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Departamento responsável pelos smartphones perde a autonomia

Departamento responsável pelos smartphones perde a autonomia

Em virtude da recente cobertura aos desígnios da Sony, damos agora conta de um novo desenvolvimento. O departamento responsável pelos smartphones Android perdeu a autonomia, ou seja, passará a responder perante uma nova divisão. Será uma tentativa de recuperar, ou acabar de vez com os dispositivos Xperia?

Ainda que a empresa já tenha reiterado o seu compromisso em não abandonar o mercado de smartphones, ano após ano este departamento continua a dar prejuízo. Por conseguinte, urge encontrar uma solução eficaz.

Mesmo que não esteja aqui a ser debatido ou questionado o mérito dos smartphone Sony Xperia, a verdade é que o mercado não os procura. Por outro lado, a empresa possui vários segmentos ou divisões que, na sua grande maioria, trazem lucros para o grupo nipónico, um deles sendo o das televisões, áudio e fotografia.

O novo segmento – Produtos e Soluções Eletrónicas

Este é nome do novo segmento que engloba o antigo departamento mobile, bem como o setor das televisões, áudio e câmaras. Daqui em diante, será a casa dos smartphone Sony Xperia, para além de várias outras soluções multimédia e soluções de áudio e imagem. Ou seja, é uma profunda reestruturação no seio da marca.

Com o intuito de aumentar a sinergia, troca de ideias e know-how entre os departamentos, a gigante tecnológica acaba de incluir os seus smartphones Android juntamente com vários outros produtos. Assim, esperam também reduzir custos de produção, investigação e até mesmo os custos de produção.

Uma decisão que não nos espanta por causa dos míseros números de vendas. A propósito, recordamos que em 2017 a Sony vendeu um total de 13,5 milhões de smartphones Xperia em 2017. Já em 2018, as previsões da própria marca apontavam para 7 milhões de smartphones Android, cerca de metade face ao valor de 2017.

O destino dos seus smartphones Android

Incerto. A palavra certa para descrever o clima de descontentamento em torno dos Xperia. Veja-se, por exemplo, o encerramento de uma grande linha de produção da Sony em Pequim. Agora, a marca fez saber, através de uma nota à imprensa, que as mudanças vão continuar para que seja atingido o equilíbrio fiscal.

Os Xperia só têm trazido prejuízos à empresa. Veja-se, por exemplo, o desfalque de 913 milhões de dólares durante os quatro últimos trimestres. Pelo contrário, o departamento de TVs e áudio trouxeram 714 milhões de dólares em lucros operacionais no mesmo período fiscal. Aliás, só o departamento de câmaras trouxe 804 milhões de dólares, por exemplo.

Com a grande maioria dos segmentos a trazer sólidos lucros à empresa, era uma questão de tempo até a questão “Xperia” ser resolvida. Ainda que este setor tenha tentado reduzir custos, isto só veio mitigar o já de si parco interesse nos seus smartphones Android. Agora, numa última tentativa, temos a sua nova alocação.

Os dispositivos Sony Xperia

São bem construídos e apresentam boas caraterísticas. Pontos que nunca estiveram sequer em debate, porém, o ciclo de lançamentos semestral condenou o seu sucesso. Ao acelerar a desvalorização do produto no mercado, além de mitigar o potencial de inovação entre diferentes gerações. Os resultados estão à vista.

Com a nova gestão já em plenas funções, Kenichiro Yoshida não deverá tolerar por muito mais tempo uma família de produtos contraproducente. Ainda assim, a esperança reside agora na nova revolução 5G. Uma última oportunidade para singrarem no mercado mobile. Ou será tarde demais?

SOS GUINCHOS

 

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Apple cancela AirPower

Apple cancela AirPower

O tapete que prometia carregar até três dispositivos ao mesmo tempo «não cumpre os elevados padrões de qualidade» e a Apple acabou de anunciar que não irá desenvolver o AirPower.

aparelho foi anunciado em setembro de 2017, com lançamento previsto para 2018. O AirPower prometia carregar, sem fios, um iPhone, um Apple Watch e uns auscultadores AirPods, com uma caixa wireless. No entanto, a empresa de Cupertino foi sempre adiando a estreia do AirPower, não conseguindo superar os desafios relacionados com a alimentação elétrica e com o sobreaquecimento. Agora, o vice-presidente senior Dan Riccio confirmou oficialmente que a Apple não vai desenvolver o AirPower. «Depois de muitos esforços, concluímos que o AirPower não vai conseguir atingir os nossos elevados padrões e decidimos cancelar o projeto. Pedimos desculpa aos clientes que estavam ansiosos por este lançamento», cita o Engadget.

A empresa da “maçã” continua a acreditar que o futuro é wireless e quer oferecer melhores a experiências aos utilizadores.

A Apple apresentou há alguns dias os AirPods, com capacidade de carregamento wireless, o que aumentou a especulação sobre a iminência da chegada do AirPower. Agora, o projeto acaba de ser oficialmente “desligado”.

SOS GUINCHOS

 

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WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

WhatsApp vai em breve estar muito mais seguro e protegido no Android

As novidades do WhatsApp tem estado a surgir a um ritmo alucinante. Focam-se em várias áreas e em várias possibilidades, todas elas preparadas para melhorar ainda mais este serviço.

A mais recente melhoria vem para aumentar ainda mais a segurança. O WhatsApp vai poder ser desbloqueado com a impressão digital e assim estar mais seguro.

Mais uma vez esta é uma novidade que está ainda em testes, mas que se prepara para ser lançada de forma oficial em breve. Foi descoberta pelo site WaBetaInfo, que se dedica a analisar as versões de teste e a descobrir as novidades.

O WhatsApp estará mais seguro em breve

Do que pode ser visto na versão 2.19.83, passa a haver uma nova camada de segurança. Sempre que for aberto o WhatsApp, este irá pedir o desbloqueio por impressão digital. Caso esta seja uma das definidas no Android, a app será acedida.

A configuração desta nova opção é feita na área da privacidade da conta do utilizador. Aqui dentro têm a opção para ativar ou desativar o desbloqueio por impressão digital. Basta clicar para que a opção fique ativa.

Quanto tempo para pedir a impressão digital?

Há uma segunda opção que pode ser usada e que permite definir o tempo que a app esperará para se bloquear. As opções vão desde o imediato até aos 30 minutos, passando por 1 e 10 minutos. Claro que podemos continuar a usar o WhatsApp sem bloquear, uma vez que só a aplicará com o ecrã desligado ou a usar outra app.

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A Xiaomi está de volta ao Brasil e promete “Inovação para Todos”

A Xiaomi está de volta ao Brasil e promete “Inovação para Todos”

A Xiaomi entrou no Brasil pela primeira vez há cerca de 5 anos. Entretanto, em 2016 acabaria por abandonar este país por vários motivos, principalmente pelas adversidades de mercado e uma economia adversamente protecionista. A partir daí, os seus smartphones Android foram vendidos por intermediários.

Ainda assim, a popularidade da Xiaomi no Brasil continuou a subir, sendo já inegável a sua fama e procura.

A Xiaomi utilizou exatamente os mesmos argumentos que deram à Motorola o seu maior mercado mundial no país canarinho. A relação preço / qualidade ou custo / benefício rapidamente se tornaram sinónimos de Xiaomi no Brasil, ainda que os dispositivos fossem vendidos com preços inflacionados na ausência da marca.

O mercado mudou e a Xiaomi está de volta ao Brasil

Os ventos de mudança que se fizeram sentir no Brasil trouxeram-nos um mercado mais aberto e menos asfixiado pela carga fiscal. Ainda que continue a ser uma economia difícil, a Xiaomi sente-se agora confiante em voltar a este teatro de operações. Por conseguinte, vemos agora as primeiras publicações da empresa.

Subitamente, a conta ou perfil oficial da filial brasileira da Xiaomi no Twitter voltou a estar ativa. Esse foi o primeiro sinal de que algo estava a ser preparado para a nação canarinha. Entretanto, podemos indicar a mais recente publicação da empresa nesta rede social que vem confirmar as nossas melhores expetativas.

A filial brasileira da 4.ª maior fabricante mundial de smartphones está entusiasmada por voltar a esta grande nação lusófona. Agora sem mais intermediários, a tecnológica voltará a operar diretamente nesta país e promete “Inovação para todos“.  Por outras palavras, as preces dos fãs foram finalmente atendidas.

Smartphones Android a preço justo, o mote da Xiaomi

Ainda que as nuvens do protecionismo económico se estejam a dissipar sobre o país, a atual legislação fiscal continua a ser muito rígida, sobretudo para produtos importados. Como tal, é provável que a marca traga os smartphones Android mais económicos para o Brasil, pelo menos numa primeira fase.

Ao mesmo tempo, este pode ser um indicador de que a marca quer voltar a produzir equipamentos como smartphones e gadgets neste país. Algo que libertaria a Xiaomi da ainda pesada carga fiscal, mas que a colocaria em concorrência direta com a Motorola.

Em síntese, hoje é um bom dia para os consumidores brasileiros. Daqui em diante, terão uma nova fabricante a operar diretamente no seu país com uma estratégia que já provou os seus méritos nos mercados internacionais. Um regresso que já estava a ser preparado e que agora se materializa

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Blackview A60 – o Android Go certo para quem tem um orçamento muito reduzido

Blackview A60 – o Android Go certo para quem tem um orçamento muito reduzido

Todos nós gostamos de admirar e conhecer as tecnologias presentes nos topos de gama que estão constantemente a chegar ao mercado. A questão é que nem todos tem acesso a eles, devido aos preços proibitivos. Por outro lado, nem todos sentem necessidade de ter tais peças tecnológicas.

Para responder ao pedido de muitos dos nossos leitores, hoje deixamos a sugestão de um modelo que pode ser encontrado por menos de 50 € e que já responde a algumas exigências ao nível do design.

O Blackview A60 traz um design a pensar no futuro

Muitas vezes a escolha de um smartphone mais barato está sempre dependente de uma construção associada a modelos mais antigos. No entanto, neste caso isso não se verifica. A Blackview desenhou o seu A60 a par das tendências atuais. Traz então um ecrã de maiores dimensões, face à estrutura, com um notch em gota que alberga a câmara frontal.

As suas dimensões são de 156,8 x 74 x 9,8 mm e pesa 171g. Relembrando que, pela gama onde se insere, tem uma construção em plástico. O ecrã IPS é de 6,1″.

O smartphone Android Go

Dado que o smartphone tem apenas 1 GB de RAM e um processador quad-core MT6580A, faz todo o sentido que venha com o Android na sua edição Go, neste caso, na versão 8. Esta opção dará ao utilizador uma melhor experiência de utilização, com funcionalidades desenhadas para o hardware que equipa o smartphone.

Adicionalmente, o Blackview A60 traz 16 GB armazenamento interno, com possibilidade de expansão através de cartão micro SD até 128 GB. A sua bateria é de 4080 mAh, o que irá certamente resultar numa excelente autonomia, dadas as características gerais.

A câmara traseira é de 13 MP com flash LED e na frente existe uma câmara de 5 MP, posicionada no notch. De referir ainda que tem, evidentemente, jack de áudio de 3,5mm.

O Blackview A60 está disponível por menos de 50 € e na sua compra ainda é oferecida uma capa de proteção e uma película de vidro.

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Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

Twitch apresenta Squad Stream, a plataforma capaz de transmitir quatro ecrãs em simultâneo

O Squad Stream centra-se numa lógica de partilha de tráfego entre canais, dando a conhecer novos criadores das áreas de interesse dos fãs

Esta quarta-feira, a Twitch anunciou o lançamento do Squad Stream, um serviço de streaming que permite que quatro utilizadores façam stream em simultâneo numa só janela. Esta nova opção tem como objetivo levar a que os criadores consigam juntar-se para fazer trabalhos colaborativos mais facilmente, dando aos fãs conteúdos mais interativos.

O Squad Stream é útil também para dar a conhecer aos fãs os outros criadores que participam na transmissão, por exemplo, no caso de um utilizador estar a ver um stream de Overwatch, por conhecer apenas um dos streamers, vai descobrir três novos streamers que se interessam pelo mesmo jogo.

Conseguindo ser vistos em qualidades de 480p ou 720p, os criadores podem iniciar uma transmissão Squad Stream juntando-se uns aos outros, fazendo e/ou aceitando convites de outra “squad” começando, assim, a transmitir para os fãs.

No passado a Twitch ofereceu uma opção chamada “Raids”, que permite aos criadores trabalharem em conjunto para fazer as suas comunidades de fãs aumentarem, através do redirecionamento de tráfego entre canais. O Squad Stream, em vez de redirecionar tráfego, centra-se mais numa lógica de partilha.

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Cientistas criaram um “Cérebro Sintético” que armazena memórias em prata

Cientistas criaram um “Cérebro Sintético” que armazena memórias em prata

Engenheiros da área da Química, da Universidade da Califórnia, podem ter encontrado algo revolucionário. Surpreendentemente descobriram como desenvolver circuitos de auto montagem que se assemelham à estrutura e atividade elétrica de um cérebro. Assim, os investigadores conseguiram obter evidências científicas de que os cachos de nanofios de crescimento sintético exibem comportamentos semelhantes aos da memória num cérebro vivo.

Será que é possível criar um “cérebro sintético”?

Engenharia química pode estar perto de conseguir o cérebro sintético

Cientistas da UCLA agarraram num conceito completamente diferente no que toca à construção de um cérebro humano artificial.

Ou seja, por um lado a ideia de construir um computador quântico para “agir como um cérebro” ainda está longe. No entanto, uma equipa de engenheiros químicos descobriu como desenvolver circuitos que se organizam sozinhos. Desta forma, a descoberta assemelham-se, em termos de estrutura e atividade elétrica, a partes de um cérebro.

A ideia de “fabricar” um cérebro sintético remonta a 2012

A investigação é o projeto favorito do engenheiro químico da UCLA, James Gimzewski, que proclamou que queria criar um cérebro sintético em 2012.

Entretanto, o cientista e os seus colegas descobriram que uma grade de colunas de cobre bem compactadas, quando tratadas com nitrato de prata, produzia nanofios em direções aparentemente aleatórias que se pareciam com os neurônios de interligação ramificados e concentrados num cérebro.

Na escala atômica, as ligações entre os nanofios de prata assemelham-se a sinapses. Estas são as junções nas quais dois neurônios se encontram e transmitem sinais entre si. Contudo, o modo como os nanofios se arranjam reflete o tipo de estruturas que surgiriam durante uma ressonância magnética de um cérebro enquanto este armazena memórias.

Posteriormente, quando esta rede de fios foi atingida por um sinal elétrico, os nanofios organizaram as suas “informações” como um cérebro faria – tudo por conta própria.

De certo modo, quando todas as partes são combinadas, todo o circuito ganha vida, no sentido de que cada parte interage com todas as outras partes. E existem caminhos nos quais podemos estabelecer ligações neuromórficas mais fortes.

Refeiu Gimzewski à ZDNet.

No passado era o entusiasmo e atualmente é a cautela

Na verdade, a atitude de Gimzewski mudou. Se no passado incentivava e proclamava a vontade de criar um cérebro sintético, hoje esse ímpeto tem mais cautelas.

Quero criar uma máquina que pense, uma máquina que possua inteligência física. Tal sistema não existe e promete causar uma revolução que poderíamos chamar de revolução pós-humana.

Escreveu o cientista em 2012.

É perigoso correlacionar diretamente e dizer ‘Isso é um cérebro! [O sistema] está a mostrar características elétricas que são muito semelhantes a uma ressonância magnética funcional do cérebro, semelhante às características elétricas das culturas neuronais e também aos padrões de EEG.

Concluiu o cientista.

Inegavelmente, novas tecnologias e novas abordagens podem mostrar caminhos mais simples para estruturas tão complexas como o cérebro.

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Sonae IM continua de olho na inteligência artificial. Investe na CB4

Sonae IM continua de olho na inteligência artificial. Investe na CB4

A tecnológica CB4 fechou uma ronda de financiamento de 16 milhões de dólares, que contou com a participação da Sonae IM. A empresa utiliza algoritmos para melhorar a experiência em loja.

A Sonae IM continua a aposta nas empresas tecnológicas. Desta vez, a escolhida foi a CB4, uma tecnológica que se especializou no desenvolvimento de software de inteligência artificial para identificar a procura local de produtos específicos. O valor total angariado pela CB4 na ronda de financiamento, que foi liderada pela Octopus Ventures, foi de 16 milhões de dólares.

As empresas dedicadas a algoritmos e outras tecnologias ligadas à inteligência artificial têm chamado a atenção do ramo de investimento da Sonae. Já em fevereiro deste ano, a Sonae IM investiu na ViSenze, uma startup tecnológica de Singapura que alia a inteligência artificial ao poder da imagem para potenciar o comércio.

“A CB4 tem uma equipa de topo, que desenvolveu uma tecnologia baseada em IA para apoiar retalhistas físicos a endereçar ineficiências operacionais, com impacto direto e mensurável em receitas”, diz Eduardo Piedade, CEO da Sonae IM, citado em comunicado. Para além da Sonae, que não revelou o montante investido, também a Sequoia Capital e a Pereg Ventures participaram na ronda.

A CB4 tem nos planos continuar a rota de expansão. “Temos observado um crescimento extraordinário nos últimos anos, e temos visto alguns dos maiores retalhistas adotar com sucesso o nosso software para melhorar a sua execução em loja”, aponta Yoni Benshaul, CEO da CB4. “Estamos empenhados nestas parcerias e vamos continuar a desenvolvê-las à medida que expandimos a nossa oferta de serviços e base de clientes”, acrescenta.

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Apple aposta nos filmes, programas, séries e jogos. Falta saber o preço da nova concorrente da Netflix

Apple aposta nos filmes, programas, séries e jogos. Falta saber o preço da nova concorrente da Netflix

A Apple lançou um serviço de streaming de conteúdos e vai passar a concorrer diretamente com a Netflix. Fabricante do iPhone transformou-se numa empresa de serviços e até lançou um cartão de crédito.

Apple AAPL 0,00% transformou a Apple TV num serviço de streaming de programas, filmes e séries, que vai passar a concorrer com a plataforma da Netflix. Além de conteúdos originais, que a empresa vai fornecer através da Apple TV+, a nova plataforma vai agregar conteúdos de outras produtoras, como a HBO, através do serviço Apple TV Channels.

O Apple TV Channels chega em maio e vai passar a estar disponível nos computadores Mac e na generalidade das smart TV, em mais de 100 países em todo o mundo. A Netflix, líder de mercado no streaming de conteúdos, e uma das empresas que mais tem investido em conteúdo original, optou por não fazer parte do catálogo da nova plataforma. Os canais das várias produtoras poderão ser subscritos individualmente, mas ainda não se conhecem preços.

A empresa lançou ainda o serviço Apple TV+, através do qual oferece conteúdos originais como programas de TV. Desde logo, conta com um novo programa The Morning Show, apresentado pelas estrelas de Hollywood Jennifer Aniston eReese Witherspoon, com a participação de Steve Carell. Steven Spielberg e o realizador J.J. Abrams também estão a trabalhar com a Apple na produção de conteúdos para a Apple TV+. A apresentadora Oprah Winfrey e as personagens da Rua Sésamo vão estar igualmente no catálogo. Chega no outono, mas ainda não se sabe quanto vai custar mensalmente.

A Apple anunciou também uma profunda mudança no seu serviço de notícias. A marca lançou o Apple News+, um pacote com cerca de 300 revistas e jornais, disponível através do pagamento de uma mensalidade única de 9,99 dólares para toda a família. As receitas serão repartidas a 50-50 com os publishers. E o primeiro mês é grátis.

