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MIT desenvolve robô que identifica objetos pelo tacto e pela visão

MIT desenvolve robô que identifica objetos pelo tacto e pela visão

Os robôs vão dominar o mundo? É bem provável que estejamos a preparar tudo nesse sentido.

A mais recente criação do MIT começa a entrar num mundo de robôs ainda mais humanizados. Robôs capazes de identificar objetos pelo toque e pela imagem, ou seja, pelo “tacto” e pela “visão”.

Os 5 sentidos – dos humanos para os robôs

Humanizar os robôs parece ser a premissa de muitos investigadores da área da Inteligência Artificial. É certo que estes avanços poderão trazer às pessoas melhorias incríveis, dependendo da sua aplicabilidade.

Para qualquer um de nós, o toque ou a visão permite-nos identificar objetos. Mas para as máquinas este ainda é um desafio enorme, contudo, foi dado um passo importante neste sentido.

Um robô do Laboratório de Ciência da Computação e Inteligência Artificial (CSAIL) do MIT está a ser desenvolvido com esse objetivo.

Para alcançar tal objetivo, os investigadores adicionaram um sensor táctil GelSight a um braço robótico KUKA. Este sensor foi “ensinado” através de Inteligência Artificial (AI) a aprender sobre informação visual e táctil.

Mais de 200 objetos

Para a identificação de objetos através do toque, a equipa registou mais 12000 vídeos de 200 objetos a serem tocados. Entre eles, tecidos, ferramentas e outros objetos domésticos. Depois estas imagens de vídeo foram divididas em imagens estáticas de forma a que a AI fosse capaz de ligar os dados entre o toque o a componente visual.

Ao olhar para a cena, o nosso modelo pode imaginar a sensação de tocar uma superfície plana ou uma borda afiada. Por tocar cegamente ao redor, o nosso modelo pode prever a interação com o ambiente puramente através de sentimentos táteis. Reunir esses dois sentidos poderia capacitar o robô e reduzir os dados que podemos precisar para tarefas que envolvem manipular e agarrar objetos.

Refere Yunzhu Li, estudante de doutoramento da CSAIL e o principal autor de um novo artigo sobre o sistema desenvolvido.

Por enquanto, o robô só pode identificar objetos em ambiente controlado. O próximo passo é construir um conjunto de dados maior para que o robô possa trabalhar em configurações mais diversas.

Métodos como este têm potencial para serem muito úteis para a robótica, onde é necessário responder a perguntas como “este objeto é duro ou mole?”, Ou “se eu levantar esta caneca pela alça, quão forte terá que ser o meu aperto? Esse é um problema muito desafiador, já que os sinais são muito diferentes e este modelo demonstrou já grande capacidade.

Refere Andrew Owens, investigador de pós-doutoramento na Universidade da Califórnia em Berkeley, envolvido também no projeto.

Os desafios estão aí e as soluções parecem cada vez mais viáveis. Vamos aguardar pelo que o futuro nos reserva.

   

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O seu smartphone poderá ajudar a prever catástrofes naturais (além do tempo que faz)

O seu smartphone poderá ajudar a prever catástrofes naturais (além do tempo que faz)

Smartphones, redes sociais e IoT são exemplos de fontes capazes de gerar dados que podem ser aproveitados para monitorização ambiental.

Fazer previsões meteorológicas não é fácil, principalmente para algumas partes do mundo. As mudanças atmosféricas num local podem ter efeitos profundos noutra qualquer região distante do planeta, além de outros aspectos que dificultam a recolha de informação necessária para definir padrões climáticos. Do Instituto de Ciência Industrial da Universidade de Tóquio, no Japão, vem uma nova solução.

Noam David propõe o uso de smartphones e dispositivos IoT (Internet das Coisas) para recolher dados importantes sobre as condições atmosféricas. Num artigo publicado no jornal científico Advances in Atmospheric Sciences, o investigador defende que os instrumentos especializados de ciência atmosférica são dispendiosos e raros. Esse tipo de ferramentas inclui sistemas de acesso remoto e instrumentos de análise do solo. São altamente precisos, mas cobrem apenas uma pequena área geográfica. Já os satélites cobrem grandes áreas geográficas, mas são pouco precisos.

Os dispositivos IoT, por sua vez, são agora tão comuns que podem criar uma rede informal de sensores em todo o mundo. Como exemplo são apontadas as câmaras de vigilância, que podem ser usadas para monitorizar partículas na atmosfera, ou mesmo dar uma ideia da intensidade da chuva, mostrando a velocidade a que os veículos circulam numa estrada.

Além da Internet das Coisas, há os smartphones e a sua ligação às redes sociais. Os primeiros, equipados com sensores capazes de recolher dados como temperatura ou pressão atmosférica, entre outros, que depois podem ser facilmente partilhados no Twitter ou no Facebook. Isto de forma menos dispendiosa, ao mesmo tempo que mais fácil.

   

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Facebook começa a pagar aos utilizadores para monitorizar utilização do telefone

Facebook começa a pagar aos utilizadores para monitorizar utilização do telefone

A app Study é a nova proposta do Facebook para passar a pagar compensações para os utilizadores que concordem em ver a sua utilização do telefone monitorizada.

O Facebook pretende passar a pagar um montante não especificado aos utilizadores da Índia e dos EUA que sejam convidados a instalar a app Study e tenham o seu histórico de utilização escrutinado pela empresa. A Study é uma aplicação que monitoriza quais as aplicações que estão instaladas no telefone, em que país está a ser usada e que consegue detetar outras funcionalidades específicas que estejam a ser usadas. O Facebook informa que não vai monitorizar conteúdos específicos, como mensagens, sites visitados ou passwords dos utilizadores, noticia o The Verge.

A Study mostra que o Facebook está interessado nos comportamentos dos utilizadores e que, para escapar à controvérsia, está disposto a pagar por essa informação. A aplicação é a sucessora da Facebook Research, app dirigida mais a um público juvenil e que assentava num certificado especial que contornava as proteções da App Store e obtinha um nível de acesso mais aprofundado aos iPhone, em violação das normas da marca de Cupertino.

Os participantes interessados na Study têm de ter mais de 18 anos, residir nos EUA ou na Índia e ter uma conta de PayPal para poderem receber a compensação financeira. O programa desta vez só vai estar disponível para utilizadores Android e vai requerer um nível de acesso avançado.

O montante a pagar e os moldes pelos quais são regulados os pagamentos ainda não foram especificados, nem se conhecem os critérios para envio dos convites para a Study, mas o Facebook garante que «todos serão compensados».

   

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Tesla começa a fabricar telhas de energia solar

Tesla começa a fabricar telhas de energia solar

De acordo com uma publicação da Reuters, a Tesla finalmente começou a produzir de telhas de energia solar em sua fábrica de Buffalo, em Nova York. O projeto, anunciado em 2016, era para ter sido iniciado em meados de 2017, conforme divulgado pela própria Tesla. Quando a empresa foi questionada sobre o atraso da fabricação das telhas solares, o fundador Elon Musk disse que o produto precisava de um tempo maior de testes para funcionar adequadamente e que isso levaria meses.

Parece que tudo correu muito bem com os testes, e o Solar Roof vai começar a ser instalado nos próximos meses. Quando a pré-venda começou, em maio do ano passado, os clientes dos EUA desembolsaram cerca de US$ 1 mil para receber as telhas solares da Tesla em suas casas.

Telha solar da Tesla vai custar menos que um telhado tradicional

Segundo a empresa, o Solar Roof vai custar US$ 21,85 por metro quadrado, ou seja, US$ 2,65 a menos do que a mesma metragem de uma telha comum nos EUA. O projeto da Tesla inclui a intercalação de telhas comuns e solares, já que não é necessário que todas as peças sejam capazes de produzir energia. A quantidade de telhas solares vai depender da capacidade de energia que a residência precisa produzir. O projeto é customizável, e o consumidor pode incluir, no máximo, 70% de telhas solares. As peças solares e não solares são muito parecidas e não dá para perceber a diferença entre elas depois de instaladas e vistas da rua.

As telhas solares são feitas com vidro temperado e, de acordo com a Tesla, três vezes mais resistentes do que as telhas comuns. Por confiar nessa afirmação, a empresa oferece garantia vitalícia do Solar Roof ou pelo mesmo tempo da vida útil da casa em que o telhado solar for instalado. Para a potência e a proteção contra intempéries, a garantia é de 30 anos.

O Solar Roof é integrado com a bateria doméstica da Tesla, o Powerall. Além de ser uma alternativa à geração de eletricidade comum, funciona como um gerador de emergência quando há queda de energia elétrica regular na residência. O catálogo do Solar Roof inclui os modelos Texturizado e Suave e tem mais dois a serem lançados em breve, o Tuscan e o Xisto.

   

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NASA: Vai ser possível visitar a Estação Espacial Internacional em 2020

NASA: Vai ser possível visitar a Estação Espacial Internacional em 2020

Gostaria de viajar até à Estação Espacial Internacional, mas acha que é um sonho impossível?…é melhor começar a juntar uns trocos. De acordo com a própria NASA, tal vai ser possível já a partir de 2020.

A abertura da Estação Espacial Internacional a turistas e empresas marca um novo passo na sua privatização. De relembrar que a Administração de Trump tem intenções de lhe ir reduzindo o financiamento até 2025.

Foi através do Twitter que a NASA fez saber que vão existir viagens para turistas e empresas até à Estação Espacial Internacional.  De acordo com Robyn Gatens,​ diretor-adjuntoo da estação,  irão ser realizadas duas missões com “astronautas privados” por ano, com uma “curta” duração de 30 dias cada.

Jeff DeWit, diretor financeiro da NASA, referiu que o objetivo passa por cobrar aos turistas cerca de 31 mil euros por cada noite na Estação Espacial Internacional. Com este valor pago, os turistas têm direito a ar, água, comida e comunicações incluídas. No entanto, além deste valor, os turistas terão de pagar cerca de 52 milhões de euros pela viagem de ida à órbita e de regresso à Terra.

Esta abertura e mudança por parte da agência norte-americana tem como objetivo aumentar as receitas podendo assim “aterrar a primeira mulher e o próximo homem na Lua até 2024, onde as empresas norte-americanas também desempenharão um papel essencial no estabelecimento de uma presença sustentável”.

A Estação Espacial Internacional é um laboratório espacial cuja montagem em órbita começou em 1998 e terminou oficialmente em 8 de junho de 2011 na missão STS-135. A estação encontra-se numa órbita baixa de 408 x 418 km, que possibilita ser vista da Terra a olho nu e viaja a uma velocidade média de 27 700 km/h, completando 15,70 órbitas por dia.

   

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Rabisque a personagem, participe numa aventura épica

Rabisque a personagem, participe numa aventura épica

Draw a Stickman é uma experiência divertida e interativa com ações desenhadas pelos utilizadores.

O website Draw a Stickman dá destaque aos dotes artísticos dos utilizadores, incentivando a desenhar a sua própria personagem. Poderá empenhar-se e reproduzir um boneco com detalhe, se tiver aptidão para tal, mas se não tiver, como indica o nome do projeto, faça um rabisco com uma bola a fazer de cabeça e riscos para os braços e pernas. O que conta mesmo é a aventura.

Depois de apresentar a personagem, o desenrolar da história dá-se com diversas ações, em que as interações continuam a ser suportadas pelos desenhos dos utilizadores, seja a rabiscar uma arma, um balde ou escada para escapar aos perigos.

Esta experiência interativa, que pode experimentar em duas aventuras distintas, servem para promover o videojogo com o mesmo nome, disponível nas consolas e smartphones. Pode visitar o Draw a Stickman neste endereço, de preferência acompanhado pelos mais novos, para testemunharem como os seus rabiscos podem ganhar vida nos videojogos…

   

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Google alerta para riscos de segurança nos EUA ao banir Huawei

Google alerta para riscos de segurança nos EUA ao banir Huawei

As restrições aplicadas à Huawei nos Estados Unidos poderão prejudicar a empresa a curto prazo. Mas, a longo prazo, as implicações negativas serão para as empresas norte-americanas.

