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Xiaomi ocupa já o 5.º lugar no mercado de smartphones do Brasil

Xiaomi ocupa já o 5.º lugar no mercado de smartphones do Brasil

O Brasil é uma das maiores potências da América do Sul. Como tal, as agências de análise de mercado dedicam-lhe a atenção necessária ao apuramento das quotas de mercado de cada empresa. Vemos, assim, a Samsung na posição dominante, mas com a Xiaomi já em 5.º lugar e à frente da ASUS.

Os dados da StatCounter retratam a realidade do Brasil em junho de 2019.

De acordo com o novo relatório, vemos neste início de verão uma Xiaomi já à frente da ASUS. Algo que já se fazia adivinhar, sobretudo após o retorno oficial da fabricante chinesa ao Brasil no fim de março último. É, portanto, uma constatação dos esforços desta marca em captar todo um enorme mercado de consumidores.

O mercado de smartphones no Brasil

A fim de contextualizar o leitor, importa frisar que a StatCounter apura as preferências dos consumidores com base no tráfego e navegação na internet. Isto é, utilizam como indicador o terminal utilizado para acesso ao mundo online. Como tal, os dados mostram-nos a popularidade geral de cada marca, não o volume de vendas.

A predominância da Samsung é ampla, com cerca de 43% de quota de mercado em junho de 2019.  Em boa verdade, lidera com uma grande margem sobre a segunda classificada, a Motorola, com mais de 24% de cota de mercado. Já, em terceiro lugar, encontramos a tecnológica norte-americana, Apple, com mais de 13%.

De igual modo, podemos ver que a LG reune ainda a preferência de mais de 8% dos consumidores, com a Xiaomi a fechar o Top 5. Com efeito, vemos a Xiaomi com cerca de 2.8% de quota de mercado, uma fração da quarta classificada, mas ainda assim à frente da rival sediada em Taiwan, a ASUS.

A Xiaomi já é mais popular do que a ASUS no Brasil

Verificou-se um crescendo da fabricante chinesa, Xiaomi, ao passo que a ASUS não conseguiu acompanhar o ritmo. Ainda assim, vemos uma diferença muito reduzida entre a popularidade de ambas as empresas. A saber, temos a ASUS com 2,72%, ao passo que a Xiaomi totaliza 2,82% da quota de mercado em junho de 2019.

Em jeito de comparação, em maio, de acordo com a mesma fonte, a Xiaomi totalizou 2,28%, ao passo que a ASUS tinha então 2,93%. Por outras palavras, vemos a Xiaomi a aumentar a sua popularidade no Brasil. Por sua vez, os smartphones da ASUS sofreram uma ligeira quebra na preferência dos consumidores.

Acima podemos ver ainda os dados referentes a abril de 2019. Aí, os smartphones da ASUS colhiam ainda mais preferência dos consumidores. Ao mesmo tempo, os terminais da Xiaomi estavam consideravelmente atrás dos rivais de Taiwan. Assim, num espaço de dois meses o panorama inverteu-se para as fabricantes.

A Samsung é figura dominante no Brasil

Apontamos ainda, mais no fim da tabela, a Sony com 0,45%, bem como a Alcatel com 0,63%. Temos ainda presente a Lenovo (casa mãe da Motorola), com um total de 1,21%. Notamos também um grupo significativo de terminais não identificados (1,71%), ao passo que as outras marcas totalizam 1,59%.

Enquanto isso, certo é que a Samsung usufruiu da maior popularidade no Brasil. Não obstante, o crescimento da rival chinesa tem sido inegável.

   

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Primeiro supercomputador português é inaugurado hoje em Riba de Ave

Primeiro supercomputador português é inaugurado hoje em Riba de Ave

O primeiro supercomputador em Portugal, que permitirá aumentar a capacidade nacional de computação, é hoje inaugurado em Riba de Ave, onde funciona o novo Centro de Computação Avançada do Minho.

O supercomputador “BOB”, cujo funcionamento chegou a ser anunciado pelo ministro da Ciência para o primeiro semestre de 2018, possibilitará aumentar “em dez vezes a capacidade nacional de computação” e incentivar a cooperação científica e empresarial na ciência de dados e inteligência artificial, de acordo com uma nota informativa da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

O Centro de Computação Avançada do Minho, que é hoje também inaugurado, pertence à Universidade do Minho, que, em conjunto com a FCT, instalou e operacionaliza o supercomputador.

A nova unidade de computação avançada está fisicamente instalada no centro de dados da REN – Redes Energéticas Nacionais, pretendendo-se que o supercomputador funcione maioritariamente com fontes de energia renovável (eólica, fotovoltaica e hidroelétrica).

Parte da infraestrutura computacional foi cedida à FCT pela universidade norte-americana do Texas, ao abrigo de uma parceria que se alargou ao Centro Nacional de Supercomputação de Barcelona, que tem o supercomputador MareNostrum, um dos mais potentes da Europa e um dos com maior capacidade do mundo.

As aplicações do supercomputador português, que faz parte da Rede Ibérica de Computação Avançada, estendem-se à bioinformática, ao clima, à segurança marítima, às pescas, à mobilidade nas cidades ou à gestão de risco de incêndio nas florestas, segundo um comunicado anterior do Ministério da Ciência.

O equipamento servirá, inclusive, para o processamento de dados do Centro de Investigação Internacional sobre o Atlântico nos Açores (AIR Centre), uma rede científica de vários países, com sede na ilha Terceira, para o estudo do clima, espaço e oceanos.

Um segundo supercomputador, o “Deucalion”, capaz de executar 10 mil biliões de operações por segundo, começará a ser instalado, até ao final de 2020, também no Centro de Computação Avançada do Minho, no âmbito da EuroHPC – Empresa Comum Europeia para a Computação de Alto Desempenho, adianta a mesma nota da FCT.

A máquina, igualmente integrada na Rede Ibérica de Computação Avançada, apoiará o desenvolvimento de aplicações importantes em domínios como a medicina personalizada, a concessão de medicamentos e materiais, a bioengenharia, a previsão meteorológica e as alterações climáticas.

O “Deucalion”, que resulta de uma candidatura conjunta de Portugal e Espanha, que acolherá em Barcelona um outro supercomputador, de maior capacidade, representa um aumento de cerca de 40 vezes sobre a capacidade de cálculo do supercomputador “BOB”, de acordo com a Comissão Europeia.

A computação de alto desempenho é um ramo da informática que se ocupa de tarefas científicas e de engenharia, de modelação e simulação tão exigentes em termos de computação que os cálculos não podem ser realizados por computadores de uso geral.

   

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