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Governo dos EUA cobra US$ 400 mil de imposto de estudante que investiu US$ 5 mil em Ethereum

Governo dos EUA cobra US$ 400 mil de imposto de estudante que investiu US$ 5 mil em Ethereum

Em maio do ano passado, um estudante universitário na Califórnia foi apresentado ao mundo das criptomoedas. Seguindo dicas de um amigo, ele então investiu US$ 5.000 em Ether, o token do Ethereum, o que, segundo ele, era metade de suas economias.

Como ele explicou em um post do Reddit, seu investimento US$ 5.000 subiu mais de 180 vezes em apenas alguns meses, após retirar uma parte do lucro feito em ETH e investir em diversas outras criptomoedas. No final do ano, seus fundos estavam perto dos US$ 900.000.

O valor de mercado das criptomoedas estava se aproximando do marco de US$ 1 trilhão (atualmente está em US$ 215 bilhões), o Ether estava sendo negociado a mais de US$ 1.300 e o Bitcoin se aproximava de US$ 20.000. O que poderia dar errado?

O preço da maioria das criptomoedas despencou com a chegada de 2018, com o Bitcoin caindo mais de US$ 10.000 nos primeiros 30 dias do ano. No relato, o usuário do Reddit disse ter decidido investir em ICOs, e o tombo foi ainda maior.

No entanto, de um investimento inicial de US $ 5.000, ele ainda teve um lucro considerável e conseguiu ficar com US$ 125 mil. Foi aí que o problema aconteceu. Ele não pagou seus impostos de 2017 para o governo dos Estados Unidos.

A razão pela qual o estudante universitário não achava que ele devia impostos é porque ele nunca converteu qualquer criptomoeda em dinheiro fiduciário. Essa lógica era válida para qualquer negociação anterior a 2017, uma vez que a Receita Federal dos EUA nunca havia esclarecido se a troca de uma criptomoeda por outra constituía uma troca de tipo semelhante, o que isentaria qualquer passivo fiscal para tais negociações.

De Ethereum para Bitcoin

No entanto, em uma lei de impostos promulgada em 31 de dezembro de 2017, a Receita Federal incluiu uma provisão que limitava as isenções de trocas sem valor apenas para imóveis. Como resultado, se você converteu o Bitcoin em Ethereum em 2017, isso seria considerado um evento tributável, assim como se você fosse converter Bitcoin em dólar. O resultado final é uma taxa de imposto de mais de US$ 400.000 para 2017.

Ao final do relato, o estudante disse estar em busca de profissionais fiscais para lhe aconselharem em como agir.

Como as criptomoedas são consideradas uma nova classe de ativos, muitos países ainda estão sem regulamentações, fazendo com que mesmo a pessoa bem intencionada acabe com dificuldades na hora de realizar seus pagamentos de tributos.

No Brasil, o sistema funciona de maneira diferente dos Estados Unidos. O imposto é pago baseado no ganho de capital. Portanto, um investidor só pagaria o imposto caso houvesse lucro na hora que o dinheiro voltasse a ser transformado em real.

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Facebook vai ter funcionalidade de “resgatar” mensagens 10 minutos depois do envio

Facebook vai ter funcionalidade de “resgatar” mensagens 10 minutos depois do envio

Quem nunca se enganou ou se arrependeu depois de enviar uma mensagem? O Facebook tinha a funcionalidade “unsend” reservada para alguns utilizadores de topo e há indicações que se prepara para a alargar a todos.

A alteração foi detetada por um utilizador do Twitter que analisou as notas de lançamento da versão 191.0 do Facebook Messenger para iOS. O texto revela que, em breve, vai ser possível remover uma mensagem de um thread de um chat até dez minutos depois de ter sido enviada, noticia o The Verge. A mesma funcionalidade oferecida pelo Facebook no WhatsApp permite a recolha até uma hora depois de ter sido enviada, o que faz com que estes dez minutos não pareçam muito tempo.

A funcionalidade já tinha sido revelada em abril, quando se descobriu que as mensagens de Zuckerberg e de outros executivos de topo podiam desaparecer depois de terem sido enviadas. Na altura, o Facebook prometeu que iria alargar a funcionalidade para toda a comunidade. A opção de Unsend deverá aparecer com as opções de edição das mensagens.

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Dados do antigo “Fórmula 1 do espaço” mostram continentes debaixo da Antártida

Dados do antigo “Fórmula 1 do espaço” mostram continentes debaixo da Antártida

O satélite GOCE foi desativado em 2013, mas, como acontece com outros instrumentos espaciais, os dados recolhidos ao longo dos seus quatro anos de “viagem” ainda estão a ser interpretados.

Lançado em 2009, o Gravity field and steady-state Ocean Circulation Explorer esteve em órbita da Terra até 2013, na mais baixa altitude de qualquer satélite de investigação: 224 km.

Graças ao seu design fino e aerodinâmico foi apelidado de “Fórmula 1 do espaço” e durante os seus quatro anos de existência mapeou as variações na gravidade terrestre com um detalhe extremo.

Dados recolhidos durante a sua viagem vieram agora demonstrar caraterísticas geológicas chave da litosfera da Terra, em redor de vários continentes, nomeadamente da Antártida, uma das peças menos compreendidas do puzzle das placas tectónicas.

A análise é feita num estudo da Universidade Kiel da Alemanha e do British Antarctic Survey, publicado esta semana na revista Scientific Reports. Os dados sobre a gravidade terrestre permitiram vincular o continente longínquo e coberto de gelo com o resto da Terra.

O GOCE mediu as diferenças nos componentes horizontais e verticais do campo de gravidade, conhecidos como gradientes. Como os gradientes podem ser complexos de interpretar, os autores combinaram-nos para produzir “imagens de curvatura” mais simples, que revelam com maior clareza as caraterísticas tectónicas da Terra a grande escala.

Os mapas construídos pelos investigadores também proporcionam uma nova vista do que restou dos antigos continentes escondidos debaixo dos lençóis de gelo da Antártida.

Pode encontrar mais informação sobre a missão GOCE no site da ESA, assim como sobre o estudo agora publicado.

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