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Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

Xiaomi Mi Max 4, prepare-se para uma dose dupla deste telemóvel Android

A Xiaomi lançou a sua linha de phablets Mi Max durante o ano de 2016 e agora, em 2019, assistiremos à chegada a 4.ª geração. O melhor de tudo? Já sabemos grande parte das especificações deste telemóvel Android!

O início do ano ficaria marcado pela chegada do telemóvel Redmi Note 7, mas agora a Xiaomi começará os seus lançamentos em nome próprio. Entre eles teremos não um, mas dois novos Mi Max 4 cujas características já foram parcialmente reveladas.

De acordo com as informações divulgadas na rede social chinesa, Weibo, temos a primeira lista de características para estes dispositivos Android. Serão dois novos gigantes, com ecrãs de 7,2 polegadas de diagonal. Mas, há muito mais para explorar!

Vamos conhecer o Xiaomi Mi Max 4

Em primeiro lugar, temos o telemóvel Xiaomi Mi Max 4. Este colosso chegará ao mercado Android com um ecrã de 7,2’’, tendo direito a um notch em forma de gota de água ou lágrima, no topo. Contará com o vidro Gorilla Glass 5, da Corning.

O seu processador deverá ser o Snapdragon 660 da Qualcomm, a mesma plataforma móvel do Redmi Note 7, apresentada em meados de 2017. Temos aqui um total de 8 núcleos de processamento com frequências máximas de 2.2GHz, núcleos Kryo 260.

O processador é construído segundo uma arquitetura de 64-bits, obedecendo também a uma litografia de 14nm. No departamento gráfico temos a Adreno 512, bem como o modem X12 LTE, entre outros componentes.

Contaremos, em seguida, com 64GB ou 128GB de armazenamento interno para este telemóvel Android. Valores que terão, respetivamente, 4GB ou 6GB de memória RAM no seu interior.

Já no seu departamento fotográfico, o Xiaomi Mi Max 4 apresentará uma câmara traseira dupla, com um dos sensores a ter 48MP de resolução. É, portanto, muito provável que seja empregue o sensor Samsung ISOCELL Bright GM1.

Bateria de 5800mAh neste telemóvel Android

A sua câmara frontal será composta por um único sensor, com 20MP de resolução, repousando no seu notch. Já, em seguida, temos também a indicação de uma bateria com 5800mAh de capacidade, bem como o carregamento rápido a 18W de potência.

Por fim, o Xiaomi Mi Max 4 utilizará o sistema operativo Android Pie 9.0, bem como a interface da própria marca, a MIUI 11. Esta versão, ainda não anunciada, está já a ser desenvolvida pela fabricante chinesa.

Perante tudo o que acaba de ser exposto, rapidamente chegamos à conclusão de que a sua autonomia será um dos seus pontos fortes. Contudo, nem todo o consumidor quererá um telemóvel com 7.2’’ de ecrã.

Teremos ainda o telemóvel Xiaomi Mi Max 4 Pro

Em segundo lugar, teremos uma versão reforçada para o telemóvel Android supracitado. O seu nome? Xiaomi Mi Max 4 Pro, um nome que se fará acompanhar com melhores especificações técnicas.

As principais melhorias encontrar-se-ão ao nível do processador. Neste caso, teremos o Snapdragon 675 da Qualcomm. Esta plataforma é composta por 8 núcleos de processamento, Kryo 460, com uma frequência máxima de processamento a 2.0Ghz.

O processador obedece a uma arquitetura de 64-bits, bem como a uma litografia de 11nm, sendo assim mais eficaz e poderoso do que o Snapdragon 660. É um processador mais recente e conta também com otimizações (boost) para tarefas intensivas como jogos no telemóvel.

Faz-se acompanhar pela gráfica Adreno 612 e conta também com um núcleo dedicado aos algoritmos de inteligência artificial. Mais ainda, temos também o modem X12 LTE entre outros componentes.

O que é que o torna “Pro”?

Em adição ao seu processador, o Mi Max 4 Pro conta ainda com um reforço em vários outros aspetos. Em primeiro lugar é referida a presença de um leitor de impressões digitais (sensor biométrico), já embutido no seu ecrã.

