenagem ao físico britânico James Prescott Joule.

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Ripple tem forte alta; Bitcoin e criptomoedas continuam estabilizados

Ripple tem forte alta; Bitcoin e criptomoedas continuam estabilizados

XRP, o token da Ripple, subiu mais de 20% nas últimas 24 horas. Após algumas semanas na casa dos US$ 0,45, a criptomoeda teve uma forte valorização e chegou a ser negociada acima dos US$ 0,56.

Qual foi o motivo da alta?

Ao longo da semana passada, a Ripple teve algum progresso em relação à adoção e integração de seus produtos de liquidez baseados em blockchain.

Na Conferência Econômica Global Islâmica de 2018, Dilip Rao, chefe global de infra-estrutura da Ripple, divulgou os planos da empresa de expandir para o Oriente Médio, estabelecendo um escritório em Dubai.

“Eu acho que o governo dos Emirados Árabes dizendo que 50% de todas as transações do governo serão em tecnologia de contabilidade distribuída até 2020 é uma maneira fantástica de incentivar a inovação.”

Rao afirmou que as instituições financeiras da Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein e Omã já começaram a utilizar XRP para processar pagamentos transfronteiriços ou executar testes-piloto na rede blockchain de Ripple.

O progresso nos planos da Ripple Labs para expandir seu alcance em toda a Ásia e incentivar a adoção da XRP poderia ter contribuído para a recuperação de curto prazo do ativo digital nos últimos dias.

O movimento vai continuar?

De acordo com Hsaka, um trader de criptomoedas, a forte alta do XRP não é necessariamente inesperada devido ao período de consolidação de 20 dias que ela passou.

Mas, enquanto o ímpeto do XRP permanece forte, o analista afirmou que permanece incerto se a Ripple pode estender o movimento ao longo das próximas 12 a 24 horas.

Mercado de criptoativos tentando retomar crescimento

Enquanto a Ripple vive um bom momento, o bitcoin amargura tempos de estabilidade. No Brasil, o BTC é negociado a R$ 23.916 e caminha para quase 30 dias abaixo dos R$ 25 mil.

Algumas outras criptomoedas, na última semana, tiveram valorizações superiores a 10%. O maior destaque é do Bitcoin Cash, que valorizou 35% enquanto aguarda o seu novo hard fork, programado para acontecer ainda em novembro. Stellar, Litecoin, Cardano e IOTA também operam em alta na semana.

Com o mercado levemente mais otimista, a capitalização das criptomoedas voltou a ficar acima dos US$ 215 bilhões.

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Mineração de bitcoin pode acelerar aquecimento global: Estudo

Mineração de bitcoin pode acelerar aquecimento global: Estudo

Um estudo realizado por pesquisadores da Universidade do Havaí (EUA) sugere que o Bitcoin sozinho tem o potencial para empurrar o aquecimento global e elevar a temperatura do planeta em 2ºC até 2034 devido ao consumo de energia elétrica na atividade de mineração.

O relatório publicado pela revista Nature Climate Change na segunda-feira (29) diz que essa mudança no clima pode acontecer caso as criptomoedas sejam adotadas no mesmo nível que outras tecnologias hoje amplamente usadas.

Katie Taladay, coautora do estudo, disse que atualmente já é difícil controlar emissores que alteram o clima, considerando o aumento da população e do consumo e a falta de vontade política. E agora ela diz que o Bitcoin é um problema a mais. “E então veio o bitcoin…”, relata a Forbes.

Um grande problema que surgiu com o bitcoin é o consumo de energia elétrica na atividade de mineração, necessária para a validação e funcionamento da rede. No entanto, há críticos ao relatório da Nature que acham que é imprudência divulgar um estudo como este.

Jon Koomey, que por mais de 20 anos foi cientista do Lawrence Berkeley National Laboratory (LBNL) da Universidade de Berkeley, Califórnia, EUA, refutou o estudo e disse que os cálculos do uso de energia do Bitcoin são complicados.

“Uma coisa que NÃO devemos fazer é extrapolar de forma imprudente. Nenhum analista conceituado deveria jamais extrapolar dessa maneira, nem os leitores de relatórios sobre esse assunto devem se enganar por esse erro bem conhecido”, disse Jon Koomey ao site Think Progress.

Um dos autores do estudo, o professor e pesquisador Camilo Mora, disse, segundo a Forbes, que no futuro pode ser que criem uma tecnologia que produza eletricidade sem agredir o clima. Mesmo assim ele não é a favor.

“Mas é possível que não. Estamos dispostos a apostar quando está em jogo a viabilidade do nosso planeta? De acordo com o World Energy Outlook (WEO) da Agência Internacional de Energia, entre 55% e 65% da eletricidade até 2040 ainda pode ser produzida por carvão, gás e petróleo. Portanto, a descarbonização da eletricidade é algo que devemos pressionar mais, mas a conversão completa ainda está longe”, disse Mora.

