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Grupos no WhatsApp só com a sua autorização, em breve

Grupos no WhatsApp só com a sua autorização, em breve

Vai haver uma nova opção no WhatsApp para que tenha mais controlo sobre os grupos a que o seu número de telemóvel é adicionado. Primeiro, receberá um convite. E vai ter três dias para decidir.

Estão sempre a adicionar a sua conta do WhatsApp a grupos, sem a sua autorização? Em breve, a aplicação de mensagens mais usada em todo o mundo deverá dar-lhe uma opção para impedir que isso aconteça. É a solução encontrada pelo WhatsApp para que não tenha de se dar ao trabalho de sair de um grupo para o qual sempre desejou nunca ter entrado.

A nova função já está a ser testada pelo WhatsApp, refere o El País, que cita um portal especializado em novidades do WhatsApp, mas não é certo se vai ser ativada de forma predefinida para todos os utilizadores quando chegar à generalidade das pessoas. Sabe-se apenas que os mais de 1,5 mil milhões de utilizadores do WhatsApp poderão decidir se podem sempre ser adicionados a grupos, ou se poderão ser adicionados apenas por pessoas que já estejam na sua lista de contactos.

Neste último caso, se a sua conta for adicionada a um grupo por alguém que não esteja na lista de contactos, receberá o convite, que é válido por 72 horas (três dias), cabendo ao utilizador decidir se quer aceitar ou não. Haverá ainda uma terceira opção, para que possa bloquear todas as tentativas de adicionarem o seu perfil a um grupo.

Os grupos do WhatsApp são comunidades de mensagens com até 250 pessoas. São usadas por famílias, grupos de amigos, organizações e empresas para agregar vários utilizadores numa espécie de canal privado de comunicação, ao qual apenas os membros adicionados têm acesso. Mas esta nova opção, dada pela empresa detida pelo Facebook, vem também responder a um outro desafio mais proeminente: o das fake news e da propaganda política sem escrúpulos.

O envio massivo de material com informação falsa e propagandística tem sido apontado como um dos fatores que mais ajudou à eleição do republicano Donald Trump para Presidente dos EUA, ou do candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro, que é o recém-empossado Presidente do Brasil.

Concretamente, em relação a este último, os grupos no WhatsApp tiveram um papel especialmente relevante. Neles, durante a campanha eleitoral, eram diariamente partilhadas milhões de mensagens incendiárias, muitas delas com informação falsa. Com as eleições europeias cada vez mais perto, a empresa fundada por Mark Zuckerberg tem estado numa corrida contra o tempo, no sentido de implementar soluções que possam mitigar este problema, sem desvirtuar o conceito por detrás do serviço.

Apesar dos esforços, o homem que criou o Facebook e que também é líder máximo do WhatsApp tem sido alvo de críticas, de várias frentes, que o acusam de não estar a tomar as medidas certas para combater o flagelo da desinformação por ter receio de penalizar as receitas da multinacional.

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Samsung Galaxy S10: rumores, confirmações e tudo mais sobre o novo topo de gama

Samsung Galaxy S10: rumores, confirmações e tudo mais sobre o novo topo de gama

Decidimos reunir todos os rumores em torno do smartphone, num misto de previsão do que vai ser anunciado oficialmente amanhã.

A Samsung comemora o décimo aniversário do seu smartphone topo de gama, e pretende festejar à altura, com o modelo Galaxy S10 que ao longo dos últimos meses tem gerado inúmeros rumores e leaks, estrategicamente difundidos para manter o interesse dos entusiastas da tecnologia. O novo modelo será igualmente importante para contrariar as vendas mornas do anterior S9, e manter a fabricante no topo da cadeia alimentar na indústria dos smartphones, procurando distanciar-se da sua rival Huawei. Mas afinal o que sabemos da joia da coroa da fabricante coreana?

Tudo indica que o S10 terá direito a três/quatro variações (S10, S10e que corresponde ao Lite e S10 Plus), oferecendo diferentes tamanhos de ecrã, e tendo como objetivo suprir os vários segmentos do mercado. O smartphone poderá ter um modelo Lite de entrada de gama de 5,8 polegadas, e outros maiores, para os modelos Plus, com 6,4 ou 6,7 polegadas.

Tendo em conta a revelação prevista para amanhã, não deixa de ser estranho que a Samsung já disponibilize uma página oficial para as pré-compras, prometendo aos seus clientes poupanças no valor de até 550 dólares no “próximo dispositivo Galaxy”. E a menos que estejamos a interpretar mal, as entregas do próximo equipamento serão feitas, caso o stock o permita, até ao dia 8 de março. Desta forma, da apresentação oficial, à colocação nas lojas pode demorar cerca de duas semanas. Não admira assim todo o hype em torno da revelação de amanhã.

Mas os rumores em torno do S10 começaram cedo, em junho do ano passado, quando se começou a falar do modelo “Beyond”, o nome de código escolhido para o modelo, onde se referia que o smartphone poderia ter um sistema de câmara tripla na traseira. Quase oito meses depois, “colecionar” lentes na traseira parece já ser um feito banal para as principais fabricantes, veja-se, por exemplo, o Huawei P20 Pro e o LG V40 ThinQ, que chegou às lojas no início do mês de fevereiro. Nesse sentido, será com naturalidade que o Samsung S10, nesta altura do campeonato, tenha o sistema de câmara tripla.

Outro dos rumores iniciais foi a introdução de um sensor biométrico de impressões digitais diretamente no ecrã, uma tecnologia que também tem sido já utilizado em outros smartphones, como o OnePlus 6T, que já se encontra no mercado. No caso da Samsung, os rumores apontam para um sensor da Qualcomm, estreando a terceira geração da sua tecnologia ultrasonic.

A tecnologia será, no entanto, adicionada às versões premium, pois as entradas de gama, como o eventual S10E terá o sensor convencional adicionado à lateral do equipamento. Alguns rumores apontam também para complicações na construção de uma capa protetora oficial para os modelos com impressões digitais no ecrã, devido à perda de sensibilidade. A solução parece ser mesmo um corte na capa em torno da respetiva área de contacto.

Muito se fala também sobre o que a Samsung pretende fazer com o sistema de reconhecimento facial. A empresa tem sido criticada por não fazer frente à Apple no que diz respeito ao reconhecimento facial 3D, optando pela combinação do 2D com o scan da íris, o chamado Intelligent Scan. Ainda assim, houve um rumor que apontava para a parceria com a Mantis Vision, para introduzir reconhecimento 3D no seu sistema.

Alimentando as tendências de 2019

A Samsung começou igualmente o borburinho em torno de três das maiores tendências de 2019: o 5G, os ecrãs dobráveis e os já famosos “punch-hole”, o “furo” no ecrã. No que diz respeito aos ecrãs flexíveis, estes não se aplicam ao S10, mas sim ao suposto Galaxy F, que será igualmente apresentado amanhã. O modelo topo de gama poderá ter suporte para 5G, antecipando a tecnologia de quinta geração móvel que vai chegar nos próximos anos. A fabricante já tinha feito em dezembro, inclusive, uma demonstração de um protótipo de smartphone a trabalhar em 5G.

Ao confirmar-se, os rumores apontam para um equipamento com uma bateria de 5.000 mAh para a versão de topo, para compensar o alto consumo da tecnologia 5G. Já agora, ainda no que diz respeito a baterias, poderão haver versões com 3.100, 3.500 e 4.000 mAh. Fala-se ainda de suporte a WiFi 6, oferecendo a capacidade de carregamento wireless reverso, capaz de carregar os seus Galaxy Buds, que também já se sabe que são uma realidade.

Sobre o já comum “furo” no ecrã, que a Samsung apelida de Infinity-O, trata-se de uma alternativa ao notch na oferta de experiências de display “infinito” e foi estreado com o Samsung A8, lançado em dezembro do ano passado. Mas a linha S10 poderá ter um orifício duplo, na forma de pílula, para albergar uma ou duas lentes, mediante os modelos. O design parece mesmo ter sido acarinhado pela fabricante, que já tratou de criar animações de pixéis em torno da camara fotográfica, um pequeno anel iluminado quando está ativa, por exemplo.

O preço de todo o aparato tecnológico da nova geração também tem sido alvo de rumores, mas igualmente de polémicas, caso se confirme os valores adiantados. O modelo de entrada de gama poderá custar entre os 650-750 dólares, mediante a RAM e armazenamento de dados. Valores correspondentes a modelos de topo de gama de outras fabricantes. No entanto, à medida que avança pelo catálogo, os modelos mais caros podem chegar aos 1.500 dólares, na versão S10 Plus, com 12 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, tendo em conta a recente apresentação da primeira memória com esta capacidade para um smartphone.

Outro rumor, com grande credibilidade, é a funcionalidade Samsung Blockchain KeyStore, que atribui ao S10 a capacidade de ser configurado como carteira de criptomedas. As imagens mostravam ecrãs de configuração de suporte ao Ethereum, mas outras moedas virtuais serão eventualmente suportadas, como a BitCoin e ERC20.

Relativamente às especificações, os rumores apontam para a utilização de processadores Qualcomm (para as versões vendidas nos Estados Unidos) e o seu Exynos nos restantes territórios. O novo chip Snapdragon 855 poderá ser equipado no modelo topo de gama também, mais uma vez alimentando a ideia do 5G.

Por fim, a Samsung poderá ainda introduzir uma nova interface chamada OneUI para substituir a anterior Samsung Experience para o Android. A interface está em beta desde o Galaxy 9 e poderá igualmente ser introduzido no S10.

São muitos os rumores, e certamente, fazendo jus à tradição, a maioria serão confirmados amanhã. E se não acredita, assista ao vídeo com a publicidade de televisão que foi lançado antes do evento. Resta agora saber que outros segredos esconde a fabricante liderada por D.J. Koh para serem apresentados. O SAPO TEK estará presente e pretende atualizar as informações à medida que forem divulgados.

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Inteligência Artificial de Elon Musk assusta os próprios criadores

Inteligência Artificial de Elon Musk assusta os próprios criadores

Elon Musk é o principal rosto de muita de tecnologia revolucionária que está a surgir no mundo. Um visionário para muitos, um louco para tantos outros. A Inteligência Artificial é uma das áreas onde tem vindo a investir e uma das empresas relacionadas é a OpenAI.

Agora, investigadores da OpenAI e criadores de um sistema revolucionário de Inteligência Artificial capaz de escrever reportagens e trabalhos de ficção – apelidados de “deepfakes for text” – deram o passo incomum. As suas pesquisas relacionadas com este trabalho não serão divulgadas por medo de um possível uso indevido.

A OpenAI financiada por Elon Musk

OpenAI é uma instituição sem fins lucrativos de investigação na área da Inteligência Artificial (IA), associada ao magnata Elon Musk. Esta empresa tem como objetivo promover e desenvolver IA amigável, de forma a beneficiar a humanidade como um todo.

A organização tem como ambição abraçar a colaboração livre com outras instituições e investigadores. Para tal, torna as suas patentes de investigação abertas ao público.

Deepfakes for text – A AI que assusta os próprios criadores

Uma das investigações levadas a cabo pela OpenAI é de tal forma bem feita que está a assustar os próprios criadores. Segundo se pode ler no site da OpenAI, a empresa tem desenvolvido um modelo de Inteligência Artificial, apelidado de GPT-2 (sucessor do GPT). O GPT-2 é capaz de escrever texto prevendo as próximas analisando 40 GB de texto existente na Internet.

No entanto, há um risco de utilização indevido enorme, dada a potencialidade do sistema. Como tal, não será divulgado ao público em geral. A empresa está, contudo, a divulgar um modelo mais limitado para que os investigadores o possam testar.

GPT-2 a ultrapassar os limites esperados

É importante salientar que, segundo afirma a empresa, o modelo de escrita GPT-2, baseado em Inteligência Artificial está a ir mais longe do que os investigadores esperavam inicialmente. Está a ultrapassar limites.

Quando usado para simplesmente gerar um novo texto, o GPT2 é capaz de escrever passagens plausíveis que correspondam ao que é dado em estilo e assunto. Além disso, raramente o sistema demonstrou particularidades comuns de outros sistemas do género já em desenvolvimento. Isto é, esquecer o que está a ser escrito no meio de um parágrafo ou desconfigurar a sintaxe de frases longas.

Em ação

O The Guardian apresenta um pequeno vídeo no seu site onde é visível a Inteligência Artificial do GPT-2 em ação. No vídeo seguinte, consegue ver-se uma notícia convincente escrita pelo sistema.

Bastou dar o mote do tema que as palavras começaram a ser “debitadas” com citações e menções muito realistas.

O sistema foi de tal forma bem “ensinado” que a forma como escreve vai além daquilo que os investigadores pretendiam. De referir que os vários sistemas de AI criados especificamente para escrever notícias/textos, não o conseguem ainda fazer de uma forma tão inteligente e eficaz. Daí as preocupações levantadas pelos seus criadores.

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Huawei quer vender mais de 250 milhões de smartphones em 2019

Huawei quer vender mais de 250 milhões de smartphones em 2019

A Huawei é atualmente a 2.ª maior fabricante de dispositivos móveis, superada apenas pela sul-coreana Samsung e tendo já ultrapassado a norte-americana Apple. A fabricante chinesa conseguiu crescer a bom ritmo durante todo o ano de 2018 e agora, para 2019 quer bater um novo recorde!

Conseguirá esta empresa vender mais de 250 milhões de smartphones Android em 2019?

Ignorando o clima de desconfiança e tensão em vários dos principais mercados mundiais, a Huawei quer vender um total de 250 milhões de smartphones Android em 2019. Seria um novo recorde para esta fabricante chinesa, colocando-a cada vez mais perto da rival, Samsung.

A Huawei quer ultrapassar a Samsung até 2020

O seu crescimento, comprovado pelos dados das agências Canalys, Counterpoint e IDC, mostra-nos um incrível caso de sucesso. Graças aos seus smartphones Android com boa relação preço / qualidade e ao apoio do seu mercado natal, esta fabricante encontra-se numa posição privilegiada.

Contudo, sabemos bem as dificuldades que enfrenta nos Estados Unidos da América. Tensões que já se alastraram também ao velho continente, sem que, contudo, isso se tenha refletido nas suas vendas durante o ano de 2018.

Agora, de acordo com a publicação DigiTimes, a Huawei coloca um novo objetivo. Querendo ultrapassar a Samsung até ao final de 2020, em 2019 a marca quer vender 250 milhões de smartphones Android. Ainda de acordo com estas fontes, a fabricante chinesa reforçará todos os seus segmentos de smartphones.

250 milhões de smartphones Android – o objetivo para 2019

Será uma das formas encontradas para ignorar o boicote aos seus equipamentos de rede. Algo que, tal como aqui noticiamos, será aproveitado pela Samsung que aproveitará as dificuldades da rival para apostar nesta área. Aliás, fá-lo-á no mercado mais adverso à Huawei, o norte-americano.

A Huawei estará também a estreitar laços com a TSMC. A fabricante sediada em Taiwan e que tem colaborado na produção de semicondutores com a HiSilicon. Esta última é a principal produtora dos SoCs da Huawei, utilizando também esta alguns SoCs da MediaTek para os seus smartphones mais modestos.

Para 2019, a Huawei está otimizar todos os aspetos do seu setor mobile. Desde o seu design à produção dos chips, módulos de memória e SoC. Nesse sentido, tal como nos informa a imprensa internacional, a tecnológica chinesa está em negociações com ambas as fabricantes sediadas em Taiwan.

Por fim, em 2018 a fabricante chinesa vendeu mais de 200 milhões de smartphones Android. Por conseguinte, a sua posição no mercado global de dispositivos móveis nunca esteve tão forte. Contudo, a sua reputação nunca se encontrou tão exposta como agora.

Ainda assim, o seu objetivo último é o crescimento em todas as frentes para que eventualmente possa ultrapassar a Samsung. Até lá, a marca sabe que tem um longo percurso pela frente, mas isso não a desanima.

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Quantum Portugal: Procuram-se jovens que queiram ser doutores em computação quântica

Quantum Portugal: Procuram-se jovens que queiram ser doutores em computação quântica

Criação de novos medicamentos e materiais, análise de risco financeiro, gestão de stocks, reconhecimento facial ou até IA. As aplicações da computação quântica são muitas e os investigadores ainda são poucos. É por isso que a FCT vai financiar bolsas.

Chama-se Quantum Portugal e é uma iniciativa da Fundação para a Ciência e Tecnologia que pretende atrair novos investigadores para a computação quântica, com o financiamento de bolsas de doutoramento.

A área é considerada de grande potencial e está em franco crescimento, com inúmeras aplicações na ciência e nos negócios, desde a criação de novos medicamentos e materiais à Inteligência Artificial. Só que, como em muitas outras áreas ligadas à tecnologia, faltam recursos qualificados.

As 24 bolsas colocadas agora a concurso pretendem ajudar a responder a essa escassez. Ao mesmo tempo que põe Portugal “no mapa”. “É uma área em franco desenvolvimento em todo o mundo, que está a reunir grande investimento em países como a China e os EUA”, sublinhou o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior em declarações ao SAPO TeK, considerando que a iniciativa vai contribuir para “melhor posicionar Portugal neste contexto de mudança e evolução nas chamadas tecnologias imateriais quânticas”.

Manuel Heitor destacou que há hoje formação doutoral em todas as áreas do conhecimento em Portugal e nos últimos anos mais do que se duplicou o número de bolsas de doutoramento. “Estamos a formar cerca de 2.600 novos doutores por ano, cerca de três em cada 10.000 habitantes”. O valor é semelhante a Espanha, mas ainda abaixo da média da UE, “por isso temos de continuar a aumentar e a diversificar a formação ao nível do doutoramento e, de um modo geral, temos aberto sempre apoios em todas as áreas do conhecimento”.

No caso da Quantum Portugal, além dos incentivos existentes para todas as áreas do conhecimento, “abre-se um apoio específico adicional numa área que é emergente (…) colocando as infraestruturas do INL à disposição de todas as universidades de Portugal”, referiu o responsável político.

Será efetivamente o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia a gerir o concurso, no âmbito de um Memorando de Entendimento esta sexta-feira assinado num evento em Braga, que também serviu para assinalar o lançamento da iniciativa.

O INL funcionará como instituição de acolhimento a alunos de doutoramento de universidades de todo o país, que assim poderão usar as suas instalações e competências.

“Hoje já se trabalha em materiais quânticos em Portugal, mas para podermos trabalhar mais temos de ter pessoas. O que estamos a fazer é formar uma nova geração de recursos”. Para  trabalharem em Portugal ou estão a ser formados para irem para o estrangeiro? “Para trabalhar em Portugal e em rede com outros países”, respondeu Manuel Heitor.

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General Motors agora tem bicicletas elétricas

General Motors agora tem bicicletas elétricas

As ARĪV surgem em dois modelos, as bicicletas compactas Meld e as dobráveis Merge. Os preços começam nos 2.750 euros.

A ideia de fabricar bicicletas foi anunciada pela General Motors em novembro e logo a seguir começou uma campanha de crowdsourcing para a escolha do nome da marca. ARĪV – pronunciado como “arrive” em inglês – foi a denominação escolhida, segundo o anunciado esta semana.

Disponíveis em dois modelos, um compacto e outro dobrável, as bicicletas vão chegar primeiro à Alemanha, Bélgica e Holanda, mercados onde as duas rodas (a pedal mas) elétricas já são populares, algo que deve acontecer no próximo trimestre.

Estão equipadas com baterias de iões de lítio que demoram três horas e meia a carregar e que depois oferecem uma autonomia de 64 quilômetros. Os preços começam nos 2.750 euros e variam consoante os mercados.

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Nintendo e os clássicos: Link’s Awakening na Switch e muito mais

Nintendo e os clássicos: Link’s Awakening na Switch e muito mais

A Nintendo está a preparar uma série de lançamentos de peso para este ano. No vídeo promocional foi anunciado que alguns dos clássicos mais jogados nas consolas antigas vão estar disponíveis para a Nintendo Switch, por exemplo o clássico Link’s Awakening (da saga Zelda) feito originalmente para o Game Boy.

O vídeo abre em grande com uma demonstração do novo Mario Maker, que, caso fosse o único anúncio do dia, deixaria os fãs suficientemente satisfeitos. Mas a Nintendo não ficou por aqui. Embora tenha sido mostrado em último lugar, foi o remake do jogo Link’s Awakening que causou mais burburinho entre os fãs por trazer uma versão 3D deste clássico para o Game Boy.

Foi anunciado igualmente um novo jogo chamado Astral Chain, no qual teremos a oportunidade de controlar duas personagens simultaneamente e lutar em batalhas frenéticas com robôs. Depois de The Wonderful 101, Bayonetta e Nier, a Platinum Games traz-nos mais uma das suas produções ambiciosas.

E se o conceito de battle royale chegasse ao Tetris? Sim, chegou, e vamos poder jogá-lo contra 99 outras pessoas e participar em competições de arena para ver quem faz melhores combinações de blocos.

Foram também apresentados os novos heróis do jogo Fire Emblem: Three Houses, com os quais vamos poder formar alianças e/ou ser traídos. A Nintendo guardou um pouco de drama para apimentar este anúncio, uma vez que foi feito um dia antes do Dia dos Namorados. O amor está no ar e algumas flechas também.

Podemos esperar pelo lançamento do novo RPG chamado Oninaki, que nos traz uma história original, feito pelos estúdios da Back-To-Basics. Teremos oportunidade de jogar o Dragon Quest 11 S e o DQ Builders 2, que sairão no verão e outono deste ano. Foi anunciada o Rune Factory 4 Special (uma remasterização do clássico Nintendo) e ainda que o RF5 está neste momento em desenvolvimento, embora não haja previsão de lançamento.