Em seguida, contamos com 6GB ou 8GB de memória RAM no interior deste telemóvel Android. Valores que se farão acompanhar por 64GB ou 128GB de armazenamento interno.

Em ambos os casos, não é referida o suporte para expansão de memória através de cartões de memória microSD, ainda que tal seja provável ao olharmos para as iterações anteriores desta linha de produtos.

Por fim, também a sua câmara traseira deverá apresentar melhorias. De acordo com a mesma fonte, teremos o sensor Sony IMX586 de 48MP, no primeiro dos seus dois sensores traseiros.

É sugerida ainda a capacidade de gravação de vídeo em câmara super lenta, o padrão Full-HD a 960fps. Algo que será possível graças à presença do supracitado sensor da Sony.

As demais especificações como a bateria de 5800mAh, a presença da MIUI 11, bem como a câmara frontal de 20MP permanecem inalteradas. Ainda assim, temos aqui bons componentes a diferenciar ambas as versões.

Os preços dos Xiaomi Mi Max 4 e Mi Max 4 Pro

Por fim, ao nível de preços, esta fonte sugere apenas os valores para o telemóvel Mi Max 4, a saber:

  • 4GB + 64GB por 1.599 yuan, cerca de 237 dólares ou 207 euros
  • 6GB + 64GB por 1.799 yuan, cerca de 267 dólares ou 234 euros
  • 6GB + 128GB por 1.999 yuan, cerca de 297 dólares ou 260 euros

Nos próximos dias deveremos ter mais novidades alusivas a este telemóvel Android, fique atento ao Pplware.

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EUA e China lideram a corrida à inteligência artificial

EUA e China lideram a corrida à inteligência artificial

Um estudo da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), revelou que a americana IBM detem o maior portfólio de patentes relacionadas com Inteligência Artificial.

De acordo com um estudo recente da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, uma organização integrante do Sistema das Nações Unidas, a corrida pelo domínio da Inteligência Artificial (IA) tem sido atualmente disputada entre os Estados Unidos da América e a China.

Os dados revelaram que a gigante tecnológica IBM lidera este ranking da propriedade intelectual com 8.290 patentes registadas, encontrando-se à frente da Microsoft, que detém 5,930 patentes.

O estudo revela ainda que na China tem 17 das 20 melhores universidades, numa escala global, que conduzem investigações na área da IA.

À Reuters, Francis Gurry, Diretor Geral da OMPI, disse que: «Os EUA e a China lideram, obviamente, esta corrida. Estão à frente tanto no número de aplicações desenvolvidas, como no número de publicações científicas feitas.»

Numa ótica política, as tensões entre os dois países são também sentidas, uma vez que Donald Trump acusou a China de roubar inovações americanas e aumentou as tarifas comerciais em produtos chineses de forma a castigar o governo chinês.

Embora as opiniões, relativamente à China roubar propriedade intelectual, variem, a OMPI reconheceu as acusações, mas salientou que a China tem inegavelmente tido um papel de charneira no desenvolvimento da Inteligência Artificial.

«A China representa uma peça imprescendível no patenteamento de propriedade intelectual», disse Francis Gurry, em declarações à Reuters.

Esta quinta-feira, Gurry apelou via Twitter à união entre países para o desenvolvimento e cooperação na área da IA:

«O patenteamento de atividades no domínio da Inteligência Artificial está a crescer a um rítmo acelerado.Isto significa que o número de produtos, técnicas e aplicações em que este tipo de tecnologia estará presente será maior e, por sua vez, também a sua presença e influência nas nossas vidas.»

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Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

Samsung reclama o primeiro armazenamento de 1 TB para smartphones

A quinta geração de memórias flash V-NAND permitiu à empresa coreana obter 20 vezes mais capacidade de armazenamento das convencionais de 64 GB, assim como uma velocidade 10 vezes superior aos cartões microSD.

A Samsung continua a explorar as capacidades de armazenamento dos dispositivos móveis e revelou a produção em série daquele que a empresa alega como o primeiro eUFS (embedded Universal Flash Storage) a ultrapassar a barreira de um terabyte (TB) para ser utilizada na próxima geração de dispositivos móveis. A empresa liderada por Moon Jae-in havia anunciado em agosto passado um investimento “gigantesco” na inovação, e nos alicerces para o aumento de produção de tecnologia. Só na unidade de produção de chips de memória, a Samsung terá investido cerca de 139 mil milhões de euros em infraestruturas.

A empresa acredita que a oferta de smartphones com 1 TB de armazenamento vai aproximar a experiência dos dispositivos de nova geração aos típicos computadores portáteis. E a Samsung assume o compromisso de oferecer o stock necessário de memórias aos fabricantes dos próximos dispositivos topo de gama, de forma a acelerar o crescimento global do mercado mobile.

As novas memórias de 1 TB, baseado na tecnologia eUFS serão disponibilizadas no mesmo tamanho das anteriores versões de 512 GB. A duplicação da memória foi conseguida ao combinar 16 camadas empilhadas da memória flash V-NAND, combinado com um novo controlador desenvolvido pela gigante tecnológica.

Na prática, ao utilizar as memórias de 1 TB, os smartphones podem armazenar 260 vídeos gravados em 4K UHD, com duração média de 10 minutos. Atualmente, os dispositivos de topo com 64 GB conseguem guardar cerca de 13 vídeos equivalentes.

Mas ainda mais importante que a capacidade de armazenamento, a Samsung refere que a nova tecnologia dá um salto no que diz respeito a velocidade. É referido que a taxa de transferência ronda os 1.000 megabytes por segundo, ou seja, um vídeo de alta resolução com 5 GB será transferido na memória em cinco segundos, ou seja, 10 vezes mais rápido que os sistemas atuais oferecidos por cartões microSD.

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Facebook paga a utilizadores para recolher dados dos seus telemóveis, revela investigação do TechCrunch

Facebook paga a utilizadores para recolher dados dos seus telemóveis, revela investigação do TechCrunch

A empresa tecnológica lançou em 2016 uma aplicação onde, a troco de dinheiro, os participantes cedem dados altamente sensíveis de utilização dos seus smartphones. Uma investigação jornalística demonstrou que, apesar de ser legal, a iniciativa procurou contornar a política de privacidade da Apple e volta a colocar o Facebook no centro da polemica quanto à recolha de dados dos seus utilizadores.

Conhecida como “Facebook Research”, mas também como “Project Atlas”, o cerne do projeto consiste em pagar até 20 dólares (17,50 euros) aos utilizadores que instalem uma aplicação que permite ao Facebook um acesso profundo ao telemóvel de cada participante e às suas atividades online feitas a partir do mesmo.

Os contornos desta iniciativa foram revelados através de uma investigação do TechCrunch, website especializado em tecnologia. Segundo este órgão, a app, disponível desde 2016 e destinada tanto a sistemas operativos iOS como Android, permite ao Facebook obter um grau de “acesso quase ilimitado” a dados como e-mails, pesquisas nos browsers, histórico de localizações onde o utilizador esteve com o telemóvel, o histórico de logins das aplicações e conteúdos de mensagens privadas em aplicações de conversação.

Encarada pela empresa tecnológica como ferramenta de estudo de mercado, o website, escreve que esta aplicação gera dados que “podem potencialmente ajudar o Facebook a ligar hábitos de navegação e de utilização de outras apps com preferências e comportamentos de consumo” e que “essa informação pode ser usada para focalizar anúncios” consoante o perfil dos utilizadores.

Apesar de recolher dados altamente sensíveis dos seus utilizadores, o Facebook já se veio defender, dizendo que toda a gente envolvida no projeto fê-lo com consentimento e que este tipo de práticas é comum. Em resposta a um pedido de esclarecimento da BBC, a empresa rebate as acusações de espionagem e secretismo, lembrando que o projeto “se chama literalmente Facebook Research App” e que “todas as pessoas que se inscreveram para participar passaram por um processo claro de integração que lhes pediu permissão e que foram pagas”.

Na página onde os utilizadores podem descarregar a aplicação, o Facebook explicita que “haverão instâncias em que recolheremos dados, mesmo em apps que incluem encriptação, ou e sessões de pesquisa segura”, obrigando os participantes a concordar em não divulgar “qualquer informação sobre este projeto a partes terceiras”.

