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Engenheiros inventaram método ultraeficiente de extração de hidrogênio de campos petrolíferos

Engenheiros inventaram método ultraeficiente de extração de hidrogênio de campos petrolíferos

O método de filtragem dos gases é ecológico e impede que outros gases, para lá do hidrogênio, cheguem à superfície

Um grupo de engenheiros canadianos, liderado por Ian Gates e Jacky Wang,desenvolveu um método de extração de hidrogênio de larga escala em areias e campos petrolíferos no âmbito de uma parceria entre a universidade de Calgary e a empresa Proton Technologies. Atualmente o hidrogênio serve já de combustível para alguns tipos de veículos, bem como para gerar energia elétrica, e é conhecido por ser um dos recursos energéticos menos poluentes.

De acordo com a página Phys.org, o grupo de investigação pretende apresentar oficialmente este método na Conferência Goldschmidt de Geoquímica em Barcelona, que teve início dia 18 de agosto e terminará a dia 23 do mesmo mês.

Segundo a mesma página, o Canadá e a Venezuela são dois dos países com maior número de reservatórios de areias petrolíferas, que podem vir a tirar proveito deste processo de produção energética inovador. «Existem vastos reservatórios de areias petrolíferas em vários países, como o Canadá, a Venezuela, entre outros», disse Ian Gates, investigador do departamento de engenharia química da universidade de Calgary.

Os investigadores descobriram que ao injetarem oxigênio em campos petrolíferos, a sua temperatura vai aumentar e libertar o hidrogênio, que pode ser separado de outros gases através de filtros. Na verdade, o hidrogênio não está originalmente presente nestes reservatórios, mas a injeção de oxigênio causa uma reação química que faz gerar o elemento.

Grant Strem, diretor executivo da Proton Technologies, a empresa responsável pela comercialização deste processo, afirma que «esta técnica pode gerar grandes quantidades de hidrogênio deixando o carbono na terra». Explicou ainda que «o que sai da terra é hidrogênio em estado gasoso e por isso não temos os custos elevados de purificação do ar à superfície, que existem no processo de refinação do petróleo». «O único produto deste processo é o hidrogênio, o que significa que esta tecnologia não faz emissões nem polui o ambiente. Todos os outros gases permanecem na terra porque não passam pelo filtro de hidrogênio para a superfície», acrescenta.

 

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Intel revela mais detalhes sobre o primeiro chip da empresa dedicado a inteligência artificial

Intel revela mais detalhes sobre o primeiro chip da empresa dedicado a inteligência artificial

No evento Hot Chips 2019, que terminou esta terça-feira nos Estados Unidos, a Intel deu a conhecer mais detalhes sobre as apostas para este ano. Uma delas foi o seu mais recente processador anunciado no início do ano, o primeiro a recorrer a inteligência artificial e projeto para grandes centros de computação.

Designado por Nervana NNP-I ou Springhill, o chip foi desenvolvido em Israel e tem como base um processador Ice Lake de 10 nm. O objetivo é, de acordo com a empresa, oferecer um “desempenho líder no setor por watt em todas as principais cargas de trabalho nos datacenters”.

Para além disso, numa publicação no site, a Intel garante que o chip vai permitir um “alto grau de programação”, sem comprometer o desempenho ou a eficiência de energia.

De acordo com a Reuters, o Facebook já anunciou que já começou a utilizar o chip. A rede social foi um dos parceiros da Intel no desenvolvimento deste processador.

Em Israel, a Intel apresentou outros dos seus mais recentes produtos, o Intel Nervana NNP-T, Lakefield, TeraPHY e Intel Optane DC persistent memory.

 
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Nem Deus, nem Darwin. E se o universo resultar de um programa como se fosse um computador?

Nem Deus, nem Darwin. E se o universo resultar de um programa como se fosse um computador?

Um médico que é fotógrafo que é investigador. Um médico que depois de anos de paixão pela fotografia viu o tempo que lhe dedicava ficar mais curto porque uma nova paixão se sobrepunha: a de investigar a origem do universo.

