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Confiança do Comércio alcança o maior nível desde julho de 2014

Confiança do Comércio alcança o maior nível desde julho de 2014

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) teve avanço de 2,4 pontos na passagem de novembro para dezembro, para 94,8 pontos, informou nesta quarta-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Esse é o maior nível desde julho de 2014 (95,8). Em relação a dezembro do ano passado, houve um avanço de 15,2 pontos. A alta do Icom ocorreu em oito dos 13 segmentos pesquisados. A principal contribuição veio do Índice de Expectativas (IE-COM), cujo avanço foi de 4,9 pontos para 104,8 pontos.

Segundo a FGV, esse foi o primeiro valor acima dos cem pontos desde março de 2014. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) recuou 0,4 ponto em dezembro para 85 pontos. É a segunda queda consecutiva. Segundo coordenador da Sondagem do Comércio da FGV IBRE, Rodolpho Tobler, a queda “mostra que a recuperação de vendas continua sendo um processo gradual”.

“Entre os fatores que vêm impulsionando o otimismo do setor e a melhora das expectativas estão a inflação baixa, o ciclo da redução da taxa de juros, as perspectivas de recuperação do mercado de trabalho e a evolução recente da confiança dos consumidores”, escreveu em nota o coordenador da Sondagem do Comércio. Com o avanço do Icom em dezembro, o resultado médio do indicador referente ao quarto trimestre apresentou recuperação na comparação com o terceiro trimestre.

Nos dois primeiros trimestres de 2017, o resultado positivo foi influenciado pelas melhores avaliações sobre a situação atual, mas finda o ano com uma confiança motivada mais pelas expectativas em relação aos próximos meses. A coleta de dados para a edição de dezembro da Sondagem do Comércio foi realizada entre os dias 1 e 22 do mês e obteve informações de 1.179 empresas.

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Mercado brasileiro aguarda que a taxa básica de juros fique abaixo de 7% em 2018 e eleva a previsão para o PIB

Mercado brasileiro aguarda que a taxa básica de juros fique abaixo de 7% em 2018 e eleva a previsão para o PIB

Após 13 semanas seguidas prevendo a Selic (a taxa básica de juros) de 7% ao ano no final de 2018, analistas do mercado financeiro reduziram a previsão da Selic de 2018 para 6,75%. Atualmente, a taxa está em 7% ao ano.

Segundo dados do relatório de mercado conhecido como “Focus”, o mercado também aumentou a previsão de crescimento da economia em 2017 de 0,96%, da semana anterior, para 0,98% e de 2,68% em 2018, contra 2,64% do último boletim Focus.

O Focus é feito com base em pesquisa do Banco Central, da semana passada, com mais de 100 instituições financeiras.

Inflação

No último relatório, os economistas entrevistados pelo Banco Central reduziram mais uma vez a previsão de inflação para 2017, de 2,83% para 2,78%, mantendo o índice abaixo do piso da meta do governo, que é de 3%.

Para 2018, a estimativa de inflação caiu de 4% para 3,96%.

No último relatório de inflação, divulgado na semana passada, o Banco Central admitiu que a inflação de 2017 deve ficar abaixo da média e estimou que o índice deve encerrar o ano em 2,8%.

Se as previsões se confirmarem a inflação deste ano também será a menor desde 1998, ano em que somou 1,65%, segundo a série histórica do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pelo sistema brasileiro, a meta central é de 4,5% para este ano e para 2018, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima e para baixo, de modo que a inflação pode ficar entre 3% e 6% sem que seja formalmente descumprida.

Quando a meta de inflação é descumprida, o presidente do Banco Central tem que escrever uma carta pública ao ministro da Fazenda explicando as razões para a variação fora da previsão.

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Bitcoin 27/12/17 – Voltando a Subir?

Bitcoin 27/12/17 – Voltando a Subir?

O preço do Bitcoin parece estar se recuperando de sua queda pré-natal. O preço está sendo negociado dentro de um padrão de canal de alta e atualmente está testando a resistência.

Poderia haver uma retração para o suporte e a ferramenta de retração Fibonacci mostra os possíveis pontos de inflexão.

Indicadores técnicos

A média móvel de 100 períodos ainda está abaixo da média móvel de 200 períodos, de modo que o caminho de menor resistência é para baixo. Isso significa que a queda é mais provável de retomar do que voltar a subir.

No entanto, a diferença está diminuindo e da sinal de enfraquecimento da força vendedora. Se um cruzamento ascendente se materializar, a pressão compradora pode entrar e permitir que a tendência de alta continue.

O estocástico está caindo, o que reforça o ponto de que o preço pode ir buscar o suporte do canal, permitindo que o bitcoin recuasse para US$ 14,000 perto do nível de retração Fibonacci de 61,8%. Uma retração menor poderia encontrar um suporte em 38,2% de Fibonacci perto de US$ 15,000 e a área de interesse do meio do canal.

RSI tem espaço suficiente para cair, então o preço do bitcoin pode seguir o seu exemplo até que ambos osciladores atinjam os níveis de sobrevenda e voltem a subir.

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