Contudo, um dos motivos para este projeto estar a gerar polemica prende-se com o público alvo da aplicação. O seu objetivo seria recolher dados de utilizadores entre os 13 e os 35 anos de idade, sendo que os participantes menores de idade teriam de obter aprovação parental. No entanto, um repórter do website Buzzfeed demonstrou no Twitter que essa medida de segurança se limitava a uma alínea a preencher com um e-mail e clicar num botão e que no formulário nem era mencionado que a aplicação era do Facebook. O jornalista da BBC, fazendo-se passar por uma criança de 14 anos, inscreveu-se sem precisar sequer de prestar dados.

Outra questão que o “Facebook Research” lançou é quanto à forma como o Facebook lidou com as políticas de privacidade da Apple. O TechCrunch explica na sua reportagem que esta nova aplicação tem enormes semelhanças com outra app lançada em 2014, chamada Onavo Protect – chegando as duas até a partilhar as mesmas linhas de código.

O Facebook comprou a Onavo em 2014, uma empresa especializada em recolha de dados. A sua principal app, a Onavo Protect, destina-se a ajudar os utilizadores a monitorizar a sua utilização de dados móveis, mas também permite a recolha dos seus dados de utilização. Por esse motivo, foi removida da App Store depois da Apple ter levantado questões quanto à possível violação das suas regras de privacidade – mantendo-se, ainda assim, disponível na Google Play para Android.

Contudo, o grande problema é que, tendo em conta que a Onavo Protect tinha sido proibida, o Facebook disponibilizou esta nova app de recolha de dados à mesma para iOS, contornando a vigilância da Apple. Para tal, visou diretamente os utilizadores através de um programa que a Apple oferece a empresas que queiram disponibilizar aplicações específicas aos seus funcionários por motivos de teste e de controlo de qualidade.

A comprovar-se, o Facebook abusou desta cedência ao disponibilizar o “Facebook Research” não aos seus trabalhadores, mas ao público em geral, ameaçando piorar as relações entre as duas empresas, que não têm sido as melhores – Tim Cook, CEO da Apple, tem vindo a criticar repetidamente as práticas de recolhas de dados do Facebook.

Apesar da Apple ainda não ter reagido oficialmente à reportagem do TechCrunch, o Facebook, em resposta, já prometeu que ia terminar o projeto junto dos utilizadores iOS. Contudo, a empresa também deixou claro à Business Insider que ia manter a aplicação ativa para os utilizadores Android.

Esta prática volta a colocar o Facebook no centro de debate quanto ao potencial uso indevido dos dados dos seus utilizadores. O maior escândalo que afetou a rede social ocorreu em março de 2018, quando se descobriu que a consultora britânica Cambridge Analytica (que encerrou em maio do ano passado) utilizou uma aplicação de recolha de milhões de dados de utilizadores da rede social e que foram alegadamente utilizados na campanha presidencial de Donald Trump, nos Estados Unidos, em 2016. Pelo seu envolvimento, a empresa de Mark Zuckerberg foi multada em 560 mil euros no Reino Unido .

Dos 87 milhões de utilizadores que se estima que tenham sido afetados, 63 mil podem ter sido portugueses. Por essa razão, no passado mês de novembro, a DECO decidiu pôr o Facebook em tribunal por uso indevido dos dados dos utilizadores.

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O futuro da Inteligência Artificial precisa de ser moldado e não temido

O futuro da Inteligência Artificial precisa de ser moldado e não temido

Os algoritmos vêm trazer uma mudança na forma como as organizações gerem a informação, mas continuam a precisar dos humanos para validar e corrigir resultados. E para garantir que são úteis no futuro é essencial garantir transparência e ética.

As ideias ficaram bem patentes nas primeiras sessões da conferência Building The Future, organizada pela Microsoft Portugal em Lisboa, no Pavilhão Carlos Lopes, onde durante dois dias mais de 100 oradores vão abordar as várias questões do negócio, da tecnologia e da transformação digital, tendências e casos práticos em Portugal e no estrangeiro.

E a inteligência artificial tem um papel relevante na transformação digital? Jim Stolze, da Singularity University, usou o exemplo do Netflix para mostrar como a empresa passou de ser uma companhia de conteúdos que enviava DVDs por correio para colocar tudo digital e depois usar os algoritmos para ser mais inteligente na sugestão de filmes e séries que cada um dos seus clientes queria ver. Este foi o segredo e a evolução, de digital para dados e de dados para informação.

“Muitas empresas são ricas em dados mas pobres em informação”, afirmou, dizendo que isso acontece em grande parte das organizações mas desmistificando o facto de precisarmos de mais dados. “O que precisamos é de melhores dados e de insights”, avisa, apontando vários exemplos de como os algoritmos se enganam, são influenciáveis e dão resultados errados.

Mas isso não deve levar as empresas a desistir de usar a Inteligência Artificial. “Culpar os algoritmos é o mesmo que culparmos o espelho por o cabelo estar mal arranjado”, explica. O que é preciso é usar o machine learning para corrigir os algoritmos e isso já está a ser feito em muitas áreas, como o reconhecimento de imagens com os Captcha, onde as máquinas ainda se baralham com fotos de Muffins e Chiuahuas, entre outros.

“Não devemos temer o futuro com a IA mas devemos moldá-lo”, afirmou, e num gesto simpático para Portugal, Jim Stolze, disse que Portugal tem as pessoas e as competências para aproveitar estas oportunidades, podem não ter as ferramentas mas estas estão disponíveis online. E lembra que a Inteligência Artificial nunca estará finalizada e que precisa de humanos para garantir que está tudo correcto.

Numa visão mais de negócio, Matteo Colombo, da KPMG, mostrou alguns números da forma como as organizações estão a olhar para as oportunidades da AI, reconhecidas por grande parte dos CEOs como essencial para o futuro, isto apesar de uma percentagem muito pequena estar já a tirar partido do seupotencial.

A informação gerada pela AI vai atravessar toda a empresa e não pode ser implementada num silo. Tem de juntar toda a organização, o negócio, os dados, as operações. Mas também é preciso confiança, e 80% das empresas ainda não confiam na tecnologia porque não há controle.

É neste aspecto da ética, transparência e controle que Tim O’ Brien, da Microsoft focou a sua apresentação, mostrando como a AI é influenciável e tem preconceitos, ideias feitas e pode tornar as escolhas muito injustas, como acontece na Austria com um algoritmo que mostra as probabilidades de uma pessoa conseguir emprego com base na idade, género, local onde mora, o tempo que esteve desempregado. “É preciso haver regras e regulação”, defende, mas as oportunidades são grandes e não apenas de transformar o negócio, mas mudar o mundo que vai ter menos doença, menos fome, menos crime. “São oportunidades de transformação mas a responsabilidade é grande e é de toda a indústria”, avisa.

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Apple desativa chamadas de grupo do FaceTime devido a falha que permitia espiar utilizadores

Apple desativa chamadas de grupo do FaceTime devido a falha que permitia espiar utilizadores

Uma grave falha de segurança obrigou a Apple a desativar as chamadas de grupo no FaceTime — funcionalidade que permite fazer chamas de grupo em vídeo. A falha permitia ouvir — e por vezes até ver — utilizadores antes de estes atenderem as chamadas. A empresa vai lançar uma atualização de software com uma solução para resolver o problema esta semana.

A Apple desativou temporariamente as chamadas de grupo no FaceTime enquanto procura resolver um problema que permitia aos utilizadores ouvir as pessoas a quem estavam a ligar antes mesmo de estas atenderem as chamadas.

Em algumas circunstâncias, o problema técnico ativava inclusivamente a câmara de vídeo antes do outro utilizador atender, ou seja, antes de ser iniciada a vídeo chamada escreve o The Guardian, que conseguiu testar e comprovar o problema.

O problema foi inicialmente reportado pelo site 9to5Mac que denunciou um caso em que apesar da vídeo chamada ser silenciada pelo receptor — pressionado o botão lateral do iPhone — o microfone continuava a captar e a transmitir som para quem fez a chamada.

À Reuters, a Apple informou esta segunda-feira que irá lançar uma atualização de software até ao final desta semana para resolver o problema.

“Estamos conscientes do problema e identificamos uma solução que será lançada numa atualização de software esta semana”, disse um porta-voz da empresa da maçã.

Jack Dorsey, CEO do Twitter, deixou na uma recomendação aos seus seguidores nesta rede social: desliguem o FaceTime até que a Apple resolva o problema, escreveu.

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10 anos depois, as melhores apps pertencem ao mesmo sistema operacional

10 anos depois, as melhores apps pertencem ao mesmo sistema operacional

Já parou para pensar no que distingue um vulgo telemóvel de um smartphone Android ou iOS? E não, não vale dizer o preço. A resposta certa (uma delas pelo menos) seriam as aplicações ou simplesmente os apps do seu dispositivo.

Seja o Fortnite ou o Google Drive, todos temos vários apps nos nossos smartphones, sejam eles Android ou iOS. São estes “mini” programas que tornam os nossos telefones em algo mais inteligente, mais “smart”.

Seja para diversão ou para produtividade, as apps são da mais crucial importância para o nosso smartphone, seja ele Android ou iOS. Por conseguinte, o sucesso de todo um sistema operativo pode ser ditado pela qualidade da sua loja de apps.

O que é um smartphone sem os apps?

Uma tese que certamente encontrará acolhimento junto de todo e qualquer antigo utilizador de um smartphone Windows Phone. Por muito virtuosa que fosse toda a plataforma, ao não cativarem o interesse dos programadores, a plataforma acabou por definhar.

É precisamente por isso que o sistema operativo Android é o mais popular em todo o mundo com cerca de 80% de quota de mercado. Na sua loja de apps qualquer programador pode publicar os seus conteúdos, sendo o custo de tal muito reduzido.

O sistema operativo Android prima pela abertura

Entretanto, vemos também milhares de apps de programadores independentes, não só na PlayStore, mas também em portais dedicados. Veja-se o excelente exemplo do portal XDA Developers onde reina a iniciativa independente.

Em contraste, algumas dos apps para Android podem apenas ser descritas como lixo eletrônico. Não estando sequer no mesmo patamar de qualidade do que as suas equivalentes iOS, para dispositivos Apple.

Algo que era verdade há 10 anos, e volvida já uma década, continua a ser igualmente aplicável. Existe uma miríade de apps para o sistema operativo Android, é certo. Contudo, uma grande percentagem destas não pode sequer ser comparada ao nível de qualidade dos apps para iOS e dispositivos Apple.

Infelizmente, isto acarreta algumas desvantagens

Mais concretamente, podemos pegar em nomes bem conhecidos, em apps que todos temos nos nossos smartphones. O Instagram, o Facebook e o caso paradigmático do Snapchat. Sobretudo neste último app, a diferença entre a versão Android e iOS é bastante notória.

As diferenças são visuais, com os apps iOS a denotar um maior cuidado ou polimento, mas não só. Também a nível funcional, de estabilidade e mesmo de funcionalidades, os apps para iOS continuam a superar as equivalentes para Android.

Vários apps são simplesmente melhores na plataforma iOS

E se estas diferenças são perceptíveis em apps extremamente populares, isto torna-se ainda mais gritante em aplicações mais específicas. Veja-se uma ferramenta de trabalho, edição de texto, gráficos ou algo mais exigente.

A culpa aqui pode também ser atribuída aos reduzidos filtros da PlayStore onde quase tudo pode ser publicado. Em claro contraste com a App Store do sistema operativo iOS onde a Apple aplica um rigoroso controlo de qualidade.

O resultado? Uma menor diversidade, mas uma maior coerência entre todo o conteúdo disponível na sua loja de aplicações. Algo que acarreta consequências imediatas e que vai, neste caso abonar, toda a imagem do sistema operativo.

O problema do sistema operativo Android?

Torna-se também mais fácil, ainda que mais oneroso, compilar um app coesa para a plataforma iOS da Apple. Afinal de contas, existe um “numerus clausus” de dispositivos móveis a que o programador terá que prestar atenção.

Por outras palavras, o programador iOS sabe exatamente em quais smartphones o seu app irá correr. Por conseguinte, este tem um domínio completo e total sobre os requisitos de hardware e características dos dispositivos móveis.

Algo totalmente impensável na plataforma Android. Com milhões de smartphones distintos em circulação, este cenário não mudará tão cedo. Talvez com a chegada e implementação do Fuchsia, mas não antes.

Sem que seja sua culpa, o programador Android compila o seu app com uma mão-cheia de smartphones em mente. Em todos os demais, pode apenas esperar que corram igualmente bem, ou que pelo menos corram.

Ainda assim, notamos que há um crescente esforço de homogeneização da qualidade nos apps Android e iOS. Há mais cuidado, junto dos grandes estúdios e apps mais populares, para serem pelo menos tão boas como na plataforma iOS.

Contudo, continuarão a existir milhares de apps que nunca terão tanta atenção ou cuidado como as suas equivalentes para dispositivos Apple. Trata-se de uma tarefa hercúlea tendo em conta a quantidade de smartphones Android em utilização.

O controlo apertado da Apple garante a qualidade dos apps para iOS

Em suma, este paradigma advém de duas filosofias contrastantes. De um lado temos uma quase total abertura do sistema operativo. Do outro, um controle quase asfixiante de tudo o que entra na sua plataforma.

Algo que, consequentemente, atrairá públicos diferentes para o sistema Android e para o sistema iOS da Apple. Por muito que escolhamos não o dizer ou pensar, este é o status quo em 2019, tal com o era em 2009.

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Quando a IA torna os cibercriminosos mais inteligentes

Quando a IA torna os cibercriminosos mais inteligentes

A Inteligência artificial ainda é exceção nas ferramentas do cibercrime, mas não teremos de esperar muito até que os computadores deixem de fazer parte do clube dos melhores amigos da humanidade, admite Stephen Helm, da WatchGuard Technologies

um facto inquestionável que a inteligência artificial (IA) se está a tornar numa parte cada vez mais intrínseca das nossas vidas e, pese embora o facto de tudo o que este conceito promete ter algo de apaixonante, o seu valor não passou despercebido aos criminosos da nossa sociedade.
Um dos maiores benefícios da IA é a sua capacidade de atuar como um amplificador que ajuda as pessoas a trabalhar com uma grande quantidade de dados complexos e realizar tarefas altamente repetitivas que, normalmente, requereriam a intervenção de um humano. A automatização do que normalmente seria um processo manual permite aos delinquentes, especialmente aos cibercriminosos, melhorar a seleção de alvos, ampliar a escala dos ataques e aumentar a velocidade a que podem criar novo malware. Embora até agora se tenham visto poucos exemplos de ataques que recorrem a IA, os investigadores de segurança estão a trabalhar muito para explorar o que é possível ou não fazer.
Seguem-se alguns exemplos sobre como os atacantes podem utilizar a IA:

▪ Eludir os sistemas CAPTCHA. O CAPTCHA tornou-se numa ferramenta essencial na Internet que permite determinar se a pessoa que visita o nosso site é um humano ou um bot. Os visitantes deparam-se com uma imagem, uma casa de verificação ou uma cadeia de texto distorcido e é-lhes pedido que realizem uma ação que normalmente requereria a intervenção de um ser humano, como a identificação de imagens similares entre si. Através do uso de técnicas de IA, investigadores da Universidade de Columbia conseguiram furar o CAPTCHA do Google 98% das vezes [VER AQUI].

▪ Melhorar a precisão e o alcance do phishing. 76% das organizações foram vítimas de ataques de phishing em 2017 e, em resposta, muitas implementaram rigorosos programas para os seus colaboradores na identificação de tentativas de phishing com o objetivo de prevenir estes ataques. Com a IA, os cibercriminosos dispõem de uma ferramenta que se pode utilizar para analisar grandes volumes de dados dos seus alvos e criar mensagens que garantirão uma maior taxa de êxito. As investigações de segurança da ZeroFox demostraram esta abordagem para apanhar utilizadores do Twitter com SNAP_R (Social Network Automated Phishing with Reconnaissance) [VER AQUI]. A SNAP_R utiliza IA para identificar alvos valiosos e desenvolver rapidamente um perfil desse alvo, com base no que publicaram no passado naquela rede social. Recorrendo a este método, convenceram os alvos a clicar em links maliciosos 30% das vezes (comparado com a taxa de êxito entre 5 a 15% de outros esquemas automatizados).
▪ Desenvolver malware altamente evasivo. Os hackers confiaram durante muito tempo em scripts e kits de ferramentas para desenvolver e distribuir malware, mas à medida que a ciberdefesa se tornou mais inteligente e sofisticada, os nossos adversários passaram a recorrer a técnicas de inteligência artificial de baixo perfil para aumentar a evasão do malware. Os criadores de malware começaram a utilizar a IA para realizar verificações, com o objetivo de identificar as configurações de hardware e o ambiente [VER AQUI] em que se encontram (por exemplo, um ambiente Sandbox versus uma máquina física), assim como para determinar se um humano está a operar a máquina nesse momento. DeepLocker, desenvolvido por investigadores da IBM Research [VER AQUI], demonstra os perigos da inteligência artificial utilizada como uma arma no malware. A IA do DeepLocker está treinada para assegurar que a sua carga útil só seja executada quando atinja um alvo específico, baseando-se em três camadas de ocultação, para evitar que as ferramentas de segurança identifiquem uma ameaça.
Em conclusão e definitivamente, à medida que a corrida às armas da cibersegurança aquece motores, é inquestionável que estamos a aproximar-nos de uma nova etapa em que a IA e a machine learning representarão um papel cada vez mais importante tanto no ataque como na defensa.