A 9 de julho, Miguel Ribeiro apresentou, na Sociedade de Geografia, a segunda edição do livro “Beyond Darwin, the Program Hypothesis” (“Para além de Darwin, a Hipótese do Programa”) com edição apenas em inglês e publicado na Amazon.com  e que contou com um texto de apresentação de António Damásio. Um livro, e sobretudo um trabalho de investigação, que o colocou, como ele próprio afirma, num território difícil que “nem é de Deus, nem de Darwin”. Uma forma de apresentar a tese que desenvolveu sobre a origem do universo e que não passa nem pela religião nem pelo evolucionismo e que foi o tema com que lançou o primeiro livro, em 2013, intitulado “Universo Programado, uma alternativa ao Darwinismo e à religião”, editado pela Gradiva mas que o próprio considera já não corresponder hoje ao seu pensamento, atendendo à investigação que realizou desde aí.

Até aqui, seria um lançamento como outros que preenchem a agenda editorial, não fosse o facto de nem o autor ser presença habitual nestas lides, nem o tema ser a teoria que mais se espera sobre a gÊnese e o sentido do universo. Estamos a falar de um médico de medicina interna, com uma carreira de mais de 40 anos, diretor clínico da Clínica Médica Internacional de Lisboa que se tornou pensador “obcecado” como gosta de dizer sobre os meandros da vida na sua essência científica.

Uma investigação e uma reflexão que o levou a receber uma bolsa permite dizer sem veleidade que este não é “mais” um livro sobre o tema que desde sempre fascina a humanidade. “Neste livro, Miguel Ribeiro abordou um dos temas mais complexos e controversos que a humanidade enfrenta: as origens e o curso de evolução da vida. É um esforço sério, mais que isso corajoso, reflexivo, informado e tão livre de preconceitos quanto possível dado o tópico. Os resultados são surpreendentes e merecem atenção”, escreveu António Damásio no prefácio.

Vamos então entrar na matéria prima propriamente dita.

“O Darwinismo veio influenciar toda a ciência porque um universo onde a vida apareceu por acidente e evolui por erros de cópia do ADN é necessariamente um universo aleatório. Futuyma exprimiu de outra forma a premissa aleatória: “o conceito de intencionalidade não tem cabimento na explicação científica.”

A primeira frase do livro espelha desde logo a principal discórdia de Miguel Ribeiro: “Pelo contrário, este livro está centrado na tentativa de demonstração de que o acaso é incapaz de gerar complexidade e, além disso, que o universo está impregnado de intencionalidade.

“A segunda observação visa sublinhar que uma evolução aleatória do universo e da vida é inconciliável com a ideia de Deus. Por outras palavras, ser-se crente e alegar-se Darwinista – devido à irrefutável evidência da evolução, tanto através do evolucionismo como do registo fóssil – é uma contradição. Mas idêntica contradição é pertencer ao número crescente de físicos que subscrevem a tese do universo como informação e se consideram Darwinistas. Isto porque processamento e comunicação de informação é intolerante ao erro, portanto não passível de tratamento aleatório ou, dito de outro modo, o universo como informação pressupõe intencionalidade”.

Procurando simplificar o que é tudo menos simples. Para Miguel Ribeiro, é incompatível alguém acreditar que Deus, qualquer Deus ou entidade divina, criou o mundo e ao mesmo tempo reconhecer que esse mundo foi evoluindo de forma aleatória, sem qualquer intenção prévia (o que é um dos pilares ciência contemporânea com Darwin como um dos seus expoentes).

Mas, na sua perspectiva, é igualmente inconciliável para aqueles que olham o mundo pela lente da ciência reconhecerem em Darwin a explicação da origem do universo e ao mesmo tempo definirem o universo um mega sistema de informação – “como um computador, como uma estrutura matemática, como um holograma ou como informação propriamente dita”. Porquê? Porque esta tese, na opinião do autor, não é compatível com o erro como processo de evolução e porque, na sua perspectiva, o “universo como informação” pressupõe uma intenção e não acaso.

