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Google + encerrada

Google + encerrada

A Google tem vindo a encerrar a sua rede social Google+ por fases, mas hoje fica marcado pelo último “prego” no caixão do serviço. A partir de hoje, todas as contas e respetivo conteúdo, tais como fotos e vídeos, serão apagados.

Até à data, os utilizadores interessados em preservar o seu conteúdo multimédia deveriam fazê-lo através do respetivo download. No entanto, os materiais que tenham sido salvaguardados no Google Photos não serão apagados.

A Google tinha inicialmente planos para encerrar a sua rede social Google+ em agosto, mas depois de uma falha de segurança que expôs a informação pessoal de mais de 50 milhões de utilizadores, a tecnológica decidiu antecipar o término das suas operações em abril.

De notar que a Google prevê que o processo de apagar todo o conteúdo do serviço poderá demorar meses. Por isso, sem garantias, poderá continuar a ver o seu conteúdo nos próximos dias, para o caso de ainda conseguir autenticar-se e não ter feito o backup dos conteúdos.

SOS GUINCHOS

 

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Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Facebook estuda criar aba para notícias e pagar aos jornais

Mark Zuckerberg está a estudar a criação de um separador para notícias no Facebook, pagando aos jornais pelo conteúdo que aí colocar. Polêmica lei dos direitos de autor na UE aprovada há uma semana.

O Facebook está a estudar a criação de uma secção dedicada às notícias na plataforma, através da qual poderá negociar com os editores um pagamento pelo acesso aos conteúdos. Informação que surge uma semana depois de a União Europeia ter aprovado novas regras para os direitos de autor na internet.

Numa conversa gravada entre com o presidente executivo do grupo de media Axel Springer, Mathias Döpfner, o fundador do Facebook admitiu a hipótese de criar uma aba exclusiva para notícias “de alta qualidade” provenientes de fontes “credíveis”. Para garantir a qualidade do conteúdo, Mark Zuckerberg admite pagar a alguns jornais pelo acesso e disponibilização desse mesmo conteúdo na maior rede social do mundo, de acordo com a Business Insider.

A informação de que a empresa está a estudar esta hipótese ganha relevância num contexto de aprovação da nova Diretiva dos Direitos de Autor, uma framework europeia que define novas regras para os direitos de autor na internet e que vai dar aos jornais mais poder de negociação na partilha de receitas com as grandes plataformas tecnológicas.

No passado, o Facebook já teve planos para tirar para uma aba secundária o conteúdo noticioso do feed de notícias dos utilizadores. Além disso, o lançamento dos Instant Articles surgiu para responder às críticas dos editores de que a rede social não pagava pelo acesso ao conteúdo. A baixa remuneração levou a que muitos jornais que aderiram inicialmente à funcionalidade tenham decidido abandonar o modelo no último ano.

SOS GUINCHOS

 

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