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10 dos melhores videojogos que estreiam em fevereiro

10 dos melhores videojogos que estreiam em fevereiro

Jump Force junta personagens das mais populares séries de anime das últimas décadas e Far Cry: New Dawn explora o mundo pós apocalíptico que resultou de Far Cry 5. Mas há mais jogos em linha, como Anthem ou The Occupation.

Depois de um mês em que a indústria dos videojogos nos deu Kingdom Hearts 3 – um dos jogos mais esperados da última década – fevereiro promete manter a fasquia da qualidade ao mesmo nível. Ao longo dos próximos 28 dias, poderá esperar a estreia de títulos como Far Cry: New Dawn, Ape Out e o muito aguardado Anthem.

O primeiro grande nome a chegar ao mercado vai ser Trials Rising. A proposta foi desenvolvida pela Ubisoft e baseia-se nos desafios de perícia de motocross que fizeram escola nos sites de minijogos de outros tempos. Depois disso, a 15 de fevereiro, estreia Crackdown 3, um jogo de ação e aventura, exclusivo Microsoft, cuja data de lançamento inicial estava marcada para 2016. Os sucessivos adiamentos aumentaram as expectativas do público e o jogo deverá reunir as atenções dos jogadores de Xbox One e PC.

Apesar de recheado de jogos que se antevêem de qualidade, Anthem é a jóia da coroa de fevereiro. O jogo, desenvolvido pela BioWare e publicado pela Electronic Arts, é um RPG que vai colocar os utilizadores num mundo aberto repleto de tecnologia futurista, mas dominado por biomas selvagens. Nesta aventura, os jogadores têm de vestir a pele de um grupo de “soldados”, que cruza este planeta ficcional com o objetivo de impedir que outras ameaças perturbem a ordem natural das coisas.

Para conhecer 10 dos jogos mais promissores que vamos poder jogar em fevereiro, consulte a galeria abaixo.

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Facebook quer fundir mensagens de WhatsApp, Instagram e Messenger

Facebook quer fundir mensagens de WhatsApp, Instagram e Messenger

O plano dos responsáveis do Facebook é criar um protocolo único que permita trocar mensagens entre contas das diferentes empresas detidas por Zuckerberg. Para todos os efeitos, Facebook, Instagram e WhatsApp devem permanecer independentes, mas em 2020 já deve ser possível enviar mensagens através destes serviços usando uma única plataforma.

O objetivo desta equipa é implementar uma solução que corre em segundo plano, com encriptação end-to-end e que permita a troca de mensagens, por exemplo, do WhatsApp para o Messenger, a partir de uma só plataforma, noticia o New York Times.

Esta é uma estratégia já vista anteriormente: na sequência de fusões e compras, torna-se difícil manter diferentes bases de código. Para este caso em concreto, juntar um perfil relativamente anónimo de WhatsApp com um perfil quase inteiramente público do Facebook ou do Instagram pode trazer algumas dúvidas aos utilizadores.

Uma resposta do Facebook explica que «queremos construir as melhores experiências de mensagem que conseguirmos: e as pessoas querem enviar mensagens de forma rápida, simples, precisa e privada. Estamos a trabalhar para tirar o máximo partido dos nossos produtos de messaging».

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