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EUA preparam investigação a gigantes tecnológicas por abuso de posição dominante

EUA preparam investigação a gigantes tecnológicas por abuso de posição dominante

Amazon, Apple, Facebook e Google poderão vir a ser investigadas nos EUA por abuso do seu enorme poder de mercado. Supervisores já “acertam agulhas”.

Os EUA estão a preparar-se para investigar as quatro gigantes tecnológicas mundiais — Amazon, Apple, Facebook e Google — por abuso do seu enorme poder de mercado. A notícia foi avançada pela Reuters, estando em causa aquela que poderá ser uma investigação inédita e abrangente de algumas das maiores empresas do mundo.

Fontes próximas do processo avançaram à agência noticiosa que a Federal Trade Comission (FTC) e o Departamento de Justiça, responsáveis pela aplicação das leis de anti-monopólio nos EUA, dividiram a supervisão das quatro empresas do setor tecnológico. A Amazon e o Facebook ficaram sob a supervisão da FTC e a Apple e o Google na alçada do Departamento de Justiça.

será as duas agências federais decidirem se querem ou não abrir investigações formais.

A possibilidade de o Departamento de Justiça dos EUA poder investigar o Google foram relatados pela primeira vez na sexta-feira, sinalizando o primeiro passo concreto da administração Trump para investigar a conduta potencialmente anticoncorrencial de uma grande empresa de tecnologia.

As empresas tecnológicas têm enfrentado fortes críticas a nível mundial, por parte de concorrentes, legisladores e associações de consumidores que as acusam de terem demasiado poder e de estarem a penalizar utilizadores e os negócios dos concorrentes.

   

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Apple apresenta tecnologias inovadoras para desenvolver apps

Apple apresenta tecnologias inovadoras para desenvolver apps

Uma nova framework que exige a introdução de uma quantidade muito menor de código e novidades relacionadas com realidade aumentada pretendem simplificar e melhorar o processo de criação de aplicações.

A Apple anunciou na edição de 2019 do World Wide Developers Conference (WWDC) o lançamento de várias tecnologias inovadoras que terão como objetivo tornar a tarefa de criar novas e poderosas aplicações mais fácil e mais rápida para os developers.

A principal novidade é o Swift UI, que vai permitir criar interfaces para aplicações móveis utilizando muito menos código. A nova framework é baseado no Swift, a popular linguagem de programação da Apple que foi utilizada para construir mais de 450 mil aplicações, e conecta-se ao Xcode, o software usado para construir apps para iOS e iPad.

Esta acaba por ser a resposta da empresa liderada por Tim Cook a ferramentas de grande sucesso e popularidade como o React Native, criado pelo Facebook, ou o Flutter, da Google. Ainda assim, developers por todo o mundo aguardam com enorme expectativa o que a Apple lhes reserva com o novo SwiftUI. Martin Lasek, developer independente, disse à Business Insider que “foi como se fosse magia”, após ter testemunhado na WWDC “a quantidade incrivelmente menor de código” que vai ser necessária, considerando o SwiftUI “muito promissor”.

A Apple apresentou também novidades em relação à sua plataforma de realidade aumentada, nomeadamente o ARKit3 e o RealityKit. Com o ARKit3 será possível aceder a novas funcionalidades como captura de movimento, oclusão de pessoas, rastreamento de múltiplos rostos ou uso simultâneo de câmara frontal e traseira, entre outros.

Já o RealityKit terá como objetivo facilitar a integração de conteúdo 3D em aplicações, incluindo as de realidade aumentada. Vem acompanhado de uma outra ferramenta, o Reality Composer, que vai tornar mais fácil para developers sem experiência em 3D modelar conteúdo neste tipo de gráficos para jogos e aplicações. O RealityKit vai estar disponível para todas as plataformas da Apple, incluindo iOS 13 e macOS Catalina.

   

 

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