The Wall Street Journal é o maior jornal a integrar a plataforma, enquanto o The New York Times e o The Washington Post optaram por não fazer parte do catálogo da Apple. As assinaturas custariam 800 dólares mensais se fossem adquiridas individualmente, segundo cálculos da empresa.

O serviço vai estar inicialmente disponível nos EUA e Canadá, mas deverá chegar também ao Reino Unido ainda este ano e, mais tarde, a outros países europeus. Outra das grandes novidades é o facto de estes conteúdos não terem publicidade e de a Apple não permitir aos anunciantes seguirem a atividade dos utilizadores para efeitos de segmentação de anúncios.

A empresa vai ainda adicionar uma nova aba na App Store especialmente dedicada aos videojogos. É outro serviço novo, que se vai chamar Apple Arcade. Através de uma subscrição, o Apple Arcade vai permitir jogar mais de uma centena de títulos exclusivos de estúdios como a Sega. O serviço vai chegar no outono a mais de 150 países, mas ainda não se sabe quanto vai custar.

Por último, há novidades no Apple Pay. A empresa vai lançar, em conjunto com o banco Goldman Sachs, um novo cartão de crédito Apple Card. Não tem número, nem código na parte de trás, nem data de validade. O objetivo é permitir o uso do serviço Apple Pay nos comerciantes que ainda não suportam o serviço digital.

Estas são algumas das novidades apresentadas pela Apple na já habitual conferência da primavera, que a empresa realizou esta segunda-feira, no Steve Jobs Theater, em Cupertino (EUA). Este ano, o evento já está a ser considerado histórico para a marca, na medida em que representa uma mudança significativa na estratégia da fabricante do iPhone.

A Apple desviou o foco dos produtos e vai apostar mais nos serviços. No ano passado, esta rubrica de receita cresceu 33%, para quase 40 mil milhões de dólares. Em contrapartida, as receitas com a venda de iPhones no trimestre que acabou em dezembro recuaram pela primeira vez numa década, facto que ganha relevância tendo em conta que é o principal período de vendas para a empresa graças ao aumento do consumo na época natalícia.

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Magic Leap: já é possível assistir a partidas de basquetebol em realidade aumentada

Magic Leap: já é possível assistir a partidas de basquetebol em realidade aumentada

A tecnologia de realidade aumentada poderá abrir novas formas de consumir desporto na televisão, interagir com as repetições e assistir ao jogo múltiplos ecrãs virtuais.

A Magic Leap criou uma aplicação de realidade aumentada especialmente dedicada à NBA, a famosa liga profissional americana de basquetebol. O objetivo é oferecer ao espetador uma experiência mais imersiva, mas igualmente mais ativa quando assiste aos jogos. Os espetadores deixam de se refastelar no sofá e consumir passivamente a partida, para interagir com diversos elementos que surgem no ecrã.

Se antes estavam limitados às informações que os canais de televisão adicionavam como complemento aos jogos, agora os utilizadores passam a filtrar e a escolher que estatísticas querem consultar, por exemplo. Sejam as faltas, os pontos individuais dos jogadores e qualquer outro dado gerado pela partida podem ser projetados em realidade aumentada, sem interrupção do jogo.

Será ainda possível projetar ecrãs virtuais, com repetições das melhores jogadas, ou então, isolar um único jogador, e assistir apenas à sua perspetiva. A aplicação introduz outras estatísticas interessantes, tais como a comparação direta entre as equipas ou entre jogadores ao longo da temporada.

A aplicação surge numa parceria da Magic Leap, a NBA e a Turner Sports, que detém os direitos de transmissão televisiva, e embora apenas os subscritores do passe para a Liga NBA ou para quem adquira assinaturas para jogos individuais possam aceder às partidas ao vivo; a app oferece um vasto catálogo de conteúdos gratuitos, on demand, para qualquer utilizador do Magic Leap One.

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