Logo no início do livro, Miguel Ribeiro lança as perguntas e sintetiza respostas que vai detalhar ao longo da obra: “E como é que a ciência mainstream coabita com as teorias da informação? Como o faz com tantos outras questões espinhosas, assumindo que, se a explicação religiosa está incorreta (como o provam a evolução e o registo fóssil), então, por exclusão de partes, por ser a única alternativa em jogo, o Darwinismo tem que estar correto”.

A partir daqui a tese apresentada em “Para além de Darwin, a Hipótese do Programa” torna-se mais e mais exigente para quem lê.

Regressemos às palavras do autor.

“E por que é que o acaso é incapaz de gerar complexidade? Começarei por tentar demonstrar que o multiverso não explica as leis da física e que as leis da física não explicam a emergência e evolução do universo e da vida. 
O primeiro obstáculo ao aparecimento do nosso universo pelo acaso é o rigoroso conjunto de leis e constantes, as chamadas “coincidências cósmicas”. Por exemplo, qualquer desvio infinitesimal de qualquer dos valores das constantes da natureza impossibilitaria o nosso universo complexo. Para lidar com a questão das coincidências cósmicas a teoria mais comummente aceite é que existem múltiplos ou infinitos universos.  (…) Antes de tentar justificar estas afirmações, quero dizer duas coisas: Em primeiro lugar, salientar que tanto o darwinismo como a hipótese do programa descrevem exatamente a mesma história no que diz respeito à emergência e evolução do universo e da vida. No entanto, porque o acaso é incapaz de gerar complexidade – e exclusivamente por essa razão – um programa torna-se indispensável para explicar o universo e a vida” (…)”.

É este o território em que Miguel Ribeiro avança com uma explicação alternativa, a da efetiva existência de uma intenção no universo expressa através de um “programa” como o designa. Um programa que não é um sinónimo de Deus criador, mas sim o conceito que usa para definir um sistema de informação que explica de onde vimos, como tudo começou e que, na sua perspectiva, lança as bases para compreendermos para onde vamos – assim entendamos a lógica desse “programa”.

Vejamos um dos exemplos apresentados para materializar a ideia de como um programa rege ou organiza a informação.

“(…) uma dessas leis, e intransponível barreira no percurso para a complexidade é o segundo princípio da termodinâmica que determina que a evolução de um sistema isolado (como o nosso universo) é sempre para a desorganização progressiva; por exemplo, um copo parte-se em mil pedaços, mas o oposto nunca poderá ocorrer espontaneamente. Da mesma forma, sem um programa, a única evolução possível do plasma de radiação e partículas a seguir ao Big Bang, seria para a homogeneidade total, e nunca para a dinâmica teia de astros que constituem o cosmos que conhecemos. Assim, como é evidente pelo exemplo do copo partido, sem um programa, a história do universo só seria termodinamicamente admissível se contada por ordem cronologicamente inversa, quer dizer, partir do complexo universo atual para a sopa de partículas que se seguiram ao Big Bang.”

“ESTE É O UNIVERSO COMO UM COMPUTADOR, QUE EXPLICA NÃO APENAS A HISTÓRIA DO UNIVERSO,MAS TAMBÉM A ORIGEM E CARACTERÍSTICAS DAS LEIS, CONSTANTES E EQUAÇÕES MATEMÁTICAS, QUE, EM VEZ DUMA FENOMENAL CADEIA DE ACASOS, SÃO OS PARÂMETROS DO SOFTWARE PROPOSTO”

A tese defendida pelo médico-investigador é suportada por conhecimentos de várias ciências que concorrem entre si para explicar o universo, da biologia à química, da física à filosofia. Uma tese que aborda o universo “como uma máquina de movimento perpétuo” (nada se cria, nada se perde, tudo se transforma) e que segue “uma evolução para a complexidade por uma teia de eventos obedecendo ao princípio da causalidade”. “Este é o universo como um computador, que explica não apenas a história do universo, mas também a origem e características das leis, constantes e equações matemáticas, que, em vez duma fenomenal cadeia de acasos, são os parâmetros do software proposto”, escreve Miguel Ribeiro.

Uma tese que contesta o darwinismo como principal suporte da explicação da evolução da vida não poderia passar ao lado do conceito de seleção natural. E não passa.

“Mas se a seleção natural explica a vida, o aspecto mais complexo do universo conhecido, não será o resto um mero detalhe por apurar? A questão é que a seleção natural, como tentarei mostrar a seguir, não explica sequer a evolução da vida, isto é, nada mais faz que promover a robustez das espécies, mas sem qualquer papel criativo. E na verdade, os saltos na cadeia evolutiva: ” universo de partículas –> universo de átomos –> cosmos + universo da química –> ácidos nucleicos – > vida”, é equivalente aos passos “bactéria –> Eucariotas –> Linhagem dos vertebrados –> auto consciência”. “

Mas o que interessa efetivamente ao autor é a ideia do acaso, e a sua contestação como processo na origem do universo. É essa a espinha dorsal da investigação e é aí que encontra explicações alternativas.

“E isto remete-nos para a questão da origem da vida e porque não pode ter surgido por um acaso. A perspectiva dominante é a de que uma vez que a ciência consiga explicar o aparecimento espontâneo de estruturas/moléculas tão complexas como a membrana celular, os ácidos nucleicos e os aminoácidos, na presença de energia a emergência da vida estaria essencialmente explicada. Mas isto é como presumir que, dado um armazém (o equivalente à “membrana celular”), o enchê-lo com maquinaria e matéria-prima providenciando, ao mesmo tempo, uma fonte de energia, seria suficiente para daí resultar automaticamente uma linha de produção. Isto para dizer que qualquer solução que não inclua a senciência é demasiado simplista porque é o programa senciente no genoma que, como um comando central, gere a fábrica química que cada organismo realmente é, seja ele uma bactéria, uma planta ou um mamífero.”

Damos deliberadamente aqui um salto para os parágrafos que encerram esta introdução – sim é só uma introdução, este não é um livro para que procura hipóteses simples e pouco fundamentadas sobre como tudo começou e como podemos olhar para a evolução.

Diz o médico e autor: “a hipótese do programa é reforçada pela analogia entre computador e universo. Assim, um jogo de computador pode em última análise ser reduzido ao seguinte diagrama: 1- eletrões (a corrente eléctrica que alimenta o computador é um fluxo de eletrões) são convertidos pelo programa em padrões de zeros e uns, que por sua vez o programa transforma na projeção audiovisual no monitor. Da mesma forma o programa do universo converte objetos quânticos em padrões de átomos que o cérebro dos seres vivos transforma no mundo da sua percepção. Curiosamente, e reforçando a analogia, nem a projeção no monitor nem a nossa percepção do mundo revelam o seu verdadeiro substrato – respectivamente padrões de zeros e uns e padrões de átomos e radiação.

Assim, deixando de lado as explicações religiosas e da ciência “mainstream”, descobrimos estar numa nova fronteira: a da tese do computador, conforme defendida por Seth Lloyd, Nick Bostrom e muitos outros. Mas para abraçar coerentemente o universo como computador, é necessário renunciar à premissa de mutação aleatória que obriga a um universo aleatório. E é aí que este livro entra, como uma tentativa de mostrar que a complexidade é irrealizável pelo acaso e propor um modelo do surgimento e evolução da vida consistente com o universo visto como informação.“

É esta a proposta de interpretação que Miguel Ribeiro nos apresenta em “Para além de Darwin, a Hipótese do Programa”. Uma proposta que não ficaria completa sem uma pergunta essencial: se entendermos o universo como um programa, isso significa que há um programador? Estamos, com suporte na ciência e na informação, a encontrar uma outra definição de Deus?

“Essencialmente programador e o Deus das religiões diferem em que o programador criou este jogo e portanto o homem, enquanto que o homem criou Deus”, escreve o médico. “Ao contrário do Deus das religiões, o programador parece ser uma entidade não- interveniente, a julgar pela percepção que temos da imutabilidade das leis da física e da história do universo como uma ininterrupta teia de causalidades (…) e contrariamente ao dogma comum a todas as religiões e ao “desenho inteligente”, não existe vida depois da morte – a senciência esfuma-se uma vez perdido o seu suporte material (ácidos nucleicos em organismos unicelulares, o cérebro nos pluricelulares), libertando moléculas e átomos para integrar a inexorável reciclagem de poeira estelar. E o ser humano também não é o centro da criação de Deus mas, como qualquer outra é, pelo contrário, uma espécie de passagem, um mero degrau na imensa escadaria da vida que se segue.”

