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Maturidade é usar o silêncio quando o outro espera que você grite

Maturidade é usar o silêncio quando o outro espera que você grite

Seremos testados, em vários momentos, por pessoas destemperadas, seja em relacionamentos, no serviço, em casa, na escola, seja na vida. Muitos criam tempestades e, em vez de tentarem sair delas, desejam trazer para debaixo de seus raios e trovões quem estiver por perto.

Enquanto vivermos, estaremos sujeitos a sermos contrariados por pessoas, por acontecimentos imprevistos pela vida. É assim e sempre será, desde que nascemos, até nosso último suspiro. Somos várias pessoas nos encontrando e nos desencontrando em ambientes variados, cada uma com seus pensamentos, objetivos e visões sobre o mundo. Inevitável, portanto, trombarmos com quem em nada concordará conosco, ou até mesmo com quem adore azucrinar a paciência alheia.

Infelizmente, existe muita gente cuidando da vida do outro. Seremos questionados sobre o porquê de não namorarmos, de ainda não termos nos casado, de não termos filhos ou de termos determinada quantidade dos mesmos, sobre o porquê do porquê do porquê, e, pior, por pessoas que mal nos conhecem. Ou seja, muitos nem interesse sincero terão por nossas vidas, estarão apenas curiosos mesmo.´

Da mesma forma, muitas pessoas farão observações desagradáveis e incômodas sobre nós, deixando-nos desconfortáveis. Haverá quem dirá que engordamos, que envelhecemos; haverá quem nos censurará e nos julgará pelo modo de vida que escolhermos; haverá quem nos repreenderá por alguma atitude que tomarmos. Incrivelmente, mesmo que nosso comportamento não lhes afete de maneira alguma.

Seremos testados, em vários momentos, por pessoas destemperadas, seja em relacionamentos, no serviço, em casa, na escola, seja na vida. Muitos criam tempestades e, em vez de tentarem sair delas, desejam trazer para debaixo de seus raios e trovões quem estiver por perto. Não se percebem, jamais se responsabilizam pelo que eles próprios provocaram, culpando o mundo, vitimizando-se e espalhando discórdia por onde estiverem.

Caberá a nós manter o controle, o equilíbrio, para que não nos permitamos adentrar a doença do outro, para que não nos molhemos sob tempestades que não são nossas. Teremos que tentar ajudar quem estiver pronto a ouvir, porém, o silêncio será sempre a melhor resposta a quem espera e aguarda pelo nosso destempero, pois assim é que neutralizamos todo o mal que nos rodeia. Isso é maturidade e autopreservação. É sobrevivência.

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Ethereum em Alta, Chega a US$ 1.200

Ethereum em Alta, Chega a US$ 1.200

O preço da Ether, a criptomoeda nativa da Ethereum, aumentou em mais de 15% durante a noite, atingindo uma nova máxima histórica em US $ 1.266.

Há quatro dias, em 4 de janeiro, o preço da Ether estabeleceu um novo recorde histórico, chegando a US$ 1.000 pela primeira. O valor de mercado ultrapassou os US$ 100 bilhões, tornando-se a terceira criptomoeda a fazer isso, além do Bitcoin e Ripple.

Gráfico ETH/USD da Bitfinex

Neste momento a ETH deu uma recuada e é negociada próxima aos US$ 1.100.

Com isso, a Ethereum volta a ocupar a segunda posição no rank de valor de mercado, com US$ 110 bilhões, ultrapassando a Ripple, que está operando em queda de 20% nas últimas 24 horas.

A última alta da Ether foi liderada pelo mercado sul-coreano e as principais exchanges de criptomoedas dentro dele, incluindo Bithumb, Korbit e Coinone. No mercado sul-coreano, o preço da Ether superou US$ 1.800, demonstrando um ágio de US$ 534 em relação ao preço médio global. Ou seja, um ágio de 29,6%.

Na Bithumb, a exchange de criptomoedas baseada em Seul, que recentemente se tornou a segunda maior plataforma de negociação atrás da Binance, a Ethereum é a terceira criptomoeda mais negociada com um volume de negociação diário de US$ 378 milhões.

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Apoio à pena de morte bate recorde no Brasil

Apoio à pena de morte bate recorde no Brasil

Em nove anos, o apoio da população brasileira à aplicação da pena de morte no País cresceu, de acordo com uma pesquisa feita pelo Datafolha. Segundo o levantamento, 57% dos entrevistados se disseram favoráveis à adoção da pena capital. Em 2008, data da última pesquisa do instituto sobre o tema, 47% das pessoas tinham a mesma opinião.

Esse é o recorde numérico desde que a questão passou a ser aplicada pelo Datafolha, em 1991. Mas empata na margem de erro – de dois pontos percentuais, para mais ou para menos – com os percentuais de 1993 e 2007, quando 55% da população se disse favorável à punição.

A pena de morte não é aplicada no País, embora esteja prevista no inciso 47 do artigo 5º da Constituição Federal em período de guerra declarada. A última batalha em que o País entrou foi a Segunda Guerra Mundial.

Em 2015, pela primeira vez em mais de 150 anos, brasileiros foram mortos por terem sido condenados à pena capital. As execuções de Marco Archer, em janeiro, e depois a de Rodrigo Gularte, ambas na Indonésia, foram as primeiras de brasileiros no exterior.

Já no Brasil, a última execução de um homem livre condenado à morte pela Justiça Civil aconteceu em 1861, na província de Santa Luzia, que deu origem à cidade de Luziânia, no entorno do Distrito Federal.

De acordo com o Datafolha, que entrevistou 2.765 brasileiros em 192 municípios nos dias 29 e 30 de novembro passado, 39% da população são contrários à punição. Além disso, 1% da população se declarou indiferente, e 3% não soube responder.

Conforme a pesquisa, o apoio à pena de morte é maior entre os brasileiros mais pobres. Entre aqueles com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 4.770), o apoio é de 58%. Ele recua para 51% na faixa dos cinco a dez salários (R$ 9.540) e cai ainda mais entre a parcela mais rica, indo para 42%.

Mulheres tendem a apoiar menos a punição capital, com 54% de apoio, ante 60% dos homens. Já em relação à idade, a faixa etária que mais apoia a execução de condenados é a de 25 a 34 anos, na qual 61% das pessoas se disseram favoráveis à proposta.

Os idosos são os menos propensos a aceitar a adoção da punição, com 52% de apoio. Os ateus formam o grupo que menos apoia a pena de morte. Apenas 46% deles se declararam favoráveis.

Já entre os adeptos das principais religiões brasileiras, são os evangélicos aqueles mais reticentes com relação ao tema: 50% são favoráveis, 45% contrários (4% não souberam responder e 1% se disse indiferente). Já os católicos são o que mais defendem a punição: 63% são favoráveis, ante apenas 34% contrários.

A pena de morte é um processo legal pelo qual uma pessoa é morta pelo Estado como punição por um crime cometido. A decisão judicial que condena alguém à morte é denominada sentença de morte, enquanto o processo que leva à morte é chamado de execução. Os crimes que podem resultar na pena de morte são chamados de crimes capitais.

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