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Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Saiba como criar palavras passe únicas e fáceis de memorizar

Os investigadores da Kaspersky Lab descobriram que a maior fragilidade das palavras-passe é a sua reutilização. A recente publicação da notícia do roubo de mais de 700 milhões de emails e palavras-passe não codificadas revela que a informação obtida devido às diferentes falhas pode combinar-se facilmente e ser utilizada em outros ataques de “preenchimento de credenciais”, onde os hackers aproveitam as combinações do correio eletrónico ou palavras-passe das vítimas para aceder a outras contas que tenham a mesma palavra. Para criar palavras-passe seguras, únicas e fáceis de memorizar, a Kaspersky Lab recomenda:

  • Criar uma “combinação estática” (a parte da palavra-passe que nunca muda)

1. Pensar numa frase, letras de canções, citações de um filme, uma canção de infância ou algo parecido que seja fácil de memorizar para nós próprios.
2. Pegar na primeira letra das primeiras três ou cinco palavras.
3. Entre cada letra, acrescentar, por exemplo, @/ #, etc.

  • Melhorá-las através da força da associação

1. Quando pensamos nas contas online para as quais precisamos de ter uma palavra-passe (Facebook, Twitter, locais de contactos ou de jogos, etc.), deve-se anotar cada uma das primeiras palavras que associemos a cada rede.

2. Por exemplo, ao criarmos uma palavra-passe para o Facebook, podemos associar esta rede à cor azul do logótipo; ou então podemos simplesmente acrescentar a palavra “azul”, talvez em maiúsculas, no final da combinação estática.

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Huawei Mate Fold – o que esperar do smartphone dobrável da Huawei

Huawei Mate Fold – o que esperar do smartphone dobrável da Huawei

Com apresentação marcada para o dia 24 de fevereiro, o smartphone dobrável da Huawei é uma realidade para a qual se deverá preparar. Contudo, perante o elevado número de rumores, fugas de informação e simples especulação, o que é que podemos esperar deste produto?

Longe de ser a única fabricante a apresentar o seu smartphone dobrável em fevereiro, o Huawei Mate Fold (ou Mate Flex), é um dos segredos bem guardados na sede da fabricante chinesa, em Shenzen.

Chegará quatro dias após o smartphone dobrável da sua rival, Samsung e juntar-se-á ao grupo seleto de fabricantes que querem mudar o mercado mobile. Não lhe chamaremos revolucionário, não antes de conhecer oficialmente o produto e tudo o que ele possa fazer.

Huawei Mate Fold ou Flex?

Para já a única certeza que temos é que ele existe e que será apresentado durante o Mobile World Congress (MWC) em Barcelona. Esta informação foi divulgada por Richard Yu, o responsável máximo pelo departamento de dispositivos móveis da marca.

O executivo já em ocasião passada deu a entender que a marca estava a trabalhar neste novo conceito, isto em 2017. Entretanto, temos visto muito pouco sobre o smartphone dobrável da Huawei, mas com a publicação do seu convite, acabam-se as dúvidas.

O produto está pronto a ser apresentado, não há outra forma de o encarar quando contemplamos a imagem presente no convite oficial. Barcelona será assim a cidade escolhida para acolher este promissor dispositivo móvel da segunda maior fabricante mundial.

Um segredo bem mantido pela Huawei

Contudo, de acordo com a LetsGoDigital, o smartphone dobrável da Huawei chegará às lojas entre os meses de abril e maio de 2019. Claro, para já são apenas rumores ou fugas de informação de cariz dúbio mas, pelo menos, fazem-se acompanhar de representações digitais.

Os vulgos renders que, apesar de não representarem o produto final, dão-nos já uma ideia aproximada dos traços gerais do mesmo. Mais ainda, acredita-se que este seja o mecanismo que tornará o Huawei Mate Fold num smartphone dobrável.

Um primeiro olhar a este smartphone dobrável?

Já mais recentemente, a Huawei apresentou o seu primeiro router comercial preparado para as redes 5G. O seu nome? Balong 5000 e deverá integrar o promissor smartphone dobrável da marca liderada por Ren Zengfei.

Acredita-se que a Huawei queira ter um tablet que se pode transformar em smartphone e vice-versa. Assim sendo, poderemos ter uma nervura central, maleável ou bastante similar ao que encontramos no Surface Book, da Microsoft.

Nesse sentido, o smartphone dobrável tornar-se num bom candidato para usufruir ou dar uso à stylus da Huawei, a sua M-Pen. Contudo, volto a frisar que para já tal não foi confirmado por qualquer fonte oficial.

Acreditamos, sim, que a Huawei esteja a preparar um leque incrível de especificações e funcionalidades para este produto. Para já, as certezas são escassas, mas podem ser resumidas ao supracitado modem, ao formato dobrável e ao processador Kirin 980 da sua marca, HiSilicon.

As 3 certezas para o Huawei Mate Fold

Sendo fabricado de acordo com a arquitetura de 64-bits e a litografia de 7nm, este é um dos mais poderosos e eficientes processadores do mercado. Ademais, possui um NPU duplo (dois núcleos) dedicados inteiramente aos algoritmos de inteligência artificial ou machine learning.

Para dar resposta às tarefas diárias, o Kirin 980 conta com 4 núcleos orientados para a poupança energética com uma frequência máxima de 1.8Ghz. Em seguida apresenta dois núcleos, maiores, com uma frequência de 1.92Ghz. Por fim, temos ainda 2 núcleos mais poderosos com uma frequência de 2.26Ghz para dar resposta às tarefas mais exigentes.

Tudo o resto neste smartphone dobrável continua a pertencer ao reino da especulação. Por muito tentador que seja discorrer sobre o Huawei Mate Fold, é necessário permanecer fiel, em exclusivo, aos factos.

Entretanto, vimos também alguns rumores alusivos ao seu possível preço de venda na Europa. Aqui, o Huawei Mate Fold poderá custar cerca de 1495€, sendo assim um pouco mais económico do que a alternativa da Samsung.

Mais uma vez, até mesmo o seu nome ainda não foi confirmado pela sua fabricante. Em cima da mesa está a nomenclatura Huawei Mate Fold, mas não é de descartar o sufixo “Flex” ou simplesmente “Mate F”. Esperemos para ver.

Para que precisaremos de um smartphone dobrável?

As marcas, como a Huawei, precisam do smartphone dobrável para se reinventarem e ao mercado mobile. Depois de um 2018 pautado pela contração deste ainda grande esfera económica, o novo formato servirá um duplo propósito.

Gerar uma nova curiosidade, uma nova necessidade junto dos consumidores, principalmente dos mais adeptos de tecnologias móveis. Em segundo lugar, servirá para as marcas provarem a si, ao mundo e às rivais, aquilo que são capazes de fazer.

Já para o utilizador comum, as vantagens e a necessidade de ter um smartphone dobrável é, para já, questionável. Mas não tomem a minha palavra como última, eu ainda prefiro livros em papel…

E você, o que sente pelo Huawei Mate Fold ou pelo conceito de smartphone dobrável? Necessidade, curiosidade ou algo completamente distinto?

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