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Com possibilidade de esconder a câmera frontal, Galaxy S10 pode vir com display Infinity-O

Com possibilidade de esconder a câmera frontal, Galaxy S10 pode vir com display Infinity-O

Samsung registrou a patente de novos modelos de display no WIPO (World Intellectual Property Office). As telas são chamadas de Infinity-O, não possuem notch e usam a parte frontal quase integralmente. Os rumores apontam que o próximo smartphone da Samsung, o Galaxy S10, irá embarcar diversas novidades que a empresa está trabalhando, uma delas será o melhor uso da parte frontal. Outro vazamento indicou que será possível esconder a câmera quando o smartphone estiver exibindo um vídeo.

De alguma forma, que ainda não foi revelada, será possível deixar a câmera frontal que estará sob o display, escondida enquanto você utiliza outras funções de seu smartphone, apesar do vazamento indicar apenas que será possível esconder quando estiver assistindo algum conteúdo. Isso desconfirma o boato de que o Galaxy S10 seria equipado com um “buraco” no display para a lente da câmera. O smartphone seria totalmente adaptado para o novo design da câmera, com uma possível mudança nos ícones da barra de ferramentas, por exemplo.

Com essa patente registrada, a Samsung fica com seus designs protegidos em 70 países. O registro oficial desse modelos não significa necessariamente que a empresa irá lançar diversos produtos imediatamente, porém há grandes possibilidades de futuros smartphones serem equipados com essas telas.

Há 12 modelos diferentes registrados, eles são chamados pelas letras ‘A’ até a ‘L’. Os designs trazem a maioria das câmeras frontais na parte superior esquerda. As bordas dos aparelhos são bem diferenciadas, algumas são mais arredondadas, e outras mais quadradas. Apenas os modelos A e B foram coloridos, o que sugere que seriam os modelos mais próximos de serem lançados oficialmente no mercado e poderiam representar o Galaxy S10.

O modelo B é o que possui as bordas mais arredondadas, já o D é o oposto, com pontas bem traçadas. Todos os smartphones desse grupo possuem a câmera frontal no canto superior esquerdo.

Os modelos do E ao H também estão com a câmera frontal alocada na parte esquerda. A configuração mais diferente é o modelo G que possui a parte inferior quadrada e a parte superior arredondada.

Os últimos modelos de display da lista são os que possuem configurações mais inusitadas. O modelo I alocou a câmera também na parte superior esquerda, já os modelos J e K têm o jogo de lentes ao centro. O modelo L indica duas aberturas no lado superior direito.

As especulações indicam que o design do Galaxy S10 será ou o modelo A ou o B, já que são os únicos que foram renderizados. Outros rumores indicam que o smartphone virá com leitor digital no display, e um conjunto de três câmeras traseiras, sendo elas: uma lente padrão, uma grande angular e uma teleobjetiva.

A Samsung ainda não fez nenhum anúncio oficial. Apesar disso, o Galaxy S10 é aguardado para o primeiro trimestre de 2019.

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Plano da Receita Federal pode destruir o mercado de criptomoedas, diz advogado do setor

Plano da Receita Federal pode destruir o mercado de criptomoedas, diz advogado do setor

“A falta de regulamentação de criptomoedas leva a Receita Federal fazer como bem entender nesse mercado”. Essa foi a frase dita por Rafael Steinfeld, advogado e CEO da Bitwolf, na manhã dessa sexta-feira (16), na Bitconf Summer Edition, que está sendo realizada em Fortaleza, no Ceará.

O advogado palestrou sobre os riscos trazidos da minuta de uma instrução normativa feita pela Receita Federal. O órgão visa tributar qualquer operação com criptomoedas e, em face da ausência de regulamentação, pretende fazer isso por analogia de regras utilizadas no mercado de ações.

O problema, contudo, é que esse projeto de instrução normativa prevê penalidades que podem afetar negativamente o mercado cripto por inteiro. A obrigação de se fazer declaração mensal das operações acima de R$10 mil, na visão de Steinfeld, é algo absurdo e pode afastar investidores.

“Isso não é feito nem no mercado de ações”, disse o advogado que ainda apontou um outro problema grave. Mesmo sem qualquer previsão legal e, desta forma, violando o princípio da legalidade, a Receita Federal ainda impôs uma multa em caso de declarações desconexas.

A sanção de pagamento de 1,5% para pessoas físicas e 3% para as pessoas jurídicas sobre o total que deve ser tributado, é um absurdo.

“Esse tipo de penalidade não pode ser imposta por essa instrução normativa”, afirma o advogado. Ela deve advir de lei conforme está até previsto no artigo 97 do Código Tributário Nacional. “Não se pode criar penalidade sem lei. Essa instrução normativa viola o princípio da legalidade”.

“O banco só tem de informar suas declarações uma vez por ano. Isso é destruir o mercado. As associações que estão aí têm de brigar firme contra esse absurdo”.

A questão é que não há clareza nem do momento em que deve ocorrer a tributação e ainda acaba onerando tanto as exchanges quanto os investidores em se certificar sobre os detalhes das suas operações com criptomoedas.

Steinfeild afirma que esses 3% é muito além do que as exchanges ganham com as transações e isso vai acabar com o mercado.

Apesar de declaração não significar tributação, o advogado explica que isso trará custos para exchanges e investidores, os quais terão de contratar advogados e ainda garantir a execução fiscal (em outros termos pagar o valor para se defender).

O que motivou essa minuta da instrução normativa foi a suspeita de que as criptomoedas estariam sendo usadas para lavagem dinheiro. Steinfeld não discorda de que criptomoedas devem ser tributadas, mas critica a Receita federal pela falta de conhecimento sobre o tema.

“A receita precisa entender mais sobre o assunto. A blockchain é totalmente auditável. Eles estão em outro mundo. Não sei o que eles pensam. O mercado não é assim”.

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