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Das vacinas contra o cancro às câmaras ingeríveis. Estas são as dez maiores inovações tecnológicas para Bill Gates

Das vacinas contra o cancro às câmaras ingeríveis. Estas são as dez maiores inovações tecnológicas para Bill Gates

O pai da Microsoft, Bill Gates, elegeu as vacinas personalizadas contra o cancro, os hambúrgueres vegetais com sabor a carne e os relógios com eletrocardiogramas como alguns dos dez avanços tecnológicos que vão melhorar o mundo. A lista é divulgada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, que seleciona e publica anualmente na sua revista a lista das dez principais inovações tecnológicas, mas que, para 2019, convidou o cofundador da multinacional a fazer as escolhas.

O multimilionário e filantropo norte-americano elegeu:

  • Vacinas personalizadas contra o cancro;
  • Hambúrgueres vegetais com sabor a carne;
  • Relógios que fazem eletrocardiogramas;
  • Destreza robótica;
  • Energia produzida por fusão e fissão nuclear;
  • Testes sanguíneos de diagnóstico de bebés prematuros;
  • Cápsulas ingeríveis que captam imagens do intestino;
  • Máquinas que capturam dióxido de carbono;
  • Sanitas que tratam in situ os dejetos;
  • Programas de inteligência artificial de conversação.

São dez invenções que vão dar que falar em 2019 e mudar o mundo para melhor, segundo o magnata. O assunto é capa da edição de março/abril da revista do MIT, que descreve as inovações na sua edição digital.

O robô “Dactyl”, criado nos Estados Unidos, aprendeu a virar entre os dedos um brinquedo em forma de cubo, uma destreza que pode vir a ser aperfeiçoada para a execução de tarefas em casa ou numa fábrica.

Ao contrário da quimioterapia, que ataca as células saudáveis, as vacinas personalizadas contra o cancro, que estão a ser testadas em doentes, podem levar as defesas naturais do corpo a destruírem apenas os tumores ao identificá-los pelos seus erros genéticos únicos.

Uma simples análise ao sangue permitirá aos médicos identificarem as mulheres propensas a dar à luz antes do tempo e tomar medidas para evitar o nascimento de um bebé prematuro e dar-lhe mais hipóteses de sobrevivência, ao detetar variações na expressão de sete genes que estão associadas aos nascimentos prematuros. Uma empresa, a Akna Dx, foi criada nos Estados Unidos para comercializar o teste.

Também nos Estados Unidos já se confecionam hambúrgueres com proteínas de ervilha, soja, trigo, batata e óleo de plantas para mimetizar a textura, o valor nutritivo e o sabor da carne. Na Holanda trabalha-se na produção de carne em laboratório, um método que implica a extração de tecido muscular de animais para fazê-lo crescer em biorreatores.

No Paquistão, onde prevalecem determinadas doenças inflamatórias intestinais, foi testado em jovens o uso de uma cápsula para captar imagens do intestino. Uma espécie de câmara ingerível.

A cápsula, que tem um minúsculo microscópio, pode ser engolida facilmente, mesmo por crianças, devido ao seu reduzido tamanho e permite examinar e detetar lesões no intestino e noutros órgãos do aparelho digestivo sem o desconforto de uma endoscopia ou colonoscopia sem anestesia, de acordo com o patologista e bioengenheiro Guillermo Tearney, do hospital norte-americano de Massachusetts, onde criou o dispositivo, que, ainda assim, tem agarrado um cabo flexível que fornece luz à cápsula e que se liga a um monitor onde são reproduzidas as imagens visualizadas pelo médico.

O uso de dióxido de carbono, que contribui para o aquecimento do planeta, na produção de combustíveis ou refrigerantes é apontado como uma das mais-valias de máquinas capazes de capturar este gás poluente da atmosfera, além do efeito de mitigarem as alterações climáticas.

A lista das dez invenções tecnológicas mais promissoras selecionadas por Bill Gates não fica completa sem as sanitas que não precisam de estar ligadas a sistemas de saneamento ou água e que transformam os dejetos em fertilizante, ao aquecê-los num compartimento de forma a gerarem uma substância rica em carbono.

Há, ainda, os sistemas de inteligência artificial que aprenderam a detetar a ausência de palavras num texto ao estudarem milhões de frases. Sistemas como este, combinados com melhores sintetizadores de voz, podem potenciar novos programas de inteligência artificial que permitem às máquinas manterem uma conversação com pessoas e não responderem simplesmente a uma ordem.

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Cada cidade é ou poderá ser inteligente à sua maneira

Cada cidade é ou poderá ser inteligente à sua maneira

A tour das Smart Cities parou ontem em Lisboa onde debateu a “Cidade como plataforma”. O tema trouxe à discussão soluções de gestão em cidades tão distintas quanto Lisboa, Abrantes ou Famalicão e colocou em evidência a importância das redes de comunicação e do trabalho em rede.

Depois de Faro e de Aveiro foi a vez de Lisboa acolher a Smart Cities Tour, uma iniciativa organizada pela Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), através da Secção Cidades Inteligentes, em parceria com a NOVA Cidade e a Altice Portugal. O terceiro workshop discutiu a “Cidade como Plataforma” e levou ao palco do Fórum Picoas os novos desafios das cidades e os contributos da inovação e da tecnologia.

Cada cidade é ou poderá ser inteligente à sua maneira. Essa foi uma das evidências que resultaram das intervenções de vários autarcas presentes, nomeadamente de câmaras com realidades tão distintas quanto as de Lisboa, Viseu, Cascais, Famalicão ou Abrantes. O conceito de smart cities é interpretado em cada uma de acordo com as necessidades que visa resolver, mesmo que, como sublinhou o presidente da Câmara de Viseu e vice-presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e presidente da Secção das Cidades Inteligentes da ANMP, António Almeida Henriques, haja um cenário de fundo comum: “cada vez as autarquias têm mais competências e cada vez menos recursos financeiros – e aqui a tecnologia da inteligência urbana entra que nem uma luva”.

Decisiva, na opinião do autarca, é a capacidade de competir no que respeita à cobertura digital. E deu como exemplo uma das atuais frentes em que Viseu está envolvida, disputando um investimento externo com uma cidade do Leste da Europa e outra da Ásia. “Precisamos de garantir que em qualquer lugar as pessoas estão ligadas. Temos de pôr tudo a falar com tudo”.

As várias tecnologias ontem apresentadas – seja a plataforma integrada de gestão em Lisboa, sejam soluções de gestão adaptadas à escala de cidades como Famalicão, seja o Move em Viseu que permite ligar freguesias de baixa densidade populacional – têm em comum a exploração de uma série de soluções que visam trazer maior eficiência e qualidade de vida no quadro das comunidades.

Sendo que a tecnologia permite maior eficiência, mas não resolve todos os problemas. Alexandre Fonseca, CEO da Altice e ontem anfitrião da iniciativa que a operadora apoia desde a génese, há três anos, recordou o que já tinha afirmado há quase um ano, no encontro na AIP que fechou a tour das smart cities em 2018: “não podemos ter a ambição de trazer tecnologia para cima do problema e dizer que o resolvemos; smart cities é muito mais que isso, e a solução não pode ser um pronto a vestir porque não há uma mesma solução para todos”.

Para o gestor, a componente de tratamento de dados é uma das “pedras de toque” do trabalho que a empresa tem vindo a fazer nesta área, nomeadamente através dos novos polos de inovação como o de Viseu, o primeiro fora de Aveiro, sede da Altice Labs. Madeira e Algarve estão na rota de abertura de novas unidades semelhantes e já hoje foi anunciada a abertura de um polo em Lisboa. Alexandre Fonseca sublinhou o objetivo de alcançar a cobertura com fibra ótica de 100% da população portuguesa previsto no plano de investimentos da Altice até 2020, mas manifestou a sua preocupação com o enquadramento regulatório. “Há um ambiente regulatório hostil aos operadores, demagógico e populista, que ameaça um setor que vale cinco mil milhões de euros no PIB”, referiu, acrescentando que “a lei das telecomunicações se avançar vai pôr em causa os investimentos”.

