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Nintendo muito perto de vender 20 milhões de Switch

Nintendo muito perto de vender 20 milhões de Switch

Ou talvez já tenha atingido o valor. Os últimos dados oficiais da fabricante japonesa sobre a consola são relativos ao trimestre terminado em junho e mostram vendas de 19,67 milhões.

A Nintendo revelou os dados financeiros do seu primeiro trimestre fiscal, relativo ao período entre 1 de abril e 30 de junho, atualizando os números de vendas de hardware e software das suas consolas e jogos em todo o mundo. Ficou patente que o objetivo de atingir os 20 milhões de Switch está próximo – ou talvez já tenha sido superado…

A fabricante japonesa diz ter vendido 1,88 milhões de unidades da consola naquele que foi o seu primeiro trimestre fiscal de 2018, colocando as vendas acumuladas nos 19,67 milhões. O título Mario Kart 8 Deluxe juntou-se a Super Mario Odyssey como o segundo título da Switch a atingir a barreira dos 10 milhões de unidades vendidas.

Além da Switch, também há números para as restantes máquinas de jogos, portáteis e “de sala”. Nomeadamente, as vendas da Nintendo 3DS vão nos 72,89 milhões e as da Wii U nos 13,56 milhões.

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Bitcoin se recupera após pequeno recuo; criptomoedas operam em queda

Bitcoin se recupera após pequeno recuo; criptomoedas operam em queda

O preço do bitcoin deu uma pequena recuada na tarde desta segunda (30), caindo US$ 300 e chegando a US$ 7.860. O movimento, no entanto, durou menos de duas horas e voltou a ser negociado acima dos US$ 8.000.

No Brasil, a criptomoeda opera em queda de -2,31% e é negociada a R$ 30.620 às 20:00 de acordo com o Índice de Preço do Bitcoin (IPB).

Até o momento, julho caminha para ser o terceiro mês do ano em que o BTC fechará positivo, com 21% de alta. O acumulado de 2018, porém, continua negativo em -36%.

Não se sabe o que impulsionou este curto recuo que teve uma rápida recuperação. O anúncio da semana passada de que os reguladores norte-americanos haviam derrubado a última tentativa dos gêmeos Winklevoss de listar um ETF de bitcoin causou uma liquidação temporária, mas o mercado se recuperou no dia seguinte.

Outros pedidos seguem como o da VanEck e da SolidX seguem sob análise da SEC. A Agência protelou para setembro apenas a análise da Direxion Investments, de acordo com uma nota publicada na terça-feira (24) no Diário Oficial do Governo dos Estados Unidos (GPO).

Segundo o analista sênior de mercado da eToro, Mati Greenspan, o próximo nível de suporte do BTC é de US$ 7.800, de modo que os investidores devem prestar muita atenção a essa marca ao especular sobre o futuro de curto prazo do BTC.

Criptomoedas operam em queda

Nas últimas 24 horas, apenas o Ethereum Classic (ETC) está operando em alta, seguido pelo bitcoin com uma queda de -0,44%. Tron, Stellar e Binance Coin são os que estão na pior situação, com desvalorização de -8,46%, -4,03% e -5,39% respectivamente.

O valor de mercado dos criptoativos está em US$ 292 bilhões, com um volume total negociado de quase US$ 18 bilhões, de acordo com o coinmarketcap.

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Magic Leap detalha menus e interface do seu sistema de realidade mista

Magic Leap detalha menus e interface do seu sistema de realidade mista

O avatar do utilizador, os ícones dos menus e a aplicação para smartphone são alguns detalhes revelados do Magic Leap One.

A Magic Leap está a ultimar o lançamento do seu sistema de realidade mista, previsto chegar às lojas durante o verão. A empresa decidiu mostrar um pouco mais da interface e menus do sistema operativo do dispositivo, o Lumin OS e a forma como os utilizadores vão interagir com as aplicações no Magic Leap One.

No ecrã do menu principal é possível ver o estado da ligação de rede, o medidor de bateria e o relógio. Os menus parecem funcionar em sistema radial, em que uma opção abre diversos ícones em seu redor para outras funcionalidades. Os objetos selecionados ficam com um ligeiro efeito de brilho em redor, como denota um dos produtores do sistema operativo no Twitter.

