0
  Login
Huawei volta ao Brasil com os smartphones Huawei P30 e P30 Lite

Huawei volta ao Brasil com os smartphones Huawei P30 e P30 Lite

Ainda que os recentes desenvolvimentos em torno desta empresa sejam tudo menos gratificantes, a empresa não se deixa abater. De Washington os mais ventos obrigam a tecnológica a repensar a sua posição no mercado Android. No entanto, ao Brasil chegam agora os smartphones Huawei P30 e Huawei P30 Lite.

O Brasil é o 4.º maior mercado mundial de smartphones, e para a Huawei, é uma aposta lógica!

Um mercado que está atualmente dominado pela Samsung e onde a Motorola, Xiaomi e ASUS disputam os demais lugares cimeiros. Contudo, é também a mais recente aposta desta fabricante chinesa que volta assim ao país. Além disso, espera-se que as vendas de smartphones neste país venha a aumentar em 2019.

Os smartphones Huawei voltam ao Brasil

Com os Huawei P30 Lite e o P30, a fabricante chinesa traz alguns dos seus smartphones mais recentes a este mercado. É o primeiro passo planeado para um gradual retorno a este país, com mais terminais a chegar em ocasião futura. Entretanto, a IDC avança um prognóstico positivo para o crescimento deste mercado.

Os seus smartphones estarão disponíveis através de várias cadeias de venda a retalho no país. Entre estas temos a Magazine Luiza, Via Varejo, B2W, Fast Shop, bem como a operadora Telefónica Brasil. Ao mesmo tempo, a empresa dá a saber que a lista de parceiros de distribuição continuará a aumentar.

Ambos os smartphones começaram a chegar às lojas no dia 17 de maio com um preço recomendado de 2499 reais, cerca de 638 dólares, ou 5499 reais, cerca de 1403 dólares para o Huawei P30 Lite e o P30, respetivamente. Durante uma primeira fase, a tecnológica continuará a importar os dispositivos da China.

O Huawei P30 Lite e o poderoso P30

Contudo, caso a implementação da marca no Brasil corra pelo melhor, a produção pode passar a ter lugar em solo brasileiro. Com efeito, tudo dependerá do mercado e da recepção da marca neste país. Estará assim à disposição dos consumidores um dos smartphones mais completos e elegantes do mercado.

Em boa verdade, também o P30 Lite conta com o design industrial que carateriza esta geração. Ainda que os materiais de construção sejam o acrílico e o plástico cromado, também a versão Lite consegue reter a elegância do dispositivo mais caro.

Por fim resta apenas uma questão. Poderá este preço condicionar, ou estimular as vendas destes produtos no Brasil?

curtir:
Polícia Federal faz operação contra Indeal e estima arrecação de R$ 700 milhões

Polícia Federal faz operação contra Indeal e estima arrecação de R$ 700 milhões

A Polícia Federal e a Receita Federal realizaram na manhã desta terça-feira (21) uma operação contra uma empresa de criptomoeda que arrecadou R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. Segundo os jornais NH e ZH, o alvo da operação Egyto é a Indeal.

A reportagem do NH chegou a presenciar o momento em que os agentes da PF chegavam à sede da Indeal em Novo Hamburgo, que atua sem autorização do Banco Central.

Conforme a nota enviada pela assessoria de imprensa da PF, participaram da operação 130 policiais federais, 20 servidores da Receita Federal do Brasil e seis policiais civis.

No total, estão sendo cumpridos dez mandados de prisão preventiva e 25 de busca e apreensão nas cidades gaúchas de Porto Alegre (3), Novo Hamburgo (13), Esteio (1), Estância Velha (2), Campo Bom (1); Laguna (1) e Florianópolis (1), em Santa Catarina, e em São Paulo (3), capital paulista.

Além dos mandados, foram expedidas ordens judiciais de bloqueio de ativos financeiros em nome de pessoas físicas e jurídicas, de dezenas de imóveis e a apreensão de veículos de luxo.

O inquérito policial foi instaurado em janeiro de 2019 para apurar a atuação de uma empresa com sede em Novo Hamburgo que estaria captando recursos de terceiros, sem a autorização dos órgãos competentes, para investimento no mercado de criptomoedas. A empresa assumia o compromisso de retorno de 15%, ao menos, no primeiro mês de aplicação.

Conforme levantamentos da Receita Federal, uma das contas da empresa teria recebido créditos de mais de R$ 700 milhões entre agosto de 2018 e fevereiro de 2019. Os sócios da instituição financeira clandestina apresentaram evolução patrimonial de grande vulto, que, em alguns casos, passou de menos de R$ 100 mil para dezenas de milhões de reais em cerca de um ano.

Além dos crimes de operação de instituição financeira sem autorização legal, gestão fraudulenta, apropriação indébita financeira, lavagem de dinheiro e organização criminosa, o inquérito apura o envolvimento de pessoas que teriam tentado obter informações sigilosas da investigação e que foram identificadas.

A operação foi denominada Egypto pela similaridade dessa palavra com o termo “cripto” e pelo fato de que o negócio da empresa foi classificado por terceiros como de “pirâmide financeira”.

Olho na Unick Forex e na InDeal

Desde pelo menos o final de fevereiro, o Ministério Público Federal (MPF) vinha investigando um possível esquema de pirâmides instalado em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul. Dentre as empresas envolvidas estavam a Unick Forex e a InDeal.

O procurador da República Celso Tres, numa entrevista cedida ao programa Gaúcha, da Rádio Gaúcha, disse que a criptomoeda não ter regulação não justifica essas empresas multiplicarem esses rendimentos da noite para o dia.

Apesar de serem alguns elementos iniciais, como afirma o próprio Procurador Federal, ele disse que tudo indica se tratar de “um caso clássico de pirâmide financeira”, como foi a Telexfree — que em 2013 foi desmantelada.

   

curtir: