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LG promete novo smartphone G7 com um som “nunca antes visto”

LG promete novo smartphone G7 com um som “nunca antes visto”

A empresa adiantou que o topo de gama prestes a chegar ao mercado será capaz de aumentar o volume base em cerca de 6dB, soando 10 vezes mais alto do que um smartphone comum.

A data de lançamento do LG G7 aproxima-se e a tecnológica tem aproveitado as vésperas para deixar pequenas pistas sobre o smartphone topo de gama que sucederá ao G6. Depois de confirmar a presença de um display com 1.000 nits de brilho, a gigante sul-coreana decidiu destacar a existência de um altifalante extremamente potente no equipamento.

O Boombox Speaker, como lhe chama, será capaz de aumentar o volume base do telemóvel em cerca de 6dB, com o dobro do bass. De acordo com as contas da LG, este valor vai permitir ao G7 soar 10 vezes mais alto do que o smartphone comum. O bass poderá ser amplificado ainda mais se o telemóvel estiver pousado numa superfície plana e rígida. A concretizar-se, este será um feito de engenharia impressionante, dadas as limitações físicas de um smartphone.

A publicação da empresa explica que a tecnologia tem por base uma câmara de ressonância integrada no interior do G7. A imagem sugere que o altifalante dá uso a toda a estrutura do telefone para conduzir o som, o que seria concordante com afirmação de que o espaço de ressonância disponível é 10 vezes superior ao do telemóvel comum.

Ainda no domínio do som, a LG já confirmou que o G7 ThinQ vai integrar tecnologia Hi-Fi Quad DAC para proporcionar experiências de audição de alta qualidade via headphones. A isto junta-se ainda suporte para DTS:X, uma tecnologia que cria efeitos tridimensionais surround, mesmo para os utilizadores que estejam a utilizar um par de headphones comum.

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“tocar” na realidade virtual? É possível?

“tocar” na realidade virtual? É possível?

Será que está na hora de acrescentar novos sentidos à experiência de utilização de realidade virtual? Um grupo de investigadores inventou uma caixa que adiciona interações hápticas aos convencionais headsets de VR.

Acredita-se que ainda existe muito a explorar no mundo da realidade virtual. O mais comum é utilizar a audição e a visão com os headset VR, mas as restantes sensações começam a ser produzidas, sobretudo em experiências oferecidas em salas de cinema 4D que criam ilusões mais imersivas.

Um grupo de investigadores da Universidade de Stanford construiu uma pequena caixa com pinos dinâmicos, que mudam de forma de acordo com as interações que o utilizador esteja a fazer com objetos virtuais. Ou seja, através dos óculos é possível ver os objetos tridimensionais, mas com as mãos postas nos pinos do robô vai sentir os mesmos.

Nas experiências do sistema ShapeShift, como foi nomeado, foram comparadas as interações hápticas de realidade virtual com um ecrã fixo e um touch pad. Os resultados mostraram uma diminuição de 24% no tempo da tarefa, 15% menos de atividade mental e 29% menos frustração na navegação via háptica.

O pequeno robot, onde a ShapeShift foi colocada, facilita a interação, já que este se move durante a experiência, invés dos utilizadores, guiando as suas mãos através dos objetos específicos. Embora esta experiência tenha sido focada numa escala pequena, é possível que os investigadores transformem paredes ou o chão para simular as condições dos terrenos em realidade virtual. Ou seja, a possibilidade de recriar virtualmente a experiência de subir colinas ou tropeçar nas pedras, ou mesmo sentir as ondulações da água. É só puxar pela imaginação…

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600 Máquinas de Mineração de Bitcoin São Apreendidas na China

600 Máquinas de Mineração de Bitcoin São Apreendidas na China

A polícia chinesa confiscou 600 computadores e oito ventiladores de alta potência usados para mineração de Bitcoin na terça-feira (24), em Tianjin, no noroeste do norte do país. Os mineradores foram identificados após aumento abrupto do consumo da rede elétrica, segundo o portal de notícias estatal Xinhua.

A companhia elétrica local identificou elevação de até 28% de perda de eletricidade na linha. Uma investigação descobriu que a caixa de ligação de energia sofrera curto-circuito, supostamente para evitar pagamento pelo consumo. A polícia diz se tratar do maior roubo de eletricidade dos últimos anos. Uma pessoa foi presa e cinco estão sob investigação.

De acordo com o portal Coindesk, em Wuhan, outra cidade chinesa, dois suspeitos também foram presos por roubo de eletricidade. Eles estariam usando um depósito abandonado desde 2017 para minerar Bitcoin em circunstâncias similares aos investigados em Tianjin.

A mineração é essencial para transações em criptomoedas descentralizadas. O processo demanda muita energia porque utiliza diversos processadores de computador ou placas de vídeo para validar transações de volumes de dinheiro dentro da rede de blockchain. O minerador só lucra se o ganho em criptomoeda exceder o gasto com eletricidade.

A China, apesar das recentes políticas impeditivas para usuários de criptomoedas, ainda é um grande centro de mineração de Bitcoin, graças a seu baixo custo energético.

Apesar das alegações de roubo de eletricidade, o governo chinês é conhecido pela proibição de diversas atividades relacionadas a criptomoedas. O Banco Popular da China, autoridade financeira máxima do estado, declarou em janeiro que iria “bloquear todo acesso a exchanges e sites de ICO domésticos e estrangeiros.”

O país tem processado divulgadores de criptomoedas, buscando evitar a todo custo a utilização de moedas diferentes do yuan chinês. Em setembro de 2017, o Bitcoin desvalorizou 6% após o país proibir investimentos do tipo Inicial Coin Offering (ICO), como lembra o Investopedia.

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LG soma mais de 1.000 milhões de dólares em lucros e fecha a maior aquisição da sua história

LG soma mais de 1.000 milhões de dólares em lucros e fecha a maior aquisição da sua história

A tecnológica comprou a ZKW, uma empresa austríaca conhecida pelo seu trabalho no sector dos sistemas elétricos para automóveis. A LG acredita que o negócio é a “porta certa” para a sua entrada no mercado dos veículos autônomos.

Apesar de não estar a ser tão bem sucedida quanto gostaria no segmento dos smartphones, a LG terá poucas razões de queixa acerca dos seus restantes negócios. De acordo com o último relatório de contas, a empresa atingiu a marca dos mil milhões de dólares em lucros durante o primeiro trimestre do ano. Em termos homólogos, este valor representa um crescimento de 3,2%.

A tecnológica nipónica justifica este aumento com o preço do seu portefólio de electrodomésticos, que tem escalado ligeiramente ao longo dos últimos meses. Neste segmento, as gamas mais altas foram também elas destacadas pela positiva.

Em contraste, o departamento móvel assinalou perdas de 126,85 milhões de dólares. A gigante coreana espera, contudo, que o lançamento do G7 ThinQ eleve a marca acima da linha de água.

Os resultados mais positivos desde 2009 foram celebrados com a maior aquisição de sempre na história da empresa, que anunciou a compra da ZKW, uma firma austríaca especialista na produção dos sistemas elétricos que marcas como Audi, BMW, Mercedes e Porsche utilizam em alguns dos seus carros. O valor total do negócio ascendeu aos 1,3 mil milhões de dólares. Note que a Panasonic fez uma proposta de aquisição em 2016. O valor oferecido na altura, que rondou os 885 milhões de dólares, não foi suficiente para convencer os responsáveis.

O acordo celebrado com a ZKW tem como principal objetivo ajudar a LG a encontrar o seu espaço no mercado dos carros autônomos. Segundo a tecnológica, ambas as partes vão agora trabalhar em conjunto no desenvolvimento de um sistema faróis inteligentes, que seja capaz de recolher informações de outros veículos autônomos e projetar avisos na estrada.

 

 

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US$ 14 Bilhões: Chips de Mineração de Criptomoedas Gera Lucro Recorde na Samsung

US$ 14 Bilhões: Chips de Mineração de Criptomoedas Gera Lucro Recorde na Samsung

A Samsung Electronics, gigante de tecnologia com sede em Seul, Coreia do Sul, registrou um crescimento de 58% de lucro no primeiro trimestre deste ano. O avanço patrimonial foi impulsionado em grande parte pela forte demanda por chips de mineração de criptomoedas.

Robert M. Yi, vice-presidente executivo da Samsung, informou que o novo recorde de lucro da empresa, de ₩ 15.6 trilhões (₩=won, moeda sul coreana), cerca de US$ 14 bilhões, foi devido a um bom desempenho nos negócios de semicondutores. A informação foi transmitida por meio de videoconferência na última quinta-feira (26).

Yi explicou sobre o crescimento excepcional:

“O aumento de receita nos negócios com semicondutores é resultado das condições favoráveis do mercado, como a grande procura por memórias, placas gráficas e elementos principais para smartphones e máquinas de mineração”.

Enquanto a Samsung não divulga números precisos em relação aos componentes usados em mineração de criptomoedas, ao menos se sabe que o crescimento já era esperado.

Em fevereiro, a empresa apresentou números positivos sobre a produção de processadores de 8nm e 11nm para atender à crescente demanda do mercado criptográfico.

Esta expansão na fabricação e distribuição de componentes eletrônicos de mineração aumenta a concorrência com a também fabricante de chips TSMC, com sede em Hsinchu, Taiwan, que igualmente a sul coreana tem divulgado números positivos no mesmo segmento.

De acordo com a previsão da Samsung, a demanda por processadores para mineração deve continuar crescendo.

A empresa também prevê queda de lucro nos negócios de LSI (processo de integração de transistores em um único microchip) e produção de elementos de metal, devido à desaceleração da demanda por componentes de smartphones.

A Samsung, pioneira em inovações tecnológicas, principalmente em telefonia, começou a produzir chips para mineração de bitcoin em janeiro deste ano.

Em 2017 a empresa lançou um projeto de reciclagem chamado ‘Upcycling’, que envolve a reutilização de dispositivos antigos em vez de dividi-los por partes e revendê-los.

Sempre de olho em novas tecnologias, a Samsung também está investindo na implantação da tecnologia blockchain no processo de transportes de cargas.

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Realidade virtual pronta para ajudar a reparar aviões

Realidade virtual pronta para ajudar a reparar aviões

A ISQ apresentou o protótipo de um dispositivo de realidade virtual que pode vir a ser usado no sector da aeronáutica.

Durante o Salão Internacional Berlim Airshow – ILA, que está a decorrer até ao dia 29 de abril, a ISQ revelou um protótipo de um aparelho móvel assente em realidade virtual, desenvolvido para o sector da aeronáutica. A solução é o resultado do projeto internacional AIRMES (Airline Maintenance Operations implementation), num esforço conjunto de diversos parceiros.

Segundo o comunicado, o dispositivo pretende otimizar os trabalhos de manutenção e reduzir o tempo que os técnicos perdem à procura de documentação específica. A solução pretende aumentar a eficácia das intervenções, a diminuição de custos, e sobretudo, a redução da probabilidade de erro humano.

O projeto enquadra-se no programa europeu industrial de investigação e desenvolvimento tecnológico Clean Sky 2. Esta parceria entre a Comissão Europeia e o sector aeronáutico europeu pretende integrar tecnologias avançadas nas aeronaves, demonstrar configurações inovadoras, procurando mudanças ao nível do desempenho ambiental e económico.

A ISQ afirma que as tecnologias desenvolvidas pelo consórcio permitirão às futuras aeronaves uma redução do consumo de combustível em 20-30%, e a mesma percentagem na diminuição da emissão de dióxido de carbono e dos níveis de ruído.

As estatísticas apontam que na Europa 5,8% dos voos se atrasam devido a causas técnicas relacionadas diretamente com as aeronaves, criando efeito de dominó nos voos subsequentes. Estas perturbações estão estimadas em 2,8 mil milhões de euros de custo para as empresas. Segundo a ISQ, o projeto AIRMES criará um benefício global no sector de cerca de 1.000 milhões de euros.

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Windows 10 tem grande atualização marcada para 30 de abril

Windows 10 tem grande atualização marcada para 30 de abril

Na próxima semana o Windows 10 vai ser atualizado com funcionalidades que pretendem tornar a área de trabalho mais eficiente.

Se ligar o computador na próxima segunda-feira e disparar uma atualização do Windows 10 não se preocupe: não se trata de nenhuma questão de segurança, mas sim de um daqueles upgrades que adicionam novas funcionalidades ao sistema operativo.

Nas “luzes da ribalta” está a disponibilização da Timeline, uma mecânica que permite recuar até 30 dias para encontrar um projeto no qual esteja a trabalhar. A funcionalidade, que trabalha de forma semelhante ao histórico de navegação pela web, é transversal aos diversos dispositivos que utilize sob a mesma conta. Isso permite por exemplo, utilizar o tablet ou smartphone (mesmo em sistemas iOS e Android) em viagem para pesquisar assuntos, e continuar no escritório no computador. A Timeline pode ser ativada através de um ícone, colocado na barra de tarefas, ou no atalho Windows+Tab.

Se é um daqueles utilizadores que se distraem facilmente, ora a verificar constantemente o email ou com as notificações das aplicações, então o Focus Assist é para si. Quando é ativada, esta ferramenta bloqueia tudo o que não seja necessário para o trabalho que está a executar, aumentando o nível de produtividade. Quando desativa o Focus receberá um sumário daquilo que perdeu enquanto esteve “off”. O sistema não é radical, e poderá configurá-lo com o que deseja realmente desativar.

A nova atualização vai tornar mais simples algumas experiências relacionadas com a realidade aumentada, a utilização de efeitos 3D nas fotografias, sobretudo ao nível da segurança. Os utilizadores do Edge vão perceber algumas mudanças no browser, com atualização das funcionalidades de voz.

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Presidente do BC do Brasil Recua e Muda o Tom nas Críticas ao Bitcoin

Presidente do BC do Brasil Recua e Muda o Tom nas Críticas ao Bitcoin

O presidente do banco central do Brasil, Ilan Goldfajn, baixou virulência das críticas ao Bitcoin e classificou-o como “um ativo arriscado”. O comentário foi feito na manhã desta sexta-feira (27) durante um evento sobre spread bancário promovido pela Febraban em São Paulo.

Em dezembro do ano passado, ele havia dito que as criptomoedas eram uma típica bolha e pirâmide, conforme o jornal Valor Econômico.

Desta vez, porém, Goldfajn foi bem mais ameno e, em alguns pontos, elogioso: “O Bitcoin tem uma tecnologia por trás, o Blockchain, que tem tido sucesso. É uma inovação que deve ser incentivada”.

Em seguida, o presidente do BC comentou outros dois pontos sobre o tema. Primeiro, sobre a natureza econômica da criptomoeda mais famosa. Afirmou que não poderia ser tratada como moeda por causa da alta flutuação e da falta de um banco central por trás como garantia.

“O Bitcoin não é uma moeda, é um ativo. Quem está investindo tem que saber que é arriscado”.

Ele novamente usou o exemplo do risco que alguns americanos estavam entrando ao hipotecar as casas para investir em BTC. “Não é o que eu chamaria de prudente”.

O segundo ponto levantado foi sobre as atividades ilegais. Goldfajn disse que nos últimos anos os canais vêm se estreitando e, portanto, havia uma preocupação para que esses novos ativos fossem um canal para atividades ilegais. “No nosso alerta, a gente disse que o ilegal é ilegal independentemente da atividade”.

Embora o tom crítico tenha se mantido, cabe notar a mudança de tom sobre as criptomoedas. Em vez do ataque frontal, o comentário foi leve, pontuado até mesmo por um elogio.

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Existe  Loja online com hospedagem por R$ 30,00 e com trinta dias grátis? Sim existe

Existe Loja online com hospedagem por R$ 30,00 e com trinta dias grátis? Sim existe

Loja online com hospedagem por R$ 30,00 e com trinta dias grátis

A Thecnosystem oferece plano no valor de R$ 30,00  para proporcionar a todos empreendedores iniciarem suas atividades de vendas online e alavancar suas vendas.

Nosso plano pode ser contrato com formas de pagamento mensal, trimestral, semestral ou anual, ainda podendo obter mais desconto na contratação. Podendo ainda parcelar o pagamento. Esta incluído as seguintes funcionalidades abaixo.

Número de visitas por mês

Ilimitado

Quantidade de produtos cadastrados

10.000

Período grátis para testes

30 Dias

Comissão sobre vendas

Não

Hospedagem inclusa

Sim

Registro ou renovação do domínio

Não

Contas de e-mail

10

Taxa de instalação

350,00

Parcelamento

Sim

Ainda contara com todo suporte necessário para configurar produtos, preços, formas de pagamento e entrega deixando tudo automatizado e com controle total sobre as vendas, controle de estoque e tudo mais que for necessário.

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Precisa-se de mais mulheres nas tecnologias de informação

Precisa-se de mais mulheres nas tecnologias de informação

 

Celebra-se hoje por todo o mundo o Girls in ICT Day, uma iniciativa da União Internacional das Telecomunicações com o objetivo de aumentar a consciencialização das jovens mulheres sobre as oportunidades de carreiras nas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC).

No entanto, apesar da área das TIC ser uma das que está em maior expansão a nível mundial, a representação feminina portuguesa, quer na escola, quer em cargos especializados em TIC, está abaixo da média europeia.

De acordo com o Eurostat, mais de 1,3 milhões de pessoas estavam inscritas em cursos relacionados com a área das tecnologias na União Europeia (UE) em 2016, com as mulheres a representar apenas 17% desse número.

Em Portugal, dos mais de 26 mil (26.235) estudantes nas áreas das TIC, 86,7% são do sexo masculino, enquanto que as estudantes portuguesas “tecnológicas” são pouco mais do que três mil (3.497), uma percentagem (13,3%) abaixo da média europeia. A Bulgária (33%), Roménia ( 31%), Grécia e Suécia (29%) encontram-se nos lugares cimeiros.

O padrão é idêntico no mercado laboral. Existem mais de oito milhões de pessoas empregadas na União Europeia como especialistas TIC, com os homens, mais uma vez, a serem predominantes. Os números mostram que as mulheres perfazem apenas 1,4 milhões do total, ou 17,2%.

Também neste caso, Portugal tem uma representatividade feminina mais baixa do que a média comunitária, com apenas 14,4% das mulheres a estarem representadas. Entre os melhores aparecem a Bulgária (26,5%), a Roménia e a Lituânia (ambos com 25,7%).

 

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