As emissões estimadas produzidas pelo Bitcoin no ano passado são de 69 milhões de toneladas métricas de CO2, diz o estudo. Mora chama os números de alucinantes.

“Essa é a fonte de preocupação para nós. Se esta tecnologia é tão insignificante e a ‘pegada’ é tão grande, você pode imaginar se essa ‘coisa’ decolar?”.

Ele ressaltou que enquanto o Bitcoin ganha popularidade, as demandas por energia aumentam drasticamente.

“Não temos uma única coisa – nem agricultura, nem transporte – que podemos dizer que em 20 anos poderia aquecer o planeta em 2 graus. Mas o Bitcoin pode”, acentuou o pesquisador.

Randi Rollins, que também endossou a pesquisa, disse que suas estimativas são bastante conservadoras, pois a energia necessária para resfriar as plataformas de mineração sequer foram levadas em conta.

O estudo sugere que a atividade de mineração para fins lucrativos poderia ser tão destrutiva para o planeta quanto minerar o próprio planeta em busca de lucro, opina a Forbes.

Como o estudo foi conduzido

De acordo com o relatório, os pesquisadores incorporaram métodos usados pela plataforma Digiconomist. Eles rastrearam a eficiência de energia do hardware usado para mineração de Bitcoin com a localização geográfica dos mineradores e suas emissões de CO2 da produção de eletricidade.

Um outro argumento, segundo a Forbes, é que o problema da demanda de energia que o bitcoin desencadeou já não é mais culpa da criptomoeda, mas da humanidade, por não acelerar uma transição para a energia renovável.

Tornar a mineração mais fácil não resolve

Os autores do artigo argumentam:

“A redução do carbono [da mineração] do Bitcoin não deve se basear apenas em alguns hardwares ainda a serem desenvolvidos, mas incluir modificações simples no sistema. Um exemplo é adicionar mais transações por bloco ou reduzir a dificuldade ou o tempo necessário para resolver o problema”, diz um trecho do relatório.

No entanto, segundo a Forbes, isso poderia potencialmente deixar a moeda mais vulnerável à falsificação. E se for mais fácil de resolver, mais mineradores iriam aderir à atividade, mantendo ou aumentando a ‘pegada de emissões’ à medida que a adoção aumentasse.

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Restaurante em São Paulo passa a aceitar Bitcoin, Bitcoin Cash e Litecoin

Restaurante em São Paulo passa a aceitar Bitcoin, Bitcoin Cash e Litecoin

A Casa do Porco Bar, um dos restaurantes mais descolados de São Paulo, vai começar a aceitar Bitcoin, Litecoin e Bitcoin Cash como forma de pagamento.

A ampliação do serviço de pagamento deu-se após uma parceira da empresa com a plataforma de solução para sistemas de pagamento com criptomoedas CoinWISE.

De acordo com a empresa, a inovação, além de modernizar o meio de pagamento, visa atender todos os clientes ligados na tecnologia de criptomoedas.

Embora muitas pessoas estejam pouco familiarizadas com o sistema, o restaurante explicou que processo de pagamento não é complicado. É com uma maquinha com estilo parecido às de cartão de débito e crédito.

O cliente escolhe, então, o tipo da moeda digital que ele deseja usar, digita o valor da conta em reais e, automaticamente, o sistema calcula o montante em Bitcoin, Litecoin ou Bitcoin Cash.

Em seguida, um QR Code da transação é gerado, o cliente o escaneia com a própria carteira de criptomoedas e o processo é finalizado com uma mensagem de confirmação. O tempo do processo é de menos de um minuto, segundo o restaurante.

Lançada em 2009, a rede de criptomoedas vem crescendo diariamente e despertando cada vez mais o interesse dos usuários por se tratar de um pagamento mais rápido e eficiente, além da grande valorização no mercado, que em 2017, movimentou cerca de R$ 8,3 milhões no Brasil.

Bitcoin no comércio

A tendência é mundial, principalmente nos países asiáticos que cada vez mais vêm aderindo as criptomoedas para se conectar com vários serviços oferecidos, como supermercados, restaurantes, bares e cafés.

O número de restaurantes que aceitam o sistema de criptomoeda no Brasil ainda é pequeno e a Casa do Porco Bar passa a ser uma das pioneiras no novo serviço, o que não vai afetar a aceitação tradicional de cartões de créditos como Visa, Mastercard, Elo, Dinners e American Express.

O chef da Casa do Porco, Jefferson Rueda, também é responsável por mais três casas no centro de São Paulo: o Bar da Dona Onça, juntamente com a chef Janaína Rueda, o Hot Pork e a Sorveteria do Centro.

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