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PlayStation 5: SSD, gráficos 8K, ray tracing e retrocompatibilidade com PS4

PlayStation 5: SSD, gráficos 8K, ray tracing e retrocompatibilidade com PS4

Depois de vários rumores, surgem agora as primeiras informações oficiais sobre as características da PlayStation 5 graças a uma entrevista que Mark Cerny, principal responsável pela arquitetura de sistema da PS4, concedeu à Wired. E quais as grandes novidades da próxima consola da Sony? Suporte para gráficos 8K, ray tracing, SSDs, áudio 3D e retrocompatibilidade com jogos de PlayStation 4.

A nova PlayStation quer diferenciar-se do conceito da PS4 Pro, que foi, basicamente, um upgrade de hardware em relação à PS4. Assim, a PS5 terá componentes inteiramente novos, como um CPU de oito núcleos da AMD baseado na 3ª geração da linha Ryzen, que segue um processo de fabrico de 7 nanómetros e a microarquitetura Zen 2, e uma GPU customizada a partir de uma AMD Radeon Navi. Consequência: será capaz de suportar gráficos 8K, desde que, obviamente, o televisor ou monitor usado com a consola tenha essa resolução; e trará, pela primeira vez, o ray tracing para uma consola.

Por sua vez, a substituição de um disco rígido por um SSD deverá permitir velocidades de carregamentos bem mais rápidas. Um exemplo dado por Mark Cerny foi o jogo Spider-Man, que na PS4 levou 15 segundos a carregar, enquanto que na PS5 esse valor baixou para 0,8 segundos.

Já o áudio 3D deverá permitir uma experiência de som mais imersiva, tanto no caso de se estar a usar auscultadores ou as colunas da TV.

Por fim, a transição da PS4 para a PS5 promete ser mais suave que a da PS3 para PS4, uma vez que a Sony garante que haverá retrocompatibilidade a nível de jogos e de PSVR. É que a versão 5 da consola usará uma arquitetura semelhante à da 4, o que torna este processo mais fácil. Além disso, haverá a possibilidade de se comprar cópias físicas dos jogos, o que significa que continuará a ter um leitor de Blu-ray ou de uma tecnologia similar.

Apesar de não ter sido adiantada uma data de lançamento para a PlayStation 5, prevê-se que ela chegue ao mercado apenas no próximo ano e que, de início, os jogos sejam lançados tanto para PS4 como para PS5.

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Peak: As suas capacidades de memória e raciocínio vão ser postas à prova

Peak: As suas capacidades de memória e raciocínio vão ser postas à prova

Não é um jogo mas um conjunto de desafios que o Peak lhe propõe para ganhar agilidade e rapidez mental.

A aplicação quer treinar o seu cérebro e para isso usa a mesma lógica das apps de treino físico: definir metas, traçar um plano de treino e insistir. Depois há também a fase de medir resultados e comparar com os outros utilizadores, acompanhando a evolução com gráficos e métricas comparativas.

A verdade é que também treinar assim pode ser divertido e recompensador, e é nisso que a Peak aposta, com a competitividade a ajudar a manter o ritmo. A app sugere que reserve 10 minutos para este exercício mental, mas pode definir menos tempo e menos dias de treino.

Ao todo são mais de 45 jogos, um design apelativo e um “treinador” exigente. Mas nem tudo é grátis porque a principal intenção é levar os utilizadores a subscrever a versão premium.

Mesmo assim pode utilizar a versão gratuita e treinar grátis no iPhone ou iPad e também em smartphones e tablets Android.

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10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

10 informações que deve apagar do seu perfil de Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo. Ainda assim, com toda a certeza já terá lido alguma publicação a dar conta dos riscos que esta representa para a sua privacidade, sobretudo desde que o caso Cambridge Analytica chegou ao domínio público. Perante isto, há várias informações que não deve expor na rede.

Como resultado da sua dimensão, o Facebook pode colocar alguma informação pessoal em locais que não devia. Ao mesmo tempo, cumpre ser dito que a empresa está a rever  os seus termos e política de dados.

Em primeiro lugar, muitas destas informações podem parecer inócuas, mas se não se quer sujeitar ao escrutínio por terceiros, o melhor é seguir estas recomendações. O Indy100, elaborou uma lista com várias dos pontos e coisas que não deve colocar publicamente no seu perfil desta rede social norte-americana.

