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Exchange Liqui.io dá sete dias para clientes retirarem criptomoedas excluídas e acende alerta de golpe

Exchange Liqui.io dá sete dias para clientes retirarem criptomoedas excluídas e acende alerta de golpe

A exchange de criptomoedas Liqui.io, que tem sede em Kiev, na Ucrânia e representantes na Rússia, Armênia e EUA, realizou exclusões significativas de criptoativos na sua plataforma, conforme mostram dois comunicados da empresa nos meses de setembro e outubro.

Exclusões, no entanto, não quer dizer que a bolsa vá fechar ou está com problemas financeiros, muitas vezes pode ser por questões de confiabilidade ou até mesmo de suporte.

Porém, a exchange deu apenas um prazo de sete dias para que todos os clientes estivessem cientes. E isso acaba causando estranheza.

O primeiro lote de criptoativos excluídos foi anunciado no dia 21 de setembro, quando fez parte desse, a BAT (Basic Attention Token), recentemente listada pela Coinbase.

Os outros foram os seguintes: TAAS, EDG, MCO, CFI, MGO, MLN, TKN, MYST, ICN, TIME, REQ e Waves.

“Os clientes têm até 28 de setembro de 2018 às 12:00 UTC para fechar qualquer negócio e retirar quaisquer saldos desses [cripto]ativos”, dizia a nota.

O prazo final para a retirada dos saldos, contudo, era 13 de outubro. No entanto, sete dias é um período muito curto para alertar a todos, principalmente desavisados e hodlers.

“Após essa data, não poderemos ajudá-los a efetuar retiradas da bolsa. Dessa forma, os usuários devem retirar quaisquer tokens que tenham antes do prazo final”, reiterou a exchange.

Assim como neste comunicado, um outro, de 20 de outubro, anunciava a exclusão dos seguintes tokens: NET, XID, PTOY, NEU, ZRX, REN, AE, DNT, QRL, SNM, SRN, STX.

Da mesma forma, o prazo dado foi de sete dias. A Liqui ainda fez questão de frisar pontos dos seus termos, como também o fez na primeira nota, dizendo:

“Nosso objetivo para todas as exclusões é tornar esse processo o mais simples possível para os clientes, e é por isso que sempre nos esforçamos para:

  • Avisá-los com 7 dias de antecedência antes de remover um ativo
  • Dar prazo de 15 dias para a retirada dos fundos.
  • Lembrá-los, através de várias mídias, durante o período que antecedeu o prazo
  • No caso excepcional de manutenção de carteira poderemos estender o prazo e contatar, via e-mail, os detentores dos [cripto]ativos afetados

Transferência de fundos

De acordo com um post de um usuário do Reddit, repercutido pela CCN, o endereço ‘0xcc5570e7d39BA1738333782Fb0C5623fb6a6b1f2’  pode pertencer à Liqui e, assim, ela pode estar sacando saldos remanescentes dos clientes que não retiram no prazo.

A CCN diz que entrou em contato com a exchange, mas ainda não obteve resposta.

No entanto, segundo a reportagem, se este endereço estiver realmente associado à exchange, pelo menos a afirmação de que eles estão realmente liquidando os tokens se confirma.

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Mercado de smartphones vale mais 10% na EMEA com impulso da Huawei

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Relatório da IDC refere que o volume de vendas de smartphones baixou 5% no terceiro trimestre, mas o seu valor subiu consideravelmente.

O novo relatório da IDC referente ao mercado de smartphones na região EMEA mostra que no terceiro trimestre do ano, o volume de negócio decaiu 5% (para os 89 milhões), comparado com o mesmo período de 2017. Ainda assim, salienta que o valor das vendas cresceu 10%, para os 29,8 mil milhões de dólares, considerando o preço de retalho sem taxas.

A empresa de análise de mercado anota que existem variações regionais, com as regiões de África e Médio Oriente a diminuírem tanto em volume como valor, influenciadas pela desvalorização do petróleo em alguns países. Já na Europa a boa performance foi notória, destacando a vitalidade dos mercados de Leste e Rússia. O mercado europeu chegou aos 19 mil milhões de preço de retalho sem taxa. A IDC enaltece a tendência do uso de smartphones mais caros na Europa, sendo a segunda região global que mais consome, seguindo os Estados Unidos.

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O relatório atribuiu às fortes vendas deste período a sucesso da Huawei, tornando-se um competidor próximo da Samsung, sobretudo o modelo P20. Apesar das excelentes vendas dos modelos iPhone Xs da Apple, o seu lançamento aconteceu nos últimos dias do trimestre, não se refletindo no estudo deste período. Já a Huawei duplicou no último ano as proporções das receitas dos seus dispositivos que custam cerca de 200 dólares. Segundo a IDC, a Europa recebe cerca de metade dos smartphones da fabricante chinesa.

Já a Xiaomi é um novo “rival” na Europa, graças aos seus modelos baratos e fazendo cortes aos preços dos seus produtos. Ainda assim, no período analisado não foi registado um aumento de quota no mercado europeu. A IDC promete, no entanto, algumas mexidas interessantes para o quarto trimestre, em primeiro lugar pela época natalícia, e pela entrada no mercado do novo Mate 20 da Huawei e os dispositivos da Apple.

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SpaceX vai lançar mais 7.000 satélites de internet no espaço

SpaceX vai lançar mais 7.000 satélites de internet no espaço

O plano de Elon Musk, para um mundo com serviços de internet de baixo custo, continua em bom ritmo e a SpaceX vai enviar para o espaço mais 7.000 satélites para a “constelação” Starlink. No início do ano, a agência espacial do magnata tinha um plano para a cobertura total da Terra através de 12 mil microssatélites, tendo enviado dois satélites experimentais, o Microsat-2A e o Microsat-2B.

A FCC (organismo que regula o sector das comunicações nos Estados Unidos) já tinha aprovado em março o lançamento de 4.425 satélites, seguindo-se agora a autorização para os restantes 7.000. Este autêntico lençol de satélites manterá uma ligação à internet persistente, que irá beneficiar sobretudo as populações rurais ou outras localizações remotas, onde o sinal não chega. Através da rede Starlink, será possível ligar online com velocidades até 1 Gbps, adianta o Engadget.

A cobertura do total do planeta, ao concretizar-se o plano de Elon Musk, vai de encontro à ideologia da ONU, que defendeu num comunicado que o direito à internet é um direito humano.

Os satélites da SpaceX serão lançados de forma faseada, prevendo-se que a rede Starlink esteja apenas totalmente completa em meados de 2020. Para além da empresa de Elon Musk, também a Kepler, Telesat e LeoSat esperam lançar mais algumas centenas de satélites dedicados à internet, o que tem levantado algumas preocupações à NASA sobre o congestionamento de “entulho” espacial. A ESA tem trabalhado para reduzir o impacto ambiental das atividades espaciais, tentando manter o espaço um sítio seguro e limpo. Nesse contexto, a SpaceX irá recolocar alguns dos satélites da sua rede em baixa órbita, para diminuir o impacto no espaço.

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