“Espanta-me como é que num país tão pequeno há uma distância tão grande das grandes empresas ao território e aos portugueses”

“Não podemos esquecer o tema que foi aqui levantado e bem pelo Dr. Almeida Henriques e que tem que ver com a necessidade de termos todo o país e todos os cidadãos devidamente interligados. Há aqui um esforço que a Altice Portugal tem feito e que não tem sido seguido por outros – somos o único que temos feito investimento nas zonas de baixa densidade do país – e faltam as políticas públicas de incentivo”, sublinhou Alexandre Fonseca em entrevista ao SAPO24. Para exemplificar o impacto que podem ter as políticas públicas apontou o caso da rede 4G: “para que operadores como nós, que no 4G temos 98,5% da população coberta, mas falta 1,5%,  custa quase tanto estes 1,5% como quase os outros 98,5%, por causa da distância e da granularidade do que é necessário fazer. E hoje não temos políticas públicas que incentivem os operadores a chegar a todos os cidadãos”.

Ao longo de um ano em que tem percorrido o país, Alexandre Fonseca considerou que “hoje há uma noção mais clara da parte de autarcas e de decisores de que forma as soluções tecnológicas podem melhorar a vida dos cidadãos. Até porque este tipo de soluções tem muito a ver com a maturidade de quem as produz, mas também de quem as utiliza”. Na sua perspetiva, a criação de uma rede de cidades inteligentes passa pela convivência das várias tecnologias de rede: “A combinação destas quatro tecnologias – fibra ótica, 5G, narrowband IoT [para ligar dispositivos / sensores] e 4G – vai ser fundamental”.

“É importante que as smart cities não fiquem só por Lisboa, Porto, Braga, Viseu e Aveiro e cheguem ao país real. Eu gostava muito que quando estamos no Vimioso, em Trás-os-Montes, ou em Alcoutim, no Algarve, estes pequenos municípios também fossem smart cities – mais pequenas mas não menos smart“, afirmou. Sobre a avaliação que faz das diferentes realidades que tem vindo a visitar pelo país, a nota de Alexandre Fonseca foi para a distância que sente existir entre as empresas e as comunidades.

“Espanta-me como é que num país tão pequeno há uma distância tão grande das grandes empresas ao território e aos portugueses. Ouvirmos autarcas, empresários, cidadãos dizerem que nunca tinham tido contacto com uma grande empresa no seu território tem-me saltado à vista, isto não pode ser assim. Ao mesmo tempo tenho encontrado – seja no Porto Santo, no Funchal, em  Ponta Delgada, no Algarve, em Trás-os-Montes – autarcas com uma vontade enorme de entrar neste barco da transformação digital para as suas regiões”.

Cada vez maiores, cada vez mais digitais: detalhes que podem fazer a diferença na vida das cidades

Nas próximas décadas, o crescimento populacional e o desenvolvimento tecnológico convergem na multiplicação em número e tamanho das cidades. Como recordou Alcino Lavrador, diretor-geral da Altice Labs, “dentro de 35 anos as cidades vão duplicar de tamanho, teremos mais 2,5 mil milhões de pessoas no mundo”.

É esta mudança que quem trabalha nas plataformas de smart cities ou em áreas relacionadas procura antecipar e algumas transformações já são à data de hoje visíveis. Como, por exemplo, o tema do ruído em Lisboa. É uma queixa corrente de moradores em zonas com estabelecimentos noturnos e tem uma capilaridade na cidade que não se resolve com fiscalização à porta de cada bar ou discoteca. Um dos indicadores monitorizados através da atual plataforma integrada de gestão é precisamente o ruído. Como funciona? Através de sensores instalados, sempre que o ruído ultrapassa os valores previstos pela lei é enviado um sms ao gestor do estabelecimento. Ao terceiro sms, se não houver resposta, a polícia municipal dirige-se ao local. “Ovo de Colombo”, disse o vereador Miguel Gaspar, ontem presente no debate.

Também Nuno Bento, da Smart Regions, apresentou um conjunto de possibilidades resultantes da análise de dados aqui tratados à escala de uma região e não de uma cidade e que permitem trabalhar cenários relacionados com o desperdício alimentar (e o impacto no volume de importações de alimentos), a disponibilidade de água ou as colheitas vinícolas.

Ao nível das empresas, esta transformação também traz grandes desafios. A forma como consumimos e o aumento das compras online é exemplo disso. Uma mudança que os CTT estão a olhar com atenção, tendo um plano de investimentos de 40 milhões de euros, entre 2018 e 2020, precisamente para implementar soluções como as entregas de encomendas no mesmo dia – o teste piloto de uma solução arranca amanhã em Lisboa – e a disponibilidade de cacifos para que se possam receber encomendas em qualquer altura ou lugar.

A Smart Cities Tour 2019 vai percorrer o país com o objetivo de debater os novos desafios das cidades. Depois de Faro, Aveiro e Lisboa, a tour segue para Vila Real (19 de marco, “Cidade circular”), Setúbal (28 de março, “Cidade inclusiva”), Ponta Delgada (5 de abril, “Alterações climáticas”) e Funchal (8 de maio, “Happy City”) e termina com a Cimeira dos Autarcas a realizar no evento Portugal Smart Cities Summit, nos dias 21 a 23 de maio, na FIL, em Lisboa.

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IBM Watson vai ajudar condutores da Seat a planear rotas

IBM Watson vai ajudar condutores da Seat a planear rotas

Depois de anunciar o concept car Minimó, um elétrico compacto para transporte urbano partilhado, a Seat anunciou uma parceria com a IBM para desenvolver uma solução de inteligência artificial capaz de sugerir rotas usando diferentes tipos de transporte, incluindo carros, motas, bicicletas, transportes públicos ou até trotinetes. O Mobility Advisor vai usar o serviço de base cloud IBM Watson «para fornecer aos utilizadores uma interface de conversação que os ajuda a planear e otimizar rotas, bem como sugerir alternativas de transporte que melhor se adaptem às suas necessidades».

O comunicado da Seat não revela grande detalhes, mas sabe-se que a solução poderá funcionar sobre redes 4G e 5G e que vai ser capaz de aprender com os hábitos do utilizador, viagens anterior e considerar uma grande variedade de fatores, incluindo o estado do trânsito, as previsões meteorológicas e eventos que possam estar planeados para o dia. Deste modo, o sistema terá capacidades preditivas, não se limitando a analisar o estado do trânsito. De acordo com a análise das diferentes variáveis e do destino pretendido pelo utilizador, o Mobility Advisor deverá ser capaz de recomendar, de modo dinâmico, diferentes tipos de transporte e até percursos pedonais. O que significa que poderá, por exemplo, recomendar ao utilizador que comece a viagem no carro, mude para um comboio e conclua o percurso numa trotinete – a Seat já tem a eXS.

O desenvolvimento vai ser feito através da XMOBA, empresa independente da Seat que testa novas soluções para melhorar mobilidade, e pela Viewnext, uma filial da IBM em Espanha. A marca de Barcelona «irá analisar uma futura integração do Mobility Advisor com o Justmoove, a plataforma de soluções de mobilidade colaborativa que a empresa oferece aos seus clientes».

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Os smartphones voltaram a ser coisas estranhas

Os smartphones voltaram a ser coisas estranhas

Stranger things? Não, é só o futuro ao vivo em Barcelona onde decorre esta semana o Mobile World Congress (MWC). São mais de 2000 empresas oriundas do mundo inteiro  e todas com uma promessa: estão a revolucionar a forma como comunicamos e propõem-se por estes dias mostrar a quem quiser ver.

5G. Um número e uma letra que é uma espécie de impressão digital desta edição do MWC. Os smartphones são a face mais visível para os consumidores mas 5G é bem mais que equipamentos. Operadores de telecomunicações, fabricantes de equipamentos de rede, fabricantes de chips, marcas de telemóveis todos levaram até Barcelona aquilo que andam a fazer em matéria da quinta geração de redes móveis. E este ano é que é, todos prometem. Para já em Barcelona já desfilaram algumas das “misses” deste concurso de beleza tecnológica. A saber: Huawei Mate X (a partir de 2299 euros), Samsung Galaxy S10 5G (preço por divulgar), Xiaomi Mi MIX3 (a partir de 599 euros), LG V50 ThinQ (preço por divulgar), ZTE Axon 10 Pro 5G (preço por divulgar).

Além dos equipamentos que chegam às mãos dos consumidores, há outra discussão a correr, mais política sobre infraestruturas. A chinesa Huawei tem estado na linha de fogo de vários países (alegadamente por a sua tecnologia 5G ser também uma arma de espionagem) mas ontem o o CEO da Vodafone, Nick Read defendeu que retirar o fabricante chinês do mercado europeu significaria um atraso de dois anos. “Seria altamente disruptivo”, afirmou o gestor. Além da Huawei, os outros dois grandes fabricantes de infraestruturas na Europa são a Nokia e a Ericsson. “Se concentrarmos o mercado em dois fabricantes, penso que será pouco saudável não apenas para nós enquanto indústria, mas também para a infraestrutura nacional nos países”. Read considerou que este é um problema sairia que “muito, muito caro” a operadores e consumidores e que afetaria sobretudo a Europa, uma vez que os Estados Unidos não têm equipamento da Huawei.

O Mate X da Huawei é uma das estrelas do Mobile World Congress, em Barcelona | Josep LAGO / AFP)[/caption]

Não é só o 5G, com a sua maior velocidade e mais baixa latência que está a mudar os smartphones. Também na forma as coisas estão a mudar e a palavra de ordem é “dobrável”. Ou Fold como são designados na origem pelos fabricantes ou dobráveis. A Samsung apresentou o seu Galaxy Fold na semana passada, mas alguma imprensa especializada, como a revista Wired, diz que a Huawei “stole the show”, o mesmo é dizer tornou-se o centro das atenções com o seu Mate X. Ambos propõe uma extensão de ecrã, mas não exatamente da mesma maneira e tudo isso tem a ver com a forma como interpretam o verbo desdobrar. Estas imagens da Wired ajudam a perceber o conceito.

À tecnologia e à forma falta acrescentar um tema que continua a ser um dos favoritos quando se fala dos futurismos presentes: realidade aumentada. Lembram-se das HoloLens da Microsoft em 2015? Esqueçam as Hololens da Microsoft em 2015 e ponham os olhos nas que levou a Barcelona este ano. Uma versão pensada para o mercado das empresas e para trabalhos de precisão na indústria, na construção na arquitetura e na área militar. Preço estimado: cerca de três mil euros.

À margem dos grandes lançamentos e das estrelas da indústria, Barcelona é também palco para apresentação de algumas experiências.Como a protagonizada por Edgar Pons  que se voluntariou para inserir um chip por baixo da pele.O voluntário, disse simplesmente que aceitou ter  um implante com uma identificação de radio frequência (RFID) porque isso lhe permitia abrir a porta de casa. “É super, muito útil, porque tenho uma casa inteligente”, disse. E também porque é muito fácil retirar o RFID, acrescentou. “Basta fazer um pequeno corte e pressionar”.

Em abono da estranheza (ou não) importa dizer que o chip tem o tamanho de um grão de areia e está revestido por material biocompatível. Noutra apresentação do banco espanhol Sabadell, outro voluntário mostrou experiência idêntica, desta vez para evidenciar a “facilidade” de fazer pagamentos com um chip debaixo da pele bastando passar o telemóvel por cima.

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Nubia apresenta smartphone “de vestir” para os fãs de ecrãs flexíveis

Nubia apresenta smartphone “de vestir” para os fãs de ecrãs flexíveis

O smartphone tem um display de 4 polegadas e uma bateria de 500mAh. O sistema operativo foi criado pela Nubia para servir este telefone em específico.

Os displays flexíveis são a nova tendência no segmento dos smartphones. Depois de terem passado vários anos em desenvolvimento, estes ecrãs estão agora a ganhar destaque numa indústria que se sente confiante em apostar nestes modelos. Atualmente são os smartphones dobráveis que dão utilidade a este tipo de tela, mas a flexibilidade dos mesmos abre as portas à criatividade. A Nubia está ciente disso e decidiu apostar num formato diferente.

