0
  Login
O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O serviço Microsoft xCloud trará os melhores jogos da Xbox para o Android

O futuro dos jogos, ou do gaming, passará pela nuvem – a cloud. Se em 2018 os sinais já estavam no horizonte, neste início de 2019 tudo se tornou perfeitamente claro. Assim, desde o Stadia da Google ao novo projeto da Microsoft, o xCloud que trará os melhores jogos da consola Xbox para os dispositivos Android, estamos perante um novo paradigma. Os serviços de streaming de jogos são o novo Graal.

Algo que nem mesmo a Sony conseguiu fazer, até ao momento e na perfeição, com o ecossistema PlayStation.

Com a semana passada a ficar marcada pelos destaques da Google e do seu Stadia, agora é a vez da Microsoft dar que falar. Aliás, já tínhamos visto o responsável máximo da Xbox a prometer grandes surpresas para o “cloud gaming” e o xCloud é a prova disso mesmo. Também esta empresa se dedicará ao jogo na nuvem.

A Microsoft quer mitigar as diferenças de jogo na consola e no Android

Assim sendo, o intuito do xCloud será criar um serviço de streaming de jogos em nuvem, uma abordagem cada vez mais frequente. Ora, se isto soa bastante similar à plataforma Stadia da Google, é porque realmente partilham de várias premissas. Aliás, de acordo com o relato da Forbes, teremos vários pontos de contacto.

Antes de mais nada, a fonte supracitada baseia o seu relato na apresentação da Microsoft durante a GDC19, a Games Developer Conference. Aí, a tecnológica revelou a sua visão de futuro para a bem conhecida consola Xbox e para todo o futuro dos jogos, numa quase reflexão da plataforma Stadia da Google.

Foi Steven Wilssens que revelou os planos da Microsoft para a criação de uma nova plataforma de jogo na cloud. Algo que aliará a experiência de jogo na consola Xbox, trazendo essa qualidade para os dispositivos móveis Android, sejam tablets ou smartphones. O nome desta plataforma também foi revelado – xCloud.

O futuro dos jogos na Microsoft será a xCloud

Por conseguinte, os jogos da xCloud poderão usufruir de bandas sonoras que farão um mapeamento tridimensional. Por outras palavras, criarão uma “bolha” de som em torno do jogador, aumentando a sensação de imersão dentro do jogo. Algo que ajudará o xCloud a distanciar-se, por exemplo, do Stadia da rival Google.

Note-se que esta mensa característica já está presente nos jogos para as consolas Xbox One, bem como para computadores Windows 10. Aqui mediado pelo Windows Sonic, bem como pelo Dolby Atmos, ou mesmo a DTS:X. Estas são as ambições da Microsoft, não só nas consolas, mas futuramente também no Android.

Ainda durante a GDC19, a Microsoft demonstrou a xCloud em dispositivos Android. Fê-lo, por exemplo, com o Forza Horizon 4, para dar aos participantes neste certame a hipótese de testar o “futuro” dos jogos. Uma nova abordagem que já conquistou a Google e que será também o rumo a seguir pela Microsoft.

A Microsoft está a preparar algo em grande para a E3

Em suma, teremos uma nova plataforma de jogos, via cloud, que pretende diluir os contornos entre um jogo para Android (mobile) e um jogo para consola. A Microsoft quer nivelar, por cima, a qualidade e experiência de jogo e, para tal, deixou já antever uma forte aposta em tecnologias de construção atmosférica como é o caso da Dolby Atmos. Algo que também se aplicará aos auscultadores (headphones) dedicados ao gaming.

SOS GUINCHOS

 

curtir:
Salazar foi o projeto mais votado no Pixels Camp

Salazar foi o projeto mais votado no Pixels Camp

As equipes que participaram na maratona de programação do Pixels Camp tinham muitas ideias, mas a área social dominou os projetos apresentados. Salazar foi a plataforma vencedora.

Pedia-se criatividade e talento e os participantes na hackaton do Pixels Camp responderam. Mais de 50 equipes subiram ao palco no último dia da conferência, depois de uma maratona de 48 horas de programação, para apresentar os seus projetos e as ideias para “mudar o mundo” dominaram os temas.

O bem estar de idosos e crianças, a integração de migrantes e outros desafios sociais foram abordados, respondendo aos desafios dos patrocinadores, mas não faltaram ideias de impressão 3D, e-commerce, projetos sociais, Internet of Things, retalho autônomo, pagamentos em criptomoedas, gaming, soluções aplicadas ao turismo, entre outras. Ao todo foram submetidos 88 projetos, mas nem todos chegaram à fase final.

No último dia do Pixels Camp cada equipa teve apenas 90 segundos para “vender” a sua ideia e depois a votação era feita na plataforma Taikai, usada para submissão e votação de projetos, usando os KAI, a moeda virtual que foi oferecida aos membros da comunidade. Segundo os dados foram realizadas mais de 10.400 transações.

O projeto mais votado pelos mais de 1.600 participantes foi Salazar, uma plataforma que faz um uso “racional” da alimentação. A aplocação permite ouvir uma receita, a partir de um vídeo ou programa de televisão, e faz automaticamente a lista de compras e a contagem das calorias, revelando quando o limite diário recomendado é ultrapassado. Por ter recebido a maior votação do público recebeu cerca de 8 mil euros em prêmios.

O projeto “Kind”, um chatbot para combater o ciberbullying, recebeu 2 mil euros e horas de mentoria com a Maze, do Hack for Good da Fundação Calouste Gulbenkian, que participou pela primeira vez no Pixels Camp.

Além da maratona de programação os participantes no Pixels Camp puderam assistir a mais de 100 palestras e workshops que decorreram durante os três dias, e muitos eventos de entretenimento e lazer, que se estenderam ao longo dos três dias, entre 21 e 23 de março, animando o Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa.

De notar que esta edição do Pixels Camp contou ainda com uma programação especial dedicada ao empreendedorismo, no evento Insert Coin Live, onde o foi revelado o vencedor do concurso da Bright Pixel. A Blockbird.data, plataforma de auditorias e tratamento de dados baseada em blockchain, foi a escolhida e recebeu um prêmio de mais de 30 mil euros, em valor monetário e em serviços de apoio à criação do negócio. Vai ainda contar com o apoio da Bright Pixel para se desenvolver.

Para Celso Martinho, CEO da Bright Pixel, a terceira edição do Pixels Camp foi um sucesso, tendo superado as nossas expectativas. “Mais de 1600 pessoas passaram pelo evento, das quais nem todas participaram no hackathon, o que revela que o Pixels Camp é muito mais do que isso. É um encontro da comunidade que celebra a tecnologia, talento e a criatividade, e reúne empresas muito relevantes do setor que acreditam na inovação e no poder da partilha de conhecimento e da experimentação”, explica.

SOS GUINCHOS

 

 

curtir: