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Portugal com bons indicadores de cibersegurança, mas fértil na mineração ilegal de criptomoedas

Portugal com bons indicadores de cibersegurança, mas fértil na mineração ilegal de criptomoedas

Microsoft revelou o novo relatório de cibersegurança, referindo que Portugal continua ligeiramente abaixo da média internacional na detenção de quebras de segurança, mas acima na mineração de criptomoedas.

A Microsoft lançou o novo documento “Security Intelligence Report”, listando as principais tendências nacionais e internacionais ligadas à cibersegurança. Segundo a tecnológica, Portugal mantém-se abaixo da média internacional na deteção de quebras de segurança, referindo mesmo que os ataques de ramsonware diminuíram no país, no último ano. O phishing continua a ser o método de ataque favorito dos hackers e a mineração de criptomoedas tem vindo a aumentar, estando neste momento acima da média internacional.

Este ano, para ajudar a compreender melhor o relatório, a Microsoft disponibilizou um website interativo, em que é possível segmentar as informações e estatísticas por temas e por territórios. Os dados foram obtidos com o contributo de milhares de especialistas em segurança de todo o mundo, ligados às plataformas e serviços cloud da Microsoft, numa base diária.

Tendo como base estas tendências, a Microsoft apresentou na semana passada o Azure Sentinel, suportado por inteligência artificial. O sistema consegue automatizar 80% das tarefas mais comuns, libertando os técnicos de segurança a encontrar novas soluções. Este serviço integra ainda fornecedores de ferramentas de segurança, incluindo a Check Point, Cisco, Palo alto, Symantec, Fortinet, entre outras. A vantagem desta solução é manter o suporte a estruturas abertas, permitindo que as empresas importem os seus próprios modelos de machine learning que já foram treinados para ambientes específicos.

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Ano passado foram comprados mais CD e vinil do que de faixas individuais no iTunes

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A compra de músicas individuais tem estado em quebra e, em 2018, foram mais as pessoas que compraram CD e vinis do que estas músicas no iTunes.

Segundo os dados da Recording Industry Association of America, as vendas de downloads desceram 30% e as compras de álbuns completos também caíram 25%. Em 2013, as vendas de downloads representavam 40% das receitas da indústria, enquanto o ano passado só representaram 11%. As vendas de CD e vinil, por sua vez, chegaram aos 1,15 mil milhões de dólares, apesar de também terem caído 23%. Os vinis renderam 420 milhões de dólares em 2018, quase tanto quanto a venda de downloads completos no iTunes, revela o BGR. Os CD também são aqui mencionados, mas registaram uma quebra de 34% para os 698 milhões de dólares. Foi a primeira vez desde 1986 que este meio não vendeu mais de mil milhões de dólares num ano.

A principal contribuição para a indústria da música vem agora do streaming, com esta forma de acesso a crescer 30% ao ano, tendo atingido 7,4 mil milhões de dólares e contribuído com 75% das receitas do ano passado.

A Apple e a Spotify continuam a apostar no streaming, sendo as duas maiores forças dominantes e tendo conseguido mais de 50 milhões de utilizadores pela primeira vez, em 2018.
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