Por fim, foi anunciado o Final Fantasy VII, que será lançado no final de março, e o Final Fantasy IX, que já está disponível. É uma ótima oportunidade para os fãs da Nintendo relembrarem e/ou conhecerem alguns dos grandes hits desta saga, que marcaram várias gerações de gamers.

Poderemos ainda contar com o lançamento de outros jogos como BOXBOY! + BOXGIRL, Bloodstained: Ritual of the Night, Yoshi’s Crafted World, Captain Toad: Treasure Tracker, Marvel Ultimate Alliance, Daemon X Machina, Disney Tsum Tsum Festival, entre outros.

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Gerador de texto com IA assusta os seus criadores que adiam publicação

Gerador de texto com IA assusta os seus criadores que adiam publicação

Apesar de o título poder criar essa primeira imagem mental, comecemos por esclarecer que ainda não é desta que falamos de robôs treinados para lutar contra os seus criadores – ou alguma outra coisa que abra a caixa de pandora da interação física entre sistemas de inteligência artificial e humanos. É no software que está o perigo e este exemplo serve perfeitamente para nos lembrar do que podemos enfrentar daqui para a frente numa série de campos, das notícias à ficção.

O sistema chamado GPT2 foi criado por uma empresa sem fins lucrativos, chamada OpenAI, apoiada por nomes como Elon Musk ou Reid Hoffman, co-fundador do Linkedin e trata-se de um simples gerador de texto como tantos outros, mas com uma capacidade nunca antes vista. O GPT2 consegue criar texto com uma elevada verosimilhança e sem cair nos erros dos sistemas apresentados até agora, como esquecer-se do texto a meio ou entrar em loops repetitivos. Em sentido contrário, o sistema consegue dar continuidade a um bloco de texto sem que se detecte imediatamente onde parou o homem e onde começou a máquina, criando os chamados “deep fakes”, desta feita em texto — e por agora apenas em inglês.

Na base de todo este potencial do sistema, os seus criadores dizem estar a forma como ele foi criado. O modelo é 12 vezes maior que o normal e foi treinado em 15x mais dados do que o normal, concentrado mais informação no seu sistema. Para o efeito, os investigadores recorreram a 10 mil artigos noticiosos partilhados no Reddit e com mais de 3 votos positivos, algo que perfez um total de 40 GB de informação em texto — como nota o The Guardian, o equivalente a 35 mil cópias do Moby Dick.

Se por um lado nada disto parece perigoso, os seus criadores acharam por bem não tornar totalmente pública a sua investigação e explicaram os motivos. Por ser treinada em conteúdo da web, temem que este sistema seja pródigo a criar spam e/ou teorias da conspiração com pequenas alterações, e que possa vir a ser uma potente arma na guerra de informação e desinformação que atualmente vivemos, atravessando fronteiras e eleições.

A decisão da equipe de investigação foi, por isso, manter o projeto internamente e continuar a investigar sobre ele tentando perceber como minimizar os usos maliciosos. Como Jack Clark, responsável pelas políticas da empresa disse em entrevista ao The Guardian, “há muito mais gente que nós que são melhores a pensar usos maliciosos”.

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Artigo 13: diretiva não vai impor filtros de uploads. Criadas exceções para startups que faturam menos de 10 milhões

Artigo 13: diretiva não vai impor filtros de uploads. Criadas exceções para startups que faturam menos de 10 milhões

A presidência do Conselho da UE anunciou que chegou ao final da tarde de quarta-feira a acordo com os representantes do Parlamento Europeu em torno de uma nova versão da Diretiva Europeia dos Direitos de Autor. De acordo com fonte oficial da Presidência do Conselho da UE, que é atualmente assumida pela Roménia, o texto terá ainda ser apresentado aos representantes dos 28 estados membros da UE, antes de seguir para votação no Parlamento Europeu – o que terá de acontecer antes de maio, a fim de garantir uma votação antes do final dos mandatos eleitorais dos eurodeputados. Um comunicado do Parlamento Europeu confirma que os filtros que bloqueiam prévia e automaticamente conteúdos não autorizados que são disseminados pelos links de internautas não vão avançar – nem chegarão a ser votados pelo Parlamento Europeu. A crer nas versões do diploma que já começaram a circular na Internet, a remoção de conteúdos terá de ser feita mediante intervenção humana.

