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5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

O Projeto RepRap começou na Grã-Bretanha em 2005 como um projeto de pesquisa de código aberto e não comercial de impressão 3D, que despertou a atenção de muitos fabricantes à tecnologia. Dezenas de empresas começaram a aparecer com suas próprias versões de impressoras para o mercado consumidor e é por isso que agora se pode comprar uma impressora 3D de muito boa qualidade por valores que rodam 250€.

Mas o que esperar de uma impressora 3D. Temos conselhos para lhe dar antes de comprar a sua.

O segmento da impressão 3D dedicado ao consumidor está muito evoluído. Todos nós temos ao nosso alcance meios para, de forma simples, criar os nossos próprios objetos.

O resultado de uma impressão 3D é um objeto com volume. Esse volume resulta da modelagem feita antecipadamente através de software adequado. Para poder enviar um objeto para uma impressora 3D precisa de gerar o respetivo código, só que, neste momento, todas estas tarefas estão simplificadas.

A procura e a oferta de impressoras 3D está num ponto muito interessante e, por isso, se está a pensar comprar uma, deverá ter em consideração algumas questões. É sobre elas que vamos falar.

5 dicas a ter em conta antes de comprar uma impressora 3D

1 – É preciso saber modelar?

Claro que tudo tem a ver com o objeto que pretende realizar. Existem sites onde esses objetos já estão preparados para serem impressos, isto é, pelo menos o modelo já está desenhado. Resta, então, converte-lo para a impressora, por isso, a questão da modelagem é sempre relativa.

Se quer imprimir um objeto específico com medidas muito próprias terá de ter umas noções de modelagem e pôr as mãos na massa. No entanto, nalguns sites, como o Thingiverse, existem objetos que permitem a sua adaptação às medidas pretendidas. Com a variedade que lá existe é quase garantido que encontrará uma solução.

2 – Velocidade?

Nestas impressoras 3D de “baixo” custo um dos pontos que se pode considerar menos bom é de facto o tempo que demora a impressão. Apesar de parametrizável a qualidade do produto final, mesmo nas resoluções mais baixas, a impressão é um pouco demorada.

3 – Acabamento?

O acabamento final de uma peça impressa numa impressora 3D é muito dependente da resolução que lhe queira dar, mas aqui tem que ter em conta que, quanto mais ao pormenor quiser a peça, mais tempo irá demorar.

Devido à tecnologia usada ser uma impressão por camadas, precisas de ter alguns cuidados com algumas peças, de modo a obter um acabamento melhorado.

4 – Impressora montada ou em kit?

Se quer poupar trabalho, mas pagar um pouco mais, pode comprar uma impressora já montada. No entanto, pode estar dependente de alguns requisitos que essas impressoras 3D tem. Por exemplo, o uso específico de um determinado material de impressão.

As impressoras em Kit têm, neste momento, no mercado uma comunidade muito grande, onde facilmente poderá encontrar vídeos e explicação da sua montagem, pelo que não deverá ter muita dificuldade em todo o processo e, em regra, estas impressoras são muito mais universais em relação ao tipo de consumíveis que utilizam.

5 – É complicado?

Vai ficar surpreendido com a simplicidade que se consegue trabalhar com uma impressora 3D, apesar da explicação do processo parecer complicado. São tudo tarefas rápidas e simples.

Ao ter o seu modelo 3D, terá de o passar por um programa “fatiador” que irá gerar o código necessário para a impressora poder trabalhar. Naturalmente, terá de ir fazendo experiências para, aos poucos e poucos, ir conhecendo a sua impressora e quais os parâmetros que pode alterar para melhorar os seus trabalhos.

Resumindo…

Para terminar, deixo a ideia que uma impressora 3D é um objeto muito divertido, os resultados são surpreendentes. Existem até formas de rentabilizar os seus trabalhos, mas isso fica para um próximo artigo, fique atento!

   

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WhatsApp detecta falha que permite instalar software espião. E recomenda atualização

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Empresa detida pelo Facebook suspeita que uma empresa israelita terá desenvolvido um software que permite controlar telemóveis que usem o WhatsApp.

A rede social WhatsApp está a recomendar aos utilizadores que atualizem a aplicação nos seus telemóveis. A recomendação surge depois de ser detetada a criação de um spyware que poderia entrar no telefone de qualquer pessoa que utilize a aplicação detida pelo Facebook.

O WhatsApp, que confirmou em comunicado a informação que avançada pelo Financial Times (acesso pago, conteúdo em inglês) e pelo New York Times, sugere aos mais de 1.500 milhões de utilizadores “que atualizem a aplicação”, bem como o sistema operativo – iOS ou Android – dos seus telefones.

A empresa diz desconhecer quantas pessoas possam ter sido afetadas por esta falha de segurança, nem durante quanto tempo esteve em ação, mas garante que as vítimas parecem ter sido escolhidas “de forma específica”, o que indica que não se trataria de um ataque em grande escala.

Ainda de acordo com o WhatsApp, spyware “é semelhante” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelita NSO Group, o que leva a subsidiária do Facebook a suspeitar que a mesma possa estar por trás do programa de espionagem.

Como funciona?

O WhatsApp explica que os hackers tinham acesso aos dados dos telefones por via de uma chamada falsa realizada através da aplicação, e que permitia instalar o spyware, mesmo que os utilizadores não atendessem a chamada, acedendo ao microfone, câmara, contactos e mensagens.

De acordo com a empresa, entre os alvos estarão organização de direitos humanos, que já foram informadas do sucedido. O Whatsapp informou ainda empresas de cibersegurança e o Departamento de Justiça norte-americano.

De acordo com o Financial Times, spyware terá sido desenvolvido tendo como alvo específico um advogado sedeado em Londres, cujo o nome não é divulgado, mas que estará atualmente a agir judicialmente contra a NSO. Já segundo o The New York Times (acesso pago, conteúdo em inglês), alguns dos clientes do referido advogado seriam igualmente alvos diretos do spyware da NSO, incluindo um coletivo de jornalistas e ativistas mexicanos, um cidadão do Qatar ou ainda Omar Abdulaziz, ativista saudita exilado no Quebeque, Canadá.

   

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