0
  Login
Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

A Xiaomi lançou a sua linha de phablets Mi Max durante o ano de 2016 e agora, em 2019, assistiremos à chegada a 4.ª geração. O melhor de tudo? Já sabemos grande parte das especificações deste telemóvel Android!

O início do ano ficaria marcado pela chegada do telemóvel Redmi Note 7, mas agora a Xiaomi começará os seus lançamentos em nome próprio. Entre eles teremos não um, mas dois novos Mi Max 4 cujas características já foram parcialmente reveladas.

De acordo com as informações divulgadas na rede social chinesa, Weibo, temos a primeira lista de características para estes dispositivos Android. Serão dois novos gigantes, com ecrãs de 7,2 polegadas de diagonal. Mas, há muito mais para explorar!

Vamos conhecer o Xiaomi Mi Max 4

Em primeiro lugar, temos o telemóvel Xiaomi Mi Max 4. Este colosso chegará ao mercado Android com um ecrã de 7,2’’, tendo direito a um notch em forma de gota de água ou lágrima, no topo. Contará com o vidro Gorilla Glass 5, da Corning.

O seu processador deverá ser o Snapdragon 660 da Qualcomm, a mesma plataforma móvel do Redmi Note 7, apresentada em meados de 2017. Temos aqui um total de 8 núcleos de processamento com frequências máximas de 2.2GHz, núcleos Kryo 260.

O processador é construído segundo uma arquitetura de 64-bits, obedecendo também a uma litografia de 14nm. No departamento gráfico temos a Adreno 512, bem como o modem X12 LTE, entre outros componentes.

Contaremos, em seguida, com 64GB ou 128GB de armazenamento interno para este telemóvel Android. Valores que terão, respetivamente, 4GB ou 6GB de memória RAM no seu interior.

Já no seu departamento fotográfico, o Xiaomi Mi Max 4 apresentará uma câmara traseira dupla, com um dos sensores a ter 48MP de resolução. É, portanto, muito provável que seja empregue o sensor Samsung ISOCELL Bright GM1.

Bateria de 5800mAh neste telemóvel Android

A sua câmara frontal será composta por um único sensor, com 20MP de resolução, repousando no seu notch. Já, em seguida, temos também a indicação de uma bateria com 5800mAh de capacidade, bem como o carregamento rápido a 18W de potência.

Por fim, o Xiaomi Mi Max 4 utilizará o sistema operativo Android Pie 9.0, bem como a interface da própria marca, a MIUI 11. Esta versão, ainda não anunciada, está já a ser desenvolvida pela fabricante chinesa.

Perante tudo o que acaba de ser exposto, rapidamente chegamos à conclusão de que a sua autonomia será um dos seus pontos fortes. Contudo, nem todo o consumidor quererá um telemóvel com 7.2’’ de ecrã.

Teremos ainda o telemóvel Xiaomi Mi Max 4 Pro

Em segundo lugar, teremos uma versão reforçada para o telemóvel Android supracitado. O seu nome? Xiaomi Mi Max 4 Pro, um nome que se fará acompanhar com melhores especificações técnicas.

As principais melhorias encontrar-se-ão ao nível do processador. Neste caso, teremos o Snapdragon 675 da Qualcomm. Esta plataforma é composta por 8 núcleos de processamento, Kryo 460, com uma frequência máxima de processamento a 2.0Ghz.

O processador obedece a uma arquitetura de 64-bits, bem como a uma litografia de 11nm, sendo assim mais eficaz e poderoso do que o Snapdragon 660. É um processador mais recente e conta também com otimizações (boost) para tarefas intensivas como jogos no telemóvel.

Faz-se acompanhar pela gráfica Adreno 612 e conta também com um núcleo dedicado aos algoritmos de inteligência artificial. Mais ainda, temos também o modem X12 LTE entre outros componentes.

O que é que o torna “Pro”?

Em adição ao seu processador, o Mi Max 4 Pro conta ainda com um reforço em vários outros aspetos. Em primeiro lugar é referida a presença de um leitor de impressões digitais (sensor biométrico), já embutido no seu ecrã.

Em seguida, contamos com 6GB ou 8GB de memória RAM no interior deste telemóvel Android. Valores que se farão acompanhar por 64GB ou 128GB de armazenamento interno.

Em ambos os casos, não é referida o suporte para expansão de memória através de cartões de memória microSD, ainda que tal seja provável ao olharmos para as iterações anteriores desta linha de produtos.

Por fim, também a sua câmara traseira deverá apresentar melhorias. De acordo com a mesma fonte, teremos o sensor Sony IMX586 de 48MP, no primeiro dos seus dois sensores traseiros.

É sugerida ainda a capacidade de gravação de vídeo em câmara super lenta, o padrão Full-HD a 960fps. Algo que será possível graças à presença do supracitado sensor da Sony.

As demais especificações como a bateria de 5800mAh, a presença da MIUI 11, bem como a câmara frontal de 20MP permanecem inalteradas. Ainda assim, temos aqui bons componentes a diferenciar ambas as versões.

Os preços dos Xiaomi Mi Max 4 e Mi Max 4 Pro

Por fim, ao nível de preços, esta fonte sugere apenas os valores para o telemóvel Mi Max 4, a saber:

  • 4GB + 64GB por 1.599 yuan, cerca de 237 dólares ou 207 euros
  • 6GB + 64GB por 1.799 yuan, cerca de 267 dólares ou 234 euros
  • 6GB + 128GB por 1.999 yuan, cerca de 297 dólares ou 260 euros

Nos próximos dias deveremos ter mais novidades alusivas a este telemóvel Android, fique atento ao Pplware.

curtir:
EUA e China lideram a corrida à inteligência artificial

EUA e China lideram a corrida à inteligência artificial

Um estudo da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), revelou que a americana IBM detem o maior portfólio de patentes relacionadas com Inteligência Artificial.

De acordo com um estudo recente da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, uma organização integrante do Sistema das Nações Unidas, a corrida pelo domínio da Inteligência Artificial (IA) tem sido atualmente disputada entre os Estados Unidos da América e a China.

Os dados revelaram que a gigante tecnológica IBM lidera este ranking da propriedade intelectual com 8.290 patentes registadas, encontrando-se à frente da Microsoft, que detém 5,930 patentes.

O estudo revela ainda que na China tem 17 das 20 melhores universidades, numa escala global, que conduzem investigações na área da IA.

À Reuters, Francis Gurry, Diretor Geral da OMPI, disse que: «Os EUA e a China lideram, obviamente, esta corrida. Estão à frente tanto no número de aplicações desenvolvidas, como no número de publicações científicas feitas.»

Numa ótica política, as tensões entre os dois países são também sentidas, uma vez que Donald Trump acusou a China de roubar inovações americanas e aumentou as tarifas comerciais em produtos chineses de forma a castigar o governo chinês.

Embora as opiniões, relativamente à China roubar propriedade intelectual, variem, a OMPI reconheceu as acusações, mas salientou que a China tem inegavelmente tido um papel de charneira no desenvolvimento da Inteligência Artificial.

«A China representa uma peça imprescendível no patenteamento de propriedade intelectual», disse Francis Gurry, em declarações à Reuters.

Esta quinta-feira, Gurry apelou via Twitter à união entre países para o desenvolvimento e cooperação na área da IA:

«O patenteamento de atividades no domínio da Inteligência Artificial está a crescer a um rítmo acelerado.Isto significa que o número de produtos, técnicas e aplicações em que este tipo de tecnologia estará presente será maior e, por sua vez, também a sua presença e influência nas nossas vidas.»

curtir: