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BitcoinTrade Inicia Negociação de Litecoin e faz Outras Melhorias

BitcoinTrade Inicia Negociação de Litecoin e faz Outras Melhorias

Depois de adicionar o Ethereum, a BitcoinTrade, uma das maiores bolsas de criptomoedas do Brasil, listou hoje (30) o Litecoin.

Em menos de uma hora, 112 LTC já foram negociados, equivalentes a R$ 50.000. Atualmente, o BTC representa 80% do volume da exchange e o ETH 20%. Conversando com o Portal do Bitcoin, Daniel Coquieri disse esperar que o LTC represente 20% do volume total negociado.

De acordo com o CoinMarketcap, o litecoin foi a oitava criptomoeda com maior volume de negociação nas últimas 24 horas no mundo inteiro, representando 1,87% (US$ 300 milhões) do volume total.

Além da BitcoinTrade, outras corretoras como MercadoBitcoin e Braziliex também negociam Litecoin no Brasil.

Após a listagem de mais uma criptomoeda, a empresa não pretende parar por ai e disse que em julho irá adicionar o Bitcoin Cash (BCH).

Complementando a listagem do litecoin de hoje, a BitcoinTrade anunciou também outras atualizações, como a adição do Gráfico do TradingView; Opção de salvar os dados bancários na tela de Saque e opção de alterar e-mail.

Dentro de 2 semanas eles pretendem atualizar os aplicativos iOS & Android com as opções de negociação de Ethereum e Litecoin.

Outra melhoria que já está programada para o futuro, é a adição de novas ferramentas para traders, como stoploss, stop limit entre outras.

Crescimento da BitcoinTrade

Apesar do mercado estar fraco desde o incio do ano, a BitcoinTrade está se consolidando como uma potência no mercado. Nascida em outubro de 2017, ela vem crescendo desde então e nos últimos 30 dias já ocupou a segunda posição em volume negociado no Brasil, ultrapassando o Mercado Bitcoin e ficando atrás apenas da Foxbit.

De acordo com o Índice de Preço do Bitcoin, a BitcoinTrade negociou 3.271 BTC, enquanto a Foxbit negociou 4.712 nos últimos 30 dias.

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HP estreia headphones com sistema de “ar condicionado”

HP estreia headphones com sistema de “ar condicionado”

Os novos HP Mindframe integram um pequeno dispositivo termoelétrico para conduzir o calor da câmara acústica para o exterior.

A HP anunciou esta semana o lançamento de um acessório inovador. Num festival de videojogos, em Pequim, a empresa apresentou um novo par de auscultadores que utiliza tecnologia termoelétrica para refrescar a cabeça do utilizador.

Os gamers que fazem sessões mais intensivas de jogo sabem o quão quentes e desconfortáveis podem ficar os headphones. A nova proposta da marca norte-americana pretende suprimir este problema de forma discreta e conveniente, sem recorrer a ventoinhas barulhentas ou soluções líquidas, que são usuais neste setor.

O equipamento, também conhecido por Mindframe, vai fazer parte da gama Omen, a linha de gaming da empresa.

Para reproduzir um efeito refrescante, os auscultadores integram um pequeno dispositivo termoelétrico para conduzir o calor da câmara acústica para o exterior. De acordo com Devindra Hadawar, jornalista do Engadget que já teve a oportunidade de experimentar este aparelho, a sensação, ao segurar no dispositivo, é de que há um pequeno “ar condicionado comprimido contra a palma da mão”.

Para além das suas capacidades de arrefecimento, o Mindframe tem também uma suspensão de ajuste automático, que ajuda a dispersar o peso dos auscultadores; um microfone com supressão de ruído; um sistema de som tridimensional; e tecnologia virtual surround 7.1.

A HP não revelou o preço final deste acessório, mas confirmou que estará disponível no mercado já na segunda metade de 2018.

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Disco SSD ou HDD, qual a melhor escolha para o seu portátil?

Disco SSD ou HDD, qual a melhor escolha para o seu portátil?

Se vai agora comprar um portátil novo, escolha um com armazenamento baseado em unidades SSD, uma opção a ter em conta também para substituição dos HDD tradicionais tanto nas máquinas portáteis como em ambiente desktop. Saiba porquê.

Pode não ser o caso do seu portátil ou PC desktop, mas decerto já reparou que muitas máquinas incluem em paralelo dois discos rígidos com características distintas: uma unidade HDD com mais espaço, destinada ao armazenamento de ficheiros, e um disco SSD como drive principal do sistema, na qual está alojado o sistema operativo e todos os programas.

Esta disposição ou combinação não surge por acaso: os discos SSD, baseados em módulos de memória flash muito semelhantes aos que conhecemos das pens USB, dispensam partes mecânicas na sua constituição e por isso, entre outras características, acabam por ser efetivamente mais rápidos e fiáveis que os discos rígidos HDD convencionais, que apresentam uma relação preço/espaço muito mais favorável.

Existem muitas diferenças técnicas entre os dois tipos de unidades, mas há uma que merece destaque: imagine os HDD como uma estrutura constituída por vários componentes, entre pratos magnéticos e agulhas, que está constantemente em “rotação” para permitir o acesso à informação. E pode imaginar os SSD como “placas” de chips de memória flash que retêm informação mesmo que não exista eletricidade presente. Como as pens USB.

Ou seja, como já referimos, o ambiente ideal talvez passe por termos um disco SSD a lidar com o arranque do sistema operativo e operações relacionadas com os programas que utilizamos no computador, ao mesmo tempo que, para a normal armazenagem de ficheiros, é uma unidade HDD que deve “entrar em ação”.

Desta forma, é igualmente normal assistirmos ao desejo constante de substituir o disco HDD de 2,5 polegadas que em muitos casos vem de raiz como a única unidade instalada num portátil, por exemplo, por um disco SSD, deixando a drive antiga apenas para armazenamento. Contudo, os discos SSD são ainda caros. É esta a principal desvantagem deste tipo de unidades, contrapondo com várias vantagens.

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Empresa Britânica Consegue Patentear o Termo ‘Bitcoin’ e Ameaça Processar Quem Comercializar a ‘Marca Registrada’

Empresa Britânica Consegue Patentear o Termo ‘Bitcoin’ e Ameaça Processar Quem Comercializar a ‘Marca Registrada’

A ABC IPHoldings South West LLC, empresa do Reino Unido que patenteou o termo “Bitcoin” e supostamente ameaçou processar uma pequena empresa que vende camisetas com o tema da criptomoeda.

De acordo com a CCN, o empresário fez uma postagem no fórum do Reddit e relatou que foi ameaçado de ação judicial. Segundo o teor da mensagem, ele poderia ser processado por estar usando a palavra “Bitcoin” em suas roupas.

“Eu não acreditei a princípio porque, que eu saiba, o bitcoin é de domínio público. Até mesmo um aplicativo como o nome nos EUA falhou”, escreveu o usuário.

Uma suposta cópia da carta postada por ele, que é dono da loja Etsy, solicitava a remoção e a entrega de todas as mercadorias para o proprietário da marca. Caso não fizesse isso, como resultado ele receberia um processo de violação de marca registrada.

Historicamente, o termo ‘Bitcoin’ já foi registrado, haja visto o White Paper deixado pelo criador da criptomoeda Satoshi Nakamoto, porém não há relatos de processos referentes à sua propriedade.

A empresa britânica solicitou o registo no final do ano passado e conseguiu a aprovação em abril desde ano. No entanto, fica a dúvida de como ela conseguiu fazer o registro de um termo tão popular, o que parece ser simples, mas não é.

E agora percebe-se que, com esse fato recente, ela patenteou com o propósito de coibir a ‘marca’, pois milhares de itens fazem parte do requerimento de patente, desde roupas e brinquedos a livros e produtos diversos, enfim, quase todos os acessórios mais comuns a todos.

De acordo com registros na internet, a ABC IPHoldings South West LLC é listada como subsidiária da Monopolip Ltd e foi fundada em 22 de dezembro de 2017.

Segundo informações, sua atividade é de consultoria administrativa (exceto Gestão Financeira) e Leasing de propriedade intelectual e produtos similares, exceto obras protegidas por direito autoral.

Nos autos constam dois nomes, um acionista, Kjell Halvor Landsverk e um sócio jurídico, Venusian Dawn UK Limited, assim como também não constam ativos, passivos nem volume de negócios.

O mercado de criptomoedas foi projetado para ser livre e aberto para todos

E como ficaria o termo mais usado no ecossistema criptográfico – onde marcas e patentes são ideias intoleráveis, justamente pelo fato de ser um mercado libertário e democrático?

Para a maioria das pessoas e empresas, isso não resultará em grandes mudanças fora do Reino Unido. Lá, certamente será bastante complicado, pelo menos por enquanto.

Houve várias tentativas, sem sucesso, de registro da palavra Bitcoin nos Estados Unidos (EUA) nos últimos anos. Apesar disso, é provável que muitos ainda tentarão a ‘proeza britânica’.

O problema é que o Bitcoin já é bastante conhecido no mundo inteiro e, em breve, muito mais que isto.

Se o governo britânico permitiu esta ‘malandragem’, agora é aguardar para ver no que vai dar, ao menos lá, pois, globalmente, impedir que ‘Bitcoin’ seja usado, é quase impossível.

O site Online Trademark Attorneys publicou no ano passado algumas respostas relacionadas aos termos Bitcoin e Blockchain, demonstrando a quantidade de empresas que aderiram às palavras.

O assunto foi desenterrado

Esse assunto sobre a marca Bitcoin não é tão comum nos dias de hoje, mas depois desse fato é provável que venha à tona.

No último domingo (28) um das discussões no Reddit partiu da seguinte pergunta: Bitcoin (BTC) terá que mudar de nome?

Muitos usuários demonstraram preocupação:

“Parece que o núcleo do bitcoin terá que criar um novo nome”, comentou frozenlores.

“Eu acho isso completamente impossível”, respondeu smurfkiller013

Entretanto é uma temática que nunca deixou de ser tratada. Há seis anos já podia ser visto comentários sobre o assunto, como o de um usuário do fórum bitcointalk, que postou em 28 de novembro daquele ano:

“Tenho visto muitos produtos sendo vendidos com o nome do bitcoin, como gravatas, camisetas etc. Alguém deve possuir os direitos de uso, estou certo?”, dizia o usuário Johnnie Walker.

Até mesmo, recentemente, há pessoas indecisas na hora de solicitar um simples domínio com o nome bitcoin, como um usuário do fórum Namepros.

“Estou ansioso para comprar um domínio como ‘bitcoin.us’, ‘bitcoin.ca’, ‘bitcoin.xyz’, etc. Minha pergunta é, isso é permitido ou terei algum problema ‘de marca’ no futuro?”, dizia o usuário Nahdism.

Outro internauta, Advill99, respondeu:

“Eu suponho que somente o próprio Satoshi poderia ‘realmente’ registrá-lo, mas eu não vejo isso acontecendo, e nem tenho certeza se ele é uma pessoa”.

 

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LG apresenta novas versões do seu notebook ultrafino Gram

LG apresenta novas versões do seu notebook ultrafino Gram

As novas versões apostam numa grande autonomia e o poder de processamento de oitava geração.

A LG atualizou a linha de notebooks Gram, com modelos de 14 e 15,6 polegadas. A fabricante pretende introduzir portáteis ultraleves no mercado, sem que isso signifique cortar no poder do processamento. Ambos os modelos apresentam processadores Intel de oitava geração e uma arquitetura técnica que lhes permite uma autonomia de cerca de duas dezenas de horas, com a sua bateria de 72Wh – que, destaca a marca, pode ser carregada em três horas.

O Gram pretende situar-se no mercado Premium, segundo Vítor Ribeiro da LG. Existe um potencial de mercado dos ultraslim, com um crescimento de 16 mil unidades de 2016 para 2017, no mercado de consumo, e 11 mil na área profissional. A área profissional, numa faixa de 25-45 anos é o alvo das novas versões, numa tendência de crescimento registada nos últimos anos. Carina Miranda, gestora de produto, refere as principais características do portátil: a portabilidade, performance, resistência e funcionalidades adicionais.

Pesando cerca de 1kg, os dois modelos portáteis Gram apresentam um chassis construído em fibras de nano-carbono e magnésio e destina-se, sobretudo, aos utilizadores mais exigentes e “on the go”.

A LG submeteu o portátil a diversos textos de durabilidade, tais como o choque, vibrações, baixa pressão, pó, altas e baixas temperaturas e a corrosão do nevoeiro de sal, obtendo a certificação militar MIL-STD 810G do exército norte-americano. Durante a apresentação foi feita a demonstração de flexibilidade do portátil, com o ecrã a ser dobrado, sem partir.

O notebook apresenta um ecrã IPS tátil full HD, com resolução 1080p em ambas as versões. O modelo de 14 polegadas (14Z980) apresenta-se com o mesmo tamanho de um portátil de 13 polegadas convencional, ganhando espaço no ecrã devido à sua moldura mais simples.

O fabricante reclama mais 40% de performance em relação ao modelo do ano passado, devido à troca dos processadores de sétima para oitava geração. Pode encontrar duas versões do chip da Intel, o Core i5 8250U e o i7 8550U nos novos modelos. Ambos foram equipados com 8GB de memória RAM DDR4 e 256GB SSD para armazenamento de dados. E se não tiver satisfeito com o espaço livre, o chassis do portátil contém um slot M.2 adicional para um SSD extra.

De notar que sendo um portátil mais vocacionado para a produtividade no trabalho, e entretenimento que não sejam videojogos, esta solução não tem uma placa gráfica dedicada. O processamento gráfico está integrado no sistema da Intel.

Para dar um toque pessoal ao ultrafino, a LG oferece um leitor biométrico de impressões digitais integrado no botão de energia. Este sistema permite desbloquear rapidamente o computador para começar a trabalhar (em menos de 10 segundos), mantendo-o ao mesmo tempo seguro. Enquanto pressiona o botão para ligar o portátil, o leitor faz simultaneamente o scan às impressões do utilizador.

O chassis do portátil tem ainda uma porta USB-C/Thunderbolt 3, que serve simultaneamente para alimentar o computador, mas também como entrada extra para um periférico, seja um disco externo ou um ecrã adicional. Além disso, tem saída HDMI e três portas USB 3.0 (no modelo de 14 polegadas apenas tem duas portas USB) para que não deixe de ligar todos os periféricos necessários para o trabalho. Todos os modelos têm ainda entrada para headphones DTS: X. O teclado é retroiluminado, permitindo trabalhar em ambientes com pouco iluminação. A sua otimização da ventoinha, permite manter o portátil refrigerado, mas com um mínimo de ruído.

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Exchange Brasileira diz que Não Consegue Encontrar Profissionais de Criptomoedas

Exchange Brasileira diz que Não Consegue Encontrar Profissionais de Criptomoedas

A falta de profissionais especializados faz com que empresas do mercado de criptomoedas passem pelas mesmas dificuldades daquelas dos anos 90, quando, então, a internet começou a se popularizar, ou após os anos 2000, quando aplicativos para smartphones começaram a encher os olhos dos consumidores.

Trabalhar nesse novo segmento requer, no mínimo, saber o que são as criptomoedas, como funciona sua tecnologia e, o mais importante, o que ela representa no mercado financeiro atualmente. Ainda assim, essas poucas habilidades serviriam apenas para funções mais simples, como atendimento ao cliente, por exemplo.

Com o crescimento do ecossistema criptográfico, surgem novas demandas por profissionais específicos para atuar nas áreas de Direito digital, contabilidade, desenvolvimento e muitas outras.

Em nota à imprensa, Alexander Horta, diretor da corretora brasileira Bitcointoyou, com sede em Betim, Minas Gerais, relata que houve um crescimento inesperado no mercado de criptomoedas e não existiu tempo para a especialização dos profissionais.

Temos que capacitar todos os profissionais que contratamos. É um trabalho constante de atualização e desenvolvimento. Por ser um setor muito dinâmico, a todo momento temos novidades que devem ser implementadas, exigindo um perfil extremamente adaptável e ágil”, disse o executivo.

Horta ressalta que a capacitação para atuar no novo mercado não é só para iniciantes, mas também para aqueles que já atuam há anos no mercado financeiro convencional.

“São novas ferramentas, novos meios de controle, de segurança, de cadastro, de compliance… É um mundo totalmente novo. Tudo está sendo criado praticamente do zero. Isso faz com que todas as áreas, desde a programação até a área jurídica, tenha que se especializar em criptomoedas”, frisou o diretor.

Segundo a diretoria da Bitcointoyou, a empresa, dentre tantas, tem dificuldade de encontrar Traders, que são responsáveis pelo acompanhamento diário das cotações e realizam operações financeiras, Programadores Blockchain, que registram todas as atividades, Especialistas em fintechs para inovações tecnológicas constantes, e Especialistas em regulamentação, os quais têm a função de juntar e acompanhar documentação para órgãos oficiais.

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Sugestão TEK: 5 estações meteorológicas que “advinham” o estado do tempo

Sugestão TEK: 5 estações meteorológicas que “advinham” o estado do tempo

Sim, sabemos que para saber o tempo que vai fazer amanhã basta abrir o Google no smartphone. Mas estas estações meteorológicas vão muito além disso…

Mesmo não sendo um equipamento de electrónica de consumo tão indispensável quanto um smartphone ou um televisor, uma estação meteorológica acaba por ser um gadget que fica bem em qualquer escritório tecnológico. Mas para que serve, afinal? Antes de mais, como o próprio nome indica, para informar-nos em tempo real como irá estar o estado do tempo nos dias seguintes. E para tal recorre à integração na nossa rede sem fios doméstica, a ecrãs táteis “generosos” e à relação com apps móveis gratuitas que podemos instalar no smartphone como forma de apoio e até diversão.

Aliás, são muitos os modelos mais recentes que nem ecrã incluem, assumindo a forma de dispositivos que ficam bem na decoração da sala de estar, por exemplo, e que incluem sensores para detetar tudo o que está relacionado com o ambiente em seu redor e módulos Wi-Fi para fazer parte da rede sem fios. Assim conseguem enviar para o seu smartphone tudo o que precisa saber.

Numa perspetiva mais simples ainda, uma estação meteorológica, quando bem instalada na mesa de cabeceira do quarto, é também um eficaz despertador digital, um pouco apelando ao passado destes aparelhos e contrariando a “moda” de usarmos o smartphone como forma de acordarmos à hora marcada. Confessamos que temos uma estação meteorológica digital para esta finalidade, entre as outras.

Mas, tendo em conta a presença e utilidade dentro de casa e no jardim, por exemplo, uma estação meteorológica do género é uma óptima ferramenta para ficar a saber mais sobre o seu lar. Os sensores integrados permitem “ler” a temperatura ambiente e a humidade registada a cada momento, isto numa perspetiva captada por dispositivos pensados para espaços interiores.

Para o exterior, por outro lado, módulos próprios – e que muitas vezes estão incluídos no pack – para exteriores conseguem efetivamente fazer uma leitura equivalente no que diz respeito aos mesmos índices de humidade, temperatura e pluviosidade, por exemplo, fornecendo informação adequada e contínua.

Terminada então toda esta lista essencial de pontos a favor, fique a conhecer cinco modelos bastante originais e que conseguem surpreender pelo formato e pelas funcionalidades extra. Para que possa sair de casa “a condizer” com o que o São Pedro vaticina…

 

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Maior Exchange Coreana Bloqueia Usuários de 11 Países

Maior Exchange Coreana Bloqueia Usuários de 11 Países

A exchange de criptomoedas sul-coreana Bithumb bloqueou novas contas de usuários em nações pertencentes à lista dos Países e Territórios Não-Cooperadores (NCCT, em inglês). A decisão foi anunciada no último domingo (27), quando o acesso à plataforma já estava restrito. O bloqueio faz parte de um esforço internacional contra crimes financeiros.

Os Países e Territórios Não-Cooperadores são nações cujas legislações foram classificadas como insuficientes para o combate à lavagem de dinheiro, terrorismo financeiras e práticas que desestruturem o sistema financeiro internacional. A lista foi elaborada pela pela organização intergovernamental Força-Tarefa de Ação Financeira (FATF, em inglês).

As nações envolvidas são Bósnia e Herzegovina, Coreia do Norte, Etiópia, Síria, Iêmen, Irã, Iraque, Sri Lanka, Trinindad e Tobago, e Tunísia. Usuários antigos da plataforma sob jurisdição desses países têm até 21 de junho para desativar suas contas, conforme nota emitida pela companhia.

A Bithumb é a maior exchange de criptoativos na Coreia do Sul e a quinta maior em nível global, negociando o equivalente a US$400 milhões diariamente em tokens.

Um porta-voz da empresa comentou a política da empresa contra a criminalidade:

Nós vamos assegurar nossas próprias regras e proteger nossos investidores enquanto cooperamos ativamente com as atividades locais.

Desde dezembro, a empresa aderiu às práticas de combate a crimes financeiros recomendadas pelas autoridades sul-Coreanas e pela Associação Coreana de Blockchain, entidade autorregulamentadora do mercado de criptomoedas na península. As recomendações incluem códigos de ética e transparência para combater o crime financeiro no setor.

 

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Google e LG apresentam ecrã para RV com maior resolução de sempre

Google e LG apresentam ecrã para RV com maior resolução de sempre

O novo ecrã de 4,3 polegadas preparado pela Google e pela LG para Realidade Virtual apresenta uma resolução de 1443 pontos por polegada, mais do dobro dos Oculus Go e dos HTC Vive Pro.

Google e a LG Display aproveitaram a presença na Display Week para mostrar um novo ecrã OLED para aparelhos de Realidade Virtual que bate os recordes de resolução, com 1443 ppi. Até aqui, a Japan Display Inc detinha o recorde, com 1001 ppi num ecrã LCD.

O ecrã OLED da Google e da LG tem uma taxa de atualização de 120 Hz e oferece 4800×3480 pixéis por olho, o que representa um avanço na fidelidade visual, explica o Engadget. Por outro lado, tem um ângulo de visualização de 120 graus. Um especialista da Google diz que o olho humano é capaz de captar até 9600×9000 pixéis e tem um ângulo de visão de até 160 graus na horizontal e 150 graus na vertical.

As técnicas implementadas pela Google neste protótipo permitem reduzir a quantidade de dados a ser processados pela GPU. O desafio seguinte da equipa passa por eliminar alguns problemas como lag, latência e motion-blur antes de avançar para a comercialização deste modelo.

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Bitconf: Maior Evento de Criptomoedas do Brasil já tem Próxima Data Marcada

Bitconf: Maior Evento de Criptomoedas do Brasil já tem Próxima Data Marcada

Pouco tempo após a última edição, a VII Bitconf já tem data marcada e começa a ser organizada. Em maio, a sexta edição reuniu cerca de 1200 especialistas e usuários de criptomoedas. Wladimir Crippa, idealizador e organizador do maior evento sobre o assunto no Brasil, falou para o Portal do Bitcoin o que terá no próximo encontro.

A conferência ocorrerá nos dias 16 e 17 de novembro, na Fábrica de Negócios, em Fortaleza. Durante o encontro serão apresentadas palestras sobre Bitcoin e outras criptomoedas, blockchain, formas de investimento, análise de contexto e perspectivas, além de troca de experiências com líderes de empresas bem-sucedidas na área.

Crippa explica que a VII Bitconf ainda não possui palestrantes confirmados – a equipe está enviando convites a pessoas que a equipe considera interessantes compor a programação. Segundo o organizador, uma grande possibilidade de palestrante é João Ferreira, da Pool Decred BR, que já esteve presente em edições anteriores.

O local marcado tem capacidade para 700 pessoas. Crippa disse que não buscará necessariamente atrair mais pessoas do que a edição que ocorreu em maio, no World Trade Center, em São Paulo.

A intenção desta edição não é ser maior do que a de São Paulo, mas sim de levar as discussões [sobre criptomoedas] para o Nordeste.

Wladimir considera que a VII Bitconf será importante para criar networking e diálogo entre exchanges e investidores do Sul e Sudeste com os do Nordeste, onde ainda não há grande número de iniciativas relacionadas a criptoativos. Crippa também menciona casos como o de Aracaju, cidade brasileira com maior número de estabelecimentos que aceitam Bitcoin.

Para ele, o Nordeste tem boas condições econômicas para aderir às tecnologias baseadas em blockchain. Cita o forte turismo na região, que, com criptomoedas sendo bem aceitas por toda parte, tornariam o câmbio de moedas menos necessário.

As conversas sobre patrocínio da conferência começam na próxima semana. Crippa informa que empresas interessadas em parceria devem entrar em contato por e-mail pelo endereço contato@bitconf.com.br.

A Bitconf é uma iniciativa surgida no grupo Bitcoin Brasil Original, no Facebook. Sua primeira edição ocorreu em Florianópolis, em 2014, e também já esteve presente em Brasília. Atualmente, a equipe organizadora do evento conta com dez membros, que colaboram para criação do programa, parcerias, divulgação e logística.

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