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NASA investe em novas parcerias para desenvolver tecnologias de exploração espacial

NASA investe em novas parcerias para desenvolver tecnologias de exploração espacial

Num esforço para expandir as suas metas de exploração espacial, a NASA vai financiar 10 tecnologias de “ponto de inflexão” de seis empresas e que “têm o potencial de beneficiar significativamente a economia espacial comercial e as futuras missões da NASA”, segundo um comunicado da agência.

É o terceiro ano em que a NASA concede financiamento através do seu programa “Tipping Point”, assim denominado por o investimento ser feito em projetos altamente promissores, mas que necessitam do “empurrão” da agência espacial para sair do laboratório.

financiamento teve como foco três áreas estratégicas como a expansão da utilização do Espaço, permitir um transporte eficiente e seguro dentro e através do Espaço e aumentar o acesso às superfícies planetárias.

De entre as seis empresas escolhidas existem alguns nomes familiares, sendo a Blue Origin do CEO da Amazon a mais conhecida e a que leva a segunda maior fatia do bolo.

A empresa espacial fundada por Jeff Bezos e com sede em Kent, Washington vai receber 13 milhões de dólares para amadurecer a propulsão líquida criogénica através de uma combinação de tecnologias em um sistema de propulsão integrado lunar, bem como desenvolver sensores que podem ajudar as aeronaves a aterrar em qualquer lugar da superfície da Lua.

A United Launch Alliance vai ver financiados três projetos, em um total de 13,9 milhões de dólares, entre os quais um que  desenvolverá um sistema Integrate Vehicle Fluids, que permite operações de duração prolongada para os rovers lunares, aproveitando “a disponibilidade de hidrogénio líquido e oxigénio na Lua.

A Astrobotic Technology, na Pensilvânia, completa o pódio das empresas mais financiadas que terá mais 10 milhões de dólares para desenvolver sensores óticos autónomos que permitam à NASA melhorar drasticamente o desempenho das missões de pouso lunar e planetário.

De fora desta ronda de financiamento, em que cada parceiro do sector é obrigado a contribuir com um mínimo de 25% do custo total de cada projeto, ficaram alguns grandes nomes como a SpaceX e a Boeing.

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Hiperinflação na Venezuela faz preço do Bitcoin disparar no país

Hiperinflação na Venezuela faz preço do Bitcoin disparar no país

Em razão da forte desvalorização do Bolívar, um aumento gigantesco nos volumes negociados de Bitcoin na Venezuela sinaliza que a população local tem procurado por uma reserva de valor alternativa devido à astronômica inflação que assola o país.

A onda de compras exorbitante da criptomoeda foi notada no mês de junho quando também foi revelada uma inflação à beira dos 14.000%. De lá para cá, o preço do Bitcoin em bolívares venezuelanos tem aumentado de forma assustadora.

À medida que a hiperinflação venezuelana continua, é esperada uma alta ainda maior na adoção do Bitcoin. Somente nesta semana, foram negociados 621 bitcoins, equivalentes 17 trilhões de bolívares, de acordo com o Coin.dance.

Durante a semana, na plataforma Local Bitcoins, foi necessário 26 bilhões de bolívares para comprar uma unidade de Bitcoin, fazendo com que cada ‘satoshi’ custe aproximadamente 260 bolívares venezuelanos.

De acordo com a página ‘Café com Leite’ criada pela Bloomberg especificamente para medir a inflação se baseando no preço de um cafézinho, a inflação anual já superou a marca dos 86.000%.

Para se ter uma ideia do tamanho do estrago que a economia venezuelana está presenciando, há um ano, uma xícara de café no país custava 2.300 bolívares e hoje, para saborear um cafezinho, o cidadão não desembolsa menos que 2 milhões de bolívares.

Os 86.857% de inflação do cafezinho é só um detalhe. A maior parte dos cidadãos venezuelanos estão supostamente na extrema pobreza e necessitam de exorbitantes quantias de dinheiro diariamente apenas para  abastecer suas casas com coisas simples, como pão, ovos e farinha.

Em meados de julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou que a inflação no país poderia chegar aos 1.000.000% em 2018. Ao mesmo tempo, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse que mudaria a moeda em circulação no país como medida para combater a hiperinflação.

Maduro determinou, então, um novo meio de troca — do Bolívar pelo Bolívar Soberano. A nova moeda estaria “ancorada” à já existente criptomoeda estatal Petro.

De acordo com a Reuters, o Bolívar soberano deve entrar em circulação neste mês e serão cortados cinco zeros do valor dos atuais bolívares.

Criptomoedas salvando vidas

No mês passado, um entusiasta de criptomoedas venezuelano conseguiu comprar 102 kg de mantimentos graças a doações recebidas com a criptomoeda NANO.

Após publicar um tópico na rede social Reddit dizendo que havia adquirido 0.5 NANO (cerca de US$ 1,32), e que essa quantia equivalia a um mês de trabalho na Venezuela, várias usuários se predispuseram a ajudá-lo.

Depois de atualizar as informações da publicação, o usuário Windows7733 disse ter recebido 29.1 NANO da comunidade, o equivalente a US$ 77,7 dólares, suficiente para comprar alimentos, antibióticos e itens de higiene, que pretende dividir com membros da família e vizinhos. O venezuelano explicou como adquiriu os produtos:

Eu estou extremamente feliz, porque hoje consegui convencer alguém em quem confio para aceitar NANO (ele já aceitava Bitcoin Cash) em troca de comida. Ele me vendeu 102 kg em alimentos, incluindo farinha de milho, carne, arroz, feijão, açúcar, salsichas e abacates. Ainda estou tentando adquirir leite em pó e óleo de cozinha dessa mesma pessoa.

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