0
  Login
Smartphone dobrável da Samsung poderá custar 2.250 euros?

Smartphone dobrável da Samsung poderá custar 2.250 euros?

Segundo uma fonte interna da fabricante sul-coreana, o modelo topo de gama do Galaxy Flex poderá ultrapassar a barreira dos dois mil euros…

A divisão britânica do Gizmodo avança com a informação, de uma fonte interna da Samsung, de que a fabricante entregou a exclusividade de distribuição do seu Galaxy Flex à empresa de telecomunicações do Reino Unido EE, para quem o adquira com plano de comunicações. A versão desbloqueada do smartphone dobrável será vendida na loja online da Samsung e terá um custo entre os 1.500 e 2.000 libras (1.700-2.250 euros).

A publicação sugere que o smartphone possa ser incluído no programa Samsung Upgrade, que permite aos clientes pagarem 10% do valor em avançado e o resto em prestações durante dois anos. Os clientes podem fazer um upgrade para um novo telemóvel a cada 12 meses. A introdução do equipamento no programa faria sentido devido ao seu custo elevado.

É ainda referido que a Samsung planeia diferentes versões do Galaxy Flex, relativamente à RAM e o armazenamento interno, sendo o topo de gama o que baterá a marca dos 2.000 euros.

Quando foi apresentado oficialmente no início de novembro, a fabricante sul-coreana afirmou que o smartphone estava quase pronto a entrar na produção em massa, esperando-se o seu lançamento nos primeiros meses de 2019, em alguns mercados selecionados. Num recente anúncio, a Samsung reforçou que esperaria a produção de um milhão de unidades para a sua estreia.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
E se em vez de novo a aposta recaísse num smartphone recondicionado?

E se em vez de novo a aposta recaísse num smartphone recondicionado?

Atualmente os recondicionados estão a ganhar espaço nas escolhas dos utilizadores. São equipamentos bons, por vezes como novos, com garantia, e têm preços muito mais baixos do que os modelos novos em folha!

Com esta loucura dos preços dos smartphones na Black Friday, será que vale a pena também espreitar alguns produtos recondicionados?

Este mercado dos smartphones está ao rubro nesta altura e ainda caminhamos para uma época onde as ofertas serão em maior quantidade e onde o preço irá acompanhar a vontade dos consumidores. A oferta de smartphones no mercado é já um mundo à parte dentro do mundo da tecnologia.

Há muitos utilizadores que são “viciados” nas novidades. O tirar da caixa, o sentir o cheiro do produto acabado de desembrulhar. Mas a realidade diz-nos que há já muito mais mercado dos usados e, sobretudo, dos recondicionados.

Gigantes como a Apple, Samsung ou Huawei, têm milhões de unidades neste mercado dos recondicionados.

Mas devo apostar num recondicionado?

O termo não é novo e a garantia de que é bom negócio também não é novidade. Estamos a falar num equipamento entre o novo e o usado. Um smartphone recondicionado (ou refurbished) é um dispositivo que, por alguma razão, foi devolvido ao fabricante, pelo cliente ou por um revendedor.

As causas da devolução podem ter sido por um defeito no equipamento, por um defeito na embalagem desse produto, por simples devolução ou porque este dispositivo era um dos que estava em exposição, e não poderá ser vendido como novo.

Outra das causas de milhares de produtos passarem para a esfera dos recondicionados é terem saído de linha. Equipamentos como o iPhone 6 ou iPhone 7, são equipamentos que foram descontinuados pela Apple, deixaram de fazer parte dos produtos vendáveis oficialmente nas lojas Apple. Assim, quem os tem em stock… quer despachar os mesmos e um dos caminhos é via “mercado dos recondicionados”.

Para termos uma ideia de como até este produto está em promoção neste evento Black Friday, deixamos estes exemplos:

  • Apple iPhone 6
  • Apple iPhone 6s
  • Apple iPhone 7

Mais recondicionados em campanha de Black Friday

Vantagens dos smartphones recondicionados:

  • É um smartphone praticamente novo, a razão da devolução foi já resolvida e pode não ter sido necessariamente por ser defeituoso;
  • São testados antes de serem colocados à venda novamente e, por isso, têm garantia;
  • O preço é bem mais atrativo que um novo.

Comprar bem e ficar bem servido é escolha inteligente e é por isso que o mundo dos smartphones recondicionados está em crescimento.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
O futuro radiante da energia solar fotovoltaica

O futuro radiante da energia solar fotovoltaica

Nos últimos trinta anos, os sistemas fotovoltaicos tiveram um aumento enorme de eficiência e de redução de custos de produção.

Após um período em que o crescimento do mercado da energia fotovoltaica foi estimulado através de tarifas bonificadas, esta tecnologia atingiu um nível de maturação que lhe permite competir em custo com as chamadas energias convencionais (i.e.: centrais a carvão ou a gás), prevendo-se que num futuro próximo a energia solar elétrica seja aquela com maior crescimento de capacidade instalada a nível mundial.

Até agora, o crescimento do mercado fotovoltaico tem-se baseado nas tecnologias de silício cristalino, material extremamente abundante e com um elevado nível de maturidade tecnológica. Hoje os painéis de silício são aqueles que permitem obter os preços mais baixos de energia fotovoltaica, mas estão perto de atingir o seu limite de eficiência. Para continuar a aumentar a eficiência desta tecnologia é necessário utilizar novos conceitos de célula solar, assim surgiu o conceito de células de multijunção.

As células de multijunção são células solares formadas por várias camadas de células de diferentes materiais, em que cada uma destas camadas é especializada em absorver uma parte do espectro solar. Desta forma, é possível atingir eficiências muito superiores às que se conseguem com uma célula solar convencional.

Atualmente, um dos grandes desafios da tecnologia fotovoltaica é a produção de dispositivos baseados em células de multijunção a um preço competitivo. Uma das estratégias mais promissoras é a utilização de silício cristalino na produção de células de multijunção, procurando deste modo juntar a elevada competitividade das células de silício à elevada eficiência das células de multijunção.

Nas últimas décadas, Portugal tem feito uma aposta consistente na investigação científica na área do solar fotovoltaico, contando com mais de uma dezena de grupos de investigação a desenvolver trabalho nas mais diversas vertentes desta área. A comunidade fotovoltaica portuguesa está organizada através da rede PV@pt que congrega os diferentes grupos de investigação e grupos industriais que trabalham na área.

Esta comunidade é dinâmica, cooperante entre si e está ligada aos melhores centros de investigação europeus.

Exemplo disso é o projeto de investigação TaCIt 1, recentemente financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia. Este projeto é liderado por José Almeida Silva do Instituto Dom Luiz – Faculdade de Ciências Universidade de Lisboa.

O foco principal deste projeto é o melhoramento do desempenho ótico das células de multijunção. As células a desenvolver neste projeto têm uma arquitetura inovadora e têm o potencial de aumentar a eficiência dos painéis fotovoltaicos para valores superiores a 30% (a eficiência mais alta de um painel fotovoltaico células convencionais é de 21%).

A energia elétrica de origem fotovoltaica terá um papel crucial na necessária transição para um paradigma energético de baixo carbono. Para além das condições naturais particularmente favoráveis para o aproveitamento desta forma de energia. Em parte, fruto do grande crescimento do sector das energias renováveis nos últimos anos, Portugal possui hoje as capacidades técnicas e científicas adequadas para que uma aposta na energia fotovoltaica possa ser bebem-sucedida, faltando sobretudo as condições de mercado para concretizar os investimentos necessários neste sector.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
PlayStation não marca presença na E3 de 2019

PlayStation não marca presença na E3 de 2019

A decisão foi comunicada à imprensa internacional depois de a organização ter avançado a ausência da marca. Note que, este ano, a Sony também decidiu não realizar o PlayStation Experience.

Para além de ter decidido não organizar o PlayStation Experience em 2018, a Sony anunciou esta semana que também não vai marcar presença na E3 de 2019. Note que a ausência vai ser total, uma vez que não haverá conferência nem stands da marca.