A Google alertou a Casa Branca para os riscos que as restrições aplicadas à Huawei poderão ter para a segurança nacional dos Estados Unidos. Embora estas sanções devam prejudicar a empresa chinesa a curto prazo, há especialistas que defendem que isso poderia forçar a Huawei a tornar-se autossuficiente, o que, a longo prazo, poderá prejudicar o domínio das empresas norte-americanas.

As fortes restrições que Donald Trump aplicou à Huawei, numa “guerra” que começou devido ao 5G, começaram a preocupar as empresas do setor. De acordo com fontes ao Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês), vários administradores da Google já pressionaram a Administração do Presidente norte-americano para excluir a empresa da proibição de importar equipamentos da Huawei.

Em particular, a empresa de Silicon Valley está preocupada com o facto de não ser permitido atualizar o sistema Android nos smartphones da Huawei, o que poderá levar a chinesa a desenvolver o seu próprio sistema operativo. A Google argumenta ainda que uma versão modificada do software da Huawei poderia ser mais suscetível de ser pirateado e que a própria Huawei é capaz de desenvolver a sua própria versão “muito rapidamente”.

De acordo com uma fonte próxima do processo ao FT, a “Google tem defendido que, ao ficar impedida de colaborar com a Huawei, os Estados Unidos correm o risco de criar dois tipos de sistema operativo Android: a versão original e a combinada. A combinada provavelmente vai ter mais bugs do que a da Google, o que poderá colocar os smartphones da Huawei em maior risco de serem pirateados”.

No mês passado, Donald Trump anunciou um novo conjunto de medidas contra a Huawei, onde se incluiu dar ao Departamento do Comércio o poder de proibir a empresa chinesa de vender equipamentos 5G nos Estados Unidos, bem como de proibir todas as empresas norte-americanas de venderem os seus produtos à Huawei. Depois destas proibições, a Google suspendeu os negócios com a Huawei, impedindo-a de atualizar os sistemas Android.

   

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Nokia tem um novo smartphone Android One “inteligente” por 99 euros

Nokia tem um novo smartphone Android One “inteligente” por 99 euros

A HMD Global apresentou o Nokia 2.2 para a família Android One com um preço mais acessível.

A HMD Global revelou na sua conta do Twitter um novo modelo de entrada de smartphones, o Nokia 2.2. O dispositivo chega à Europa por 99 euros, mas promete algumas funcionalidades disponíveis na gama superior, como por exemplo a inteligência artificial, com direito a botão dedicado para o Google Assistant.

A empresa refere que este modelo vem com o Android Pie instalado, mas está preparado para correr a próxima versão do sistema operativo, o Android Q. Além disso, o smartphone entra para a família Android One, o que significa que a empresa garante atualizações de segurança para os próximos dois anos.

O Nokia 2.2 tem um processador quad-core A22 da MediaTek e oferece um ecrã de 5.71 polegadas, com um notch em forma de gota de água. Está equipado com tecnologia de reconhecimento facial para desbloquear o dispositivo, acesso ao Google Lens e câmara fotográfica suportada por inteligência artificial, prometendo capturar imagens em locais menos iluminados.

   

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Google Maps: eis um novo leque de novidades para a app Android e iOS

Google Maps: eis um novo leque de novidades para a app Android e iOS

Em Portugal, no Brasil e em oito outros países a aplicação Google Maps está a receber uma nova funcionalidade, disponível já na app para dispositivos móveis Android. Caso assim o pretenda, pode agora usufruir de um velocímetro apresentado no ecrã principal de navegação com este serviço.

Agora que já temos a indicação dos radares de velocidade, esta é a mais recente adição.

Aquela que é um das aplicações mais utilizadas para navegação continua a ser aperfeiçoada pela tecnológica norte-americana. Agora, também como resultado dos pedidos e feedback dos utilizadores, está a ser gradualmente introduzido com uma atualização da app tal como aponta o AndroidPolice.

