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‘Hackers’ ganham até 500 mil dólares por ano para defender empresas

‘Hackers’ ganham até 500 mil dólares por ano para defender empresas

A Tesla é uma das empresas que contrata ‘hackers’ para testar a defesa dos seus sistemas informáticos. De acordo com um estudo publicado nos EUA, pela companhia Bugcrowd, o preço a cobrar depende da seriedade do problema.

São considerados ‘hackers’ de elite, trabalham para grandes empresas e até para o departamento de defesa norte-americano. De acordo com um estudo publicado nos EUA, pela companhia Bugcrowd, o preço a cobrar depende da seriedade do problema.

As organizações estão a aumentar o orçamento destinado à contratação destes profissionais, como resposta ao investimento em cibersegurança. Cada um deles pode ganhar, em média, 500 mil dólares anuais. Segundo o CEO da Bugcrowd, Casey Ellis, que foi citado pela CNBC, serão criados mais de três milhões de postos de trabalho relacionados com a segurança informática até 2021.

No ano passado, a Bugcrowd recebeu o maior pagamento para uma único problema – 113 mil dólares por um ‘bug’ encontrado numa multinacional da área de tecnologia. Os pagamentos subiram 37% ao ano em 2018, de acordo com os dados.

Mais de 90% dos ‘hackers’ contratados pela Bugcrowd têm entre 18 e 44 anos e não têm curso superior. Os responsáveis desta empresa revelaram que a IJet e a Tesla pagam entre mil a 15 mil dólares por serviço. A Mastercard costuma pagar até três mil dólares. No mês passado, o Departamento de Defesa norte-americano também contratou os serviços da Bugcrowd, sem divulgar os valores envolvidos.

A HackerOne, a Synack ou Cobalt são também frequentemente contactadas pelas multinacionais para resolver problemas de segurança informática.

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Novos LG Gram têm poder de fogo comprimido em estruturas ultraportáteis

Novos LG Gram têm poder de fogo comprimido em estruturas ultraportáteis

Vão chegar ao mercado duas variantes: uma de 17 polegadas e uma outra, mais versátil, mas com apenas 14 polegadas.

A LG tem novos portáteis. A tecnológica sul-coreana anunciou-os recentemente, destacando o baixo peso dos dois modelos que vão fazer parte da linha Gram, e que têm 14 e 17 polegadas de ecrã, respetivamente. Ambos os equipamentos apresentam uma lista de especificações de topo.

A maior variante pesa cerca de 1,3 Kg, mas, no seu interior, integra um processador Intel Core i7 de oitava geração, 512GB de armazenamento interno e 16GB de RAM. Conta-se ainda um display com uma resolução de 2.560 x 1.600 e um sensor de impressões digitais para log-ins mais seguros. Importa ainda salientar que a bateria deste portátil tem autonomia suficiente para 19,5 horas de utilização.

O novo LG Gram de 14 polegadas é mais versátil, uma vez que se trata de um 2-em-1, cujo display sensível ao toque também lhe permite funcionar como um tablet.  Em termos de peso, estamos a falar de um portátil que não chega aos 1,150 Kg.

A lista de especificações conta com um display IPS LCD de 1080p, e com um processador, RAM e memória interna igual à do modelo de 17 polegadas. A bateria tem mais autonomia, podendo chegar às 21 horas de utilização.

Se dá importância às portas, saiba que a versão mais pequena conta com duas portas USB-A, uma USB-C, uma entrada para auriculares, uma entrada HDMI e uma slot para cartões microSD. O outro modelo repete a dose, juntando-lhe apenas mais uma porta USB-A.

Ainda não há datas para o lançamento dos portáteis, nem preços oficiais, mas a imprensa internacional avança que o LG Gram 17″ está já listado em algumas retalhistas norte-americanas com um valor de 1.699 dólares.

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