“À medida que a indústria evolui, a Sony Interactive Entertainment continua em busca de forma inovadoras de envolver a comunidade”, escreveu a empresa num comunicado enviado ao Engadget. “Os fãs da PlayStation são tudo para nós e, por isso, queremos inovar, pensar de forma diferente e testar novas formas de satisfazer os jogadores. Consequentemente, decidimos não participar na E3 em 2019. Estamos a explorar formas novas e familiares de envolver a nossa comunidade em 2019 e estamos ansiosos por partilhar os nossos planos contigo”, concluiu.

Esta é a primeira vez que a empresa falta a uma edição daquela que é a maior feira de videojogos da indústria e que já dura desde 1995. Em Setembro passado, a Sony Interactive Entertainment Worldwide Studios afirmou também, através do presidente Shawn Layden, que o PlayStation Experience deste ano não iria avançar por não haver conteúdos suficientes para exibir, o que faria com que a experiência não fosse valiosa o suficiente.

Recorde-se que, este ano, a PS4 decidiu focar a sua apresentação da E3 nos maiores jogos que tem para lançar ao longo dos próximos meses. Quase todos os vídeos apresentados focavam um jogo já anunciado, pelo que as surpresas foram poucas, o que nos leva a crer que esta decisão pode também prender-se com o fim do ciclo de vida da PS4.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Oppo reforça grupo de “apostadores” na corrida aos smartphones dobráveis

Oppo reforça grupo de “apostadores” na corrida aos smartphones dobráveis

A fabricante chinesa entrou com um pedido de patente para um modelo de dispositivo móvel que se dobra.

A Oppo pode vir a juntar-se ao grupo de fabricantes que está a preparar smartphones dobráveis  – possivelmente para 2019 -, como é o caso da Samsung, da Lenovo ou da Huawei.

A empresa terá entrado com um pedido de patente junto do organismo chinês de registo em setembro, segundo o Ubergizmo, que cita a publicação Mobielkopen. O documento refere-se ao design e não ao modo de funcionamento, mostrando versões diferentes para a posição das câmaras.

Já a forma de “dobrar” é a mesma, e idêntica ao que tem sido proposto por outras fabricantes que estão a apostar no conceito. O modelo quando “aberto” fica num formato tablet, quando fechado o ecrã passa para a parte frontal externa do dispositivo, mais especificamente a fazer lembrar a proposta avançada pela Samsung no início do mês.

De salientar que esta não é a primeira vez que a Oppo entra com um pedido de patente de um telemóvel dobrável. Há uns meses a fabricante chinesa tinha registado um outro terminal que podia ser dobrado de cima para baixo, em vez de dobrar da esquerda para a direita, tipo livro, como o apresentado desta vez.

tek oppo dobravel 2

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Primeiro avião sem peças móveis já voa

Primeiro avião sem peças móveis já voa

Este fenômeno já é conhecido desde os anos 1960 e a Apple até considerou utilizá-lo para arrefecer os seus computadores em 2012, mas esta é a primeira vez que é empregue para fazer voar um avião.

Uma equipa do MIT desenvolveu um avião capaz de voar sem a necessidade de quaisquer peças móveis. Este feito foi conseguido através de um sistema chamado “propulsão electroaerodinâmica”, que utiliza eléctrodos para criar “vento iônico”.

Este fenómeno já é conhecido desde os anos 1960 e a Apple até considerou utilizá-lo para arrefecer os seus computadores em 2012, mas esta é a primeira vez que é empregue para fazer voar um avião.

O veículo desenvolvido no MIT é, obviamente, um modelo que pesa 2,45 quilos. No entanto, a equipa de desenvolvimento diz que a possibilidade de empregar esta tecnologia em aplicações traria benefícios na segurança, ruído, manutenção e ambientais em relação aos aviões tradicionais.

Mas, neste momento, fazê-lo é muito mais difícil que imaginá-lo. Por exemplo a bateria necessária para produzir os 400000 volts de eletricidade que o sistema de propulsão necessita, teria de ser gigantesca o que criaria problemas de peso que um avião de maiores dimensões teria de suportar.

Para já, a equipa de desenvolvimento pensa que é possível adaptar esta tecnologia a drones, ou utilizar um sistema híbrido que incluiria este tipo de propulsão em conjunto com motores tradicionais para tornar os aviões atuais mais poupados no consumo de combustível através da minimização ou eliminação da resistência do ar.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Vale tudo para nos manter no Facebook? New York Times revela estratégias da empresa

Vale tudo para nos manter no Facebook? New York Times revela estratégias da empresa

O Facebook tem novamente muito para explicar. Um resumo de tudo o que o New York Times revelou sobre a empresa com mais de 2,27 mil milhões de utilizadores.

O ano que arrancou com o escândalo da Cambridge Analytica e que, entre episódios de notícias falsas, interferência política e violência, teve também uma gigante falha de segurança não parece ter sinais de melhorar para o Facebook. O New York Times publicou na semana passada uma extensa reportagem mostrando que para a empresa de Mark Zuckerberg tudo parece valer para safar o próprio ‘umbigo’: desde pressões nos bastidores da política norte-americana a ataques de desinformação para descredibilizar todos os que se metem no seu caminho (sim, o Facebook também andou alegadamente a produzir as suas próprias notícias falsas).

A peça do New York Times (NYT) é extensa e detalhada, revelando vários pontos interessantes que completam o quadro que a Wired começou a pintar no início deste ano. Um quadro negro, bastante negro, sobre os três anos mais recentes do Facebook, em que Mark Zuckerberg e Sheryl Sandberg, os número 1 e 2, respectivamente, passaram o tempo “distraídos por projectos pessoais” e delegaram decisões importantes aos seus subordinados – conforme escreve o jornal. Em resumo, o NYT:

  • revela que o Facebook espalhou desinformação sobre quem o criticava, tentando em parte associar essas vozes a George Soros;
  • detalha como a empresa de Mark Zuckerberg jogou à esquerda e à direita da política norte-americana para evitar a todo o custo qualquer tipo de regulação, e fez lobby junto de congressistas e reguladores norte-americanos para condicionar as suas perguntas e acções;
  • descreve a figura de Sheryl Sandberg, uma senhora com influência política, capaz de “mexer os cordelinhos certos” nos bastidores da empresa;
  • mostra que o Facebook desvalorizou a interferência russa na sua plataforma, tendo propositadamente facultado menos informação ao público e internamente do que aquela que sabia.

A investigação do New York Time teve como base “entrevistas com mais de 50 pessoas”, incluindo a “actuais e antigos executivos e outros funcionários do Facebook, legisladores e oficiais governamentais, lobbyistas e membros do Congresso”. “Muitos deles falaram na condição de anonimato porque assinaram acordos confidenciais, não estão autorizados a falar com jornalistas ou tinham medo de retaliação”, escreve o jornal. A peça foi publicada na quarta-feira, 14 de Novembro; na sexta, num encontro via videoconferência com equipas do Facebook das várias partes do mundo, Mark Zuckerberg terá dito que a empresa não hesitaria em despedir os funcionários que falaram com o NYT ou com outras publicações. Contudo, depois de um funcionário lhe ter perguntado se a empresa faria um relatório sobre quantos leakers no Facebook foram despedidos, Zuckerberg terá minimizado a ideia.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Bitcoin sobe 10% após atingir mínima anual; criptomoedas esboçam reação

Negociado a US$ 4.300 na terça (20), o Bitcoin voltou a respirar e subiu 10% desde sua menor cotação no ano. Às 7:00 de quarta (21), a criptomoeda já era negociada próximo aos US$ 4.800.

No Brasil, o Bitcoin opera em alta de 6,24% no dia, cotado a R$ 17.472. Nas últimas 24 horas, 873 BTCs foram negociados nas principais exchanges do país, equivalentes a mais de R$ 14 milhões.

Com a queda, o bitcoin acumula uma desvalorização de 65% no ano e de 78% desde o seu topo histórico. Em 2018, o BTC fechou o mês positivo em apenas três ocasiões: fevereiro, abril e julho.

Mercado tenta recuperação

Com quase todas as criptomoedas experimentando suas menores cotações anuais, o valor de mercado também caiu para o menor nível de 2018, US$ 148 bilhões, patamar semelhando a outubro de 2017.

Entretanto, os criptoativos parecem estar respirando nesta quarta, apesar de se manterem bem abaixo da cotação de uma semana atrás, quase todos operam em alta nas últimas 24 horas.

Enquanto a maioria teve quedas superiores a 30%, o XRP, token da Ripple, desvalorizou apenas 9,5% na semana. O Bitcoin Cash, que teve o evento do hard fork ao seu lado, foi o que mais sofreu, com uma queda de 51,79%.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Microsoft deu mais um passo para acabar com as palavras passe nos seus serviços

Microsoft deu mais um passo para acabar com as palavras passe nos seus serviços

A segurança é um tema recorrente e que tem estado cada vez mais a ser do interesse dos utilizadores. Para além da proteção dos seus dados, estes querem também garantir que estes são inacessíveis.

As palavras passe têm estado no centro desta discussão, tendo um fim anunciado para breve. A Microsoft deu mais um passo para este fim, com novidades no Windows 10 que permitem já dispensar as palavras passe.

Há já algum tempo que a Microsoft procura formas de eliminar a necessidade de palavras passe para autenticar nos seus serviços e até no próprio Windows. Se no seu sistema operativo isso aconteceu com o Hello, no caso dos serviços da Internet estava mais complicado e demorado.

Agora, e com a chegada da última grande atualização do Windows 10, este passo foi finalmente dado. É já possível fazer a autenticação nas contas Microsoft com novas formas, que dispensam de forma total a utilização de palavras passe.

Para isso, o Windows 10 tem agora, na mais recente versão do Edge, suporte para dispositivos FIDO2, que garantem a autenticação sem recurso a qualquer palavra passe. Bastará a colocação da chave e a autenticação será realizada de forma automática.

Para além das keys FIDO2, a Microsoft deu também ao Edge a possibilidade de fazer autenticação com recurso ao Hello, o que significa que tanto a face como as impressões digitais podem agora ser usadas como palavra passe.

Esta nova autenticação funciona apenas no Edge e nos principais serviços da Microsoft. A segurança está garantida com a necessidade de ter um elemento físico do utilizador, tanto pelo dispositivo FIDO2 como pela cara ou impressão digital.

Quem tiver já uma pen Yubico, ou similar, ou um portátil com suporte para Windows Hello, pode usar já esta novidade. Basta aceder à página de configurações da conta Microsoft, com o Edge, e configurar esta nova autenticação.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir:
Apesar do prejuízo, a Snap apresenta novos óculos de realidade aumentada

Apesar do prejuízo, a Snap apresenta novos óculos de realidade aumentada

A empresa-irmã da Snapchat, a Snap volta a apostar numa nova geração de óculos de realidade aumentada, mas decidiu baixar as expetativas. É que na primeira versão foram produzidas quase 800 mil unidades e as vendas ficaram muito aquém do esperado. Assim, o novo modelo conta apenas com 24 mil dispositivos e terá um custo de 350 dólares e lançamento até ao final do ano, segundo avança a Cheddar. Esta novo modelo é mais caro, tendo em conta as versões anteriores que variavam entre os 130 e 200 dólares.

A proposta de design da Snap mantém-se, ou seja, tratam-se de uns óculos de sol, o mais próximo possível do “normal”, mas com duas câmaras alocadas em cada extremidade das lentes, junto à dobradiça das suas hastes de alumínio, apostando num produto mais premium. O objetivo é criar efeitos 3D, semelhante às que estão disponíveis nas câmaras fotográficas, para sobrepor aos vídeos capturados pelo sistema.

Apesar dos modelos anteriores não terem correspondido ao “hype” criado e vendido como a empresa esperaria, resultando num stock de quase 40 milhões de dólares de material na “prateleira”, a Snap ainda tem esperança no papel da tecnologia no seu futuro. O CEO da empresa, Evan Spiegel, antevê um futuro onde as pessoas vão utilizar a tecnologia wearable nos óculos, capaz de projetar e misturar objetos virtuais no mundo real.

Ainda que o investimento não tenha sido recompensado até à data, a Snap tem um ambicioso plano para continuar a introduzir novas versões dos óculos nos próximos anos, mesmo mantendo o prejuízo, projetando o seu break-even para 2020.

ecocarwashing

Seja Um Revendedor Ecocarwashing

   

curtir: