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Apple, Samsung e Huawei: batalha de titãs tecnológicos

Apple, Samsung e Huawei: batalha de titãs tecnológicos

As três marcas continuam a lutar entre si para agradar aos consumidores: lançaram novos produtos, prometem revolucionar o mercado e até produzem vídeos para “beliscar” os concorrentes.

O mercado de ‘smartphones’ tem três grandes ‘players’ a nível mundial, segundo um estudo da Strategy Analytics: Apple, Samsung e Huawei. No último trimestre de 2017, a empresa liderada por Tim Cook ocupava o primeiro lugar com um volume de receitas de 61 mil milhões de dólares, cerca de três vezes mais que a sua concorrente direta, a Samsung, que conseguiu 18,9 mil milhões de dólares, e sete vezes mais que a Huawei, que alcançou 8,4 mil milhões de dólares. Isto significa que o mercado de telefones deu à Apple 50% das receitas no final do ano passado.

Em setembo, a marca da maçã apresentou os iPhones XS, XS Max e XR, para além do Apple Watch Series 4. O site especializado “The Verge” questionava: alguma vez nos cansaremos de comprar iPhones? Na mesma altura apresentou a próxima geração do Apple Watch, a que chamou de Series 4. O foco é a saúde, o fitness e a conectividade. O ecrã é ligeiramente maior, mas o design não apresentou mudanças significativas.

Um mês antes, a concorrente Samsung tinha anunciado o Note 9, o novo telemóvel com um grande ecrã de 6,4 polegadas da empresa. Continua a manter a caneta digital, a S Pen, que o distingue de outros equipamentos no mercado e, em relação, ao Note 8, melhorou esta versão em quase todos os componentes. Além de uma bateria de quatro mil miliampéres (a maior da marca) que promete capacidade “para um dia inteiro”.

Já a Huawei apresentou em outubro deste ano, em Londres, o Mate 20 Pro, um telemóvel topo de gama para competir com o iPhone Xs Max da Apple e com o Galaxy Note 9 da Samsung. Entre outros requisitos, a fabricante chinesa dotou o flagship de uma bateria com capacidade de 4.200 mAh, acima dos 3.174 mAh do iPhone Xs Max e dos 4.000 mAh do Galaxy Note 9.

Em novembro de 2017, quando a Apple lançou o novo iPhone X, a Samsung não perdeu tempo para “beliscar” a rival: produziu um anúncio, chamado “Growing Up”, um vídeo que mostrava um fã a fazer um ‘upgrade’ para o modelo mais recente da marca. O vídeo registou oito milhões de visualizações em apenas dois dias.

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O primeiro iPhone com acesso à rede 5G só deverá chegar em 2020

O primeiro iPhone com acesso à rede 5G só deverá chegar em 2020

A mais recente corrida no universo dos smartphones é o 5G. Todas as marcas estão querendo ser as primeiras a lançar e usar esta novidade, mostrando assim o seu avanço tecnológico.

Aparentemente, a Apple estará fora desta corrida e só tem planos para lançar um iPhone com acesso às redes 5G em 2020.

Espera-se que seja já em 2019 que as principais marcas Android abracem o 5G e que lancem os seus primeiros equipamentos com suporte para esta nova tecnologia. Ainda não se sabe quem será o primeiro, mas em breve será conhecido.

Esperava-se que a Apple estivesse presente neste primeiro lote, mas provavelmente irá estar fora e apenas em 2020 conseguirá apresentar o iPhone com acesso à rede 5G. Do que se sabe, o problema estará no fabricante dos modems, a Intel.

A informação disponível revela que o modem que está a ser desenvolvido estará a apresentar problemas de aquecimento e de consumos de energia.

Assim, a Apple e a Intel deverão passar o ano de 2019 a tentar encontrar uma solução para este problema, conseguindo criar um chip com melhor eficiência energética e melhor dissipação de calor.

A razão para este problema não é complexa. As bandas usadas nos EUA para o 5G estão situadas nos espectros de 30GHz e 300GHz, o que leva a que os processadores tenham de fazer um trabalho mais intensivo para as ligações.

A Intel só precisa de encontrar um ponto de equilíbrio entre o desempenho e a estabilidade. A versão final desde modem deverá ser construída com 10 tecnologia de 10 nanómetros e não de 7, como acontece já.

Há, no entanto, um plano alternativo que a Apple pode seguir, que passará por encontrar um fornecedor alternativo. Se a Qualcomm está fora da corrida, por razões óbvias, a MediaTek pode ser uma alternativa viável.

Seja qual for o caminho escolhido, a Apple não deverá ter o iPhone pronto para ser lançado com suporte para as redes 5G antes de setembro do ano que vem. Assim, remete para 2020 a chegada deste modelo, com velocidades de acesso à Internet muito mais rápidas.

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