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IBM registra pedido de patente para o uso de blockchain na inicialização de estudos científicos

IBM registra pedido de patente para o uso de blockchain na inicialização de estudos científicos

A IBM apresentou ao Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO) um pedido de patente que visa abrir e conduzir pesquisas por meio de blockchain e proporcionar um registro inviolável de análises científicas.

De acordo com o documento publicado na última quinta-feira (08) intitulado ‘Blockchain para início de pesquisa científica’, a IBM afirma que o processo de conduzir estudos científicos pode se beneficiar com o uso da tecnologia blockchain.

“O sistema blockchain pode representar um projeto de pesquisa. Por exemplo, um primeiro bloco de dados e um segundo bloco com a análise desse dados. Blocos de resumo e blocos de correção também podem ser adicionados ao blockchain representando a análise posterior dos resultados da pesquisa”, diz um trecho do documento.

Um dos argumentos usados pela IBM é sobre a confiabilidade no complexo processo de uma inicialização de pesquisa científica. A empresa crê que nos métodos atuais, os dados não estão totalmente protegidos.

“As plataformas [de pesquisas] existentes não possuem os controles e mecanismos necessários para permitir dados confiáveis, pois há poucas opções para garantir que esses dados possam seguir sem modificações”, diz o pedido, que reitera a seguridade de um blockchain:

“É essencialmente à prova de falsificação, pois qualquer mudança, como na análise de dados pré-especificada, por exemplo, teria que ser feita em cada computador (normalmente milhares) dentro da rede distribuída”.

Além de mencionar “blockchain como um método de baixo custo”, o documento também aponta melhores condições para auditorias.

“Método verificável independentemente que poderia ser amplamente e prontamente usado para auditar e confirmar a confiabilidade dos estudos científicos”.

O mesmo pedido foi registrado pela primeira vez no USPTO em dezembro do ano passado, segundo o documento, cujos autores da invenção são os pesquisadores da instituição Jae-wook Ahn, Maria Chang, Patrick Watson e Ravindranath Kokku.

IBM e Blockchain

A IBM tem se esforçado em soluções com o uso de blockchain. Em julho deste ano, a plataforma Stronghold lançou um token lastreado em dólares americanos que foi desenvolvido pela IBM Blockchain Platform para soluções corporativas e redes financeiras.

As reservas da criptomoeda ‘Stronghold USD’, como assim foi nomeada, emitidas pelo Fed, ficam sob a custódia do banco Prime Trust, com sede em Las Vegas (EUA).

A token, entretanto, será usado unicamente para transações business-to-business, entre corporações financeiras e gerenciadores de ativos.

A Stronghold USD só deverá ser adquirível para usuários no varejo em fases futuras.

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Tatuagens eletrônicas permitem a monitorização da saúde

Tatuagens eletrônicas permitem a monitorização da saúde

As tatuagens estão na moda e podem até ajudar a monitorizar a nossa saúde. Com esta valência não falamos nas tatuagens tradicionais, mas sim nas tatuagens eletrónicas, temporárias, que podem ser facilmente transferidas com água para a pele ou roupa.

Este tipo de tatuagens podem, por exemplo, ajudar na monitorização contínua da saúde, mas vão mais além, abrindo uma nova janela de oportunidades.

Uma equipa de investigadores do Instituto de Sistemas e Robótica (ISR) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) e da Universidade de Carnegie Mellon (CMU) em Pittsburgh encontrou um método para produzir tatuagens eletrónicas através de impressão a tinta (inkjet), o que simplifica a produção e diminui radicalmente o custo destes dispositivos.

As tatuagens estão a ser desenvolvidas no âmbito do projeto Strechtonics*, uma das iniciativas de larga escala do Programa Carnegie Mellon Portugal (CMU Portugal).

Segundo Mahmoud Tavakoli, gestor científico do projeto e diretor do Laboratório de “Soft and Printed Microelectronic” (SPM-UC) do ISR…

Estas tatuagens podem ser facilmente impressas e transferidas para qualquer superfície. O método é muito simples: projeta-se o circuito no computador e depois de 10 minutos temos o nosso circuito impresso. A maior vantagem de produzir em 2D é o baixo custo do equipamento e poder produzir-se em grandes quantidades. Basicamente só é necessária uma impressora e tintas auto condutivas.

Estas tatuagens são ultrafinas e facilmente transferidas com água para a pele ou roupa, da mesma forma que se aplica uma tatuagem temporária com a utilização de uma esponja úmida.

Ao serem colocadas sobre a pele permitem uma monitorização contínua da saúde do utilizador e controlam fatores como: atividade muscular, respiração, temperatura corporal, batimentos cardíacos, atividade cerebral, ou até emoções.

Colocamos uma tatuagem eletrônica no antebraço de uma pessoa com uma prótese da mão e provamos que é possível controlar a mão utilizando sinais de músculos recebidos pelas tatuagens. Ao colocar a tatuagem no músculo certo, a tatuagem permite perceber quando este é ativado e se a mão fecha ou abre.

Ainda segundo o investigador, o objetivo no futuro é que «seja possível inserir estas tatuagens dentro da pele e do corpo humano. Por exemplo, para pessoas com lesões na medula espinal que não conseguem andar, criar uma forma de conseguir aplicar estas tatuagens na medula de forma a estimulá-la e reativar os nervos para que funcionem outra vez».

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