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Xiaomi no Brasil: Smartphones a patinetes

Xiaomi no Brasil: Smartphones a patinetes

Esta semana, a Xiaomi anunciou a sua entrada no Brasil como uma série de produtos, que serão comercializados a partir de 1 de junho. O portfólio engloba smartphones intermediários e avançados – como os famosos Mi 9 e Redmi Note 7 –, headphones, Ninebot, câmera 4K e de segurança, smartwatches, power banks e até patinetes.

Os produtos serão vendidos em três canais alternativos: varejo físico, e-commerce da marca e na loja Xiaomi autorizada, no Shopping Ibirapuera, em São Paulo. Em breve, consumidores do Brasil todo também poderão comprar seu Xiaomi pelo site mi.com.

A operação nacional é feita em parceria com o Grupo DL, que é o distribuidor oficial da empresa no Brasil. O grupo ficará responsável também pelo pós-venda completo dos produtos com suporte técnico especializado.

   

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GlobalCoin: o Facebook prepara-se para ter também a sua própria moeda virtual

GlobalCoin: o Facebook prepara-se para ter também a sua própria moeda virtual

Apesar de terem perdido parte do seu destaque no que toca a visibilidade, a verdade é que as moedas virtuais vieram para ficar. São uma forma de pagamento aceite e são usadas para transações de forma global.

O Facebook sabe da importância das criptomoedas e por isso prepara-se para ter já em 2020 a sua própria. A GlobalCoin será uma realidade e poderá ser conhecida em detalhe já este verão.

O Facebook quer ter a sua moeda virtual

Ainda não existe muita informação sobre esta nova moeda, mas a BBC News avançou que esta será uma realidade já no início do próximo ano. O Facebook deverá iniciar testes com a GlobalCoin ainda durante 2019, avançando depois para a sua versão final.

Esta criptomoeda será usada para pagamentos seguros e acessíveis dos utilizadores do Facebook. Garantirá que estes possam realizar pagamentos e transferências sem qualquer dependência de outra moeda e do país onde são realizadas. Inicialmente estará disponível em 12 países.

O criador do Facebook quer dar uma força grande à sua moeda virtual e por isso tem reunido com os responsáveis máximos das entidades bancárias de alguns países. Tem também procurado associar-se a entidades como a Western Union, para evitar a necessidade de contas bancárias nos utilizadores.

GlobalCoin será uma moeda virtual para usar na rede social

Há ainda informações de que o Facebook quer tornar a GlobalCoin como uma moeda estável. Para isso vai associá-la a outras moedas físicas como o dólar ou o euro, conseguindo evitar a especulação. Há ainda preocupações de que esta moeda possa ser usada para esquemas de lavagem de dinheiro, dentro da rede social.

Mesmo ainda não tendo lançado a sua moeda virtual, o Facebook já está a ser alvo de escrutínio das autoridades de vários países. Estas querem garantir que esta moeda será usada de forma controlada e dentro dos parâmetros legais. Não se irá limitar ao Facebook e estará também presente no WhatsApp e noutros serviços desta rede.

Na verdade a GlobalCoin não é a primeira tentativa do Facebook de ter uma criptomoeda. Já no passado fez uma abordagem a este mundo, mas acabou por não avançar com uma proposta concreta. Desta vez tudo parece diferente e a ideia de ter 2,4 mil milhões de pessoas a usar potencialmente esta moeda é muito apelativa.

   

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