Em comunicado, o Parlamento Europeu anuncia uma súmula dos resultados alcançados durante as negociações que foram levadas a cabo entre a presidência do Conselho da UE (atualmente assumida pela Roménia): «A diretiva não vai impor filtros; “Memes” e GIFs podem ser partilhados livremente; Hiperligações para notícias acompanhadas de “palavras soltas ou excertos muito curtos” podem ser partilhadas livremente; Os jornalistas têm que auferir uma parte das receitas relacionadas com direitos de autor recebidas pelos editores de imprensa; As plataformas de internet são incentivadas a remunerar os artistas e jornalistas; “Startups” estão sujeitas a obrigações mais leves».

Depois deste acordo alcançado na tarde da passada quarta-feira, segue-se a assinatura dos estados-membros no âmbito do Conselho da UE, que provavelmente só deverá acontecer na próxima semana. Essa assinatura marca o fim da denominada fase dos trílogos (que são compostos por Comissão, Parlamento e Conselho da UE, sempre que é necessário redigir versões consensuais de diretivas e regulamentos).

Julia Reda, eurodeputada do Partido Pirata, publicou uma cópia desse texto que vai a votação no Parlamento Europeu. O texto publicado disponibilizado pelo blogue da eurodeputada Julia Reda é apresentado como «Versão Consolidada Não Oficial: Resultado do Trílogo». A denominação deixa em aberto a possibilidade de a Diretiva Europeia dos Direitos de Autor ainda poder vir a ser alvo de alterações de última hora, ou de até nem corresponder realmente à versão definitiva que foi acordada na passada quarta-feira, apesar do elevado grau de improbabilidade de um eurodeputado arriscar os efeitos políticos negativos de promover uma fuga de informação com uma versão que não corresponde àquela que realmente vai ser votada.

No documento não há referência a filtros que bloqueiam previamente links de músicas e vídeos não autorizados, mas são definidas exceções para plataformas e sites com faturações anuais inferiores a 10 milhões de euros e/ou que têm menos de cinco milhões de utilizadores por mês.

No que toca aos filtros de uploads que chegaram a constar na redação original do polémico artigo 13, o texto recomenda um equilíbrio entre os direitos fundamentais dos cidadãos e as exceções previstas pela diretiva, que permitem a disseminação de links com conteúdos que não foram autorizados. O texto também refere que os detentores dos direitos de autor devem justificar e fundamentar os pedidos de remoção dos conteúdos não autorizados. À primeira vista, o bloqueio prévio e automático que opera com base em identificadores de músicas, vídeos, gráficos ou outros conteúdos não autorizados não vai em frente.

«Quando os detentores dos direitos de autor solicitam a remoção ou a desativação do acesso aos seus trabalhos específicos ou qualquer outro material relacionado, devem justificar de forma adequada as razões das suas solicitações. As queixas submetidas sob este mecanismo devem ser processadas sem atrasos indevidos e as decisões para remover ou desativar o acesso ao conteúdo descarregado na Internet devem ser sujeita à revisão de humanos», refere esta versão não oficial do artigo 13 que foi disponibilizada pela eurodeputada Julia Reda na Internet.

O mesmo texto determina ainda que a obrigatoriedade de remoção de links com conteúdos não autorizados deverá ter em conta a dimensão e a maturidade da plataforma que promoveu a disseminação dos conteúdos não autorizados, bem como o tipo de audiência em causa. Esta exceção, que reduz encargos e responsabilidades legais de projetos mais jovens ou de menor dimensão, destina-se a empresas com menos de três anos de atividade, com menos de 10 milhões de euros de faturação e com menos de cinco milhões de utilizadores mensais.

No entender de Julia Reda, a versão do artigo 13 que foi agora aprovada ainda mantém em aberto a possibilidade de uso de filtros de uploads. A eurodeputada assinala no texto que divulgou no respetivo blogue o excerto relativo aos passos que terão de ser tomados pelas plataformas online e também o princípio da proporcionalidade que tem de ser seguido para que um determinado conteúdo seja removido. «Vários meios que evitam a disponibilização de conteúdos não autorizados que estão protegidos pelos direitos de autor devem ser apropriados e proporcionais consoante o tipo de conteúdos e por isso não se deve excluir que, nalguns casos, o conteúdo não autorizado possa ser impedido depois de notificação dos detentores dos direitos de autor. Quaisquer passos que venham a ser tomados pelos provedores de serviços devem ser efetivos, tendo em conta os objetivos em causa, mas não devem ir além do necessário para garantir esse objetivo de impedir e descontinuar a disponibilização de conteúdos não autorizados e outros materiais abrangidos».

Apesar das exceções definidas pelo texto aprovado na quarta-feira, Julia Reda não tem dúvidas de que a Internet, tal como a conhecemos, está em vias de acabar, alerta para o novo panorama legal que está em construção: «os sites e apps comerciais onde os utilizadores disponibilizam conteúdos vão ter de fazer “os melhores esforços” para previamente comprarem licenças para tudo o que os utilizadores possivelmente consigam descarregar – isto é: todo o conteúdo sujeito a direitos de autor que existe no mundo. O que é um feito impossível».

O comunicado do Parlamento Europeu tem uma leitura diferente da eurodeputada do Partido Pirata. «O acordo procura fortalecer os direitos de negociação, nomeadamente de músicos, artistas e autores, bem como editores de notícias, permitindo-lhes alcançar melhores acordos de remuneração pelo uso do seu trabalho por plataformas de Internet», começam recordar os representantes do Parlamento Europeu

No que toca ao artigo 11, que torna obrigatória a remuneração de jornalistas – e não só dos órgãos de comunicação social -, são também avançados os seguintes detalhes: «Pequenos excertos de notícias (“snippets”) poderão continuar a aparecer no Google News ou no Facebook, desde que sejam “muito curtos”. Mas o acordo inclui medidas para evitar que os agregadores de notícias abusem desta exceção».

«O “upload” de conteúdos protegidos por direitos de autor em citações, críticas, caricaturas ou paródia foi protegido, assegurando assim que os memes e Gifs podem continuar a ser partilhados», refere ainda o comunicado do Parlamento Europeu.

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Farto de ser adicionado aos grupos do WhatsApp? Em breve terá uma solução!

Farto de ser adicionado aos grupos do WhatsApp? Em breve terá uma solução!

O WhatsApp é uma das plataformas ou serviços de comunicação mais populares e aceites em todo o mundo com milhões de utilizadores através das plataformas Android, iOS e Desktop. Contudo, os grupos do WhatsApp continuam a gerar alguma controvérsia.

Certamente já terá sido adicionado, sem saber ou sem a sua opinião ser tida em conta, a um ou vários grupos do WhatsApp. Um flagelo que poderá em breve chegar ao fim, pelo menos para quem tem um iPhone ou outro dispositivo Apple com o sistema operativo iOS.

Ainda em fase beta (fase de testes), uma nova opção para o sistema operativo iOS já está a ser cogitada pela empresa pertencente ao grupo Facebook. Algo que, de uma forma muito sucinta, vai deixar o utilizador decidir se quer, ou não, entrar nos grupos do WhatsApp. O utilizador receberá o convite e poderá, ou não, aceitá-lo.

Cansado de ser adicionado a grupos do WhatsApp?

A nova função foi detetada pelo portal WABetaInfo, entretanto, veiculada pela publicação AndroidAuthority, sugerindo uma nova função para a versão iOS. Algo que dará, numa primeira fase aos utilizadores do Apple iPhone, a possibilidade de definirem um comportamento preventivo.

Ainda de acordo com a mesma fonte, a funcionalidade deverá chegar ao Android, finda a fase de testes. Mas, ao certo como funcionará este filtro? A resposta reside na versão inicial (beta) para dispositivos iOS, tal como podemos ver em seguida.

Mais concretamente, dentro do mensageiro teremos uma nova janela, dentro das definições. Aí, o utilizador poderá definir o comportamento predefinido quando alguém o adiciona aos grupos do WhatsApp.  Assim que a função chegar à versão final, estável, colocará um ponto final neste potencial incómodo.

A função foi detetada na app para iOS, mas não será exclusiva do Apple iPhone

As possibilidades serão:

  • Todos o poderem adicionar
  • Apenas os seus contactos
  • Ninguém o poder adicionar

Assim, para aceder às novas opções vá até Definições – Privacidade – Grupos. Em seguida poderá então selecionar o comportamento desejado.

Ainda de acordo com a fonte, caso o utilizador selecione a terceira opção – Ninguém – receberá uma notificação quando o administrador de um grupo o tentar adicionar. Nesse caso, o utilizador poderá aceitar ou rejeitar o convite, sendo este válido por 72 horas.

Por fim, o utilizador receberá o alerta mesmo se o administrador não fizer parte da sua lista de contactos. Acredita-se ainda que continuará a ser possível juntar-se a um dos grupos do WhatsApp através dos links diretos. Mesmo se tiver selecionado a terceira opção de privacidade.

Relembramos que estas novidades foram detetadas na versão iOS da aplicação WhatsApp mas, também chegarão à versão para Android.

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