O velocímetro digital para o Google Maps

Ao mesmo tempo, os alertas de velocidade excessiva continuarão presentes, sendo agora complementados com o velocímetro digital. Desse modo, a Google espera sensibilizar os condutores para se manterem dentro dos limites legais de velocidade. Por outras palavras, teremos agora mais um alerta visual.

Concebida especialmente para utilização com uma rota para automóveis, o velocímetro pode ser ativado manualmente. Assim que a app para Android foi atualizada, e futuramente também para iOS, verá assim um indicador de velocidade no canto inferior esquerdo do ecrã. Imediatamente acima desse barra.

A nova função ainda não chegou aos dispositivos Android residentes, no entanto, aparenta estar já em distribuição geral. De acordo com a fonte, o velocímetro já está a chegar a Portugal, Brasil, Austrália, Argentina, Canadá, República Checa, Suécia, Reino Unido, bem como aos Estados Unidos.

Aguardamos a atualização da app para Android e iOS

Ainda que não pretenda substituir o velocímetro do seu veículo, a nova adição ao Maps não deixa de ser útil. Note-se que teremos ainda mais informação compreensível com um mero olhar. Isto é, com um simples vislumbre verá a rota, o tempo aproximado de chegada, mudanças de direção e agora a velocidade.

Podemos ainda ver a indicação aproximada da velocidade atual, bem como o limite de velocidade da via em questão. A opção estará incluída dentro das definições de navegação do Google Maps. Aí, poderá ativar ou desativar esta novidade assim que a mesma chegar à app para Android.

Há mais novidades a chegar ao Maps…

Já numa outra nota, a Google deu a saber que está a introduzir alertas de intempéries nesta mesma aplicação. São novos alertas para tempestades, ciclones, cheias relâmpago e outros fenômenos climatéricos de comprovada gravidade. Tudo isto disponível através da app para dispositivos móveis.

A tecnológica norte-americana quer dar-nos assim um aviso prévio deste tipo de ocorrências. Já, para tal, sinalizará a ocorrência destas catástrofes como os terramotos, ou outras situações similares. Para o utilizador temos assim uma nova forma de verificar as áreas mais afetadas e planear as nossas rotas.

Os alertas de furacões e terramotos chegarão no decurso das próximas semanas à app para Android, iOS e através da versão Web. Já os alertas de cheias relâmpago ainda não têm data definida para distribuição, mas serão primeiramente implementados na Índia, país particularmente afetado pelo fenômeno.

Em todos estes casos poderá também partilhar a sua localização para, por exemplo, aquietar a sua família e amigos. De igual modo, pode dar também a conhecer estas ocorrências mediante as partilhas nas redes sociais.

   

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Hacker invade celular do ministro Sergio Moro e acessa aplicativos

Hacker invade celular do ministro Sergio Moro e acessa aplicativos

Invasor teria enviado mensagens para os contatos do ministro da Justiça através do Telegram. Polícia Federal investiga o caso

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, teve o celular invadido por um hacker nessa terça-feira (04/06/2019). O invasor teria acessado aplicativos do aparelho e trocado várias mensagens com os contatos do ex-juiz da Lava Jato. O ministro já pediu o cancelamento da linha e a troca de telefone.

O ataque já está sob investigações da Polícia Federal. A área de tecnologia da informação do Ministério da Justiça também apura as informações dadas por Moro, para tentar chegar até o autor da invasão.

O hacker teria ficado cerca de seis horas utilizando aplicativos de mensagens de Moro. O ministro recebeu uma ligação por volta das 18h, do seu próprio número, o que estranhou. Ele atendeu, mas não havia ninguém do outro lado da linha.

Em seguida, foi informado de mensagens que estavam sendo trocadas pelo Telegram. O hacker usou o aplicativo até pelo menos 1h da manhã.

Assessoria confirma
Em nota, a assessoria do ministro confirmou a invasão e informou que há possibilidade de clonagem do número que Moro utilizava. Por isso, a linha foi “abandonada”. Até o momento, nem Sergio Moro e nem a sua assessoria identificaram invasões em suas contas nas redes sociais.

   

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