Pelas imagens divulgadas é possível ver algumas utilizações das aplicações, algumas em 2D, outras completamente moldadas a 3D e integradas no mundo real. Por exemplo, os leitores de vídeo ou calendário com fotografias são projetados em superfícies planas, como as paredes. Os elementos 3D são renderizados em cima da mesa ou móveis, como se fizessem parte da decoração.

Por fim, uma imagem mostra o videojogo Dr. Grordbort, aquele que pretende mostrar as funcionalidades do sistema de realidade mista, utilizando a geometria do espaço onde estão inseridos os jogadores como palco de fundo da ação.

Outros detalhes que sobressaem nas imagens divulgadas são os gestos que os utilizadores podem fazer para diferentes ações, tais como mão aberta, punho cerrado, o sinal de “OK”, o “thumbs up”, entre outros, embora sem esclarecer a que interações correspondam. Os utilizadores também poderão ser representados por um avatar, tal como nas consolas da Nintendo e Microsoft, assim como adicionar amigos. Por fim, uma das imagens mostra a aplicação para smartphone que acompanhará o sistema, embora sem revelar qualquer funcionalidade específica.

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45% das transações de ethereum não têm valor econômico, diz análise

45% das transações de ethereum não têm valor econômico, diz análise

Quase metade das transações registradas na rede Ethereum não têm nada a ver com a compra de bens, serviços ou troca da criptomoeda, mostrou o Bloomberg em publicação na última quinta feira (26).

De acordo com o provedor de análise Elementus, 45% das transações no blockchain da segunda maior criptomoeda não tiveram nenhuma relação econômica.

Dentre os fatores que enchem a rede estão a criação desenfreada de endereços, a distribuição de recompensas, spams, e até mesmo as reorganizações de saldo realizadas por investidores — quando eles fazem isso, cada transação é registrada separadamente no blockchain.

“A criação de endereços nessas redes é gratuita e as taxas de transação estão baixas o suficiente para viabilizar um único usuário a enviar pequenos balanços através de centenas de transações”, disse à Bloomberg Lucas Nuzzi, diretor de pesquisa de tecnologia da Digital Asset Research.

As pools de mineração também criam muitas atividades de nenhum valor econômico. Quando um Ethereum é criado e distribuído pelo coletivo, são criadas várias transações, afirmou Max Galka, diretor executivo da Elementus Inc, provedor de análises.

Tokens obscuros no Ethereum

Spams também são um problema enorme. Segundo Glaka, uma série de tokens obscuros no Ethereum estão mostrando altos volumes de negociação e entupindo a rede.

Ele citou como exemplo o ‘FCoin’. Os usuários têm depositado tokens para se tornar aptos na votação de listagem do criptoativo e a maioria deles criam várias contas para poderem aumentar essa votação. Só isto é cerca de 19% de toda a rede, mostrou Glaka.

Transações envolvidas em tarefas domésticas nas bolsas respondem por apenas 7% na rede Ethereum, disse o executivo.

Embora o anonimato do blockchain seja um dos princípios fundamentais, a falta de transparência é vista por muitos como um obstáculo para uma maior aceitação por investidores institucionais, individuais e também reguladores.

Charlie Morris, que administra US$ 300 milhões para o Newscape Capital Group de Londres disse ao site americano:

“Se esse espaço não é uma brincadeira e é sério, as pessoas precisam saber mais sobre ele e analisar fatos. Se o dinheiro institucional entrar no Bitcoin, eles terão que entender [primeiro] o que estão comprando”.

Morris aproveitou e anunciou uma parceria com a ‘Elementus’ e que irá lançar uma nova plataforma no outono, o ‘Cryptocomposite.com’, como um novo esforço para desenvolver ferramentas analíticas para dados de blockchains.

Galka, que já foi trader no Credit Suisse Group AG e no Deutsche Bank AG, disse em uma entrevista por telefone à Bloomberg.

“Você está olhando uma pequena parte do blockchain através de um buraco de fechadura, e não está vendo o quadro geral. É muito difícil entender o contexto em torno disso. O que faremos é permitir que você obtenha a imagem completa”.

Transação de valor econômico

Anthony Di Iorio, cofundador da Ethereum, acredita que a distribuição das pools de mineração devem ser consideradas como transação econômica.

“Em parte, isso ocorre porque as taxas para enviar uma transação pela rede são baixas. Isto que estimula as pessoas a enviar cada vez mais”, disse Di Iorio, também por telefone, de acordo com o Bloomberg.

Depois de eliminar transações não-econômicas, Bitcoin e Ethereum parecem muito menores com base em relatórios de analistas de blockchain e exchanges.

Nic Carter, cofundador do Coinmetrics, calcula que o volume real de transações econômicas para o Bitcoin é de cerca de US$ 2 bilhões por dia, e do Ethereum US$ 700 milhões.

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Novas aplicações de iOS e Android vigiam o que você faz na internet

Novas aplicações de iOS e Android vigiam o que você faz na internet

Uma investigação da AdGuard prova que há uma empresa a utilizar extensões para o Chrome e Firefox, assim como apps de smartphones para recolher dados privados de navegação de internet.

O software de bloqueio de publicidade AdGuard investigou ligações comuns entre diversas extensões dos navegadores de internet Chrome e Firefox, assim como certas aplicações dos smartphones iOS e Android, e descobriu que os sistemas recolhem dados pessoais dos utilizadores.

As ligações comuns suspeitas fizeram sobressair o nome da empresa Big Star Labs, que desenvolveu algumas apps e extensões para bloquear publicidade de websites, aumentar a performance dos equipamentos, limpezas de sistema e otimização de bateria, como lista o site Bleeping Computer. A AdGuard refere que foram feitas instalações em cerca de 11 milhões de dispositivos.

A empresa é acusada de recolher informações privadas dos utilizadores e mentir na sua política de privacidade referindo que apenas recolhe dados não pessoais ou anónimos. As suas ferramentas reúnem todo o histórico de browsing sem os tornar anónimos, o que pode permitir a terceiros aceder aos hábitos de navegação e aspetos da sua vida.

A AdGuard menciona ainda que certas aplicações da empresa registam todo o histórico de navegação, invés de apenas as páginas que são bloqueadas pela ferramenta, uma prática que choca contra as políticas de todas as lojas de aplicações, mas que ainda assim estão disponíveis para fazer o download.

O mais grave, segundo a investigação, é que a empresa tem consciência do que está a fazer, tentando disfarçar intencionalmente as ações. Exemplo disso é a forma da empresa se identificar, com os seus documentos a conter o seu nome em forma de imagem, e nunca em formato escrito para não ser pesquisável nos motores de busca. O mesmo para os textos relacionados com as políticas de privacidade.

Outra prática durante a instalação de aplicações de Android é o pedido aos utilizadores para aceder ao serviço de acessibilidade, uma “porta” muito utilizada para a infeção de malwares, embora não tenha sido detetada qualquer ação maliciosa da empresa.

De salientar ainda que a respetiva prática de recolha choca contra as recentes regras do RGPD ao não pedir aos utilizadores o consentimento explicito para recolher as informações privadas.

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Russo minerou 500 mil Bitcoins em 2011 com computadores da empresa

Russo minerou 500 mil Bitcoins em 2011 com computadores da empresa

Um funcionário da empresa russa de pagamentos eletrônicos, Qiwi, minerou 500.000 bitcoins, avaliados em US$ 5 milhões em 2011, época do ocorrido, utilizando equipamentos da empresa, afirmou o CEO Sergey Solonin.

Solonin contou o fato enquanto discursava com alunos na faculdade de comunicação ‘Moscow Advanced Communications School’. De acordo com o site russo Rusbase, ele disse que sua experiência que o introduziu a este entendimento.

É que a empresa do executivo tinha apostado num trabalho sobre blockchain do governo russo e havia lançado sua própria subsidiária, a Qiwi Blockchain Technology, em março do ano passado, notou a Coindesk.

Ele explicou, então, o que descobriu. Um de seus desenvolvedores “sequestrava” as máquinas da empresa para minerar bitcoin quando elas não estavam em uso.

Os terminais de autoatendimento (ATM) trabalhavam intensamente durante a noite, o que levantou suspeita da segurança.

Além disso, ele também descobriu que o funcionário havia feito cerca de US$ 5 milhões ao longo de alguns meses.

Este valor, segundo ele, era muito mais do que a empresa tinha lucrado com as máquinas.

“Eu pensei: ‘que coisa louca’, estamos lutando para ganhar 3 centavos nesses terminais e uma mina de ouro está escondida aqui”, disse Solonin.

O funcionário, que não foi revelado o nome, deixou a empresa quando foi ‘convidado’ a entregar o lucro obtido por meio das máquinas, explicou o executivo, que logo após o ocorrido encarregou os funcionários a continuarem com a mineração.

Apesar de Solonin não ter revelado o nome do desenvolvedor espertinho, o fato foi confirmado com a assessoria de imprensa da Qiwi pelo jornal russo Vedomosti.

De acordo com o chefe da Qiwi, na verdade, não houve danos para a empresa:

“Não há perda direta. Tirando a eletricidade que foi usada, que nem era nossa, não houve danos”, afirmou o CEO ao site The Bell na última quarta-feira (25).

Tanto Solonin como a assessoria da Qiwi indicaram que o funcionário perdeu todos os bitcoins em uma exchange que fechou as portas.

Outro caso russo

Enquanto a nova tecnologia das criptomoedas ainda estava engatinhando, muitas pessoas que já sabiam como minerar bitcoin e aproveitavam de equipamentos para minerar criptomoedas secretamente.

No início deste ano, vários cientistas que trabalhavam em uma instalação de pesquisa de armas nucleares russas foram presos por minerarem criptomoedas no local.

Relatórios da Interfax e da BBC indicaram que os cientistas — não identificados — foram entregues ao Serviço Federal de Segurança (FSB) após a descoberta.

“Houve uma tentativa não autorizada de usar instalações de computadores para fins particulares, incluindo a chamada mineração”, disse, na ocasião, um representante do Instituto de Pesquisa Científica para Física Experimental.

A descoberta partiu de uma informação do departamento de segurança do centro de pesquisa que recebeu um alerta de que a máquina tinha sido conectada à internet, pois, por motivos de segurança, o equipamento deveria permanecer off-line.

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Panasonic Toughbooks: tablets e smartphones robustos para lugares inóspitos

Panasonic Toughbooks: tablets e smartphones robustos para lugares inóspitos

Os novos Toughbooks da Panasonic integram uma funcionalidade curiosa: têm baterias amovíveis que podem ser substituídas sem que os aparelhos tenham de ser desligados.

 Panasonic anunciou esta semana o lançamento de dois novos Toughbooks. Para além de robustos e resistentes, os equipamentos vêm munidos com um bom conjunto de funcionalidades e têm no segmento profissional o seu principal alvo. O maior detalhe, contudo, reside nas baterias amovíveis que podem ser substituídas sem que o tablet tenha de ser desligado.

O modelo T1 é um smartphone, que integra um display de 5 polegadas e um sistema operativo Android Oreo 8.1. Por razões de robustez e densidade, o telefone é muito mais grosso do que o normal, o que lhe confere várias camadas adicionais de resistência.

O Toughbook L1, por sua vez, é um tablet de 7 polegadas, que também corre a mesma versão de Android, e apresenta uma moldura pronta para o impacto.

Note que ambos os modelos estão equipados com NFC, GPS e podem ainda integrar um acessório adicional que dificilmente encontrará num telefone ou tablet tradicional: um leitor de códigos de barras.

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Bitcoin sobe 30% em duas semanas e atinge maior marketshare de 2018

Bitcoin sobe 30% em duas semanas e atinge maior marketshare de 2018

Após semanas em queda, o bitcoin voltou a operar em alta e chegou a ser negociado a US$ 8.500 na segunda-feira (23). No Brasil, a cotação chegou aos R$ 32.000, patamar que não era alcançado desde o final de maio.

O otimismo no mercado começou na metade de julho, quando houve uma alta de 18% e o BTC saiu dos R$ 24.500 para próximo dos R$ 29.000. No início dessa semana, o movimento continuou, rompendo novas barreiras e chegando aos R$ 32.000.

Conforme publicado no Portal do Bitcoin, algumas coisas estão impulsionando a alta no mercado. Para começar, a SEC está avaliando mais alguns pedidos de ETF de Bitcoin e, segundo fontes do ICO Journal, há grandes chances de aprovação. A SEC, porém, adiou as decisões até setembro.

Além disso, a notícia de que a BlackRock, a maior administradora de ativos do mundo, está interessada em bitcoin e nas criptomoedas, ainda está alimentando o mercado, com os investidores esperando que uma onda de dinheiro institucional impulsione a demanda por criptoativos.

47% de Marketshare

O marketshare do Bitcoin atingiu o maior patamar de 2018 – um sinal de que os investidores estão provavelmente tirando seu dinheiro de criptomoedas alternativas e indo para o criptoativo de maior relevância no mercado, principalmente pelo fato das outras criptomoedas terem operado em queda nos últimos dias.

Um fluxo em direção ao bitcoin é geralmente visto em momentos que precedem uma alta, já que é uma rota comum para o dinheiro fiduciário entrar no mercado de criptomoedas.

Por exemplo, a taxa de dominância do BTC aumentou de 38% para 66,5% nos seis meses até dezembro de 2017 – uma época em que a criptomoeda subiu de US$ 1.760 para US$ 20.000. No entanto, ele também tende a aumentar durante os períodos de aversão ao risco – quando os investidores saem das altcoins, que possuem um maior risco, e vão para o bitcoin e, possivelmente, para moeda fiduciária.

Um dado interessante é que até o início de 2017, o bitcoin praticamente não havia ficado com menos de 80% do marketshare do mercado de criptoativos.

Nesse momento, o Bitcoin está com 47% do valor total do mercado de criptomoedas, que voltou aos US$ 300 bilhões, seguido pelo Ethereum com 16% e Ripple, com 6%.

Top 20 criptomoedas

Dentro das 20 maiores criptos do mercado, apenas a VeChain está com uma valorização superior ao Bitcoin nos últimos sete dias. Cardano, NEO, Dash, Tezos e OmiseGO amarguram quedas superiores a 5%.

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Relatividade Geral de Einstein comprovada pela1.ª vez em buracos negros supermassivos

Relatividade Geral de Einstein comprovada pela1.ª vez em buracos negros supermassivos

Uma equipe internacional, que engloba físicos portugueses, conseguiu comprovar, pela primeira vez, os efeitos previstos pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein relativamente aos buracos negros supermassivos, após 26 anos de observações.

“Um modo de testar uma teoria física é medir o seu comportamento em casos extremos”, disse à Lusa o astrofísico Paulo Garcia, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP).

Neste caso, para testar a Teoria da Relatividade Geral de Einstein, utilizou-se o buraco negro supermassivo mais próximo da Terra (a 26.000 anos-luz de distância), localizado no centro da Via Láctea, que tem uma massa de quatro milhões de vezes a massa solar e está rodeado por um pequeno grupo de estrelas que o orbitam a alta velocidade.

Para tal, com recurso aos instrumentos GRAVITY, SINFONI e NACO, instalados no telescópio VLT, do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, os cientistas observaram uma estrela denominada S2, o objeto conhecido que passa mais próximo do buraco negro central da Via Láctea.

De acordo com Paulo Garcia, a estrela S2 passou pelo ponto mais próximo do buraco negro a 19 de maio de 2018, a uma distância menor que 20 mil milhões de quilómetros e a uma velocidade maior que 25 milhões de quilómetros por hora.

Através de medições “muito precisas” da posição e da velocidade desta estrela, conseguidas pelos três instrumentos, foi possível verificar um efeito chamado desvio para o vermelho gravitacional, indicou o astrofísico portuense.

Esse efeito acontece “quando a luz emitida pela estrela é esticada na direção dos maiores comprimentos de onda”, devido ao “campo gravitacional muito forte do buraco negro”.

A variação do comprimento de onda da luz registada na estrela “está precisamente de acordo com a variação prevista pela Teoria da Relatividade Geral de Einstein”, que explica a gravidade como uma deformação do espaço-tempo, contrastando com as leis de Newton, que explicam essa força como algo que atua à distância, esclareceu.

Esta trata-se da primeira vez que “este tipo de desvio às previsões da Teoria da Gravidade de Newton é observado no movimento de uma estrela em torno de um buraco negro supermassivo”, refere uma nota informativa do ESO sobre a descoberta.

“Agora sabemos que a teoria de Einstein se mantém válida para buracos negros com massa de milhões de massas solares. Até agora, todos os testes tinham sido feitos com massas muitíssimo mais baixas, da ordem de dezenas massas solares (como foi no caso da deteção de ondas gravitacionais) ou da massa solar”, frisou Paulo Garcia.

Neste momento, a equipa esta a seguir a estrela S2, “procurando um desvio na sua órbita denominado precessão de Schwarzschild”.

“Este é o segundo efeito da teoria da relatividade que estamos à procura”, acrescentou.

As observações agora reveladas mostram um resultado “há muito procurado”, representando “o culminar de uma campanha de observações de 26 anos”, lê-se ainda no comunicado do ESO.

“Mais de cem anos após a publicação do seu artigo que descreveu as equações da relatividade geral, Einstein mostrou estar certo uma vez mais – e num laboratório muito mais extremo do que alguma vez poderia imaginar”, acrescenta o documento.

A equipa portuguesa envolvida nesta investigação conta com físicos da FEUP e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, integrados na unidade de investigação CENTRA (Centro de Astrofísica e Gravitação), em colaboração com cientistas franceses e alemães.

São responsáveis pelo desenho, construção e validação da câmara de infravermelhos do GRAVITY, que combina quatro telescópios gigantes, cada um com um espelho de oito metros de diâmetro, que, em conjunto, funcionam como um telescópio de aproximadamente 130 metros.

Este instrumento permite realizar várias medições em tempo real, de modo que o instrumento aponte para o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea e se mantenha precisamente nesta posição durante as observações.

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Ethereum pode Tornar Blockchain e Criptomoedas Populares como a Internet, diz CEO da Circle

Ethereum pode Tornar Blockchain e Criptomoedas Populares como a Internet, diz CEO da Circle

Jeremy Allaire, cofundador e CEO da Circle, que tem como subsidiária a Poloniex, disse em entrevista à CNBC que blockchain e criptomoedas podem ser um dia “tão amplamente adotados quanto a internet é hoje”.

Allaire mostrou esta visão enquanto comentava sobre a crescente onda de criptomoedas em Wall Street, no programa ‘Fast Money’ que foi ao ar na tarde da última quarta-feira (18).

Segundo o executivo, um dos principais fatores para essa possível ocorrência é que a rede ethereum tem uma enorme quantidade de atividade de desenvolvimento e que o novo setor é um espaço realmente fértil em termos de técnica e infraestrutura.

“Uma das coisas que realmente acelerou o mercado de criptomoedas no ano passado foi que o ethereum, em particular, permitiu a criação de novos projetos em cima dele. Então, foram emitidos novos tokens e novos contratos, como os contratos inteligentes”, comentou Allaire.

Como resultado, o CEO concluiu que isso também aumentou drasticamente o setor de crowdfunding (arrecadação de fundos) através das Ofertas Iniciais de Moedas (ICOS).

Allaire também ressaltou um outro fator, que são os projetos que hoje se tornaram concorrentes do próprio Ethereum.

“O ethereum permitiu a criação de blockchains que hoje são seus próprios concorrentes, como EOS, NEO e Cardano”.

O executivo da Circle não falou em vão. A plataforma blockchain da EOS está sendo a ‘queridinha’ dos chineses em todos quesitos tecnológicos, segundo resultados de análises realizadas mês a mês pelo Centro de Pesquisas do Ministério Industrial da China (CCID).

O blockchain da EOS passou em 1º lugar nas últimas duas análises do órgão chinês em relação a seus fundamentos tecnológicos, sua aplicabilidade, usabilidade no mundo real e nível de inovação.

O blockchain do Bitcoin nem sequer conseguiu uma vaga no top 15. Ele foi registrado na 16º posição. No entanto ele continua sendo a maior das criptomoedas em valor de mercado e com uma rede inabalável desde a sua criação, o que o torna único no mercado criptoeconômico.

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