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Transmitindo rádio online utilizando o Oddcast V3 , ZaraRadio e  Voicemeeter

Transmitindo rádio online utilizando o Oddcast V3 , ZaraRadio e Voicemeeter

Transmitindo rádio online utilizando o Oddcast V3 , ZaraRadio e Voicemeeter.

Toda e qualquer transmissão realizada através de seu computador para o nosso servidor é considerada uma Zara Rádiotransmissão AO VIVO, mesmo que não exista um locutor com microfone. Deste modo, toda transmissão de músicas, vinhetas, comerciais ou qualquer outro sinal de áudio, com locução ou não, efetuada através de seu computador, é considerada como uma transmissão AO VIVO.

Para realizar transmissões AO VIVO você precisará de 1 programa gerenciador de áudio, responsável por reproduzir suas músicas, e 1 programa para realizar a transmissão de sua web rádio aos nossos servidores.o Oddcast V3 e o ZaraRadio, duas ótimas opções inteiramente gratuitas, que permitem a transmissão em MP3 ou AAC Plus.  os dois programas em conjunto, permitindo assim um controle completo de sua transmissão AO VIVO!

voicemeeter

O primeiro passo é realizar o download e instalação de ambos os programas(Oddcast e ZaraRadio e o

VoiceMeeter se necessário.

) em seu computador.
Disponibilizamos os links para Download logo abaixo:

 

Zara Rádio

Oddcast V3

VoiceMeeter

Caso necessite ajuda para configurar entre em contato por nossos canais de atendimento

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Videojogos. O vício do século

Videojogos. O vício do século

“Tudo o que é demais enjoa”, diz o provérbio nacional. No entanto, muitas crianças, jovens e adultos não parecem concordar quando se trata de jogos eletrónicos. Não conseguir descolar os olhos do ecrã do telemóvel ou da televisão é agora considerado um vício perigoso.

O alerta já foi dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e incluiu os distúrbios dos videojogos na classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados com a saúde, descrevendo-a como uma falta de “controlo crescente”, no período de 12 meses, em que se registam consequências negativas como falta de sono, irritabilidade ou exclusão de outras atividades do dia–a-dia.

”Isolamento, síndrome de abstinência, troca de prioridades, maus resultados escolares ou laborais” são outros dos sinais de alerta destacados pelo psicólogo Pedro Hubert, coordenador do Instituto de Apoio ao Jogador (IAJ), ao i.

A indústria de jogos está a crescer cada vez e o aparecimento do Fortnite – jogo de sobrevivência lançado no ano passado – é a prova viva disso.

“Ficam o dia todo a jogar se os deixar”, disse Maria [nome fictício], mãe de dois rapazes que já não passam sem o famoso jogo de ação e tiro no qual os jovens conseguem também comunicar entre si.

Já Manuel [nome fictício], pai de um rapaz, contou ao i que deixa o filho jogar o Fortnite no telemóvel e na Playstation, mas que vê isso como forma de “distrair o miúdo”. Ambos os pais contaram ao i que a moda pegou rápido, até porque “os amigos também jogam e todos querem experimentar”, disse Manuel.

Este jogo parece ser o maior êxito de gaming dos últimos tempos e uma mina de ouro para a editora Epic Games, que teve na semana passada um pico de 8,3 milhões de jogadores em simultâneo.

Pedro Hubert explicou ao i que nem todas as pessoas têm a mesma propensão para o vício, mas que os jogos são, no entanto, “criados para serem altamente atrativos, com uma parte gráfica interessante e com histórias que nunca mais acabam”.

“Para que haja dependência é necessário que estejam reunidos três fatores: predisposição para a dependência – só 20% da população é que tem -; depois temos os fatores relacionados com o meio ambiente, a moda, os pares, o marketing, etc.; e, em terceiro lugar, os fatores do próprio jogo, se há prémios garantidos, se são interessantes.”

“Tento que eles joguem só um bocadinho quando chegam da escola mas, se os amigos jogarem à noite, já sei que vou ter direito a birra”, confessa Maria. E Manuel deixa uma garantia: “Ele é obrigado a fazer os trabalhos da escola e a deitar-se quando mandamos. De resto, aproveita o tempo para jogar, mas não vejo isto como um vício.”

Para o psicólogo, os videojogos não representam só coisas más, até porque alguns deles são usados para fins terapêuticos, como é o caso do tratamento da esquizofrenia e do stresse pós-traumático. No entanto, defende que a melhor forma de evitar o vício é mesmo o equilíbrio. “É a palavra-chave”, explicou Pedro Hubert. Estabelecer regras de horas ou dias para jogar, haver um maior controlo por parte dos pais ou autocontrolo e ensinar às crianças desde pequenas quais os perigos são alguns dos conselhos deixados.

“Cá em casa é assim, mas conheço outros pais que dão mais liberdade aos filhos e não veem mal nisso. Eu vejo porque sei que isso poderá trazer consequências”, salienta Maria.

Realidade Virtual

Os jogos como o Pokémon Go! ou o acabado de nascer Follow JC Go! usam ambos a mesma tecnologia, a realidade virtual, através da qual é possível ver figuras nos mapas da rua e apanhá-los através da câmara do telemóvel.

Em 2016, quando o jogo das figuras japonesas foi lançado, muitas foram as notícias das loucuras cometidas por algumas pessoas, como despedirem-se para se dedicarem ao jogo, pessoas que encontraram mortos à procura do Pikachu (boneco mais conhecido) ou centenas de acidentes de carro por distração enquanto jogavam e conduziam.

Porém, Pedro Hubert contou que não teve conhecimento de ninguém com problemas de vício. “Talvez por as pessoas se terem fartado rapidamente” foi a hipótese avançada pelo psicólogo, que também destacou o facto de ser um jogo que obriga a sair de casa e que não vai ao encontro dos horários em que mais utilizadores jogam: “Depois do jantar.”

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Sharp fez um smartphone com dois notch. É o Aquos R2 Compact

Sharp fez um smartphone com dois notch. É o Aquos R2 Compact

Se um notch não agrada a muita gente, dois notch podem ser mais interessantes? O Aquos R2 Compact vai testar o conceito.

Para além do “buraco negro” que já se tornou habitual no topo do ecrã, a Sharp adicionou um outro na base do seu novo Aquos R2 Compact, substituindo a moldura onde normalmente colocava o sensor de impressão digital.

O modelo anterior, o Aquos R Compact, tinha essa moldura exageradamente grande e com a nova geração do smartphone a Sharp fez alterações no design, tornando a colocação do sensor mais “integrada” no ecrã, mas com o aspecto de um notch na base.

Recorde-se que a “moda” dos notch a Google integrou os cortes no ecrã no Android, mas impôs alguns limites que devem ser seguidos pelos fabricantes.

Com um ecrã de 5,2 polegadas IGZO LCD, o telemóvel integra um processador Snapdragon 845, 4GB de RAM e uma câmara de 22,6 megapixéis. A bateria é de 2.500 mAh e o sistema operativo o Android 9 Pie.

O smartphone só deverá chegar ao mercado japonês no próximo ano e não está prevista a comercialização na Europa.

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