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MP pede retirada de vídeos de youtubers mirins por publicidade infantil

MP pede retirada de vídeos de youtubers mirins por publicidade infantil

Em ação, Ministério de São Paulo pede que Google remova conteúdos que fazem “propaganda velada para o público infantil”.

O Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação civil pública para que o Google retire do ar vídeos de youtubers mirins que fazem “propaganda velada para o público infantil”, conforme informações da Folha de S.Paulo e da Veja.

Segundo os veículos, o caso teve origem a partir de um inquérito para investigar uma ação da fabricante de brinquedos Mattel, que teria feito uso de “estratégias abusivas de comunicação mercadológica dirigida ao público infantil”.

Em uma campanha, a youtuber mirim Julia Silva publicou diversos vídeos incentivando os seus seguidores a cumprirem desafios relacionados aos personagens de Monster High, cujas bonecas são vendidas pela Mattel – os vencedores ganhavam brinquedos e um encontro com a youtuber.

Além desses vídeos, a ação do MP também lista vídeos de outros youtubers mirins que devem ser removidos da plataforma, incluindo produções de Felipe Calixto, Manoela Antelo, Gabriela Saraivah, Marina Bombonato, Duda MH e canal Vida de Amy, aponta a Veja.

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Xiaomi está a desenvolver um novo smartphone com Android One

Xiaomi está a desenvolver um novo smartphone com Android One

Em julho de 2018 ficamos a conhecer os smartphones Xiaomi Mi A2 bem como o Mi A2 Lite, duas apostas de sucesso por parte da fabricante chinesa. Contudo, em breve poderemos ser brindados com um novo Xiaomi Mi A3, também ele com Android One.

Em primeiro lugar, por Android One entenda-se o programa (acordo entre a Google e a fabricante em questão), para o fornecimento do software. Este consiste, por via da regra, numa versão pura ou “stock” do sistema operativo da Google para dispositivos móveis.

Passando ao caso concreto da Xiaomi, o software da Google vem assim substituir a interface gráfica da própria marca, a MIUI. Aqui poderíamos argumentar que um grupo-alvo de utilizadores preferirá a MIUI ao passo que outro grupo preferirá o sistema Android no seu estado puro.

Entretanto, certo é que os smartphones Android da Xiaomi já são dos mais populares em todo o mundo. Além disso e mais especificamente na Europa, a Xiaomi já é uma fabricante aceite, bem conhecida e extremamente requisitada, não só pelos seus smartphones.

Nesse sentido, notamos que são os seus smartphones com Android One, aqueles que mais facilmente entram no nosso mercado. A simplicidade universal deste sistema operativo aliada à relação preço / qualidade dos smartphones Xiaomi tem-se revelado uma fórmula de sucesso.

Em segundo lugar, neste momento os smartphones lançados ao abrigo do programa Android One recebem um período alargado de atualizações. Mais concretamente, três anos de atualizações mensais de segurança bem como dois anos de atualizações de software.

Por conseguinte, é com natural expectativa que vemos agora os primeiros indícios do Xiaomi Mi A3. Certo é que só se passou cerca de meio ano desde o lançamento da atual geração Mi A2 mas já temos novidades a chegaram-nos através do portal XDA.

Esta enorme comunidade de programadores e entusiastas do sistema operativo Android e tecnologia em geral, descobriram o possível nome de código do próximo Xiaomi. Em conformidade com o seu relato, o Xiaomi Mi A3 poderá ser conhecido como orchid_sprout, o rebento de orquídea.

Sustentando a sua tese, podemos ver que os modelos anteriores Mi A1, Mi A2, e Mi A2 Lite portavam, todos eles, o sufixo “_sprout”. Mais ainda, este mesmo sufixo é utilizado em todo e qualquer smartphone que usufrua do programa Android One.

Assim sendo, tudo indica que a Xiaomi esteja efetivamente a preparar um novo produto, possivelmente um smartphone, que lance mão deste programa da Google. Todavia, para já não podemos afirmar que o seu nome será Xiaomi Mi A3, apesar de tal ser manifestamente provável.

Em síntese, com base no estudo da versão mais recente da MIUI 10 baseada no Android Pie, descobriram a referência a este produto. Para já conhecido apenas pelo seu nome de código “orchid sprout”, o mesmo segue a padronização utilizada pela marca na sua gama de smartphones “Mi A”.

Já numa outra tónica, para já desconhecemos na totalidade as suas características técnicas. A única excepção sendo o suporte (ou a presença) da tecnologia NFC. Algo que até ao momento não tem agraciado esta gama de smartphones.

Em suma, para já ainda é cedo, muito cedo, para podermos afirmar que este será o Xiaomi Mi A3. Contudo, acredito que a marca esteja já a desenvolver a próxima geração destes terminais. Sobretudo quando esta é uma das suas linhas mais procuradas.

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