As informações a não publicar no Facebook

De acordo com a Statista, a rede social conta com cerca de 2500 milhões de utilizadores. Assim, perante tão significativa cifra, apercebemo-nos da real dimensão desta plataforma. Ao mesmo tempo, todos estes utilizadores podem, de uma forma ou outra, encontrar informação que, eventualmente, não devia ser pública.

Em seguida recolhemos algumas das coisas e informações que, idealmente, não deverá colocar, pelo menos de forma pública, no Facebook.

O aniversário

Ainda que seja uma das informações mais comuns nesta rede, é também um ponto de partida para se chegar a várias outros detalhes do utilizador. Com efeito, a partir da data de aniversário, por norma encontramos vários outros pontos, desde detalhes pessoais, profissionais ou mesmo financeiros.

O número de telefone

Publicar na rede social o seu número de telefone é uma boa forma de receber comunicações indesejadas. Com efeito, na melhor das hipóteses pode ser usado para algumas partidas ou por um admirador secreto. Porém, o acesso ao número telefônico pode ser explorado para vários outros fins e até mesmo para atacar a sua conta.

Nesse sentido, vimos já o número de telefone a ser utilizado como forma de ganhar acesso a outros dados do utilizador. Assim, não se sujeite a situações desagradáveis na rede social, nem toda a gente precisa, ou deve, conhecer o seu número de telefone.

Os seus “amigos” da rede social

Na sua época áurea, o Facebook estimulava os utilizadores a agregarem centenas de “amigos” virtuais na sua plataforma. Porém, de acordo com o estudo de Robin Dunbar, acadêmico da universidade de Oxford, só conseguimos manter uma amizade com até 150 pessoas. Daí em diante, estamos a enganar-nos.

Dunbar levou acabo um escrutínio dos 3375 “amigos” virtuais e chegou à conclusão que apenas uma ínfima fração destes podiam ser considerados, verdadeiros. Pessoas a quem podia recorrer em temos ou situações de necessidade.

Assim sendo, o nosso conselho passa por remover os amigos com quem nunca falou, mal conhece de vista, ou que adicionou por capricho. Tudo isto com o intuito de tornar a interação na rede social mais positiva, e leve.

Fotografias dos seus filhos menores ou de familiares menores

Tudo o que coloca de forma pública na rede social pode chegar ao olhar de mentes pouco honestas. Assim, existem já vários estudos a desaconselhar esta prática. As fotografias ou publicações com menores, filhos ou familiares, não devem ser feitas no Facebook.

Evocando aqui Victoria Nash do Oxford Internet Institute: “Que tipo de informação gostaria que a sua criança viesse a descobrir sobre si na rede social, anos mais tarde?”.

A escolha dos seus filhos ou familiares menores

Tal como na situação acima exposta, a publicação deste tipo de informações em nada o beneficiará. Aliás, de acordo com a NSPCC, estes detalhes são procurados por pedófilos e poderão por a sua criança em risco. Portanto, evite colocar no seu perfil alguma referência pública à instituição de ensino frequentada pelos seus filhos, sobretudo se estes forem menores.

Acesso aos serviços de localização pela rede social

Isto aplica-se à aplicação do Facebook para dispositivos móveis Android e iOS. À medida que os dispositivos móveis são o meio preferencial de acesso à rede social, a informação da sua localização pode facilmente ser divulgada no Facebook. Assim, a menos que o deseje, o melhor será desativar esta função nas apps.

Adicionou o seu patrão no Facebook?

É uma das situações mais recorrentes. Ainda que ao início pudesse parecer uma boa ideia, ou até mesmo algo inócuo. Contudo, tudo aquilo que faça na rede social pode agora chegar ao conhecimento do seu superior hierárquico. Até mesmo aquilo que, a não ser no calor do momento, teria dito, feito ou partilhado.

Ainda assim, pode controlar as definições de privacidade e visualização de conteúdos, excluindo-os de alguns contactos.

Identificações de locais em publicações na rede social

Pode já não ter os serviços de localização ativos, porém, lembre-se que todos sabemos que, por norma, não vivemos muito longe da área onde vamos tomar café, às compras ou outras atividades comuns. Dessa forma, não é difícil adivinhar o seu local de residência com base nas identificações da localização.

Informações sobre o destino, data e duração das férias

Ainda que seja uma boa ideia, para o Instagram (e mesmo aí o risco mantém-se), anunciar a sua ausência durante um determinado período de tempo da sua residência não é de todo recomendável. Por outras palavras, pode estar a anunciar um período de casa-aberta, mesmo que a intenção não seja vender o imóvel.