 

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Gamescom 2019 começa hoje com conferências e muitos jogos

Gamescom 2019 começa hoje com conferências e muitos jogos

Durante os próximos dias a cidade de Colônia, na Alemanha, será palco de uma das maiores feiras de videojogos do mundo.

A Gamescom 2019 arranca oficialmente na terça-feira, dia 20 de agosto e prolonga-se até sábado, dia 24, mas hoje vão decorrer algumas conferências interessantes que servem como aperitivo para aquilo que os jornalistas e visitantes vão encontrar em Colónia, na Alemanha.

A primeira a dizer “hallo” será a Microsoft, que tem planeada uma Inside Xbox ao vivo, diretamente do centro de convenções Gloria Theater em Colónia, levando na bagagem alguns dos títulos que já conhecemos e que estão a chegar ao mercado, tais como Gears 5. Segundo a Xbox, será mostrado pela primeira vez o novo modo Horde para o jogo.

Promessas ainda de mais de uma dúzia de trailers de diversas produtoras que vão estrear no evento, assim como novidades e notícias relativas a jogos como Tom Clancy’s Ghost Recon Breakpoint, Destiny 2: Shadowkeep, Wasteland 3, Empire of Sin, Greedfall, The Surge 2, Vigor, Metro Exodus, Blair Witch, Xbox Game Pass, X019, acessórios novos, e outros. Estas novidades estarão disponíveis para todos experimentarem durante esta semana.

Poderá assistir à conferência da Microsoft Inside Xbox a partir das 16:00 (hora de Lisboa) no canal da Xbox no YouTube.

Às 18:00 (hora de Lisboa) será a vez da Google apresentar novidades para o seu serviço de videojogos em streaming, o Stadia Connect. Apesar da gigante ter realizado uma conferência na E3 a revelar preços e alguns títulos, ainda existem dúvidas do tal serviço de jogos on demand, semelhante ao Netflix. É que recentemente a Google já veio acrescentar que será um serviço mais próximo de um PlayStation Plus, do que propriamente um PlayStation Now. Para ver a conferência terá de aceder ao canal do Stadia no YouTube.

O evento mais importante do dia será o Opening Night Live, que arranca às 19:00 (hora de Lisboa), e será uma conferência com Geoff Keighley a servir de anfitrião. Neste evento estão prometidos anúncios de 16 editoras de videojogos, títulos indie, trailers exclusivos e ainda convidados especiais, tais como Hideo Kojima que a poucos meses do lançamento de Death Stranding promete revelar mais um pouco sobre o mesmo. Poderá assistir à cerimónia em direto, no canal do YouTube do Video Game Awards.

Por fim, ou melhor, fora do circuito de conferências, a Nintendo vai apresentar o alinhamento de jogos indie para a Switch. Será mais uma Nintendo Direct, desta vez com o nome Indie World, que arranca às 14:00 (hora de Lisboa) e pode assistir no canal de YouTube da Nintendo Portugal.

 

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Spectacles 3: conheça os novos “óculos de filmar” do Snapchat

Spectacles 3: conheça os novos “óculos de filmar” do Snapchat

A terceira geração do gadget é muito mais cara do que a anterior, mas traz um design renovado e uma segunda câmara HD que lhe derá uma nova forma de ver e criar snaps.

A Snap anunciou esta semana os novos Spectacles 3. O modelo é uma versão redesenhada do equipamento e volta a oferecer conteúdos em realidade aumentada, desta vez potenciados por uma nova câmara HD que ajuda a criar uma sensação de profundidade nas imagens captadas. Os óculos vão ser lançados em novembro, no portal spectacles.com, e terão um valor base de 380 dólares – mais de o dobro do preço com que foi lançada a edição anterior.

A Snap indica que este modelo foi desenvolvido para apelar a um grupo de consumidores mais criativo, mas o preço pode também ser justificado pelo desequilíbrio que os Spectacles 1 e 2 provocaram nas contas da empresa.

Esta terceira edição, sublinha a tecnológica, é essencial para que a empresa possa aprofundar conhecimentos na produção de conteúdos em realidade aumentada. A Snapchat criou um leque de efeitos 3D para tirar partido da nova “câmara de profundidade” do aparelho. Os efeitos serão exclusivos, mas há planos para abrir as portas às criações de outras empresas.

Mais importa dizer que os óculos vão estar disponível em “carbon” (preto) e “mineral” (uma espécie de bege dourado). A estrutura é de metal, mas leve.

Tal como as versões anteriores, os Spectacles 3 servem para fotografar e gravar vídeos diretamente da perspetiva de primeira pessoa. Os conteúdos registados são todos transferidos para o seu smartphone assim que emparelhar ambos os gadgets e podem ser partilhados em qualquer plataforma.

 

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Chuva de plástico nos Estados Unidos: fibras microscópicas caem do céu

Chuva de plástico nos Estados Unidos: fibras microscópicas caem do céu

Os avisos não são de agora e não é novidade que o planeta está cada vez mais poluído pelo plástico. Há plástico por todos o lado, é nas águas que bebemos, no sal que ingerimos, nas correntes dos oceanos, nos picos gelados montanhosos, no interior dos glaciares e agora já chovem resíduos de plástico. Literalmente, está a chover plástico nos Estados Unidos.

Embora os cientistas estudem a poluição plástica há mais de uma década, ainda não se sabe os efeitos na saúde.

A água, os alimentos e até o ar está contaminado com microplásticos

A descoberta levanta novas questões sobre a quantidade de resíduos plásticos que permeiam o ar, a água e o solo em praticamente todo o mundo. Conforme podemos ler no The Guardian, o plástico era a coisa mais distante da mente do investigador do US Geological Survey, Gregory Wetherbee. Este ficou surpreso ao detetar fibras plásticas microscópicas multicoloridas de plástico nas amostras de água da chuva recolhidas nas Montanhas.

A descoberta, publicada num estudo recente intitulado “Está a chover plástico”, levanta novas questões sobre a quantidade de resíduos plásticos que existem no ar, na água e no solo em praticamente todos os lugares da Terra.

Penso que o resultado mais importante que nós podemos partilhar com o público americano é que há mais plástico lá fora do que o que se encontra à nossa vista. É na chuva, é na neve. Agora faz parte do nosso ambiente.

Plástico pode viajar com o vento ao longo de milhares de quilómetros

As amostras de água da chuva recolhidas em todo o Estado do Colorado e analisadas sob um microscópio, continham um arco-íris de fibras plásticas. Além disso, existiam também grãos e fragmentos. As descobertas chocaram Wetherbee, que estava a recolher as amostras para estudar a poluição por nitrogênio.

Conforme o investigador referiu, os resultados que recolheu são puramente acidentais. Contudo, estes dados são consistentes com outro estudo recente que encontrou microplásticos nos Pirenéus. Assim, tais coincidências sugerem que as partículas de plástico podem viajar no vento por centenas, se não milhares, de quilômetros.

De maneira idêntica, existem estudos que revelaram microplásticos nos pontos mais profundos do oceano. Além desses, também foram detetados microplásticos em lagos e rios do Reino Unido e nas águas subterrâneas dos Estados Unidos.

Um dos principais contribuintes é o lixo, disse Sherri Mason, investigadora de microplásticos e coordenadora de sustentabilidade da Penn State Behrend. Mais de 90% dos resíduos de plástico não são reciclados e, à medida que se degradam lentamente, são decompostos em pedaços cada vez menores.

As fibras plásticas também se partem do nosso vestuário sempre o que o lavamos.

Explicou a investigadora. Na verdade, as partículas de plástico são subprodutos de uma variedade de processos industriais.

Segundo as palavras de Mason, é impossível perseguir as pequenas peças até às suas fontes. Isto porque atualmente quase tudo o que é feito de plástico pode estar a lançar partículas na atmosfera.

E então estas partículas são incorporadas em gotículas de água quando chove.

Sintetizou a investigadora.

Posteriormente, a chuva leva esses plásticos para os rios, lagos, baías e oceanos. De seguida, tudo isto é passado para as fontes de água subterrânea, aquelas que também consumimos.

Animais e humanos consomem microplásticos via água e comida, e provavelmente respiramos partículas micro e nanoplásticas no ar. Contudo, os cientistas ainda não conseguiram apurar os efeitos que isso tem na nossa saúde. Os microplásticos também podem atrair e anexar metais pesados ​​como o mercúrio e outros químicos perigosos, além de bactérias tóxicas.

Como estamos todos expostos a centenas de substâncias químicas sintéticas assim que nascemos, é difícil dizer quanto tempo mais viveríamos se não fôssemos expostos.

 

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Samsung Galaxy A10s é a nova aposta para o segmento econômico

Samsung Galaxy A10s é a nova aposta para o segmento econômico

É uma das linhas mais procuradas da gigante sul-coreana e conta agora com um novo elemento. Apelidado de Samsung Galaxy 10s, o novo smartphone Android traz componentes essenciais para a “era do agora“. Isto é, temos aqui uma bateria ainda maior, além de um ecrã infinito com notch em forma de “v”.

Em contraste com o modelo atual, o A10, a nova iteração apresenta sérias melhorias.

No seio da renovada gama média (e de entrada) da Samsung, os Galaxy A representam um cuidado equilíbrio entre caraterísticas e preço final. Por conseguinte, a fabricante líder, mantém um olhar atento às tendências de mercado, tendo agora decidido atualizar o mais económico smartphone Android da sua linha Galaxy A.

Chegou o novo smartphone Samsung Galaxy A10s

Tal como o seu nome sugere, partindo da mesma base (Galaxy A10), temos aqui melhorias. A primeira consiste num incremento da capacidade de bateria, agora com 4000 mAh de capacidade. Além disso, temos também a inclusão de um leitor de impressões digitais, na traseira do smartphone. Algo em falta no seu antecessor.

Encontramos, de igual modo, um ecrã Infinity-V, portanto, um notch em forma de gota de água, ou lágrima. Já na sua aresta inferior temos uma margem ainda notória, mas com cantos arredondados. Algo que ajuda a conferir a este Samsung Galaxy A10s um aspeto mais cuidado e contemporâneo.

Acima podemos contemplar o seu painel traseiro bem como os novos esquemas de cor. A saber, temos aqui o vermelho, verde, preto e, por fim, o azul. São mudanças estéticas que ajudarão a cativar o consumidor, sendo este o sucessor para o smartphone mais económico em toda a linha Samsung Galaxy A.

Uma nova aposta econômica para a esfera Android

Com um ecrã de 6,2 polegadas e resolução HD+, portanto, 720 x 1520 píxeis, temos aqui uma opção de entrada. Note-se ainda que estamos na presença de um ecrã TFT, com o destaque a recair no seu notch em forma de “V” e o altifalante logo acima. Aí encontramos também a câmara frontal de 8 MP (f/2,0).

Já no seu interior temos um processador octa-core com 4 núcleos a 2,0 Ghz, bem como 4 núcleos a 1,5 GHz. Em seguida, ao nível da memória RAM encontramos 2 GB, além de 32 GB de armazenamento interno expansível via cartão microSD. Algo que já ampliará as capacidades do smartphone em questão.

 

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Vídeos Deepfake: impressionantes mas assustadores

Vídeos Deepfake: impressionantes mas assustadores

Os vídeos “deepfake” estão a dar muito que falar na Internet. Esta técnica de edição consegue alterar as feições faciais de uma pessoa ao ponto de a fazer passar por outra. Desta vez a pessoa alterada foi Bill Hader, o ator norte-americano conhecido por participar em Barry (2018) da HBO, durante uma entrevista no programa de David Letterman.

Se não está familiarizado com conceito de vídeos “deepfake” e quiser um bom exemplo, pesquise pelo canal de YouTube do utilizador “Ctrl Shit Face” e vai encontrar vários exemplos de como a tecnologia de Inteligência Artificial aplicada à edição de vídeo consegue alterar na perfeição as expressões faciais das pessoas.

É impressionante, mas verdadeiramente assustador, veja no vídeo abaixo como Bill Hader passou, com a maior das subtilezas, por Tom Cruise e Seth Rogen.

 

 

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China vai lançar criptomoeda oficial em breve, após cinco anos de trabalho

China vai lançar criptomoeda oficial em breve, após cinco anos de trabalho

Depois de criar restrições às diferentes moedas virtuais no território, será o próprio governo a “cunhar” oficialmente a sua criptomoeda.

Mesmo sem uma posição oficial, o governo chinês desde sempre criou dificuldades na utilização de criptomoedas, tais como a Bitcoin, alegando que as moedas virtuais dão origem a desordem. No entanto, segundo a publicação chinesa Shangai Securities News, a China irá avançar com a sua moeda virtual oficial, criada pelo Banco Popular da China, depois de cinco anos a trabalhar no seu sistema.

Segundo é avançado pelo comunicado, a criptomoeda será mais complexa que as restantes do mercado, utilizando uma divisão de dois níveis: colocando o Banco Popular no topo e a restante banca comercial em baixo. Desta forma, pretende-se responder ao crescimento da economia chinesa e respetiva população. Na prática, o Banco Popular converte a moeda virtual primeiro para os bancos e agências operacionais, e depois é que será convertido para o público. Este sistema foi adotado pelo tamanho do território chinês e da população, para que o Banco Popular não tivesse de lidar sozinha com o público.

Há ainda a informação que a tecnologia por trás da criptomoeda não se baseia totalmente em blockchain. Depois do teste do protótipo baseado em blockchain, o grupo de investigadores chegou à conclusão de que a tecnologia limitava a performance necessária requerida para operar ao nível do retalho. Foi ainda decidido que o Banco Popular irá manter uma neutralidade técnica, para que “os recursos, talentos e vantagens tecnológicas das entidades comerciais promovam inovação e competição pela excelência.

Na explicação, a criptomoeda chinesa pretende ser uma alternativa ao dinheiro, e por isso o Banco Popular não pagará juros em dinheiro, e não terá impacto na economia real existente. As medidas tomadas pretendem impedir lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo. Qualquer movimentação elevada e fora do normal será reportada ao Banco Popular. O objetivo do governo chinês é criar mais estabilidade no país.

 

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Apple quer criar portáteis que detetam a presença de pessoas

Apple quer criar portáteis que detetam a presença de pessoas

A Apple registou a patente “Presence Sensing” com o propósito de criar uma nova ferramenta de autenticação. A solução poderá vir a estrear nos MacBook Pro

A Apple registou uma patente com o propósito de dotar um portátil da capacidade de detetar a presença de pessoas à volta – e de identificar o respetivo proprietário, através do rosto. A tecnologia tem vindo a ser apresentada como uma novidade que poderá vir a ser incluída nos futuros MacBook Pro, da Apple.

A patente, denominada de “Presence Sensing”, deverá abrir caminho a uma nova funcionalidade que deverá ser usada para reativar, através da identificação facial, a sessão num computador que se encontra suspenso (em standby). E poderá abrir caminho à estreia da funcionalidade de autenticação FaceID em portáteis da Apple.

Segundo a Forbes, a nova patente poderá produzir efeito nos portáteis, com a inclusão de dois sensores: um primeiro que simplesmente detecta automaticamente a presença de pessoas nas imediações, e uma câmara que terá por objetivo levar a cabo a autenticação do utilizador.

A patente poderá levar a tecnologia de FaceID, com que a Apple lançou as primeiras funcionalidades de autenticação através de dados biométricos do rosto, para uma nova forma de funcionamento e, não menos importante, promete poupar tempo e aumentar a conveniência de reativar o computador, que se encontra em standby.

 

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