No Mobile World Congress, a empresa apresentou um smartphone flexível que é também um wearable. O equipamento vai buscar inspiração aos smartwatches, uma vez que pode ser enrolado ao pulso, tal qual um relógio. As características físicas do aparelho obrigaram a Nubia a desenvolvê-lo com um ecrã mais estreito do que o normal, mas é na peculiaridade que o Alpha ganha valor.

O ecrã OLED chega às quatro polegadas e tem uma resolução de 960 x 192. A Visionox é a empresa responsável pela produção do mesmo e é internacionalmente conhecida pelo trabalho desenvolvido segmento dos flexíveis. De acordo com a Nubia, este é o maior display “vestível” do mercado.

Outro pormenor que deve facilitar a utilização quotidiana do aparelho é o facto de este ser resistente à água. De resto, falamos de um smartphone com um processador Qualcomm Snapdragon Wear 2100, 1GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. A bateria chega aos 500mAh e a Nubia defende que a capacidade é suficiente para suportar uma utilização comum de entre um a dois dias. O wearable tem Bluetooth, WiFi, 4G e suporte para SIM eletrónico, o que permite enviar SMS, fazer chamadas e utilizar a internet, tal como num telemóvel normal.

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MWC19: Conheça os novos computadores portáteis da Lenovo

MWC19: Conheça os novos computadores portáteis da Lenovo

Barcelona é por estes dias o palco das novidades tecnológicas ao nível dos dispositivos móveis e não só! Além das novidades ao nível da tecnologia 5G, dos smartphones dobráveis, da inteligência artificial… o segmento dos computadores portáteis continua em grande com a Lenovo a liderar o ranking.

Conheça os novos portáteis direcionados para o segmento doméstico e empresarial.

A Lenovo deu a conhecer as últimas novidades do portfólio ThinkPad: T490s, T490, T590, X390 e X390 Yoga. A empresa apresentou também os computadores portáteis Lenovo 14w com Windows 10 Pro e Lenovo 14e Chromebook, que visam aumentar a produtividade do utilizador.

Destaque ainda para o novo phablet Lenovo Tab V7, o novo dispositivo móvel ThinkVision M14 e os auscultadores X1 ANC, com o objetivo de maximizar a flexibilidade do trabalho de equipa à distância.

Portáteis ThinkPad T e X series

Com designs completamente novos, os mais recentes portáteis ThinkPad T e X series incluem diversas funcionalidades interessantes: Das várias características destaque para:

  • Funcionalidades ThinkShield tais como o ThinkPad PrivacyGuard1 com PrivacyAlert e segurança física da webcam2 ThinkShutter encontram-se disponíveis na maior parte dos modelos.
  • O novo e moderno ThinkPad BIOS conta com novas funcionalidades, incluindo recursos auto-recuperáveis.
  • Alta velocidade WWAN para uma melhor conectividade com a velocidade Gigabit, utilizando Fibocom L860-GL CAT16 LTE no T490.
  • T490s, X390 e X390 Yoga apresentam as mais recentes Intel® Wi-Fi 6 Gig+.
  • Microfones duplos com quatro metros de desempenho em espaços amplos e verdadeira capacidade de 360º.
  • Ecrã HDR com Dolby Vision™ disponível em todas as séries T.
  • Novo dispositivo de baixo consumo de 400 nit FHD disponível nos modelos T490s e T490.
  • Os mais recentes processadores 8th Gen Intel® Core™.

Com mais de 140 milhões de unidades vendidas até à data, os componentes do ThinkPad focaram-se sempre no design e na engenharia, conquistando a confiança do utilizador através de segurança e durabilidade de primeira classe, assegurando uma experiência móvel de qualidade.