Não facilite a vida aos amigos do alheio.

O estado ou detalhes do seu relacionamento

Existem exceções, sendo a contração de matrimónio uma delas. Porém, o quão triste ou incómodo não será passar de “Numa relação” para “Solteiro(a)? E para quê expor tudo isso na rede social? A menos que seja efetivamente uma relação duradoura, o melhor é não anunciar em demasia.

Por fim, apontamos ainda as informações de cartões de crédito. Além de detalhes financeiros, ou mesmo bilhetes identificáveis pelo código de barras QR. Estes são apenas alguns dos vários exemplos, para que a rede social não lhe venha a trazer dissabores.

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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

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Carregamento wireless de múltiplos telemóveis já é possível

Carregamento wireless de múltiplos telemóveis já é possível

A Metaboards está a desenvolver superfícies que possibilitam o carregamento sem fios de vários telemóveis em simultâneo. A tecnologia Qi, atualmente utilizada pela Apple ou Samsung, apenas permite a utilização de um carregador por dispositivo.

A Metaboards, empresa sediada em Oxford, no Reino Unido, está a desenvolver uma tecnologia inovadora que vai permitir carregar vários telemóveis em simultâneo, bastando para isso pousá-los numa superfície.

Esta nova tecnologia baseia-se num novo tipo de materiais – designados por metamateriais – feitos de compostos como plástico ou metal organizados em estruturas geométricas, com propriedades que não existem na natureza. As bases da Metaboards são colocadas numa mesa ou secretária e qualquer dispositivo que seja colocado na sua superfície carrega a bateria apenas pelo contacto.

As bases serão fabricadas pela Metaboards em vários tamanhos, de modo a poderem ajustar-se a diferentes mesas ou secretárias. A empresa acredita que, se vierem a ter o impacto no mercado que espera, no futuro poderão vir já incorporadas no próprio móvel.

Nedko Ivanov, CEO da Metaboards, afirmou à Business Cloud que esta tecnologia poderá vir a ser adotada em massa, pois considera que os carregadores Qi são bastante limitados. A tecnologia utilizada atualmente por marcas como a Apple ou Samsung apenas permite o carregamento de um dispositivo de cada vez. De notar que a Apple cancelou recentemente o AirPower, incentivando ao surgimento de novas soluções Qi.

A Metaboards tem contrato com uma das maiores fabricantes de smartphones para apresentar uma prova de conceito. Nedko Ivanov espera conseguir acordo com mais duas até ao fim de ano, de forma a poder massificar esta nova tecnologia.

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O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O futuro dos jogos, ou do gaming, passará pela nuvem – a cloud. Se em 2018 os sinais já estavam no horizonte, neste início de 2019 tudo se tornou perfeitamente claro. Assim, desde o Stadia da Google ao novo projeto da Microsoft, o xCloud que trará os melhores jogos da consola Xbox para os dispositivos Android, estamos perante um novo paradigma. Os serviços de streaming de jogos são o novo Graal.

Algo que nem mesmo a Sony conseguiu fazer, até ao momento e na perfeição, com o ecossistema PlayStation.

Com a semana passada a ficar marcada pelos destaques da Google e do seu Stadia, agora é a vez da Microsoft dar que falar. Aliás, já tínhamos visto o responsável máximo da Xbox a prometer grandes surpresas para o “cloud gaming” e o xCloud é a prova disso mesmo. Também esta empresa se dedicará ao jogo na nuvem.

A Microsoft quer mitigar as diferenças de jogo na consola e no Android

Assim sendo, o intuito do xCloud será criar um serviço de streaming de jogos em nuvem, uma abordagem cada vez mais frequente. Ora, se isto soa bastante similar à plataforma Stadia da Google, é porque realmente partilham de várias premissas. Aliás, de acordo com o relato da Forbes, teremos vários pontos de contacto.

Antes de mais nada, a fonte supracitada baseia o seu relato na apresentação da Microsoft durante a GDC19, a Games Developer Conference. Aí, a tecnológica revelou a sua visão de futuro para a bem conhecida consola Xbox e para todo o futuro dos jogos, numa quase reflexão da plataforma Stadia da Google.

Foi Steven Wilssens que revelou os planos da Microsoft para a criação de uma nova plataforma de jogo na cloud. Algo que aliará a experiência de jogo na consola Xbox, trazendo essa qualidade para os dispositivos móveis Android, sejam tablets ou smartphones. O nome desta plataforma também foi revelado – xCloud.

