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SpaceX começará a transportar Humanos para o Espaço já no próximo ano

SpaceX começará a transportar Humanos para o Espaço já no próximo ano

A SpaceX, empresa privada do ramo espacial criada por Elon Musk, tem tido imenso sucesso. Em fevereiro deste ano, lançou o foguetão Falcon Heavy, um acontecimento que teve grande significado e que todo o mundo viu.

O transporte de seres humanos para o Espaço sempre foi um dos grandes objetivos da SpaceX e essa meta deverá ser cumprida em 2019.

NASA quer deixar de contar com os russos…

Desde 2011, ano em que a Space Shuttle voou pela última vez, que os astronautas norte-americanos utilizam veículos espaciais russos para chegar à Internacional Space Station (ISS). Mas a NASA quer mudar isso e a SpaceX é uma das empresas que irá ajudar.

Em 2014, o governo dos Estados Unidos pagou à SpaceX 2,6 mil milhões de dólares por num veículo que fosse capaz de transportar astronautas para órbita. O mesmo acordo foi feito com a Boeing mas num valor de 4,2 mil milhões de dólares.

Desde então, as datas de lançamento de ambos os projetos têm sido adiadas. No entanto, agora já temos datas que, aparentemente, são definitivas.

SpaceX estará pronta em 2019…

Esta quinta-feira, a NASA anunciou que a cápsula Dragon da SpaceX, criada para o transporte de seres humanos, estará pronta em 2019. Em primeiro lugar, em novembro de 2018, será realizado um teste sem seres humanos abordo e passado cerca de 5 meses será realizada uma missão de teste semelhante mas que contará com a presença de astronautas.

A cápsula CST-100 da Boeing irá realizar também testes semelhantes. De acordo com a NASA deverão ser realizados no final de 2018/início de 2019 e em meados de 2019.

Se os testes tripulados forem realizados com sucesso, cada uma das cápsulas irá ser submetida a uma certificação da NASA.

Mas existe um pequeno problema…

Em julho deste ano, foi lançado um relatório, realizado por uma agência norte-americana responsável por supervisionar as despesas do Estado, que prevê que a SpaceX termine o processo de certificação apenas em fevereiro de 2020.

No entanto, os astronautas norte-americanos utilizam a cápsula russa Soyuz para chegar à ISS e o contrato termina em novembro de 2019. A não ser que todo o processo ande mais rápido, a NASA terá que arranjar uma solução para transportar os seus astronautas até as cápsulas da SpaceX e Boeing estarem prontas.

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Facebook corta o acesso a dados a centenas de milhares de aplicações

Facebook corta o acesso a dados a centenas de milhares de aplicações

Na sequência do escândalo da Cambridge Analytica, o Facebook alterou as regras para que programadores e aplicações tivessem acesso aos dados dos utilizadores. Quem não seguiu o novo processo, está a deixar de ter acesso.

Facebook anunciou que está a cortar o acesso aos dados dos utilizadores a centenas de milhares de apps. Durante a conferência F8 para developers, em maio, a empresa tinha anunciado um novo processo de revisão, que passa pela assinatura de novos contratos sobre a recolha de dados e pela verificação de autenticação das aplicações e criadores. O prazo estabelecido na altura foi o dia 1 de agosto e a empresa está mesmo a cortar o acesso a quem não cumpriu as novas políticas, noticia o The Verge.

A decisão de revisão Facebook foi tomada depois de ser revelado que a Cambridge Analytica obteve acesso a dados de mais de 87 milhões de utilizadores. A rede social de Zuckerberg revelou depois que várias apps tinham o mesmo nível de acesso, embora muitas estivessem já desativadas. Estas aplicações têm acesso à API do Facebook, o que lhes permite aceder aos dados em questão.

«Encorajamos que as apps que ainda estão ativas e que não tenham sido submetidas a revisão, que o façam agora», explica Ime Archibong, vice-presidente de parcerias de produto do Facebook. A empresa compromete-se a analisar todos os pedidos que lhe cheguem e que estejam completos com a informação solicitada.

Enquanto as apps estiverem a ser sujeitas a esta revisão, os programadores vão poder manter o acesso à API. Caso sejam verificadas as condições exigidas pelo Facebook, os acessos vão manter-se.

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CEO de “mineradora” de Bitcoin desaparece com US$ 35 milhões; golpe é semelhante ao da Minerworld

CEO de “mineradora” de Bitcoin desaparece com US$ 35 milhões; golpe é semelhante ao da Minerworld

O diretor executivo de uma “mineradora” de criptomoedas do Vietnã chamada Sky Mining está desaparecido desde a última quinta-feira (26). De acordo com a mídia local VN Express, Le Minh Tam partiu para os Estados Unidos e levou consigo aproximadamente US$ 35 milhões, oriundos de investimentos em mineração de bitcoins.

A mineradora, localizada na cidade de Ho Chi Minh, o maior centro financeiro do Vietnã, possui outras repartições. Um dos escritórios, localizado no distrito de Phu Nhuan, foi encontrado vazio por pelo menos 20 clientes que procuravam por informações.

O local estava fechado e com placa de aviso de encerramento de atividade. Revoltados, eles procuraram polícia.

Outra informação foi a da descoberta do desaparecimento de 600 máquinas de mineração que ficavam em outra cidade próxima, Bien Hoa, na província de Dong Nai.

Segundo informações coletadas pela rede de notícias, os equipamentos foram levados por um grupo de supostos funcionários do setor de manutenção.

O vice-presidente da empresa, Le Minh Hieu, disse que convocou uma reunião e criou provisoriamente um Conselho com 16 pessoas com o objetivo de calcular os ativos remanescentes da Sky Mining e apoiar os investidores.

De acordo com Hieu, Tam levou todo o dinheiro da empresa e de seus investidores. Ele disse, ainda, que não sabia muitos detalhes sobre os criptoativos da organização, já que o desaparecido é quem gerenciava diretamente as plataformas de mineração e armazenamento.

À polícia, Hieu disse que ele e sua família estão sendo ameaçados:

“O conselho colaborou com a polícia e mostrou evidências de que não somos culpados”.

Ao VN Express, o vice-presidente desabafou:

“Somos vítimas também”.

Empresa é semelhante à Minerworld

Na internet a empresa se apresentava como mineradora de criptomoedas e vendia planos que, segundo ela, o dinheiro era para comprar equipamentos de mineração.

Para se tornar um ‘sócio’, os investidores precisavam pagar entre US$ 100 e US$ 5 mil. Os equipamentos eram, então, comprados e levados para várias localidades onde a empresa operava.

A Sky Mining prometia que, após 12 meses, os investidores receberiam, além do valor investido, até 300% de lucro.

A empresa dizia ser a maior do Vietnã e promovia inúmeros eventos. Ela também pagava comissão a pessoas que trouxessem mais investidores para sua ‘base de negócios’.

Pedido de desculpas via Facebook

Le Minh Tam ‘deu as caras’ na última quarta-feira (25), mas foi via rede social. Ele publicou uma nota em um grupo do Facebook pedindo desculpas por “tudo”.

Ele disse que o mercado era imprevisível, a recompensa da mineração havia caído drasticamente e a lucratividade estava muito baixa. Ele foi bem claro:

“Meu último recurso é ficar escondido do público para proteger minha vida”.

Tam também pediu aos clientes que procurassem a empresa para recuperar o capital que investiram e que depois disso ele iria decretar falência. Porém, os escritórios já estavam vazios.

Tam fez ‘live’ via Telegram há dois dias

No último domingo (29), o executivo fez uma ‘live’ via Telegram que, segundo ele, era para tranquilizar os investidores que estão se sentindo lesados e que a empresa voltará a funcionar nesta semana, relatou o site local News Zing.

No vídeo, Tam disse que está doente e que está se tratando. Ele afirmou também que “não está fugindo para nenhum lugar”. O local onde ele gravou o vídeo sugere um luxuoso quarto de hotel.

Outro golpe foi descoberto em abril

Outra empresa na mesma cidade, a Modern Tech, deu um golpe de aproximadamente US$ 650 milhões. Os escritórios da organização que ‘trabalhava’ como suposta pirâmide financeira foram invadidos por muitos clientes que se sentiram lesados e exigiam ressarcimento.

A empresa, que foi fundada em 2017 por um grupo de oito pessoas, e com apenas US$ 4,4 milhões de capital inicial, também oferecia lucros completamente fora da realidade, chegando a 48% num período inferior a 4 meses.

Até o momento, os representantes da Modern Tech não responderam às acusações e seus fundadores permanecem incomunicáveis.

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Huawei ultrapassa Apple e é agora a segunda maior fabricante de smartphones do mundo

Huawei ultrapassa Apple e é agora a segunda maior fabricante de smartphones do mundo

A Apple acabou de apresentar excelentes vendas do iPhone no último trimestre deste ano que terminou em junho. Foram vendidos 41,3 milhões de iPhones num total de 29,9 mil milhões de dólares e que contribuíram para uma receita de 53,3 mil milhões de dólares.

Por muito admiráveis que estes números sejam, a Apple foi ultrapassada pela marca chinesa Huawei que se tornou na segunda maior fabricante de smartphones em todo o mundo.

O Segundo lugar é da Huawei…

Esta ultrapassagem por parte da Huawei veio solidificar o crescimento da competição asiática. De acordo com a análise de mercado levada a cabo pela empresa IDC, a Huawei distribuiu 54,2 milhões de smartphones este trimestre (41% mais do que no ano passado).

Vendor 2Q18 Shipments 2Q18 Market Share 2Q17 Shipments 2Q17 Market Share Year-Over-Year Change
1. Samsung 71.5 20.9% 79.8 22.9% -10.4%
2. Huawei 54.2 15.8% 38.5 11.0% 40.9%
3. Apple 41.3 12.1% 41.0 11.8% 0.7%
4. Xiaomi 31.9 9.3% 21.4 6.2% 48.8%
5. OPPO 29.4 8.6% 28.0 8.0% 5.1%
Others 113.7 33.2% 139.5 40.1% -18.5%
Total 342.0 100.0% 348.2 100.0% -1.8%

 

Com este crescimento a Huawei passa a representar 16% do mercado, à sua frente encontra-se a Samsung com 21% e em terceiro lugar a Apple com 12%. Esta é a primeira vez em sete anos que as duas primeiras posições do ranking não são ocupadas pela Apple e pela Samsung. Portanto, este é um grande feito por parte da Huawei.

A Samsung deve estar preocupada?

A Samsung reportou uma receita inferior àquela que muitos analistas de mercado previam. A marca coreana, que também fabrica chips de memória e ecrãs para outras marcas, também sofreu algumas perdas.

Assim, de acordo com alguns analistas, este salto por parte da Huawei pode e deve realmente preocupar a Samsung. A Huawei mostra foco e acima de tudo, muita ambição. A marca teve que trabalhar muito para atingir os seus objetivos depois de não ter sido capaz de entrar no mercado norte-americano.

Conclusão

Globalmente, o mercado dos smartphones está a abrandar. O número de smartphones distribuídos pelas marcas diminuiu 1,8% no último trimestre e encontra-se agora nas 342 milhões de unidades.

Durante uma conferência de investidores esta semana, o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que estas mudanças no mercado mostram a sua verdadeira saúde e garante que o mercado dos smartphones é “muito saudável”.

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Paul Krugman diz que Bitcoin e criptomoedas são um “retrocesso de 300 anos”

Paul Krugman diz que Bitcoin e criptomoedas são um “retrocesso de 300 anos”

Paul Krugman, ganhador do prêmio Nobel de Economia, publicou nesta terça-feira (31) um artigo no jornal The New York Times em que critica aspectos sobre o bitcoin e demais criptomoedas, como as cobranças pelas transações e a falta de valor intrínseco em seu valor. Para ele, os criptoativos estariam fazendo o sistema monetário “retroceder trezentos anos”.

Publicado nessa terça-feira (31), o texto “Transactions Costs and Tether: Why I’m a Crypto Skeptic” faz parte da coluna do economista no jornal nova-iorquino. Para ele, as cobranças feitas nas transações durante a mineração e a falta de garantias quanto ao valor fazem as moedas criptografas serem inviáveis, e estariam caminhando para um “colapso total”.

Krugman também acredita que as criptomoedas, da maneira como são estruturadas, representam um retrocesso do sistema monetário internacional, indo na contramão das tendências e das instituições que moldaram as finanças globais.

Colocado contra a história, o entusiasmo por criptomoedas parece muito ímpar, porque ele vai exatamente contra a tendência de longo prazo… Em outras palavras, entusiastas de criptomoedas estão, na prática, celebrando o uso de tecnologia de ponta para retroceder o sistema monetário em trezentos anos.

O economista argumenta que, ao longo dos últimos séculos, as finanças têm caminhado para um mercado de transações monetárias livres de cobranças, levando ao atual regime de pagamentos por meio de cartões de crédito e débito e outras formas de transações eletrônicas de baixo custo operacional.

No artigo, Krugman chega a assumir que os governos “eventualmente abusaram do privilégio de criar moedas fiduciárias”, mas elogia o papel dos bancos centrais em prover meios de troca de valor estável e com baixas taxas de transação.

O colunista do Times também diz que o valor dos criptoativos não tem valor intrínseco com nada concreto. Eles dependeriam das expectativas de seus investidores, tornando seu colapso possível dependendo do sentimento do público.

Se os especuladores tiverem um momento de dúvida coletiva, temendo que, de repente, os  bitcoins não tenham valor, bem, os bitcoins não terão valor.

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