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Primeiro avião sem peças móveis já voa

Primeiro avião sem peças móveis já voa

Este fenômeno já é conhecido desde os anos 1960 e a Apple até considerou utilizá-lo para arrefecer os seus computadores em 2012, mas esta é a primeira vez que é empregue para fazer voar um avião.

Uma equipa do MIT desenvolveu um avião capaz de voar sem a necessidade de quaisquer peças móveis. Este feito foi conseguido através de um sistema chamado “propulsão electroaerodinâmica”, que utiliza eléctrodos para criar “vento iônico”.

Este fenómeno já é conhecido desde os anos 1960 e a Apple até considerou utilizá-lo para arrefecer os seus computadores em 2012, mas esta é a primeira vez que é empregue para fazer voar um avião.

O veículo desenvolvido no MIT é, obviamente, um modelo que pesa 2,45 quilos. No entanto, a equipa de desenvolvimento diz que a possibilidade de empregar esta tecnologia em aplicações traria benefícios na segurança, ruído, manutenção e ambientais em relação aos aviões tradicionais.

Mas, neste momento, fazê-lo é muito mais difícil que imaginá-lo. Por exemplo a bateria necessária para produzir os 400000 volts de eletricidade que o sistema de propulsão necessita, teria de ser gigantesca o que criaria problemas de peso que um avião de maiores dimensões teria de suportar.

Para já, a equipa de desenvolvimento pensa que é possível adaptar esta tecnologia a drones, ou utilizar um sistema híbrido que incluiria este tipo de propulsão em conjunto com motores tradicionais para tornar os aviões atuais mais poupados no consumo de combustível através da minimização ou eliminação da resistência do ar.

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Vale tudo para nos manter no Facebook? New York Times revela estratégias da empresa

Vale tudo para nos manter no Facebook? New York Times revela estratégias da empresa

O Facebook tem novamente muito para explicar. Um resumo de tudo o que o New York Times revelou sobre a empresa com mais de 2,27 mil milhões de utilizadores.

O ano que arrancou com o escândalo da Cambridge Analytica e que, entre episódios de notícias falsas, interferência política e violência, teve também uma gigante falha de segurança não parece ter sinais de melhorar para o Facebook. O New York Times publicou na semana passada uma extensa reportagem mostrando que para a empresa de Mark Zuckerberg tudo parece valer para safar o próprio ‘umbigo’: desde pressões nos bastidores da política norte-americana a ataques de desinformação para descredibilizar todos os que se metem no seu caminho (sim, o Facebook também andou alegadamente a produzir as suas próprias notícias falsas).

A peça do New York Times (NYT) é extensa e detalhada, revelando vários pontos interessantes que completam o quadro que a Wired começou a pintar no início deste ano. Um quadro negro, bastante negro, sobre os três anos mais recentes do Facebook, em que Mark Zuckerberg e Sheryl Sandberg, os número 1 e 2, respectivamente, passaram o tempo “distraídos por projectos pessoais” e delegaram decisões importantes aos seus subordinados – conforme escreve o jornal. Em resumo, o NYT:

  • revela que o Facebook espalhou desinformação sobre quem o criticava, tentando em parte associar essas vozes a George Soros;
  • detalha como a empresa de Mark Zuckerberg jogou à esquerda e à direita da política norte-americana para evitar a todo o custo qualquer tipo de regulação, e fez lobby junto de congressistas e reguladores norte-americanos para condicionar as suas perguntas e acções;
  • descreve a figura de Sheryl Sandberg, uma senhora com influência política, capaz de “mexer os cordelinhos certos” nos bastidores da empresa;
  • mostra que o Facebook desvalorizou a interferência russa na sua plataforma, tendo propositadamente facultado menos informação ao público e internamente do que aquela que sabia.

A investigação do New York Time teve como base “entrevistas com mais de 50 pessoas”, incluindo a “actuais e antigos executivos e outros funcionários do Facebook, legisladores e oficiais governamentais, lobbyistas e membros do Congresso”. “Muitos deles falaram na condição de anonimato porque assinaram acordos confidenciais, não estão autorizados a falar com jornalistas ou tinham medo de retaliação”, escreve o jornal. A peça foi publicada na quarta-feira, 14 de Novembro; na sexta, num encontro via videoconferência com equipas do Facebook das várias partes do mundo, Mark Zuckerberg terá dito que a empresa não hesitaria em despedir os funcionários que falaram com o NYT ou com outras publicações. Contudo, depois de um funcionário lhe ter perguntado se a empresa faria um relatório sobre quantos leakers no Facebook foram despedidos, Zuckerberg terá minimizado a ideia.

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