O futuro dos jogos na Microsoft será a xCloud

Por conseguinte, os jogos da xCloud poderão usufruir de bandas sonoras que farão um mapeamento tridimensional. Por outras palavras, criarão uma “bolha” de som em torno do jogador, aumentando a sensação de imersão dentro do jogo. Algo que ajudará o xCloud a distanciar-se, por exemplo, do Stadia da rival Google.

Note-se que esta mensa característica já está presente nos jogos para as consolas Xbox One, bem como para computadores Windows 10. Aqui mediado pelo Windows Sonic, bem como pelo Dolby Atmos, ou mesmo a DTS:X. Estas são as ambições da Microsoft, não só nas consolas, mas futuramente também no Android.

Ainda durante a GDC19, a Microsoft demonstrou a xCloud em dispositivos Android. Fê-lo, por exemplo, com o Forza Horizon 4, para dar aos participantes neste certame a hipótese de testar o “futuro” dos jogos. Uma nova abordagem que já conquistou a Google e que será também o rumo a seguir pela Microsoft.

A Microsoft está a preparar algo em grande para a E3

Em suma, teremos uma nova plataforma de jogos, via cloud, que pretende diluir os contornos entre um jogo para Android (mobile) e um jogo para consola. A Microsoft quer nivelar, por cima, a qualidade e experiência de jogo e, para tal, deixou já antever uma forte aposta em tecnologias de construção atmosférica como é o caso da Dolby Atmos. Algo que também se aplicará aos auscultadores (headphones) dedicados ao gaming.

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Labo: VR Kit chega a 12 de abril e traz seis Toy-Cons

Labo: VR Kit chega a 12 de abril e traz seis Toy-Cons

O Labo: VR Kit vai chegar com seis novos Toy-Cons e dezenas de jogos e atividades. O mais básico dos Toy-Cons é o VR Googles, uns óculos de RV simples e que são compatíveis com muitos dos 64 jogos disponibilizados.

Nos cinco Toy-Cons mais elaborados, teremos a Camera, o Elephant, o Bird, o Blaster e o Wind Pedal:

– O Camera permite navegar “debaixo de água” ou “dentro de uma casa”;

– O Elephant traz dois jogos: Marble Run, um puzzle de física onde temos de guiar berlindes através de anéis e Doodles, para criar arte 3D com a tromba do elefante;

– O Bird inclui duas apps: uma que leva o jogador a passear às costas de um pássaro enquanto procura itens para ajudar outros pequenos passarinhos e o Dash que é basicamente uma corrida pelos céus. Este periférico pode ser usado em conjunto com o Wind Pedal para fornecer maior velocidade;

– O Blaster coloca o utilizador a combater uma invasão alienígena, num modo, e a competir com outro jogador para alimentar hipopotamos noutra versão;

– Por último, o Wind Pedal que traz um jogo chamado Hop Dodge onde somos um sapo que tenta saltar por cima de um monte de bolas em crescimento constante;

Por fim, o Nintendo Labo: VR Kit vai suportar a Toy-Con Garage e a nova Garage VR que permite programar e criar aplicações de Realidade Virtual. O kit de Realidade Virtual vai estar disponível por 80 dólares. A versão starter kit traz o Blaster e os Goggles por 40 dólares.

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Google Chrome para Android já pode ser controlado por gestos. Saiba como os ativar

Google Chrome para Android já pode ser controlado por gestos. Saiba como os ativar

Cada vez mais os sistemas operativos são controlados por gestos, abandonando os botões físicos. Tanto o iOS como o Android levam agora esta interação ao máximo, com todas as suas novidades.

A Google quer ir ainda mais longe e agora trouxe ao Chrome para Android uma novidade nesta área. Este browser já pode também ser controlado por gestos. Vamos ver como os pode ativar no seu smartphone.

Há muito que a Google tem aproximado os desenvolvimentos do Chrome com o que tem trazido para o Android. É por isso lógico que agora tenha dado ao seu browser a capacidade de ser navegado desta forma.

Assim, e na mais recente versão deste browser, podemos já usar alguns gestos. Temos a possibilidade de navegar no histórico com um simples gesto.

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Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

Stadia: a ligação mínima, jogos confirmados, YouTube e o Google Chrome

“O futuro dos jogos não está numa caixa” de acordo com a Google. “Está num só local” e da mesma forma que durante séculos construímos estádios para nos reunirmos com um claro propósito, o Stadia parte da mesma premissa. Assim, a plataforma de streaming de jogos anunciada pela Google, é muito promissora.

Agora, já sabemos quais são os primeiros jogos confirmados, bem como a velocidade de ligação recomendada.

O futuro dos gaming, acessível a partir de qualquer lugar, através de qualquer dispositivo. Em suma, a Netflix dos jogos, tal como carinhosamente já é apelidado. É um estádio virtual, em que o bilhete é uma ligação à Internet, independentemente do dispositivo utilizado. Não precisará de uma consola física, ou PC gamer.

Uma ligação à Internet e o browser Google Chrome

Estas são as únicas exigências do lado do consumidor para que este possa entrar no Stadia. Ainda assim, o projeto carece de meses de desenvolvimento, ficando disponível apenas no final deste ano. Além disso, chegará aos Estados Unidos da América, UK, Canadá, bem como à Europa (países não especificados).

Importa agora compreender melhor o seu funcionamento. Para tal, encontramos o YouTube, bem como o Google Chrome enquanto principais “motores” para o Stadia. Durante a apresentação, a Google descreveu o YouTube como se da Twitch se tratasse. Com sessões de jogo regulares e um público cativo, além do jogador.

Locais onde, por exemplo, todos os dias a X horas, milhares de crianças se reúnem para assistirem a sessões de Fortnite. É exatamente este público cativo que a Google quer para o seu Stadia, jogadores e espetadores atentos aos principais astros do gaming. Para além, claro está, de poderem também partilhar as suas sessões.

Uma audiência dinâmica e uma comunidade de jogadores

Com criadores de conteúdo de um lado (youtubers e programadores de jogos). Do outro, todo um público ávido pelas suas novas estrelas, ídolos ou simplesmente para quem quiser ver um gameplay. Uma premissa resumida na perfeição pela imagem acima, um dos slides da apresentação na GDC19.

Alás, desengane-se se pensa que isto é só brincadeira para entreter crianças. É uma indústria, um negócio em forte expansão que gera milhares de dólares, não só para os estúdios responsáveis pelos jogos, mas também para alguns jogadores. Veja-se o exemplo do “Ninja” que aufere 500 mil dólares mensais, a jogar Fortnite.

Mas há mais, muito mais! O YouTube servirá como um motor de lançamento para o Stadia em que os criadores de conteúdo poderão interagir, como nunca antes, com os seus espetadores. Assim, poderão criar um lobby, uma zona (com desafios e jogos) onde qualquer um se poderá juntar para sessões de jogo.

YouTube, o grande promotor do Stadia

Imagine que está a assistir a uma livestream (transmissão em direito) de um jogo através do YouTube. A dada altura o streamer disponibiliza o link de acesso ao jogo. Assim, bastará clicar no mesmo para se juntar ao seu youtuber favorito numa sessão de jogos através do Stadia.

Em suma, o Stadia é uma consola de jogos, que utiliza apenas a Cloud e foi concebida de raiz para a geração do YouTube. Esta é a grande aposta da Google com a sua nova plataforma de streaming de jogos.

É o único dispositivo, sob a forma do novo controlador que aqui pode conhecer. É o Stadia Controller e também ele está ao serviço do streaming de jogos. Contudo, será um extra e não um pre-requisito para poder jogar. Aliás, desde que tenha uma ligação à Internet e o navegador Google Chrome, não precisa de mais nada.

O Google Chrome e os dispositivos Android

O Stadia foi demonstrado em vários dispositivos como smartphones, televisões, tablets e até em computadores ChromeOS. Assim, sabemos que a porta de entrada para o Stadia é o browser da empresa, o seu Google Chrome, o mesmo se aplicando aos dispositivos Android, sempre através do browser.

Contudo, não vimos qualquer indicação do suporte para dispositivos iOS. Isto é, o Stadia não foi demonstrado através do Safari pelo que concluímos que, sem o Google Chrome, não poderá aceder ao serviço de streaming de jogos, pelo menos para já. No futuro, isto poderá vir a mudar.

A Google prometeu o suporte para mais navegadores. Contudo, pelo menos durante os primeiros meses, terá mesmo que utilizar o Google Chrome caso queira aceder a este serviço de streaming de jogos. O início não será fácil, mas já temos alguns jogos confirmados, bem como o seu Stadia Games e o Entertainment Studio.

Os primeiro jogos, já confirmados para o Stadia

O que é uma plataforma, ecossistema ou consola de jogos sem…jogos? Assim, o primeiro jogo, logo demonstrado na apresentação do Stadia foi o Doom Eternal, um exclusivo. Além disso, a Google garantiu que mais de 100 estúdios de jogos já têm o seu dev kit ou kit de ferramentas para produção de novos títulos.

Em seguida tivemos a confirmação do Rime, bem como do Shadow of the Tom Raider. Por fim, temos ainda um quarto jogo já confirmado, de nome não divulgado, mas desenvolvido pelo menos estúdio que produziu o Star Fox. Assim, na sua apresentação, o Stadia garantiu quatro jogos para a sua plataforma.

A tecnológica norte-americana apresentou também os seus novos estúdios para produção de conteúdos exclusivos para a plataforma. Contudo, não avançou qualquer detalhe sobre o tipo de jogos que estariam a ser preparados para o seu Stadia. Assim, temos apenas a indicação dos 4 títulos supracitados.

A velocidade de ligação recomendada à Internet

Ainda que o hardware não seja uma preocupação, a ligação à Internet é uma condição sine qua non poderá utilizar o seu serviço de streaming de jogos. Por conseguinte, a Google já deu a conhecer que precisaremos de pelo menos 25 megabits por segundo (25 mbps). Esta é a velocidade mínima que garantirá uma experiência de jogo (streaming) a 1080p (Full-HD) a 60 frames por segundo (fps).

De acordo com as declarações de Phill Harrison, responsável máximo pelo Stadia, à Kotaku, quando futuramente o serviço disponibilizar conteúdos em 4K (ultra-HD) a 60 fps, a velocidade de ligação recomendada será de 30 mbps.

Além disso, recomendou que o utilizador tenha um pacote sem limite de dados. Caso contrário, o plafond esgotaria rapidamente ao utilizar o streaming de jogos. Já a qualidade da imagem será baseada na qualidade da ligação à Internet.

E a latência neste serviço de streaming?

Uma boa ligação à Internet, sem limites de tráfego é um dos requisitos. Contudo, isto por si só não resolve outra das preocupações, a latência vulgarmente definida pelo “Ping”. Note-se que é necessária uma latência muito reduzida para não haver um desfasamento do tempo entre o pressionar do botão no controlador e a ação respetiva, dentro do jogo.

Contudo, a Google tem aqui uma sólida vantagem face a todo e qualquer possível concorrente. Com centenas de centros de dados (data centers) espalhados pelo mundo. Ainda assim, para quem não estiver perto de uma grande área metropolitana não excluímos a possibilidade de os tempos de latência serem uma preocupação.

Em suma, existem ainda várias questões às quais não podemos responder. Tome-se, por exemplo, o plano de preços, ainda não revelado pela empresa.

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Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

Utilizadores já podem fazer compras no Instagram

O Instagram anunciou esta terça-feira, 19 de março, que os seus utilizadores podem fazer compras diretamente na aplicação de partilha de fotografias. Por agora, só podem usufruir desta nova funcionalidade para comprar produtos de 20 marcas (Adidas, Burberry, H&M e Zara são algumas), diretamente na aplicação através de uma nova opção de “checkout”. Contudo, a empresa detida pelo Facebook quer ampliar este serviço a novas marcas “nos próximos meses”.

Para fazer compras dos produtos partilhados nas fotos, neste momento, os utilizadores do Instagram ainda têm de sair da aplicação e aceder aos sites das marcas. Com esta nova funcionalidade, passa a ser possível fazer as compras através do próprio Instagram, que vai cobrar uma comissão às marcas por cada transação realizada na aplicação.

Os utilizadores podem fazer o pagamento com Visa, Mastercard, American Express, PayPal e Discover. Os pagamentos são processados em parceria com a PayPal.

De acordo com o Financial Times, alguns especialistas creem na possibilidade de Mark Zuckerberg estar a planear a longo prazo imitar a chinesa WeChat, que permite aos utilizadores fazer compras, enviar dinheiro, e jogar sem ter de sair da plataforma.

O Facebook defende que as vantagens da introdução desta nova função é o facto de as pessoas deixarem de precisar de passar para o navegador quando querem comprar e como já têm as suas informações de pagamento protegidas num só lugar, não precisam de as estar sempre a repetir a cada compra.

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