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Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Facebook pediu passwords. E expôs dados de milhões de pessoas

Alguns dos novos utilizadores do Facebook foram brindados com um pedido de endereço de email e das respetivas passwords. A empresa defende-se dizendo que as palavras-chave não eram armazenadas.

Facebook está passando por tempos difíceis para se fazer crer enquanto empresa e serviço que respeita a privacidade e segurança. Agora, o Daily Beast detetou que alguns dos novos utilizadores do Facebook estavam a ser inquiridos sobre o seu endereço de email e password, como forma de verificação de contas. Segundo o porta voz da empresa, as palavras chave não são gravadas, nem mantidas pelo Facebook. Pelo que percebe, muitos utilizadores que usem serviços de hosting de email baseados na web receberam este pedido. A (má) prática não se estendeu aos utilizadores de Gmail, uma vez que é usado o protocolo OAuth para verificação, explica o Ars Technica. Segundo novos testes feitos recentemente, a rede social está a enviar agora códigos de verificação para as contas de email e a terminar a prática de se pedir a palavra-chave de acesso.

Numa polémica à parte, a empresa de segurança UpGuard descobriu que dois criadores de apps terceiros terão criado um conjunto de dados conectados à plataforma do Facebook e que estiveram publicamente disponível na cloud pública dos Amazon Web Services.

O primeiro conjunto de dados foi criado pela Cultura Colectiva, uma empresa mexicana, e continha 146 GB de dados, com mais de 540 milhões de registos, incluindo o Facebook ID, nomes, reações e comentários feitos pelos utilizadores. O outro conjunto de dados é o backup de uma base de dados de uma app integrada no Facebook chamada At the Pool e continha IDs, nomes, amigos, likes, fotos, eventos, check-ins e outros dados de perfil como interesses em livros, filmes e outros. Uma das colunas chama-se “password”, mas estima-se que seja a password de acesso ao At the Pool e não ao Facebook.

Neste momento, os repositórios onde estes dados estavam guardados já foram encerrados ou colocados em segurança. A UpGuard explica que os dados da Cultura Colectiva estiveram quatro meses disponíveis e que a empresa não respondeu aos sucessivos alertas que foram sendo feitos.

SOS GUINCHOS

 

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Carregamento wireless de múltiplos telemóveis já é possível

Carregamento wireless de múltiplos telemóveis já é possível

A Metaboards está a desenvolver superfícies que possibilitam o carregamento sem fios de vários telemóveis em simultâneo. A tecnologia Qi, atualmente utilizada pela Apple ou Samsung, apenas permite a utilização de um carregador por dispositivo.

A Metaboards, empresa sediada em Oxford, no Reino Unido, está a desenvolver uma tecnologia inovadora que vai permitir carregar vários telemóveis em simultâneo, bastando para isso pousá-los numa superfície.

Esta nova tecnologia baseia-se num novo tipo de materiais – designados por metamateriais – feitos de compostos como plástico ou metal organizados em estruturas geométricas, com propriedades que não existem na natureza. As bases da Metaboards são colocadas numa mesa ou secretária e qualquer dispositivo que seja colocado na sua superfície carrega a bateria apenas pelo contacto.

As bases serão fabricadas pela Metaboards em vários tamanhos, de modo a poderem ajustar-se a diferentes mesas ou secretárias. A empresa acredita que, se vierem a ter o impacto no mercado que espera, no futuro poderão vir já incorporadas no próprio móvel.

Nedko Ivanov, CEO da Metaboards, afirmou à Business Cloud que esta tecnologia poderá vir a ser adotada em massa, pois considera que os carregadores Qi são bastante limitados. A tecnologia utilizada atualmente por marcas como a Apple ou Samsung apenas permite o carregamento de um dispositivo de cada vez. De notar que a Apple cancelou recentemente o AirPower, incentivando ao surgimento de novas soluções Qi.

A Metaboards tem contrato com uma das maiores fabricantes de smartphones para apresentar uma prova de conceito. Nedko Ivanov espera conseguir acordo com mais duas até ao fim de ano, de forma a poder massificar esta nova tecnologia.

SOS GUINCHOS

 

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