Lenovo 14w com Windows 10 Pro e Lenovo 14e Chromebook

Os novos Lenovo 14w e o 14e Chromebook oferecem funcionalidades para lidar com o desgaste de um dia de trabalho. Trazer a tecnologia para todos os colaboradores nunca foi tão simples ou económico:

Lenovo 14w com Windows 10 Pro
  • Recursos integrados de segurança, gestão e produtividade com o Windows 10 Pro
  • Desempenho AMD A6-9220c
  • Fino e leve, 17.7mm e 3.39 libra, com uma cobertura superior de alumínio
  • 14 polegadas FHD com IPS touch screen
  • À prova de salpicos e iluminação de teclado
  • Acesso aos serviços do Microsoft 365 para funcionários de primeira linha3
Lenovo 14e Chromebook
  • Desempenho AMD A4-9120c
  • Fino e leve, 17.7mm e 1,5 kgs, com uma cobertura superior de alumínio
  • 14 polegadas FHD com IPS touch screen
  • À prova de salpicos e iluminação de teclado
  • Programa de gestão Google console e G Suite

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Audi: Veículos vão ligar-se a semáforos e ter informação no painel

Audi: Veículos vão ligar-se a semáforos e ter informação no painel

Hoje em dia é tudo “smart” (inteligente)! São relógios inteligentes, casas inteligentes, carros inteligentes, cidades inteligentes… tudo é inteligente, mas falta ainda muito trabalho na integração.

Com o objetivo de ligar os seus carros a cidades inteligentes, a Audi revelou que quer ligar os veículos a semáforos.

á imaginou o seu carro ligar-se aos sinais de trânsito, em especial aos semáforos? Tal cenário está para breve e chegará pela mão da Audi.

Audi Connect Prime

A tecnologia Audi Connect Prime foi anunciada em 2016 e está agora presente em alguns modelos. Esta tecnologia permite aos carros ligarem-se aos semáforos e assim saber qual o sinal no momento, saber a velocidade ideal para passar “em segurança” o sinal verde, saber quanto falta para aparecer o sinal vermelho, entre outras informações.

O aviso de velocidade usa informações do sinal de trânsito e a posição do veículo para calcular uma “velocidade recomendada”, permitindo que os condutores cheguem aos semáforos ainda quando estes estão verdes.

A distância de segurança para parar, o limite de velocidade e os planos de sincronização de sinal são considerados na determinação de velocidade “ótima” que será apresentada no ecrã do carro.

Para que tudo isto funcione, é usada tecnologia 4G (talvez 5G no futuro) onde se baseia toda a comunicação entre o carro e o semáforo. Por agora apenas estão disponíveis 4600 semáforo com esta tecnologia em 13 cidade dos Estados Unidos.

Para suportar a tecnologia da Audi, os semáforos têm de ter suporte para Traffic Light Information (TLI).

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Microsoft planeia revelar Xbox de última geração na E3 2019

Microsoft planeia revelar Xbox de última geração na E3 2019

A Microsoft pode estar a planear revelar finalmente a consola Xbox de próxima geração. Para isso, a empresa, como habitualmente, escolherá o palco da E3 2019.

Embora possam ser apresentadas já este ano, as novas consolas Xbox só deverão chegar em 2020.

Nova Xbox da E3 2019

Segundo alguns meios mais próximos da Microsoft, a nova consola Xbox estará já pronta para ser apresentada, embora não haja nomes de produtos ou detalhes de preços. Contudo, será na E3 2019 quer iremos conhecer a forma, detalhes e pouco mais. Serão mais aspetos de hardware.

Portanto, as consolas não estarão disponíveis imediatamente após o evento anual, pois os relatórios afirmam que serão lançados no outono de 2020.

Xbox Anaconda e Lockhart?

As consolas Xbox de próxima geração virão em duas versões. Têm para já nomes de código Anaconda e Lockhart. Desta forma, os dispositivos são conhecidos como Projeto Scarlett.

Há rumores de que o Anaconda é a consola mais potente e vem equipada com uma drive SSD. Por outro lado, a versão Lockhart terá um preço mais baixo e potencialmente sem disco. Terá certamente o foco na utilização do serviço de streaming de jogos do xCloud.

Possíveis características:

Xbox Lockhart 

  • CPU: Custom 8 Cores – 16 zen threads 2
  • GPU: Custom NAVI 4+ Teraflops
  • RAM: 12GB GDDR6

Xbox Anaconda 

  • CPU: Custom 8 Cores – 16 zen threads 2
  • GPU: Custom NAVI 12+ Teraflops
  • RAM: 16GB GDDR6
  • Armazenamento: 1TB NVMe 1 + GB /  SSD hard drive

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Google vai fechar o Google Fit na Internet para se focar no Android e no Wear OS

Google vai fechar o Google Fit na Internet para se focar no Android e no Wear OS

Foi em agosto do ano passado que a Google apresentou a nova cara do Google Fit e que o adaptou ao seu modern design. Esta novidade focou-se no Android e o Wear OS e mostrou que seria ai a aposta da marca para o futuro.

Agora a gigante das pesquisas dá mais um passo nesse sentido. Anunciou que irá fechar o site web dedicado ao Google Fit. A data está próxima e levará os utilizadores para o smartphone.

Para além de toda a informação que podemos obter pelo smartphone e pelo smartwatch, a Google criou também um site dedicado à apresentação recolhida pelo Google Fit. Com uma imagem simples e minimalista, era aqui que podia ser consultada a informação sobre o exercício físico que o Android e o Wear OS recolhe.

Claro que todas as preferências recaem pela consulta da informação no smartphone, porque tem uma melhor apresentação e porque está sempre presente com os utilizadores.

Agora a Google decidiu matar este sitio web e para o preparar começou já a anunciar aos utilizadores este momento com uma notificação de dimensões elevadas no próprio site.

O Google Fit visa treiná-lo para levar um estilo de vida mais saudável e mais ativo e para fazer com que as alterações de comportamento saudáveis sejam mais fáceis de alcançar. No ano passado, reformulamos o Google Fit com novos objetivos de atividade com base nas recomendações de atividade física da American Heart Association e da Organização Mundial da Saúde, adicionamos widgets do ecrã principal e de respiração orientada, bem como um desafio do Ano Novo de 30 dias. Embora continuemos a concentrar esforços para adicionar novas capacidades que otimizam a experiência do Google Fit em smartwatches e dispositivos móveis, iremos encerrar este Website do Google Fit a 19 de março de 2019. Para continuar a monitorizar as suas atividades e a obter orientações para alcançar os seus objetivos de saúde, instale a aplicação Fit no seu telemóvel Android ou smartwatch com o Wear OS.

A decisão parece ser irrevogável e a Google aponta agora para a sua app Fit do Android e até para os próprios smartwatches com a sua app nativa e as muitas funções adicionais.

Apesar de ser uma versão web, o Google Fit permitia ter uma vista mais alargada de dados. Dava também a possibilidade de alimentar o  próprio sistema com informações sobre exercício e outros dados dos utilizadores.

Esta é uma declaração clara da Google de que está apostada em tornar ainda mais rico o seu ecossistema de apps e em focar-se no Android e no Wear OS. A empresa quer recolher e dar informações aos utilizadores, em especial as de monitorização de exercício físico.

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Austrália vai permitir ter emojis nas placas dos carros

Austrália vai permitir ter emojis nas placas dos carros

Quando se fala hoje em veículos é normal avaliar-se o mesmo em termos de tecnologia! Nesta área, as evoluções têm sido significativas, mas há um elemento que alguém se esqueceu… a matrícula. No entanto, tal como já revelamos, o digital parece estar a chegar a este elemento identificativo e já há matrículas digitais.

Recentemente surgiu também a notícia que, na Austrália, as matrículas vão passar a ter emojis.

O Estado de Queensland, na Austrália, vai permitir que os veículos tenham um emoji associado à matrícula. Esta autorização está já prevista para o próximo mês de março e quem quiser lá colocar “um bonequinho” decorativo terá de pagar um extra, uma vez que as matrículas com emojis vão custar entre 150 e 500 dólares australianos o que corresponde a 95 a 315 euros, de acordo com o 7News.

Por agora apenas estão permitidos alguns emojis como, por exemplo, o tradicional sorriso, o emoji gargalhada, o smile que faz uma piscadela de olho, o emoji com óculos escuros ou o rosto com corações nos olhos, refere a BBC.

A imprensa tem referido que esta novidade tem sido bem recebida e que as reclamações apenas se centram no facto de existirem poucos emojis permitidos.

Qual o emoji que gostava de ter na sua matrícula?

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